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Cruzeirense de Arquibancada
Fernandão escreve preferencialmente após as apresentações do celeste cinco estrelas

28/09/2017 | Fernandão
Cruzeiro, o seu destino é vencer.

Depois de longo hiato, Cruzeiro volta a vencer uma Copa

1991 e 1992: Supercopas. 1993: 1ª Copa do Brasil. 1996: A segunda. 1997: Libertadores. 2000: 3ª Copa do Brasil. 2003: a quarta. Nesse período de 13 temporadas o Cruzeiro venceu 7 competições de mata-mata de primeira grandeza. E foram necessárias outras 14 temporadas para que voltássemos a sentir o gosto especial de vencer um jogo de final. A espera acabou ontem! Somos pentacampeões da Copa do Brasil. Viva o Cruzeiro!

O jogo de ontem foi a coroação de um belo trabalho desenvolvido por jogadores e comissão técnica. Esse título vem para fazer justiça a duas bandeiras celestes: Fábio e Henrique, que não poderiam encerrar sua trajetória por aqui sem vencer uma Copa. Henrique, que ainda esse ano completará o jogo de número 400 com a camisa mais bonita do Brasil, entrará para o Hall da Fama. Será imortalizado junto com Ricardinho, Ademir, Piazza e Zé Carlos, outros volantes que mereceram a honraria. Teve a honra de erguer a taça, como Fábio já fizera com dois campeonatos brasileiros. Fábio livra-se da injusta fama de goleiro pouco decisivo. Ele, Fábio, que talvez tenha sido o melhor jogador do Cruzeiro ao longo da Copa, com partidas sublimes em Chapecó, em Porto Alegre e no Rio de Janeiro.

O jogo

Jogos de final tem a atmosfera naturalmente mais tensa, mais eletrificada. Isso ficou bastante claro ontem. Os times entraram em campo muito rígidos taticamente, preocupados em negar espaços ao adversário. Talvez por excesso de adrenalina no sangue, o jovem Raniel saiu cedo do jogo, antes dos dez do 1º tempo. Arrascaeta veio para o jogo. Se o Cruzeiro ganhou e inventividade ofensiva e trocas de posição, perdeu em profundidade, sem a referência.

O Cruzeiro fez um primeiro tempo melhor que o Flamengo, embora não tenha finalizado uma única vez que seja no alvo, exigindo intervenções do tal Muralha. Após o intervalo o Flamengo equilibrou o jogo e chegou a levar algum perigo, enquanto o Cruzeiro parecia preocupado demais em não sofrer gols. Na verdade, o Cruzeiro fez o jogo confiando na bola parada. Com a bola rolando, o jogo fluía pouco. Parte porque o Flamengo picotou os avanços do Cruzeiro com faltas (foram 22 no total). Parte porque, sem avantes de ofício, ninguém tinha força para prender a bola na frente ou fazer o pivô.

O jogo seguiu nervoso até o fim, com as defesas sobressaindo-se com alguma facilidade sobre os ataques. Desde metade do 2º tempo, tudo levava a crer que iria para os pênaltis. Como de fato foi. Henrique, Léo, Hudson, Barbosa e Neves converteram as suas cobranças. Fábio pegou o pênalti de Diego.

