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Agência Minas Esportes



Joao Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul
Joao Duarte, engenheiro escreve periodicamente no Cruzeiro.Org

09/07/2016 | Joao Duarte
Porque defendo um novo setor popular nos estádios

"A FIFA foi embora e deixou um modelo que não é aderente à economia brasileira. Creio que se possa ajustar este processo. Vamos ao debate ?

Mundo Azul,

☻ Saudade dos Geraldinos – Podem me chamar de saudosista, de velho gagá, de rabugento e do que mais quiserem, mas, a minha convicção de que o modelo de estádio criado no Brasil para atender ao tal padrão FIFA é péssimo para o nosso futebol está cada dia mais forte.
Eu sou do tempo em que a geral era uma festa. Tinha bandeira. Tinha torcedor fantasiado. Tinha sarro com o adversário e tinha sorriso em campo. Ir a um estádio de futebol servia para liberar as tensões.
Descarregar no juiz e nos adversários a raiva. Torcer e vibrar com o time de coração, mas, principalmente dar vazão à alegria inata que está no coração do povo brasileiro. Diz o dito popular que quando a situação aperta o "mineiro" costuma dar risada, como que a dizer, no fim tudo se resolve.
A maior balela é a repetição exaustiva da frase atribuída a Otto Lara Rezende, nos filmes do Nelson Rodrigues de que "o mineiro só é solidário no câncer... uma grande balela, somos o oposto.
Nós temos é mais que nos vangloriar das grandes e boas ideias, como a do meu amigo Baú (@BauDoCECTT) que criou um modelo solidário de carona para facilitar a ida de nossos torcedores ao Mineirão, fantástico mesmo e que corrobora a minha tese.
Assistindo ao vandalismo e revolta dos torcedores do São Paulo, de sua maior organizada (Independente Tricolor), que se insurgiram contra aqueles outros torcedores que ao verem o seu time levar o 2º gol e não vendo perspectivas de reação preferiram sair um pouco antes (agrediram de forma covarde e em grupo, gritando palavras de ordem e chamando os torcedores de modinha), pensei comigo mesmo... o que fazer para tirar destes torcedores a muleta de que quem pode pagar para ir num jogo com mais apelo ou é riquinho ou é modinha ou é coxinha ou é a turma do cappuccino ou coisa que o valha ?

A verdade é que eles se sentiram excluídos da possibilidade de se fazerem presentes, porque o clube, teria que aproveitar a oportunidade para faturar algum dinheiro (a renda foi superior a R$ 7,2 milhões para um público próximo de 70 mil pagantes). A verdade é que com a instalação das cadeiras nas Arenas, o público forçosamente encolheu.
O Mineirão que já recebeu 132.834 pessoas na final do Mineiro de 1997 (Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova), nos dias de hoje, sua capacidade nominal não chega a 50% disto, pois é 62.500 torcedores.

As questões que imediatamente me vieram à mente foram as seguintes :
• O que aconteceria se o clube criasse uma categoria de ingressos populares que ficassem exatamente atrás dos gols, no anel inferior dos estádios ?
• Como ficaria o Mineirão em termos de capacidade de público ?
• Com o ingresso mais barato haveria maior presença de público e isto iria requerer maior efetivo policial para os jogos. Seria difícil equacionar isto com a Polícia Militar ?
• O ingresso caro tornou mais difícil a justificativa da ida de meliantes para fazerem os tais arrastões nas proximidades dos estádios. Isto não poderia voltar a acontecer ?

Avaliando estas questões de forma conjunta, fica claro que um elo fraco neste processo é mesmo a impunidade.
Se alguém for flagrado praticando ato de vandalismo e for identificado, terá que ser apenado e punido, porque é assim que se tem a chance de desestimular tais práticas. Hoje, o cidadão é liberado e volta a praticar as mesmas coisas. Vejam que os torcedores corintianos que ficaram retidos em Oruro na Bolívia, foram libertados, voltaram ao Brasil e estão envolvidos em todos os conflitos que aparece a torcida corintiana.
A Polícia Militar tem que dar segurança às pessoas que se destinarem aos estádios de forma que se possa ir aos jogos e voltar para casa com tranquilidade.
Quem for pilhado praticando qualquer ilícito, terá que ser fichado, preso e o ato largamente divulgado. Para que todos saibam que haverá consequências para todos os que se desviarem da lei dentro ou fora do estádio.

