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 Atualizado em 20-07-19 04h39min  |  Fonte: Cruzeiro.Org (*) |  Qtd Leituras: 829
Cruzeiro sai perdendo e torna-se campeão com gol de Fred


Foi no sufoco, com protagonismo do VAR, ‘lei do ex’ decisiva e em pleno Independência. Após sair atrás no marcador, o Cruzeiro buscou o empate por 1 a 1 com o Atlético neste sábado e conquistou o título do Campeonato Mineiro pela 39ª vez na história. Fred, de pênalti - marcado com auxílio da arbitragem de vídeo -, fez para o time celeste, aos 35’ da etapa final. Elias havia aberto a contagem ainda no primeiro tempo.

Com passagem pelo Atlético entre 2016 e 2017, Fred foi o responsável por garantir o bicampeonato estadual ao Cruzeiro. A equipe celeste, já sob o comando do técnico Mano Menezes, conquistou o Mineiro em 2018, também contra o principal rival.

No primeiro tempo, o Cruzeiro apostou em ataques pelo lado esquerdo e levou perigo ao gol adversário. Mas foi o Atlético que abriu o placar. Após boa jogada de Chará pela esquerda, Ricardo Oliveira finalizou, para defesa de Fábio. Elias atacou a bola no rebote e cabeçeou para o fundo das redes.

Na etapa final, Mano Menezes promoveu as entradas do atacante Pedro Rocha e do meia Thiago Neves. E foi justamente numa jogada do ex-gremista que o zagueiro Leonardo Silva deu um carrinho e tocou com a mão na bola. Após consulta ao monitor do VAR, o árbitro Leandro Bizzio Marinho assinalou pênalti - convertido por Fred. Daí em diante, o Cruzeiro se fechou para suportar a pressão adversária. E conseguiu.

O Cruzeiro foi campeão mineiro invicto pela 12ª vezes na história. As outras campanhas sem derrota foram em 1926, 29, 30, 44, 68, 69, 92, 94, 2003, 2009 e 2014.

Agora, as equipes voltam as atenções para a Copa Libertadores. Nesta terça-feira, às 21h30, o Atlético faz jogo decisivo contra o Nacional-URU, no Mineirão, pela quinta rodada do Grupo E. O time alvinegro precisa vencer para manter o sonho de avançar às oitavas de final.

No mesmo dia, às 17h, o Cruzeiro visita o Deportivo Lara, no Estádio Metropolitano de Lara, em Cabudare, na Venezuela. Com 12 pontos ganhos nas quatro primeiras rodadas, o time celeste já tem a liderança do Grupo B garantida.


O JOGO

Os dois treinadores fizeram mistério antes da final e surpreenderam na escalação. No Atlético, Leonardo Silva foi mantido no lugar do vetado Réver. Na vaga de Cazares, vetado por dores musculares, o escolhido foi Geuvânio, que jogou pelo lado direito. Com isso, Luan atuou centralizado e o colombiano Chará pela esquerda. No Cruzeiro, Mano Menezes colocou Dodô no time titular. Egídio ficou no banco de reservas.

O jogo começou quente. Logo aos 2', o árbitro Leandro Bizzio Marinho foi acionado pelo VAR para rever lance de Geuvânio. O atleticano cometeu falta dura em Dodô e levou o cartão amarelo. E foi dos pés do camisa 49 do Galo que surgiu a primeira jogada de perigo do jogo. Ele arrancou pela direita, deixou o marcador para trás e cruzou rasteiro. Ricardo Oliveira finalizou e acertou o travessão. No rebote, Luan chutou para fora.

O time celeste tentou suas primeiras investidas pelo lado esquerdo do ataque. No primeiro cruzamento, Fábio Santos cortou antes de Rodriguinho finalizar. No segundo, que veio rasteiro, Igor Rabello tentou cortar e acertou a bola no travessão de Victor. Com mais posse de bola, o Cruzeiro seguiu insistindo pelo mesmo setor. Guga ficou sobrecarregado, já que a participação de Geuvânio na marcação foi praticamente nula.

No lado alvinegro, muita dificuldade para a criação de jogadas. A marcação celeste, bem encaixada, dava poucos espaços ao Galo. Quem mais conseguiu se sobressair foi o meia-atacante Geuvânio, com boas arrancadas pela direita. Se entrar na defesa do Cruzeiro estava complicado, o Atlético precisava encontrar o adversário desarrumado.

E foi assim que aconteceu o primeiro gol do jogo. Robinho perdeu a bola para Fábio Santos na lateral. O camisa 6 lançou Chará, que driblou a marcação e conseguiu dar belo passe para Ricardo Oliveira avançar livre. O centroavante finalizou na saída de Fábio, que fez grande defesa. No rebote, Elias apareceu rapidamente pelo meio da área e cabeceou para o fundo das redes: 1 a 0.

