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 Atualizado em 18-03-19 23h33min  |  Fonte: Cruzeiro - Site Oficial |  Qtd Leituras: 144
Série Prorrogação - Sérgio Campolina do Departamento Médico


Ele foi um dos principais nomes do Cruzeiro fora das quatro linhas em 2018. Um dos maiores reforços da diretoria cinco estrelas nos bastidores, Sérgio Campolina, diretor do Departamento Médico celeste, é o personagem do sexto episódio da série ´Prorrogação`, que traz entrevistas exclusivas com atletas e membros da comissão técnica.

Em um bate-papo, Dr. Sérgio abordou pontos importantes ocorridos durante a temporada, como o aprimoramento do setor com novos equipamentos e recuperação de jogadores lesionados, como o caso do zagueiro Dedé.

O profissional cruzeirense relembra de sua conversa com o defensor logo no início de sua chegada ao clube e destaca que teve que reconstruir o joelho lesionado do camisa 26. ´Dedé era um atleta sadio, beneficiado fisicamente e mentalmente. E o que se viu foi uma série de lesões e complicações. Em alguns momentos ele me confessou que não iria dar conta. Então quando eu sentei com ele e expliquei ‘Dedé, eu não vou trazer o seu joelho ao que era um joelho de cinco anos atrás. Isso é inviável. Você tem um joelho que se viu envolvido em várias lesões e há uma memória dessas lesões. O que eu vou fazer com você, com sua ajuda, é criar um novo joelho. Nós vamos trabalhar para você se adaptar a sua nova realidade. E meu objetivo maior é que você não sinta dor e que você consiga fazer o que você sempre fez. Não adianta você jogar futebol às custas de medicações, de infiltrações’`, citou.

´Tudo o que tinha de mais moderno na ciência para tratamento, eu fiz nele, com base em uma programação respaldada por todo o clube. Fizemos um projeto e esse projeto deu certo. O Dedé foi acreditando e vendo que era capaz`, completou.

Além de Dedé, Dr. Sérgio Campolina tratou diretamente dos casos de lesão que envolveram o meia Robinho e os atacantes Fred e Sassá.

Veja alguns pontos da entrevista:

Sassá

´O Sassá viveu uma situação de trauma articular, em que teve uma fratura da cartilagem. É uma lesão que preocupa muito, pois é de difícil recuperação. A abordagem cirúrgica foi rápida e desde o primeiro momento ele já iniciou o tratamento. Com menos de uma semana, ele já estava na fisioterapia, tentando trabalhar aquilo que não agrediria o joelho. O atleta lesionado não precisa ficar na cama para recuperar. Ele pode fazer uma reabilitação sem comprometer a área lesionada`, ressaltou.

Fred

´O Fred é um atleta que, apesar de toda a vivência, era relativamente juvenil em termo de lesões, pois nunca tinha passado por isso. A partir do segundo dia de pós-operatório, ele já estava na reabilitação, utilizando alguns aparelhos na reabilitação articular e ele, assim como o Sassá, se envolveu com o processo. Mesmo em momentos de folga, ele continuou fazendo o trabalho, junto com nosso fisioterapeuta praticamente 24 horas`, comentou.

Robinho

´No início do ano, fiz um levantamento histórico pessoal de todos os jogadores, como se fosse um currículo. O currículo de um atleta também é importante, pois dentro desses dados existem históricos de grandes lesões. E como elas se repetiam, ficou fácil de identificarmos, através dos dados que nós tínhamos do histórico do Robinho dentro do clube, onde ocorriam as lesões. Então ele foi um dos atletas que mais direcionamos às medidas preventivas. E esse ano foi possível, pois reaparelhamos o departamento. Com essa renovação de máquinas, de implementos, ele demonstrou claramente que é viável (a melhora das lesões). As lesões não ocorreram não por questão de sorte. Ele realmente abraçou a ideia, fez seus exercícios e chegou bem à disposição nos últimos jogos do ano`, disse.

Prevenção de lesões

´Realmente os números foram muito animadores. Tivemos redução de mais de 50% no número de lesões, principalmente aquelas lesões que mais preocupam um atleta de futebol e a comissão técnica, que são as lesões musculares. Com todo esse caminho de informações, nós conseguimos prever a lesão. Os atletas foram orientados, entenderam o objetivo e tivemos poucos casos em que fomos surpreendidos`, afirmou.

Investimento no DM

´Eu acho que o maior investimento que o clube fez foi na prevenção. Visitei vários centros para entender o que eles tinham de bom. As ideias foram trazidas e tudo aquilo que foi solicitado, nós tivemos. O que era necessário, nós temos para 2019. Nós tivemos 13 lesões musculares nesse ano. No ano passado foram 28. Então esse foi um número mais que relevante`, finalizou.

Para ver a entrevista completa no Youtube copie o Link

https://youtu.be/4rMdn-vX0Wo

/elo


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