Quem vai chamar o presidente na chincha?

Por Jorge Santana | Em 30 de julho de 2010

Recebo dezenas de mensagens eletrônicas de cruzeirenses preocupados com a situação do clube.

Esta propõe uma ação, que podemos confiar ao Dílson Louback, aos primos Chiabi, à Beth Makennel, ao Geniba e ao João Novaes.

Caro Jorge,

O cruzeirense PC escreveu um belo texto sobre a situação do Cruzeiro no mercado da bola.

Tratou especialmente da falta de recursos que assola o clube num momento em que os adversários fazem parcerias e recbem investimentos aos montes.

Você, cruzeirense notável, já pensou em, juntamente com outros ilustres torcedores celestes, se reunirem com o presidente Zezé Perrela para cobrar e ouvir as explicações dele sobre este assunto?

Não sei se adiantaria, se valeria a pena. Foi somente algo que me veio à cabeça e quis compartilhar com você.

Seja como for, abraços e boa sorte para todos nós nos próximos anos. 

Cruzeiro Sempre!  

Silvio

Silvio Nascimento, 26, Publicitário formado na Escola de Comunicação Social da UFMG, nasceu e mora em Belo Horizonte

N.B.: Sílvio, este blogueiro não é notável. Nem sequer notório. Ele tem vocação pro anonimato. Notáveis são Tostão, Piazza e Dirceu Lopes. Notórios são Alberto Rodrigues, Flávio Carvalho e Orlando Augusto. Passo a bola pra eles e pros blogueiros citados acima.

Jonathan contra os persas

Por Jorge Santana | Em 30 de julho de 2010

Jonathan antecipa a batalha das Termópilas, ops!, de Sete Lagoas:

  • “Nunca joguei um clássico sem a torcida do Cruzeiro. A gente entende que é por causa da segurança dos próprios torcedores, embora muitos achem ruim que tenha uma torcida só. Temos que focar somente no trabalho e pegar aquele filme como exemplo, o ‘300’, daqueles soldados contra aquele batalhão de gente. Acho que vai ser no mínimo umas 15 mil pessoas contra 45 e gente tem que se juntar, se fortalecer para procurar um bom resultado.”

Toda sorte aos 45 de Jonathan contra os milhares de persas (e hienas) do Luxerxesburgo!

País das Maravilhas

Por Jorge Santana | Em 30 de julho de 2010

Victor Pimentel, torcedor do Fluminense, síndico do blog Blablagol postou este comentário no PHD.

Vale a pena discutir as idéias desse cara inteligente, ponderado e, especialmente, neutro nas rusgas mineiras. 

Ao “exigir” uma crítica imparcial e pertinente ao rival, os cruzeirenses, jogam contra seu próprio time.

Tiro pelo Rio de Janeiro, onde a mídia rubronegra (nem digo os jornais em si, mas torcedores com voz como nós) é useira em tergivesar os problemas como vocês sinalizam que a mídia atleticana faz.

O que percebe-se é que os desmandos na Gávea só são coibidos quando a vaca foi para o brejo.

Os demais clubes cariocas não são assim “uma Brastemp”, mas é perceptível maior agilidade no debate e exposição dos problemas por parte dos próprios torcedores e consequentemente, das midias voltadas para esses times.

Claro está que, cornetar por cornetar, não ajuda. Mas colocar o dedo na ferida é sempre útil, especialmente, se for feito antes de infeccionar de vez. É a auditoria.

Tirar o Atlético-MG do País das Maravilhas só o ajudaria em médio prazo.

De cara com o insólito

Por Jorge Santana | Em 29 de julho de 2010

Pesquei e editei esta historinha contada pela Beth Makennel na área de comentários do blog. Interessante, não é mesmo?

Gente Azul 5 Estrelas, toda última quarta feira do mês tem música ao vivo das 18h30 às 22h no clube de lazer do Cruzeiro, no Barro Preto.

Ontem, eu estava lá pra disputar uma partida de buraco pelas olímpíadas internas, mas nem precisei jogar, pois a equipe adversária estava desfalcada.

Sem ter contra quem jogar, fui pro salão tomar cerveja e ouvir a dupla da noite tocar músicas italianas, inglesas, brasileiras, todas de primeira qualidade. Foi bom demais!

Vocês precisam apreciar os bons programas que nosso clube oferece!

Mas vamos ao ponto que desejo abrodar: por volta de 22h, fui convidada pra ir ao Restaurante do Porto com uma turminha.

Estando lá, conversa vai, conversa vem, pra minha grande preocupação, fui apresentada atleticano, que é conselheiro do Cruzeiro.

Fiquei espantada. E, mesmo não querendo magoá-lo, perguntei se era verdade que ele torcia pelo rival.

Ele se disse corintiano, mas a esposa o desmentiu: “Nós somos atleticanos!”

Eu disse a eles que não concordava com aquilo e ouvi, da esposa dele, que “o Conselho Deliberativo do Cruzeiro está cheio de atleticanos”.

Eles não gostaram da minha petulância. Acham que minha crítica não tem nada a ver.

Sinceramente, estou muito preocupada! O que leva esses torcedores adversários a se tornarem conselheiros do Cruzeiro?

Um peso, duas medidas

Por Jorge Santana | Em 29 de julho de 2010

Recebi este e-mail do Dr. Silvério Cândido, advogado e cruzeirense incondicional.

Vai dar briga, pois os empedernidos defensores do Atlético-MG, que pululam neste blog, vão chiar.

Prometo não entrar na confusão. Vou apreciar a o rebolation dos adversários mal disfarçados à distância.

Prezado blogueiro:

Sócrates, principal referência da tradição filosófica ocidental, dizia que “não pode haver para um peso, duas medidas”.

Embora compreenda que este espaço azul é democrático e aberto a todas as opiniões e manifestações de torcedores, não gostaria de usá-lo para falar da situação do nosso maior rival (se é que existe, de fato, rivalidade em razão da disparidade de títulos conquistados por nós).

Mas é impossível acompanhar a cobertura da mídia mineira sem ao menos tecer alguns comentários sobre sua inc0erência.

Após a 7ª derrota no Brasileiro, Vanderlei Luxemburgo, considerado um dos melhores técnicos do país, disse que a derrota para o Internacional serviu pra “encaixar o jogador Serginho como volante” e  que isso foi positivo.

Nessas horas, é que percebo como a imprensa mineira está prenhe de hienas.

Grande parte da midia local bate no peito pra dizer que o time do lado de lá da lagoa tem um elenco “fantástico”, um presidente “profissional” e o “melhor treinador do país”.

E considera normal o time preto e branco estar na zona de rebaixzamento acumulando sete derrotas em onze jogos.

A cada rodada, o presidente e o treinador do rival citadino inventam novas balelas pra justificar o fracasso do projeto alvinegro.

Pra justificar a derrota frente ao Inter, o técnico disse que prepara um time para o ano que vem. E isto foi absorvido com naturalidade pela imprensa local.

Com menos de um terço do torneio disputado, um treinador joga a toalha e nenhum cronista esportivo mineiro (excluo aqui Tostão, talvez o único comentarista sensato e imparcial de Minas Gerais) discute a sério a situação do rival.

Não derramam sobre o técnico emplumado as mesmas críticas que despejavam sobre o ex-treinador cruzeirense, Adilson Batista.

Quantas pedras os entendidos da mídia estariam atirando em Zezé Perrella e Adílson Baptista se o Cruzeiro estivesse na posição em que se encontra seu rival?

