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Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

14/12/2006 | Voz da Arquibancada
A torcida é o maior patrimônio de um clube.

Por Jerônimo Lopes

Depois de uns bons milhares de anos de existência, que poderíamos começar a contar a partir da origem do homo sapiens, parece-me correto afirmar que, nos dias atuais, tudo que o ser humano apresente como novo jamais virá revestido da característica da total originalidade. Assim, mesmo que você não tenha consciência, é certo que aquela “coisa” que você realizou e achou tão inovadora e original, está influenciada de alguma maneira por algo que você já viu, ouviu, leu, estudou, observou ou até mesmo sentiu, pois sentimentos tais como felicidade, tristeza, desânimo, vaidade, fúria, consternação, curiosidade e etc, só são entendidos porque alguém já sentiu e interpretou antes, e são nossas reais fontes de crescimento como ser humano, pois nos fazem pensar e aperfeiçoar as relações humanas.

Desta forma, num contexto infinitamente mais simples, ninguém escolhe aleatoriamente o time para o qual torcerá, sempre existirá algo que agirá sobre o indivíduo nesta escolha. Motivos não faltam: um grande time ou jogador que viu jogar, um título conquistado, preferência pelas cores do uniforme, incentivo do pai, rebeldia juvenil para contrariar o pai e muitos outros.

Considerando pelo menos este último parágrafo como óbvio e absolutamente verdadeiro, também tenho os meus motivos. Sou descendente de italianos por parte de mãe, nunca residi em Minas Gerais, mas sou mineiro de Belo Horizonte, onde regularmente passava minhas férias escolares. Lá pelo final dos anos 60 já participava ou presenciava a italianada ou descendentes reunidos em torno da mesa da sala de um grande sobrado (foto), situado no bairro que chamavam de Barroca (mas desconfio que seja Gutierrez), entusiasmados com um joguinho de tômbola, o famoso bingo, conhecido por todos.

O sobrado já se foi, a maioria dos jogadores de tômbola também, mas algo ficou gravado em minha memória, a expressão Palestra Itália ou Cruzeiro. Apresso-me a esclarecer que minha família não era de torcedores entusiastas, mas tinham no Palestra um elo Brasil/Itália.

Assim segui minha vida, sem nunca ter residido em Minas Gerais tive fortes apelos para torcer por outros clubes, e até torci, por influência da idade e das amizades cultivadas no Rio de Janeiro. Por algum tempo torci para dois times, um do Rio e outro de Minas, mas o sentimento que lá na minha infância me transmitiram estava vivo dentro de mim e quando não tive mais motivos para torcer por qualquer outro clube meu coração tornou-se totalmente azul, como deveria ser, e hoje não consigo sequer ter simpatia por outro clube.

Portanto somos ao mesmo tempo um produto do meio e da evolução humana, claro que cada qual com traços próprios de personalidade, mas sempre semelhantes aos de milhares de outros seres humanos. Particularmente, uma de minhas facetas, que inclusive me incomoda um pouco, é essa minha obsessão que nosso Cruzeiro tenha uma das maiores torcidas do Brasil e do mundo. Nada original não, que torcedor de um clube de massa que não enche a boca para citar em milhões o número de torcedores de seu clube?

Nossa torcida cresceu enormemente na década de 90 e início deste novo milênio, em função dos inúmeros títulos nacionais e internacionais que conquistamos ou disputamos de igual para igual com quem quer que seja, quase sempre colocando em campo times que encantavam ao público, senão pela qualidade pelo menos pela valentia.

Hoje, me sinto entristecido e desanimado, convivo constantemente com declarações do tipo: manteremos os pés no chão, não faremos loucuras, não entraremos em leilão, temos que vender dois ou três jogadores por ano para equilibrar as finanças. Outra coisa que não soa bem aos meus ouvidos, alguns torcedores chamam nosso clube de Cruzeirão Exportação como se isso fosse motivo de orgulho, quando na verdade é apenas a confirmação da nossa impotência perante os clubes de maior poderio econômico, principalmente os europeus, a reafirmação de que somos o primo pobre que necessita vender o almoço para garantir a janta, no caso a sobrevivência econômica.

