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Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

01/05/2013 | Voz da Arquibancada
A Arquibancada Pergunta

Entrevista com o recem empossado, Superintendente de Futebol de Base, Bruno Vicintin.

A partir de vários questionamentos e perguntas feitas ao novo Superintendente da Base cruzeirenses, modificamos a estrutura da Coluna Voz da Arquibancada transmitindo as perguntas ao novo integrante do futebol de base do Cruzeiro que, gentilmente respondeu a todas as colocações que fizemos.





























COrg - Como foi sua inserção no mundo do futebol e quais desafios você acha que vai encontrar nesta nova função no Cruzeiro?

BV: Nasci em São Paulo, onde minha família é toda palmeirense, com a mudança do meu pai em 1974 para Minas foi fácil para ele escolher o Palestra Mineiro para torcer. Nasci lá, mas cresci aqui e era natural que começasse meu amor pelo clube, conforme o time foi melhorando, da década de 80 para a grande década de 90. Acompanhei o time como torcedor fanático mesmo, até que, em 2004, entrei para a TFC, que no começo era um grupo de amigos que se encontrava na casa do Fabrício Mixirica (presidente da torcida hoje) para ver os jogos. Participar de uma torcida organizada foi meio estranho, até porque a fama era, e ainda é, muito ruim. Vi na TFC um grupo de amigos que amava tanto ou mais que eu o clube, aprendi muito com eles. Depois escrevi o livro sobre a historia do clube contando, sob a minha ótica, os 86 maiores jogos, que resolvi chamar de "Jogos Imortais". Virei sócio do clube, depois conselheiro (por indicação do Dr. Francisco Lemos) e agora estou no segundo mandato. Com a entrada do Dr. Gilvan na presidência, o segundo vice presidente Marcio Rodrigues, Marcinho para os cruzeirenses tradicionais, foi destacado para tomar conta da base, foi natural a minha aproximação dele e passei a acompanhá-lo, principalmente os jogos da base; vendo as dificuldades; observando a mudança de postura da nova gestão. Este ano, com o aval de nosso presidente, fui convidado a assumir o cargo de superintendente da base para auxiliar o Marcinho. Aceitei o desafio, são muitos, temos que pensar grande, à altura nda grandeza do Cruzeiro. Revelar mais; Disputar mais títulos; Promover mais garotos de todas as categorias; Aumentar a participação do clube nos direitos dos mesmos; e não perder nossos melhores jogadores por erros contratuais. São muitos e difíceis. Estamos lutando para conquistar todos eles.


COrg - Qual o conhecimento que você tem de futebol de base e como avalia o quadro que encontrou na Base do Cruzeiro?

BV: Meu cargo é político e de confiança do presidente e do vice, não sou remunerado por excercer esta atividade de Superintendente no Cruzeiro. Meu conhecimento é mais como torcedor,observador do futebol e de seus meandros há algum tempo e como pessoa apaixonada que acompanha o clube. Entendo que minha principal função é ajudar aos profissionais remunerados do clube, facilitando o trabalho deles e tornando todo o conjunto da base cruzeirense mais vitorioso em todos os aspectos. Quando o Marcinho assumiu eu sabia que a base apresentava vários problemas, principalmente na manutenção de nossos atletas de destaque e na transição dos jogadores dos juniores para o elenco profissional. Tínhamos bons jogadores mas a política do clube era de emprestá-los e tentar avaliar quais podiam servir ao Cruzeiro. Todos torcedores com que conversava, muito antes de assumir esta função, já se posicionavam contra esta política. Começou no início da gestão do Dr. Gilvan e hoje vai se aprimorando e avançando. Nossos maiores destaques sobem para treinar com o time profissional e vem entrando aos poucos. Ano passado subiram Lucas Silva, Pedro Paulo, Vinicius, Mayke, Vinicius Araujo, Igor, Wallace e Alisson. Destes o Pedro Paulo e o Vinicius voltaram para a base, o Alisson está emprestado na negociação para trazer o zagueiro Dedé e os outros estão no time profissional. Entendo que com os custos do futebol profissional, hoje em dia no Brasil, é muito mais inteligente e barato, completar um grupo com os garotos da base e que querem e precisam mostrar sua qualidade, do que trazer jogadores medianos, com salários impraticáveis e que pouco vão jogar ou somar no resultado final. As últimas temporadas estão aí para comprovar o que penso.

COrg - Na condição de cruzeirense, você é um torcedor que tem muita paciência ou pouca paciência com os jogadores da base? Já vaiou muito jogador da base?

