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 Atualizado em 22-07-17 01h50min  |  Fonte: Superesportes/UAI |  Qtd Leituras: 427
De ´maior invicto da Série A` aos protestos e eliminações em 2017

Janeiro de 2017.

O Cruzeiro, que mantivera Mano Menezes como treinador para a temporada, anunciara a contratação de Thiago Neves, seu principal reforço na janela de transferências de início de ano. O jogador se juntara a Rafael Sobis, Ramón Ábila, Robinho, Lucas Romero, Manoel, Dedé, Fábio e outros atletas renomados.

A expectativa era de um elenco forte, que brigasse por títulos em todos os torneios que disputasse. As 12 vitórias nos 13 primeiros jogos (Campeonato Mineiro, Primeira Liga e Copa do Brasil) empolgaram bastante. Prenúncio daquele time bicampeão brasileiro em 2013 e 2014? Muitos apostavam que sim.

Julho de 2017.

O Cruzeiro envolvente nos primeiros meses deu lugar a uma equipe dominada por oscilação e incerteza. Títulos? Até o momento nenhum. A Raposa caiu na decisão do Campeonato Mineiro para seu maior rival, o Atlético. Empatou sem gols no Mineirão, num jogo em que deteve a posse da bola, mas não conseguiu criar uma chance perigosa, e perdeu no Independência por 2 a 1. Na Copa Sul-Americana o vexame foi grande. O time bateu o Nacional do Paraguai no primeiro confronto por 2 a 1, no Mineirão (gols de Thiago Neves e Ábila), e abriu o placar no começo do segundo jogo, em Assunção (também com Thiago Neves). Tudo parecia sob controle, pois o adversário não oferecia qualquer perigo. Mas duas falhas individuais – Mayke, no gol de empate, e Caicedo, na virada paraguaia – mudaram os rumos do embate. O Nacional ganhou por 2 a 1 e faturou a vaga na decisão por pênaltis, mesmo tendo perdido duas cobranças. É que o Cruzeiro conseguiu ser mais displicente na marca da cal e errou com Alisson, Fabrício e Arrascaeta. Naquele 10 de maio findava o sonho celeste de ganhar a Sul-Americana, competição que chegou a ser tratada com prioridade pelos dirigentes, uma vez que o clube não conquista um troféu internacional desde 1999 (o último foi a Recopa Sul-Americana, em cima do River Plate).

No Campeonato Brasileiro, a equipe do técnico Mano Menezes somou sete pontos nas três primeiras rodadas e chegou a ocupar a vice-liderança. A sequência, contudo, foi desastrosa. O pontapé inicial para os sucessivos fracassos ocorreu diante da Chapecoense, no Mineirão, em confronto que o time perdeu por 2 a 0 e deixou o estádio sob muitas vaias. O Cruzeiro viria a ser derrotado também por Bahia (1 a 0, na Fonte Nova, 5ª rodada), Corinthians (1 a 0, no Itaquerão, 7ª rodada), Ponte Preta (1 a 0, no Moisés Lucarelli, 9ª rodada) e Atlético (3 a 1, no Independência, 11ª rodada). As vitórias sobre Atlético-GO (2 a 0, no Mineirão, 6ª rodada) e Coritiba (2 a 0, no Mineirão, 10ª rodada) e o empate com o Grêmio (3 a 3, no Mineirão, 8ª rodada) até amenizaram o descontentamento da torcida, mas estiveram longe de apagar o sentimento de insatisfação.

Nem na Copa do Brasil, torneio em que faz boa campanha (seis vitórias, dois empates e uma derrota), o Cruzeiro escapou das críticas. Além de ter se classificado a duras penas diante de São Paulo, na quarta fase (ganhou na ida por 2 a 0, no Morumbi, e perdeu na volta por 2 a 1, no Mineirão), e Chapecoense, nas oitavas de final (ganhou por 1 a 0 no Mineirão e empatou sem gols na Arena Condá), a Raposa apresentou, diante do Palmeiras, o resultado do ano oscilante que vive em 2017. Na partida de ida das quartas de final, disputada em 28 de junho, no Allianz Parque, em São Paulo, o clube mineiro teve atuação perfeita no primeiro tempo e abriu 3 a 0, com gols de Thiago Neves, Robinho e Rafael Sobis. A postura firme na marcação aliada a eficientes contragolpes derrubaram o Verdão em 45 minutos. Só que no segundo tempo, o Cruzeiro voltou totalmente desligado e cedeu o empate aos paulistas (Dudu, duas vezes, e Willian), que recuperaram a confiança na classificação no confronto de volta marcado para 26 de julho (quarta-feira), às 21h45, no Mineirão.

