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 Atualizado em 22-03-19 03h36min  |  Fonte: Superesportes - UAI |  Qtd Leituras: 795
Justiça condena Cruzeiro em R$300 mil na venda de Bernardo ao Vasco


O Cruzeiro foi condenado, nesta sexta-feira, pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a pagar R$ 300 mil à JRC Serviços Profissionais e Comerciais. O motivo? A venda de Bernardo ao Vasco no fim de 2011. Na ação, a empresa alegou ter direito a 30% dos R$ 3,5 milhões recebidos pela Raposa na negociação.

De acordo com a ação, o Cruzeiro e a JRC firmaram compromisso, em março de 2003, no qual a empresa receberia 30% do valor de uma possível transferência do meio-campista, limitada a R$ 300 mil. No fim de 2011, a Raposa concretizou a venda de Bernardo ao Vasco por R$ 3,5 milhões.

Na ocasião, o clube cruz-maltino exerceu a compra dos direitos fixados do jogador, após contar com ele por empréstimo durante a temporada. A JRC, então, passou a procurar o clube celeste em busca de um acordo. Sem êxito, acionou a Justiça em 2012.

O Cruzeiro, por sua vez, argumentou que o termo de compromisso firmado com a JRC não tinha validade jurídica, já que o estatuto do clube celeste estabelece que somente o presidente pode representar ´política, social, jurídica e administrativamente a instituição`. O documento foi assinado, na época, por Fausto Raimundo Queiroz, indicado então como diretor-geral do futebol base.

Um laudo pericial, no entanto, comprovou a autenticidade do documento. O juiz Christyano Lucas Generoso, da 22ª Vara Cível de Belo Horizonte, ressaltou que o termo de compromisso foi referendado por um funcionário do Cruzeiro. ´Ressalta-se que o contrato em questão foi benéfico à parte ré (Cruzeiro) e caso fosse reconhecida a nulidade do documento, seria necessário voltar ao status quo antes do contrato, sendo no presente caso impossível`, destacou.

O vice-presidente jurídico do Cruzeiro, Fabiano de Oliveira Costa, disse que a condenação é de primeira instância. O advogado garantiu que o clube celeste irá recorrer.

´É uma sentença que cabe recurso. É uma solicitação de uma empresa de direitos econômicos. A empresa entrou dizendo que tinha direito ao percentual. Perdemos na primeira instância, mas vamos recorrer`.

/elo


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Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 04-03-18 15h11min
Estas empresas de agenciamento e representação só querem ganhar dinheiro (MUITO) e atrapalham até a carreira de jogadores com grande potencial. Tinha que divulgar o nome destes agentes e a acada ação na Justiça que fazem contra os times. Ia desmascarar MUITA GENTE ... is colocar muito INOCENTE (IN)ÚTIL debaixo da chinelada...
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