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Torcedor Cibernetico
A Dialetica Virtual x Real

09/10/2017 | Evandro Oliveira
O Fim de uma Era

Em sucessões, continuidade ou continuísmo, no futebol, denominamos, popularmente, ´Era` ou ´dinastia`, na maioria dos casos pejorativamente ...

Filólogos definem que uma Era é uma época/período fixo, determinada por uma característica comum. No caso da temática geológica, é uma divisão de período da história da Terra. No sentido figurado, inclusive literário, designa uma época notável que estabeleceu ou determinou a ordenação das coisas de forma diferente. No futebol, costumam chamar de Era a gestão de determinados dirigentes, quando existe uma sucessão, continuidade ou continuísmo, denomina-se, popularmente, ´dinastia`, na maioria dos casos pejorativamente.

O grande problema da torcida do Cruzeiro, os teleguiados que são somente torcedores do futebol e que são influenciados por torcidas organizadas ou movimentos da mídia (como os que pedem direito a voto para qualquer torcedor que nem é Sócio do Futebol), é que são apresentados aos personagens da política barro-pretana somente na época das eleições. Aí começam as brigas ou marolas, via imprensa, como agora. Não vou falar do resultado das eleições e Muito menos das polêmicas levadas pelo partidarismo e interesses escusos da mídia após as eleições da semana passada. Vou falar do fim de uma Era, com foco no futebol, que é aquilo que o torcedor está mais próximo. Mesmo porque, se a abordagem por na política e gestão administrativa, a coisa daria um livro.

Era Gilvan

Seria muita pretensão ou um arroubo de ufanismo, chamar o duplo mandato de Gilvan Tavares, à frente do Cruzeiro, de Era, e ainda bem que não podemos falar em dinastia.

Gilvan participa das administrações do Cruzeiro há algum tempo. Muito antes de se candidatar a presidente, estava em funções de destaque e relevância no Cruzeiro, como presidente do Conselho Deliberativo. Sua visibilidade política só começou a ser percebida por torcedores teleguiados quando, candidatou-se a presidente para suceder ZZP que assumiu uma cadeira no Senado Federal e deixou o futebol do Cruzeiro desde fevereiro de 2011 nas mãos de Dimas Fonseca e Valdir Barbosa (a administração do clube continuou nas mãos do Gilvan e outros diretores).

2011

Gilvan, em 2011, usando de uma manobra de alteração estatutária (a mesma que impediu Bruno Vicintin ser candidato a presidente em 2017) cerceou a candidatura preferida de ZZP e colocou-o como o candidato mais forte na preferência dos conselheiros. Apareceram as candidaturas de Alberto Rodrigues e Claret Nametala, que uniram-se contra o Gilvan e perderam inapelavelmente. Aquela eleição teve a preferência dos torcedores nas redes sociais mas nem serviu para entrar na cabeça dos verdadeiros eleitores. As redes sociais fervilhavam com acusações de continuísmo por parte do Gilvan (pobres coitados de redes sociais !) e Gilvan foi eleito. Na sequência, teve a difícil tarefa de conduzir o time para se livrar do rebaixamento. Deu muita sorte e assim que livrou-se do rebaixamento, assumiu o clube antecipadamente para poder agir. Os compromissos políticos internos assumidos atrapalharam a montagem da equipe para 2012 pois teve que manter em cargos importantes (do futebol e da administração) vários profissionais que estavam ligados aos seus apoiadores.

2012

No ano de 2012 as coisas foram sendo tocadas como possível, e Gilvan sofreu ataques pessoais e agressivos quando, sugerido por opositores, sem ele saber, aceitou a sugestão de contratar Marcelo Oliveira, ou quando foi obrigado a substituir Dimas Fonseca por Alexandre Mattos. Aí reside o maior mérito da Era Gilvan, bancar a contratação destes dois profissionais, contra a opinião de muitos conselheiros e de muitos corneteiros, inclusive torcidas organizadas que, insatisfeitos com a questão de ingressos e outras mostraram sua rebeldia.