Evidentemente que compreendo que é um beco sem saída, mas também entendo que ficar decantando em prosa e verso está nossa condição de clube bem administrado em função desta política é expor nossas fragilidades desnecessariamente. Esta política pode até já estar presente no Cruzeiro há muito tempo, mas sinceramente que não me lembro de ser tão exposta na mídia como atualmente. Que nossos dirigentes façam o que deve ser feito, mas sem alarde, sem passar para o nosso torcedor a idéia que a preocupação com a saúde financeira do clube está acima do desejo de ser campeão. Futebol é paixão e esta racionalidade toda esfria a relação torcedor/clube. Podemos até compreender que esta preocupação também é uma forma de amor ao clube, mas o torcedor, assim como nossos jogadores, não precisam ser submetidos constantemente a esta racionalidade. Os torcedores precisam é de se orgulhar do time que entra em campo e os jogadores de terem em mente que estarem num clube como o Cruzeiro já é muito mais do que eles poderiam almejar conseguir em suas vidas, afinal de contas, a maioria, o que seriam não fosse a oportunidade de ser um jogador celeste. Claro que sabemos que esta conjuntura atinge praticamente todos os clubes brasileiros, mas não posso concordar com esta postura atual dos dirigentes, que deixam todos nesta permanente expectativa de qual será o nosso próximo bom negócio, qual jogador sairá no meio do ano e etc. Isto tira o foco e a concentração dos jogadores, alguns já chegam falando em Europa, outros ficam num estado de ansiedade tal que não rendem o esperado. E o pior de tudo, os meninos da base crescem dentro do clube influenciados por este tipo de discurso. Aos nossos dirigentes aconselharia que parassem de dizer que no Cruzeiro não existem jogadores inegociáveis, comentário que nenhum benefício nos traz, talvez até ao contrário, enfraquece a identidade do jogador com o clube, passando a idéia que somos uma revenda de jogadores. Preferia que falassem o contrário ou então que se calem a respeito. Se acaso um bom negócio aparecer, aí são outros quinhentos.

Precisamos portanto de uma mudança de postura, a começar pela substituição deste discurso equivocado, para então voltarmos a trilhar os caminhos que nos levaram a uma seqüência de quinze anos seguidos conquistando títulos. Precisamos formar elencos com jogadores comprometidos com a instituição Cruzeiro, procurando reconhecer e evitar ao máximo aqueles aventureiros que apenas enxergam no Cruzeiro um trampolim para outros centros. É inadmissível que há três anos não conseguimos figurar entre os quatro primeiros colocados do campeonato brasileiro e sequer ganhar uma Copa do Brasil totalmente esvaziada. Precisamos voltar a ser um clube vitorioso, o que significa: aumento de torcida, e torcida participativa, melhores patrocínios, maiores cotas de televisão, maior venda de produtos, maior bilheteria, convites para torneios internacionais e menor dependência financeira.

Concluindo, ninguém nascerá originariamente cruzeirense, para tal terá que agir sobre os torcedores do futuro algum apelo que os faça escolher torcer pelo Cruzeiro, e me parece que nossos dirigentes atualmente não estão sabendo lidar muito bem com isso. Uma pena, pois ao contrário do sobrado de minha infância onde vivi muitos momentos felizes que sei que jamais voltarão, torcer pelo Cruzeiro deve ser uma eterna fonte de felicidade, traduzida em títulos e muitos torcedores.


Jerônimo Lopes






Voz da Arquibancada é o espaço dedicado ao torcedor da arquibancada, geral e de toda imensa torcida espalhada pelo mundo. O Cruzeirense que se sentir motivado, inspirado e/ou indignado, escreva seu texto e envie para arquibancada@cruzeiro.org. A equipe Cruzeiro.Org terá o prazer de selecionar os textos recebidos e publicar os melhores e mais apropriados.

Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Isaac | Guarapari | 13-12-06 23h22min
Grande Jeronimo, feliz proprietário do Monza a alcool 86! Veja vc, quanto vale hoje o PATRÔ MASTER DO INTER? Olha que o Inter arrecada bem menos que o Cruzeiro, mas garanto que vai encher as burras se for campeão mundial;ou até mesmo vice-campeão. Verdade é que a política de fazer toca2, sede social, reformar quadra de peteca, bocha, piscina e Boliche só arruinaram o nosso time. TORCEDOR QUER TIME, NÃO QUER SABER DE PAPO ADMINISTRATIVO.
 Benny the Dog | BH | 13-12-06 23h59min
Olâ Gerônimo, compartilho sua ansiedade e sua preocupação no que tange a falta de iniciativa dos dirigentes com os torcedores. Mas tenho fe de que isso um dia mude bastante, já existe uma apertura pra isso e o fato de deixar a torcida escolher o novo uniforme já nos deixa confiantes e participativos. Eu faço minha parte, criei um blog e muita gente já viu e contribui com comentários. A minha sugestão da camisa (http://cruzeirense.wordpress.com/2006/12/09/minha-sugestao-para-o-novo-uniforme/) ...
 Benny the Dog | BH | 14-12-06 00h02min
.. deu vida a um saudável debate entre torcedores que compartilham a mesma paixão: o Cruzeiro. Eu não nasci como Cruzeirense, mas minha nacionalidade e a paixão pelo uniforme azul me fez optar pelo clube celeste há mais de 10 anos, desde que cheguei ao Brasil. Por isso, diretoria, façam sua parte com a gnt, que nós saberemos como retribuir.
Saluti Celesti
cruzeirense.wordpress.com
 rapozaço | Belo Horizonte | 14-12-06 09h15min
Grande Herói do Sertão, amigo de fé, irmão camarada. A despeito de encontrá-lo uma única vez( Encontro Cruzeiro.Org) posso afirmar sem mêdo de errar que comungamos do mesmo pensamento. Eu, oriundo de uma família tradicionalmente KKrejante( descendência síria) sou daqueles rebelados. Portanto, sob a forte influência de Tostão, Natal, Piazza e Cia tornei-me cruzeirense de quatro costados.E, sem dúvida e até com orgulho, a referência celeste aqui nestas quebradas.(cont...)
 rapozaço | Belo Horizonte | 14-12-06 09h19min
O que mais me enerva é o pensamento pequeno,ou seja,ir prá Libertadores já tá BÃO DEMAIS.Ora bolas,a coisa não funciona assim.Confesso que desanimei um pouco ao ver o Alvimar declarar na Rede Minas que o time entrará prá ser campeão Mineiro e da Copa do Brasil e "tentar" beliscar uma classificação prá Libertadores.Assim, pensei que infelizmente vamos fazer elenco prá ser um mero figurante ou até lutar prá evitar o descenso. Será que a tradição , a história do Cruzeiro e sua torcida merecem isso?
 rapozaço | Belo Horizonte | 14-12-06 09h22min
Por ser exigente(e me orgulho disso, como a maioria da nossa torcida),não posso concordar com esse raciocínio minimista.O Cruzeiro se fêz grande por suas "páginas heróicas imortais" e por ser "tão combatido, jamais vencido".Teremos um ano duríssimo pela frente.E se a diretoria insistir em manter esse elenco,totalmente desacreditado com a torcida a tarefa do resgate do "GrANDE CLUBE DA CIDADE'será muito,mas muito mais dificil.E teremos que aturar a mídia KKrejante engrandecendo a torcida deles.
 rapozaço | Belo Horizonte | 14-12-06 09h27min
SIM, pois nossa torcida tem essa característica...fêz time bom, ela tá lá. Não fêz, não adianta que não vai. Veja todos os recordes de renda do Mineirão. Sempre com times bons, bons elencos, se pecam pela pouca técnica sobravam em campo raça e determinação. Coisas que atualmente estão meio sumidas da Toca.E principalmente ENTUSIASMO. Começar com esse desânimo que a diretoria demonstra já é prenúncio de mais um ano nos contentando com títulos inespressivos.QUEM VIVER...VERÁ! Infelizmente...
