Cruzeiro 1×0 Flamengo: No ritmo dos volantes

Por Jorge Santana | Em 2 de setembro de 2010

Mauro França

O Cruzeiro voltou a Uberlândia, dessa vez para enfrentar o Flamengo. Sem Gil e Wellington Paulista, suspensos, Cuca mudou o esquema e escalou Marquinhos Paraná no meio.

Robert compôs o ataque com Thiago Ribeiro. Jonathan, recuperado de uma gripe, voltou ao time. Leo e Farias ficaram no banco pela primeira vez.

1º TEMPO

O Flamengo começou melhor. Com uma postura agressiva, chegou até com certa facilidade no ataque, aproveitando-se da desorientação inicial do sistema defensivo celeste. E criou oportunidades para abrir o placar.

Aos 3, depois de contra-ataque em velocidade, Val Baiano recebeu livre de marcação na entrada da área e bateu cruzado para boa defesa de Fábio. Por falta cometida no início do lance, Diego Renan recebeu o primeiro amarelo do jogo.

Aos 5, depois de outra jogada em velocidade do ataque rubro-negro, Caçapa cortou no último instante um passe que deixaria Val Baiano na cara do gol.

O Cruzeiro chegou ao ataque pela primeira vez aos 8. Marcelo Lomba não conseguiu dominar uma bola mal recuada, Thiago Ribeiro chegou dividindo e Montillo não aproveitou a sobra.

Aos 9, Montillo roubou uma bola no meio de campo, lançou para Jonathan, recebeu de volta, penetrou pela área e cruzou. Thiago Ribeiro tentou duas vezes. Na primeira, a bola explodiu no peito de Ronaldo Angelim. Na segunda, Marcelo Lomba defendeu.  No rebote, Fabrício chutou cruzado e Robert, livre no meio da pequena área, empurrou para o gol. Cruzeiro, 1×0.

Com a vantagem, o Cruzeiro assumiu o controle da partida, envolvendo a defesa rubro-negra com muita movimentação e jogadas em velocidade. Montillo articulava as ações ofensivas, em boas combinações principalmente pela direita com Jonathan, que aparecia bem no apoio.

O trio de volantes ditava o ritmo. Fabrício e Henrique se desdobravam na marcação e no apoio. Paraná cuidava da proteção à zaga e anulava Petkovic.

Com grande volume de jogo, o Cruzeiro criou boas oportunidades para ampliar o marcador. Aos 13, Montillo invadiu a área pela direita e bateu cruzado para boa defesa de Lomba.

Aos 18, em mais uma boa jogada pela direita, Montillo cruzou e Robert, de frente para o gol, se atrapalhou no momento da conclusão e desperdiçou grande chance.

Aos 21, Henrique roubou uma bola na intermediária de ataque e bateu da entrada da área para boa defesa de Marcelo Lomba. Aos 22, Thiago Ribeiro escapou pela direita e cruzou.

Do outro lado, Montillo tentou duas vezes. A zaga cortou a primeira e Lomba fez a defesa na segunda.

Completamente dominado, o Flamengo teve uma oportunidade clara de gol aos 23. Correa foi lançado entre os zagueiros e, cara a cara com Fábio, bateu para fora, à direita do gol. Foi o que bastou para os rubro-negros saírem do sufoco e, aos poucos, equilibrarem as ações. E criar outra boa chance, aos 27, numa jogada que começou com Leo Moura pela direita. Depois de um bate-rebate na área, a zaga conseguiu cortar o perigo.

O jogo seguiu movimentado, corrido, com poucas faltas. O Cruzeiro recuou a marcação e deu campo para o Flamengo avançar, na tentativa de roubar bolas e sair em contra-ataque. Com isto, perdeu ímpeto ofensivo, até porque a ligação não funcionou a contento.

Por sua vez, com os seus meias bem marcados, o Flamengo não conseguiu criar muitas oportunidades. Sua melhor jogada nesse período foi aos 36, quando Diego Maurício penetrou na área, driblou Jonathan e bateu para o gol. Fábio fez boa defesa.

