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 Atualizado em 24-04-18 03h38min  |  Fonte: Superesportes - UAI |  Qtd Leituras: 626
Wagner Pires e os cinco grandes desafios para a temporada 2018

Embora o evento de posse simbólica tenha sido no último dia 15, Wagner Pires de Sá só assume oficialmente suas funções no Cruzeiro nesta segunda-feira. Mesmo que já esteja utilizando uma sala na Toca da Raposa II, só agora ele terá oportunidade de ter acesso irrestrito aos documentos sobre a vida do clube.

O sucessor de Gilvan de Pinho Tavares inicia seu mandato já com cinco grandes desafios nos âmbitos esportivo e administrativo do Cruzeiro.


1 - Reorganizar situação financeira do Cruzeiro

A vida financeira do Cruzeiro foi exposta nos últimos meses e assustou: só na Fifa, em se tem informações mais precisas, a dívida alcança quase R$50 milhões (as compras de Arrascaeta, Riascos, Caicedo e Ábila - que estão na foto - ainda não foram quitadas integralmente). Economista e empresario, Wagner Pires de Sá precisará usar de sua experiência e trabalhar para buscar recursos num cenário de recuperação financeira do país, mas ainda de crise econômica global. Tem nos contratos com a televisão e nos acordos de patrocínio (a Caixa já mostrou interesse em manter a parceria), os meios mais seguros de aumentar a receita. Mas tem num certo projeto a esperança de dar um salto ainda maior nas finanças.


2 - Criar estratégias para o programa de sócio-torcedor

Ciente da necessidade de aumentar receitas e fazer crescer o programa de sócio-torcedor, Wagner anunciou, como uma de suas primeiras medidas, a contratação de Marco Antônio Lage, novo vice-presidente executivo. Será esse o profissional responsável por montar uma estratégia de recuperação do programa. Na última transição de temporadas (2016-2017), o Cruzeiro perdeu cerca de 18 mil associados - saiu de 78 mil para 60 mil. Hoje tem cerca de 65 mil. Em 2018, a disputa da Libertadores deverá ser um atrativo a mais para reconquistar o torcedor.


3 - Ganhar o Mineiro depois de quatro anos sem troféu

No âmbito esportivo, o primeiro grande objetivo do ano será voltar a conquistar o Campeonato Mineiro depois de quatro anos. Apesar dos múltiplos troféus nacionais (dois Brasileiros e uma Copa do Brasil), a gestão de Gilvan de Pinho Tavares deixou a desejar regionalmente. O último caneco do Estadual foi levantado em 2014. Desde então, a Raposa parou duas vezes em semifinais e acabou derrotada pelo arquirrival Atlético na última edição do torneio. Em 2018, o clube entra como favorito não só pelo futebol apresentado na reta final de 2017, mas pela boa janela de transferências em comparação ao seu principal rival.


4 - Conquistar o tricampeonato da Copa Libertadores

Esse, sem dúvidas, é o desafio mais difícil de Wagner Pires de Sá em seu primeiro ano de gestão: voltar a conquistar a Copa Libertadores depois de 21 anos de Cruzeiro na fila. A manutenção do grupo campeão da Copa do Brasil (só deixaram o clube o lateral-esquerdo Diogo Barbosa e o volante Hudson), aliada aos reforços de Edílson, Bruno Silva, Fred e outros dá esperanças ao torcedor de que é possível levantar a ´orelhuda` em 2018. O discurso de Wagner e de seus braços direitos na gestão do clube tem sido nessa linha, de expectativa e trabalho para realizar o sonho.


5 - Unir politicamente o Cruzeiro

Se 2017 marcou a volta do Cruzeiro ao protagonismo do futebol nacional, com a conquista da Copa do Brasil, o ano também marcou a exposição pública de uma turbulência politica nunca antes vista no Barro Preto. Wagner terá como missão unir os conselheiros novamente. Não só seus adversários políticos (ele ganhou o pleito de Sérgio Santos Rodrigues com apenas 35 votos de diferença, 235 a 200), mas também reaproximar o grupo que o apoiou. Dias após o pleito, o então presidente, Gilvan de Pinho Tavares, discordou de decisões do seu aliado e anunciou o rompimento. José Francisco Lemos, então vice, da mesma forma se afastou. Zezé Perrella, que fez campanha para Santos Rodrigues, foi eleito presidente do Conselho Deliberativo e promete ser um fiscal da ´era Wagner`.

/elo


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Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 02-01-18 07h43min
A maioria da torcida é adesista, muitos teleguiados, outros tapados mesmo...
Mas ver filho de conselheiro, dublê de jornalista, fazendo matéria com este tipo de ´desafio` para um presidente do Cruzeiro... é demais para quem não é conformista.
ganhar rural?
Pacificação política no primeiros ano de mandato?
Reorganizar finanças com estas contratações?
Só gente muito estúpida para ser teleguiado por esta mídia...
PASO ! sic
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