Quais seriam as manchetes se o Cruzeiro, que tem a maior torcida de Minas, superioridade em títulos, nacionais e internacionais, estivesse na Zona do Rebaixamento, treinado por um técnico sem grandes títulos no currículo e dirigido por um presidente que não dá papo para intrigas da imprensa?

A resposta, todos nós já sabemos: crise total!  Entretanto, para as hienas, está tudo normal do outro lado da lagoa.

Um peso e duas medidas, este é o critério da mídia esportiva mineira.

Saudações cruzeirenses,

Silvério Cândido

De três em três

Por Jorge Santana | Em 29 de julho de 2010

O Cruzeiro jogava com três volantes e isto era motivo pras hienas torcerem contra o clube.

Com a contratação do Cuca, criou-se a expectativa de que o time jogaria com três atacantes. O mais provável, contudo, é que tenha três beques.

Ontem, o treinador experimentou este esquema em suas variações 5-3-2 e 3-5-2. Com o fora-de-série Fabinho jogando na sobra de Edcarlos e Gil.

O treinador está certo. Improvisado na bequeira, o ex-corintiano não tem velocidade pra correr atrás de atacantes.

Sem armadores, o time terá dificuldade de controlar o meio de campo. Resta apostar na marcação forte e no contra-ataque.

Cuca vai cuidar primeiro de seu emprego. Depois, se der, fará alguma gracinha pras hienas.

Ao contrário delas, o Alexi Stival não quer perder o clássico. Nenhum cruzeirense de verdade quer.

Futebol com público

Por Jorge Santana | Em 29 de julho de 2010

Dois jogos com a casa cheia. Como não aconteceu ainda no Brasileiro.

No Beira Rio, 48 mil assistiram ao Inter 1×0 São Paulo. O Colorado dominou completamente o retrancado Tricolor, mas só marcou no fim com Giuliano que havia substituído Andrezinho.

Na Vila Belmiro, 14 mil assistiram ao Santos 2×0 Vitória. O rubronegro não jogou. Ramon Menezes conseguiu a proeza de cobrar um escanteio com um chute rasteiro,pra fora. Neymar abriu o placar e desperdiçou um pênalti batido com cavadinha. Na etapa final, DJ trocou Ganso por Marquinhos e o catarina bateu a falta do 2º gol.

Na véspera, no Azteca, 100 mil viram Chivas 1×1 Universidad de Chile. Montillo jogou bem e colocou os azuis a um passo da final.

Recordar é viver

Por Jorge Santana | Em 28 de julho de 2010

Pra irritar hienas e atleticanos enrustidos, que tentam empastelar o blog.

  • Atlético-MG 0×5 Cruzeiro, domingo, 27abr08, 16h, Mineirão, jogo de ida da final do Mineiro 2008 – Público: 48.903 pagantes e 51.063 presentes – Renda: R$1.011.000,20 – Juiz: Paulo Cesar Oliveira (SP) – Bandeiras: Maria Eliza Correia Barbosa e Emerson Augusto de Carvalho (SP) – Amarelos: Xaves (Atl); Thiago Heleno, Marquinhos Paraná e Ramires (Cru) – Gols: Moreno, 12, Marcos (contra), 19, e Ramires, 38, do 1º tempo; Guilherme, 21, e Wagner, 33 do 2º – Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Gérson (Renan), Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri (Agustin Viana); Rafael Miranda, Xaves, Márcio Araújo e Danilinho; Marques e Renan Oliveira (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Charles (Fabrício), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson (Jonathan); Henrique, Ramires e Marquinhos Paraná, Wagner; Guilherme e Marcelo Moreno (Leandro Domingues). Tec: Adílson Baptista.
  • Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 26abr09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.489 pagantes, 49.380 presentes – Renda: R$1.078.742,50 – Juiz: Paulo César de Oliveira (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (PR) e Maria Eliza Barbosa (SP) – Amarelos: Gerson Magrão, Leonardo Silva, Kléber e Wellington Paulista (Cru); Werley (Atl) – Vermelhos: Renan e Leandro Almeida (Atl); Ramires (Cru) – Gols: Kléber, 39 do 1º tempo; Leonardo Silva, 10, Leonardo Silva, 16,  Jonathan, 34, Jonathan, 41 do 2º tempo - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Marquinhos Paraná, Fabrício (Henrique) e Ramires; Wagner; Thiago Ribeiro (Soares) e Kleber (Wellington Paulista). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Werley (Marcos Rocha), Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Rafael Miranda, Carlos Alberto e Márcio Araújo (Kleber); Lopes (Chiquinho) e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão

O post definitivo

Por Jorge Santana | Em 28 de julho de 2010

Caros amigos:

Eu havia decidido parar de escrever qualquer coisa que fizesse menção ao Adilson Batista, no PHD, em respeito ao Cuca e ao ideal de sempre apoiar o Cruzeiro e de não torcer contra, como muitos o fazem para afirmarem suas verdades pessoais.

Mas, como fiquei aborrecido com a falta de respeito de alguns pelo Adilson, que é um grande ídolo do clube, stou sugerindo dois posts derradeiros sobre o tema. Um, como forma de agradecimento ao trabalho do Adilson, realizado por todos aqueles que admiraram seu trabalho no clube, outro bolado pelos que não gostavam do treinador. Seria, acima de tudo, democrático.

Para o post em homenagem ao Adilson, pensei em desmascararmos alguns mitos e citarmos alguns feitos, todos com citações de fontes. Para isto, gostaria da ajuda de vocês com recordações e sugestões.

Seria uma forma de demonstrarmos, por meio de fatos, os motivos pelos quais o trabalho do treinador pode ser considerado bom. E também um incentivo para o outro lado fazer o mesmo justificando seus argumentos contrários.

Com isto, encerraríamos de vez o assunto. O que vocês acham? Topam contribuir?

Cada um ficaria com uma parte sem, contudo, ficar proibido de contribuir com outra. O Elias que, por exemplo, é um crítico da rádia ficaria com a nálise do trabalho dela durante o período em que o treinador esteve à frebnte do time celeste. 

Se o post ficar muito grande, poderá ser dividido em partes. Aí vai um esboço. Contribuam:

O Cruzeiro não tinha jogadas ensaiadas - Cruzeiro 3×0Grêmio - Brasileiro de 2008 - A jogada do 1º gol foi comentada pelo treinador e jogadores após a partida. Eles analisaram alguns jogos do Grêmio que, sempre na saída de bola, tocava a bola para trás até que os homens de frente tivessem tempo de se posicionar pra receberem o lançamento. Cruzeiro 3×1 Grêmio - Libertadores 2009 – A jogada do 2º gol foi praticada algumas vezes. Ao invés de cruzar direto para a área, a bola era ajeitada para o Wagner arrematar de canhota.

Os “volantes” não criavam  - Cruzeiro 3×1 Grêmio - Libertadores 2009 – O 3º gol teve assistência de Marquinhos Paraná.  - Cruzeiro 3×1 Nacional-URU - Libertadores 2010 – O 2º gol teve assistência do Fabrício. O 3º teve assistência do Henrique. - Tupi 2×7Cruzeiro - Mineiro 2009 – Os 4 “volantes” – O 1º gol surgiu de um pênalti sofrido por Marquinhos Paraná. No 2º, houve teve assistência do Marquinhos Paraná. O 3º foi do Ramires. O 4º do Fabrício. O 5º com assistência do Ramires. O 6º com assistência do Paraná. O 7º foi do Marquinhos Paraná.

 Ramires:, o “volantão”  - Seleção de gols do Queniano Azul. Em 2007, quando dirigido por Dorival Junior,ele  marcou 3 no Brasileiro. Entre 2008 e o final da Libertadores 2009, marcou 24 gols sob o comando de Adílson Batista.