2013 e 2014

Os resultados em campo apagam muitos erros, alguns grosseiros da administração Gilvan. Os títulos Brasileiros de 2013 e 2014 fora muito comemorados e levaram Gilvan a uma reeleição por aclamação. É previsível que dois títulos brasileiros calam qualquer oposição, mesmo que a gestão administrativa não seja nenhum primor, ainda mais se apaniguados estejam contemplados.

Entretanto, antes da confirmação do título de 2014, a mosca azul (a maligna) picou o dirigente máximo. Imiscuiu-se na política partidária. Abusou da infraestrutura e aparelho existente no clube. A oposição de algumas pessoas, dentre eles Alexandre Mattos, mostrou porque o poder corrompe e porque o poder contamina. Particularmente, eu que apoiei abertamente a entrada do Gilvan desde o início de 2011, defendendo que o Cruzeiro precisava de renovação urgente, passei para o lado de quem se opunha a ele. Não defendo e nunca defenderei ninguém, de dirigentes a torcedores, que usa a instituição Cruzeiro para virar carreirista.

2015 e 2016

Em 2015, com a farsa que Gilvan montou para demitir o Mattos e Marcelo Oliveira, com a sua prepotência em achar que poderia acumular as atividades de presidente e de um diretor de futebol, aliado ao gerente e supervisor que estavam mantidos desde a gestão ZZP, as coisas começaram a dar errado. Não, eu não sou adivinho ou Mãe Diná, mas estava escrito. Contratações como as de Riascos, Tinoco, Luxemburgo são os resultados claros do que estou falando. Marcelo Oliveira demorou a sair e tentou evitar este tipo de coisa. Foi defenestrado covardemente.

Gilvan mostrou-se prepotente e autoritário, incompetente na maioria das coisas do futebol em que se meteu. Quando, após eleito para o segundo mandato, começou a ter oposição pelas lambanças no futebol e pelo descontrole administrativo-financeiro e econômico, passou a sofrer censura de atos por parte do Conselho, e a colecionar desafetos. Um dos atos que demonstra isto foi a pressão exercida para que demitisse Tinoco e outros. A mídia ajudou dando ´voz` à torcida (sempre guiada por interesses internos). Bruno Vicintin, que estava atuando na base, foi ´indicado` por um grupo de conselheiros para uma vice-presidência que nem existe estatutariamente, na esperança de que Gilvan fosse contido. Ledo engano. Gilvan continuou achando que era algum tipo de super dirigente plenipotente. Foi engolido em todas as instâncias que participou e contribuiu decisivamente para o fracasso da Primeira Liga, que em 2017 mostrou-se moribunda.

As limitações que Gilvan impingia a todos o futebol, inclusive na base, restringiam as ações. 2015 e 2016 foram trágicos. Fui contra a maioria das ações em que Gilvan decidia. O caso do Riascos, quando o diretor afastou meliante que nunca deveria ter vestido a camisa do Cruzeiro (fui contra a contratação) e que Gilvan quase desautorizou seu diretor, foi exemplar. Apoiei a contratação de Paulo Bento, a torcida e a mídia pressionaram e Gilvan demitiu-o. Fui contra o retorno do Mano Meneses e sou contra a permanência dele (os reflexos já estão, em parte, na mídia) para o ano que vem. Passamos apertado em 2015 e 2016 numa repetição história do que nos tem acontecido depois de títulos nacionais que nos levam à Libertadores. Foi assim quando ganhamos em 1997, 2000, 2003, 2013, 2014.

2017

Quando nos livramos do rebaixamento, graças ao retorno do Mano (sempre segundo teleguiados peça mídia), e começamos 2017 com a perda do título para nosso adversário rural - costumo dizer que estaduais servem para isto, nosso rival tá mostrando na prática, a mídia exaltou a tudo e a todos pela conquista do rural e vemos no que está resultando: criam crise no Cruzeiro e escondem tudo de lá, acho ÓTIMO! - o ano parecia perdido. Mano (que fui CONTRA sua demissão no meio da temporada de 2017) ficou apertado com questões de contusões, o departamento médico, sempre questionado, ficou a cada dia mais enrolado e as coisas foram mal com eliminações. O time começou a ressurgir no Brasileiro e avançava na Copa do Brasil capengando. Conquistamos o penta com muita sorte. Contamos com um gol salvador do Hudson, e duas defesas (uma defesa e vários erros dos adversários) na reta final. Mas título é título.

