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01-04-06 22h50min  | Competições
Mineiro 2006 - Cruzeiro 2 x 0 Atlético-MG

Raposa joga melhor e vence o Atlético-MG por 2 x 0, neste domingo, e volta a disputar o título contra o Ipatinga.

Cruzeiro despacha o rival e vai à final

Por Pelé.Net

Sem se preocupar com a vantagem do empate, o Cruzeiro venceu o Atlético-MG neste domingo, por 2 x 0, no Mineirão, e garantiu vaga na final do Campeonato Mineiro diante do Ipatinga, que eliminou o América-MG. O Galo, por sua vez, completa seis anos sem conquistar títulos, uma vez que não tem mais chance de levantar uma taça ainda no primeiro semestre.

Melhor desde o início da partida, o Cruzeiro abriu o placar com Wagner, em cobrança de falta, no primeiro tempo. Francismar ampliou no segundo tempo. O volante Alício e o lateral-esquerdo Julio César foram expulsos. Pelo lado do Atlético, o time ficou a desejar e reclamou bastante da arbitragem.

Como empatou em 2 x 2 no primeiro clássico, o Cruzeiro poderia jogar pelo empate por Ter feito melhor campanha que o rival na primeira fase. O time celeste volta a disputar o título estadual e tem a chance da revanche contra o Ipatinga. No ano passado, a Raposa perdeu na final para o time do Vale do Aço, que comemorou a conquista inédita.

Durante a semana, a polêmica em cima do técnico Paulo César Gusmão, que teria recebido proposta do Corinthians, mexeu com o ânimos na Toca da Raposa. O treinador desmentiu a oferta dos paulistas e procurou tranqüilizar os jogadores. A diretoria celeste exigiu a vitória sobre o rival e o título estadual.

O Atlético, que completou 98 anos de existência no sábado segue com o longo jejum de títulos e vivendo a fase mais difícil de sua história. Além de não ganhar títulos, o Galo foi rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro em 2006.

Mesmo precisando da vitória, o técnico Lori Sandri optou por escalar o Atlético com três zagueiros e três volantes. A novidade ficou por conta da entrada de Rodrigo Silva, de 18 anos, no meio-campo. Alício ganhou a vaga de Rafael Silva. Na frente, o jovem Ramon e o experiente Alberto.

No Cruzeiro, o técnico Paulo César Gusmão não pôde contar com o volante Jonilson, que não se recuperou de contusão. Diogo ganhou nova chance no meio-campo. Sem o meia Leandro Bomfim, suspenso, Wagner foi escolhido para atuar ao lado de Francismar.

O jogo

Em jogo ruim tecnicamente no primeiro tempo, o Cruzeiro aproveitou a retranca do Atlético e foi para o vestiário ganhando o jogo. O time celeste criou as melhores chances e poderia ter saído com um resultado maior. O Galo pouco fez em campo e ainda ficou com um jogador a menos após a expulsão do volante Alício, aos 39min.

Logo que a bola rolou, a chuva caiu no Mineirão. O Cruzeiro, apesar de erras muitos passes, foi para cima do rival e criou chances, principalmente com a dupla Gil e Élber. Na melhor delas, o primeiro fez boa jogada pela esquerda e cruzou na cabeça do segundo, que obrigou o goleiro Bruno a fazer grande defesa.

Com um esquema bastante defensivo, o Atlético não conseguia chegar ao gol adversário e se limitava a marcar. As melhores chances do Galo saíram com os zagueiros Leandro Castan e Lima. O meia Ramon, marcado de perto pelo volante Diogo, rendeu pouco e nada criou no primeiro tempo.

O Cruzeiro abriu o placar aos 40min com o meia Wagner, em cobrança de falta perfeita, logo após a expulsão de Alício, para desespero da torcida atleticana. Volante, que havia recebido o cartão amarelo, fez falta em Francismar e levou outro amarelo e, em seguida, o vermelho.

