Cruzeiro 0×0 África do Sul: Goleiros imbatíveis

Por Jorge Santana | Em 17 de março de 2010

O treinador Carlos Alberto Parreira trouxe a Seleção da África do Sul pra se preparar para a Copa no Brasil.

Até agora, ela empatou com o Volta Redonda, por 0×0, e venceu o Sub20 do Fluminense, por 8×0, e os profissionais do Boavista, por 2×0, em jogos-treinos realizados na Granja Comary, centro de treiandmentos da CBF, em Teresópolis.

Sem os titulares Benny McCarthy, atacante do West Ham, os meias Steven Piennar, do Everton, e MacBeth SIbaya, do Rubin Kazan, e o zagueiro Aaron Mokoena, do Portsmouth, os bafana bafana querem aprender a tocar a bola e controlar o jogo à moda brasileira.

Para o Cruzeiro, o jogo também vale como treino para o Mineiro e a Libertadores e como oportunidade de divulgar sua marca mundo afora.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 20h50 – Torcida mal educada faz barulho ensurdecedor durante a execução dos hinos nacionais.
  • 20h54 – Placar eletrônico dá escalação da África do Sul ao lado do escudo do América-MG.
  • 20h55 – Começa o jogo. Cruzeiro, com camisas e calções azuis e meias brancas, defende o Gol da Cidade. África do Sul com camisas brancas, calções verdes, meias amarelas.
  • 03 – Jogo truncado, com troca de passes nenhuma tentativa de ataque mais consistente.
  • 04 – Roger cobra escanteio pela esquerda, Pedro Ken cabeceia pra fora.
  • 05 – Jonathan cruza da direita, defesa tenta tirar, bola sobra pra Pedro Ken, que chuta. Khune defende.
  • 07 – Cruzeiro marca saída de bola.
  • 09 – Modise avança pela direita, mas é desarmado por Diego Renan.
  • 13 – Tshabalala faz boa jogada pessoal e cava falta na intermediária, que juiz não marca.
  • 14 – Mphela invade a área e chuta por cima do travessão.
  • 15 – Tshabalala pega faz belo lançamento pra Mphela, que domina, avança e chuta cara a cara com Fábio, que faz grande defesa em dois tempos.
  • 16 – Roger chuta de fora da área, bola passa por cima do travessão.
  • 19 – Jonathan recebe na entrada da área e chuta por cima do travessão.
  • 22 – Kleber tabela com Henrique na entrada da área, bola desvia na zaga, Khune defende.
  • 23 – Diego Renan cruza da esquerda, Pedro Ken cabeceia, Khune cai no canto esquerdo e defende com dificuldade.
  • 25 – Jonathan recebe passe de Kleber, na direita, é derrubado por Mdledle, sente o pé direito e é retirado no carrinho-maca.
  • 27 – Jonathan volta a campo.
  • 28 – Roger recebe de Diego Renan na área e chuta forte. Khune defende no reflexo.
  • 29 – Tshabalala cruza da esquerda, Cláudio Caçapa desvia de cabeça impedindo a conclusão de Modise.
  • 33 – Cruzeiro troca passes até Jonathan cruzar, da direita, forte demais.
  • 35 – Gaxa vai ataque, mas recebe lançamento em posição de impedimento.
  • 36 – Cruzeiro pressiona, mas não finaliza. Defesa dos bafana bafana está cerrada.
  • 38 – Jonathan recebe lançamento e cruza. Wellington Paulista cabeceia, Khune faz grande defesa.
  • 40 – Wellington Paulista chuta de fora da área, bola sai à direita do arco sul-africano.
  • 41 – Alto falntes anunciam gol da Universidad de Chile contra o Flamengo, em Santiago. Torcida celeste comemora.
  • 42 – Roger recebe cruzamento de Jonathan e chuta, mas a defesa corta.
  • 43 – Davids se choca com Kleber e recebe atendimento médico em campo.
  • 47 – Termina o 1º tempo. Alto falantes anunciam que, em Chapecó, Cocota foi chacota. Perdeu por 1xo pra Chapecoense, pela Copa do Brasil. Torcida celeste comemora.

Lances + importantes do 2º tempo anunciam o fim a

  • 23h – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Fabinho substitui Pedro Ken. Bernardo substitui Riger Secco. Shualky substitui Mbuyane.
  • 02 – Bernardo invade a área e chuta cruzado, por cima do travessão.
  • 03 – Bernardo cobra falta pela esquerda, Khune soca bola pra fora da área.
  • 07 – Kleber chuta de fora da área, bola sai à esquerda de Khune.
  • 10 – Bernardo cobra falta, bola acerta o travessão.
  • 11 – Eliandro substitui Kleber.
  • 12 – Magalhães substitui Diego Renan.
  • 13 – Jonathan cobra falta pela direita, Henrique cabeceia, Khune defende.
  • 14 – Cruzeiro ataca muito, torcida se anima e canta alto.
  • 15 – Bernardo chuta de fora da área, Khune defende.
  • 17 – Marquinhos Paraná comete falta em Tshabalala e recebe cartão amarelo.
  • 18 – Confusão na área celeste. Jonathan limpa o lance e sai jogando.
  • 19 – Jali substitui Davids. Letsholonyane substitui Modise.
  • 20 – Bernardo chuta de fora da área, bola sai á esquerda de Khone.
  • 21 – Jali chuta da entrada da área, Fábio defende.
  • 22 – Eliandro cruza da direita, Mdledle cede escanteio. Bernardo cobra, Leonardo Silva não consegue arrematar de cabeça.
  • 23 – Marcos substitui Marquinhos Paraná. Jonathan vai jogar de volante caindo pela direita para tabelar com Marcos.
  • 24 – Wellington Paulista tenta por cobertura, Khune defende.
  • 26 – Marcos lança Jonathan, que cruza. Zaga alivia o perigo.
  • 27 – Jonathan cruza, Eliandro não alcança.
  • 28 – Khumalo cruza da direita, Mphela cabeceia, bola sai à esqueda de Fábio.
  • 30 – Cruzeiro força o jogo marcando saída de bola, África do Sul contra-ataca.
  • 32 – Khune faz cera e recebe cartão amarelo.
  • 33 – Khumalo cruza, Fábio defende pelo alto.
  • 34 – Magalhães cruza da esquerda, Wellington Paulista cabeceia, Khune defende.
  • 35 – Eliandro invade a área pela direita, por cima do travessão. Wellington Paulista reclama.
  • 39 – Bernardo cobra falta, Caçapa cabeceia, defesa corta.
  • 40 – Cale substitui Tshabalala.
  • 41 – Khumalo cruza da direita, Mphela arremata de voleio, por cima do travessão.
  • 42 – Henrique lança Bernardo na área. Armador cruza, defesa cede escanteio. Bernardo cobra, defesa volta a cortar.
  • 43 – Rádio Itatiaia escolhe Khune como o melhor jogador da partida.
  • 44 – Cale cruza da esquerda, bola sai do lado oposto.
  • 45 – Henrique pisa na bola no meio de campo, Mphela fica com a bola e parte em direção ao arco celeste sendo derrubado por Magalhães na meia lua. Lateral celeste recebe cartão amarelo. Deveria ter recebido o vermelho.
  • 46 – Cale cobra falta, Fábio voa no ângulo direito pra salvar o gol africano.
  • 47 – Cale recebe lançamento e, na cara do gol, arremata forte. Fábio faz defesa milagrosa.
  • 48 – Fim de jogo. Seleção da África do Sul recebe o Troféu Governador Aécio Neves.
  • Bernardo: “Foi uma boa experiência. Estou feliz de poder jogar mais vezes este ano. A África do Sul tem jogadores muito velozes.”
  • Fábio: “A África do Sul toca bem a bola, não tem pressa, chega sempre bem e em condições de marcar gols.”
  • Roger Secco: “Foi um jogo morno, chato de se ver.” 

