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 Atualizado em 10-12-18 19h48min  |  Fonte: Cruzeiro.Org (*) |  Qtd Leituras: 148
Cruzeiro tem noite complicada e perde por 2 a 0 para o Boca


O Cruzeiro não suportou a pressão do 'caldeirão' da Bombonera e acabou derrotado pelo Boca Juniors por 2 a 0, nesta quarta-feira, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores. Além de apresentar futebol burocrático e sem tanta força ofensiva, o time celeste foi bastante prejudicado pela arbitragem. O paraguaio Eber Aquino, responsável pelo apito, expulsou Dedé injustamente em função de um lance acidental envolvendo o defensor cruzeirense e o goleiro argentino Andrada. Curiosamente, o juiz consultou o recurso de vídeo (VAR) para confirmar a decisão, tomada aos 29min do segundo tempo, depois de o camisa 1 do Boca receber atendimento médico. Mesmo com as imagens mostrando que Dedé visava apenas a bola quando atingiu o rosto de Andrada, Aquino não titubeou ao dar vermelho, respaldado pelo árbitro de vídeo Mario Diaz de Vivar.

O clube xeneize, que abriu o placar com Zárate, aos 35min do primeiro tempo, viu caminho livre para marcar o segundo, aos 36min da etapa final, em finalização de Pablo Pérez. Nesse lance, o lateral-direito Edilson falhou ao tentar cortar o cruzamento de Jara.

Agora, o Cruzeiro terá uma tarefa muito difícil no confronto de volta, marcado para quinta-feira, 4 de outubro, às 21h45, no Mineirão. Em função do revés por 2 a 0 na Bombonera, será obrigado a vencer por três gols de diferença para garantir a classificação no tempo normal. Se a Raposa triunfar por 2 a 0, a definição de quem avançará à semifinal ocorrerá nos pênaltis. Por sua vez, o Boca poderá perder até por dois gols de diferença, desde que marque ao menos uma vez. Isso porque na Copa Libertadores existe o regulamento do gol qualificado como visitante. O ganhador do duelo pegará na próxima fase Palmeiras ou Colo Colo. No Brasileiro, a Raposa pegará o Santos no domingo, às 19h, no Mineirão, pela 26ª rodada.

O JOGO

La Bombonera estava cheia. O clima era de decisão. A torcida do Boca, como de praxe, fez muita festa. Cantou alto. Tudo isso para ajudar a 'intimidar' os jogadores do Cruzeiro, que, durante a semana, concederam entrevistas a respeito da mística do estádio e garantiram que a experiência do elenco seria fundamental para lidar com qualquer tipo de pressão. Sem Arrascaeta, lesionado, o técnico Mano Menezes escolheu Rafinha, longe de ter a técnica e a habilidade do camisa 10, porém voluntarioso e bastante esforçado na recomposição. Logo no primeiro minuto de jogo, o time celeste conseguiu um escanteio. Rafinha cobrou no primeiro poste, e Thiago Neves cabeceou na rede, mas pelo lado de fora.

O começo do Cruzeiro foi animador, com vantagem na posse de bola e compactação no meio-campo. O posicionamento inicial dos homens de meio-campo forçou muitos erros de passe por parte do Boca. Tanto que a torcida xeneize demonstrou impaciência em dado momento. Mas a Raposa, quando tinha a redonda em seus pés, não criava. O atacante Hernán Barcos ficou isolado entre os zagueiros Izquierdoz e Magallán. Thiago Neves, por sua vez, foi desarmado em lances aparentemente fáceis. Robinho praticamente não pegou na bola, enquanto Rafinha se viu obrigado a recuar para Egídio ou Lucas Silva por causa da falta de confiança em tentar um drible.

Diante da lentidão do Cruzeiro, o Boca resolveu entrar no jogo. O experiente Pablo Pérez, de 33 anos, deu as cartas no meio-campo. Somente na etapa inicial, foram 40 passes certos do camisa 8. Um deles certeiro, aos 35min, que passou por Lucas Silva e Leo e deixou Zárate cara a cara com Fábio para fazer 1 a 0. A situação só não foi pior para os mineiros porque o zagueiro Dedé fez grande jogo, tanto pelo alto, amparado pela estatura de 1,92m, quanto por baixo, com desarmes precisos principalmente contra o astuto Pavón. Na frente, a produtividade cruzeirense foi nula. Andrada, goleiro do Boca, praticamente não pegou na bola.

