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Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

13/07/2006 | Voz da Arquibancada
Antes de Tudo, Um Clube

Por Silvério Cândido

Leitor assíduo das colunas do Cruzeiro.Org, tenho algumas ponderações a fazer sobre arbitragens e sobre a venda de jogadores durante o campeonato.

Primeiramente, vale relembrar aquela partida do Cruzeiro contra o Corinthians no Estádio Pacaembú, onde o árbitro Héber Roberto Lopes apitou o jogo, e, ficou claro, na sequência de erros, que a sua atuação prejudicou o Cruzeiro, com inversão de faltas e com penaltis não marcados a favor do Cruzeiro, além daquele penalti inexistente marcado a favor da equipe adversária.

Fico com o pensamento do grande cronista, Armando Nogueira, quando diz: " O mundo anda cheio de criaturas possuídas de sentimentos esquisitos. Que dizer de alguém que, numa partida de futebol, está no meio do campo e não tem o direito, sequer, de tocar na bola? Dá para se sentir feliz, figurando no campo como simples ponto morto em quem, se a bola bater, não conta? A arma do juiz é um mero apito, cuja ressonância costuma fazer estragos na reputação da santa mãezinha de sua senhoria."

Com certeza, os erros do árbitro naquela partida provocaram ira na torcida cruzeirense. E aí é que surge o papel dos dirigentes. Não podíamos admitir, primeiramente, aquela Comissão de Arbitragem, presidida por um elemento sem escrúpulos e que, comprovadamente, prejudicou o Cruzeiro e vários outros clubes no passado.

Depois da "coisa feita", de que adianta punir o árbitro com suspensão se os pontos não retornam ao clube, ou se o título é perdido por apenas um ponto? É preciso cobrar dia-a-dia, melhor qualidade nas arbitragens e isso , tenho certeza, que o Cruzeiro vai fazer a partir deste "sinal" de que, INFELIZMENTE, não se ganha apenas dentro de campo.

Estamos na liderança do campeonato e precisamos ficar atentos às manobras de dirigentes que, sem qualquer conceito ético, desviam a finalidade do esporte mais vibrante e apaixonante do mundo.

Antes de falar acerca da venda de jogadores, quero dizer que respeito muito os dirigentes cruzeirenses, os de hoje e os do passado, que tanto fizeram para que o Cruzeiro seja o que é hoje.

Mas alguma coisa precisa e deve mudar. Como exemplo, trago à memória dos leitores e admiradores do Cruzeiro.Org, que o Cruzeiro quase passou pela humilhação de disputar uma 2ª Divisão, por erros amadores da Supervisão e Direção técnica do Clube, que escalou o jogador Augusto Recife (suspenso por 3 cartões amarelos) no campeonato passado.

É certo que estes erros são inadmissíveis em um Clube que se administra como empresa. Qualquer empresa de grande porte demitiria, na hora, um empregado que colocasse o seu patrimônio em risco. Um alerta aos nossos dirigentes, que tratam realmente como empresa este patrimônio de Minas, o Cruzeiro Esporte Clube.

Por fim, quanto a possível venda de jogadores (Edu Dracena, Wagner e outros) durante a competição, onde o Cruzeiro se destaca em primeiro lugar, podendo conquistar pela 3a vez o Campeonato Brasileiro, queria fazer um questionamento.

Se o Cruzeiro é dirigido por empresários que, indiscutivelmente, à frente do Clube, nos proporcionaram vários títulos e conquistas, por que não investir mais em seu patrimônio?

É bem provável, que, se mantidos no Clube até o final do Campeonato Brasileiro, o EDU DRACENA, o WAGNER, o KERLON e outros atletas que se destacam, poderão valer, no mínimo, o dobro, porque estarão muito mais valorizados.

O Fred foi o artilheiro do Campeonato Mineiro, da Copa do Brasil e tinha tudo para ser o artilheiro deste disputado Campeonato Brasileiro, conquistando a sua "tríplice coroa" de artilheiro. E, se o atacante tinha contrato até 2009, teria, até o final do ano, condições de se autovalorizar e render "dividendos" à empresa Cruzeiro Esporte Clube.

