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15-03-06 12h19min  | Competições
Mineiro 2006 - Ituiutaba 1 x 0 Cruzeiro

Derrota para o Ituiutaba, no campo do adversário, custa a invencibilidade e o primeiro lugar no Campeonato Mineiro.

Cruzeiro perde jogo e a liderança

Por Pelé.Net

Em clima de autêntica festa do interior, com direito a estádio lotado e até um pequeno trio elétrico, tocando músicas da moda, o Cruzeiro foi derrotado pelo Ituiutaba, por 1 x 0, neste domingo, perdendo a sua invencibilidade no Mineiro e também a liderança da competição. Com o resultado, a liderança passa para o Ipatinga, que venceu, em casa, o Democrata-SL e chegou a 22 pontos, com um a mais que a Raposa.

Com a vitória, conseguida aos 42min, com um gol de cabeça marcado pelo zagueiro Marquinhos,o Ituiutaba deu um passo decisivo em busca de sua classificação e passou o Atlético, chegando à terceira colocação, com 18 pontos, a mesma pontuação do Galo, mas levando vantagem nos critérios de desempate. Na próxima rodada, haverá um confronto direto entre os dois clubes, quando o time do Triângulo Mineiro vai ao Mineirão, desafiar o Atlético-MG, na quarta-feira que vem.

Para o Cruzeiro, o empate, que escapou no final da partida, o manteria na liderança e também a invencibilidade. Em 10 partidas, a equipe celeste conseguiu seis vitórias, três empates e a derrotab para o Ituiutaba. A Raposa encerra sua participação na fase de classificação do Mineiro no próximo domingo, em casa, contra a URT, que ainda é a lanterna da competição, com cinco pontos.

Há 31 anos, o Cruzeiro não jogava em Ituiutaba. Esse fato, aliado à presença em seu elenco de nomes de peso como Élber, Gil, Fábio, Alecsandro, entre outros, atraiu um grande público ao acanhado Estádio da Fazendinha. Tinha gente assistindo à partida até em cima de árvores e não faltou animação, com muita música e barulho também, garantido por apitos e buzinas distribuídos entre os torcedores.

O Cruzeiro entrou em gramado desfalcado do zagueiro Edu Dracena, suspenso, com André Leone na vaga e com apenas Recife, como volante. Numa formação ofensiva, o técnico Paulo César Gusmão mandou a campo os meias Francismar e Leandro Bomfim, além dos três atacantes: Gil, Élber e Alecsandro. No Ituiutaba, uma das surpresas do campeonato, o goleiro Juninho, suspenso, e o meia Baiano, contundido foram os desfalques.

O jogo

O calor forte, em Ituiutaba, não impediu que o início de partida fosse muito movimentado, com grande correria dos dois lados. O Cruzeiro começou melhor e arriscou o primeiro chute, aos 3min, quando o meia Francismar aproveitou um rebote, após cobrança de escanteio, mas isolou a bola por cima do travessão. O time celeste tomava a iniciativa de atacar, mas os donos da casa não se limitavam a defender.

Aos 6min, por exemplo, o lateral-esquerdo Claudinho recuperou uma bola no ataque da sua equipe e cruzou. A bola atravessou a área celeste e chegou para Filhão, do outro lado, que chutou fraco, sem perigo. O Ituiutaba, no início da partida, tentava explorar os contra-ataques, por meio de lançamentos longos, mas seus atacantes se colocavam constantemente em impedimento. Foram três em apenas 10 minutos.

O Cruzeiro seguia atacando e criou ótima chance, aos 11min, quando Alecsandro fez boa jogada pela direita e cruzou. Gil não conseguiu alcançar a bola, que sobrou para chute forte de Élber, mas alto e sem direção. Aos poucos, entretanto, o Ituiutaba foi apertando a marcação, roubando mais bolas e chegando com perigo à frente. Em 25min, o time local recuperou 10 bolas, contra seis dos visitantes.

A conseqüência é que o Ituiutaba criava boas condições de gol. Aos 17min, na melhor delas, o atacante Moreno ficou na cara do goleiro Fábio, que fechou o ângulo, e a bola foi para fora. Quatro minutos depois, o zagueiro Cacá, de cabeça, desperdiçou outra oportunidade, cabeceando sem direção. O jogo seguia movimentado e bem disputado, mas com poucas faltas: apenas 11 em 33minm sendo oito da Raposa e somente três da equipe do interior.

Apesar da forte marcação do Ituiutaba, o Cruzeiro conseguia criar também suas chances no ataque. Aos 26min, o zagueiro Moisés chegou a colocar, de cabeça, a bola nas redes, mas o gol foi anulado por impedimento do jogador cruzeirense. Cinco minutos depois, Élber cabeceou a bola na trave, após cobrança de escanteio feita por Leandro Bomfim.