Cruzeiro 0×0 África do Sul, quarta-feira, 17mar10, 21h50min, Mineirão, Belo Horizonte, Amistoso – Transmissão: Sportv (todo Brasil), Globo Minas (MG, exceto JF), Euro Sports (Europa) e Globo Internacional – Público: 13.496 pagantes, 20.250 presentes – Renda: R$168.990.10 - Juiz: Alício Pena Júnior (MG) – Bandeiras: Helbert Costa Andrade (MG/CBF) e Guilherme Dias Camilo (MG/CBF) – Amarelos: Marquinhos Paraná, Magalhães (Cru), Khune, Gaxa (Afr) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa e Diego Renan (Magalhães); Henrique, Marquinhos Paraná (Marcos) e Pedro Ken (Fabinho); Roger (Bernardo); Kleber (Eliandro) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista / África do Sul: Khune; Khumalo, Siyabonga Sangweni, Mdledle e Gaxa; Lance Davids (Jali), Khuboni, Modise (Letsholonyane) e Mbuyane (Schalkwyk); Siphiwe Tshabalala (Cale) e Katlego Mphela. Tec: Carlos Alberto Parreira – Histórico – Foi o 1º jogo entre os dois times e o 33º do Cruzeiro contra seleções nacionais. O Cruzeiro venceu 17, empatou 11 e perdeu 5. Marcou 59 gols e tomou 29. Antes da África do Sul, a única seleção africana que hhavia enfentado a equipe celeste foi a Nigéria, por duas vezes em 1980 na cidade de Lagos. O Cruzeiro ganhou o primeiro jogo por 1×0 e empatou o segundo em 1×1.

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Hoje, tem Cruzeiro contra os Bafana Bafana

Por Jorge Santana | Em 17 de março de 2010

Hoje, quarta-feira, 17mar10, às 21h50, no Mineirão, o Cruzeiro enfrentará a Seleção da África do Sul comandada pelo tetracampeão mundial Carlos Alberto Parreira.

Confiram o que diz a imprensa e os jogadores sobre esta partida amistosa:

  1. Bruno Furtado e Aílton do Vale, no Superesportes: Dos 32 jogos do Cruzeiro contra seleções, o Mineirão recebeu apenas o primeiro, com os soviéticos, e o terceiro, frente à seleção da Romênia, em 1970. Nesse, os mineiros venceram por 2×1.O Cruzeiro ainda fez 13 duelos contra seleções na América do Sul, dois na América Central, quatro na América do Norte, nove na Ásia e dois na África, ambos diante da Nigéria. Por isso, a África do Sul será a segunda seleção africana a medir forças com o clube azul.Nos jogos contra seleções nacionais, o Cruzeiro conquistou 17 vitórias, dez empates e foi derrotado cinco vezes. O maior revés foi para o Uruguai, por 4 a 1, em 16 de janeiro de 1977, em Montevidéu. O maior triunfo foi sobre a seleção das Filipinas, por 6×0, em 12 de fevereiro de 1972, em Manila.O Cruzeiro enfrentou 20 seleções diferentes. Os países que mais estiveram pelo caminho foram México, Equador e Colômbia: três vezes.
  2. Gilmar Laignier, no Site Oficial do Cruzeiro: O torcedor que for ao Mineirão assistir ao amistoso internacional entre Cruzeiro e África do Sul, nesta quarta-feira, às 21h50, presenciará uma grande festa. Não bastasse o espetáculo dentro dos gramados proporcionado pelos atletas do Melhor Clube Brasileiro do Século XX e da seleção anfitriã da Copa de 2010, os cruzeirenses ainda participarão de sorteios de brindes e poderão usufruir de benefícios oferecidos pelo departamento de marketing e comercial do clube.Os sócios do futebol serão os mais beneficiados. Além de concorrer à bola do jogo autografada pelos jogadores celestes, os torcedores em dia com a mensalidade poderão levar um convidado ao Mineirão, sem custos. A medida inédita dá a chance de vários cruzeirenses presenciarem a festa e conhecerem melhor as vantagens de ser um Sócio do Futebol. Os sócios mirins também participarão do espetáculo. Foram selecionadas 22 crianças de até 12 anos, todas sócias do futebol, para acompanhar os atletas na entrada ao gramado. Outros 16 garotos, entre 12 e 15 anos, foram escolhidos para segurar as bandeiras de Brasil e África do Sul, que serão estendidas durante a execução dos hinos nacionais dos países. Além dos jovens sócios, os tradicionais mascotinhos também participarão da grande festa em campo. Nas arquibancadas, o espetáculo ficará por conta da China Azul. Serão distribuídos balões verticais azuis e brancos aos torcedores. Na entrada do time em campo, a tradicional queima de fogos abrilhantará ainda mais a festa. No intervalo da partida, haverá sorteio de brindes para os torcedores. Esse benefício será estendido a todos os cruzeirenses presentes ao Mineirão, não somente os sócios. Oito torcedores que participaram da promoção 2010 brindes, promovida pelo Sócio do Futebol, poderão realizar o sonho de cobrar um pênalti em pleno Mineirão, nesta quarta-feira, durante o intervalo da partida.
  3. Antônio Melane, no Estado de Minas: A promessa do Cruzeiro para esta noite, às 21h50, no Mineirão, contra a Seleção da África do Sul, jogo que vai mostrar a equipe celeste para várias partes do mundo – estima-se que haverá transmissão para mais de 70 países – é que a festa será apenas fora de campo. Todos vão dar as boas vindas aos anfitriões do Mundial; Roger cumprimentará Carlos Alberto Parreira, a quem chamou de mestre, sendo um dos principais responsáveis pela sua evolução no futebol, quando o técnico comandava o Fluminense, e o torcedor receberá presentes, já que o marketing do clube vai fazer o sorteio de alguns brindes. Além disso, o sócio do futebol poderá levar um acompanhante.
  4. Bruno Furtado e Aílton do Vale, no site Superesportes: Três dos cinco jogadores do Cruzeiro que foram dirigidos por Carlos Alberto Parreira terão a oportunidade de reencontrar, nesta quarta-feira, às 21h50, no Mineirão, no amistoso contra a seleção da África do Sul, o técnico que lhes deu um empurrão na carreira. O zagueirTrês dos cinco jogadores do Cruzeiro que foram dirigidos por Carlos Alberto Parreira terão a oportunidade de reencontrar, nesta quarta-feira, às 21h50, no Mineirão, no amistoso contra a seleção da África do Sul, o técnico que lhes deu um empurrão na carreira.O zagueiro Caçapa, o volante Fabinho e o meia Roger devem estar em campo contra os anfitriões da próxima Copa do Mundo, hoje comandada pelo treinador tetracampeão mundial pelo Brasil. Já o volante Fabrício e o armador Gilberto vão ficar de fora da festa, pois estão contundidos. Eles também trabalharam com Parreira.
  5. Site Oficial do Cruzeiro: Convocados para o amistoso contra a África do Sul: Fábio, Rafael Monteiro, Jonathan, Marcos, Caçapa, Leo Fortunato, Leonardo Silva, Diego Renan, Fabinho, Henrique, Magalhães, Marquinhos Paraná, Uchôa, Bernardo, Pedro Ken, Roger Secco, Eliandro, Kleber, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista.
  6. Carlos Alberto Parreira, no Superesportes: O Cruzeiro tem um time muito bom tecnicamente. É evidente que viemos para aprender, mas queremos deixar uma boa imagem. E vamos aproveitar que jogaremos contra times que têm jogadores tarimbados, como o Cruzeiro e a seleção do Paraguai, adversários mais difíceis dessa série. Queremos que a África jogue com a bola no chão, tenha posse de bola. Lá o futebol não é assim. Eles têm muita qualidade técnica, mas nada melhor do que vir ao Brasil para verem o jeitinho que o brasileiro joga.
  7. Bruno Furtado no Superesportes: A seleção sul-africana veio ao Brasil para um período de preparação sem as suas principais estrelas. o atacante Benni McCarthy, do West Ham (ING); os meias Steven Piennar, do Everton (ING), e MacBeth SIbaya, do Rubin Kazan (RUS); e o zagueiro Aaron Mokoena, do Portsmouth (ING). O amistoso com o Cruzeiro será o primeiro jogo oficial no país. Até aqui, os sul-africanos empataram com o Volta Redonda por 0 a 0, golearam o Fluminense sub-20 por 8×0 e derrotaram o Boavista-RJ por 2×0, sempre em jogos-treinos realizados na Granja Comary, em Teresópolis-RJ.
  8. Benny, The Dog, no Blog do Cruzeirense: O Cruzeirão entrará em campo para enfrentar nada mais nada menos que o anfitrião da Copa do Mundo da África. É mole? Os olhos do mundo inteiro estarão voltados para o Mineirão, milhões de pessoas espalhadas em centenas de paises verão a camisa 5 estrelas mais linda do universo esbanjando raça, talento e tradição. Fragou o tamanho da publicidade?
  9. Welington Paulista, centroavante do Cruzeiro: Quero jogar pra pegar ritmo de jogo, já que fiquei praticamente um mês parado por causa da contusão no tornozelo. Nosso foco está totalmente na Libertadores e no Mineiro. Mas, mesmo sendo amistoso, temos que vencer, não importa quem. Sabemos que vai ser um jogo difícil e a gente espera fazer um bom trabalho, procurar a vitória e entrosar ainda mais a equipe.
  10. Roger Secco Flores, armador do Cruzeiro: Eu tenho como base aquele relacionamento, aquele profissionalismo do Parreira, que trago para a carreira toda. Você tem que pescar sempre o melhor das pessoas com quem trabalha. 
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Caiu do céu