Atuações

Fábio – Exigido uma vez durante o jogo em chute de Guerrero, trabalhou bem. Nos pênaltis, parece mais ligado, tem demorado um pouco mais para sair, causando dúvidas nos batedores adversários. Quase pegou o primeiro, que passou debaixo do seu corpo. Quando teve outra oportunidade, não desperdiçou. Está, às vésperas de completar 37 anos, em um de seus melhores momentos no Cruzeiro. Mérito dele mesmo, mas também do Rafael, que o substituiu a altura, fazendo uma sombra que o tira da zona de conforto.
Ezequiel/Barbosa – Ultrapassaram pouco, dado o cuidado defensivo com os pontas rubro-negros. Atrás, foram impecáveis. Ezequiel com seus olhos tristes observou os colegas converterem os pênaltis. Diogo Barbosa fez o dele com louvor, alto,``impegável´´.
Murilo/Léo – Incomodados pelo chato Guerrero, iam levando a melhor durante o jogo todo. Já no fim da partida, Guerrero driblou Léo e finalizou com perigo. Nosso veterano zagueiro foi salvo pelo veterano goleiro. Léo ainda bateu um pênalti de centroavante.
Henrique/Hudson – Fizeram uma bela partida, controlando as ações no meio-campo. Com a personalidade que têm ambos converteram suas penalidades.
Alisson – Correu, brigou, marcou, fechou espaços. Mas fez pouco com a bola nos pés.
Robinho – Vinha fazendo um jogo interessante, sob o ponto de vista tático. Saiu contundido no intervalo.
Rafinha – Entrou no lugar de Robinho e lutou intensamente. Tem muito mais cacoete do que o substituído para jogar na beirada.
Raniel/Élber – Sem muito tempo para observação.
Neves – Com a saída de Raniel, foi deslocado para a centroavancia, que não é muito a dele. Não vem em boa fase. Escorregou no seu pênalti, mas como é ungido, a bola foi parar na gaveta.
Arrascaeta – Assim como Thiago, jogou muito enfiado às vezes, por isso não recebeu muitas bolas. Mesmo assim descolou uma ou duas chances para os colegas finalizarem.

Mano – As alterações se fizeram sozinhas, por necessidade. Postou em campo um time pragmático e seguro. Praticamente não deu chances ao rival. Desconfio que em um futuro não muito distante, quando formos reclamar de um time que toma muitos gols, ou que perde jogos com facilidades, tomaremos ``a época do Mano´´ como parâmetro. Algo como: se fosse o Mano, não perdia.

Considerações (sem querer ser chato)

Pô Fernandão, cadê a emoção? Ganhamos o campeonato cara!

Eu sei, eu sei. Mas é que depois da farra vem a ressaca, sabem como é né? Mas trataremos do assunto adiante. É que não posso deixar passar algumas coisas...

Fomos campeões... APESAR da diretoria do Cruzeiro, em alguns casos. Nem vou falar dos 4.500 caronas. Como é jogo de final, deve ter uma boa cota para patrocinadores. Entendo. Mas chegamos na final com UM centroavante, moleque, e possivelmente machucado à disposição. Opções de velocidade? Temos duas, só. Alisson e Élber. Não dá nem para jogar com um ponta de cada lado e ter um reserva, nem vou entrar no mérito da qualidade.

Outra coisa, temos três jogadores muito parecidos, três pontas-de-lança. Arrascaeta, Sóbis e Neves. Não me refiro à qualidade e ao estilo do jogo, mas do posicionamento em campo, ok? É difícil encaixar os três, que devem ter os maiores salários do elenco. E estou tendo um pouquinho de boa vontade de não por o Robinho nessa lista, que é um armador.

Para mim, é cristalino que o elenco do Cruzeiro é mal montado. Para o ano que vem, tem o Sassá e o Judivan. Ok, resolve o problema do centroavante. Mas o ideal seria negociar Sóbis, Robinho, Rafael Marques e trazer jogadores de lado de campo. De preferência sem ser um Rafinha, da vida, que já foi ponta rápido... no passado. Ok, adiante.

Os méritos

Fiz essas considerações, para que os louros sejam destinados para as pessoas certas. Por exemplo, Mano Menezes. Ao seu estilo, fez o time competir. Competiu tanto, que vencer os jogos tornou-se um detalhe irrelevante. São 4 empates, 1 vitória e 1 derrota nos últimos 6 jogos da Copa. Isso dá a medida de um time que procurou superar seu adversário e de uma forma ou de outra conseguiu. Bateu campeão. Com muitas dificuldades. Nessa série de 6 jogos, ficaram para trás os dois novos ricos do Brasil (Palmeiras e Flamengo) e o time da moda (Grêmio), todos com elencos mais repletos de opções ofensivas. Mano ainda conviveu com a má fase técnica (física?) do seu principal jogador nas finais. Fez tudo isso com um garoto de beque central.