A resposta celeste veio aos 41. Com um belo passe, Henrique deixou Robert na cara do gol. O chute saiu cruzado e Marcelo Lomba, com os pés, fez mais uma boa defesa. Um minuto depois, Jonathan foi amarelado por falta em Renato Abreu.

2º TEMPO

O Flamengo voltou com a mesma formação. No Cruzeiro, Leo entrou no lugar de Caçapa, que se contundiu no final do primeiro tempo.  

Com um minuto de jogo, Renato Abreu desceu pela esquerda e lançou para a área. A bola quase encobriu Fábio, que se recuperou a tempo de espalmar e evitar o gol. O jogo seguiu no mesmo panorama do final do primeiro tempo.

O Flamengo tinha um pouco mais de posse de bola, mas não conseguia criar. O Cruzeiro, mais recuado, tentava sair em contra-ataques.

Aos 6, Fabrício parou com falta uma arrancada de Williams pelo meio e recebeu o amarelo. Na cobrança, Renato bateu forte e Fábio fez defesa segura no meio do gol.

O Cruzeiro chegou com dois chutes de fora da área. No primeiro, aos 8, Henrique bateu longe do gol. Um minuto depois, Robert arriscou e Lomba defendeu em dois tempos.

Aos 10, Silas fez a sua primeira alteração, sacando Val Baiano para a entrada de Fernando. Aos 11, Fabrício escapou em velocidade pela direita e quando se preparava para cruzar foi atropelado por Williams, quase em cima da risca da grande área. O juiz marcou apenas escanteio.

Aos 14, Robert sentiu contusão e foi substituído por Wallyson. Um minuto depois, Leo Moura desceu pela direita e cruzou. Fábio teve que se esticar todo para espalmar. Foi praticamente o último lance de perigo do Flamengo no jogo.

Aos 17, Montillo puxou contra-ataque pela direita e lançou para Wallyson que, na cara do gol, chutou alto pela linha de fundo, perdendo grande chance.

As duas equipes se alternavam no ataque sem, no entanto, criar boas chances. Até que aos 28, depois de um lançamento longo de Paraná ainda do campo de defesa, Thiago Ribeiro escapou pelo meio e foi derrubado por Jean na entrada da área. O juiz marcou a falta e expulsou o zagueiro rubro-negro. Na cobrança, Montillo acertou a barreira.

A partir daí o Cruzeiro dominou completamente o jogo. Criou e desperdiçou várias oportunidades para matar o jogo. Como aos 31, quando Wallyson cruzou da direita e Diego Renan penetrou livre de marcação e de frente para o gol jogou por cima do travessão.

Aos 33, Silas trocou Petkovic por Leandro Amaral. Quatro minutos depois, Diego Maurício deu lugar a Cristian Borja. Nada aconteceu. O Flamengo já não conseguia chegar e apenas assistia ao Cruzeiro trocar passes, muitas vezes sem objetividade, e desperdiçar seguidas oportunidades.

Aos 42, Montillo deu lugar a Roger, que na sua primeira jogada penetrou pela esquerda e, quase da linha de fundo, tocou para o gol. Ronaldo Angelim cortou em cima da risca.

Aos 44, Jonathan recebeu livre na área e bateu forte, cruzado, pela linha de fundo.

O Cruzeiro se preocupou em gastar tempo e esperar pelo apito final. O Flamengo ainda teve a chance de jogar a bola na área celeste aos 48, em cobrança de falta na intermediária, que Fábio defendeu.

No final das contas, a boa atuação garantiu três pontos valiosos, que mantém o time na briga pelas primeiras posições. No entanto, fica um alerta pela quantidade de gols perdidos. Com o adversário batido, tem que matar o jogo e não dar sopa ao azar.   

Mauro França, 47, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

Cruzeiro 1×0 Flamengo: Vitória econômica

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

Em 6º lugar com 25 pontos, o Cruzeiro pode pular para a terceira colocação, se vencer. Perdendo, pode cair para a 10º.

