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 Atualizado em 06-12-19 07h55min  |  Fonte: Cruzeiro.Org (*) |  Qtd Leituras: 476
Crise: O dia que o clássico mostrou que o futebol morreu em Minas


Um apanhado de notícias que dão a dimensão do que foi o clássico sob a ótica da mídia. Redes sociais ´viralizam` a visão que a mídia expõe ao seu modo e provocam reações irracionais.


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Torcedor atingido por bala de borracha perto do olho passa por cirurgia em BH - Portal UAI

O torcedor atleticano Rafael Henrique Reis, de 26 anos, passou por cirurgia no Hospital João XXIII na noite deste domingo, depois de ser atingido perto de um dos olhos por uma bala de borracha, em confronto generalizado após a partida entre Cruzeiro e Atlético, no Mineirão. O torcedor, de Itabirito, deu entrada no Pronto de Socorro às 18h27.

A família ainda não foi informada da gravidade da lesão e do procedimento cirúrgico. ´Estamos aguardando informação sobre o que aconteceu, só soubemos que ele está em cirurgia`, afirmou Rosemari Rodrigues, mãe de Rafael.

Rafael deixou Itabirito de carro com mais quatro amigos. Segundo um deles, Rafael estava saindo do banheiro quando foi atingido por um disparo feito por um policial militar. A bala acertou a região do olho do torcedor.

´Ele sempre acompanha o Atlético, vem nos jogos, não é de briga. Estamos aqui esperando informação`, afirmou Ana Flávia, prima de Rafael.


Confrontos

O Mineirão se transformou em uma praça de guerra ao apito final do árbitro Jean Pierre Gonçalves. Torcedores do Atlético invadiram áreas reservadas aos cruzeirenses e o confronto começou. A segurança privada do Mineirão - que teve a ausência de cerca de 130 dos 580 seguranças escalados -, teve dificuldade em conter a confusão. Na sequência, a PM chegou para dispersar os focos de atrito.


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Após confronto entre torcidas cruzeirenses, 76 são presos e 5 vão para o hospital - Hoje em Dia

Setenta e seis torcedores do Cruzeiro foram presos pela Polícia Militar, no Anel Rodoviário, depois de uma briga entre duas torcidas organizadas do time celeste, na tarde deste domingo (10).

De acordo com a corporação, um ônibus de torcedores da Pavilhão Independente, que vinha de João Monlevade para o clássico no Mineirão, foi interceptado por um grupo da Máfia Azul. Houve confronto entre os dois grupos e cinco pessoas ficaram feridas e tiveram de ser socorridas ao hospital.

Todos os torcedores das duas torcidas que estavam no confronto foram levados até o Mineirão para serem autuados na delegacia do estádio. Eles poderão responder por provocação de tumulto ou tentativa de homicídio, a depender do estado de saúde dos feridos, de acordo com a PM.

´Nos não vamos deixar, em Minas Gerais, que esses marginais travestidos de torcedores fiquem aqui causando transtorno`, afirmou o tenente-coronel Juliano José Trant de Miranda, Comandante do batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar de Minas Gerais.

A reportagem tenta contato com representantes da Máfia Azul. Já a Pavilhão Independente enviou a seguinte nota:

´Lamentável o fato ocorrido, uma tentativa mal feita de uma emboscada por parte da torcida do próprio time, a Máfia Azul. O objetivo de todos deveria ser ir ao estádio para apoiar o Cruzeiro em busca da melhora por posições na tabela, escapar do rebaixamento.
Infelizmente a torcida referida foi para o anel rodoviario armar uma tocaia para torcedores do interior, alguns membros da Pavilhão, outros torcedores comuns do clube.
Consideramos incoerente a prisão dos membros que agiram em legítima defesa e frustaram a tentativa de ataque da torcida da rua timbiras.
Esse tipo de atitude só agrava ainda mais o clima de rivalidade entre torcidas do Cruzeiro, e não acrescenta em nada pra ninguém`.



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Polícia Militar contabiliza até agora 53 presos ao fim do clássico no Mineirão - Hoje em Dia

A Polícia Militar atualizou na noite deste domingo (10) os números em relação aos confrontos registrados antes, durante e depois do clássico entre Cruzeiro e Atlético, no Mineirão.

Os números oficiais apontam que 53 pessoas foram presas por causa de brigas envolvendo torcidas organizadas e outras confusões dentro e fora do estádio.

De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar José Juliano Trunt, desde a manhã deste domingo foram contabilizadas prisões por causa da violência.