Já falei dos grandes: Fábio e Henrique, que devem alcançar a eternidade com o título, pelos anos de casa e pela extensa lista de serviços prestados.

Outro que dá a sua reviravolta pessoal é Léo. Comandante de uma defesa que sofreu 2 gols nas semifinais e finais, um deles irregular. Léo sempre esteve à sombra de outros beques mais talentosos, como Manoel e Dedé. Mesmo Bruno Rodrigo o ofuscou em alguns momentos, restando-lhe sempre a coadjuvância. Mas, dessa vez, nessa campanha, Léo liderou a defesa celeste e viu nascer para o futebol o garoto Murilo, que casou estilos com ele como uma luva.

A trajetória do Murilo começa e não dá para saber se vinga. Vimos Thiago Heleno e Gladstone começarem a sua trajetória de maneira absolutamente promissora, para depois não ser aquilo tudo que esperávamos. Murilo precisa é de jogar e aí há uma decisão a tomar por parte da Diretoria para 2018. Manoel e Dedé tem algum mercado ainda e são caros demais para serem reservas. O caminho correto seria recuperá-los até o fim do ano e tentar negociá-los. Trazer de volta o Fabrício Bruno para a reserva. Isso daria ao time a capacidade de investimento necessária para uma grande contratação (ou para manter o Arrasca). Revelar é melhor dos mundos por causa disso. O potencial do garoto é infinito.

Além do Murilo, a espinha dorsal do Cruzeiro para as próximas temporadas, deve incluir obrigatoriamente Arrascaeta, Barbosa, Hudson e Alisson. Jovens e talentosos, o Cruzeiro deve buscar renovar-lhes o contrato e mantê-los por bons anos. Os jovens de hoje tornam-se o veterano de amanhã. Apenas mantendo jogadores por anos conquista-se identidade. Identidade é boa parte do caminho para vencer competições de mata-mata, como na década de 90. Em 93, o gol do título foi do menino Cleisson. Cleisson que já era um cara experimentado e vencedor em 97, como tantos outros.

Gostamos demais desse negócio de ganhar, então, vamos buscar ganhar sempre.

Parte considerável dos méritos deve ir também para a torcida do Cruzeiro. Embora ontem, em alguns momentos, nos mostramos absorvidos pela tensão. Cantamos, passamos força e confiança. Fomos uma torcida com postura. Não só ontem, mas desde o jogo contra o Palmeiras, percebíamos uma energia legal no estádio.

Fechando

Foi uma noite maravilhosa. Que noites assim sejam frequentes nos próximos anos. Um abraço especial para meu irmão, Marcelão. De volta da temporada europeia, esse foi o primeiro jogo dele desde longa data. Valeu, cara! Valeu por me buscar no serviço, por ter gelado as Bavarias, e as Wälls, por ter sido o chefe da via-sacra. Outras virão, com certeza.

Valeu Cruzeiro! Esse time que nasceu para vencer.

Saudações Celestes


Gestor público, que faz suas observações após cada partida do Cruzeiro, de forma pouco espalhafatosa e totalmente despretensiosa.
fernandao@cruzeiro.org