Cuca não contará com Wellington Paulista e Gil, suspensos pelo terceiro cartão amarelo. O zagueiro Leo e o centroavante Farias, recém-contratados, estão relacionados e podem estrear.

Em 13º lugar com 21 pontos, o Flamengo pode alcançar a 8ª posição com uma vitória. Ou cair para a 15ª com um derrota.

O treinador estreante, Paulo Silas não contará com Diogo e Jean, contundidos. Ele mesmo também não poderá ficar à beira do gramado, pois cumpre suspensão por uma expulsão quando ainda comandava o Grêmio.

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Só pra contrariar

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

Citando a Mariana Resende e irritando as hienas:

Acho que o assunto Adílson Baptista sempre vai estar presente por aqui.

Ele jogou na cara de parte da imprensa a diferença de tratamento dada aos clubes, coisa que parte da torcida já lutava contra e nunca ninguém tomou partido.

Mas ele foi na ferida e pediu pra mudar o dial.

Sempre que falava sobre o Cruzeiro, suas histórias e conquistas, era com propriedade de torcedor.

Errou? Claro. Mas acertou muito mais, e voltou a colocar o Cruzeiro lá em cima.

Sou fã dele e ponto. Podem me chamar de viúva.

O espírito da coisa

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

A cada menção ao nome Adílson Baptista, no PHD, vozes iradas se levantam: “De novo? Este tema não tem fim?

Questionamento besta. O tema não é o treinador, sua carreira, êxitos e fracasssos. É, basicamente, a guerra movida contra ele por comentaristas, teleguiados, termocéfalos, hienas e malandrões, que estão sempre atrás de oportunidades pra desestabilizar o clube.

Os nomes de Vanderlei Luxemburgo e Paulo Autuori, outros técnicos marcantes dos últimos dez anos, também estão associados a questões mais amplas.

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Itatiaia fará falta?

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

Esta notícia postada pelo Sangue Azul (quem a confirma?) traz uma dúvida: a Itatiaia é ou não é importante para o Cruzeiro?

A Rádio Itatiaia de Uberlândia foi vendida. A partir de hoje, pertence ao Grupo Vitoriosa e ostentará este nome.

O novo dono é o Senador Wellington Salgado que “investe” em Universidades, radios e TV no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e no Triângulo Mineiro.

Será que não teremos mais transmissões dos jogos do Cruzeiro pra Uberlândia ?

Se isto acontecer, ser’um golpe terrível para o crescimento da torcida cruzeirense na região.

E agora? Mais Itatiaia ou menos Itatiaia?

Virada à cubana

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

Em entrevista a um jornal mexicano, o velho ditador saiu do armário e admitiu: “Eu fui o culpado pela perseguição aos homessexuais”.

Ponto. O resto do palavrório pouco interesssa. É purpurina na forma de autocrítica e algumas firulas verbais sem resultados práticos.

Durante décadas, os homossexuais da Ilha foram demitidos de seus empregos, deportados e, pior, confinados em campos de concentração.

No Brasil, não se chegou a tal nível de barbárie. Mas o ambiente futebolístico parece estar sempre pronto a replicar a experiência do velho ditador.

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Kieza, o breve

Por Jorge Santana | Em 1 de setembro de 2010

O Cruzeiro contratou Kieza, encostado no Flu, por R$4 milhões em parceria com o Grupo Ability, que arcou com metade do investimento.

O centroavante entrou em 4 partidas, fez dois gols, foi pro banco, contundiu-se, foi operado e caiu no ostracismo.

Agora, ele é cedido à Ponte Preta, gratuitamente. E Cruzeiro ainda arcará com uma parte de seu salário.

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A camisa do goleiro

Por Jorge Santana | Em 31 de agosto de 2010

A camisa do Ildeu, da Fazenda Bom Retiro, pertinho de São Miguel e Almas de Guanhães, já foi comprada.