Mano Menezes preferiu não realizar substituição no intervalo. Guillermo Schelotto também manteve a formação do Boca. Aos 3min, o Cruzeiro finalmente conseguiu encaixar um bom ataque. Aproveitando-se de falha de marcação de Olaza, Robinho lançou para Rafinha, que invadiu a grande área e conseguiu tirar do goleiro Andrada. Em cima da linha, o volante Barrios conseguiu chegar a tempo para tirar a bola de carrinho. Incrível! A jogada arrancou aplausos da multidão vestida de azul e amarelo na Bombonera. O Boca respondeu à altura aos 12min, em arremate de longa distância de Zárate. A redonda explodiu na trave direita de Fábio.

A primeira mudança do Cruzeiro só ocorreu aos 23min. Thiago Neves, apagado na partida, deu lugar a Rafael Sobis. Mal deu tempo de o camisa 7 esquentar. Aos 24min, o zagueiro Dedé, ao tentar cabecear a bola, acertou involuntariamente o rosto do goleiro Andrada, que sofreu um corte na gengiva e precisou receber atendimento médico durante seis minutos. Enquanto isso, o árbitro paraguaio Eber Aquino foi acionado pelo árbitro de vídeo Mario Diaz de Vivar. Ele analisou as imagens do lance envolvendo Dedé e Andrada e tomou uma decisão absolutamente inesperada: expulsou o camisa 26 cruzeirense aos 29min por causa da jogada acidental. Incrédulo com o erro grotesco de Aquino, Dedé deixou o campo. Os demais atletas cruzeirenses também ficaram sem entender. Mano Menezes até pensou em chamar Manoel, mas optou pelo recuo de Henrique. Na frente, colocou Raniel no lugar de Barcos.

Com um a menos – justamente Dedé, que fazia partida impecável e evitava os principais avanços do Boca –, o Cruzeiro se complicou de vez aos 36min. Jara cruzou para a grande área, e Edilson, sozinho, atrapalhou-se para cortar a bola. O cabeceio malsucedido em cima de Henrique, que fazia o papel de zagueiro, fez a redonda sobrar limpa na entrada da área para o Boca. Pablo Pérez soltou a bomba na gaveta, sem chances para Fábio: 2 a 0. Aos 39min, Mano Menezes decidiu preencher o setor defensivo com Manoel. Rafinha deixou o campo. Sem perspectiva de chegar ao ataque por meio de troca de passes, o Cruzeiro teve a chance derradeira aos 46min, em cobrança de falta de Edilson. Andrada espalmou para a linha de fundo e garantiu a ótima vantagem aos argentinos.


ATUAÇÕES

FÁBIO (Nota 6)
Praticamente não teve trabalho durante o jogo

EDÍLSON (Nota 4)
Ficou mais preso à marcação e se mostrou atrapalhado, como no segundo gol

DEDÉ (Nota 8)
Estava sendo o melhor em campo até ser injustamente expulso

LEO (Nota 7)
Um pouco menos preciso que o companheiro, mas sem comprometer

EGÍDIO (Nota 6) (foto)
Sofreu muito para parar os adversários, até por ficar muito sozinho, e errou muitos passes

HENRIQUE (Nota 4)
Irreconhecível na marcação, ficando perdido no posicionamento

LUCAS SILVA (Nota 4)
Outro que também não se encontrou na maioria dos lances

ROBINHO (Nota 5)
Mesmo com liberdade, pouco conseguiu fazer para ajudar o time a chegar ao gol

THIAGO NEVES (Nota 5)
Responsável por armar
as jogadas, ficou encaixotado na marcação. Perdeu chance incrível no início do segundo tempo. Deu lugar a RAFAEL SOBIS (Nota 4), que não justificou a entrada, até pela expulsão de Dedé
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RAFINHA (Nota 5)
Um dos mais criativos da equipe celeste, o que não significou muita coisa. Saiu para a entrada de MANOEL (Nota 6), que recompôs a zaga e não comprometeu

