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Eliane Pessoa - Consultora RH



Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

19/07/2017 | Voz da Arquibancada
O Cruzeiro fora das quatro linhas (3)

Entrevista do Cruzeiro.Org com Sérgio Rodrigues, conselheiro nato e dirigente emergente na política do Cruzeiro ...

O Cruzeiro.Org (COrg), assim como fez em outros momentos da vida política do clube, utiliza este espaço do Voz da Arquibancada para mostrar a opinião de conselheiros e candidatos e responder perguntas que o torcedor que não é sócio tem interesse em saber.

O entrevistado da vez é Sérgio Santos Rodrigues (SSR), conselheiro nato e com uma história construída a partir da década de 1990.

COrg - Como é a sua história com o Cruzeiro? É conselheiro desde quando? Qual sua categoria como conselheiro? Você escolheu torcer para o Cruzeiro por qual motivo?

SSR - Eu nasci cruzeirense, em uma família com sangue azul e branco, como a maioria das famílias de Minas Gerais. Minhas primeiras e melhores recordações são de ir aos jogos da memorável Supercopa de 1992 com meu pai - conselheiro nato - e seus amigos. Nós ajudamos a manter aquela extraordinária media de mais de 73 mil torcedores por jogo naquela campanha que culminou no título do bicampeonato. Me tornei conselheiro nato em 2009.

COrg - Estamos num ano eleitoral no Cruzeiro e seu nome está apresentado como candidato de oposição. Como você está vendo esta disputa eleitoral? Acredita que ter situação e oposição é saudável na política do clube? Existe a possibilidade de um acordo e chapa única nesta ano?

SSR - A disputa segue com cada candidato atuando conforme seu perfil, agenda e plataforma eleitoral. Vejo com naturalidade haver o polo de oposição - que inclusive conta, até aqui, com 3 chapas - neste momento da vida do Cruzeiro. Esse é um espelho que reflete a insatisfação dos conselheiros com os rumos tomados pelo clube em sua gestão nos últimos anos, o que por sua vez, na minha avaliação, se relaciona com o desempenho desportivo do time profissional e das categorias de base. Não acho prejudicial haver oposição, mas lembro que esse termo oposição eu não gosto. Somos adversários, mas oposição não, até porque boa parte da diretoria lá hoje chegou na época do Perrellas. Então que oposição é essa? Contudo, acho não-saudável se ninguém desse um passo à frente da disputa em um momento tão dramático como o que se tem verificado no clube em sua condução. É difícil falar em acordo para chapa única a esta altura. O que posso afirmar é que não somos capaz de identificar um viés de mudança e modernização nas chapas adversárias.

COrg - Você já integrou várias funções no clube. Quais cargos já ocupou no clube? Quais as mais difíceis funções que já exerceu? Acredita que alguma delas poderia ou deveria ser profissionalizada?

SSR - Sou conselheiro nato do Cruzeiro desde 2009. Atuei como Assessor Jurídico da Presidência entre 2009 e 2014, concomitante à função de Superintendente de Gestão e Estratégia, convidado pelo presidente Zezé Perrella, permanecendo até 2015, quando assumi a Superintendência de Negócios Internacionais. Neste mesmo ano assumi a Superintendência de Futebol Profissional, onde eu permaneci até o início de 2017. Em um clube da grandeza do Cruzeiro, em cada área há os seus desafios, e aquele que ocupa tal lugar deve se esmerar por fazer um trabalho que eleve o desempenho da instituição. Sobre a profissionalização dos cargos, para além dos que eu ocupei, sou a favor da profissionalização, dependendo da área. Eu defendo a condução do Clube com menos centralização e mais empoderamento, e vejo que a profissionalização de alguns postos é o caminho, desde que realizado com critérios adequados e com as pessoas certas. Conforme sempre digo, o profissional que ocupa uma vaga em um cargo de direção no Cruzeiro deve ser alguém capaz de ocupar com excelência essa função em qualquer organização do Brasil e do mundo.

COrg - Você defende a modernização do Estatuto do Cruzeiro? Poderia citar alguma condição que já poderia ou deveria ter sido mudada?

