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Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

02/05/2007 | Voz da Arquibancada
A Lacuna Chamada Departamento de Futebol

Por Pablo José Campos de Carvalho

Depois de uma solapada como a de domingo, todos ficamos procurando explicações para o péssimo início de ano que o Cruzeiro teve. Sem a pretensão de ser dono da verdade, gostaria de mencionar aquele que é o pior problema do Cruzeiro nos últimos anos: a ausência de seriedade na condução do clube.

A principal deficiência do Cruzeiro hoje é a falta de um Diretor de Futebol que entenda de futebol. O titular desse cargo deveria ter conhecimento suficiente para planejar o ano, acompanhar o desempenho do time e cobrar resultados da comissão técnica e de jogadores. Trata-se de fazer o básico de gestão. Nos últimos anos, vimos jogadores se arrastando em campo, vimos jogadores sem qualquer compromisso com o time, técnicos que escalavam os seus preferidos independentemente da forma física e técnica em que eles estavam.

O time do Cruzeiro tem sido notável por tomar gols no início de jogos ou de segundo tempo. Em toda saída de bola dá aquele frio na espinha. Tal problema vem da displicência dos jogadores. Essa total falta de compromisso com o time é reflexo de uma administração que não cobra dos jogadores que desempenhem o trabalho para o qual eles são contratados.

Atendo-me aos últimos jogos, cito três lances que ilustram bem a falta de compromisso dos jogadores do Cruzeiro em relação aos torcedores e ao clube. No jogo de quarta-feira, contra o Brasiliense, o time tinha acabado de marcar um importante gol e o Léo Silva deu de presente o gol de empate. Nos minutos finais da partida, precisando de um gol que nos levaria à próxima fase da competição mais importante do primeiro semestre, sofremos uma falta próxima à área. O jogador Leandro Dominguez, que é reserva e em teoria deveria lutar para virar titular, caminhou lentamente até a bola, talvez esperando que os atacantes e zagueiros fossem à área para cabecear. A falta foi batida com tanta displicência que o jogador que estava na barreira dominou a bola no peito e armou o contra-ataque. O resultado foi a desclassificação prematura numa copa que talvez seja das mais fáceis dos últimos tempos. Chegamos ao fatídico jogo contra o nosso maior adversário local e ao chocante quarto gol sofrido ontem. Uma combinação de problemas levou a um lance bizarro que deve correr o mundo nos programas de esporte. Tomamos um terceiro gol, de pênalti, o nosso goleiro estava na linha da grande área e sequer tivemos um jogador para pegar a bola no fundo da rede. Esse mesmo goleiro, volta de costas para o lance reclamando do time como se o time não fossem todos os jogadores que restavam em campo e sim apenas parte deles. Enquanto isso, no meio de campo, o atacante que era nossa maior esperança de gols nesse ano, e que se tornou notável por não dar passes para os outros jogadores, armou o gol do adversário com um passe açucarado para o atacante do outro time. Vejam que pelo menos quatro jogadores envolvidos no lance não estavam prestando atenção num jogo em que perdíamos para o rival local de maneira acachapante. Um jogador solta a bola sem olhar para o gol e ver se o goleiro já está posicionado, outro lança o atacante adversário, outro fica esperando a bola no pé quando a lambança foi feita e o goleiro sequer está olhando para o campo quando a bola entra.

Aliás, o nosso goleiro Fábio é outro que mostra bem a falta de concentração nos jogos. Ele alterna defesas bestiais com frangos bestas. Lembro-me de um goleiro do Cruzeiro que fazia parte de um timaço que, mesmo quando ele falhava, garantia os resultados. Esse goleiro era o Gomes em 2003 e uma das características mais marcantes dele era que, a despeito de sua tranqüilidade e sobriedade em campo, quando tomava um penoso ele ficava transtornado, se penitenciava, pedia desculpas à torcida e ficava um bom tempo sem repetir o fato. O atual goleiro quase sempre que toma um frango, e foram muitos em sua trajetória com a camisa celeste, não assume a culpa. Quando assume a culpa, o faz como se aquilo fosse parte do jogo.

Embora tenha restrições à displicência do Fábio, sou defensor de sua presença na meta do Cruzeiro por pensar que é um dos melhores goleiros em atividade no país. Algum desavisado poderia pensar que sou incoerente por sustentar que ele deve ser titular a despeito de pensar que ele é displicente. A minha confiança nisso reside no fato em que o que deve ser combatido no Cruzeiro é a displicência e não os seus efeitos. Minha sugestão é a profissionalização do Departamento de Futebol e que os dirigentes tenham autonomia para fazer um acompanhamento da situação clínica, física e técnica dos jogadores através dos inúmeros testes e acompanhamentos que podem ser feitos.

