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 Acesso mais recente em 01-12-20 21h20min  |  Fonte: GloboEsporte.Com |  Qtd Leituras: 1382
CENTENÁRIO: Vinte anos do TRI na Copa do Brasil na Toca 3


Nove de julho de 2000 é uma data que está eternizada na história cruzeirense. Foi o dia em que o Cruzeiro superou, com uma virada improvável, o poderoso time do São Paulo e conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil. Um dos títulos mais emocionantes da quase centenária história celeste, conquistado em uma das noites mais marcantes da vida do atacante Geovanni. O tri completa, nesta quinta-feira, 20 anos.

Quem lembra daquela conquista, não tem como esquecer de Geovanni. A ida da final, no Morumbi, terminou sem gols. Na volta, o São Paulo abriu o placar aos 21 do segundo tempo. O técnico Marco Aurélio colocou o Cruzeiro inteiro no ataque. Precisava da virada. E surtiu efeito. O time da casa passou a pressionar mais – apesar de sofrer sustos no contra-ataque – e viu o empate chegar aos 35 minutos, com Fábio Júnior, que havia saído do banco minutos antes.

Foi aí que surgiu a estrela de Geovanni, então com 20 anos. Apesar de garoto, era uma das principais armas ofensivas daquele time. Estava apagado no jogo, mas apareceu na hora certa. Aos 45 minutos, usou a velocidade - sua característica mais marcante - para tomar a frente de Rogério Pinheiro, após um recuo ruim de Axel, e sofrer uma falta a poucos passos da grande área. Rogério foi expulso, Geovanni cobrou a falta e fez o gol do título.

Gol e taça, que coroaram um dia que já estava sendo especial para o atacante. Manoel Maurício, pai do herói da conquista cruzeirense, completava, naquela quarta-feira, 74 anos de idade. Cruzeirense de nascença, ele estava no Mineirão.

- Eu marquei muitos gols importantes ao longo dos 17 anos da minha carreira. Mas, com certeza, esse gol foi um dos mais emocionantes, principalmente pela forma como aconteceu. Era o final do jogo, uma partida decisiva, toda a atenção voltada para aquele jogo. Era aniversário do meu pai, eu tinha apenas 20 anos, estava representando um grande clube, todos os torcedores do Cruzeiro, minha cidade, toda a minha família - relembrou o jogador em entrevista ao GloboEsporte.com.

´Com certeza, foi um título que me marcou muito, e o gol, por tudo isso, foi um dos mais emocionantes e mais importantes da minha carreira. (...) Foi um momento muito especial para o meu pai`


Ousadia fundamental

Na visão de Geovanni, a atitude de Marco Aurélio no segundo tempo foi fundamental para a virada cruzeirense. Quando levou o primeiro gol, já estava com a primeira substituição preparada: Müller entrou no lugar de Jackson. Aos 23 minutos, tirou o lateral direito Rodrigo para colocar Fábio Júnior, e aos 25, colocou o meia Viveros no lugar de Sorín.

- O que me chama sempre atenção, quando eu revejo o jogo, é a forma como o time terminou. Com quatro atacantes: Muller, eu, Oséas e Fábio Júnior. Terminamos com o Marcos Paulo, que é um volante, na lateral direita, e com o Viveros, que era um volante ou também um meia, na esquerda. O Ricardinho também sempre teve muita disposição ofensiva. Foi a ousadia do Marco Aurélio. Infelizmente, a gente não vê isso hoje. A equipe precisa ganhar, mas fica sempre na retranca, mas às vezes tem que ser ousado. Se o Marco Aurélio não tivesse colocado o time para frente naquele exato momento, com certeza nós não sairíamos dali com a vitória. Foi o ponto crucial.


O jogo mais difícil

A campanha do título foi quase impecável. Campeão invicto, o Cruzeiro venceu oito e empatou cinco dos 13 jogos que fez na competição. Na opinião de Geovanni, a partida mais complicada foi a volta das quartas de final, contra o Botafogo, no Maracanã. A Raposa havia vencido a ida, no Mineirão, por 3 a 2. À época, os gols marcados fora de casa eram critério de desempate, e os mineiros avançaram após empate sem gols no Rio.

- Para mim, o jogo mais difícil e tenso foi o segundo jogo contra o Botafogo. Ganhamos em casa, foi o primeiro jogo meu, tive a felicidade de fazer dois gols, mas foi um placar meio complicado, porque um gol fora de casa eles passavam. Empatamos em zero a zero no Rio, em um jogo em que o Botafogo teve muitas oportunidades de gol e, realmente, foi o mais tenso, em termos de disputa com pensamento no título.

´Quando nós passamos pelo Botafogo, eu já comecei a pensar em título. Respeitando muito o Santos (na semifinal), mas esse jogo do Botafogo, vendo, hoje, foi o jogo mais complicado`.


A campanha do Cruzeiro

1ª Fase
Gama 1x1 Cruzeiro
Cruzeiro 4x1 Gama

2ª fase
Paraná 0x2 Cruzeiro

3ª fase
Caxias 1x3 Cruzeiro
Cruzeiro 6x1 Caxias

Oitavas
Cruzeiro 2x1 Athletico-PR
Athletico-PR 2x2 Cruzeiro

Quartas
Cruzeiro 3x2 Botafogo
Botafogo 0x0 Cruzeiro

Semifinal
Cruzeiro 2x0 Santos
Santos 2x2 Cruzeiro

Final
São Paulo 0x0 Cruzeiro
Cruzeiro 2x1 São Paulo

/elo


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