SSR - Sou a favor da modernização do estatuto, sempre. Sou defensor da responsabilidade fiscal, a aprovação de contas e o avanço em compasso com os avanços da sociedade e de suas normas. O mais importante, eu vejo, é que devemos sempre fortalecer a nossa cultura de debates amplos e de participação efetiva dos conselheiros, o que por sua vez levaria naturalmente a uma modernização progressiva do estatuto. Sempre respeitando, acima de tudo, a pertinência e legalidade. Cito, por exemplo a questão da alteração do estatuto sobre o tempo mínimo como conselheiro nato para concorrer ao cargo de presidente. Não fui a favor, pois penso que não teria sido correto propor a mudança das regras para candidatura em se tratando de ano de eleição.

COrg - O que você pensa sobre a participação do Sócio do Futebol, que proporciona quantia considerável de recursos para o futebol, na vida estatutária do clube?

SSR - Eu defendo um diálogo aberto, sempre amparado na opinião do conselho, quanto à participação do sócio do futebol no universo estatutário do CEC. Embora complexa, é uma ideia que em princípio eu não sou contra, e por isso seria necessário prever com clareza e responsabilidade as características dessa situação que envolveria a participação tanto de sócios cotistas do clube social, que por definição são também proprietários do clube, quanto de sócios torcedores (apoiadores do orçamento do futebol profissional).

COrg - Sobre o balanço publicado recentemente, e a série histórica de prejuízos e aumento de despesas além do aumento das receitas, o que você vê como mais problemático e que tem que ser resolvido para os anos que virão? Como você vê a questão do balanço e a mudança de presidente ao final deste ano?

SSR - Sem dúvida nenhuma esse será o maior desafio daquele que vier a ocupar a presidência do Cruzeiro, nessa primeira etapa do mandato. Como se sabe o nível de endividamento e caixa se agravaram substancialmente na gestão recente. Somente de 2012 a 2016 para cá - 5 anos - tivemos déficit acumulado de R$ 148 milhões, o que mostra o quão irresponsável tem sido a condução do clube, algo que impactará o seu curto e médio prazo. Neste sentido o fato de estarmos em vias de uma eleição é positivo, pois representa uma oportunidade de mudança e oxigenação do staff de condução do CEC. O nosso maior desafio será realizar um trabalho consistente e eficaz de saneamento financeiro equilibrando com a montagem de equipes competitivas em campo, mas acima de tudo viáveis economicamente. Tudo isso sem deixar de garantir a realização de um trabalho melhor na base e a manutenção das unidades dos clubes (Barro Preto e Campestre), as Tocas 1 e 2 e a Sede Administrativa, bem como o sequenciamento das parcerias nos esportes especializados, que vem dando muito certo (Vôlei e Futebol Americano). Embora seja um grande desafio, eu não tenho dúvida que com os projetos que temos como proposta, associado ao nosso jeito de fazer gestão ao lado das pessoas que compõe a equipe de colaboradores do CEC, conseguiremos, apesar de todo o contexto delicado, colocar o Cruzeiro Esporte Clube em um patamar de desempenho superior em cada setor, que será reconhecido e admirado ao redor do mundo.

COrg - Qual a sua opinião sobre uma possível profissionalização e até mesmo transformação do futebol profissional numa empresa independente do clube social?

SSR - É um movimento que temos acompanhado em outros clubes, como o SPFC mais recentemente divulgou, mas é uma mudança que demanda um entendimento profundo dos impactos e dos requisitos legais a serem atendidos para tanto, essencialmente considerando que somos um clube social e, ao contrário de uma agremiação que tem um ou poucos ´donos`, somos milhares de ´acionistas`. Em princípio não sou contra, mas seria necessário um entendimento amplo dos impactos de uma mudança como essa na realidade do clube, dos sócios e da torcida. De qualquer maneira, penso que a prioridade é conseguirmos um nível de excelência na gestão do futebol e do clube que nos leve ao desempenho em gestão à altura da nossa grandeza.

COrg - Que recomendações você daria para aqueles cruzeirenses que não são sócios do clube e desejam participar da vida política do Cruzeiro?

SSR - Minha recomendação é a de que busquem se tornar associados do clube e assim iniciem a sua vida como integrantes da estrutura. Nós temos um baixo valor da cota para novos associados, e uma taxa mensal de manutenção bem convidativa, com modalidade individual e familiar. Além do usufruto da estrutura dos clubes (Barro Preto e Campestre) e da participação nos eventos tradicionalmente realizados pelo Cruzeiro, a partir do ingresso como cotista é possível se envolver mais no dia a dia político do clube.