Com o advento da informática, é fácil fazer um acompanhamento da evolução física dos jogadores, da evolução técnica de cada um (por exemplo, saber quantos passes o sujeito dá por jogo, quantos são errados, quantos desarmes, etc...). Isso serviria para subsidiar as ações do Departamento de Futebol no sentido de cobrar do técnico quando um jogador que vem jogando mal repetidamente continua sendo escalado, quando um posicionamento mal feito do time tem resultado em acréscimo de passes errados, entre outras observações que poderiam ser feitas. Enfim, o uso da tecnologia poderia ser útil para fazer do desempenho do time e cobrar resultados sem ingerência no trabalho do treinador mas com profissionalismo na avaliação do mesmo que é funcionário do clube e deve apresentar resultados.

Vejam que a única vez que tivemos algo semelhante no acompanhamento do time, foi quando Vanderley Luxemburgo era técnico do Cruzeiro. Nessa época, ele agia não só como técnico mas também como gerente de futebol e tinha resquícios dessa forma de administração (um exemplo era a filmagem dos jogos para analisar o posicionamento e as falhas do time).

Infelizmente, parece que o Departamento de Futebol do Cruzeiro está abandonado e o acompanhamento financeiro é o único feito no clube. Penso que a troca de técnico não será suficiente para melhorar a nossa situação no campeonato brasileiro. Alguns dos melhores técnicos do Brasil passaram por aqui sem dar resultado. Outros tantos passarão enquanto não profissionalizarmos o departamento de futebol. Sucessos acontecerão porque a maioria dos outros clubes padece desse mesmo mal e também quando o treinador tiver métodos próprios de gestão.

Pablo José Campos de Carvalho é um dos fundadores e atual tesoureiro da Embaixada Azul, em Brasília-DF