 rapozaço | Belo Horizonte | 14-12-06 09h32min
OPS...saiu errado...inexpressivo...
 Olecram | Poços de Caldas | 14-12-06 12h50min
Grande Jerônimo, tudo bem? Amigo, se discordamos em política no futebol estamos afinadinhos! Endosso tudo o que escreveu e tb o comentário feito pelo querido Elias Rapozaço. O patrimônio de um clube de futebol não é estadio, sede social, quadras ou piscinas novas. É a torcida. E a torcida se expande quando o time é bom, disputa efetivamente títulos de expressão nacional, e não apenas o decadente e deficitário ruralito. Nosso prestígio se deu pelas grandes conquistas anteriores e não pela Toca II
 Fusil Cruzeirense | Belo Horizonte | 14-12-06 14h56min
Meu amigo Jeronimo.Como já o conheço de trocas de e-mails, para mim fica bem mais fácil comungar com suas colocações acerca do nosso Cruzeiro e, ainda mais, alinhado com as nossas ideologias políticas.Amigo, não retiro sequer uma vírgula do que escreveu, fico satisfeito por você levantar esse assunto com tamanha propriedade e ao mesmo tempo um pouco preocupado com essa situação antagônica que nosso Cruzeiro vive.Parabéns por tão profundo texto e tão importante assunto. Tbm quero títulos. S.C.
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 14-12-06 15h06min
Jerônimo;
Estou tentando escrever em pé aplaudindo seu texto. Sua preocupação é a de muitos de nós, Apontei há alguns dias que antes nem existia a possibilidade de você sentar na frente do televisor e sair falando: vou torcer por esses de amarelo com faixa pretinha. No outro dia, voltar a sentar e dizer: vou torcer por esses de branco que tem aquele jogador número 67, legallllllllllllllll...
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 14-12-06 15h09min
Será que não é possível fazer uma análise mais voltada à realidade desta era da (in)comunicação e retornar a atar os laços, com novos componentes, dos sentimentos mais caros de qualquer torcedor em todos os tempos: Time que honra seu nome, vencedor e fiel a sua história?
 DANIEL REINER | BELO HORIZONTE | 14-12-06 21h45min
Em ótima hora,Jerônimo!Afinal,racionalidade é,em todos os setores da vida,fundamental.No entanto,o sentimento amador,em seu sentido literário,essencial.
 pjraposao | Troy-Brasília | 15-12-06 15h43min
Cruzeirenses de Brasília, Estamos fazendo uma campanha para cadastrar novos sócios da Embaixada Azul, hoje presente, na SQN 210 e na SQS 411. Cada sócio contribui com R$10 por mês com a finalidade de manter os serviços prestados à torcida do Cruzeiro nos bares parceiros.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 15h32min
Amigos Isaac e Olecram, o que quis realmente enfatizar no texto que me fizeram a gentileza de publicar, foi a possibilidade do discurso atual de nossos dirigentes ser um forte fator de nossos últimos três anos de insucessos. Talvez até com início no caso da dispensa do Luxa, onde acho que foram extremamente orgulhosos e prepotentes. Claro que não é o único fator, diversos outros contribuíram para os fracassos recentes, até mesmo o azar, mais penso que possa ter tido um peso relevante.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 15h34min
Entretanto, não sou um crítico das realizações imobiliárias realizadas por nossos dirigentes, a estrutura física do Cruzeiro inclusive me enche de orgulho, sendo inclusive a favor da construção de um estádio próprio p/ 40 mil lugares. Acho que é possível se conciliar as coisas, afinal ganhamos inúmeros títulos durante a construção da Toca II e da Sede Administrativa.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 15h46min