Esperar que os chefes de torcida organizada façam a delação de quem no meio de sua torcida pratica atos de violência é de uma ingenuidade suprema. Vivemos num país que não idolatra dedos-duros, como é normal na cultura européia. Antes disto, eu e a maioria dos brasileiros abominamos que faz isto.
Há que se revisar as leis criadas com o propósito de punir aos crimes associados às participações em eventos esportivos, melhorar a questão de direitos e deveres de todos os atores que participam deste processo, trabalhar mais a prevenção e as formas de identificação de quem pratica os atos ilícitos para se fazer justiça, pois só assim, se eliminará este câncer que é a certeza da impunidade.

☻ Mas, e economicamente, se retirar as cadeiras é viável ? – Hoje, um Sócio do Futebol naquela região do estádio paga R$ 90 mensais (setores 112 a 122 + 136 a 146) e tem direito de assistir a 3 jogos por mês em média, ou seja, se paga R$ 30 por jogo para se ter o seu acesso garantido.
Admitindo-se que caberia o dobro ou um pouco mais pessoas no mesmo espaço após a retirada das cadeiras, se poderia reduzir o valor do sócio para a posição para R$ 54 por mês, de forma que o preço médio para quem quisesse ter o seu lugar garantido ficasse em R$ 18 por partida.
Seria bom para o torcedor que teria uma redução de R$ 36 por mês e bom para o clube porque a cada 5 torcedores adimplentes num espaço que caberiam 6, ele teria empatado as contas, com um público pagante e associado maior.
Além do que a torcida nestes setores prefere ficar de pé e até reclama dos que querem ver o jogo sentados.
Neste mesmo espaço e também nos setores 123, 124, 134 e 135 (estes 4 setores ficariam reservados para torcedores não sócios na mesma faixa de preço), aquele torcedor que não é sócio cativo pagaria R$ 36 por ingresso (tarifa cheia), o Associado Cruzeiro Sempre pagaria R$ 25 (com 30% de desconto) e o associado Papa Filas pagaria R$ 33 (com 10% de desconto), criando faixas que caibam em todos os bolsos. O Sócio Time do Povo pagaria os mesmos R$ 36, só que poderia adquirir seu ingresso antes da venda normal nas bilheterias do estádio.
Desta forma, o torcedor assíduo aos campos gastaria 2% do salário mínimo por ingresso para ter acesso ao campo de futebol.
Para se ter uma base, o ingresso de geral custava 5% do salário mínimo nos anos 80 e hoje o torcedor não sócio poderia ter acesso pagando proporcionalmente bem menos (4%).
Dizem que o futebol está elitizado, mas, não precisa ser assim para sempre.
O que se quer é ver de volta a alegria aos campos de futebol, uma maior participação popular e o espaço para o surgimento de novos torcedores.

Hoje a capacidade do Mineirão é de 62.500 torcedores. Destes ingressos os centrais que estão sobre o poder da Minas Arena representam 8 mil lugares. Ou seja, os setores onde hoje estão os torcedores Copa do Brasil e Recopa caberiam 20 a 25 mil torcedores na nova configuração ao invés dos 10 mil atuais. A capacidade de público no estádio seria aumentada em 20-25%, sendo todos estes lugares disponibilizados nas faixas de preços mais acessíveis.

Mas, retorno ao primeiro ponto para dizer que se não se trabalhar para a redução da intolerância, exploração mais inteligente e pelo lado virtuoso da rivalidade (afinal somos rivais e não inimigos), trabalho prevencionista quanto aos crimes associados à presença do torcedor nos estádios (hostilidade, vandalismo, roubos, arrastões, violência, etc) e a punição exemplar e DIVULGADA de todos os que cometerem crimes e forem punidos nos tribunais do esporte, melhorando as leis já existentes e o seu processo de cumprimento das penas alternativas simples até os crimes que requeiram prisão dos que forem condenados.
Com um bom trabalho de marketing as vendas poderão ser impulsionadas e o Cruzeiro poderá não só aumentar a presença do público nos estádios, bem como privilegiar uma grande quantidade de pessoas que a rigor teria o seu acesso ao campo facilitado.
Esta é uma sugestão que deixo para ser analisada pelas áreas comercial e de marketing do Cruzeiro Esporte Clube em conjunto com a Minas Arena, pois, em minha concepção valorizaria mais ainda os outros negócios que o Mineirão e sua infraestrutura na Esplanada poderiam explorar (gastronomia, venda de produtos oficiais, museu do futebol, comércio ambulante, etc).

