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Papo com Alan Alencar
Alan Alencar escreve regularmente

09/02/2007 | Alan Alencar
Campanha de 2006 refletiu negativamente na imprensa

Tudo começa com o Troféu Telê Santana, que na sua 6a edição, chegou com grande suspense tanto para jogadores quanto para torcedores

Terminado o ciclo de eventos estaduais que celebra o esporte mineiro na temporada anterior, é hora de analisarmos com olhar crítico, os porquês da inferioridade numérica dos jogadores Celestes na montagem das seleções que levam o nome dos homenageados pelos eventos.

Tudo começa com o Troféu Telê Santana, que na sua 6a edição, chegou com grande suspense tanto para jogadores quanto para torcedores. A metodologia usada para eleger os indicados e vencedores é realmente democrática, pois envolve não apenas o voto da crônica esportiva, mas também de torcedores que lotam as linhas telefônicas e as caixas de e-mails com seus votos a favor do seu jogador preferido.

Durante 10 meses, ou a duração do campeonato brasileiro das Séries A, B e C (para atender a todas as categorias), a cada rodada a bolsa de craques do portal Superesportes recebia notas para os jogadores, e através destes votos mais as promoções da TV Alterosa, o jogador ia acumulando pontos ao longo do ano.

Neste quesito, mais uma vitória da Maior de Minas, já esperada é claro, elegendo o goleiro Fábio como o craque do ano, resultado que ele já conhecia mesmo antes do evento que aconteceu no último dia 29 de janeiro no Palácio das Artes em Belo Horizonte. Fecha-se a votação dos indicados com o voto do Conselho de Notáveis composto por ex-jogadores e personalidades e a votação do público que trás a democracia ao evento e que tem maior peso na definição do resultado.

Estive na festa de entrega do troféu Telê Santana e confesso que fiquei surpreso com a valorização dada ao rival pelo título da segundona. Ficamos inferiorizados na seleção, tendo apenas três jogadores Celeste no time, que são o goleiro Fábio, o zagueiro Edu Dracena e o meia Wagner. Fora isto, levamos o craque do ano pelas belas defesas do já premiado goleiro Fábio.

O segundo e tão importante quanto, o Troféu Guará completou ontem (dia 06/02/07) a sua 44a edição com uma bonita festa no auditório do CDL em Belo Horizonte organizada pela Rádio Itatiaia. O evento teve a presença de jogadores, ex-jogadores e personalidades incluindo o Cruzeirense e atual Governador de Minas Aécio Neves.

Ao contrário do Troféu Telê Santana, o Troféu Guará já havia sido divulgado com antecedência os homenageados e os jogadores escolhidos para compor a seleção do troféu. E mais uma vez, estivemos numericamente inferiorizados na cessão de jogadores.

Ontem apesar de já saber dos resultados não fiquei tão surpreso assim. Foi quase uma reedição do outro evento, com Fábio, Edu Dracena e Wagner representando o Cruzeiro, o que talvez prove alguma lógica nisso tudo. De positivo ontem na festa foi a oportunidade de conhecer o ex-jogador Revétria em pessoa. Foi gratificante trocar algumas palavras com ele e escutar dele próprio o amor e a gratidão de ter vestido a camisa do Cruzeiro e ainda ser até hoje ovacionado pelos torcedores azuis. Ao ser abordado por jornalistas, jogadores e fãs era sempre lembrado pelos gols no clássico de 77, o que o deixava de peito estufado de orgulho.

A pouca representatividade Celeste tem um motivo fácil de ser apontado. o Cruzeiro existiu apenas no Campeonato Mineiro, mesmo assim, sem um time brilhante que deixasse o torcedor confiante para um ano que vinha pela frente. Jogadores diferenciados como Fábio, Edu Dracena, Araújo (este fora dos planos no início da temporada) e Wagner eram os pilares de fato daquela equipe, sendo que o principal deles - o líder - deixou a equipe em agosto no meio do campeonato brasileiro, o que para muitos (ex: Piazza, Palhinha e Dirceu Lopes) foi o fator principal para a queda da equipe.
Junte-se a isso a tão falada falta de planejamento e as contínuas contusões dos jogadores, além da conturbada renovação do Departamento Médico Celeste.

De última hora chegaram Geovanni, André Luis e Gabriel como salvadores da pátria, o que de fato não se concretizou em campo. Talvez ai fique fácil se escolher entre o artilheiro da série B ante o atacante do Cruzeiro que pouco jogou e produziu para a equipe. Resta-nos apenas acenar negativamente mostrando aos nossos dirigentes, comissão técnica e jogadores que não abrimos mão da maioria esmagadora destes prêmios, pois acima de tudo está o nome da maior instituição esportiva de Minas Gerais, o Cruzeiro Esporte Clube.