COrg - Se você fosse presidente do Cruzeiro, quais as medidas você tomaria para tornar a gestão do clube mais transparente e democrática?

SSR - Entre algumas das medidas que iremos implantar no Cruzeiro estão: a implantação de um processo de auditoria para identificação do quadro real das nossas finanças, um projeto de gestão orientado por um Orçamento Anual, pelo Planejamento Estratégico e por processos devidamente mapeados e padronizados. Implantaremos também o portal de transparência em que as informações relevantes estarão todas disponíveis para acesso e conhecimento do torcedor, imprensa e sociedade, implantação de um pregão para fornecedores garantindo o melhor preço a ser pago, e implantação da Fundação Cruzeiro, que cuidará de iniciativas de cunho social, atendendo a um objetivo de contrapartida à sociedade por tudo o que ela proporciona ao CEC.

COrg - Se você for eleito promoverá mudanças no futebol profissional? Quais?

SSR - O futebol profissional será conduzido conforme a linha assumida para toda a instituição. Isso significa trabalharmos incansavelmente para atendermos ao tripé gestão-estrutura-desempenho do time em campo. Em outras palavras, nos orientaremos através da gestão responsável, com uma estrutura certa para atender ao nosso profissional e sem deixar de ter uma equipe competitiva em campo. Para tanto, tão logo tenhamos sido eleitos, e se Deus quiser seremos, iremos pensar o Cruzeiro para o ano de 2018. Nossos 9 milhões de cruzeirenses podem estar certos de que buscaremos, desde o primeiro minuto de mandato iniciado, ter uma equipe que os represente bem dentro de campo, alinhado ao nosso DNA: de um futebol bonito, com grandes conquistas, que é nossa vocação.

COrg - Se você for eleito promoverá Mudanças no futebol de base? Quais

SSR - O Cruzeiro precisa implantar medidas que reflitam no desempenho da base em seus objetivos. Historicamente somos um clube revelador, que tem na sua memória grandes nomes que foram lapidados nas nossas categorias de base para depois brilharem no profissional. Eu não mensuro o sucesso de um trabalho de base pelo número de títulos – é claro que eles são sempre bem vindos, especialmente por proporcionar ao jogador uma vivência em decisão, importante para a transição madura ao profissional - mas sim por 2 indicadores: número de atletas promovidos ao profissional e principalmente a quantidade de minutos jogados por esses jogadores. O objetivo do trabalho de base é formar atletas que sejam usados posteriormente no profissional, garantindo uma condição saudável do caixa, uma vez que, se tudo isso é bem feito, diminui a dependência de contratações onerosas de jogadores profissionais. Acontece que, como tem sido divulgado, enquanto o gasto com a base do Cruzeiro teve um salto gigantesco nos últimos 6 anos, também houve um aumento significativo do gasto em contratações e/ou folha dos jogadores do profissional, que é uma gestão totalmente inviável a médio e longo prazo. Por tudo isso defendo, entre outras medidas, o estabelecimento de um teto salarial para jogadores da base, por exemplo. Não à toa o nosso nível de endividamento está em um patamar tão preocupante. Essa é uma das nossas bandeiras principais. Precisamos retomar a nossa vocação para revelação. Outra proposta nossa é a montagem de um time sub23, tal qual já foi feito por outros clubes. Isso é algo interessante na medida em que permite a manutenção de um atleta que ainda não atingiu o nível desejado ao profissional continuar se desenvolvendo nessa equipe, participando de um calendário ao longo do ano, evitando que ele seja alçado ao profissional sem estar devidamente preparado, e principalmente, que o seu talento não seja perdido por uma dispensa prematura.

COrg - Se você for eleito promoverá mudanças nos esportes alternativos como atletismo, vôlei, futebol americano?