No caso da Era Gilvan, este título de 2017 serviu para que ele arrotasse mais forte a sua (IN)capacidade administrativa de um time de futebol. Seria muito inteligente da parte dele se colocasse TODOS os méritos em seus colaboradores, diretos e indiretos.

A atuação dele no futebol do Cruzeiro (e em outras atividades relativas ao time) deve-se, exclusivamente aos colaboradores. Mas não, usou do título para decidir a eleição. Entendo que o título foi decisivo para a pequena diferença em favor de seu candidato Wagner Pires. Mas Gilvan quis aparecer em tudo como o grande dirigente. Não foi e será lembrado somente como o presidente de três grandes títulos, mas não como um grande dirigente (a não ser pelos correligionários dele). Chegou ao absurdo de se vangloriar de uma premiação na área de marketing (Cannes) relativa a uma campanha que nem algumas pessoas dentro do Cruzeiro apoiaram e aprovaram. A campanha no Dia Internacional da Mulher, ganhou repercussão mundial. Mostrou que nem sempre as ideias vindas de fora do ambiente fechado do Cruzeiro são ruins. As mudanças anunciadas nas áreas comercial, de marketing e comunicação são mais do que bem vindas, e esperamos que mudem esta lógica de aparelho e que o presidente não fique comemorando prêmio de Cannes como se fosse iniciativa sua.

Fim de uma gestão

Gilvan poderia, e esta tinha sido a minha expectativa em 2011, ser um grande presidente, dentre os cinco maiores. Pode até conseguir ser classificado entre os cinco que conseguiram mais títulos para o futebol (no caso dele pode incluir o vôlei, o atletismo, o futebol americano, que muitos torcedores de futebol desprezam), mas nunca estará entre os cinco maiores da história do clube. E vai deixar um legado de passivos que deveria preocupar a maioria dos cruzeirenses que se preocupam, de verdade, com o Cruzeiro.

Muito obrigado, Gilvan. Até nunca mais !


Evandro Oliveira e cruzeirense desde a decada de 1960 e costuma ficar zangado quando ve tolices na boca de cruzeirense, mas talha o sangue quando ve a midia manipulando cruzeirenses alienados e desavisados.
pyxis@cruzeiro.org

