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 Atualizado em 22-11-17 19h53min  |  Fonte: Superesportes/UAI |  Qtd Leituras: 890
Cruzeiro inova divulgando percentuais de direitos econômicos

Cruzeiro adota transparência e divulga participações em direitos de jogadores
Conforme balanço patrimonial, clube celeste tem vínculo com 86 atletas

Cruzeiro tem ´apenas` 30% dos direitos econômicos do meia-atacante uruguaio Giorgian De Arrascaeta

O Cruzeiro adotou uma novidade em relação à divulgação de sua participação em direitos econômicos de jogadores com contratos profissionais. A gestão do presidente Gilvan de Pinho Tavares registrou todos os percentuais no balanço patrimonial apresentado aos conselheiros do clube em reunião na noite dessa segunda-feira.

Os jogadores que aparecem no documento são referentes até 31 de dezembro de 2016. Portanto, atletas cujos contratos foram fechados em 2017 – caso do armador Thiago Neves – não aparecem na lista. Em compensação, quem já deixou a Raposa, como o atacante Willian (Palmeiras) e o argentino Matías Pisano (Tijuana-MEX), ainda consta na relação.

Do atual elenco, o Cruzeiro detém 100% dos direitos econômicos dos goleiros Fábio e Rafael, do volante Ariel Cabral, do meia Rafinha e do atacante Rafael Sobis. Por outro lado, tem ´apenas` 40% de Alisson e 30% de Elber e Arrascaeta, sendo que no caso do uruguaio o clube chegou a anunciar a posse de metade do ´passe`.

Há também diferença na situação de Kunty Caicedo. No ano passado, o Cruzeiro comunicou a compra de 50% dos direitos econômicos do defensor equatoriano. O balanço, por sua vez, informa que a agremiação é detentora de 60% – fatia divulgada à época do negócio pela reportagem do Superesportes.

´Oficialmente`, os zagueiros Leo e Dedé não têm os direitos ligados ao Cruzeiro, mas há acordo com investidores para que o clube fature em uma eventual transferência. Isso foi feito na venda do volante Lucas Silva ao Real Madrid, em janeiro de 2015 – a Raposa detinha 10%, mas recebeu metade dos 14 milhões de euros.

Conforme o balanço, o Cruzeiro tem participação em direitos econômicos de 86 atletas com vínculos profissionais. O bem ´intangível` é avaliado em R$ 111.702.450,16. Não há valor separado por jogador.

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GANHADOR

DIEGO HENRIQUE de Vespasiano (MG)


/elo


Agência Minas Esportes

Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 pyxis | BHZ | 19-04-17 15h56min
É um pequeno passo para a transparência... Mas no Sócio do Futebol, tá tudo MUITO OBSCURO...
E para quem diz que vai cumprir obrigações e que incentivar Sócios do Futebol é prioridade, digo que TRANSPARÊNCIA deve ser primordial...
 lucio sangue azul | sete lagoas | 19-04-17 22h13min
Para mim, uma burrice sem tamanho.Ficou muito mais facil para adversarios procurarem os empresarios detentores dos percentuais para negociarem o direito economico dos atletas.E voce ter um percentual pequeno do Arrascaeta me chocou.Ele é omelhor jogador do cruzeiro, o que mais alerá no mercado e tinhamos de de ter no minimo 70% dele.O que poderia ser transparencia, na situação economica do cruzeiro é vacilo.
 PHMG | Brasília - BH | 19-04-17 22h52min
- É interessante saber que até jogadores que estão no clube desde criança não são 100%. E normalmente ocorre isto com os melhores.
- Será que os mesmos empresários que adquirem percentual dos jogadores da base arcam com o custo geral para manter a base? Ou só ficam com a parte boa?
 pyxis | BHZ | 19-04-17 22h57min
Isto é porque vocês não ouviram o discurso do GPT sobre aumento das despesas e motivação para previsão do aumento de receitas e diminuição de despesas. Na boa? Se sou conselheiro benemérito estaria neste momento, estudando as possibilidades de INTERDIÇÃO do Gilvan e JUNTA GOVERNATIVA até a posse da chapa a ser eleita.
GPT tá com validade vencida !
 pyxis | BHZ | 19-04-17 23h00min
PH, quando o Gilvan entrou, o Marcinho Atacadão era um dos vices e ficou responsável pela base. O Vicintin assumiu a Superintendência da Base.
Daí tinha caso igual ao Bonatini que o Cruzeiro tinha somente 17% e outros absurdos...
Marcinho e Vicintin começaram a regularizar estes jogadores e a meta era ter TODOS os da base que não fossem profissionalizados com, NO MÍNIMO, 70% do Cruzeiro...
Nem sei se a meta foi atingida, sempre faltou transparência na base também,
cont ...
 pyxis | BHZ | 19-04-17 23h02min
...
muitos ou quase todos, foram ´regularizados`. Sei que teve atleta que o empresário não quis ceder e o jogador foi dispensado.
Sei também que muitos empresários tem pressionado para profissionalizar e sair da regra dos 70% (como foram os casos do Alisson, Élber e outros)... Aí no profissional é do jeito que foi divulgado...
Mas este não é nosso problema... o buraco é mais fundo e mais embaixo.
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