Por Jorge Santana | Em 17 de março de 2010

No Estádio Monumental David Arellano, em Santiago, Colo Colo 1×1 Vélez Sarsfield, pelo Grupo 7 da Libertadores.

Esteban Paredes abriu o placar, aos 11 do 2º tempo, para os locais, e Santiago Silva, com un zurdazo, empatou aos 48.

Encerrado o 1º turno, o Vélez tem 7 pontos (4 gols a favor, 1 contra), Cruzeiro, 4 (6 gols a favor, 5 contra), Colo Colo 4 (3 gols a favor, 5 contra) e o Deportivo Itália, 1 ponto (2 gols a favor, 4 contra).

Caiu o céu o gol de Santiago Silva no último lance da partida, mas dificilmente o Cruzeiro espacaprá de decidir uma vaga no campo do Colo Colo.

Colo Colo 1×1 Vélez Sarsfield, terça-feira, 16mar10, Estádio Monumental David Arellano, Santiago, Chile, 3ª rodada do grupo 7 da Libertadores 2010 – Juiz: Carlos Amarilla (paraguaio) – Bandeiras: Nicolás Yegros e Emigdio Ruíz (paraguaios) – Amarelos: Zapata, Santiago Silva (Vel); Scotti, Meléndez, Macnelly Torres, Mirales, Paredes (Col) – Vermelho: Zapata (Vel) – Gols: Esteban Paredes, 12, Santiago Silva, 48 do 2º tempo – Colo Colo: Francisco Prieto; Andrés Scotti, Miguel Riffo e Sebastián Toro; Charles Aránguiz, Rodrigo Meléndez, Arturo Sanhueza, Pablo Magalhaes e Rodrigo Millar; Ezequiel Miralles y Esteban Paredes. Tec: Hugo Tocalli / Vélez Sarsfield: Germán Montoya; Gastón Díaz, Sebastián Domínguez, Nicolás Otamendi e Emiliano Papa; Fabián Cubero, Leandro Somoza e Víctor Zapata; Maximiliano Moralez; Santiago Silva e Rodrigo López. Tec: Ricardo Gareca.

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Não provoque!

Por Jorge Santana | Em 17 de março de 2010

Primeiro foi a combinação camisa preta / calções dourados, uniforme que ficou conhecido como Anus Dourados. Agora, é a blusa chocante.

Depois do Sport Boys e do Palermo, o Expresso da Paixão também se vestirá de cor-de-rosa.

E seu presidente exultou: “Eu vou usar e quem tem dúvida se vai usar, nem compre.”

Velho Damas, com certeza, não vai usar. Já o resto da torcida emplumada, sei não… É capaz de vestir rosa e sair por aí cantando:

Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque…

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Futebol na Vila do Chaves

Por Jorge Santana | Em 16 de março de 2010

Recebi por e-mail. Não é nova, mas nem por isto perdeu o sabor.

Se o futebol fosse na Vila do Chaves, o…

  1. Sumpaulo seria o Seu Barriga, o mais rico e bem sucedido, mas que sempre encontra alguém pra lhe passar a perna.
  2. Flu seria o Seu Madruga, que deve muito, não ganha nada, mas bate no menor.
  3. Bota seria a Chiquinha, que apanha de todo mundo e chora, chora, chora.
  4. Fla seria o Kiko, que teve bela infância, mas hoje em dia tá que nem os outros, embora continue se achando…
  5. Inter seria o Nhonho, copia fajuta do Seu Barriga.
  6. Cruzeiro seria o Professor Girafales, que fica sempre lá no alto, manda muito e é mais esperto do que os outros.
  7. Vasco seria a Pópis, que todo mundo acha chata e não mete medo em ninguém.
  8. Palmeiras seria o Godines, que aparece de vez em quando, é mero coadjuvante.
  9. Corintiãs seria a Dona Florinda, que se mostra superior, mas nunca saiu da vila pra conhecer o mundo lá fora.
  10. Grêmio seria o Chaves, que só não apanha de todo mundo quando está dentro do seu barril.
  11. Santos seria o Doutor Sapatim, que ninguém se lembra quem é.
  12. Atlético-MG seria a Bruxa do 71, que conquistou um título em 1971 e, por conta de uma maldição, nunca mais ganhou nada.
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Mattos: “Cruzeiro tem 77% após 9 rodadas”

Por Jorge Santana | Em 16 de março de 2010

Pitacos de protagonistas, cartolas e blogueiros acerca do Cruzeiro 3×2 América-MG, no Mineirão, em 14mar10, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010:

  1. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Foi bom senso paralizar o jogo, pois estava atrapalhando mais o Gléguer por causa do vento que estava direto na sua direção. Foi bom ter parado antes de sair um gol, pois se sai iam reclamar. A gente conversou com o juiz e os jogadores acharam melhor parar o jogo, foi bom senso dele. Bom jogo, teve de tudo, muita chuva, granizo e acho que não faltou um bom futebol. As equipes buscaram desde o início da partida, acho que o torcedor está indo embora feliz.
  2. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, a partida foi difícil como a gente esperava. O América é sempre um adversário complicado, e nunca teremos um clássico fácil pela frente. O time mereceu a vitória, pois buscamos sempre o gol. E fomos coroados com esse triunfo, que nos manteve no primeiro lugar do Campeonato Mineiro. O nosso grupo mostrou-se focado durante todo o tempo e, apesar da chuva ter interrompido o jogo e atrapalhado um pouco, conseguimos nos superar.
  3. Uchoa, volante do Cruzeiro: Cheguei aqui com 14 anos, tenho 19 e venho trabalhando firme e forte. Consegui a oportunidade no profissional, agora vou procurar aproveitar. Jogador tem que ser curinga. Minha posição é a de primeiro volante, mas o Adílson me escalou na lateral esquerda. Jogador não pode ter uma posição só, quando tiver que jogar em outra posição ele tem que aproveitar da melhor maneira. Treinando no dia a dia eu vou adquirir mais experiência com a ajuda do Marquinhos Paraná. Ganhar e jogar bem em um clássico, dá para sonhar. Vou treinar forte esta semana para ser novamente relacionado. Dedico aos meus companheiros, todo mundo brigou em campo e conseguimos a vitória.
  4. Kieza, atacante do Cruzeiro: Estou muito feliz com esse resultado. Marquei o 1º gol logo num clássico aqui no Mineirão, então estou bastante feliz. Fui muito feliz no lance e quero dedicar esse gol para a minha família e pros amigos que sempre me apoiaram. Estou trabalhando firme forte pra isso desde que cheguei, sempre respeitando todo mundo, pra conseguir meu espaço e, se Deus quiser, vou conseguir.
  5. Bernardo, meia do Cruzeiro: É um momento de alegria que eu fico. Eu ouvi vaias, não sei por quê. Só pedi motivação para eles, para eles me darem força, para podermos sair com o resultado e nós conseguimos. Graças a Deus, sofri um pênalti, infelizmente o Wellington errou, mas na sequência onsegui dar um passe pro Kieza fazer o gol. É o que eu falei: eu sou de casa, amo esta torcida, amo esta cidade. Fico emocionado, porque estou batalhando, estou ralando. A gente é igual a todo mundo. Igual ao Gilberto, ao Roger. Sou igual a todo mundo e não vou desistir, pois tenho qualidade. Vou dar continuidade ao meu trabalho pra um dia brilhar e dar felicidade pra torcida.
  6. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: É complicado, ele estava sendo vaiado. Sofreu o pênalti e não xingou a torcida, pediu apoio. Falei com ele pra ser delicado, porque os torcedores não estavam escutando o que ele estava falando. Podiam interpretar errado, como acabou acontecendo. Antes do jogo, o Adilson comentou com a gente que era aniversário do Léo Fortunado. A gente não sabia e por isso pensei nesta homenagem. Ele é um cara que merece , que ficou sete meses trabalhando. É um amigo e por isso a emoção. Fico feliz pela vitória, mas triste pelo futebol que este jogador Dudu apresenta dentro de campo. Ele só bate, deu carrinhos violentos, chegou duro em mim várias vezes, dando carrinhos, pegou o Diego Renan em um lance. Fui falar com ele e ele me mandou pra aquele lugar. Ele só bate, não joga futebol. Falei com ele que espero que ele possa melhorar o futebol.
  7. Leo Fortunado, beque do Cruzeiro: Não só o Wellington Paulista, mas todo o grupo é formado por pessoas muito legais. Espero poder ajudar o grupo nesta volta. 
  8. Fabinho, volante do Cruzeiro: Procuro ser sensato, correto. Sempre frisei que nunca vou bater de frente com o Adílson. Fico feliz com o reconhecimento que recebo de vocês (imprensa). O que posso fazer estou fazendo. Só não posso pedir pra jogar, aí já é demais. (…) Eu não vou desistir, acredito que tudo tem um limite, mas a gente segue. Pra mim não falta nada. Estou trabalhando bem, fazendo gols. É claro que a gente nunca pode achar que está bom, tem que trabalhar. Não vai alcançar a perfeição também. Eu tenho que trabalhar e acredito que não falta mais nada; se está difícil a gente procura outros ares. Mas aqui está bom, o ambiente é bom, venho mostrando o meu trabalho. (…) O meio do ano está aí, a gente tem opções. Eu tenho contrato, isso é o mais importante. Tenho um respeito pelo presidente, pelo clube, muito grande, e vou continuar trabalhando. Coisas boas virão.
  9. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro jogou melhor desde os primeiros 22 minutos, quando estava tocando e trabalhava bem a bola. Independentemente do sistema e de não ter tempo hábil para trabalhar, foi feito. Eles vieram com uma proposta mais fechada, com três zagueiros e dois volantes, os dois alas adiantados e sem um companheiro pro Fábio Júnior. Com isso nós adiantamos o Caçapa e ele trabalhou bem como volante. O Cruzeiro fez por merecer, jogou melhor. No 2º tempo, com a troca do Mauro eles melhoraram, mas o Cruzeiro controlou. Uchoa fez uma partida muito boa, ajudou o Fabinho no meio. Os três lá atrás se superaram, principalmente o Leo, que ficou muito tempo inativo. Sou pago pra isso, para escalar, arriscar e sem ter medo. Porque se o time perde, a responsabilidade é minha, eu é que fiz errado. Na minha avaliação, o Uchoa foi o melhor em campo. O Fabinho também foi importante, é experiente, sabe rodar, se posicionar, fez grande parte daquilo que foi pedido. É um jogador que nós confiamos e temos de enaltecer o trabalho de todos. Sempre treinamos com esses atletas, a gente olha e requisita quando quer fazer um trabalho de penetração e posse de bola. É importante para que eles nos ajudem quando forem solicitados. Estamos observando, a base do Cruzeiro é muito boa, os garotos estão de parabéns e também são muito bem treinados. Você vê: o Cruzeiro ganha com os meninos, e nós vamos arrumar crise aqui? Esse é o Cruzeiro. O outro lado tapa o sol com a peneira, toma sufoco. Mas é assim. Eu já conheço, eu sei como funciona aqui, estou aqui no 3º ano, vou defender, vou trabalhar. Quero que o torcedor entenda, compreenda, tenha paciência, incentive, e acredite, porque a gente está fazendo o melhor pela dedicação que temos. Vão fazer crise em quem está lá atrás. É isso que vocês têm que ter um pouco de atenção. O Cruzeiro está em 1º e vamos arrumar confusão no Cruzeiro?
  10. Mauro Fernandes, treinador do América: Evolução é claro que está tendo. O América está evoluindo tanto na parte técnica quanto na física. Mas quando a gente perde um jogo da maneira que perdeu, ficamos bem chateados. Às vezes você ganha uma partida e não vê os erros. Quando perde muitas vezes você vê erros. A evolução da equipe é nítida, mas tem muito a melhorar. Quando se erra muitos passes você tem de correr dobrado. Você tem de correr pra roubar a bola, pra recuperar o erro, então complica. E neste ponto, sem duvida o Cruzeiro foi bem melhor que a nossa equipe. Eu disse que diante do Cruzeiro seria o jogo da nossa classificação. Agora, o próximo contra o Democrata vale a classificação. Não temos tempo pra respirar, jogamos na próxima segunda-feira, mas temos tempo pra trabalhar e apresentar futebol bem melhor do que este apresentado contra o Cruzeiro.
  11. Marcus Salum, dirigente do América: É uma revolta muito grande, estamos voltando no tempo da arbitragem tendenciosa. Tem de tomar cuidado, pois tem um time mandando na Federação e os juizes têm medo disso. Hoje, teve um pênalti claro, um impedimento do Fábio Júnior que não teve e ainda não teve coragem de dar mais um minuto de acréscimo. Mas não foi um lance apenas, não foi pênalti no Bernardo, se aquele foi, aqui no Rodrigo também foi. O que está me preocupando é a tendência da Federação. Eu confio no Jurandir, sei que ele quer fazer uma arbitragem séria, mas o que está acontecendo é que estão exercendo um poder que os juízes têm medo do Cruzeiro. O América está em fase de adaptação, não estou justificando derrota pela arbitragem. A arbitragem foi desigual como já foi no passado. Não sei se a gente ia ganhar ou perder, mas a arbitragem foi desigual. O que a gente quer é uma arbitragem igual, se não a gente vai brigar para ter juiz de fora.