Jadílson, Adopi, Jajá e Leandro Domingues foram injustiçados. Onde estão eles, hoje em dia?

A rádia – Podemos citar alguns fatos ligados à recepção que o treinador teve quando chegou, sua relação com a imprensa cacarejante e as consequências dos 5×0.

Duplo 5×0 – As duas maiores goleadas sobre o rival, uma delas, no ano do centenário

Abs,
Vinícius Cabral

N.B.: Proposta acatada. Cruzeirenses, anticruzeirenses, atleticanos, hienas, termocéfalos, tropeiritas, palpiteiros, curiosos, estão todos convidados a parir o post definitivo sobre o Fenômeno Adílson Baptista. Catrtas e mails ao Vinícius.

Jonas: “Gente, eu e o Rodrigo somos amigos…”

Por Jorge Santana | Em 28 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  1. André Kfouri, em seu blog: Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré mesmo. Não é da Raposa e nem do Galo.
  2. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Em Sete Lagoas, interior mineiro, o Grêmio ficou tão frustrado com o empate em 2 a 2, em um jogo em que foi melhor, que o vestiário entrou em crise no fim. Segundo relato do repórter André Silva, Jonas e o zagueiro Rodrigo brigaram no vestiário, chegaram a partir para a troca de tapas e tiveram de ser contidos pelo técnico Silas. Silas negou. Para ele, foi apenas uma discussão normal de vestiário, típica de um grupo que luta até o fim pelas vitórias. Em campo, jogando com três zagueiros, o Grêmio dominou o Cruzeiro, esteve sempre em vantagem (Borges e Douglas marcaram), mas cedeu o empate em duas falhas da defesa (Henrique fez os dois de cabeça). No segundo tempo, o Grêmio seguiu melhor. Jonas fez um gol de falta, mas surpreendentemente foi substituído pelo técnico logo depois, deixando o time sem seu melhor atacante. A maior frustração do torcedor do Grêmio certamente foi ver a equipe desperdiçar uma vitória que seria fundamental nesta altura do campeonato. Terá de partir para a recuperação.
  3. Vitor Birner, em seu blog: O 1° tempo em Minas Gerais se desenrolou em ritmo lento. No minuto final, Borges fez 1×0 para os visitantes e ajudou a mudar a história da segunda etapa. O Cruzeiro voltou do vestiário com Sebá, atacante, no lugar do lateral Rômulo. Mostrou mais pegada, empatou antes dos 2 minutos com Henrique, e foi ao ataque tentar a virada. A partida ficou imprevisível. Ambas as equipes criaram oportunidades suficientes para chegarem ao gol. Quem o fez primeiro foi Jonas, pelo Grêmio, aos 34. Henrique igualou o jogo aos 40, premiando a luta da Raposa na etapa final. O Grêmio segue na zona de rebaixamento.
  4. Wianey Carlet, em seu blog: O Grêmio não para de errar: Se não tivesse falhado no final do jogo, o Grêmio teria derrotado o Cruzeiro, voltaria para casa fora da zona da morte e não teria havido a lamentável briga no vestiário, após a partida. Este reprovável acontecimento não deveria ser maquiado por Silas e pelos dirigentes. Nessas ocasiões, melhor é assumir o erro e tomar as providências cabíveis. Victor, mais uma vez, falhou. Tem sido uma rotina. E Silas cometeu a proeza de substituir Jonas quando este acabara de marcar o segundo gol e se constituía em figura de destaque do time. O Grêmio anda mal porque muitos erros estão sendo cometidos. Em todos os níveis. Está na hora de Silas acertar e manter uma escalação e um esquema tático. Nem que seja preciso afastar medalhões que jogam como se estivesse fazendo um favor ao Grêmio.
  5. Valdir Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro: Tivemos uma rápida reunião agora por telefone, o presidente Zezé Perrella, o Dimas Fonseca e eu, e rapidamente o presidente definiu que os nossos dois próximos jogos marcados aqui para a Arena do Jacaré, contra o Prudente e o Vitória-BA, serão disputados em Ipatinga. Já tínhamos confirmado para o Parque do Sabiá Corinthians, Flamengo e Internacional. E a sequência seguinte a gente vai avaliar nesta semana para sabermos onde jogaremos e não estamos descartando definitivamente a Arena do Jacaré. Hoje (domingo), ao meio dia e meia, estávamos acabando de almoçar, e veio a notícia de um acidente na BR-040. Procuramos nos informar, ligamos para a Polícia Rodoviária Federal e para as pessoas do Cruzeiro que estavam transitando para saber como estava a estrada. Os jogadores já estavam no quarto descansando para a palestra e tivemos um corre-corre, chamamos todo mundo para descer e anteciparmos a vinda para Sete Lagoas. Tivemos que buscar uma alternativa, passamos por Pedro Leopoldo, uma estrada que não dá nenhuma segurança para circulação de ônibus, ainda mais em uma velocidade um pouco maior. Duas pistas simples sem acostamento. Você coloca em risco os jogadores do Cruzeiro e as pessoas que transitam nessa estrada. Não se pode praticar futebol profissional sem saber que horas vai ser a preleção, que horas vai sair da Toca da Raposa, se vai chegar a tempo. O pessoal do doping ficou preso. A sorte é que o doping é depois do jogo. E se o trio de arbitragem não estivesse informado e fica preso na BR-040? O Cruzeiro avisou ao Grêmio e eles sairiam pela 040. A coisa está meio complicada.
  6. Cuca, treinador do Cruzeiro: Para um time grande, de estatura competitiva como o Grêmio, o campo irregular torna as coisas mais difíceis para a gente. Acho que o placar foi justo, até pelo que as duas equipes fizeram em campo. O Grêmio por uma parte e nós pela busca do resultado até o final. Não sou de chorar, mas nos fizeram muita falta alguns jogadores. Nós tentamos uma estratégia no primeiro tempo com o Jonathan no meio e não deu. Antes do intervalo passamos ele para o lado do campo e o Rômulo por dentro, e também não surtiu efeito. Quando tomamos o gol e fomos para o vestiário, tínhamos que voltar e empatar em cinco, dez minutos, senão não empataríamos mais. Pusemos um atacante na direita, o Sebá, um na esquerda, o Thiago, e fizemos um 4-3-3. O Grêmio não conseguiu encaixar a marcação e nós fizemos o gol. Estávamos melhor, até tomar o gol. Aí tivemos que nos superar e buscar o empate na base da raça, com a cabeçada do Henrique. Pelo que foi o jogo, o empate não foi um mau resultado. No segundo tempo nós tivemos uma atitude diferenciada. Temos ter essa atitude desde o começo. Nós buscamos o resultado com os meninos jogando, o Reina, o Sebá, o Fabinho improvisado na zaga e muito bem por sinal. A gente tem que analisar o jogo, ver o que pode melhorar para o futuro. Tudo está em aberto, podemos melhorar muitas coisas.
  7. Henrique, volante do Cruzeiro: Nunca tinha marcado dois gols em uma mesma partida como profissional, só na base. E também faltava um gol de cabeça na minha carreira. Felizmente acabei marcando dois desta vez. Isso é trabalho, o Cuca me posicionou bem. É trabalho, dedicação e fico muito feliz por conquistar isso, por ajudar a equipe. Fico chateado em ficar de fora do clássico, que é muito importante para as duas equipes. A gente vem há três anos jogando contra o Atlético-MG, tendo vitórias contra eles. Mas, por outro lado, fico tranqüilo porque nosso elenco está bem servido e quem entrar, com certeza vai dar conta do recado e vai ajudar o Cruzeiro a buscar a vitória, que é o mais importante.