Espero mesmo que este bom início de temporada se reflita em resultados concretos e que acima de tudo este trabalho se traduza em títulos. Então poderei enfim assistir à 7a edição do Troféu Telê Santana e a 45a edição do Guará com uma seleção de fato e mais próxima da opinião pública em geral.

Para fechar esta coluna puxando um pouco da sardinha para o nosso lado, foi muito bom voltar para casa com os dois troféus em mãos. Tivemos o prazer de representar o ex-capitão cruzeirense Edu Dracena nos dois eventos e para nossa felicidade ele levou pela primeira vez o troféu Telê Santana e pela 3a vez o Troféu Guará, o que mostra a valorização do atleta e o carinho da torcida que se manifesta diariamente através de mensagens ao site oficial do jogador (www.edudracena.com.br).

Em semana de clássico em que eu não esteja tenso desde a segunda-feira, é um bom sinal e perspectiva de que vamos nos sair muito bem.

Saudações Celestes

Alan Alencar

Alan Alencar
alan@cruzeiro.org

Leia também as colunas anteriores Papo com Alan Alencar

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 walfrido | Essen | 09-02-07 09h45min
Não sou fanático, tento ser racional. Respeito sinceramente sua opinião e sua tentativa ponderada de tentar explicar o porquê de termos apenas 3 jogadores nos mencionados prêmios. Mas é justamente aí que julgo errada sua abordagem, não há nada de errado em termos apenas 3 jogadores, talvez merecêssemos até menos. O acinte está no fato do Atlético-MG ter os 7 jogadores. Se não tivemos um ano bom, imaginem eles na 2ª divisão? Continuo...
 walfrido | Essen | 09-02-07 09h46min
Cont... Podemos, e devemos, questionar Gladstone, Leandro, Élson, Gabriel, Geovane, mas podemos compara-los com Lima, Thiago Feltri, Rafael Miranda, Roni???? Não concordo de maneira alguma! Fato é que essa eleição é fruto de uma imprensa mal preparada, tendenciosa, parcial e com interesses não tão nobres, e isso não me surpreendeu. Surpreende-me a passividade da ínfima parcela honesta que aceita isso e ainda bate palma. São coniventes! Esperava mais de vc! Desculpe-me a veemência!
 rapozaço | Belo Horizonte | 09-02-07 10h34min
Walfrido... O pior não é nem com relação ao Cruzeiro. O pior é elegerem o Ziza como dirigente do ano, quando o presidente Itair Machado do Ipatinga subiu o time prá segundona e foi vice-campeão mineiro, só perdendo pro Cruzeiro. E, tendo em vista a eleição ser DO ANO, por qual razão somente os que foram "melhores" (existe melhor na segundona???) no segundo semestre foram agraciados. Ou seja...tendenciosos.Ainda estão no embalo da segundona, como se esse verdadeiro lixo valesse algo...
 rapozaço | Belo Horizonte | 09-02-07 10h38min
Quanto ao fato de "toda" a imprensa mineira ter votado não me assusta. É mais uma prova cabal que eles agem com o coração (listrado, zebrado, igual um código de barras) e não com a razão. Com a devida vênia, não colocaria NUNCA no meu curriculum um prêmio desses. Ficar ao lado de tanta baba deprecia o mérito de quem foi laureado. Tenho certeza que os patronos "Guará" e "Telê" fariam cara feia ao ver uma seleção com Rafael Miranda, Márcio Araújo e Marcinho no meio campo.Digno de segunda divisão
 rapozaço | Belo Horizonte | 09-02-07 10h40min
E uma linha com Marinho (canela-de-vidro) e Roni ( cócegas)... sem trocadilhos... digno de um ataque de risos....Kkkkkkkkkkkkkkkkk
 RAPOSÃO COME FRANGO | Brasília | 09-02-07 11h53min
Vou um pouco além do WALFRIDO e RAPOSAÇO. Primeiro, a meu ver, o erro inicia com o nome do trófeu, "Trófeu Guará", em homenagem ao jogador que pertenceu ao time das frangas nos anos 30, fazendo 23 gols nos clássicos. O correto seria TRÓFEU NIGUINHO, jogador do MAIOR DE MINAS que foi o artilheiro dos clássicos com 25 gols. Por aí, dá para analisarmos como essa Itatigaylo é imparcial, totalmente patética. Eu não escuto mais essa rádio e estou limando o Estado de Minas.
 RAPOSÃO COME FRANGO | Brasília | 09-02-07 11h55min