´39 presos ligados à torcidas organizadas, Máfia Azul e Pavilhão, vindos de João Monlevade tiveram encontro no Anel Rodoviário foram contidos e presos`, comentou o militar.

Além desses, outros 14 torcedores também foram presos, envolvidos em outros boletins de ocorrência.

Seis desses somam-se aos números por causa de uma briga na região Leste de Belo Horizonte. Outro confronto envolvendo organizadas.

´No estádio as confusões foram registradas envolvendo Máfia Azul e Pavilhão, e também à Torcida do Atlético. Basicamente integrantes da Galoucura que se envolveram em confusão e tentativa de invasão. Temos dois presos e estamos aguardando apurações para chegarmos ao número final`.

A polícia não confirma oficialmente a informação de que um torcedor do Atlético foi atingido por uma bala de borracha no olho. Mas, ainda segundo o tenente-coronel Trant todo o trabalho dos militares foi condizente com a real necessidade do momento.

A PM confirma o uso de balas de borracha e gás de pimenta, justamente por considerar que essas eram as melhores alternativas para controlar os conflitos dentro e fora do estádio.

´Nós fizemos intervenções rápidas para evitar um mal maior. O que quero dizer com isso, pessoas que não tenham nada a ver com torcidas organizadas sejam feriadas. E até agora não temos registro de pessoas que não sejam de organizadas com ferimentos`, disse.

O tenente-coronel ainda revelou que dois torcedores do Atlético ligados à organizadas, que participaram do tumulto, estão recebendo atendimento médico, mas sob escolta de policiais para serem conduzidos à delegacia.

Somam-se aos detidos, mais seis cruzeirenses, também vinculados a organizadas, que foram detidos após um briga no portão C do Mineirão, ainda no início da partida.


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Segurança, vítima de injúria racial e torcedor do Atlético revela ter levado cusparada de torcedor - Hoje em Dia


Uma cena lamentável que manchou o clássico entre Cruzeiro x Atlético, neste domingo (10). Assim pode ser traduzido o ato de injúria racial, cometido por dois torcedores do alvinegro, com um dos seguranças privados, contratados para atuar durante a partida. Além das palavras de cunho racista, Fábio Coutinho relata uma cusparada.

´Uma situação vexatória, mas somos profissionais. Repugnante o que não foi gravado ali. Ele cuspiu no meu rosto. Todos os vigilantes que estavam presentes viram. Eles queriam ter acesso à área que é destinada à imprensa`, desabafa Coutinho ao Hoje e Dia.

´Acho bacana me posicionar, não pelo lado pessoal, mas pela classe. Acho bem rasa esta questão de ser preto, macaco, qual a sua cor... Deve-se ter um respeito ao ser humano e ao profissional. Eu não agredi ele em momento algum. Enfim, não é questão somente de levantar uma bandeira, mas pessoas como esta tem que ter uma lição`, acrescenta.

Apesar de não ser mineiro, o segurança conta também que, curiosamente é atleticano. Ser imparcial durante a atividade, seu ganha pão, é algo que ele não abre mão.

´Sou carioca, moro em Minas há mais de seis anos. Sou atleticano, mas sou imparcial. Trabalho muito no Mineirão e também no Independência. Até um atenuante. Fui chamado de Maria e de Cruzeirense, trabalhando na torcida do clube que eu torço`, comenta o segurança de 42 anos.

´Moro em Betim. Cheguei em casa, conversei com minha esposa e ela ficou um pouco transtornada. Me deu bastante apoio. Não tenho uma dimensão ainda e é delicado até opinar. A gente vê tanto esta situação acontecer, mas nunca acha que será vítima um dia. Sair de casa para trabalhar e receber uma cusparada de graça na face e ser insultado da forma que eu fui.. você fica sem reação`, finaliza.

Fábio, a partir desta segunda-feira (11), buscará apoio jurídico para correr atrás de seus direitos.


(*) Com material de Hoje em Dia, Portal UAI

/elo


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Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 11-11-19 12h41min
Dá para escrever um livro... talvez um livro pequeno que resume a situação do país hoje.
A mídia é uma das grandes culpadas... os agentes públicos (Polícia Militar e Civil, Segurança Privada, Minas Arena, BHTrans ...), TODOS que são protagonistas e ficam em redes sociais bravateando ´modernidade`, são culpados... Vão eleger algum bode expiatório e segue o jogo...
Viva os ´linchamentos` em redes sociais e pulhas-hipócritas se escondendo atrás dos dedinhos sujos !!!
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