◘ Uma data inesquecível - Há 16 anos o Cruzeiro escreveu no santo gramado do Mineirão uma Página Heroica Imortal, com gols de Fábio Jr. e Geovanni de falta, virou o placar e ganhou de 2 x 1 do São Paulo conquistando a Copa do Brasil. O jogo da ida no Morumbi havia terminado sem abertura de contagem. Aos 23' da etapa final o São Paulo através de uma cobrança de falta de Marcelinho Paraíba e de uma falha de André Doring havia aberto o placar... O empate daria o título ao São Paulo. Faltava pouco.
O técnico do Cruzeiro Marco Aurélio Moreira foi tirando defensores e colocando meias e atacantes no time. Do outro lado Levir Culpi foi tirando atacantes e colocando mais beques.
Uma linda assistência de Muller para Fábio Jr. acendeu a torcida. O Cruzeiro foi literalmente prá cima do São Paulo. A torcida que antes fazia aquele zum-zum-zum nervoso no Mineirão e estava calada, acordou... Com o apoio do torcedor o Cruzeiro se agigantou e foi ao êxtase aos 44' da etapa final quando Geovanni bateu a falta que passou no meio da barreira e balançou as redes de Rogério Cenni.
Se André Doring falhou no gol tricolor, foi GIGANTE no finalzinho ao fazer uma defesa à queima roupa também de Marcelinho Paraíba, em lance que Clebão acabou por isolar a bola.
Recordar é viver...

☻ E as homenagens desta coluna hoje vão para : Dr. Magno, Abílio, Raposão do Brasil, S@muel, Léo Gontijo, AzulDF, MRR, Sicília, Drª Celeste, o grande artista Camaleão, além dos irmãos Haroldo e Elias Guimarães, o melhor lateral esquerdo da história da JUMA. E para treinador deste selecionado vou convocar o professor Evandrão.
E de Conceição do Mato Dentro-MG : quero homenagear a família do Dr. José Utsch Ribeiro formada só por cruzeirenses da melhor qualidade.
Cruzeiro, Cruzeiro Querido...Tão Combatido, Jamais Vencido