Embora o primeiro tempo tenha terminado sem gols, chances não faltaram. Ao todo, foram 18 finalizações, sendo 10 do Cruzeiro. A pontaria dos jogadores dos dois times não esteve nada boa. Apenas seis bolas tiveram a direção certa, sendo três para cada lado. Fábio fez uma defesa difícil em chute de Filhão, enquanto no final, o goleiro Paulo César fez duas ótimas defesas, em chutes de Gil e Leandro Bomfim, impedindo o gol celeste.

O Cruzeiro voltou para o segundo tempo com a mesma formação e com o pedido do técnico Paulo César Gusmão de ter mais "capricho" na finalização. Já o Ituiutaba, retornou com Alemão no lugar do lateral-esquerdo, que, de acordo com o treinador Nedo Xavier, estava "febril". Logo a 1min, a Raposa levou o primeiro susto. Filhão cruzou da direita e Jessé não conseguiu alcançar de cabeça, por causa de um leve desvio do volante Recife.

A partida, no segundo tempo, teve uma diminuição no ritmo, que passou a Ter apenas algumas esporádicas jogadas ofensivas. Aos 12min, PC Gusmão colocou Fábio Santos, que voltou a jogar após seis meses, no lugar de Leandro Bomfim, para tentar ganhar a disputa no meio-campo.

Se o ímpeto dos dois times diminuiu, o que continuou igual na etapa final em relação à primeira, foi a falta de pontaria dos atacantes de Cruzeiro e Ituiutaba. Quando a bola tinha a direção certa, os goleiros apareciam para se defender, como aconteceu aos 20min, quando Francismar chutou bem e Paulo César pegou bem. Esse foi a última participação de Francismar, que saiu para a entrada do zagueiro Luisão, mudando o esquema para o 3-5-2.

Aos 27min, Fábio Santos arriscou bom chute, que foi bem defendido por Paulo César, que conseguiu evitar o gol celeste. Na resposta do Ituiutaba, o zagueiro Cacá, no lance seguinte, pegou muito mal e isolou a bola por cima do travessão. Os lances de gols continuavam sendo criados por volantes e defensores, como na cabeçada de André Leone, aos 30min.

No final, a pressão foi do Ituiutaba, especialmente em bolas paradas. Aos 42min, Marquinhos Duarte, de cabeça, fez o gol da vitória, após cobrança de falta, em um castigo para o Cruzeiro, que tentava segurar o empate. Para conseguir esse objetivo, o técnico Paulo César Gusmão terminou o jogo com três zagueiros e dois volantes.

ITUIUTABA 1 X 0 CRUZEIRO

Ituiutaba - Paulo César; Filhão (Danilo), Marquinhos, Cacá e Claudinho (Alemão); Alex Lopes, Machado, Rolete e Jessé; Leandro Silva e Moreno (Valdeni). Técnico: Nedo Xavier

Cruzeiro - Fábio; Jonathan, André Leone, Moisés e Júlio César; Augusto Recife, Leandro Bomfim (Fábio Santos) e Francismar (Luisão); Gil, Élber e Alecsandro (Diego). Técnico: Paulo César Gusmão

Data: 5/3/2006 - domingo
Local: Estádio da Fazendinha, em Ituiutaba
Público: 3.580 pagantes
Renda: R$29.910
Árbitro: Sérgio Luiz Avelino
Cartões amarelos: Leandro Silva, Jessé, Valdeni, Rolete (Ituiutaba); Leandro Bomfim, Francismar, Júlio César (Cruzeiro)
Gol: Marquinhos Duarte, aos 42min do segundo tempo


Classificação da Rodada

Aqui você fica sabendo como ficou a classificação da competiçao após a rodada.



Arquivo Cruzeiro.org

Se você não acompanhou a transmissão ao Vivo pelo Cruzeiro.Org ou quer rever como foi mais esta partida do Cruzeiro.
Clique no link abaixo e relembre cada lance da partida, de acordo com a narração exclusiva Cruzeiro.Org. Somente Cruzeiro.Org leva para a Maior Torcida de Minas Gerais.Arquivo ao vivo

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Mineiro - Adiado para sempre

No Campeonato da Cidade de 1931, o Cruzeiro tinha a responsabilidade de contratar um árbitro carioca para o primeiro jogo e trouxe o experiente Virgílio Fedrighi.
Na 2a. partida, em 06/12/1931, o rival local alegou não ter conseguido um árbitro carioca e indicou três nomes ligados ao clube para apitar.
O Cruzeiro se recusou a jogar com um árbitro inexperiente, pois na preliminar, em que os aspirantes decidiram o título da categoria, os jogadores cruzeirenses foram massacrados por elementos jamais vistos nas praças esportivas.
A partida foi suspensa por falta de garantias e os jogos oficiais restantes jamais aconteceram.
A diretoria de Cruzeiro rompeu com a representação do rival local e os próprios jogadores promoveram duas partidas amistosas.

(Almanaque do Cruzeiro)


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