  12. Dudu, volante do América-BH: Retiro as palavras do Wellington Paulista, não sou um jogador maldoso, se fosse maldoso eu já seria expulso. Sempre chego firme, mas na bola, não busco machucar ninguém. Sou jogador guerreiro, pra ajudar a equipe e não pra machucar ninguém. Estou com a minha consciência limpa. O Diego Renan teve uma jogada dura comigo, chegou no carrinho e eu não falei nada. Depois cheguei em uma jogada nele e se eu tiver acertado sem querer peço desculpas. Wellington Paulista queria apitar o jogo, dominar o jogo. Falei com ele que eu ia chegar sempre firme, mas na bola, que não ia machucar ninguém. Ele me chamou de moleque, pedi para ele me respeitar.
  13. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro e América travaram um duelo movimentado e cheio de gols neste domingo. O jogo foi parelho, com ambas as equipes buscando tentos durante a maioria dos 90 minutos. Mesmo com apenas dois titulares, os azuis conseguiram fluir seu jogo e ampliaram um tabu de quase oito anos: dez jogos sem derrota para o Alviverde. Bernardo, Wellington Paulista e Uchoa foram os destaques pelo lado estrelado. Além de gols, choveu granizo no Mineirão. Com o temporal, os refletores do ‘Gigante da Pampulha’ apagaram e o árbitro parou o jogo por quase 40 minutos. No momento da interrupção, o Coelho já sofria com uma melhor postura do time azul. No início do segundo tempo, após trocas eficientes feitas por Mauro Fernandes (Joãozinho no lugar de Fabrício e Luciano na vaga de Irênio), o América foi melhor, até acusar o segundo golpe, no gol de Kieza. O triunfo manteve a Raposa no topo da tabela, de forma isolada, com aproveitamento ainda mais apurado no Estadual: 77%, após nove rodadas. O meio de semana será de amistoso internacional para os 11 de Adílson Batista, contra a África do Sul de Carlos Alberto Parreira. Depois, o time encara o América de Teófilo Otoni, no sábado, antes de receber o Deportivo Itália, num embate crucial para as pretensões celestes na Libertadores da América, no dia 24.
  14. André Kfouri, em seu blog: Só dois titulares jogaram, e mesmo assim o Cruzeiro ganhou o “clássico”, que teve futebol enquanto a natureza permitiu. Como diria o outro, teve até chuva de granito no Mineirão.
  15. Mário Marra, em seu blog: O América foi um adversário difícil, a chuva também ameaçou, entretanto, mesmo com apenas Fábio e Diego Renan (os únicos titulares em campo) jogando, o Cruzeiro venceu e voltou a ser líder do Mineiro. O América tinha claramente definida a proposta de atacar pelos lados. Tumultuou o meio com Dudu, Moisés e Leandro Ferreira e ainda com três zagueiros protegendo o gol. O Cruzeiro tinha três zagueiros, Fabinho e Uchoa como volantes e Bernardo na armação. A chuva tomou conta do horário e não permitiu que houvesse jogo. A paralisão foi longa e, bola rolando de novo, Diego Renan estava mais solto e Uchoa mais fixo na marcação de Danilo. Moisés recuou para pegar Diego. Quando tudo indicava um primeiro tempo de 0×0, Wellington Paulista acertou um belo chute de longe e fez o primeiro gol do jogo. Para o segundo tempo, o América voltou com Joãozinho e Luciano nos lugares de Fabrício e Irênio e, consequentemente mais ousado. Os espaços apareceram e aos 13 minutos Fábio Jr. ajeitou para Leandro Ferreira bater com força e fazer o gol de empate. Leandro Lima e Magalhães entraram e logo após foi a vez de Kieza. Diego Renan passou a ocupar a lateral direita no lugar de Marcos. Uchoa voltou para o meio e Magalhães observava Danilo. Curiosamente, o lateral americano teria mais espaços, no entanto, parou de subir. O jogo poderia ter se oferecido ao América, mas o Coelho não pegou e foi castigado. Bernardo, jogador que mais bateu a gol no jogo, sofreu penalti e W. Paulista perdeu. A defesa de Gléguer poderia ter animado o Coelho, mas nem deu tempo. Kieza deu o primeiro toque na bola já fazendo gol. Leandro Lima, que tem características diferentes dos outros meias azuis, deu boa assistência a Fabinho – 3×1. O finzinho da partida ainda proporcionou um remember. Rodrigo avançado pela esquerda cruzou para a área e achou Fábio Jr., ele dominou como antigamente, virou como antigamente e fez um belo gol como antigamente. Por falar em antigamente, o América continua sem bater o Cruzeiro. O Cruzeiro é superior. Tem mais elenco e é mais vivido e envolvido em uma filosofia que vitórias. O caminho do América pode ser melhor. Danilo, Rodrigo, Leandro Ferreira, Moisés e Otávio são jovens bons jogadores e podem trazer resultado técnico e financeiro.
  16. Leo Vidigal, no PHD: Esse jogo teve duas fases, como diria o povo de Belém: antes e depois da chuva. Que aliás foi belíssima e gerou euforia na torcida, que se manteve pelo resto do jogo. Parecia que todo mundo no estádio queria cantar mais alto que ela. Mas contra a fúria da natureza ninguém pode. Ainda bem que o jogo não foi desmarcado. Esse time B foi um achado e deve segurar a onda até o final dessa fase e talvez por boa parte do Brasileiro. Kieza entrou bem, fez gol e se movimentou bastante. Parece ser o maior candidato a ser xodó da torcida nesse time B. Se “não for nem relacionado” nos próximos jogos (não deve ter sido inscrito na Libertas, pois chegou depois do início do torneio), pode ser usado pra gerar cizânia, como Jadilson e agora o Fabinho. O Bernardo achou ter sido vaiado antes do penal, mas estava lá e não ouvi vaias específicas pra ele. Talvez ele tenha se confundido. Mas a torcida estava bem instável ontem, cada parte do estádio cantando uma coisa diferente, então pode ser qeu ele esteja certo. Essa mania de ficar fazendo gestos pra torcida não pode dar em boa coisa. Tanto que depois alguns ensaiaram uma vaia quando ele pegava na bola, enquanto outros gritavam o seu nome. Confusa a torcida, hoje.
  17. Ernesto Araujo, no PHD: O jogo foi atípico. Entramos com um mais uma versão do Catadão® 2010 e o time jogou bem. Acho que mesmo com o empate a torcida não ficaria decepcionada. O jogo foi bom, disputado, emocionante, como toda partida de futebol pode ser. E o cruzeirense saiu de alma lavada (literalmente) com um belo gol de WP e os demais de raça. Adílson bem que poderia fixar esse time como B e ir só substituindo as peças de acordo com cartões e contusões.
  18. Douglas Sorocaba, no PHD: Destaques: 1) Golaço do WP; 2) Primeiro gol do Kieza com a camisa azul celeste; 3) Gol de categoria do Fabinho; 4) Partidaça do Uchôa; 5) Leandro Lima, que entrou no 2º tempo, participou dos 2 gols da etapa final. Foram dele os belos passes pros gols do Kieza e do Fabinho. Se não fez uma partidaça, pelo menos foi importante pro time, o que não é pouca coisa.6) Bernardo está conseguindo ser útil coletivamente. Seguindo nessa linha e com um pouco mais de cabeça no lugar, ele tem futuro. Caso contrário, trilhará o caminho do Kerlon até cair no esquecimento do mundo futebolístico.
  19. Flavio Carneiro, no PHD: O melhor de tudo, além dos 3 pontos, foram as atuações do Uchoa e do Fabinho. Ótimo ver um garoto da base jogar com tanta personalidade e muito bom ver o Fabinho jogar bem novamente, como já fez em vários momentos no Cruzeiro. Essa é uma posição onde estamos muito bem servidos. Por outro lado, não tenho gostado nem um pouco da postura em campo do Bernardo, que está se achando a última coca-cola gelada do deserto. Menos garoto, menos.
  20. Marcus Oliveira, no PHD: Bacana foi o abraço do Bernardo no Adilson, ambos ajoelhados e vibrando, demonstrando o quanto o treinador quer ajudar o jogador. E antes disso ele já tinha contido o garoto pra ele não responder parte imbecil da torcida que vaia atleta em campo. A torcida foi pra lá de injusta. Todos estão de parabéns, alguns pela técnica ,outros pela vontade.
  21. KMP, no PHD: Fabinho precisa ser melhor aproveitado nesse time, tem categoria, sabe jogar.Alguns titulares não andam em boa fase, e uma sombra de nível é sempre salutar para que não acomodem. Bernardo também foi bem, estava mais solto e com personalidade, mas quem arrebentou mesmo foi o Wellington Paulista. Ele voltou como se nunca tivesse saido. Fez bela partida e um gol antológico.