Leia também as colunas anteriores Cruzeirense de Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 28-09-17 20h31min
Fernandão, o que me anima, além desta espinha dorsal citada por você, é termos no elenco jovens promissores como Raniel, Murilo, Nonoca, Judivan e os goleiros reservas. Sem dizer que no júnior temos outros com futuro e perto de serem integrados ao elenco profissional. Que se faça alguns ajustes para disputarmos a Libertadores com chances de ganhar.
 J Alfeu | Não definido | 28-09-17 21h14min
Fernandão, Aloisio e a todos os Cruzeirenses que tenhamos ótima semana e um belo Domingo com vitória do Cruzeiro. Tem o Arthur subindo e encherão mercado para o Déde no São Paulo e Manuel no Flamengo, ou invertido. São clubes com bala e necessidades na defesa. Encherão o Brasileiro em aberto, e o elenco atual querendo, poderemos colocar pressão, já que os a nossa frente tem pipocando. Tudo pode recomeçar com este jogo de Domingo.
 J Alfeu | Não definido | 28-09-17 21h17min
Primeiro........terá Segundo.........estará Corretor maluco
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 28-09-17 21h48min
Tempo de comemorar!!!
 brenovp | Não definido | 29-09-17 07h26min
Bela coluna! Mas discordo da leitura do jogo. Vi um 1º tempo confortável para o fla, embora tenhamos defendido bem e cumprido a proposta do mano. Rueda quis um gol rápido e subiu a marcação, o que deu mais de 80 de posse pro fla nos 15 iniciais e um cruzeiro sem saída de bola. Tava seguro, mas extremamente desconfortável. Como se o nervosismo dos 10 iniciais tivessem durado 30. Quando o fla viu que o gol não saíria rápido, só aí entregou as rédeas. A saída do Raniel foi fundamental pra isso.
 brenovp | Não definido | 29-09-17 07h40min
Fico feliz pelo Leo. Que temporada! Líder, guerreiro, confiante e até tutor. Zagueiro simples e voluntarioso. Faltava 'o momento' na carreira, que está aí. O fatídico lance com Guerreiro foi uma ***** duma cagada do peruano. Concordo tb com o elenco cheio de lacunas. Não dá pra aceitar estar numa final sem opção de atacante central. E parabéns sem rancor para o Mano. Há arrogâncias que vem para o bem. A alta confiança que tem no próprio trabalho foi fundamental para esse título. Torçam meu braço!
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 29-09-17 08h35min
Aloísio, acho que esse elenco, com um ou dois ajustes e, principalmente, com a manutenção da linha de trabalho tem chances de ir longe na Libertadores. Caso o Mano opte por sair, é buscar um treinador com o perfil parecido. Discordo da contratação de bananeira que já deu cacho, como o Cruzeiro comumente faz para `presentear´ a torcida. Os ajustes principais: Um ponta rápido, driblador para alternar com o Alisson. Um ponta agudo, bom finalizador para o outro lado.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 29-09-17 08h35min
De preferência jogadores jovens, como o Richarlisson, que o Flu buscou no América e já passou nos cobres.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 29-09-17 08h40min
Ótima semana para você também Alfeu. O que vir no Brasileiro é lucro. O Cruzeiro, por causa do show do Paul, antecipou o jogo contra a Ponte. Então é bem possível (claro, tem que vencer) que possamos estar em segundo no dia 07/10, com um jogo a mais – mas brigando efetivamente por essa posição. Para ser campeão depende muito mesmo é de uma refugada histórica e pouco provável do Corinthians. Torço muito, mas não acredito.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 29-09-17 08h42min
Sim Celeste, tempo de comemorar. Espero que a Diretoria do Cruzeiro comemore, vote e tal até o dia 05/10. Depois da eleição, que o planejamento da próxima temporada comece imediatamente. Abraço.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 29-09-17 08h49min
Olá, Breno. É um ponto de vista válido também. Mas vi o Cruzeiro mais perigoso que o Flamengo no primeiro tempo. Como Arrascaeta sempre acelerava o jogo, o time não fez nenhuma questão da posse de bola. Também dei o braço a torcer para o Mano, mas tinha sido antes, na virada do turno já. Hehehe. Fato é que o trabalho dele demorou a pegar no tranco esse ano, mas pegou. Acho um baita desperdício, com quem quer que seja, começar tudo de novo.
