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 Acesso mais recente em 18-09-20 13h59min  |  Fonte: O Tempo (MG) |  Qtd Leituras: 439
COLAPSO: Cruzeiro avalia custos e estuda realizar partidas fora de BH


Trabalhando com a possibilidade de não faturar mais com bilheteria nesta temporada, uma vez que a tendência é de realização de jogos com portões fechados devido à pandemia do novo coronavírus, o Cruzeiro estuda alternativas para mandar suas partidas. A diretoria já adiantou que a decisão será tomada sob o ponto de vista econômico e envolverá a análise dos custos operacionais que a equipe terá mesmo atuando sem torcida. Dessa maneira, atuar no Mineirão está definitivamente em xeque.

´Hoje, a gente sabe que o Mineirão é a nossa casa, o nosso desejo era jogar lá, mas a gente tem que ter muito pé no chão. Hoje, o Cruzeiro e a nossa administração observam a questão de custos. O que nos oferecer uma melhor proposta comercial, caso não tenha a assinatura desse contrato com a Minas Arena, até no período dos jogos, aceitaremos. O que o Cruzeiro vai olhar são os custos, precisamos diminuir despesas, precisamos diminuir custo, porque as nossas responsabilidades de curto prazo são altíssimas e a gente tem que ser muito responsável quanto a isso. Isso faz parte de uma gestão profissional`, afirmou Edson Potsch, superintende de marketing do Cruzeiro, em entrevista ao canal do jornalista Jorge Nicola, no YouTube.


MINEIRÃO DIZ QUE CUSTOS PODEM SER IRRISÓRIOS

Edson, por alto, apontou ainda que os custos de se jogar com portões fechados no Mineirão poderiam chegar a R$ 55 mil. O Super.FC entrou em contato com Samuel Lloyd, diretor da Minas Arena, que apontou outro cenário, com custos chegando a R$ 20 mil. Tudo isso, dependeria, de um pacote fechado de jogos que garantiria o menor custeamentos das despesas.

´O custo para jogos sem torcida depende dos contratos que os clubes vão fazer. A gente entende que possa ter uma cessão de espaço na casa entre R$ 15 mil e R$ 20 mil, mas hoje nenhum dos clubes tem contrato de longo prazo com o Mineirão, nem Cruzeiro, nem Atlético. Eles optam jogo a jogo. Se houver o interesse de um contrato a longo prazo, esse custo pode ser irrisório para os clubes pagarem neste momento de crise`, disse Lloyd, que lembrou, por exemplo, o gasto que o Cruzeiro teve no Independência no último jogo antes da suspensão do futebol, a derrota para o Coimbra por 1 a 0.

´O último jogo que aconteceu do Cruzeiro de portões fechados foi no Independência no borderô foi de 60 mil. Eu tenho certeza que o custo de portões fechados no Mineirão seria pelo menos 25% mais barato no Mineirão`, pontuou o executivo.

Cruzeiro e Minas Arena iniciaram conversas para solucionar as pendências anteriores e que tramitam na Justiça por dívidas acumuladas desde a era Gilvan de Pinho Tavares. A negociação não chegou a um desfecho com o conselho gestor, que terminou a administração levando justamente a partida contra o Coimbra para o Independência devido aos altos custos do Gigante da Pampulha. Outras partidas, se a suspensão não tivesse acontecido, teriam o mesmo destino. A diretoria atual do Cruzeiro é otimista quanto à formulação de um acordo com a Minas Arena e confia no bom relacionamento com Samuel Lloyd para chegar a um consenso.


JOGAR FORA DE BH?

Recentemente, foi proposto ao Cruzeiro a possibilidade de mandar partidas na Arena do Jacaré, espaço que foi a casa do futebol mineiro durante as obras para a Copa do Mundo de 2014. A ideia de atuar fora de Belo Horizonte quando do retorno do futebol também é aventada pela diretoria celeste. Edson Potsch salientou, no entanto, que mais uma vez a decisão passará pelos custos e acrescentou um novo fator: a aprovação ou não do departamento de futebol celeste.

´A gente não descarta. O departamento de futebol que também vai analisar, o ideal é que seja perto de Belo Horizonte. Queremos evitar o desgaste dos nossos jogadores, da nossa equipe, para que tenhamos um ótimo desempenho técnico dentro de campo. Isso é uma coisa que o departamento de futebol vai olhar muito de perto, vai nos passar qual é a melhor intenção dentro deles, considerando a parte física, fisiológica, considerando qual é o melhor local para jogar e a gente vai analisar a questão de custos e entrar em um consenso junto ao departamento. É uma decisão muito compartilhada entre a diretoria`, concluiu o dirigente cruzeirense, também em entrevista ao canal do jornalista Jorge Nicola, no YouTube.

/elo


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Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 30-06-20 07h10min
Ao contrário deo que alguns torcedores SEM NOÇÃO estão pensando, jogar partidas oficiais na Toca 2 ou 1 é inviável por conta de MUITOS FATORES. Mas jogar em Sete Lagoas ou Ipatinga pode ser viável... Entretanto, Independência é ROUBADA !
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