SSR - A nossa vocação vai além do futebol. Somo o Cruzeiro ESPORTE Clube, e como tal vamos sempre investir nas outras modalidades e valorizá-las. O atletismo é uma modalidade que historicamente o Cruzeiro sempre investiu e seguirá valorizando. As parcerias como a do Vôlei, que é o caso mais bem-sucedido desportivamente nos últimos tempos no Brasil, e mais recentemente a do Futebol Americano, têm se mostrado viáveis e benéficas a todas as partes: clube, patrocinador, atletas e torcida e o esporte, em si. Estamos estudando a implantação das modalidades futsal e vôlei feminino e, além disso, já está definido pela Conmebol que, a partir de 2019, os clubes que não tiverem uma equipe de futebol feminino não disputarão a Copa Libertadores - o que é uma iniciativa importante visando fomentar e fortalecer a modalidade -, e por isso já estamos projetando a melhor maneira de captação dos recursos necessários para a montagem dessa equipe, pois é premissa básica que não tenhamos que fazê-lo às pressas e deficitariamente, apenas para não arriscar a nossa participação na Libertadores. Enfim, todos esses desafios nos apresentam um horizonte da permanente busca pelo fortalecimento da nossa característica enquanto clube desportivo. Desde que sempre atendendo ao requisito da viabilidade econômico-financeira, pretendemos elevar o nome do Cruzeiro ao nível mais alto em outras modalidades além daquelas em que já temos uma história bonita e vencedora

COrg - Se você for eleito tem algum plano para retomada das atividades e participação de sócios cotistas que frequentam as sedes sociais?

SSR - O Cruzeiro tem tido uma redução do número de sócios cotistas nos últimos anos, e isso também se deve ao contexto econômico que o Brasil atravessa, o que impacta na nossa arrecadação. Está claro para nós que precisamos aumentar a nossa taxa de ocupação e uso dos clubes, e mudar esse quadro passa por um trabalho de investimento e valorização dos espaços das nossas unidades, bem como um trabalho orientado para captação de novos associados. Esse é um desafio que iremos superar.

COrg - Alguns itens da planificação de um mandato, exigem mais atenção do que os outros, do seu plano, quais os três principais pontos que exigirão mudanças de curto prazo?

SSR - Conforme dito, entre as prioridades estão: realização de uma auditoria independente e uma gestão baseada em metas desdobradas (contemplando o planejamento estratégico e orçamento anual empresarial). Contando com a participação e contribuição de cada colaborador neste processo, pois sabemos que as pessoas são o ponto chave de sucesso para melhorias no desempenho das organizações modernas. O Cruzeiro conta com colaboradores apaixonados e que não tenho dúvidas de que serão muito importantes nesse processo.

COrg - Escale os onze jogadores do Cruzeiro que formariam sua ´seleção` de todos os tempos. Defina um técnico, um esquema tático, e o presidente do clube que comandaria este time.

Vamos lá, treinado pelo mestre Ênio Andrade: Raul, Nelinho, Piazza, Procópio, Nonato, Ricardinho, Sorin, Alex, Dirceu Lopes, Tostão e Marcelo Ramos. Presidente: Zezé Perrella.

O Cruzeiro.Org agradece a atenção do conselheiro Sérgio Rodrigues, e abre este espaço para manifestação de todo e qualquer conselheiro, candidato ou não para se apresentar e responder perguntas ou manifestar sua opinião através de uma coluna.

Perguntas adicionais e esclarecimentos às respostas do Sérgio Rodrigues poderão ser feitas nos comentários da coluna que faremos chegar ao entrevistado.



Voz da Arquibancada é o espaço dedicado ao torcedor da arquibancada, geral e de toda imensa torcida espalhada pelo mundo. O Cruzeirense que se sentir motivado, inspirado e/ou indignado, escreva seu texto e envie para arquibancada@cruzeiro.org. A equipe Cruzeiro.Org terá o prazer de selecionar os textos recebidos e publicar os melhores e mais apropriados.

Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 20-07-17 09h52min

Gostaria de fazer algumas perguntas objetivas ao candidato.

1 -

Em seu eventual mandato os valores das transferências dos jogadores será informado? Será informado também os valores das comissões dos empresários que eventualmente participarem do negócio?