As duas equipes voltaram para o segundo tempo modificadas. No Cruzeiro, Moisés, que sentiu uma contusão, saiu para a entrada de André Leone. No Atlético, as mudanças foram de ordem técnica. O zagueiro Lima e o atacante Alberto deram lugar a Rafael Gomes e Éder Luís.

Apesar de precisar somente do empate para chegar à final, o Cruzeiro voltou em cima do rival e criando oportunidades para ampliar o placar. O Galo continuou encontrando dificuldade para chegar ao gol do adversário e sem criatividade no meio-campo.

Bem mais organizado em campo, o Cruzeiro envolvia o rival com toques rápidos dificultando para o marcadores alvinegros, que paravam as jogadas quase sempre com falta. Os canhotos Wagner, Francismar e Gil infernizavam a defesa adversária.

O Cruzeiro sofreu uma baixa aos 25min. O lateral-esquerdo Júlio César, que havia recebido o cartão amarelo momentos antes, acabou sendo expulso. Com isso, os dois times passaram a ter dez jogadores em campo, equilibrando as forças numericamente. Anderson entrou no lugar de Wagner para compor a defesa celeste.

Mas quem esperava uma reação do Atlético viu o Cruzeiro fazer o segundo e esfriar os ânimos do rival. O jovem Francismar fez boa jogada e bateu no ângulo superior direito do goleiro Bruno, um belo gol no Mineirão.


CRUZEIRO 2 X 0 ATLÉTICO-MG

Cruzeiro - Fábio; Jonathan, Moisés (André Leone), Edu Dracena e Júlio César (Anderson); Diogo, Fábio Santos (Recife), Francismar e Wagner; Gil e Élber. Técnico: Paulo César Gusmão

Atlético-MG - Bruno; Lima (Rafael Gaúcho), Marcos e Leandro Castan; Zé Antônio, Alício, Márcio Araújo, Rodrigo Silva e Vicente; Ramon e Alberto (Éder Luís). Técnico: Lori Sandri

Data: 26/3/2006 - domingo
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Público: 49.617 pagantes
Renda: R$ 563.640
Árbitro: Álvaro Azeredo Quelhas (MG)
Cartões amarelos: Marcos, Alício, Rodrigo Silva, Márcio Araújo (Atlético); Gil, Moisés, Fábio Santos, Julio César (Cruzeiro)
Cartões vermelhos: Alício (Atlético), Julio César (Cruzeiro)
Gols: Wagner, aos 40min do primeiro tempo; Francismar, aos 31min do segundo tempo


Classificação da Rodada

Aqui você fica sabendo como ficou a classificação da competiçao após a rodada.



Arquivo Cruzeiro.Org

Se você não acompanhou a transmissão ao Vivo pelo Cruzeiro.Org ou quer rever como foi mais esta partida do Cruzeiro.
Clique no link abaixo e relembre cada lance da partida, de acordo com a narração exclusiva Cruzeiro.Org. Somente Cruzeiro.Org leva para a Maior Torcida de Minas Gerais.Arquivo ao vivo

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Matheus

Este é o MATHEUS que além de apaixonado por futebol, já nasceu azul e branco para alegria do papai e da mamãe.
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Um Placar Ilusório

O placar mais dilatado no confronto direto com o rival citadino ocorreu em novembro de 1927.

O Palestra estava eliminado do Campeonato da Cidade e uma vitória no clássico provocaria uma decisão entre América e Atlético na última rodada.
A derrota propiciaria o título ao time alvinegro or antecipação. O Palestra jogou d forma displicente, os atacantes se negaram a chutar a gol e o atacante Ninão desperdiçou um penalti de forma proposital aos 32 do 1º.

O resultado foi a maior goleada registrada no clássico. O jornal Diário de Minas estampou a seguinte manchete: "O resultado não refletiu o que foi a partida".
Anos mais tarde, Ninão revelou ao jornal Estado de Minas, que os jogadores entregaram o jogo para evitar que o título ficasse, mais uma vez, com o América e, quando se deram conta do placar, já era tarde.

(Almanaque do Cruzeiro)


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