Depois do gol, o Atlético recuou as linhas e deixou o rival com a bola. O Cruzeiro não conseguiu criar muito. Rodriguinho, responsável pela criação no meio-campo celeste, não teve sossego da marcação de Zé Welison e pouco produziu. Mesmo assim, numa rara escapada, finalizou da entrada da área. A bola desviou na defesa, mas Victor conseguiu segurar. Ainda no fim da etapa inicial, o Galo quase ampliou. Geuvânio deu belo drible em Dodô e finalizou de fora da área. Fábio, com bela defesa, espalmou para escanteio.

O segundo tempo começou com o Atlético recuado e o Cruzeiro com a posse de bola. Logo no início, Robinho quase empatou em cobrança de falta que passou muito perto do gol de Victor. O jogo na etapa final não teve muita sequência. O árbitro Leandro Bizzio Marinho acionou o VAR muitas vezes, irritando jogadores e torcedores no Horto.

O Atlético apostava nas jogadas pelo lado direito. As triangulações com Guga, Elias e Geuvânio funcionavam, mas o time não conseguia concluir as jogadas. Mano Menezes apostou na entrada de Pedro Rocha no lugar de Marquinhos Gabriel. Na primeira vez que recebeu a bola, o atacante dominou e finalizou na rede pelo lado de fora.

Luan sentiu contusão e deu lugar a Vinicius. No Cruzeiro, Thiago Neves foi o escolhido para entrar no lugar de Romero. A equipe celeste ficou mais ofensiva. Rodrigo Santana, do Atlético, foi obrigado a mexer mais uma vez. Geuvânio pediu substituição. Maicon Bolt entrou em seu lugar.

Com as mudanças, o time celeste passou a jogar no campo de ataque. E, numa arrancada pelo lado esquerdo, Pedro Rocha deixou marcadores para trás. Leo Silva tentou cortar de carrinho e a bola tocou em seu braço direito. Após consulta ao VAR, o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Fred deslocou Victor e empatou o clássico: 1 a 1.

Logo após o gol, Mano recompôs a equipe com a entrada de Lucas Silva no lugar de Rodriguinho. A cartada final de Rodrigo Santana no Galo foi a entrada do jovem Alerrandro no lugar de Zé Welison.

O Atlético foi para o abafa no fim. De todas as formas, o Galo tentava chegar na área celeste. Experiente, a equipe cruzeirense soube controlar bem as ações e esfriou o jogo até o fim para conquistar o bicampeonato estadual.


ATUAÇÕES

GloboEsporte.Com

Fred (6,5) - Não atuou bem durante boa parte da partida, mas fez o gol decisivo para o título invicto do Cruzeiro. Ainda terminou o Estadual como artilheiro da competição com 12 gols. O atacante artilheiro voltou!

Rodriguinho (5,0) – Um dos destaques do Cruzeiro até então na temporada, o meia ficou muito preso na marcação de Zé Welison e acabou oferecendo poucas vezes para a chegada do time ao ataque.

Pedro Rocha (6,5) – Entrou na partida na posição de Marquinhos Gabriel, que vinha jogando bem, e acabou dando muito trabalho pelo lado esquerdo do Atlético. Foi com ele que surgiu o lance do pênalti que originou o gol cruzeirense.

Notas do Cruzeiro: Fábio(6,5), Edilson(4,5), Dedé(5,0), Léo(5,5), Dodô(5,5), Henrique(5,5), Lucas Romero(5), Thiago Neves(6,0), Robinho(5,5), Rodriguinho(5,0), Lucas Silva(sem nota), Marquinhos Gabriel(6,0), Pedro Rocha(6,5), Fred(6.5).


ESTATÍSTICAS DO CONFRONTO

Jogos: 491

Vitórias: 168
Empates: 132
Derrotas: 191
Saldo: 33

Gols marcados: 631
Gols sofridos: 686
Saldo: -55

Partida Anterior (Jogo 490)
Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG - 14/abr/2019
Mineiro
Toca 3 - Belo Horizonte (MG)


CURIOSIDADES

No Mineiro

Foram 272 confrontos pelo Campeonato Mineiro, com 92 vitórias do Cruzeiro, 71 empates e 109 derrotas. O Cruzeiro marcou 298 gols e sofreu 345.

Títulos no Mineiro

Campeonato Mineiro 1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968 ,1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2002(+), 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2011, 2014, 2018, 2019
+ Supercampeonato Mineiro

Finais do Mineiro

Os rivais enfrentaram-se pela 24a decisão do Campeonato Mineiro. O Cruzeiro foi campeão em 15 ocasiões, enquanto o adversário ficou com dez títulos. Na competição de 1956, o título foi dividido entre os dois, por questões levadas aos tribunais.

Independência

O novo Independência teve a primeira comemoração de título do Cruzeiro sobre seu rival citadino.

