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De Jure - Coworking



Cruzeirense de Arquibancada
Fernandão escreve preferencialmente após as apresentações do celeste cinco estrelas

08/08/2017 | Fernandão
Balanço do 1º turno do Cruzeiro

Colunista tentar explicar, com números, o que aconteceu com o Cruzeiro no Turno do Brasileirão

Olá meus amigos. De antemão confesso para vocês uma coisa. É que a coluna de hoje é densa e pode ser que a gente rode, rode – e não chegue a lugar nenhum. Às vezes faz parte. Futebol é um troço muito bacana e nos permite realçar de tudo, de amenidades a detalhes nada lúdicos. Explico a potencial prolixidade à qual me referi anteriormente. Essa coluna foi legal de fazer, porque a fiz menos como torcedor, que traz as sensações do estádio e mais como administrador, que sou por formação. Peguei as fichas técnicas do Cruzeiro, e algumas estatísticas mais fáceis de achar – finalizações e posse de bola. Joguei tudo numa planilha de Excel e fui tentar tirar conclusões. Dados explicam tudo. O difícil é achar aqueles mais importantes. Einsten uma vez falou que: Nem tudo que conta pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado conta.

Para que a experiência fosse possível, tentei despir-me ao máximo dos pré-conceitos. A dogmática futebolística não nos permite ir além se acreditamos mais na nossa memória afetiva do que nos números. Falando em Dogmas da bola, nem tudo é como nos recordamos que seja. A ilustração perfeita dessa situação está no prefácio à edição brasileira do fantástico livro ``Números do Jogo´´. O comentarista PVC assunta sobre uma revisão feita por ele do jogo da Seleção Brasileira na Copa de 70. Eis as conclusões:

- O Jogo brasileiro se apoiava, principalmente, em Jairzinho, o cara de velocidade do time, recebendo os lançamentos de Gérson.

- O Brasil marcou 15 de seus 19 gols em jogadas de contragolpe.

O que ficou na memória popular foi o jogo bonito. A cadência do time com vários ``camisas dez´´. Os gols que o Pelé fez, e mesmo os que ele não fez. Feita a introdução vamos adiante.

Posse de Bola

Vou voltar nisso, estratificando a questão por esquema de jogo. Um fato: O Cruzeiro alternou jogos com maior e com menor posse. São ao todo 9 jogos com menor posse de bola, contra 10 com maior posse de bola no turno. Os resultados são parecidos: 4v, 2e, 3d com posse menor (52% aproveitamento); 3v, 4e, 3d (43,3% de aproveitamento) tendo maior posse de bola.

Analisando posse de bola jogo a jogo, podemos dizer que o time achou uma forma de jogar duas vezes no campeonato. Sem a posse, em 4 jogos seguidos (Palmeiras, CAP, Flamengo e Fluminense). E com a posse, também por 4 jogos seguidos (Avaí, Vitória, Vasco e Botafogo). Antes disso, nas primeiras onze rodadas, o time não repetiu jogos com ou sem posse de bola em sequência, talvez demonstrando que estava procurando o jeito certo de jogar.

Finalizações

Em 16 jogos o Cruzeiro finalizou mais do que o adversário. Nos quatro em que finalizou menos (São Paulo, Bahia, Alt-MG e Fluminense) aproveitamento em pontos de 33,3%. Concordamos que finalizar mais aproxima o time da vitória, vou deixar essa frase em aberto. E aqui, talvez resida o grande problema do time que esquemas matemáticos não vão explicar: o baixo aproveitamento em finalizações. O Cruzeiro fez três gols em 9 finalizações contra o Palmeiras, contudo, 25 não foram suficientes para marcar uma única vez contra o Avaí.

Vamos verificar se finalizar mais realmente é o caminho. Em seis oportunidades, o Cruzeiro finalizou o dobro ou mais do que o adversário. Sendo o jogo contra o Avaí uma aberração estatística, os dados que restarem serão bons, correto? Pois bem, nesses jogos (Atlético-GO, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Avaí e Botafogo) 2v, 2e, 2d o que dá 44,4% de aproveitamento, pouco menos do que o restante do campeonato.

Finalizar mais e mais, não é o caminho.

Daí pensei: E se juntarmos as duas estatísticas principais do futebol? Posse de bola e finalização? Pode ser que dê alguma coisa – que consigamos sugerir um modo para o time jogar. Fiz um esquadro básico, 4 categorias, levando em conta as duas variáveis. Mais posse ou menos posse, para mais ou menos finalizações. Como o Cruzeiro finaliza muito, nos jogos em que o adversário finalizou quase o mesmo tanto que o Cruzeiro (acima de 80% do total) considerei que o Cruzeiro finalizou menos. São esses jogos: Chape, Grêmio, Palmeiras, CAP e Vasco.