 J Alfeu | Não definido | 29-09-17 09h15min
Independente do grupo a comandar o Cruzeiro no futuro, deveriam antes da eleição procurar a comissão técnica e garantir à permanência do trabalho para próximos anos. Caso não ocorra acordo e tenha mudança, sou a favor do retorno do Adilson Batista.
 S@muel | Jaboticatubas | 29-09-17 09h31min
Copa tem que ganhar nem que seja na marra mesmo. Revi o jogo final de 2000 e esse é mais um exemplo. Foi um joguinho de dar calo nas vistas, pode-se até afirmar que o São Paulo jogou melhor. só Ricardindo e Geovani conseguiam por o time
 S@muel | Jaboticatubas | 29-09-17 09h35min
... por o time pra frente até o Muller entrar e o resto acordar quando a cobrá estava indo pro brejo. Mas tudo é esquecido e na memória afetiva só fica a virada no último minuto. Isso é bom, os jogadores que ganham os títulos, que fazem a história do clube, merecem essa glória.
 S@muel | Jaboticatubas | 29-09-17 09h48min
Quanto a esse jogo, vendo da arquibancada, a impressão que tive foi que o Cruzeiro foi um pouco melhor que adversário, com jogadas mais agudas mesmo no momento da partida em que tinha menos posse. No segundo tempo tomou iniciativa no jogo e tentou liquidar a fatura sem se expor demais. Teve chance na bola parada e aquela narigão do Arrascaeta em que eu cheguei a gritar gol.
 pyxis | BHZ | 29-09-17 10h10min
Breno, é natural... um título INEBRIA muita gente... eu diria que a maioria. E quando título vem após uma partida PÍFIA, com atuações mediocres ou ridículas, mais ainda.
Modéstia às favas, não sou da turma que se ilude com isto. COMEMORO MUITO, vou comemorar durante MUITOS ANOS... as atuações na partida POUCO importará daqui seis meses... Alguém se lembra da atuação do Marcelo Ramos na decisão do Mineiro de 1997 no jogo em Nova Lima?
cont ...
 pyxis | BHZ | 29-09-17 10h13min
...
Alguém se lembra do que fez o Dida naquelas duas partidas decisivas de 1997? Poucos devem saber... Mas todos se lembram de quem fez o gol, do público recorde do Mineirão antigo... Dizem até que se forem feitas pesquisas, mais de um milhão de torcedores juram que estiveram presentes naquele jogo...
Vivi de perto os cinco títulos da CopaBr... Desde 1992 atuando na Internet... Escrevia nos emails da época... SAUDAÇÕES CELESTES ETERNAMENTE CAMPEÃS... assim continua...
cont ...
 pyxis | BHZ | 29-09-17 10h17min
...
Títulos são para comemorar a vida inteira e não nas 48h após o jogo decisivo.
Dito isto, discordo da questão do Mano, mas o braço é seu e você pode deixá-lo torcer à vontade.
Ele continua com sua teimosia (deu errado no Mineiro e pediram até a cabeça dele - e fui CONTRA a saída dele embora alguns CALHORDAS digam o contrário) e não vai mudar... vai piorar... Discordo de você classificar a postura como arrogância... é outra coisa.
cont ...
 pyxis | BHZ | 29-09-17 10h23min
...
Mas, este SEGUNDO título importante da carreira dele servirá muito ao Mano. Ele estava na berlinda e com sua carreira questionada, especialmente depois de ser dispensado da China.
Não acredito que o Mano, mantendo-se uma meia dúzia de jogadores que aí estão, seja capaz de um bom trabalho na Libertadores.
Reconheço UM mérito do Mano... arrumou o setor defensivo... e sem o Dedé e Manoel, queridinhos da ´galera` que muito pouco contribuíram. Estou esperando os detratores do Léo...
 Thiago Campos | N�o definido | 29-09-17 14h27min
Penta Campeão! Penta Campeão! Saudade demais de ganhar uma Copa do Brasil, eu que cresci vendo esse Clube levantar tantas nos anos 90. Quanto ao jogo tudo dentro da normalidade de uma final em que o resultado inicial não da o título a nenhum dos times. Jogadores importantes realmente jogaram abaixo daquilo que se esperava deles, mas isso se deu nos dois times. Difícil agora imaginar o Mano saindo, só se pedir muito pra renovar. Difícil também é imaginar um nome que faça algo muito melhor.
 Thiago Campos | N�o definido | 29-09-17 14h30min
Com os ajustes necessários no elenco vejo sim possibilidade de evolução com o técnico atual, o mais importante ele parece ter hoje, que é o vestiário sob controle. No mais é sorriso aberto e curtir o fim da temporada. Tão combatido jamais vencido!
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