O radinho, segunda demanda do fanático camponês, quem adquiriu foi a Marilene, minha amiga.

O preço da camisa oficial é de lascar o cano! R$170. Mas o SF tem um desconto bacana: 5%! Não é emocionante? Confiram o modelo.

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O que são 11 cepadas se comparadas a 5 títulos?

Por Jorge Santana | Em 31 de agosto de 2010

Adílson Baptista fez excelente trabalho no Cruzeiro, mas foi derrubado. Não resistiu à campanha sistemática de parte da mídia e da torcida contra ele.

Dunga reconstruiu a imagem da Seleção após a desclassificação em 2006, mas foi chutado por causa de uma derrota decorrente de falhas de jogadores numa partida decisiva. Algo mais antigo que a Sé de Braga.

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Democracia no fut brasilis

Por Jorge Santana | Em 31 de agosto de 2010

Pelo menos no futebol, a democracia brasileira avança. Primeiro foi o Inter anunciando eleição direta para presidente com 60 mil sócios com direito a voto.

Depois, Zico explicou que o treinador Rogério Lourenço foi demitido pela torcida do Flamengo. Tal qual acontecerá com o Luxa a prevalecer a opinião do Emanuel.

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A encomenda

Por Jorge Santana | Em 30 de agosto de 2010

Minha amiga Marilene, atleticana, passou o fim de semana com o pai, cruzeirense, em São Miguel e Almas de Guanhães.

Hoje, ela apareceu no serviço com uma encomenda: um garoto de sua cidade pediu-lhe uma camisa de goleiro.

E não é a do Júlio César. Nem a do Rogério Ceni. Tampouco a do Victor. Ele quer a camisa do Fábio.

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Torcida só não leva 10 por causa do rojão

Por Jorge Santana | Em 30 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Vasco 1×1 Cruzeiro, em São Januário, Rio de Janeiro, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 28ago10:

  • Cuca - Armou bem o time e fez as substituições recomendadas. Quando se preparava pra colocar dois meias, Montillo pediu pra sair. (João Chiabi Duarte)
  • Torcida – Compareceu em bom número, empurrou o time e só não leva dez com louvor porque um gaiato atirou um rojão na torcida local. Vai ser desajuizado assim lá no raio que o parta! (Síndico)

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Carmona: “Montillo é o meia que o Cruzeiro procurava”

Por Jorge Santana | Em 30 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Vasco 1×1 Cruzeiro, em São Januário, Rio de Janeiro, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 28ago10:

  1. Cuca, treinador do Cruzeiro: Perdemos dois pontos hoje pelo jogo que fizemos. Acho que foi o melhor jogo meu no comando do Cruzeiro. Jogar aqui é sempre difícil e o Cruzeiro fez por merecer a vitória. O mais difícil é criar as oportunidades e o time criou muitas. Pena que escapou a vitória. Foi um time rápido, jogando pelos dois lados, diferente do jogo anterior. A velocidade apareceu para nós e foi tudo bem planejado. Tudo bem executado, menos a parte final, a execução do gol.
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17ª da A: Dia de Índio… E da 11ª cepada!

Por Jorge Santana | Em 29 de agosto de 2010

A 17ª rodada do Brasileiro (28 e 29ago10) começou com o empate entre Vasco e Cruzeiro, dois times de muitos empates e poucos gols, em São Januário. Inter e Santos venceram Bota e Goiás, respectivamente, e transformam o G4 em G4+2. E o Ceará que, aos poucos, vai dando adeus às ilusões garantiu um empate em casa contra o Prudente. Domingo de viradas do Porco sobre a Cocota e do Bugre sobre o Urubu. De vitória do Timão e de empates no jogos da noite. O Tricolor carioca continua na ponta, mas a apenas 3 pontos do Corintiãs.

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Retranca providencial: lição estratégica, tática e operacional

Por Jorge Santana | Em 29 de agosto de 2010

Marcel Fleming

Fosse Cuca um Executivo e teria feito jus a um bônus em ações pelo jogo contra o Corinthians.