  8. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: Aqui já deu. Isso vai beneficiar os outros times. Foi assim contra o Goiás, foi assim hoje. A nossa equipe é muito técnica, precisa de espaço para jogar. Todas as vezes que o Cruzeiro joga num campo menor, nós temos dificuldades, porque são jogadores leves e rápidos e, às vezes, não temos tempo de fazer isso. Ainda mais com o gramado do jeito que está, a bola quica muito. A minha é a (camisa) 2. O Cuca percebeu isso logo no início do 1º tempo, eu estava meio perdido. Não posso dizer nunca, já joguei por essa função, mas fiquei um pouco perdido. Não estou acostumado com o Rômulo, a gente tem de ter entrosamento melhor, mas a minha preferência é a lateral direita, sem dúvida nenhuma.
  9. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: É o que nós temos. A gente queria jogar no Mineirão. Mas não dá para culpar o campo. Nós não fizemos um bom jogo. Nosso time é de toque de bola. Nós não conseguimos trocar passes.
  10. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Sem dúvida, no 2º tempo, se a gente não fez aquele jogo tecnicamente bom, a gente voltou com mais pegada, mais vibração, encurtando os espaços do Grêmio, na base da garra, da determinação. Quando não dá na técnica, tem que ir na raça. As duas vezes em que a gente buscou o empate, foi na base da raça, corremos atrás e conseguimos ao menos o empate. A gente esperava vencer, não importa o placar. Na medida do possível, a gente procurou se superar. Conseguimos o empate, que não foi o resultado que a gente gostaria, mas melhor somar um ponto do que nada. No todo, acho que nossa equipe não foi bem. Coincidência ou não, nos dois jogos (Goiás e Grêmio) nesse campo, a apresentação nossa não foi tão boa. Não é porque empatou. Contra o Goiás, a gente já tinha alertado. Não podemos usar como desculpa, porque o campo é ruim para os dois lados. Os jogadores do Grêmio a todo momento reclamaram do campo. Nesse estádio, não tem condição de acontecer esse tipo de jogo.
  11. Jonas, atacante do Grêmio: Gente, eu e o Rodrigo somos amigos, eu nunca tinha trabalhado com ele, é a primeira vez. Não tem nem o que falar dele porque a gente brinca muito. Não houve nada, só houve discussão e não só eu e ele, mas todo o elenco. Não queríamos tomar um gol no final do jogo e também houve discussão sobre a arbitragem. Não podemos brigar entre nós, mas sim com os adversários.
  12. Rodrigo, beque do Grêmio: Não aconteceu nada, eu não sei nem o que colocaram. Estão falando que discutimos, mas isso é uma coisa de jogo. A gente está vendo que todos os jogos estamos sendo prejudicados e ninguém faz nada. Se houvesse agressão não se chegaria a lugar nenhum. Se tiver brigando e nessa situação estaríamos acabados. Não houve nada, discutimos situações de jogo e a questão da arbitragem.
  13. Borges, atacante do Grêmio: O gol saiu em um momento importante e espero que a gente saia dessa situação. O campo está muito ruim, com o gramado ondulado e está difícil ficar tabelando. A gente tem que jogar sério para sair com o resultado. Não teve nada de agressão. O que aconteceu é que nós jogadores saímos muito chateados com a arbitragem. E fica complicado para nós jogadores falarmos sobre isso, tem que deixar para a diretoria. E quando se trabalha igual estamos fazendo e os resultados não saem, a gente fica muito irritado. Estávamos conversando entre a gente, e essas cobranças tem que existir. Nós corremos, conseguimos fazer dois gols e merecíamos sair com a vitória. Mas tem também o detalhe do campo, que é horrível e fica difícil tocar a bola. Acho que o Grêmio encontrou uma forma boa de jogar fora de casa e vamos evoluir.
  14. Silas, treinador do Grêmio: É normal os jogadores discutirem após o jogo. Não aconteceu nada demais, todos estavam de cabeça quente, mas é natural devido ao resultado do jogo. Não teve nada disso. Foi uma discussão normal no vestiário e vocês (da imprensa) estão querendo criar uma notícia que não existe. O que aconteceu foi uma cobrança mútua entre os jogadores, que já aconteceu outras vezes. A diferença é que essa vocês (da imprensa) viram. – Nunca tive problemas com arbitragem. Fui expulso porque estava conversando com o trio de arbitragem, como sempre faço. Mas desta vez ele me expulsou. O Grêmio é muito grande, e não pode haver isso que aconteceu aqui hoje. O jogo foi muito difícil, contra um adversário qualificado. E acho que a questão do gramado não tem nada a ver. Os jogadores dos dois times brigaram pela bola, e dentro de campo a partida foi muito boa e disputada.
  15. Luiz Onofre Meira, assessor de futebol do Grêmio: Considero absolutamente normal. Os jogadores estão juntos e todos mostram que houve somente um desentendimento sem nenhum agravante. Eu já vi muitas vezes isso acontecer, não só aqui no Grêmio. É normal, o que prevalece é que há indignação pelo resultado e a situação que vivemos.
  16. Duda Kroeff, presidente do Grêmio: Não tem nada de anormal, vi isso acontecer umas 300 vezes no futebol. É bom e positivo. Há uma indignação muito grande por tomar um gol no final. É o que achamos que estava faltando, mas ficou provado que não está.
  17. Arísio França, no PHD: Eram previsíveis as dificuldades que o Cruzeiro teria na armação de jogadas com a ausência do Gilberto e a falta de um substituto. Acho que o Cuca até acertou ao apostar no Jonathan. Como não funcionou, além da atuação ridícula do Robert mais a jornada pouco inspirada do Thiago Ribeiro o time fui uma nulidade no campo ofensivo. Os gols premiaram toda a vontade e raça do Henrique. Fará muita falta no clássico.
  18. Edenílson Marra, no PHD: Fui de novo à Arena do Jacaré. O 10 do Grêmio, Douglas, joga muito. Foi o melhor gremista em campo. Entre os cruzeirenses, o melhor foi Henrique disparado. Robert tem muita disposição e pouca técnica. Reina me surpreendeu. Pode ser trabalhado pra se tornar uma opção para o time. Everton começou bem, depois, sumiu. Rômulo e Jonathan bateram cabeça no 1º tempo. Depois que voltou para lateral, o Jonathan melhorou.
  19. Naldo Morato, no PHD: Ótimo resultado este empate com Grêmio, principamente, porque estivemos por duas vezes atrás no placar. Não podemos esperar muito de um time que tem carências na zaga, na armação e no ataque. Fabinho na zaga, Everton de armador, Jonathan no meio campo e Robert no ataque. Robert consegue ser pior que o WP, mas é injusto cobrar muito dele com um time sem armação, em que a bola pouco chega ao ataque. O time ressente muito dos jogadores ausentes. E os reforços ainda não estão a disposição. No curto prazo, a coisa vai ser muito complicada. E o Reina parece que tem habilidade, mas está sendo improdutivo. Vamos ver se com o tempo, melhora.
  20. Bruno Barros, no PHD: Henrique jogou por ele e mais dez. Fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro. Marcou, passou, chegou e fez gol. Sem dúvida, vai receber nota dez na Bola de Prata. Mas tomara que ele não seja convocado, pelo menos agora enquanto a janela tá aberta. Depois, não só pode como deve. Nesses 3 últimos jogos ele arrebentou. Jogou demais. Faz tempo que eu não via uma situação assim: todo mundo jogando mal desde o início e o Henrique muito bem o tempo todo. Eles carregou o time nas costas. Bateu escanteio e correu pra cabecear. Impressionante.