Sabemos que a diretoria administra o Cruzeiro como empresa, por isso, acho que estão demorando a rescindir o contrato de alguns jogadores que há muito “sugam” do Clube e não produzem o esperado, ou seja, que trazem prejuízos ao Clube. Uma grande empresa não fica com funcionário que traz prejuízo ao seu patrimônio. Uma grande empresa incentiva aqueles funcionários que se destacam e valorizam seu patrimônio.

Portanto, acho que está na hora de repensar a venda do Wagner, Edu Dracena e Kerlon até o final do campeonato.

Antes de qualquer coisa, se o Cruzeiro é uma grande empresa, é porque conquistou muitos títulos com jogadores de alto nível. E estes jogadores são essenciais para que o Cruzeiro dispute o título ou, pelo menos, fique entre os três primeiros colocados da competição e possa disputar novamente a Copa Libertadores.

A sempre exigente torcida do Cruzeiro não suportaria outros jogadores se adaptando durante o campeonato, e, em cada fracasso do time, após a venda dos jogadores, teríamos uma insatisfação da torcida com a direção do clube, o que nos levaria a pensar: Somos torcedores do Cruzeiro ou de uma grande empresa, que deixa a paixão pelo time de lado? Relembro a frase da cronista esportiva, Luciana Ribeiro, quando diz: "toda boa paixão, não se explica. Vive-se intensamente".

Esperamos continuar vivendo esta paixão pelo Cruzeiro Esporte Clube, não pela empresa Cruzeiro, a qual devemos muito respeito, tão somente.

A continuar pelo excesso empresarial, poderemos, em breve, mudar o nosso hino: "Existe uma grande empresa na cidade..."

Silvério Cândido - “silvercan”

Voz da Arquibancada é o espaço dedicado ao torcedor da arquibancada, geral e de toda imensa torcida espalhada pelo mundo. O Cruzeirense que se sentir motivado, inspirado e/ou indignado, escreva seu texto e envie para arquibancada@cruzeiro.org. A equipe Cruzeiro.Org terá o prazer de selecionar os textos recebidos e publicar os melhores e mais apropriados.

Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 10h31min
Silvercan, concordo com tudo que expos. Estou completamente identificado com seu pensamento. Empresa sim, responsabilidade administrativa sim, vender jogador bem sim, contudo tem coisas que não podemos desprezar, o valor de um título. Ano passado caímos fora em função da venda do Fred, que mostrou-se insubstituível. Ok, não tinha como não vender, o jogador ficaria insatisfeito e era um negócio imperdível e importante p/ a saúde financeira do clube. Ta bom, ta justificado. (cont)
 Dilson | Belo Horizonte | 13-07-06 10h46min
Silvério, em primeiro lugar parabenizo-o pelo desprendimento em colocar em público seu ponto de vista, e estando certo ou não, colocando a cara pra bater.Não sou advogado de ninguém, mas me parece haver uma incongruência em seu raciocínio, pois se vc mesmo elogia a admnistração "Perreliana" pelos grandes resultados alcançados, lembro-lhe que desde o primeiro dia do mandato do Zezé, esta política, dita como excessivamente mercantilista por muitos,tem sido a tônica de nossa diretoria.
 Dilson | Belo Horizonte | 13-07-06 10h51min
Por que mudá-la, se vem dando bons frutos? Não seria temerário esta mudança? E pelos negócios realizados, principalmente nas questões de compra e vendas de jogadores, creio não haver nehum clube no Brasil que minimamente se aproxime da performance do Cruzeiro.E o que dizer da evolução patrimonial e do salto de qualidade adiministrativa de nosso clube? Pense bem, pois não é à toa que os irmãos "Perrelas" têm apoio maciço não só de nós conselheiros como também da grande maioria de nossa torcida.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 10h54min
Agora, voltemos p/ 2006, a história vai se repetir? Se vendermos o Dracena, o Kerlon e o Wagner, é quase como dar adeus à possibilidade de conquistar o título. Dracena, acho q não temos como segurar, pois tem um acordo com a diretoria de que se aparecesse um bom negócio p/ ele seria liberado. Foi correto com o clube e assim o clube deve proceder p/ com ele. Só o que acho é q chega um momento q o clube tem q endurecer, fazer valer o que está em contrato, e explicar (cont.)
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 10h55min
p/ o jogador que o futebol envolve milhões de torcedores apaixonados, e q contam com sua colaboração p/ se chegar ao título. Se ficar insatisfeito, paciência, é um risco q temos q correr, ou então teremos muitos anos tipo 2005. Duas são as possibilidades, combinar com o jogador que após o campeonato as portas p/ sua transferência estarão abertas, ou tentar que o mesmo concretize a negociação com sua saída somente após o fim do campeonato. Na segunda hipótese (cont.)
 Dilson | Belo Horizonte | 13-07-06 10h55min
Continue sim com sua verve crítica , construtiva e pautada no respeito às pessoas,como é de sua índole diga-se de passagem, pois dessa forma nosso amado Cruzeiro se tornará cada vez mais forte.Abraços cordiais.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 10h57min
corremos o risco de o jogador não jogar com afinco ou insatisfeito, com medo de uma contusão que lhe atrapalhe a efetivação da transferência, mas p/ nos ainda acho q vale o risco pelo jogador ser no momento praticamente insubstituível no elenco, como é o caso do Wagner. Bom de qq forma é isto, não podemos deixar q os jogadores q podem nos levar ao título, saiam sem nenhuma resistência, clube empresa sim, mas em primeiro lugar, clube q se preocupa com a paixão (cont.)
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 10h59min
de seus torcedores. Em função disto é que tenho escrito esporadicamente por aqui que esta conscientização do jogador formado ou q chega ainda garoto ao Cruzeiro tem q começar desde cedo, na própria escolinha do Cruzeiro, mostrar p/ o cara que ele recebe tudo do bom e do melhor, estudo, assistência médica e dentária, e é de bom tom q ele se conscientize q deve dar um mínimo de retorno ao clube. É com educação inteligente e adequada q se forma o caráter de um bom cidadão do amanhã.
 Rogerio DF | Brasília e Entorno | 13-07-06 11h02min
Nobre Silvercan, Parabéns pela coluna e alegro-me em saber que mais um torcedor, torna-se membro da academia dos colunistas deste site! Estou quase tomando coragem, para expôr também nêste espaço, Saudações Celestes.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h10min
Dilson, eu já me questionei sobre isto que vc falou, e cheguei a seguinte conclusão, existia sim esta política de se vender jogadores p/ o bem da saúde do clube, e até concordo com isto. Só que de uns tempos p/ cá esta fama de vendedor do Cruzeiro parece q está passando dos limites. O jogador já chega pensando em Europa, somos chamados até de Cruzeiro exportação. Não gosto disso, preferia o rótulo de Cruzeiro copeiro ou Cruzeiro papa títulos. Isso sem falar nos jogadores aqui formados, que já...
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h19min
convivem no dia a dia do Cruzeiro com este aspecto (Cruzeiro exportação), o que chamo de deseducação do garoto que aqui está começando. Precisamos educá-los no sentido de serem homens de caráter e não de verem o clube apenas como um trampolim p/ a independência financeira, que aliás, se ele for bom mesmo, consegue tb no Cruzeiro num primeiro momento, só q sem enriquecer, depois os dólares e os euros lhe procurarão naturalmente. Do Kerlon, depois do seu sucesso no campeonato sub 20, vi ele já...