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Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 jeronimo | Rio de Janeiro | 01-05-07 22h33min
Pablo, não há nada em seu texto para se discordar. A maior deficiência pode ser até a que vc apontou, porém, acho que nosso maior erro já há algum tempo é o discurso dos nossos dirigentes, mas especificamente os irmãos Perrelas. Frases do tipo: “Não faremos loucuras”, “Temos que vender pelo menos dois a três jogadores por ano”, “Não entraremos em leilão”, “No Cruzeiro não existem jogadores inegociáveis”, são no mínimo equivocadas. Nem parece q são mineiros.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 01-05-07 22h34min
Trabalhem em silêncio, sem falar essas baboseiras aos 4 cantos q dará muito mais resultado. Claro q algumas são a verdade absoluta, mas daí a ficar propalando aos 7 ventos é burrice. Esse tipo de discurso só serve p/ fragilizar o vínculo jogador/ clube, alcançando e influenciando negativamente até aqueles q estão nas categorias de base. Este discurso deixa de focar o q é o principal p/ um clube de futebol q são as vitórias e as conquistas p/ colocar como principal o balanço anual.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 01-05-07 22h35min
Eu não quero mas ouvir jogador chegando e dizendo q está vindo p/ uma grande vitrine do futebol brasileiro, quero q cheguem com outro discurso, o de fazer uma grande carreira no Cruzeiro. Cara q chega falando em vitrine é pq já sabe q somos ponte p/ Europa. Vitrine é onde se expõe coisas p/ vender e o Cruzeiro não pode ser visto como balcão de negócios. Há muito não tenho mais paciência p/ isto.
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 09h17min
Jeronimo, Infelizmente, é nisso que o Cruzeiro se transformou. O nosso Diretor de Futebol é, na verdade, um Diretor de Negócios. Ele não acompanha o futebol, acompanha o mercado (e na minha opinião, acompanha mal). Sds, Pablo
 Ju a mais fanática | Não definido | 02-05-07 09h30min
Pablo, vc teve lucidez de apreciar tudo de errado que está acontecendo e vendo isto me dá vontade de desistir da coisa de que mais gosto na vida. Poderia ter esperanças destas críticas que são muito construtivas chegar ao alto escalão?Teríamos nós torcedores força e união para cobrar isto de forma racional e eficiente. A diretoria deve saber que já estão virando motivo de chacota no resto do Brasil, espelho do que já aconteceu no rival e deu no que deu.Mesmo assim acredito...Ju.
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 09h36min
Ju, Infelizmente, não tenho muita esperança de que o alto escalão do Cruzeiro leve a frente as mudanças sugeridas. Tais problemas são muito claros para que eles não os tenham detectado antes. A questão me parece de conflito de interesses entre o lucro nos negócios de curto prazo e a diminuição no fluxo de caixa atual apesar da estabilidade e possibilidade de ter um lucro ainda maior no futuro. Sds, Pablo
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 10h24min
Torcedor Fiel, O que parece é que o alto escalão do Cruzeiro desconhece o conceito de crescimento sustentável. Se por um lado é impossível fazer "loucuras" para montar um time que ganhe um campeonato e depois deixe as finanças do clube combalidas, por outro lado, a venda desenfreada de jogadores diminui a identificação dos torcedores com o time diminuindo o mercado consumidor e o valor de mercado da marca Cruzeiro. Sds, Pablo
 geraldo araujo | Brasília | 02-05-07 10h31min
Pablo,o próximo treinador tem que manter o time disciplinado taticamente.Trabalhar o senso de equipe e o espírito de luta -que estão faltando no atual elenco.Todos os profissionais devem ter seriedade e compromisso com o Clube.Não adianta contratar atletas e dar à torcida a ilusão de que foi montado um grande time, se eles não tiverem obrigação com o Cruzeiro.Na parte administrativa,área nobre do clube,os profissionais não estão fazendo o Cruzeiro chegar na direção dos títulos.Parabéns p/matéria
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 10h39min
Geraldo, Embora discorde de aspectos táticos do PAutuori, todas as informações me levam a crer que trata-se de um treinador sério. Entretanto, é impossível um tenente comandar um sargento se o general acha dá guarida para as malandragens do sargento. Isso está acontecendo no Cruzeiro nos últimos tempos, jogadores derrubam técnicos, são mantidos no time e o barco vai andando. Sds, Pablo
 pyxis | BHZ | 02-05-07 11h35min
Pablo,
O barco NÃO vai andando... vai AFUNDANDO...
E sem querer fazer nenhum comentário sobre o quarto gol, ninguém reparou que as LAMBANÇAS de vários goleiros pelo mundo tem uma coisa em comum?
Jogaram no Cruzeiro e fizeram lambança esta semana que passou: Dida, Gomes, André, Fábio Costa e o nosso Fábio...
é mole ou quer mais... um comentarista (acho que da ESPN internacional) citou: "... vêm da mesma escola..." - Tá OSSO de aguentar.
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 12h00min
Evandro, Penso que as discussões sobre as falhas do goleiro do Cruzeiro devem ser tomadas de forma mais ampla do que têm sido feitas rotineiramente. Acredito que o Fabio falha mais por problemas comportamentais do que por problemas técnicos. Isso, lamentavelmente, é uma característica de todo o elenco do Cruzeiro nos últimos tempos e, na minha opinião, é reflexo da falta de compromisso do grupo (jogadores e não jogadores). Continua
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 12h01min
Para o nosso goleiro, o problema é maior porque ele não tem um Fabio para corrigir as cagadas que ele faz. Sds, Pablo
 MarceloCastro | Belo Horizonte | 02-05-07 14h18min