Pesquisa: Romarol

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Show de Uchoa

Por Jorge Santana | Em 16 de março de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 América-MG, no Mineirão, em 14mar10, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010:

  • Fábio – Teria sido outra atuação perfeita não fosse a falta de um um pouco mais de impulso pra desviar o chute de Leandro Ferreira no gol de empate do América. O goleiro chegou a tocar na bola, mas não conseguiu espalmá-la pra escanteio.
  • Marcos – O sistema pedia um ala, mas ele foi lateral. Não comprometeu, mas também não brilhou.
  • Leo Fortunato – Após vários meses de inatividade, voltou tranquilo e jogou até quando as forças permitiram, sem erros dignos de nota.
  • Cláudio Caçapa - Participou intensamente da partida. Como líbero, foi agressivo indo longe em suas investidas nas saídas de bola. Quando virou beque-beque, tomou um drible desconcertante de Joãozinho, que quase resulta em gol de Luciano, e um giro de Fábio Jr., no 2º gol do América. De bom, seu entusiasmo de garoto, que obriga o resto da rapaziada a entrar no clima do jogo. 
  • Gil – Sem sustos no 1º tempo, passou apertado quando o América escalou Joãozinho pra jogar ao lado de Fábio Jr. Mas não comprometeu.
  • Uchoa - Na verdade, não deu show coisa nenhuma. O título do post é só uma brincadeira com os sons das palavras. Mas teve ótimo desempenho na lateral-esquerda e também quando foi chamado a praticar a volância. Marcou bem, deu ótimos passes, demonstou maturidade. Foi eleito o melhor em campo tanto pelo comentarista Lélio Gustavo, quanto pelo treinador Adílson Baptista. Ou seja, agradou a gregos e troianos. E se disse aluno do Mestre Paraná, na coletiva pós-jogo. Boa escola. Baianamente, sem agitação -sua prosa carrega mais o sotaque sutil de Dorival Caymmi do que o entusiasmo verborrágico dos cantores de axé-, ele vai longe. Anotem. 
  • Magalhães – Entrou pra jogar na lateral-esquerda barrando os avanços de Gabriel e cumpriu o prometido.
  • Fabinho - Excelente na contenção, ainda fez um belo gol pegando de chapa, com precisão, da entrada da área. Até aí, tudo bem. Agora, exigir posição no time, usando microfones, já é um pouco demais. Até porque suas boas apresentações perdem, de longe, para as medíocres, desde que chegou a Beagá. Jogando mais vezes como o fez ontem, ele certamente descola uma vaga no time sem precisar plantar crises.
  • Diego Renan - Jogando do meio pra frente foi bem e criou jogadas perigosas. Na lateral-direita, no fim do jogo, esteve mais burocrático.
  • Bernardo - Despachado, participou de vários lances importantes, girou nas costas dos volantes americanos, municiou o ataque, sofreu pênalti, bateu falta com categoria. Nos planos técnico e tático, foi bem. No mental, deixou a desejar com suas comemorações destemperadas. A troco de quê? Os portadores de aparelhos auditivos ultra-sensíveis dirão que ele foi vaiado. Foi coisa nenhuma. Levou, no máximo um murmúrio do 7A. Fosse isto tão relevante, nem Tostão teria levado adiante sua carreira. Certo é que a autoflagelação com socos no peito e gritaria só vai lhe provocar lesões nas costelas, jamais a simpatia do torcedor comum, o que vai a campo se divertir e não assistir a espetáculos de autoflagelação. Menos, garoto. Jogue sua bolinha e construa uma carreira sem arroubos desnecessários.
  • Leandro Lima - Depois de muito tempo sumido, entrou com fome de bola, partiu pra cima da defesa coelha e fez boas jogadas. Tomara que encontre o espaço, que está buscando em campo e não nos microfones.
  • Eliandro – Esforçado, mas pouco inspirado.
  • Wellington Paulista - Esforçado e inspirado fez um golaço e serviu outro. Perdeu um pênalti por méritos de Gléguer, que buscou a bola no canto, e ainda serviu de babá pro agitado Bernardo. Como sempre, sua presença na partida foi notada, pois de apático ele não tem nada.
  • Kieza – Entrou e mostrou oportunismo marcando o 2º gol, mas ainda não se entrosou com os colegas.
  • Adílson Baptista - Inventou um sistema esquisito que fez o catadão dominar amplamente o 1º tempo: 2 laterais, 3 beques, um deles com liberdade pra sair jogando, um volante de contenção, outro com liberdade pra apoiar, um armador e dois atacantes o que. traduzido em números, dá 5-2-1-2. No 2º tempo, acompanhou Mauro Fernandes, que trocou o 3-6-1 pelo 4-4-2. Suas substituições funcionaram e o placar, ainda que apertado, foi justo.
  • Torcida - Pequena, porém animada. Empurrou o time e fez festa até pra natureza, comemorando raios, trovões e granizo. Parte dela reagiu mal aos gestos destemperados do garotão Bernardo aplicando-lhe vaias. Outra parte, satisfeita com a vitória, tirou de letra os excessos e aplaudiu o malcriado.
  • Juiz & bandeiras - O Juíz deixou de marcar um pênalti de Fabrício em Eliandro e um dos bandeiras parou um ataque do América com impedimento mal marcado. Se estivessem na sala de edição de imagens da TV teriam acertado, mas como estavam em campo, erraram. Favor reclamar com quem criou o ser humano com dois olhos ao invés de 20 câmeras.
  • América-MG - Mauro Fernandes mostrou competência pra alternar sistemas de jogo conforme as exigências da partida. Gléguer defendeu pênalti, o que não é pouco. Leandro Ferreira, volante de contenção e de armação, fez um belo gol e foi o melhor do time. Joãozinho fez a jogada mais bonita da partida, uma réplica do baile de Ronaldinho em Kanapkis, em 1994. Fábio Jr., apesar dos gols perdidos, incomodou e, no fim, deixou sua marca. Os laterais-alas, Danilo e Rodrigo, estiveram bem no 2º tempo. Dudu, apesar das entradas fortes, que deu e recebeu, também esteve bem. Ridículo foi apenas o 1/7 de presidente, Marcos Salum que praticou um chororô monumental ao final do jogo. Burrice. Ao invés de levantar o moral de sua torcida que, diga-se, anda desaparecida, exaltando outra bela exibição do time verde-e-preto em clássicos citadinos, ele optou por acusações manjadas, sem pé nem cabeça, cujo único objetivo é pressionar as arbitragens. Ô falta de inteligência! Torcedor se motiva com discurso pra cima, até com um certo grau de arrogância, jamais com um convite pra viver num vale de lágrimas.
Tags: 2010, Adílson, Adversários, América, América-MG, Band, bandeiras, Caçapa, Cláudio Caçapa, Cruzeiro, Eliandro, Fabinho, Fábio, Gil, juiz, Kieza, Leo Fortunato, Lima, Magalhães, Mineirão, Mineiro, rodada, torcida, Wellington Paulista

Cruzeiro 3×2 América: Catadão bem organizado

Por Jorge Santana | Em 15 de março de 2010

Mauro França

A escalação de mais um “catadão” para enfrentar o América foi motivo de críticas contundentes. A estratégia de escalar times mistos no Mineiro foi posta em xeque (mesmo com o time na liderança).

Talvez isto tenha se devido mais à má atuação do time na Venezuela do que propriamente pela importância da partida edste domingo, que não será nenhum jogo de vida ou morte.

Apesar de tudo, Adilson manteve a estratégia traçada. Dos titulares, apenas Fábio e Diego Renan foram escalados. Como em outros jogos do time misto, optou pelo 3-5-2. Leo Fortunato, de volta após longo afastamento, forma o trio de zagueiros com Gil e Caçapa. Wellington Paulista retorna. E nada menos do que cinco revelações da base começam jogando: Marcos, Diego Renan, Bernardo, Eliandro e Uchoa.

1º TEMPO

O jogo começou em banho-maria, com os dois times arriscando pouco. O América, armado num 3-6-1, tentava congestionar o meio de campo e deixava Fábio Junior isolado na frente.

No Cruzeiro, Bernardo e Diego Renan tinham liberdade para se movimentar e buscar a aproximação com os atacantes. Caçapa jogava como um líbero, saindo muito para o jogo. Uchoa fazia, com sucesso, a cobertura do lado esquerdo. Fabinho cuidava da contenção.

Até os 20 minutos o jogo correu equilibrado, disputado entre as intermediárias, com poucas jogadas agudas. O Cruzeiro foi mais efetivo no ataque, mas com dificuldades para penetrar, arriscou mais em arremates de fora da área. O ataque americano foi anulado pela defesa celeste. 

Tanto que Gléguer, mesmo sem fazer defesas difíceis, trabalhou bem mais do que Fábio, quase um espectador. 

Na melhor jogada deste período, aos 21, Bernardo, no do bico da grande área, pela esquerda, cortou um zagueiro e bateu de curva, buscando o ângulo contrário de Gléguer, que se esticou todo para espalmar.

Um minuto depois o juiz interrompeu a partida em função do temporal que desabou sobre o Mineirão e da queda de energia, que deixou o estádio às escuras. A paralisação durou longos 38 minutos.