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h24min
falando em ir jogar na Europa, e se vc leu a entrevista com o recem chegado Elson, o mesmo já insinuo isto tb. Portanto, o que não podemos é começar a ser visto por jogadores e empresários, simplesmente como um passaporte p/ a independência financeira. O Cruzeiro é em primeiro lugar um clube de futebol, e tem que pensar primeiro na sua imensa e apaixonada torcida. Abraços.
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h37min
"Site Oficial - Nesses últimos dias, o que mudou daquilo que você conhecia do Cruzeiro?"
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h39min
Élson - Quando você está em outra equipe, ouve falar muito bem do Cruzeiro. Depois que eu cheguei aqui, fiquei admirado de uma forma impressionante. Nenhum clube no Brasil tem a estrutura que o Cruzeiro dá pra nós jogadores trabalhar. Tenho uma só frase: quem cai no Cruzeiro só tem de pensar em sair para a Europa e ficar bem financeiramente. Se ele tiver a oportunidade de jogar no Brasil, é matar um leão por dia, e jogar a sua carreira toda aqui porque aqui é uma maravilha. Você só tem que..
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h42min
...trabalhar e jogar porque o resto o clube te dá. E eu espero ficar aqui por muito anos porque aqui eu tenho tudo."
 jeronimo | Rio de Janeiro | 13-07-06 11h44min
Eu entendi perfeitamente a média q o jogador fez, que p/ sair do Cruzeiro só se for p/ a Europa. Mas achei a declaração infeliz p/ quem está chegando, e da p/ ler nas entrelinhas...
 jrgalvao | Belo Horizonte | 13-07-06 15h05min
Silvercan, vulgo "Tiãö", grande cruzeirense, torcedor assiduo do mineirão e grande ex-ponta-direita do forense, parabens pela cronica e ela reflete uma preocupação constante de grande parte da torcida do Cruzeiro, vamos torcer pelo time de futebol ou para a empresa de futebol. No mais é torcer para que o time mantenha o embalo e seja mais uma vez campeão no final do ano. O questionamento é deveras pertinente para ocasião.
 pyxis | BHZ | 13-07-06 16h14min
Tião Silvercan "frequentador assíduo da Toca III"???????
QUÁ QUÁ QUÁ QUÁ
Eu tô esperando ele se manifestar quanto ao Thiago, aquele zagueiro que ele desconfia que não joga nada...
 rdish | Fabriciano / Belo Horizonte | 13-07-06 20h34min
Discordo da coluna em alguns pontos. Primeiro, é importante salientar que, hoje, não existe mais aquele sonho daqueles que começam no futebol em se estabeler no clube do coração. Os meninos querem Europa e EUROS. Portanto, segurar jogadores no clube contra a vontade deles é besteira. Mesmo se for apenas até o final do ano, pois neste período, os principais campeonatos europeus não fazem muitas contratações, sobrando então as ligas de segunda linha (Portugal, Turquia, Rússia ...).
 rdish | Fabriciano / Belo Horizonte | 13-07-06 20h41min
Acho que a situação se amenizaria a curto prazo se o Brasileirão tivesse seu início e término compatíveis com o calendário europeu/mundial. Assim, os desmanches de elencos não ocorreriam no meio do campeonato, inviabilizando os projetos dos clubes. A longo prazo, a solução não tem muito nexo, mas não tem outra solução: são os clubes se estruturarem melhor no quesito obtenção de receita, para não ficarem dependentes da venda de jogadores. É difícil achar algo assim, mas não há outra maneira.
 rdish | Fabriciano / Belo Horizonte | 13-07-06 20h46min
Até que o Cruzeiro tem tentado, graças aos esforços desprendidos pelo departamento de marketing. A venda de camisas com numeração fixa, o 'barateamento' dos ingressos antecipados, a estruturação dos departamentos de base para visitas de delegações estrangeiras ... Uma arena multi-uso poderia ajudar bastante. Mas o desafio está em encontrar maneiras de tornar o futebol rentável num país de distribuição de renda tão desigual, como o nosso ... É hora da decantada originalidade do brasileiro agir.
 Isaac | Guarapari | 15-07-06 13h20min
SILVER, que beleza de texto. Olha eu entendo seu ponto de vista, mas vou fazer algumas considerações. Se esta lei Pelé que está falindo os times continuar sem alterações, não temos como evitar estas vendas. Hoje se aparecer uma proposta pra qualquer jogador acima de 10 mi de Euros tem mais é que sapecar a venda. Mas poderiam pelo menos segurar o jogador até o final do campeonato, amparado a um seguro. Mas que é triste perder um jogador tão novo como o Wagner é sim.
 pyxis | BHZ | 18-07-06 14h51min
Resumindo TUDO isto.
Todas as negociações que a diretoria fizer com jogadores do Cruzeiro e que tragam dinheiro PARA O CRUZEIRO, que sejam feito reinvestimento NO CRUZEIRO terão o meu apoio. Qualquer coisa a partir de 5mi de Euros é suficiente para que sefaçam outros 5mi de Euros a cada ano.
Agora, se o dinheiro não for para o Cruzeiro, se cair nas mão de empresário, parceiros anônimos, atravessadores, procuradores, representantes e afins que SOU CONTRA... Quero RETORNO das negociações!!!
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