Adílson agradece ao Cruzeiro

Por Jorge Santana | Em 27 de julho de 2010

Marco Soalheiro, jornalista e comentarista do PHD, acertou em cheio:

Adilson Batista mostrou mais uma vez o seu caráter ao ser apresentado no Corinthians e agradecer ao Cruzeiro e à parte da torcida que sempre o apoiou pelo crescimento profissional que alcançou na passagem pelo clube.

Retribuo o agradecimento.

O Cruzeiro dele, sem um mega elenco, voltou durante três anos a ser respeitado e temido por adversários no Brasil e na América do Sul.

Os melhores comentaristas e e treinadores do futebol brasileiro sempre reconheceram isso.

Do contrário, não assumiria um time de ponta na liderança do Brasileiro.

Que ele tenha sorte lá e perca para nós no dia 25. E que o desempenho dele nos clássicos inspire o Cuca no domingo.

Paralelos e analogias

Por Jorge Santana | Em 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

11ª da A: Cruzeiro patina, rival desatina

Por Jorge Santana | Em 27 de julho de 2010

Eis a 11ª rodada do Brasileiro 2010, disputada em 24 e 25jul10. O público melhorou. Já está se aproximando da média do campeonato americano. O Corintiãs voltou à liderança. O Botafogo entrou na zona. A Cocota  ameaça tomar a lanterna do Atlético-GO. E o Cruzeiro patina na 6ª posição.

  1. São Januário, Vasco 2×0 Atlético-GO. Público: 13.157. Gols: Nílton, 33 do 1º; Fumagalli, 10 do 2º. Deu tudo certo pro Almirante. Quando chutou de longe, fez. Quando o Dragão chutou, duas bolas bateram na baliza. E o goleiro vascaíno ainda defendeu um pênalti.
  2. Farazão, Prudente 0×0 Vitória. Público: 4.922. Vitória, mesmo poupando alguns titulares, dominou. Mas quem esteve mais perto de vencer foi o Prudente.
  3. Ressacada, Avaí 0×0 Atlético-MG. Público: 5.733. Com dois a menos no 2º tempo, a Cocota rebolou pra segurar o empate. Valeu. Agora, o time do Luxa (um dos três melhores treinadores do mundo!) é o líder do Z4.
  4. Vila Belmiro, Santos 1×0 São Paulo. Público: 9.367. Gol: Renato Silva, contra, 15 do 2º.
  5. Arena do Jacaré, Cruzeiro 2×2 Grêmio. Público: 9.672. Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º. Jogando mal, Cruzeiro salvou um ponto com duas cabeçadas de Henrique e saiu falando cobras e lagartos do estádio. Aliou incompetência técnica e burrice administrativa.
  6. Beira Rio, Inter 1×0 Fla. Público: 21.079. Gol: Taison, 2 do 1º. Time reserva do Colorado foi demais para o titular do Mengo.
  7. Serra Dourada, Goiás 0×2 Atlético. Público: 4.023. Gols: Manoel, 27 do 1º; Maikon Leite, 35 do 2º.  Dessa vez, Leão não deu piti. O CAP não deu chance pro chororô e o treinador teve de engolir a derrota sem reclamações.   
  8. Castelão, Ceará 0×0 Palmeiras. Público: 24.935. Vozão se mantém no G4, Palmeiras continua devendo.
  9. Pacaembu, Corintiãs 3×1 Guarani. Público: 24.601. Gols: Jorge Henrique, 1 do 1º; Mazola, 18, Bruno César, 32 e 39 do 2º. Antes de assumir a Seleção, Mano Menezes entrega o Corintião na liderança a Adílson Batista.
  10. Engenhão, Bota 1×1 Flu. Público: 23.218. Gols: Emerson Sheick, 16, Renato Cajá, 30 do 2º. Jogo disputado na bola e no braço fez o Bota entrar na zona. 

Gols: 16. Público: 140.707.  Média: 14.071. G4: Corintiãs, 24, Flu, 23, Ceará, 20, Inter, 19. Z4: Botafogo, 12, Grêmio, 11, Atlético-MG, 9, Atlético-GO, 7 / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 - André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 - WP, Caio, Bruno César, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Allan.

Perdão, Sete Lagoas

Por Jorge Santana | Em 27 de julho de 2010

Cruzeiro e Atlético-MG não têm estádios. Pra tocarem seu negócio dependem do poder público, que os  subsidia após arrecadar impostos de adeptos de todos os times e não apenas dos torcedores deles.

Quando o Mineirão estiver reformado para a Copa de 2014, Cruzeiro e Atlético-MG terão 54 mil confortáveis cadeiras pra venderem a cada partida.

Os demais clubes de Minas, nenhuma, embora seus torcedores tenham contribuído para o empreendimento.

Enquanto esse dia não chega, os dois grandes vão depender de favores de outros clubes.

Terão de jogar em estádios particulares como o do Democrata ou municipais como os de Uberlândia, Varginha, Ipatinga, Pouso Alegre ou Uberaba.

Pelo favor recebido, deveriam ser gratos. Ou, no mínimo, educados. Algo que a direção do Cruzeiro não foi quando seu Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, desancou a Arena do Jacaré e, de raspão, também a bela, progressista e cruzeirense Sete Lagoas, na coletiva após o jogo contra o Grêmio.

Segundo jogadores e cartolas do Cruzeiro, a cancha da Arena é pequena. Comparada às do Mineirão e do Maracanã, pode até ser. Mas é oficial. E não é menor do que as do Olímpico, Baixada, Ressacada, Engenhão e outras nas quais os times mineiros jogam sem reclamar.

Disseram que o gramado é ruim. Realmente, ele não é nenhuma Brastemp. Mas não é esburacado, nem tem pontos carecas. Está perfeitamente apto para a prática do futebol. Só com muita cara-de-pau se pode dizer que ele prejudica o Cruzeiro, supostamente, um time mais técnico do que os outros.

Isto é desculpa esfarrapada. Qual é o time da primeira divisão que não joga com a bola no chão? Apontem um, por favor. Se o Cruzeiro fosse tão técnico quanto imaginam seus dirigentes e atletas, estaria na ponta e não na metade da tabela. Esse trololó é muleta antiga.

Valdir Barbosa criticou a estrada. Sete Lagoas está ligada a Beagá por duas rodovias, uma federal, outra estadual. Com um pouquinho de organização, chega-se lá em menos de uma hora. Obviamente, haverá casos de retenção, como aconteceu na rodovia federal nesse domingo. Em compensação, na estadual, o trânsito fluiu normalmente.

Segundo Valdir, não há hotéis pra receber a delegação caso ela queira viajar mais cedo pra descansar até a hora da partida. Não procede. A cidade dispõe de hotéis confortáveis. É só telefonar fazendo reservas. Como fez Wanderley Luxemburgo quando seu time jogou contra o Inter.

Domingo, a Arena recebeu 10 mil torcedores. Com todos os setores liberados, pode receber até 16 mil. O acesso ao estádio é fácil, existe estacionamento e a visão do campo é melhor do que a oferecida pelo Mineirão.

Os mais exigentes reclamam do sol. Ora, futebol não é esporte indoor. Queixa indeferida, pois. E ninguém pode reclamar de hostilidade. O público é bem mais educado do que o do estádio de Beagá.

Se alguém errou, foi a direção do Cruzeiro, que não colocou monitores pra orientar o público. Ou os torcedores que insistem em chegar a 10 minutos do início partida. Assim, nem nos estádios escandinavos se evita fila pra entrar.

Resta pedir desculpas ao povo de Sete Lagoas que, da euforia por receber seu time de coração, passou à decepção de receber carão de um cartola bem remunerado pra dirigir time de futebol, não pra queimar a imagem do clube que o paga.