O que eu esperava? Uma categoria em que o time tivesse menos posse de bola, muitas finalizações que fosse muito melhor do que as outras em aproveitamento.

O resultado:

Categoria 1: Mais posse, muitas finalizações (teoricamente, jogo propositivo): Sport, Atl.-GO, Coxa, Avaí, Vitória e Botafogo.
2v, 3e, 1d. 50% aproveitamento.

Categoria 2: Menos posse, muitas finalizações (teoricamente o ideal, jogo objetivo): Santos, Corinthians, Ponte e Flamengo. 1v, 1e, 2d. 33,3% aproveitamento.

Categoria 3: Mais posse, poucas finalizações (teoricamente, domínio estéril): Chape, Grêmio, Cocota, Vasco. 1v, 1e, 2d. 33,3% de aproveitamento.

Categoria 4: Menos posse, poucas finalizações (teoricamente, retranca): São Paulo, Bahia, Palmeiras, CAP, Fluminense. 3v, 1e, 1d. 66,7% de aproveitamento.

Então... Quer dizer que é melhor o time abrir mão da posse de bola e finalizar menos? A famosa retranca? Aparentemente sim. Pelo menos numericamente. Thomas Huxley, biológo inglês que ficou famoso como o ``buldogue de Darwin´´ disse uma vez que a grande tragédia da ciência é o massacre de uma bela hipótese por um horrível fato. Longe de ser ciência o que fazemos aqui. Mas aparentemente, o Cruzeiro se dá melhor jogando por uma bola.

Talvez seja o que o nosso treinador sabe fazer bem. E é uma burrice desperdiçar uma virtude. Não por acaso, os placares em jogos do Cruzeiro são sistematicamente modestos. Dos 19 jogos do campeonato, não marcamos um golzinho sequer em 7 deles, assim como mantivemos a meta sem ser vazada em 8 oportunidades. São poucos gols, média inferior a dois por jogo nos jogos do Cruzeiro nesse primeiro turno.

Wanchope

Testei outras hipóteses aleatórias por aí. A que tem sido recorrente nos últimos jogos é de que os erros de finalização do Cruzeiro tem relação com a venda(?) do nosso goleador. Adorava o Ábila. Em algumas colunas antigas minhas usei para ele algumas alcunhas: Homão da Porra, Força da Natureza, Macho Alfa e afins. Não tenho nada contra a figura, tenho contra o Gilvan pelas lambanças em série. Sigamos.

Wanchope iniciou 6 partidas. São Paulo, Sport, Bahia, Atl. GO, Corinthians e Ponte.

Extrato:

Com Ábila: 2v, 1e, 3d. Aproveitamento: 38,9%. Média de gols ataque: 0,67 por jogo. 12, 8 finalizações por jogo. O que dá um gol a cada 19 finalizações com o Ábila iniciando os jogos.

Sem Ábila: Aproveitamento 51,2%. Média de gols ataque: 1,31 por jogo. 14,46 finalizações por jogo. O que dá um gol a cada 11 finalizações.

Aparentemente Wanchope não era tão efetivo assim.

Volantes

É um luxo o Mano Menezes ter no grupo cinco volantes de boa qualidade. Por ser a posição que mais se desgasta na disputa de espaço, além de frequentemente conviver com suspensões, tivemos todo o tipo de formação no meio. O que nos permite comparar o aproveitamento dos ocupantes da posição.

A primeira situação é em relação ao número de volantes. O Cruzeiro priorizou jogar com dois volantes, mas em quatro oportunidades foi a campo com três. Foram os jogos contra Santos, Corinthians, Palmeiras e Fluminense. Jogos duros e mesmo assim aproveitamento de 58%, superior ao total do campeonato. Romero foi frequentemente deslocado para a lateral direita, tendo feito apenas seis jogos na posição de origem. Considerei no levantamento apenas as partidas iniciadas pelos jogadores, jogando na posição de volante:

Hudson: 5 jogos, 3v, 1e,1d. Aproveitamento de 66,7%
Henrique: 11 jogos. 5v, 3e, 3d. Aproveitamento de 54,5%
Cabral: 12 jogos. 4v, 4e, 4d. Aproveitamento de 44,4%
Lucas Silva: 7 jogos. 2v, 3e, 2d. Aproveitamento de 42,9%
Romero: 6 jogos. 2v, 1e, 3d. Aproveitamento de 38,9%.

Voltando aos três volantes. Nas oportunidades em que foi utilizado o esquema, há uma nítida tendência de o time jogar sem a bola. A posse de bola média com três volantes é de apenas 44,25%, contra 52,6% quando jogam dois. Mesmo assim o time cede menos finalizações com três volantes: 9,25 contra 9,87 por jogo.