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As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 celeste | Sorocaba-Itajub� | 09-10-17 13h33min
Texto bom de se ler. Dirigente que se candidata a cargo político deixa bem claro que seus interesses estão acima dos interesses do clube. E creio que isso ocorre com todos eles e deve ser o por quê desta transição turbulenta. Parece briga por território. Eu prefiro aguardar e usar espaços como esse para opinar e tentar entender alguma coisa.
 celeste | Sorocaba-Itajub� | 09-10-17 13h38min
Sobre algumas pessoas citadas: o ambiente na Toca também ficou ruim depois do título de 2014, quando o AM, logo após o jogo contra o Goiás, anunciou sua saída. Achei que ele também foi egoísta. Poderia ter esperado o encerramento da temporada. Este eu não quero de volta, posso estar enganada, mas ele gasta muito. O MO, também errou, no meu modo de pensar, quando ficou mêses reclamando pela imprensa, do meia que não veio. Ele foi mal tratado, saiu e foi saido do Palmeiras e zebrado...
 celeste | Sorocaba-Itajub� | 09-10-17 13h41min
Nada disto apaga a capacidade dele e eu gostaria que voltasse. Time dele ataca e faz gol de bola parada. Ele demonstra ser um baita treineiro. E creio que deve ter melhorado mais ainda com as passagens pelos clubes citados.O bom técnico sempre está aprendendo e evoluindo.
 celeste | Sorocaba-Itajub� | 09-10-17 13h46min
Quero o MM bem longe, desde meados de junho.A saída do Ábila, a insistência com o Sóbis, a inoperância ofensiva do time foram as coisas que mais me incomodaram. Parece que a mídia doméstica quer a manutenção dele, e o torcedor, que também queria, mudou de idéia. O sujeito é caro e ruim. Estou muito feliz com o Penta! Um título lava a alma, porém, concordo, ele joga uma pá de terra em muita coisa errada.
 celeste | Sorocaba-Itajub� | 09-10-17 13h47min
O TN, que não produz se não tiver um time que jogue por ele, é outro que está nas graças da torcida. Ele não resolve se o time não estiver bem...
 S@muel | Jaboticatubas | 09-10-17 14h56min
Marcelo Oliveira é um enganador. Teve um timaço na mão, só isso.
 Sotte | BELO HORIZONTE | 09-10-17 17h24min
Gilvan não vai deixar saudades mesmo, ótimas conquistas mas sempre deixou a desejar, e algo que não citou Pyxis foi a omissão no que se diz respeito a representatividade do clube, principalmente junto a FMF. Absurdo como ano apos ano eles fazem de tudo para beneficiar os galináceos, ao ponto de marcarem um clássico dois dias antes de uma decisão da libertadores. Pior que errar ao apoiar o inimigo é ser ***** pra combater. Mano também não deixara saudades. Ótimo texto.
 pyxis | BHZ | 09-10-17 20h08min
Dra. Celeste, Fiz uma avaliação até genérica do que foram os seis anos de Gilvan. Pra mim, é determinante quando ele se volta para a política.
Sobre o AMattos, a briga aconteceu ANTES do título. AMattos não quis ser cabo eleitoral do GPT. Houveram alguns episódios lamentáveis que não cabem neste pequeno espaço. Fomos campeões pelos jogadores e pela capacidade da dupla Mattos/Marcelo.
 pyxis | BHZ | 09-10-17 20h10min
S@muel, discordo, mas entendo sua opinião... deve ser parecida com a de TODOS que não queriam o MOliveira no Cruzeiro. Você acha mesmo que com ´um timaço nas mãos`, qualquer técnico ganha títulos brasileiros? SEI !
Ou então você deve achar que Gilvan não precisava de Mattos e MOliveira... só pode !
 pyxis | BHZ | 09-10-17 20h14min
Sotte, não sei se o GPT deve ter esta conta da relação com FMF. Tvemos o ´caso` Benecy, tivemos vários outros em que o Benecy era o principal personagem que SEMPRE tratou dos assuntos do Cruzeiro dissociados do que pensa a torcida.
Gilvan, neste caso, e IMNSHO, não deve levar esta nas costas. Dirigentes anteriores a ele foram MUITO PIORES e quando GPT tenteou fazer oposição nas eleições da camarilha da FMF, nem dirigentes e conselheiros do Cruzeiro o apoiaram, pelo contrário.
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 10-10-17 09h47min
Evandro, muito boa sua coluna. Para quem não conhece, a fundo os bastidores da política do Clube, e eu me incluo aí, deveria ser lida com muita atenção. Mas eu incluiria um adjetivo ao Presidente Gilvan: ingenuo. Para mim, política de clube é para macaco velho, no bom sentido. Gilvan não tem este perfil.
 pyxis | BHZ | 10-10-17 15h05min
Aloisio, obrigado pelas palavras mas, DISCORDO com veemência... GPT tem MUITOS defeitos e pouquíssimas qualidades... mas se tem um atributo (não sei se no que vc escreveu é positivo Ou negativo), é ser INOCENTE. Tem NADA de inocente... é um TOLO PREPOTENTE. Inocente? NUNCA !!!