O Cruzeiro pode jogar em outras cidades. Aproximar-se de sua torcida espalhada por toda Minas Gerais. Mas não deve cometer descortesias e nem fabricar desculpas pelo mau futebol que eventualmente esteja praticando.

Eu, torcedor cruzeirense de Belo Horizonte, peço desculpas ao povo de Sete Lagoas. Aos cruzeirenses, americanos, bela-vistenses, democratenses e até atleticanos, caso haja algum além do Chico Maia na cidade.

E estarei de volta, quando nosso (não apenas dos cartolas e jogadores) Cruzeiro jogar em Sete Lagoas.

Henrique salvou a pátria

Por Jorge Santana | Em 26 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  • Fábio – Sem culpa nos gols. Mas também sem praticar as habituais defesas milagrosas.
  • Rômulo – Não repetiu o bom 1º tempo do Maracanã. Deslocado para a 2ª linha de quatro também não rendeu bem e foi sacado.
  • Fabinho – Salvo pelo gramado de menores dimensões. Perdeu várias bolas para Borges e não ganhou corrida alguma contra os gremistas. Se a cancha fosse mais ampla, teria problemas ainda maiores.
  • Cláudio Caçapa – Muita disposição. Entre erros e acertos, o saldo foi positivo e ele terminou como o melhor da defesa.
  • Diego Renan – Mal na marcação. Seu setor tem sidoo alvo dos treinadores adversários e ele se complica cada vez mais. Precisa de um volante pra equilibrar a disputa com meias e alas que o atacam em grupo.
  • Jonathan – Iniciou na 2ª linha de quatro e foi mal. Recuado pra lateral, melhorou um pouco. Nas entrevistas, passou a impressão de que prefere ficar na sua posição pra não correr o risco de perdê-la. No final, gastou o verbo falando mal do estádio, no que foi corroborado pelo Gerente de Futebol, Valdir Barbosa. Ambos prestaram grande desserviço ao Cruzeiro ofendendo o povo setelagoano, que é majoritariamente cruzeirense.  
  • Fabrício – Mal. Errou passes em demasia, perdeu a luta pelo controle do meio de campo e não conseguiu apoiar o ataque.
  • Marquinhos Paraná – Marcou Douglas de perto reduzindo a criatividade do meio de campo gremista.  
  • Henrique – Marcou muito, disputou a bola em divididas épicas com os tricolores, apoiou o ataque e fez dois gols. Foi o nome do jogo. E um dos que não reclamou da cancha.
  • Francisco Everton – Burocrático, cuidou de fechar espaços pela esquerda, mas não teve imaginação quando passou do meio de campo.  
  • Javier Reina – Na rodinha de bobo do intervalo, mostrou domínio de bola. Em campo, esteve só um pouquinho melhor do que no jogo contra o Flu quando havia sido péssimo.
  • Thiago Ribeiro – Bom 1º tempo jogando pelos dois lados da cancha. No 2º, aberto pela esquerda, caiu na malha fina da defesa gremista, que se adaptou aos três atacantes celetes trocando o 3-5-2 pelo 4-4-2.
  • Robert – O pior em campo.
  • Sebá – Confinado na direita, foi improdutivo. No time de juniores, tinha liberdade pra buscar a bola e atacar pelas duas laterais. Como 2º atacante joga melhor do que como ponta-direita.  
  • Cuca – Sem um bom armador, usou duas linhas de quatro e o time ficou improdutivo no 1º tempo. No 2º, tentou surpreender com três atacantes e conseguiu empatar logo de cara. Depois, o ataque voltou a à inoperância da etapa inicial. Pra oxigenar o cérebro da equipe, colocou Javier Reina pra armar e nada aconteceu. Os volantes que jogavam harmonicamente nos tempos de Adílson Baptista, agora estão robotizados, cada um na sua, sem se movimentar e trocar de  posições ou executar funções diferentes conforme o andamento da partida. O time não vira mais as bolas o que dificulta a criação de espaços e impede o contra-ataque. Cuca precisa destravar a equipe. Acabar com os cabeças de área, soltar os alas e dar liberdade ao 2º atacante seriam medidas interessantes. Depois, é tratar de descobrir dois meias pra se revezarem. Do jeito que está, nem jogando num campo de 120m x 80m, como era a antiga cancha do Serra Dourada, terá uma equipe competitiva. O tempo vai ajudar o treinador. Na entrevista pós-jogo, ele mostrou percepção de algumas carências. Falta agir pra superá-las.  
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou, embora a equipe tivesse feito muito pouco pra merecer aplausos.  
  • Arena do Jacaré - A cancha é menor do que a do Mineirão e do Maracanã. O gramado não é semelhante ao de Wembley. Mas quantos estádios têm as dimensões máximas e os gramados perfeitos neztepaiz? Os jogadores reclamaram porque o time está travado. No futebol, quem cria espaços são os atletas movimentando-se com inteligência, não engenheiros e arquitetos, que têm de trabalhar com o terreno disponível. A chiadeira de jogadores e do Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, soou como desculpa esfarrapada, Foi um chororô com agravos à cruzeirense Sete Lagoas. Criticou-se o gramado, o estádio, a hotelaria da cidade e a estrada. Uma baboseira sem fim. Se existe antimarketing, Valdir Barbosa e Zezé Perrella deveriam ser premiados por terem criado um case, com tanto trololó e decisões apressadas após a partida.
  • Juiz & Bandeiras – Péssimos. Erraram contra o Cruzeiro nos dois gols do Grêmio, marcaram três impedimentos errados contra os gaúchos e, no fim, o Juiz ainda tirou Henrique do clássico mostrando-lhe cartão amarelo por uma falta inexistente. Se um trio ruim como este for escalado para o clássico de uma só torcida, o Cruzeiro terá sérios problemas. É bom pressionar desde já na CBF porque o outro lado, como se sabe, tem até assessoria especializada em arbitragens.
  • Grêmio – Dominou o jogo, criou espaços e só não venceu por ter perdido gols fáceis e falhado nos lances dos gols celestes. Douglas, que jogou à vontade até receber marcação pessoal de Marquinhos Paraná, Borges e Jonas, que venceram o duelo com a defesa celeste, foram os melhores entre os tricolores.

P.S.: Como sempre faz, o blogueiro escreveu o post no começo da madrugada e agendou sua publicação para as 10h. Deu tilt. Que ele ainda não destrinchou. Bola pra frente!

País do Voleibol, eneacampeão da Liga Mundial

Por Jorge Santana | Em 25 de julho de 2010

No Orfeo Superdome, em Cordoba, Argentina, o Brasil venceu a Rússia por 3×1 (25×22, 25×22, 19×25, 25×23) e sagrou-se eneacampeão da Liga Mundial de Vôlei.

Contra a pancadaria dos sacadores russos, o Brasil deu show de variações de jogadas e emplacou uma fieria de quatro bloqueios decisivos no set decisivo.

Na arquibancada, bandeiras e camisas do Cruzeiro. Da Cocota, pra sorte da pátria de tênis, nenhuma.

Dante, Murilo, eleito o melhor do torneio, e Mário Jr., melhor líbero, foram os astros. Giba, no banco, foi torcedor incansável.

A medalha de bronze vai pra Sérvia, que derrotou Cuba por 3×2.

Cruzeiro 2×2 Grêmio: Faltou imaginação

Por Jorge Santana | Em 25 de julho de 2010

Em 7º lugar com 15 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode subir de duas a quatro posições. Se perder, pode cair até quatro posições.