Começando a sentir a pressão pelos resultados anteriores, Cuca traçou a meta de vencer o jogo. Ponto. Não havia muita opção. Não só para agradar a quem fica de fora, mas também para que a cabeça dos jogadores ficasse mais tranqüila.

Sabendo que a missão era dura, dado o passeio de domingo do adversário sobre o SPFC, Cuca traçou a Estratégia: defender primeiro.

Definida a estratégia, Cuca armou taticamente o time de maneira a fazer uma marcação que raramente se vê no futebol brasileiro. Não vou perder tempo, descrevendo-a, até porque já o fizeram aqui no PHD, e de maneira bem competente.

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Vasco 1×1 Cruzeiro: Empate foi pouco

Por Jorge Santana | Em 28 de agosto de 2010

Em 6º lugar com 24 pontos, o Cruzeiro pode avançar até 3 posições. Se perder, pode cair 5 posições.

Cuca terá Fabrício e Thiago Ribeiro de volta, mas pode ficar sem Jonathan, que, após sentir-se mal pode ficar fora da equipe.

Em 9º lugar com 22 pontos, o Vasco pode entrar no G4 se vencer. Perdendo, cai de uma a quatro posições.

PC Gusmão poderá escalar Carlos Alberto, que volta de suspensão, mas não terá o volante Rômulo, suspenso pelo terceiro amarelo.

Felipe deve ceder a lateral-esquerda a Irrazábal e ser transferido para o meio de campo.

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16ª da A: Fracasso de público e gols

Por Jorge Santana | Em 28 de agosto de 2010

A 16ª rodada da Série A, disputada em 25 e 26ago10, teve poucos gols e público reduzido. O Flu disparou na liderança após a derrota do Timão para o retrancado Cruzeiro. Cocota e Fla empataram sem gols. Deu pro Rogério Lourenço, mas não pro Luxa, que continua forme em seu projeto emplumado. O Grêmio continua perdendo e o Santos perdeu Paulo Henrique Ganso, o craque do torneio, que estourou os meniscos. O resto pouco acrescentou.

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Moto Club vai hibernar

Por Jorge Santana | Em 28 de agosto de 2010

O Moto Club de São Luís pediu licença por tempo indeterminado à Federação Maranhese de Futebol e desativou seu time profissional.

E lá se vai mais um grande do futebol brasileiro. E lá se vão os clássicos contra o Sampaio Correia, que colocavam 70 mil pessoas no Castelão, em São Luís.

Os idiotas da objetividade dirão que o episódio é fruto da incompetência dos cartolas rubronegros. Simplismo.

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Triângulo vestiu Azul

Por Jorge Santana | Em 27 de agosto de 2010

Maurício Sangue Azul

O aumento do número de simpatizantes, que podem vir a se tornar torcedores do Cruzeiro depende de quatro fatores essenciais:  mídia, títulos, vitórias e planos de marketing.

A revolução percebida pelos cruzeirenses, que acompanharam a partida contra Corinthians no estádio, assustados com o  aumento considerável de sua torcida no Triângulo mostra claramente isto.

A nação azul presente no Parque do Sabiá comprova que a nossa torcida cresceu  assustadoramente nesta região mineira.

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Destravar o ataque, o próximo passo

Por Jorge Santana | Em 27 de agosto de 2010

Matheus Penido

Diante do mau momento recente do time e da força do Corinthians, Cuca deu uma banana pros adeptos do futebol ofensivo e escalou seu time numa retranca que como não se via no Cruzeiro desde os tempos de Marco Aurélio.

O time celeste se desenhou em campo com três zagueiros, dois volantes marcando os armadores paulistas, dois laterais que raramente faziam papel de alas e, pra completar, um atacante fazendo função de lateral esquerdo.

Libedrade mesmo quem tinha era só o armador Montillo, que criou os melhores lances do time, e o centroavante Robert, que tentava atrapalhar a saida de bola dos dois zagueiros alvinegros.

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