BARCOS (Nota 4)
Ficou isolado e pouco participou. Substituído por um tímido RANIEL (Nota 5)

MANO MENEZES (Nota 7)
Mostrou criatividade ao mudar a forma de jogar da equipe no intervalo sem fazer alterações, mas demorou para recompor a defesa depois da expulsão

BOCA JUNIORS
O atacante ZÁRATE (Nota 7) deu muito trabalho à defesa celeste

ARBITRAGEM
O paraguaio ÉBER AQUINO (Nota 1) fazia arbitragem boa até cometer o grave erro de expulsar Dedé em um choque com o goleiro Andrada, provavelmente influenciado pelo árbitro de vídeo Mário Diaz de Vivar, também do Paraguai. Os assistentes foram bem.


FICHA TÉCNICA

BOCA JUNIORS 2 X 0 CRUZEIRO

Motivo: jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores
Estádio: La Bombonera, em Buenos Aires-ARG
Data: quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Árbitro: Eber Aquino (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PAR) e Juan Zorrilla (PAR)
Árbitro de vídeo: Mario Diaz de Vivar (PAR)
Assistentes do árbitro de vídeo: Gery Vargas (BOL) e Milciades Saldivar (PAR)

BOCA JUNIORS - Andrada; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Pablo Pérez (Almendra, aos 39min do 2ºT) e Wilmar Barrios; Zárate (Villa, aos 16min do 2ºT), Benedetto (Tevez, aos 31min do 2ºT) e Pavón. Técnico: Guillermo Barros Schelotto

CRUZEIRO - Fábio; Edilson, Dedé, Leo e Egídio; Lucas Silva e Henrique; Robinho, Thiago Neves (Rafael Sobis, aos 23min do 2ºT) e Rafinha (Manoel, aos 39min do 2ºT); Barcos (Raniel, aos 34min do 2ºT). Técnico: Mano Menezes

Gols: Zárate, aos 35min do 1ºT; Pablo Pérez, aos 36min do 2ºT (BOC)

Cartões amarelos: Olaza, aos 9min, Nández, aos 44min do 2ºT (BOC); Edilson, aos 46min do 2ºT (CRU)

Cartão vermelho: Dedé, aos 29min do 2ºT (CRU)

(*) Com conteúdo de Cruzeiro.Org / Superesportes



PROMOÇÃO - CRUZEIRO.ORG

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Libertadores 2018

Cruzeiro x Boca Juniors-ARG
4/10 (quinta), às 21h45
Mineirão

LINK para avaliação dos Jogadores e técnico

https://goo.gl/forms/uMp1wcV7MGuNXCZA3 (Jogo Cruzeiro x Boca Juniors)

/elo


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 pyxis | BHZ | 22-09-18 21h36min
O erros da arbitargem, no caso do Dedé foi absurdo e PREJUDICOU o Cruzeiro no jogo e na partida de volta.
Mais absurdo é cruzeirense ainda defender estas arbitragens LIXO.
Entretanto, a derrota NÃO FOI por causa destes erros... os erros do Mano não podem ser encobertos pela lambança da Conmebol, CBF etc caterva.
Mano tem que deixar de ser burro e teimoso. Entrar com Edílson, TN30, Rafinha, Robinho e Barcos, é PREJUÍZO sempre... taí a campanha pós Copa do Mundo no Br´18... TÉTRICA !
 pyxis | BHZ | 22-09-18 21h39min
Melhor em Campo: Léo
Pior em campo: TN30
Herói do Jogo: Dedé
Vilão do Jogo: Edílson
Minhas notas: Fábio(7), Edilson(4), Dedé(7), Leo(8), Egídio(6), Lucas Silva(6,5), Henrique(5), Robinho(4,5), TN30(3), RSobis(5), Rafinha(4), Manoel(5), Barcos(4), Raniel (Sem Nota). Mano Menezes(2).
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