Cuca não contará com Roger Galera e Gilberto, machucados. Suspensos, Gil e Wellington Paulista serão substituídos por Wellington e Robert.

Em 18º lugar com 10 pontos, o Grêmio pode subir até seis posições se vencer. Perdendo continua onde está.

Sem poder contar com Fábio Santos e Neuton, Paulo Silas deve escolher entre Hugo e Dener, o ala-esquerdo de seu 3-5-2 emergencial.

Cruzeiro 2×2 Grêmio, domingo, 25jul10, 16h, Arena do Jacaré, Sete Lagoas, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (paque-pra-ver) – Público: 9.672 pagantes, 9.845 presentes – Renda: R$208.796,25 - Juiz: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) – Bandeiras: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Rodrigo Pereira Jóia (RJ) – Amarelos: Rafael Marques, Douglas (Gre); Sebá, Fabinho, Henrique – Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Rômulo (Sebá, intervalo), Fabinho, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Jonathan, Fabrício (Marquinhos Paraná, 20, 2º), Henrique, Jonathan e Francisco Everton; Thiago Ribeiro e Robert (Javier Reina, 29 2º). Técnico: Cuca / Grêmio: Victor; Ozeia, Rodrigo e Rafael Marques (William Magrão, 15, 2º); Maylson, Adilson, Rochemback (Ferdinando, 25, 1º), Douglas e Hugo; Jonas (Fernando, 36, 2º) e Borges. Técnico: Silas – Histórico – Foi 0 54º Cruzeiro x Grêmio. O Cruzeiro venceu 25, empatou 16, perdeu 13, marcou 74 gols, levou 51. Pelo Campeonato Brasileiro (desde que o torneio recebeu esta denominação em 1971), foram 32 jogos. O Cruzeiro venceu 15, empatou 10, perdeu 7, marcou 47 e sofreu 31 gols. Pela Libertadores, se enfrentaram 6 vezes. O Cruzeiro venceu 3, empatou 2 e perdeu 1. Cruzeiro e Grêmio já decidiram um título nacional, a Copa do Brasil 1993. No Olímpico, 0×0; no Mineirão, Cruzeiro 2×1.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Começa o jogo. Com uniforme tradicional, Cruzeiro fica à esquerda das tribunas. Grêmio joga com camisas brancas, calções e meias pretas.
  • 01 -  Fabrício avança pelo meio e tenta o passe para Rômulo, Rafael Marques corta.
  • 01 -  Jonas conduz a bola pela ponta esquerda e cruza. No meio da área, Caçapa afasta.
  • 02 -  Robert recebe o passe na intermediária e tenta lançar Rômulo, mas a defesa do Grêmio tira.
  • 03 -  Jonas arrisca da intermediária e Fábio faz a defesa .
  • 04 - Thiago Ribeiro vai à linha de fundo e cruza. Victor sai do gol para fazer a defesa.
  • 05 -  Rômulo enfia a bola para Thiago Ribeiro, mas ele está impedido.
  • 06 -  Jonas recebe lançamento na área, mas Henrique chega para tirar para escanteio.
  • 07 -  Adilson tenta abrir o jogo com Maylson, mas passa errado e a bola sai pela lateral.
  • 08 -  Diego Renan cruza, Thiago Ribeiro domina, mas é desramado por Rodrigo.
  • 09 -  Maylson tenta cruzar da direita, mas Everton desvia para escanteio.
  • 10 -  Fábio Rochemback cobra escanteio e Robert afasta de cabeça.
  • 10 -  Jonas tenta passar no meio de dois e recebe falta de Henrique.
  • 11 -  Jonas cobra a falta direto na barreira.
  • 13 -  Jonas tenta girar, mas Fabrício faz o desarme.
  • 14 -  Robert cruza da direita e a defesa afasta.
  • 15 -  Jonas tenta girar na ponta direita, mas sofre falta de Fabrício.
  • 15 –  Thiago Ribeiro tenta sair jogando, mas é desarmado por Adilson.
  • 16 -  Thiago Ribeiron recebe o passe no meio e, em seguida, a falta de Rafael Marques.
  • 17 -  Thiago Ribeiro tenta driblar Ozéia e sofre falta na ponta esquerda. Ele mesmo cobra jogando a bola na área. Defesa tricolor espana.
  • 18 – Máfia Azul estende seu bandeirão na arquibancada vazia (interditada) atrás do gol de Victor, à esquerda das tribunas.
  • 19 -  Rômulo cruza, a bola passa por todo mundo e sobra com Maylson, que sai jogando.
  • 20 -  Robert passa a Jonathan na área. O lateral chuta, bola bate na defesa e fica com Victor.
  • 21 -  Borges domina com a mão. Falta.
  • 22 -  Everton toca para Robert na área e ele chuta para fora.
  • 23 -  Rômulo passa a Jonathan na direita, mas a devolução é mal feita e a bola sai pra lateral.
  • 25 -  Thiago Ribeiro recebe o passe na direita, mas cruza mal. Bola escapa pela linha de fundo.
  • 26 -  Ferdinando substitui Rochemback.
  • 26 -  Hugo cruza da esquerda, Maylson arremata dentro da pequena área, bola passa por cima do travessão, com muito perigo.
  • 28 -  Thiago Ribeiro cruza da esquerda e Victor sobe para fazer a defesa.
  • 29 -  Jonathan tenta conduzir a bola no meio, mas Hugo comete falta.
  • 29 -  Hugo comete falta em Henrique no meio do campo.
  • 30 -  Robert tenta recuperar a bola e comete falta em Rodrigo.
  • 31 -  Robert toca para Jonathan na entrada da área e ele chuta por cima do gol de Victor.
  • 33 -  Adilson tenta o passe para Jonas, mas Henrique faz o corte.
  • 34 -  Rafael Marques comete falta em Thiago Ribeiro e recebe o cartão amarelo.
  • 34 -  Diego Renan tenta sair jogando pela esquerda, mas sofre falta de Maylson.
  • 35 -  Douglas tenta lançar Maylson na direita, mas a bola sai pela linha de fundo.
  • 36 -  Jonas recebe passe na esquerda, leva pro meio e chuta rasteiro. Bola sai à direita de Fábio.
  • 37 -  Rômulo tenta conduzir a bola no meio, mas sofre falta de Hugo.
  • 37 -  Jonathan cruza da direita e Maylson tira de cabeça e cede o escanteio.
  • 38 -  Thiago Ribeiro cobra escanteio e Victor espalma.
  • 39 -  Ferdinando arrisca de fora da área, bola desvia e sai para escanteio.
  • 40 -  Jonas tenta cruzar da esquerda e Henrique afasta para novo escanteio.
  • 41 -  Douglas cobra escanteio e Hugo cabeceia por cima do gol.
  • 42 -  Rômulo erra passe, bola sai pela lateral.
  • 43 -  Jonas faz jogada individual e chuta pra fora.
  • 44 -  Maylson vai à linha de fundo, cruza e Caçapa afasta.
  • 44 -  Borges arrisca de fora da área, mas a bola sai sem perigo.
  • 44 -  Jonathan cruza da direita e Maylson afasta de cabeça.
  • 45 -  Jonas recebe passe na direita e cruza. Borges se antecipa a Fabinho e cabeceia para abrir o placar. Grêmio 1×0.
  • 46 -  Termina o 1º tempo 