 RONITO | Marilia | 10-10-17 16h24min
Parei quando li que ele poderia estar entre os 5 melhores gestores do Cruzeiro! GILVAN já está, não entre os 5, mas entre os 3 melhores gestores do Cruzeiro de todos os tempos! QUAL presidente ganhou 2 Campeonatos Brasileiros e 1 Copa do Brasil em seis anos de gestão? Independente de ter ganhado com um time ruim, o que será lembrado é o caneco na galeria! Já tivemos times piores e mal treinados levantando taças, na raça e no peito! Parabéns GILVAN! Foi traído, mas o mundo da voltas!
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 10-10-17 21h25min
Então só vem reforçar o que acabei de escrever, não sei nada dos bastidores. A distância e através da mídia, a realidade é outra completamente diferente do que vemos.
 pyxis | BHZ | 10-10-17 23h43min
Ronito, você é o típico torcedor teleguiado que quer mostrar que sabe de alguma coisa e sustentar opinião alheia.
QUando diz que ´parei de ler ...` revela a ignorância de torcedor d futebol que rosna ou balança o rabinho, como um cãozinho, de acordo com o resultado de um jogo ou um título.
Algum dia, converse com calma, com alguém que conhece o Cruzeiro e que pense no CLUBE e não somente nos troféus conquistados.
Quem sabe você começa a pensar com um dos dois neurônios...
 Ronito | Marilia | 10-10-17 23h57min
Não precisa ser um estudioso, morar dentro da toca, ter amigos conselheiros para reconhecer os feitos do Gilvan! Se pecou na gestão financeira, no futebol fez oq nenhum presidente do Cruzeiro fez! Somos bicampeões nacionais, graças à sua ousadia! Zezé Perrela, teria vendido meio time no primeiro semestre de 2013! Sempre visou finanças e, pouco vimos em tantos anos de sua gestão! Esperneie como sempre fez, Gilvan entrou pra história do Cruzeiro! E daqui uns anos vou lembrar disso
 Ronito | Marilia | 10-10-17 23h59min
Honra ao mérito, reconhecimento, humildade, gratidão! Não sabe o significado, pesquise num dicionário! Certamente aprendera mais e deixará a ignorância pelo menos por um instante de lado!
 pyxis | BHZ | 11-10-17 13h54min
RONITO, tenho preguiça de gente como você... !!! Vai ler e estudar !!!
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h17min
Boa noite Evandro. Bom texto, reportando bem o que foi a Era Gilvan. Ou na verdade, o que não foi, visto que foi isso que você defende nas linhas acima. Acho que mesmo assim, você poderia ter aprofundado mais nas questões internas, nos bastidores que só quem mora em BH toma conhecimento. Não para gerar conversa fiada, mas para esclarecer mesmo quem está de longe e deseja se inteirar mais da vida do clube.
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h29min
Por exemplo, para mim foi novidade que Gilvan tenha sofrido pressão e ataques para contratar Marcelo Oliveira e Alexandre Mattos por opositores. Até então, o que eu pensava, é que havia uma convergência em relação aos dois nomes. Pensava que somente as organizadas colocavam objeção, principalmente ao Marcelo.
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h29min
Por exemplo, para mim foi novidade que Gilvan tenha sofrido pressão e ataques para contratar Marcelo Oliveira e Alexandre Mattos por opositores. Até então, o que eu pensava, é que havia uma convergência em relação aos dois nomes. Pensava que somente as organizadas colocavam objeção, principalmente ao Marcelo.
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h31min
E agora ? O que pode acontecer com esse racha entre Gilvan e a situação? Ou na verdade era um bloco só ? E a composição com a nova gestão do Conselho?
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h31min
E agora ? O que pode acontecer com esse racha entre Gilvan e a situação? Ou na verdade era um bloco só ? E a composição com a nova gestão do Conselho?
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h36min
Você não acha se pelo menos o sócio torcedor com mais de 8 ou 10 anos de fidelização ao programa deveria ter direito a voto?? Mesmo que houvesse uma limitação de números, tipo somente os 1000 primeiros sócios que não são conselheiros. Assim, esses conchavos ficariam mais difíceis de serem articulados.
 estrelado campeao | Ubá  | 19-10-17 22h36min
Você não acha se pelo menos o sócio torcedor com mais de 8 ou 10 anos de fidelização ao programa deveria ter direito a voto?? Mesmo que houvesse uma limitação de números, tipo somente os 1000 primeiros sócios que não são conselheiros. Assim, esses conchavos ficariam mais difíceis de serem articulados.
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