RAPOSAÇO, essa linha de ataque foi injusta, deveriam ter premiado o MÁRCIO MIXIRICA e o NILSON SERGIPANHO, ha ha ha, já que isso é uma palhaçada mesmo.
 pyxis | BHZ | 09-02-07 13h13min
Comefrango,
Na boa, só uma correção... Não é Niguinho... é Niginho.
 RAPOSÃO COME FRANGO | Brasília | 09-02-07 14h46min
Obrigado pela correção, Mestre PYXIS. Não consigo teclar exclamação, por isso botei o ponto, Ok.
 JOAO COSTA | BRASILIA | 09-02-07 15h23min
Meu caro Alan, Se foi a nossa campanha de 2006 que refletiu negativamente na imprensa(ao menos fomos campeões mineiros e permaneçemos na elite do futebol)o que dizer dos patéticos? Então, concordo com o Walfrido. Os dois eventos são, ou foram, ridículos ao premiarem os piores, numa completa, e patética (ops!,) inversão de valores.
 silasdefranca | Ipatinga | 09-02-07 16h53min
A maioria de jogadores atleticanos nas premiações citadas, aconteceu porque o feito deles de retornar à Primeira Divisão, aconteceu no final da temporada. Isso foi o diferencial em minha opinião. Além do mais temos mesmo que reconhecer que embora tenha conquistado o Campeonato Mineiro, o futebol apresentado pelo Cruzeiro no ano passado, não empolgou a ninguém. Sofremos grande parte do ano, amargando resultados que não são peculiares ao nosso time. Este ano será diferente. Com certeza.
 pyxis | BHZ | 10-02-07 07h45min
Todas estas premiações de final de ano são políticas, parciais e comprometidas com interesses que não são os mesmos do torcedor. Vejo somente UMA que foge desta situação: A Bola de Prata da Placara que tem avaliações claras e definidas durante toda a competição. As demais... São uma *****.O que deve acontecer é o torcedor do Cruzeiro MUDAR SUA POSTURA. Quando jogadores do Cruzeiro forem agraciados, deve IGNORAR e criticar da mesma forma quando acontecer palhaçada como as duas citadas.
 pyxis | BHZ | 10-02-07 07h47min
... o problema é que se houvesse mais jogadores do Cruzeiro, o lado galináceo estaria falando mal e os torcedores do Cruzeiro achando normal.
A nossa mídia, que escolheu os "ganhadores" é RUIM para os dois lados. É Podre. É comprometida (alguns são VENAIS MESMO!) e torcedor cruzeirense que quer fazer a coisa certa não deve apoiar ou concordar quando a coisa nos "beneficia". Se não for assim não mudará NUNCA. Temos que brigar por critérios honestos, justo e transparência. Sem isso... ESQUEÇAM!
 alan | Belo Horizonte | 11-02-07 10h37min
Walfrido: - Acho que você realmente não entendeu a mensagem que quis passar na coluna. Não bati palma "de fato" e não estou agindo de forma passiva, senão não estaria escrevendo a coluna, mas alguns pontos são questionáveis. As comparações são válidas não pelo jogador, mas pelo que fez durante o ano. Haja exemplo o Edu que jogou ao todo 5 meses e levou de todos aqueles que jogaram 10 meses inteiros. Estou sim reclamando e clamando que todos nós façamos isto.
 alan | Belo Horizonte | 11-02-07 10h42min
João Costa: - João, a eleição leva em consideração (infelizmente) o campeonato brasileiro das séries A com o Cruzeiro, B com os rivais locais e C com a terceira força da capital e o Ipatinga. Como não existe "peso" nos critérios fica difícil de avaliar e lhe responder. No Troféu Telê tem votação popular, mas mesmo assim eu, você e os outros não conseguimos reverter a nosso favor. Tenho certeza que achamos o do adversário inferior, mas não acreditávamos tanto assim no nosso representante.
 alan | Belo Horizonte | 11-02-07 10h47min
Silasdefranca: - Foi realmente neste ponto que eu peguei para escrever a coluna. Até fiz um comentário sobre o título mineiro não nos ter empolgado assim. Mas lembre-se que não precisa ser campeão para ser premiado. Em 1998, o Cruzeiro perdeu a final do brasileiro e colocou 8 jogadores na seleção do campeonato. Entendo que nosso elenco ano passado tinha sérios problemas, seja de treinamento, vontade ou até mesmo de qualidade. Que mude em 2007 com certeza.
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