Pontas

Em primeiro lugar, vou fazer uma ressalva. Não considero o Rafinha um ponta. Pra mim, pontas mesmo do Cruzeiro são Alisson e Élber. A dupla fez junta, de início, apenas dois jogos: Flamengo e Atlético-PR. Mas para poder comparar esquemas de jogo, vou considerar que o Cruzeiro jogou com pontas nos jogos em que iniciaram dois desses três jogadores: Rafinha, Élber e Alisson.

Nessas condições o Cruzeiro iniciou oito partidas. Foram os jogos contra: São Paulo, Sport, Chape, Ponte, CAP, Flamengo, Vasco e Botafogo.

Foram 3v, 3e, 2d, um aproveitamento de 50%. O Cruzeiro com dois pontas, vejam só, amarra mais o jogo. Cede apenas 9 finalizações por partida (nos outros jogos cede 10,27) e finaliza 12,25 vezes por jogo (contra 15,18 nos outros jogos). Com pontas a posse de bola é mais baixa (49,25% por jogo) não tão baixa quanto com três volantes, mas abaixo da média.

Esquema de jogo

Nos outros 7 jogos em que não jogamos nem com dois pontas, nem com três volantes, foi usado o Robinho (5 vezes: Bahia, At. GO, Grêmio, Coritiba, Alt. MG) ou o Sóbis (Avaí e Vitória) para fazer um meia, além do Neves.

Com Robinho o aproveitamento não é bom: 2v, 1e, 2d (46,7%). Com o Sóbis ali (não estou considerando as vezes em que ele é o centroavante) é muito ruim 1e, 1d, mas com amostragem muito baixa.

No mais, com dois meias, muita posse de bola (56,43% em média) e jogo aberto, cedendo 10,86 finalizações para o adversário e finalizando 16,43 vezes por jogo.

Não deu para ver qual o esquema de jogo é melhor. Pelo menos não de forma tão nítida. Aparentemente, o time é mais seguro com três volantes. Maximiza-se, nessa forma de jogar, o jogo reativo, cedendo a posse de bola para o adversário.

Com dois pontas, o time cede poucas finalizações. Certamente cede poucos cruzamentos também, já que bloqueia a subida dos laterais adversários.

Com dois meias o time tem mais volume de jogo, mais posse de bola, embora tenham sido escassos os bons resultados obtidos.

Ressalva importante. O esquema com dois meias, ou seja, sem dois pontas e sem três volantes, pode ser pior ainda do que parece pelos números. É que usamos esse esquema contra os times mais fracos do campeonato (Atlético-GO, Avaí e Vitória) mas preferi não distinguir adversários e analisar isso isoladamente no próximo tópico.

Adversários

Certamente o Cruzeiro estaria em uma posição melhor na tabela se tivesse aproveitado melhor os jogos contra os times que cederam muitos pontos no campeonato. Contra a turma do bloco de cima o aproveitamento é bom.

Contra os seis primeiros colocados, 3 jogos em casa e 3 fora, obtivemos 50% de aproveitamento. Vitórias contra Santos e Palmeiras, empates ante Sport, Flamengo e Grêmio e derrota para o Corinthians.

Contra os seis logo abaixo na tabela, do 8º ao 13º, bom aproveitamento em quatro visitas e dois jogos em casa. 61,1% de aproveitamento. Vitórias sobre Coritiba, CAP e Vasco. Empates com Botafogo e Fluminense e derrota para o Bahia.

Os sete últimos colocados fizeram a festa em cima do Cruzeiro. São 4 jogos em casa e 3 jogos fora. Apenas 33,3% de aproveitamento. Vitórias contra Goianiense e São Paulo, empate com o Vitória e derrotas para Chape, Ponte, Cocota e Avaí.

Muito difícil ir a algum lugar desse jeito.

Fechando

Na última coluna reuni a informação sobre o tempo de descanso do time antes dos jogos. É a informação que faz mais sentido até agora. Serão sete partidas disputadas após a semana cheia de trabalho, contando que o Cruzeiro avance para a final da Copa do Brasil e desconsiderando o Torneio-Mico 1ª Liga. É pouco, mas mais do que as cinco semanas livres que o time teve no Primeiro Turno.

Para o jogo que está em nossa mente de maneira mais viva, contra o Grêmio, em breve, temos alguns trunfos interessantes.

1. O time tem se portado melhor nos jogos maiores;

2. É a Libertadores, e não a Copa do Brasil, a vedete gremista;

3. Ao contrário do que o senso comum sugere, em jogos em que o time joga mais atrás, obtém resultados melhores. É provável que o Grêmio tente sufocar o Cruzeiro e ceda espaços.