Lances + importantes do 2º tempo

  • 17h03 – Começa o 2º tempo.
  • 00 - Sebá substitui Rômulo.
  • 01 -  Thiago Ribeiro cruza da esquerda, de chapa, Henrique cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×1.
  • 02 -  Francisco Everton cobra escanteio e Hugo afasta de cabeça.
  • 03 -  Maylson cruza da direita, Cláudio Caçapa corta.
  • 04 -  Jonas é lançado na direita, mas Diego Renan chega para tirar para a lateral.
  • 05 -  Sebá tenta tocar para Henrique, mas Adilson se adianta e toma a bola.
  • 06 -  Hugo tabela com Borges e chuta, bola desvia na defesa, Fábio defende.
  • 07 -  Everton dribla Maylson na esquerda e sofre a falta.
  • 08 -  Thiago Ribeiro cobra a falta na área e Victor tira de soco.
  • 09 -  Jonas desvia de cabeça para Borges, mas ele está impedido.
  • 09 –  Hugo sofre falta de Sebá no meio do campo.
  • 10 -  Douglas toca para Borges, ele gira e bate por cima do gol.
  • 11 -  Jonas abre o jogo com Borges, mas o árbitro marca impedimento.
  • 12 -  Fabrício conduz a bola na intermediária e chuta de fora da área. Victor defende.
  • 14 -  Adilson lança Jonas nas costas da defesa, mas o árbitro marca impedimento.
  • 15 -  Maylson chega forte em Fabrício e o o árbitro marca falta.
  • 15 -  Substituição no Grêmio: sai Rafael Marques, entra Willian Magrão.
  • 16 -  Hugo tabela com Jonas, mas ao entrar na área é desarmado por Jonathan.
  • 17 -  Borges tenta passar por Fabinho, mas recebe a falta.
  • 17 -  Hugo avança pela esquerda, Fabrício desvia pra escanteio.
  • 18 -  Douglas cobra escanteio e Rodrigo desvia de cabeça para fora.
  • 19 -  Sebá tenta girar na entrda da área, mas é desarmado.
  • 20 -  Jonas tenta driblar Henrique, mas sofre falta.
  • 20 -  Marquinhos Paraná substitui Fabrício.
  • 21 -  Douglas cobra a falta na área e Fábio faz a defesa.
  • 22 -  Silas é expulso pelo árbitro por reclamar demais à beira do campo.
  • 22 -  Thiago Ribeiro cobra falta e Hugo afasta de cabeça.
  • 23 -  Sebá comete falta em Douglas no meio do campo e recebe o cartão amarelo.
  • 24 -  Henrique tenta sair jogando e Douglas comete falta. Cartão amarelo.
  • 25 -  Jonathan cruza da direita e Maylson tira para escanteio.
  • 26 -  Thiago Ribeiro cobra o escanteio e a defesa afasta.
  • 27 -  Jonas dribla Diego Renan duas vezes e chuta tirando de Fábio. Bola passa rente ao poste direito.
  • 28 -  Sebá lança Everton, mas Willian Magrão faz a proteção e a bola sai pela linha de fundo.
  • 28 -  Substituição no Cruzeiro: sai Sebá, entra Reina.
  • 29 -  Jonathan cruza rasteiro e Rodrigo afasta.
  • 30 -  Thiago Ribeiro arrisca de fora da área, a bola desvia e Victor faz a defesa.
  • 32 -  Fabinho chuta a bola para atrasar cobrança de lateral e recebe cartão amarelo.
  • 33 -  Caçapa chega mostrando a sola na entrada da área e o árbitro marca falta.
  • 34 -  Em cobrança de falta ensaiada, Jonas chuta, bola passa pela barreira e entra no canto direito de Fábio, que voa, mas não conse=gue fazer a defesa. Grêmio 2×1.
  • 35 -  Maylson cruza da direita, mas direto para fora.
  • 36 -  Fernando substitui Jonas.
  • 37 -  Douglas é lançado nas costas da zaga, Caçapa se recupera e desvia a bola pra escanteio.
  • 38 -  Douglas cobra escanteio e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 39 -  Douglas tenta enfiar a bola para Borges, mas Caçapa faz o corte e sai jogando.
  • 39 -  Jonathan domina na direita, tenta levar a bola para o meio, mas sofre falta de Adilson.
  • 40 -  Thiago Ribeiro cobra a falta, a bola desvia na barreira e sai para escanteio.
  • 41 -  Javier Reina cobra escanteio pela direita, Henrique escora Victor, impedindo que o goleiro corte a trajetória da bola, e testa pras redes. Cruzeiro 2×2.
  • 42 -  Douglas tenta enfiar a bola no meio da área do Cruzeiro, mas a defesa faz o corte.
  • 43 -  Adilson cruza da direita e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 44 -  Juiz acrescenta 4 minutos ao jogo. Francisco Everton cruza da esquerda, Victor defende.
  • 45 -  Henrique comete falta em Ferdinando e recebe o cartão amarelo.
  • 45 -  Ozéia cobra a falta direto para fora.
  • 47 -  Caçapa se antecipa e Douglas comete falta no meio do campo.
  • 48 –  Thiago Ribeiro cobra falta na área e Victor faz a defesa.
  • 49 -  Termina o jogo. No corredor, antes de entrar no vestiário, Jonas agride Rodrigo. Paulo Silas diz que não houve nada, que foi apenas um bate-boca.
  • Jonathan: “Não é possível jogar neste gramado. Ele é irregular, prejudica o time mais técnico. É uma pena para a torcida da cidade, mas o Cruzeiro deve procurar outro estádio pra jogar.”

Flalonso

Por Jorge Santana | Em 25 de julho de 2010

A Ferrari mandou um píloto, que tem 1 chance em 10.000 de ser campeão, deixar outro, que tem 1 em 5.000, passar.

O prejudicado não chiou, pois o jogo de equipe na F1 é adrede combinado.

Mas vai dar falatório. Anotem. E confiram, amanhã, no CBN EC, o diálogo indignado entre Renato Maurício Prado e Juca Kfouri.

Dois que não perceberam a marmelada do Morrinhão 2009 quando Corintiãs e Grêmio deram passagem ao Flamengo para prejudicar São Paulo e Inter.

Como diz Armandinho Castanheira da Rosa Marques: “Há coisas que a gente vê e coisas que a gente não deve ver”.

Citei JK e RMP, mas poderia ter citado 9 entre 10 comentaristas do PHD, que também não viram nada demais na marmelada do futebol brasileiro.

E segue a comédia!

Pô, ajuda aí, Seven Lakes!

Por Jorge Santana | Em 25 de julho de 2010

Duque 1×0 Vila arrastou 509  pagantes ao Engenhão, público espetacular se comparado aos 343 que pagaram pra ver América 1×0 Icasa na Arena do Jacaré. Se o público se’lagoano não tirar o pijama, os times de Beagá vão acabar optando pela Arena do Cachorrão, em Itaúna.

Alô, Tião do Tatuapé!

Por Jorge Santana | Em 24 de julho de 2010

Última Hora:

  • Luxa sente-se perseguido pelo Presidente das Comissão de Arbitragem, Sérgio Correia. Acusou também Leandro Vuaden, juiz que expulsou o Daniel Gordo Pra Carvalho e Berola no 0×0 contra o Avaí, é incompetente. Conversa fiada. O gaúcho acertou nas duas epulsões. O chororô é puro diversionismo.
  • Adílson Baptista vai treinar o Corintiãs, vice-líder do Morrinhão. Pra tristeza das hienas, ele subiu na vida. Tião do Barreiro agora vai se chamar Tião do Tatuapé e passará a aporrinhar outros blogueiros.
  • Depois de perder o 1º set por 25×21, o Brasil fez 25×19, 25×21 e 25×20 contra a Cuba e classificou-se pra final da Superliga, amanhã, 21h, contra a Rússia. Ernesto, Anderson e Charles vão assistir e relatar a partida para o PHD.