2 - Os balanços do Cruzeiro trazem vários dados ``mistos´´, exemplo: Premiações e Bilheterias. Será feito o detalhamento dos valores? Como por exemplo: Receita ``Sócio do Futebol´´?
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 20-07-17 09h58min
3 - Quando a atual diretoria do Flamengo assumiu o clube, informaram à torcida que, inicialmente, seria necessário arrumar a casa para colher os frutos depois. Caso seja necessário fazer esse tipo de ajuste no Cruzeiro, isso será comunicado à torcida? Haverá clareza na relação com o torcedor comum, que não é associado ao clube? 4 - À princípio o nome de Mano Menezes agrada? Caso o treinador opte por não seguir no clube em 2018, cite o nome de alguns profissionais que agradam.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 20-07-17 10h00min
5 - Pelos públicos desse ano registrados pelo Cruzeiro, vimos que o ``efeito novidade´´ do Mineirão acabou. Qual a saída para atrair o torcedor ao estádio aos níveis de 13/14, gerando bilheteria ao clube, sem onerar o orçamento com contratações caras?
 Webmaster | Belo Horizonte | 21-07-17 11h47min
Fernandão_Br, o Sérgio esta ciente das suas perguntas e avaliando como tratá-las. Se ele não quiser responder através de comentários, ou quiser complementar alguma das respostas, farei a transcrição.



P.S.
As entrevistas já realizadas e as que estão sendo preparadas, estão tendo o mesmo tratamento.
 Sérgio S. Rodrigues | Não definido | 24-07-17 08h51min
Olá Fernando. Sobre transferências, sim. Comissão não, pois não é prática do mercado, seria como expor salários. Balanços serão auditados por empresas grandes e multinacionais e trarão todos os detalhamentos relevantes. 3. Implantaremos uma comunicação eficaz. E assim que tivermos um raio X exato da situação atual vamos demonstrar qual a real situação e a capacidade investimento. 4. Diretoria, comissão técnica e jogadores nós não comentamos, por respeito a quem está lá. Ok?
 Sérgio S. Rodrigues | Não definido | 24-07-17 08h57min
Ainda sobre a 4, nenhum presidente disputa uma eleição dizendo quem serão seus ministros, certo? De verdade, não tenho equipe definida ainda. E sobre a 5, vamos buscar ainda mais benefícios e proporcionar experiências melhores, para que o estádio seja um programa mais atraente ao torcedor. Tal como nas ligas americanas, vamos buscar atrativos fora das quatro linhas, mas sempre atentos para que dentro delas aconteça também um espetáculo. Um abraço!
 Eduardo Stein | Belo Horizonte | 25-07-17 09h59min
Primeiramente agradecer ao Sérgio Rodrigues pelo espaço para debate e sanear as dúvidas de muitos cruzeirenses.
Segundo, o Cruzeiro vive uma crise financeira em virtudes de falta de fiscalização do Conselho Deliberativo onde o clube está desde 2010 apresentando balanços anuais com DEFÍCIT, em poucas palavras, gastando mais do que arrecadando, um erro gravíssimo de gestão. No seu futuro mandato quais serão suas ações para melhorar esses números e dar um fim no balanço VERMELHO?
 Eduardo Stein | Belo Horizonte | 25-07-17 10h06min
Terceiro, todos sabemos que o Flamengo é referência em gestão no futebol da América desde 2013. O Eduardo Bandeira quando assumiu o mandato, colocou uma auditoria renomeada e independente, criou um portal transparência, aprovou varias emendas no estatuto do clube contra má gestores e profissionais incompetentes, blindando o clube. Na época até o Presidente do Conselho pediu demissão. Caso eleito, fará visitas ao Flamengo para conhecer o projeto e trazer melhorias ao Cruzeiro?
 Eduardo Stein | Belo Horizonte | 25-07-17 10h17min
Quarto, o que me diz a respeito do orçamento que prevê limitação de despesas e apresentação de balancetes trimestrais obrigatorios, como já existem em outros clubes?
Quinto, que pena que a área anexa a Toca II seja da infra aereo, seria fundamental e essencial juntar os centros de treinamentos profissional e da base para melhorar as TRANSIÇÃO dos atletas e reduzir os gastos. Qual sua analise sobre a transição e melhorias da base?
 Eduardo Stein | Belo Horizonte | 25-07-17 10h21min
Sexto, obrigado pela oportunidade e dizer que você é o candidato mais preparado para o proxímo mandato do Cruzeiro Esporte Clube. O clube necessita de profissionais como você, inteligente e trabalhador. Que Deus te abençoe. Saudações Celeste.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 25-07-17 15h01min
Agradeço ao Sérgio pelas respostas e ao Webmaster do site por fazer chegar até ele as perguntas.
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