4. Estamos com sorte de campeão na Copa do Brasil. Ou já se esqueceram que eliminamos o São Paulo com dois(!) gols de bola levantada na área na ida? Ou que esse time chuta-chuta chutou três bolas no gol no Allianz Parque no primeiro tempo e marcou três gols?

Como semana que vem tem feriado, volto a escrever apenas após o jogo contra o Grêmio. Espero um segundo turno bom do Cruzeiro, que comece com pelo menos um pontinho no Morumbi. Não precisam ser os mesmos 40 pontos de 2009, os 33 de 2015 me bastam. Com 60 pontos é certo que conseguiremos o 5º ou o 6º lugar, pelo menos. A média de pontuação histórica dos últimos dez anos é: 6º 58 pontos, 4º 63 pontos. Mas o que eu quero mesmo é o caneco da Copa do Brasil.

Saudações Celestes



Gestor público, que faz suas observações após cada partida do Cruzeiro, de forma pouco espalhafatosa e totalmente despretensiosa.
fernandao@cruzeiro.org

Leia também as colunas anteriores Cruzeirense de Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 pyxis | BHZ | 08-08-17 17h44min
Parafraseando Mark Twain ...
Existem três tipos de mentiras: As mentiras, as mentiras deslavadas e as estatísticas travestidas para tentar fundamentar opinião equivocada.
Ou como disse um professor de estatística que tive...
números estatísticos sem critérios e tomados a partir do que a mídia divulga, ´confessam` o que você quiser. E eu complemento... e criam ´craques` e jogadores imprescindíveis na cabeça de quem assim o deseja.
Começo a torcer pelo fim rápido de 2017.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 09-08-17 09h05min
A frase citada por você tem mais serventia quando partimos de um fato e tentamos explicá-lo, ou dourar a pílula usando estatísticas. Não foi o caso. Podia ter partido do meu arquivo de colunas para falar sobre tática, mas não. Parti de dados crus. À medida que os fui categorizando fui colocando. É possível que com os mesmos dados vc tenha outra conclusão. Mas os dados são esses. Tenho a base de dados aqui. Jogos, resultados, posse, finalizações cedidas e realizadas e escalações. Continua
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 09-08-17 09h06min
Há alguma análise que gostaria que fosse feita, ou algum cruzamento de informação que sentiu falta? Caso exista podemos tentar refinar. Isso aqui: opinião equivocada - já aprendi a interpretar. Significa opinião diferente da sua. Isso aqui: criam ´craques` e jogadores imprescindíveis é coisa de Dom quixote contra os moinhos de vento. Que craque foi criado aí? A análise mais individual que tem é o rendimento coletivo do ataque com ou sem o Ábila.
 pyxis | BHZ | 09-08-17 22h47min
Fernandao, não precisa explicar sua OPINIÃO. Mantenho a frase de Mark Twain aplicada à sua coluna. É a MINHA INTERPRETAÇÃO.
Minha OPINIÃO mantêm-se naquilo que escrevi na coluna do João Duarte e tenho TENTADO debater com ´expoentes` cruzeirenses nas redes sociais. E nos outros espaços é isto... o autor de alguma OPINIÃO resiste e tenta defendê-la, e ataca a minha opinião contrária... desqualificação por desqualificação, fico com a minha...
cont ...
 pyxis | BHZ | 09-08-17 22h51min
...
NÃO QUERO detalhar nada... continuarei TORCENDO até final da temporada por alguma surpresa ou conquista... e já estou preocupado com as eleições e o discurso dos dois atuais candidatos sobre 2018 e os próximos TRÊS ANOS.
Enquanto isso, vou me divertir com querelas como a discussão de que ´a questão do afastamento do Dedé passa pelo novo Diretor Médico que viu o que os anteriores não viram...`, como se a solução estivesse dada.
Tem horas que me divirto, tem horas que levo a sério.
 brenovp | Não definido | 12-08-17 14h37min
Muito massa os dados. Mas obviamente eles nos dão margem para milhares de análises. Sem contar que correlação e causa-e-efeito são diferentes. De qualquer forma, análise de dados estatísticos como essa são fundamentais no futebol atual e me faz pensar a cabeça do treinador ao receber dados como esses (e muito mais) e confronta-los com as convicções e experiências pessoais que muitas vezes devem ser conflitantes.
 brenovp | Não definido | 12-08-17 14h39min
A posse, por exemplo, muda muito de acordo com um jogo. Um gol, na maioria das vezes, aumenta a posse pro time que o concedeu. Se for no início e o único do jogo entao, da pra prever que a posse maior será do time que o sofreu. Acho que os dados do aproveitamento dos volantes são pouco relevantes, pois seria apenas uma peça no jogo. Outra, 3 volantes pode ser uma escolha baseada num jogo em que se espera menos posse e, por isso, a correlação. Rnfim, mais uma ferramenta pra analisar com cautela.
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