No reínicio, o Cruzeiro voltou com mais força no ataque, mas continuou errando passes e finalizações. Aos 25, Eliandro recebeu na área e foi derrubado por Fabrício. O juiz mandou seguir o lance.

Ainda que mais efetivo ofensivamente, o Cruzeiro errava muitos passes. O ataque americano continuou ineficiente. O jogo ficou truncado pelo excesso de faltas. Dos 30 aos 40 minutos, o juiz aplicou cinco cartões amarelos, sendo dois para o América e três para o Cruzeiro. Os americanos cometeram o dobro de faltas.

Aos 35, Bernardo cobrou falta na entrada da área, pela direita, e Gléguer defendeu em dois tempos. Aos 38, Marcos fez boa jogada pela direita, cortou para o meio e bateu por cima do gol.

Aos 45, a defesa americana saiu jogando errado. Caçapa interceptou o lançamento com um chutão rasteiro que parou nos pés de Wellington Paulista, que viu Gléguer adiantado e bateu por cobertura. A bola bateu no travessão, no corpo do goleiro e entrou. Golaço. Cruzeiro, 1×0.

Na comemoração, os jogadores fizeram uma rodinha e homenagearam Leo Fortunato, pelo aniversário e pela volta de longo tempo afastado por contusão.

2º TEMPO

O Cruzeiro voltou com a mesma formação. No América, Joãozinho e Luciano entraram nos lugares de Fabrício e Irênio. Mauro Fernandes saiu do 3-6-1 para o 4-4-2 e seu time voltou com uma postura mais ofensiva.

A partida ganhou em movimentação. As equipes alternavam ataques, com o América, mais organizado, levando ligeira vantagem. 

Aos 2 minutos, Diego Renan roubou uma bola no meio de campo, avançou até a entrada da área e errou o último passe, que deixaria Eliandro na cara do gol. Aos 4, Fábio Júnior penetrou pela área e na hora de concluir se enroscou com a bola, que saiu pela linha de fundo. Aos 7, Fábio Júnior recebeu passe em diagonal e saiu na cara do gol. Fábio abafou o chute e afastou o perigo.

Aos 9, Adilson trocou Marcos por Magalhães, que entrou com a missão de fechar o lado esquerdo. Diego Renan foi para a direita. O juiz seguiu distribuindo amarelos. Uchoa recebeu aos 9 e Luciano, aos 10.

Aos 13 minutos, Fábio Júnior apanhou um rebote de uma rebatida da zaga e ajeitou para Leandro Ferreira bater de fora da área. O chute saiu rasteiro, fraco, mas Fábio aceitou. América, 1×1.

Aos 15, Adilson trocou Eliandro por Leandro Lima, na tentativa de equilibrar a disputa no meio de campo. O América teve uma boa oportunidade, aos 19.  Joãozinho entortou Caçapa pela esquerda e cruzou para Luciano que, de frente para o gol, errou a cabeçada e jogou pela linha de fundo.

Aos 21, Bernardo roubou uma bola no ataque, passou para Wellington Paulista e recebeu na frente, nas costas da zaga. Ao tentar driblar Gléguer, foi atingido pelo goleiro. Pênalti, que dessa vez o juiz viu e marcou.

Um minuto depois, Wellington Paulista bateu, Gléguer desviou e a bola bateu na trave. Antes da cobrança, Adilson havia trocado Fortunato por Kieza, alterando o sistema de jogo para o 4-4-2.

Nem deu tempo para o pênalti perdido surtir algum efeito no andamento da partida. Aos 23, Bernardo cruzou da direita, Wellington Paulista tentou o domínio e involuntariamente ajeitou para Kieza, que, no seu primeiro toque na bola, bateu no canto direito de Gléguer. Cruzeiro, 2×1.

Fábio Junior ainda perdeu boa chance aos 25, quando, na entrada da pequena área, se livrou da marcação e bateu para fora. Com a vantagem o Cruzeiro passou a controlar o jogo. Recuou a marcação e passou a explorar os erros americanos para sair em contra-ataques puxados por Bernardo ou Leandro Lima.

Mauro Fernandes trocou Moisés por Zé Rodolfo aos 30, mas o seu time começou a lançar bolas altas na área, sem nenhum resultado prático. O jogo ficou nervoso. Aos 34, Rodrigo chutou Fabinho, caído.

Seguiu-se um bate-boca e troca de empurrões entre vários jogadores, que o juiz apenas assistiu.

Aos 36, Wellington Paulista revidou várias faltas feitas por Dudu e recebeu o amarelo. Aos 38, foi a vez de Danilo receber o cartão, depois de cometer falta dura. Àquela altura, o juiz já havia mostrado 9 amarelos, sendo 6 para o Cruzeiro e 3 para o América.

Aos 40, Leandro Lima recebeu de Fabinho e lançou na entrada da área para Wellington Paulista, que chutou em cima da zaga. A bola subiu, o próprio Paulista disputou o rebote e a bola sobrou para Leandro Lima, que rolou para Fabinho acertar o canto esquerdo de Gléguer com um chute colocado. Cruzeiro, 3×1.

O América descontou aos 45. Rodrigo chutou cruzado e, na marca do pênalti, Fábio Junior dominou de costas para o gol e de virada bateu sem chance para Fábio. América, 3×2.

Nos acréscimos o Cruzeiro conteve a pressão americana e segurou o resultado sem maiores problemas.

Depois das turbulências da semana, a vitória foi muito bem vinda. Além de manter a liderança do Mineiro (onde está o erro da estratégia de escalar times mistos, se o Cruzeiro lidera a fase de classificação, a duas rodadas do seu final?), acalma o ambiente. 

Para um catadão, o time mostrou uma boa organização tática. Mas, sobretudo, a vitória deveu-se à boa atuação de diversos jogadores, com destaque para Caçapa, Fabinho, Diego Renan, Wellington Paulista e, principalmente, Bernardo e Uchoa.

Mauro França, 47, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

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Minha inscrição, por favor

Por Jorge Santana | Em 15 de março de 2010

Da posição em que eu estava no Mineirão e, depois, conferindo os lances no site G1, detectei dois erros do trio de arbitragem no Cruzeiro 3×2 América.

O primeiro foi um impedimento mal assinalado de Fábio Jr., que prejudicou o América. O segundo, um pênalti de Fabrício em Eliandro.

O lance do pênalti do Gléguer no Bernardo, até imagens em contrário, acho que foi bem marcado.

Um erro corriqueiro em partida de futebol -dois, se o pênalti foi mal marcado-, no entanto, foram suficientes para um ataque de nervos de um dos sete presidentes do América, o Marcos Salum.

Eledisse mais ou menos isto: “O Cruzeiro contraola a Federação, os juízes, os clubes do interior, tudo…” E não quis entrar em detalhes, embora o repórter tenha insistido.

O primo do Salum, Alexandre Kalil, presidente do Clube de Lourdes, também vive repetindo este mantra.

Se estiverem certos, o presidente da FMF, que é conselheiro do Atlético-MG, virou a casaca. Dá pra levar a sério? Só mentes primárias acreditariam nesse nehnhenhém de perdedores.

Agora, este chororô dos rivais citadinos me faz pensar no nosso próprio debulhar de lágrimas a cada insucesso do Mais Querido de Minas.

Para boa parte da torcida celeste, a Federação é emplumada, todos os juízes mineiros, brasileiros e sul-americanos estão permanetemente empenhados em roubar o Cruzeiro.

A CBF e a Conmebol também estão serviço de outros clubes e sempre contra o Cruzeiro.

Isto além dos motoristas de ônibus, da altitude, das torcidas adversárias, dos repórteres, dos locutores, das emissoras de rádio e televisão e dos sites e jornais.

Sinceramente, dá pra levar a sério? Você, caro amigo chorão, age assim em casa, no serviço e na rua? Sente-se perseguido em tempo integral como imagina acontecer no futebol?

Você acredita, de verdade, que um juiz de futebol prefere privilegiar seu time de infância e ficar marcado por isto do que fazer uma carreira nacional ou até internacional?

