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 Acesso mais recente em 09-08-20 20h13min  |  Fonte: GloboEsporte.Com |  Qtd Leituras: 275
COLAPSO: Conselheiros excluídos terão direito a voto nas eleições


O trio de ex-conselheiros que havia tido o pedido de tutela de urgência negado pela 29ª Vara Cível de Belo Horizonte, com petição de nulidade do processo de exclusão do quadro de conselheiros do Cruzeiro, conseguiu reformar a decisão em parte e, por ora, anular os efeitos da exclusão, assinados pelo presidente em exercício, José Dalai Rocha.

O agravo de instrumento, ao qual o GloboEsporte.com teve acesso, foi interposto pelos conselheiros Luiz Cláudio Rocha (Xedinho), Roberto de Freitas Rocha e Carlos Alberto Monteiro e teve decisão favorável, nesta terça-feira, pelo desembargador Luiz Carlos Gomes da Mata. Ele suspendeu a decisão anterior até que o mérito seja julgado por um colegiado.

O documento já é de ciência da comissão eleitoral, presidida por Gilvan de Pinho Tavares. Na decisão, o desembargador ainda determina que o cumprimento da decisão deve ocorrer imediatamente, ´sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais) limitada a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais)`. Assim, os três conselheiros poderão votar na eleição de 21 de maio para presidente e para a mesa do conselho deliberativo.


Como Gilvan de Pinho Tavares havia adiantado em entrevista ao GloboEsporte.com, os votos dos conselheiros serão recolhidos em urna separada. Os três conselheiros foram retirados do conselho deliberativo da Raposa com mais outras 27 pessoas. Para o clube mineiro, eles infringiram o estatuto que veda a prestação de serviços (mediante remuneração) de conselheiros ao Cruzeiro. Os três, que trabalhavam para o clube em diferentes áreas, tentam reverter a situação.

Conselheiro nato, Luiz Cláudio Rocha, o Xedinho, era contratado através da Minas Eventos e Estruturas. Segundo documentos obtidos pela Globo, ainda em 2019, a empresa tinha contrato com o Cruzeiro válido por três anos e no valor de R$ 240 mil. A Polícia Civil investiga se Xedinho também era o responsável pelo pagamento do galpão ocupado pela torcida organizada Máfia Azul, localizada em frente à sede administrativa do Cruzeiro, no Barro Preto. Xedinho foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos.

Carlos Alberto Monteiro prestava consultoria ao Cruzeio, por meio da CDF Assessoria e Consultoria. Já Roberto Márcio de Freitas Rocha fazia parte do grupo de conselheiros contratados para prestação de serviços à presidência celeste, encabeçada por Wagner Pires de Sá.

/elo


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