Invencibilidades

Desde 2017 que o Cruzeiro não é eliminado por equipes brasileiras, nas etapas de mata-mata das competições que disputou.

Com o empate neste sábado, a Raposa manteve a invencibilidade na temporada: já são 20 jogos sem derrota na temporada 2019, sendo quinze vitórias e quatro empates.

Artilheiro

Fred anotou 12 gols na competição e permitiu que o Cruzeiro fosse campeão e tivesse o artilheiro da competição após algumas temporadas.

Melhor em tudo

O Campeonato Mineiro de 2019 teve o Cruzeiro como melhor ataque, melhor defesa e campeão da competição invicto, pela 12ª vez em sua história. O clube celeste já levantou o troféu do Estadual sem ser derrotado em 1926, 1929, 1930, 1944, 1968, 1969, 1992, 1994, 2003, 2009, 2014 e 2019, que consiste no 39º Mineiro de sua história. Com larga vantagem de competições invicto sobre seus adversários diretos.

Multicampeão

Levando em conta as séries que se restringiram a dois títulos, o Cruzeiro já havia sido bi do Mineiro em 2003 e 2004 sob o comando de Vanderlei Luxemburgo e também em 2008 e 2009, com Adilson Batista à frente do time.

Da mesma forma, o Cruzeiro foi bicampeão da Supercopa em 1991 e 1992; da Copa Sul-Minas, em 2001 e 2002; do Campeonato Brasileiro, em 2013 e 2014; e da Copa do Brasil, em 2017 e 2018.

O técnico Mano Menezes tem agora dois bis em sua trajetória de 213 partidas no comando do Cruzeiro: o do Mineiro, conquistado neste sábado, e o da Copa do Brasil, nas duas últimas temporadas.

Ainda seguindo o critério de títulos consecutivos, o Cruzeiro foi tri do Mineiro em 1928, 1929 e 1930; em 1943, 1944 e 1945; em 1959, 1960 e 1961; e ainda em 1996, 1997 e 1998. O clube ainda foi tetra estadual em 1972, 1973, 1974 e 1975 e tetra da Taça Minas Gerais em 1982, 1983, 1984 e 1985.

O único penta consecutivo do Cruzeiro foi fruto das conquistas do Mineiro em 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969.


FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO 1 X 1 CRUZEIRO

Motivo: segundo jogo da final do Campeonato Mineiro
Local: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Público: 21.862
Renda: R$ 1.208.669,00
Data e horário: 20 de abril de 2019 (sábado), às 16h30

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (CBF/SP)
Assistentes: Rafael Alves (RS) e Elio Nepomuceno (RS)
VAR: Leandro Pedro Vuaden (CBF/RS)

Atlético - Victor; Guga, Leonardo Silva, Igor Rabello e Fábio Santos; Zé Welison (Alerrandro, aos 40/2°T); Geuvânio (Maicon Bolt, aos 27/2°T), Luan (Vinicius, aos 22/2°T), Elias e Chará; Ricardo Oliveira. Técnico: Rodrigo Santana

Cruzeiro - Fábio; Edilson, Dedé, Leo e Dodô; Henrique e Lucas Romero (Thiago Neves, aos 26/2°T); Robinho, Rodriguinho (Lucas Silva, aos 35/2°T) e Marquinhos Gabriel (Pedro Rocha, aos 20/2°T); Fred. Técnico: Mano Menezes

Gols: Elias, aos 29/1°T; Fred, aos 34/2°T)

Cartões amarelos: Geuvânio, aos 3/1°T; Edilson, aos 36/1°T; Luan, aos 10/2°T; Thiago Neves, aos 29/2°T; Ricardo Oliveira, aos 30/2°T; Fred, aos 49/2ºT; Victor, aos 49/2ºT; Fábio, aos 50/2ºT

(*) Com material de Cruzeiro.Org / Portal UAI

/elo


Cruzeiro.Org - 25 anos

Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 21-04-19 11h46min
Os caras são e sempre serão RIDÍCULOS. Um comentário que vi e cabe perfeitamente para esta decisão:
O ´combo` Mano é isto daí... vitória na conta do chá e empate suficiente... SEM MAIS
 pyxis | BHZ | 21-04-19 11h49min
O cara das atuações avaliou sem ver o jogo...PATETA !
Melhor em campo: Léo
Pior em campo: Marquinhos Gabriel
Herói do jogo e título: Fred
Vilão do jogo: Edílson
Minhas notas: Fábio(6,5), Edílson(3,5), Dedé(5,0), Léo(7,5), Dodô(6,0), Henrique(6,5), Lucas Romero(6), Thiago Neves(Sem Nota), Robinho(5,0), Rodriguinho(4,5), Lucas Silva(6), Marquinhos Gabriel(3,0), Pedro Rocha(6), Fred(7,0).
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