Você acredita que os donos dos veículos jornalísticos preferem ficar atrelados a um ou outro clube ao invés de faturar com publicidade dirigida ao conjunto dos torcedores?

O mundo, realmente, conspira contra nós? É tudo tão simples assim?  Se é, por gentileza, Kalil e Salum, aceitem minha incrição no Clube dos Chorões.

O erro existe. Em certos casos, até má fé e loucura – caso do Edílson- mas não acredito que ele seja a regra. De certo, no mundo do futebol, só sei que a derrota e o empate são possibilidades concretas.

E, não raro, nosso clube faz por merecê-los. Como, de resto, qualquer outro.

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Cruzeiro 3×2 América: Um jogaço!

Por Jorge Santana | Em 14 de março de 2010

Com 18 pontos, o Cruzeiro está em 2º lugar e precisa vencer pra assumir a liderança do Campeonato Mineiro. E vai tentar cumprir o objetivo com um catadão sem qualquer entrosamento.

Em 8º, com 11 pontos, o América, que saiu do fundo do poço com o treinador Mauro Fernandes, tentará um salto para a 6ª posição com uma vitória.

E vai no 3-5-2 com o que tem de melhor no momento.

Será jogo de pouco público, pois o torcedor celeste está levando a sério a sinalização do clube de que o campeonato não vale coisa alguma.

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Tags: 3-5-2, América-BH, chuva, clássico, Cruzeiro, Fabinho, granizo, Kieza, Mineirão, paralisação, Uchôa, Wellington Paulista

O repórter está certo

Por Jorge Santana | Em 14 de março de 2010

Há tempos, não ouvia uma transmissão inteira de uma partida de futebol pelo rádio. Hoje, ouvi a Itatiaia. Tentei captar a Globo, mas o som baixo demais, não ajuda dentro do Mineirão.

A transmissão foi correta. Alberto Rodrigues esteve mais vibrante e menos rabugento do que nos últimos tempos.

Lélio Gustavo fez comentários sóbrios e coincidiu com Adílson Baptista na escolha de Uchoa como o melhor em campo.

No final, Artur Morais perguntou a opinião do treinador sobre as declarações de Fabinho, que teria dito, em entrevista ao João Vítor Xavier, sente-se injustiçado com a reserva e deseja sair do clube.

Adílson reagiu mal. Disse que deveriam fazer onda na Cocota, que está em pior situação na tabela. O treinador está errado.

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Tags: Adílson Batista, Alberto Rodrigues, Arthur Moraes, Comentários, Itatiaia, João Vítor Xavier, Mídia, Uchôa

Camaleão a bordo

Por Jorge Santana | Em 14 de março de 2010

Eis algumas pérolas perdidas nas páginas internas do PHD:

  1. Trovão Azul: Tive uma surpresa sensacional nesta sexta feira voltando de avião de SP para Vitória pela TAM. No entretenimento de bordo, havia um programa sobre o grande Cruzeiro e o diretor de Marketing, Antonio Claret, dava entrevista. Ao fundo, uma tela de autoria do Mestre Camaleão, com os jogadores celestes em plena atividade. Como fiquei orgulhoso! Parabéns mais uma vez pelos excelentes trabalhos desse grande artista.
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A luta pela vida

Por Jorge Santana | Em 14 de março de 2010

Um rápido passeio pela imprensa internacional revela a garra de um guarani, a malandragem fora de hora de cariocas e portenhos, e a solidariedade dos mestres do tênis.

Solidariedade que nos faz lembrar do silêncio covarde da CBF diante da crise humanitária por que passa o Haiti.

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Outro catadão sem pé nem cabeça

Por Jorge Santana | Em 14 de março de 2010

Adílson Baptista poupará Jonathan, Thiago Heleno, Henrique, Roger Secco, Pedro Ken, Kleber, Thiago Ribeiro e Gilberto contra o América, hoje, no Mineirão.

Estão todos cansados de jogar futebol, única atividade que exercem. Bom para o Coelho, que poderá sonhar com a vitória e uma classificação mais folgada.

Ótimo para o Ipatinga, que poderá assumir a liderança e pra Cocota, que poderá lutar pela vantagem nos pleiofes.

Bom para os juvenis Gil, lateral-direito, e Marquinhos, volante, que terão oportunidade de mostrar serviço no catadão.

Bom também pra África do Sul, que treinará contra os titulares do Cruzeiro, na quarta-feira.

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Copa e Olimpíadas por um triz

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

O vascaíno Sérgio Cabral, governador do Rio, não gostou do projeto que o gaúcho e colorado Ibsen Pinheiro passou na Cãmara dos Deputados propondo divisão mais equânime dos royalties do pré-sal.

Aborrecido, esperneou. Vai mandar Vasco e Flamengo entrarem em campo com uma faixa de protesto e cumprirem um minuto de silêncio no clássico de amanhã, no Maracanã.

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Grandeza que não é efêmera, que vem da origem

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

Caro Jorge Santana, boa tarde:

Este Hermínio Lemos, presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, é uma pessoa especial. Lá no clube de lazer, ele conta histórias e vejo nele, assim como em seu irmão José Francisco Lemos Filho, pessoas amantes do nosso querido Cruzeiro.

Eles já defenderam com unhas e dentes o clube. São patrimônio do Cruzeiro. Merecem serem homenageados. E  todo cruzeirense deveria ouvir as histórias que eles contam.

Hermínio me enviou seu discurso de posse, no qual faz um relato histórico sobre o Cruzeiro. Eu disse a ele que ia mostrar o discurso no PHD e ele ficou super feliz.

Grata, fica com Deus e saudações celestes,
Beth Makennel

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Os primeiros mártires da Libertadores

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

O empate contra o Itália rendeu o maior charivari, aqui no blog. Tensão total. O ponteiro do ciclotímetro bateu no topo e ficou tentando ir além.

Houve xingatório, ameaças, linchamento. Surgiram os primeiros mártires desta Libertadores.

Fico imaginando o que acontecerá quando o Cruzeiro perder sem interferência do Juiz. Perder na moral, sem ter algum vilão externo pra levar a culpa.

Vou estacionar uma van do resgate na porta virtual do PHD pra carregar os termocéfalos. Que serão internados no CARE!

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Tags: árbitro, CARE, ciclotímetro, Cruzeiro, Libertadores, mártires, torcida

O torcedor que calcula

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

Prezados Jorge e Evandrão,

Após o resultado de ontem, em parte por alguns comentários de alguns comentaristas do PHD, em parte porque fiquei um pouco preocupado, meus dedos coçaram, a calculadora começou a olhar para mim, eu para ela e…

Caso achem válido postar no PHD ou no portal…

Um abraço!

Vinícius Cabral

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Tags: 2010, calculadora, Colo-Colo, Conmebol, Deportivo Itália, Libertadores, Velez Sarsfield

Líder: “Itália deixou boa impressão nos 3 jogos”

Por Jorge Santana | Em 13 de março de 2010

Pitacos de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro, pela 3ª rodada do Grupo 3 da Libertadores de 2010,em 11mar10, no Estádio Olímpico, em Caracas, Venezuela.

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Fábio e Henrique não perderam o foco

Por Jorge Santana | Em 12 de março de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Deportivo Itália 2×2 Cruzeiro, pela 3ª rodada do Grupo 3 da Libertadores de 2010,em 11mar10, no Estádio Olímpico, em Caracas, Venezuela.

  • Adílson Batista – Sem Ramires, Fabrício e Wagner, o abacaxi de 2010 está mais difícil de descascar. Na dúvida, deveria levar o barco com mais prudência, impedindo que os laterais ataquem ao mesmo tempo. Se tomar esta providência, ficará faltando arranjar um armador eficiente. Se não encontrar, realmente, saberá que não se classificar não é o fim do mundo, mas tão somente, consequência de deficiências no elenco.
  • Torcida – Não se viu uma só camisa azul-estrealda entre os 3 mil torcedores presentes ao Estádio Olímpico. Já em Beagá, cornetas, vuvuzelas e trombetas soaram sem dó dos ouvidos alheios. A má fase da equipe tem movido os tropeiristas.

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Tags: 2010, Caracas, Cruzeiro, Deportivo Itália, Fábio, Kléber, Libertadores, Venezuela