BV: A única vez que eu vaiei um jogador em todos os anos que vi o Cruzeiro jogar foi o Adriano "Gabiru" depois de ele ofender a torcida em uma entrevista. Eu tenho pouca paciência é com torcedor que vaia jogador da base, acho que isto não soma nada. Vou contar um caso, ano passado na Copa do Brasil Sub-20 tinhamos um dos melhores times da competição. No jogo contra o Vitória, em Sete Lagoas, vi torcedores vaiando o time quando fomos desclassificados. Fiquei indignado. Pouco tempo depois o Vitória foi o campeão da Copa do Brasil e nos Campeões do Brasileiro daquela categoria. Aqueles que vaiaram, não entenderam que aquele jogo foi quase uma final antecipada daquele torneio. Outro dia, desta vez no Mineirao que acabava de ser inaugurado, vi um torcedor vaiando o Elber, insistentemente, mesmo com a torcida toda apoiando (e o jovem meia marcou 1 gol no jogo). Nunca entendi, e nunca vou entender, a razão de algum Cruzeirense fazer isto, principalmente com jogadores que mais precisam de apoio durante a partida.

COrg - Se você trabalha com linhas de ação, quais suas três linhas de ação principais ou prioritárias?

BV: O Marcinho pediu para que eu atuasse, prioritáriamente, na captação de atletas. É aminha principal linha de atuação. Vou quase todos os dias na Toca I, ficando, cada dia, em uma área diferente, para conhecer o trabalho de todos, para sentir como éo ambiente no dia-a-dia de uma grande empresa que é a Categoria de Base do Cruzeiro. Ainda não posso determinar outras prioridades Ou linhas de atuação, preciso estar com o pessoal que trabalha lá, conhecer os recursos materiais e humanos que temos em sua totalidade. para depois avaliar as reais necessidades de cada uma e traçar um plano mais abrangente.

COrg - Como você enxerga o papel do empresário nas categorias de base? Como você pretende guiar o relacionamento do Cruzeiro com eles? Você concorda com a máxima de que os clubes são reféns dos empresários?

BV: Com relação aos empresários e a dependência do clube deles, penso de maneira diferente. De certa forma, eles são reféns dos clubes. Até porque, sem a grande "vitrine" que é o Cruzeiro, fica difícil para eles tornarem algum jogador grande, famoso ou reconhecido. No caso dos clubes pequenos, a figura é outra, tenho alguns relacionamentos com clubes menores e, aparentemente, neles os empresários passam até a ser donos do clube. O Cruzeiro está e sempre esteve, noutro patamar. É do interesse de qualquer empresário colocar atletas no Cruzeiro. Temos que ter parcerias procurando trazer atletas que somem ao clube. Decidimos que não vamos abrir mão dos direitos econômicos dos jogadores que vierem para o clube. Seremos majoritários nestes direitos, coisa que não era uma regra. Quando o Marcinho assumiu, nesta gestão, o Cruzeiro tinha apenas 16% do maior destaque da base na época. Um absurdo!!! Jogadores Muito fatiados geram problemas e esta bola de neve ainda vai provocar muta briga a atrito nos clubes. Tentaremos manter o mal sempre cortado na raiz.

COrg - Quase todos clubes brasileiros contam com a participação de investidores para viagens internacionais expondo jogadores da base em torneios, com cláusulas de contrapartida em eventuais negociações de atletas. Como você avalia a importância desses investidores e a filosofia do Cruzeiro atualmente neste relacionamento?

BV: Todas as viagens internacionais do clube ano passado foram custeadas com recursos prórpios ou com ajuda substancial dos organizadores do torneio. Nenhum empresário bancou viagem de times da base, durante a gestão de 2012, até onde eu tenha conhecimento. É comum esta prática de troca de percentual de jogadores por determinado período se empresários ou investidores colocam recursos para eses torneios. É possível que o Cruzeiro deixe de participar deste ou daquele torneio por conta de algumas dificuldades. Faremos o possível para manter a política de direitos dos jogadores que foi recuperada nestes pouco mais de 16 meses de gestão do Dr. Gilvan e de seu vice Márcinho.

COrg - Recentemente o Cruzeiro estava tratando de uma parceria com um clube do leste europeu. Nessa parceria o Cruzeiro enviaria atletas com idade estourando no júnior que não fossem aproveitados no profissional para o clube europeu. Entretanto, essa parceria não foi para frente. Qual a sua avaliação em relação a essas parcerias?