Caro Benny, o mais cruzeirense entre os torcedores de qual time italiano? Excelente o seu blog, de vez em quanto dou uma passada por lá. Parabéns, ta show de bola. Aquelas imagens dos campeões de 66 são de arrepiar.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 16h02min
Rapozaço, a recíproca é verdadeira, realmente nos encontramos apenas uma vez, no encontro Cruzeiro.org onde apenas confirmei o que já imaginava pela convivência aqui no site. Um cara alto astral, realmente um amigo de fé, irmão, camarada. Concordo, o Cruzeiro não pode nunca pensar pequeno, e se pensar que não divulgue.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 16h33min
Fusil e Jorge Schulman, obrigado pelos elogios, mais, menos pô, menos. Na verdade tinha dois textos escritos, mais optei por este porque me pareceu compatível com o momento. Bom, mas eu estava esperando mesmo eram as críticas contrárias, para poder aprofundar mais a questão que acima coloquei p/ o Isaac e o Marcelo.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 16h34min
Mas tudo bem, pois na verdade entendo que em se tratando de assuntos que envolvem relações humanas não há verdade absoluta, tudo é discutível, e na maioria das vezes cada um tem sua parcela de razão. Não quero dizer com isso que não devemos defender nossas opiniões com convicção, apenas que nossa convicção de hoje pode ser a nossa dúvida de amanhã. Abraços.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 18-12-06 16h40min
Ok Daniel Reiner, concordo.
 MarcBSB | Brasília | 19-12-06 23h54min
As colocações expostas nessa coluna estão perfeitas. Torcedores vão ao estádio principalmente por causa da emoção, muito mais do que pelo futebol em si. É muito melhor ver seu time ganhar de 2x1, de virada, num jogo difícil contra um rival, do que vê-lo meter 5x0 jogando maravilhas contra um time qualquer. E os dirigentes atuais do Cruzeiro não vêem isso. Tratam tudo de forma fria, como fariam em uma empresa que tem que dar lucro.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 21-12-06 00h54min
Que bom ter colegas cruzeirenses de nível e gritando com força o q a torcida realmente quer!!! jerônimo e demais estão de parabéns!!! Isso está sendo um mal dos dias de hoje: se grita muito, se faz pouco e se contenta com menos!!! Tem gente dentro de casa q não produz hoje, porque produziu...produziu...volta pro banco (exemplo atual: Sandro, exemplo futuro: o FOCA) Trazer "nomes de peso", q afundam o time e as contas da Diretoria, é dureza (GIL, RUIMVALDO por exemplo).
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 21-12-06 00h58min
Cruzeiro tinha Tostão, Dirceu, natal; é mas tinha Neco, Wanderley, Pedro Paulo...Um bom time não é nome, é gente q se entrega dentro de campo, q corre e luta até os 49 do segundo tempo (Mauro Silva), q acredita e tenta (o garoto Fábio Júnior) q depois do Cruzeiro praticamente não conseguiu mais nada no futebol...o Fábio correu pelo Cruzeiro, o q nunca correu pela galinhada, a camisa do peito do Fábio JR é azul!!!
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 21-12-06 01h01min
Finalizando: a torcida vai a campo ver um time q luta em campo, q perde mas não se entrega, q acredita...E a torcida não vai a campo p/ ver mercenários, covardes, enganadores, falastrões, etc. Qdo Ronaldo começou no Cruzeiro, o vibrante dizia, esse garotinho leva "muito jeito"...Por que em vez de trazermos "nomes de peso", não procuramos garotos q levam jeito e tem no peito o azul do Cruzeiro???
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