Bela coluna Pablo, concordo com tudo que vc falou, concordo tb com o que falou o Geronimo. Nosso grande Tostão, já havia dito antes, numa reportagem ao Estado de Minas, que no Departamento de Futebol do Cruzeiro não tem ninguém que entende de Futebol. O Zezé, o Alvimar e o Maluf entende de futebol igual à nós torcedores (às vezes menos) e ficam contratando jogadores a torto e direito. Pra mim deve-se trazer o Tostão, que ama o nosso cruzeiro, pra ser Diretor de Futebol. Sds Celestes...
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 14h26min
Marcelo, Duvido que o Tostão aceitaria trabalhar nas atuais condições de transparência que estão por aí. Na minha opinião, não combina em nada com o perfil dele. Sds, Pablo
 wilsonflavio | China Azul | 02-05-07 15h37min
Fala Pablo! Concordo com a carência. Certa vez escrevi sobre o cargo de Diretor de Futebol. Quando tivemos um (Luxa) que faz às vezes do tal diretor, nos demos bem. A presença de um bom Diretor de Futebol elevaria até mesmo a administração dos irmãos Oliveira Costa, que tem seus méritos. Falta eles enxergarem. Parabéns pela coluna.
 Olecram | Poços de Caldas | 02-05-07 16h02min
Excelente sua análise Pablo! É incontestável que há muito tempo não temos um Depto. de Futebol e sim um Depto. Financeiro (que saudade do Furletti)! Se o Tusta não é viável pq não contratar o grande baixinho Dirceu Lopes para substituir esse turco cujo nome é símbolo da corrupção? Mas com a filosofia mercantilista implantada na era perreliana pós-2003 nota-se tb clara falta de compromisso de jogadores (q nunca foram atletas) com o clube, mero estágio para vôos além-mar! É preciso mudar tudo!!
 Azul Celeste | Belo Horizonte | 02-05-07 16h54min
O que sobrou para mim foi rezar para que o TURCO não quebre a minha primeira paixão (CRUZEIRO ESPORTE CLUBE) pois a segunda foi para a segunda divisão do Mineiro e nunca mais voltou a ser o mesmo time (VALERIODOCE). Lá o TURCO fez barba e cabelo. Quebrou o time e o clube!!!
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 17h43min
Wilson, Obrigado pelo incentivo para ecrever. De novo, quase joguei fora a coluna antes de enviar para o site.
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 17h45min
Olecram, Eu, particularmente, preferiria alguém mais técnico e menos boleiro nessa função. Você já reparou que, no Brasil, os melhores treinadores e diretores normalmente não foram craques? Sds, Pablo
 jrgalvao | Belo Horizonte | 02-05-07 17h55min
Pablo voce tem certeza que não existiu planejamento por parte do departamento de futebol?.Voce acha que realmente os empregados do clube não são aptos a exercerem as sua funções? Será que o palenjamento tão em voga no futebol nacional, só vale quando ganha. Será que o regional de P. Alegre também não planejou o seu futuro? Futebol é o unico esporte que só vale a vitória. Perdeu não teve planejamento e todo mundo é uma besta. Ganhou o planejamento foi uma maravilha e tem que ser copiado por todo
 jrgalvao | Belo Horizonte | 02-05-07 17h57min
O Luxa que muitos endeusam, se perder o paulista e ficar fora da libertadores também não terá falhado no planejamento. Ficam algumas questões para a sua apreciação, já que a sua abordagem é muito pertinente.
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 18h24min
JRGalvão, Jamais disse que não existiu planejamento no Cruzeiro. O maior problema, na minha opinião, é a falta da acompanhamento. De qualquer forma, a existência de planejamento não garante títulos. Nesse caso, são duas as possíveis razões: planejamento falho ou meta diferente de título (por exemplo, pode-se planejar construir uma nova sede ao invés de ganhar títulos). continuo
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 18h26min
Sobre o Luxemburgo, embora ache que ele é um grande técnico, não acho que seja pertinente comentar sobre ele num espa~ço destinado às coisas do cruzeiro uma vez que ele não tem qualquer relação com o nosso time. Se ele cair no Santos (torço para isso) quem sabe ele não venha para cá, assuma as funções de técnico e de gerente de futebol e não possamos voltar a comentar sobre ele. Até lá, ficamos na mesma. continuo
 pjraposao | Troy-Brasília | 02-05-07 18h30min
Acredito que haja planejamento mas por não sabermos quais são as metas não podemos avaliar se ele foi bem feito. Os resultados, independente das metas traçadas pela diretoria, são insatisfatórios para a torcida. Sabemos que os jogadores que hoje estão no Cruzeiro estão com desempenho aquém do que já foi mostrado por eles em outros lugares. Isso mostra que falta algo para chegarem à plenitude de suas formas. Na minha opinião, é um acompanhamento melhor da direção.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 02-05-07 19h54min
PABLO excelente coluna e o comentário do JERÔNIMO, como disse ISAAC, fez uma coluna na sua...ambos de parabéns. Além de concordar, pois postei isto no BLOG do Jorge desde domingo, reescrevo aqui "STÁ PASSANDO DA HORA DE UMA MUDANÇA NA DIRETORIA DE FUTEBOL. ALGUÉM NO CRUZEIRO, DO CRUZEIRO. Sugiro o nome PIAZZA! nem sei se ele pode, mas afirmo que é uma pessoa de caráter, sério, dedicado ao que faz, conhece de vida empresarial, conhece de futebol, conhece de bastidores...Mas se não ele, alguém
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 02-05-07 20h11min
como ele. (MALUF numa boa, sem raiva, obrigado por tudo, bye!) Quanto a ATITUDES, algumas coisas pra mim são básicas, e a primeira delas é ATENÇÃO-DISPOSIÇÃO-DEDICAÇÃO...Para mim as atitudes de ARAÚJO-FÁBIO no 4.o gol são mostras claras do oposto! Eu pediria para AMBOS procurarem outro time, machucados ou não! Isso é um PÉSSIMO EXEMPLO para todo mundo! a cena do FÁBIO com as 2 bolas na mão é patética! Ele não viu os caras do CRUZEIRO colocando a bola no meio campo?nem o apito do juiz???
 wilsonflavio | China Azul | 03-05-07 08h39min
Beleza Pablo! Mande mais colunas pra gente. Vamos passar para o papel aquelas resenhas na Embaixada Azul.
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