BV: Acho que o Cruzeiro tem que buscar estes clubes parceiros. Até porque, dos jogadores que estouram idade todo ano, se conseguirmos subir 3 ou 4 estaremos numpatamar bastante satisfatório. Infelizmente, não são todas as posições que podemos promover jovens valores e, ocasionalmente, um bom jogador numa determinada posição, não teráespaço no profissional, melhor colocá-lo em atividade noutro clube e em uma temporada próxima, ele já pode retornar "formado". Ou então, em última instância, podemos prorrogar o contrato e estes jogadores se transformarem numa fonte de receita para o clube, que tanto precisamos.

COrg - Em relação ao aproveitamento, efetivação e manutenção de ex-jogadores da base no profissional, o aproveitamento e resultado final pode ser considerado ineficiente ou ineficaz, Qual o motivo disto no Cruzeiro? porque o Cruzeiro tem poucos jogadores sendo aproveitado no profissional? Como você pretende aumentar esse aproveitamento?

BV: Como disse antes, O Cruzeiro pecava na transição entre a base e o profissional, por vários fatores. Não iremos eliminá-los todos de uma só vez. É quase impossível. A política de empréstimos, antes de testá-los na Toca II é perversa com todo mundo. Isto mudou, nenhum time com o elenco do nível do Cruzeiro, neste ano, promoveu tantos jogadores e pretende aproveitá-los na temporada, para o profissional. O técnico Marcelo Oliveira e o Diretor de Futebol Alexandre Mattos, com os quais começamos a trabalhar de maneira sinzronizada, vem fazendo um belo trabalho na fase final desta transição.

COrg - Foi divulgado na mídia, recentemente, uma iniciativa de boicote dos grandes clubes contra o São Paulo, em função da acusação de aliciamento dos jogadores da base de outros times quebrando um "acordo de cavalheiros" entre estes times. O Cruzeiro participa deste acordo? O Cruzeiro apoia o boicote a torneios que o São Paulo participar? Como o Cruzeiro tem minimizado ou pretende minimizar a perda de jogadores em função do aliciamento?

BV: O Cruzeiro participa e apoia este acordo e boicote. Para a Taça BH de Juniores, comunicamos à FMF que só vamos participar caso o São Paulo não participe. Esta é a medida adotada, em conjunto com outros clubes. Restará aos organizadores da competição escolher quemdesejam ter em seus torneios. Neste aspecto, já estamos trabalhando bem melhor. Ano passado tivemos dois jogadores aliciados por outros clubes, conseguimos segurar e renovar com ambos (um deles já está na equipe profissional) e o outro deve subir em breve.

COrg - Recentemente o Cruzeiro perdeu jogadores que eram tratados como "jóias" pelo clube antes mesmo de estreiar no profissional, os casos mais recentes são do Léo Bonattinni, do goleiro Gabriel e do Daniel. Quais as condições da liberação destes atletas? É possível evitar essas perdas? Como?

BV: Cada caso tem qu ser tratado e avaliado de maneira diferente. Nem sempre o que alardeia a mídia, representa toda a verdade para um caso. A mídia publica matérias recheiadas de meias-verdades. No caso do Leo Bonatinni, depois dele servir à Seleção Brasileira, manifestou firme recusa para uma renovação. O pai dele afirmava que queria que o filho mudasse de clube porque ficando no Cruzeiro ele não seria aproveitado no profissional. A Juventus da Itália entrou no circuito e agiu de maneira completamente ética, ofereceu ao Cruzeiro uma compensação para que o mesmo fosse liberado e o Cruzeiro aceitou para não perder os direitos sem que nada fosse compensando. O segundo caso citado, do Gabriel, foi quase a mesma coisaque aconteceu com o Bonatinni, acrescentando que, devido a posição que ele atua, o interesse do Cruzeiro era menor ainda em mantê-lo pois seu aproveitamento seria ainda mais difícil. No terceiro caso, do Daniel, muito se especulou até por um atrito dele numa competição, mas as motivações foram diferentes. O Cruzeiro entendeu que a pedida dos agentes deles superava em muito o padrão para alguém da base. A diretoria resolveu não renovar e apostar em outros nomes. Como disse, cada caso e um caso, a forma mais eficaz de segurar os melhores jogadores é identificá-los bem cedo e renovar o contrato de acordo com os padrões de jogadores da base e com a legislação vigente. Podemos ter problemas? Claro. O mundo do futebol profissional é complexo e já produz seus reflexos até na categoria infantil. Muito jogador, seus pais, seus agentes, acham que estão com jóias única, fenômenos, e coisa parecidas. Definir em quais "joias" o clube deve apostar e em quais tem que ser comedido, é o maior desafio. Ano passado todos os jogadores que eu, particularmente, considerava como possíveis destaques tiveram os contratos renovados sem problema. Temos que pensar num time do futuro mais a longo prazo. Quando tivermos os jogadores da base se profissionalizando e atuando como profissionais na Toca II por duas ou três temporadas seguidas, é o efeito de que o trabalho esá sendo bem feito. Espero que este trabalho seja revertido em títulos dos profissionais.