Joao Duarte
joaochiabi@globo.com

Leia também as colunas anteriores Joao Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Celeste  | Sorocaba-Itajub� | 09-07-16 16h03min
João, obrigada pela homenagem.CB 2000, inesquecível. Estava em São Vicente, SP, no dia desse jogo. Ao final os corintianos da cidade se encarregaram soa festejos. Nesse dia vivi minha maior emoção como torcedora azul.
 Celeste  | Sorocaba-Itajub� | 09-07-16 16h05min
Quanto aos estádios, concordo com sua opinião. Sou a favor da geral e de arquibancadas mistas.
 carlos_Almeida | Vitória | 09-07-16 18h44min
JD, meu palpite no blainstorming é que o segredo está no desenvolvimento do sócio torcedor, pois facilita e fideliza o torcedor frequentador de estádio. Usaria marketing eficiente para aderir ainda mais este tipo de torcedor. Remover entraves como uso adequado da Arena além de outros administrativos que atrapalham. O mundo mudou, uma comparação, até no transporte municipal existe cartões para cada tipo de usuário com os respectivos preços(estudantes, trabalhadores, usuários frequentes/à vezes)
 carlos_Almeida | Vitória | 09-07-16 18h49min
CONT... e quem raramente usa ônibus e queira usar o transporte, paga em dinheiro, caso queira usar mais vezes, adquira o cartão. O cartão sócio torcedor deve ser adequado à categoria de torcedor. Essa briga com a Minas Arena, parece que está atrapalhando muito o Cruzeiro
 pyxis | BHZ | 09-07-16 22h41min
Tambèm defendo uma REsetorização COMPLETA e mudanças nas categorias... Mas isto DEPENDE do Contrato de Fidelidade da Minas Arena com o Cruzeiro (parece que TODO MUNDO que defende a geral de volta só pensa no preço do ingresso).
aqueles Setores hoje tem ingressos a R$20, ou R$30 se diluirmos a mensalidade do Cruzeiro Sempre.
Fico assustado quando cruzeirenses começam a falar de geral e setores populares, com preços dos ingressos a menos de R$20.
cont ...
 pyxis | BHZ | 09-07-16 22h44min
...
Fico mais assustado ainda com a debandada de SF com ingresso cativo para Cruzeiro Sempre,
Tenho calafrios quando começo a fazer algumas continhas e vejo o tamanho do ROMBO (EU AVISEI SOBRE AANTECIPAÇÂO DE RECEITAS) que os SF estão provocando e o MKT permanece deitado eternamente em berço esplêndido achando que esta estratégia e venda com desconto vai atrair algum SF
Em resumo: Fico pensando se estas "ideias" geniais são sérias... responsáveis... consequentes...
Acho que não são.
 pyxis | BHZ | 09-07-16 22h49min
JD, quer debater? provoca seus conterrâneos que estão na mídia a chamarem o outro conterrâneo que está na diretoria do Cruzeiro para uma mesa redonda com alguém casca grossa... alguém que não tenha medo de falar dos roubos da Minas Arena... alguém que tenha proposta para REFORMA COMPLETA desta setorização carcomida e ineficiente do SF...alguém que conheça o Contrato de Fidelidade do Cruzeiro com a Minas Arena... fora isto, não rola debate em redes sociais de 140 caracteres... Tô pronto !
 Zé da Roça | Não definido | 11-07-16 22h29min
SENHOR, VAMOS COMENTAR PAULO BENTO?????
 pyxis | BHZ | 12-07-16 08h00min
Zedaroça que não sabe nem mexer comseu próprio cadastro virtual... porque você não escreve sobre o Paulo Bento e deixa a gente comentar. Deixa de ser boquirroto e torcer para a própria opinião e escreve... não tem capacidade e fica querendo pautar os outros??? Vai lá na rádia ou no UOL que tem estes tipinhos frangas que adoram falar do Cruzeiro de maneira pejorativa. Deixa de ser tapado e ficar fazendo papel de franga.
 mrr | Natal | 12-07-16 11h28min
Estou de acordo com o colunista! Creio que o futebol/mineirão tenha espaço suficiente para acomodar as diversas classes... E também concordo que a questão da limitação de espaço quanto as cadeiras, seria uma coisa interessante para ambas as partes...
 pyxis | BHZ | 13-07-16 10h11min
Houve um tempo em que fiquei 18 anos seguidos indo a jogos no Mineirão antigo, desde que eu estivesse em Belo Horizonte.
Depois da reinauguração, ressaltando que fui dos poucos que defendi a reforma e não a destruição como a maioria queria, não fui a SOMENTE UMA PARTIDA do Cruzeiro, exatamente a partida da reinauguração por questões de falta de respeito da Minas Arena e dificuldades de mobilidade.
cont ...
 pyxis | BHZ | 13-07-16 10h13min
...
Mas fico DE CARA ao ver comentários, sugestões, palpites e chutes de quem não frequenta o estádio, não conhece os espaços do novo estádio e outras opiniões sem critério, tudo em nome de uma pseudo democracia ou "popularização".
Mas vcs tem razão... com a Internet cada um fala o que quer, entende do jeito que quer de PHODA-SE o mundo e quem pensa diferente...
VOCÊS ESTÃO CERTÍSSIMOS... Sejam felizes !!! (ainda mais falando por outras pessoas !!!)
FORA MINAS ARENAS !!!!
 estrelado campeão  | Ubá  | 14-07-16 00h15min
Olá João Duarte. Pelas modificações feitas no Mineirão, com redução drástica da capacidade, fica um pouco complicado garantir uso de um setor popular e ao mesmo tempo trabalhar com a perspectiva de lucro, tendo ainda como ingrediente nesse meio, a figura do sócio torcedor. Mas, sem dúvida, percebo agora um público "diferenciado" em relação ao estádio antes da reforma. A popularização seria socialmente bem vinda.
 João Duarte | Vit�ria | 14-07-16 01h41min
Evandro,
O fato de morar em Vitória e ir a poucos jogos é na sua visão um limitador para eu expor minha opinião sobre o tema ?
Eu não defendi a MinasArena em momento algum e espero que eles se lasquem de A a Z, porque, erraram e erraram feio contra o maior usuário do Mineirão e o fizeram de forma deliberada. A razão é simples, são todos torcedores do time zebrado. Abriram as pernas em 2013 e deram sim, margem para que o Cruzeiro pleiteasse os mesmos direitos.
(continua)
 João Duarte | Vit�ria | 14-07-16 01h43min
O Cruzeiro não tem culpa de terem desviado dinheiro de inspeção de barragens para cobrir rombo contratual com a MinasArena, o nosso negócio é fazer valer o contrato assinado. Em Minas a turma da TOGA é toda atleticana, não se iluda, mas, vejo que podemos ganhar as ações nas estâncias superiores, com um trabalho bem embasado do corpo jurídico do clube.
Digo negociar com a MinasArena porque por enquanto são eles que estão no comando do estádio. Só por esta razão.
 pyxis | BHZ | 20-07-16 00h39min
JDuarte, considero normal você não entender nada do que escrevo e tergiversar... à la Leonel Brizola... admito..você ganhou a simpatia e defesa do Dr.Magno... o boquirroto conselheiro... suspeito até que vocês se conhecem da Confraria às terças... BOM PROVEITO na sua parceria... MINAS ARENA, quero que morram... mas tenho proposta mais inteligente e factível sobre setor popular... quem sabe se com o retorno do Marcone Barbosa as coisas funcionem, né mesmo???
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