O bom retrospecto em 40 partidas oficiais na temporada – 22 vitórias, 10 empates e oito derrotas – mascara a instabilidade de uma equipe que não transmite confiança. Por vezes, Mano Menezes disse que uma de suas virtudes como treinador é orientar formações que sofrem poucos gols. O Cruzeiro, entretanto, foi vazado 10 vezes nos últimos cinco jogos, muito em função da decisão do técnico de manter uma defesa pouco entrosada e caracterizada pelo mau posicionamento em campo. A torcida, claro, protestou. Na última quarta-feira, cerca de 200 cruzeirenses estiveram na porta da Toca da Raposa II e cobraram melhor rendimento na sequência da temporada. Os principais alvos dos integrantes das organizadas foram Mano, os zagueiros Leo e Caicedo, o departamento médico e o presidente Gilvan de Pinho Tavares.

Na entrevista coletiva concedida nessa sexta-feira, Mano Menezes falou a respeito das reclamações. Embora não concordasse com a atitude dos torcedores – que chegaram a dar socos nos carros do zagueiro Dedé e do meia Arrascaeta –, o gaúcho reconheceu a pressão que sofre por estar à frente de um grande clube do futebol brasileiro. ´Nunca vejo isso com normalidade, mas está dentro do contexto do futebol dos últimos tempos. Temos que saber conviver com isso. Gostando ou ao. Não deixar que isso atrapalhe o dia a dia, embora estar inerente a todo esse processo. E a questão da responsabilidade, pressão, cobrança, quem está num clube grande e faz parte dessa equipe sabe que essa cobrança vai existir quando o resultado não vir, ela existe internamente muito mais forte que de fora pra dentro, porque nós sabemos o que significa vitórias para nós, e temporadas ruins quando o resultado não acontece. Mesmo tendo dificuldades nesse momento, queremos encerrar o ano de forma diferente. E as cobranças vêm por isso`.

Outro que também analisou as queixas dos cruzeirenses foi o meia Thiago Neves, que, do ponto de vista individual, tem se destacado na equipe – soma 10 gols e sete assistências em 27 partidas. Na visão do camisa 30, o protesto foi realizado com razão. ´Na minha opinião a cobrança foi boa. Jogar em time grande tem que ter cobrança mesmo. Aqui é assim, o Cruzeiro é assim, acostumado a vencer. A partir da Chapecoense todo mundo foi vaiado, eu fui vaiado. Ali deu um choque em mim, no time. Todos colocaram na cabeça que precisam melhorar. A gente quer, no fim do ano, disputar no título e não contra o rebaixamento`.

Promessa Na coletiva do último domingo, depois da derrota por 3 a 1 para o Atlético, Mano Menezes foi questionado pelo fato de o time ter sofrido três gols pela terceira vez num curto espaço de tempo. A resposta do técnico foi dada em tom de muita confiança e ousadia visando ao duelo contra o Palmeiras, neste domingo, às 16h, no Mineirão, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. ´Se estou dizendo que não vai tomar, é porque não vai tomar. Não vai, baseado no que vai acontecer na prática nessa semana. Eu garanto para vocês, pode ter certeza que nós vamos estar falando no final do jogo do Palmeiras, o Cruzeiro não vai ter levado gols nessa quantidade (3), e vai ter vencido o jogo`.

Nessa sexta-feira, o comandante reafirmou o que foi dito e deixou nas entrelinhas uma postura mais reforçada na parte defensiva. ´Se eu não acreditar nisso, não posso estar aqui, não posso estar trabalhando no dia a dia para mudar a situação. Todos sabemos que essa não e a característica de nossa equipe. Não havíamos tomado três gols de ninguém nessa temporada. E isso tem motivos sólidos que nós temos de recuperar. Passamos determinado momento jogamos de uma forma, depois vimos que podíamos ter comportamento diferente, propondo mais, correndo mais riscos. Mas o risco tem que estar mais ligado ao benefício que ao prejuízo. Se estamos correndo risco e o prejuízo é maior, não podemos correr esses mesmos riscos. Nossa proposta é recuperar a identidade da equipe. Sem a identidade nós não vamos a lugar nenhum`.

Ganhar do Palmeiras será um respiro para Mano Menezes no comando do Cruzeiro, que ocupa apenas a 13ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 14 pontos - a 15 do líder Corinthians e a três do 17º São Paulo. Enquanto os bons resultados não reaparecem, o treinador segue, na base do discurso, na tentativa de convencer dirigentes e torcedores de que a Raposa melhorará na competição e pulará para a parte de cima da tabela.


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#MudaEstatutoCEC

#DoeSangue

#OsdoBarroPreto

/elo


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 pyxis | BHZ | 08-07-17 13h26min
Uma pena que temos a mídia subserviente e frouxa.
Mano desafiou repórteres com a resposta:
- Pode falar mal de time que tá invicto?
Os paga pau da mídia e torcida, mal (in)formados e comprometidos, calaram-se.
POR ISSO, sou contra números estatísticas...
Como dizia Mark Twain, existem três tipos de mentias: As mentiras deslavadas, as mentiras e as estatíticas.
Queria ver o Mano desafiado com um:
- Mano, para que serviu a invencibilidade no início do ano?
 PHMG | Brasília - BH | 08-07-17 15h11min
Espero que o Mano escale o Murilo e o Rafael.
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