COrg - Existe alguma situação ou esclarecimento do futebol de base do Cruzeiro, que as pessoas tem te perguntado muito e que mereça um esclarecimento mais amplo? Fique à vontade para pontuar tudo que julgar importante para esclarecer os torcedores e eles passarem a acompanhar a base com mais qualidade e atenção.

BV: Queria agradecer a oportunidade em responder várias dúvidas, que são de muitos torcedores e mandar um abraço a toda a Nação Cinco Estrelas. Estamos,tanto eu quanto o Marcinho, trabalhando para o clube, única e exclusivamente por amor, não temos interesses pessoais e nem financeiros. Podemos afirmar que, nenhum de nós dois, precisamos do futebol para mudar nossa vida de empresários estabelecidos. Esperamos, com fé em Deus, fazer um trabalho que honre e não decepcione estes 8 milhoes de torcedores do maior clube Brasileiro do século XX.

A Equipe Cruzeiro.Org agradece ao Superintendente da Base do Cruzeiro, Bruno Vicintin, esta oportunidade de falar para os cruzeirenses de todo o mundo via Internet.

Voz da Arquibancada é o espaço dedicado ao torcedor da arquibancada, geral e de toda imensa torcida espalhada pelo mundo. O Cruzeirense que se sentir motivado, inspirado e/ou indignado, escreva seu texto e envie para arquibancada@cruzeiro.org. A equipe Cruzeiro.Org terá o prazer de selecionar os textos recebidos e publicar os melhores e mais apropriados.

Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

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Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 jfabio | Pouso Alegre | 01-05-13 10h06min
Muito interessante esta entrevista. Se pensarmos que poucos times profissionais tem um CT como a toquinha, que é de uso exclusivo das categorias de base, não faz sentido que os jogadores da base não sejam majoritariamente do Cruzeiro. Seria interessante que esta coluna procurasse os antigos coordenadores das categorias de base, e dessem a eles o direito de se explicarem sobre este disparate. De qualquer forma, tudo indica que estamos no caminho certo. Parabéns.
 Azul Celeste | Belo Horizonte | 01-05-13 17h44min
São pesssoas abnegadas como o Bruno que fazem a diferença. Bruno todo o sucesso nesta sua caminhada!!!
 Beth Makennel | Belo Horizonte | 02-05-13 11h26min
Também desejo ao Bruno muito sucesso. É muito bom e importante ter Cruzeirenses de alma como o Marcinho e o Bruno cuidando da base do Cruzeiro. As coisas vão melhorando e se ajeitando e boas coisas virão para engrandecer ainda mais nosso clube e fazer a alegria da nação azul estrelada.
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 02-05-13 12h49min
Bruno é uma jóia saída da base da TFC que trabalha em prol do clube. Sabemos, pelo que vemos claramente, da mudança de pensamento feita pelo nosso Vice-Presidente Márcio Rodrigues, e o Bruno só tem a acrescentar nessa caminhada. Parabéns pela entrevista, excelente, muito esclarecedora. JFS
 zirlei pereira | Não definido | 03-05-13 20h29min
com o Buno vicintim a base do cruzeiro esta em boas mãos .boa sorte pra ele e o marcinho, e parabéns ao Gilvan por colocar a base aos cuidados de gente séreia . parabéns pela entrevista muito bém conduzida e com perguntas e respostas claras e coerentes .
 _Douglas_ | Belo Horizonte | 04-05-13 18h52min
Pena que tenha demorado tanto tempo pra se tocarem de que precisavam de alguém com mentalidade diferente na base. O Léo Bonatini e outros estavam tão decididos a saírem porque já estavam aqui há algum tempo e tinham noção de que naquela época as chances deles seriam poucas. Agora, com a mudança de comportamento, a tendência é que os outros vejam que têm chances de se profissionalizarem no clube.

Aos que estão no comando agora, bom trabalho e que continuem assim.
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