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De Jure - Coworking



Torcedor Cibernetico
A Dialetica Virtual x Real

22/04/2013 | Evandro Oliveira
Geração ZZP - A Praga

É senso comum entre estudiosos que “baby boomers”, geração “X” e geração “Y,” antecedentes à explosão da Internet comercial, tem parâmetros diferentes

Geração ZZP

Os meios de comunicação e a explosão das redes sociais tem aberto uma discussão que é silenciosa mas existe há séculos. O conflito de gerações. No mundo real, desde a identificação de uma geração conhecida como “Baby Boomers”, as comparações são inevitáveis. A expansão de recursos tecnológicos fez com que estas gerações que entram em conflito tivessem a diferença de faixa etária reduzida. O que era um período entre 18 e 25 anos para diferenciar uma geração, tem sido reduzido para um período entre 12 e 15 anos.

Não é objetivo desta coluna, avaliar ou abrir o debate da redução entre “gerações” e seus efeitos causados pelas redes sociais ou aumento do uso das tecnologias. É senso comum entre estudiosos que “baby boomers”, geração “X” e geração “Y,” antecedentes à explosão da Internet comercial, tem parâmetros diferentes de comparação e equiparação. As gerações conhecidas com “Z” e “Tweens” não sabem o que é o mundo sem Internet, sem “real time”, sem celulares e sem redes sociais.

Vamos tentar explicar o que tem acontecido com a torcida do Cruzeiro com esta geração “ZZP”, coincidentemente, encaixada na geração “Z” e porque não dizer na geração “Tweens”.

Dias atrás, presenciei uma discussão interessante. Filha de 9 anos, que falsificou informações com ajuda de tios e primos para se cadastrar no Facebook, discutindo com o pai sobre a sua permanência na rede social mais famosa do mundo. Eu alertei, reservadamente, o pai sobre a participação da criança (sim... ainda classifico uma pessoa destas como criança!) sobre os riscos e até a criminalização que os pais poderiam estar incursos. A criança não aceitou e não vai acontecer muita coisa de diferente. A criança vai continuar com um perfil falso e falando de futebol e outras coisas sem o mínimo respeito ao que pensam as gerações “X” ou “Y”.

Em relação ao Cruzeiro, a coisa explodiu. Eu, que pertenço a uma geração denominada “X” e que vi crescer cruzeirenses da geração “Y”, não me assusto mais com os representantes da geração “ZZP”. Virou uma coisa de doido. AS discussões virtuais e até mesmo as discussões em encontros, bares, nos ambientes de trabalho extrapolam qualquer coisa de racional.

Todo debate, pelo menos nas concepções que aplico desde que fui um dos precursores do tema Cruzeiro na Internet, há mais de 20 anos atrás, sempre foi saudável. Pessoas torcedoras do nosso adversário local, com as quais discutíamos lá atrás, via redes sociais da época, hoje são profissionais da mídia e os nossos filhos já estão ultrapassando a barreira do debates virtuais e até mesmo abandonando estes debates por conta dos representantes da geração ZZP e “Tweens”.

O grande culpado, no caso do Cruzeiro, por este tipo de geração achar que tudo tem que ser feito rapidamente, que todas as pessoas que não fazem o que eles querem tem nome: ZZP, Zezé Perrella. O agora senador criou esta geração, que na época tinha menos de 8 anos de idade que começava a ser alfabetizada pelos computadores, que conhecia futebol através de videogames, mal adestrada.

Hoje, vemos nas arquibancadas, torcendo pelo Cruzeiro, uma maioria pessimamente educada, que desrespeita jogadores como se eles não fossem pessoas, que despreza a opinião alheia de pessoas das outras gerações de maneira insana.

O que o time do Cruzeiro proporcionou, no final da gestão de César Masci, especialmente com a contratação de Dida e a revelação do Ronaldo, ex-fenômeno, tidos como ídolos e ícones destes torcedores mirins, e teve continuação no início da gestão ZZP com títulos que não conquistávamos há muito tempo, culminando na Tríplice Coroa em 2003, quando estes torcedores tinham lá seus 12 ou 15 anos e começavam a entender de futebol, colocou na cabeça destes torcedores uma visão da realidade do futebol que não tem nada a ver com o futebol profissionalizado de hoje.

Este tipo de torcedor, normalmente viciado em aplicações para celulares e games, acha que um jogador em campo, tem que fazer tudo que eles faz com ojogador do videogame. Empurra co controle pra frente e o jogador corre, aperta o botão vermelho e o jogador chuta a bola certeira ao gol. E ficam gritando nas cadeiras do Mineirão como se estivessem no comando do videogame. Coisa de maluco.

Não vislumbro nenhuma solução para o problema, aliás, vejo a coisa com prenúncio de acirramento do conflito de gerações. O dilema é grande. Amigos de gerações X e Y estão me recomendando abandonar as redes sociais e deixar que os dominantes cuidem de tudo. No mundo real, entre conselheiros e dirigentes do Cruzeiro, entre gerações diferentes que frequenam bares, clubes, festas e todos espaços de convívio social, a visão é a mesma.

Discordo, radicalmente, desta posição de abandonar aquilo que achamos ser salutar. Especialmente o debate. Mas fico triste ao presenciar algumas posições e opiniões, seja no mundo real ou virtual, que revelam intolerância, estupidez, falta de educação e, sobretudo, espelhamento de uma coisa que as pessoas não foram educadas para isto. A pior das situações é ver pessoas das gerações mais recentes, serem reprodutores de opiniões alheias, serem reflexo daquilo que alguém fala para agradar quem quer ouvir e quem manipula estas gerações que tem pressa, que são superficiais e que não respeitam nem os pais que zelam pela sua segurança.

É isto, para os cruzeirenses, a ditadura da Geração ZZP está apenas começando. O que você tem ensinado e defendido com seu filho em relação às torcidas, ao futebol e ao Cruzeiro. Xingar, ofender, vaiar ou torcer, apoiar, analisar???

X













"Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás."
Che Guevara

P.S. Antes que muita gente fique exaltada e escreva coisas sem fundamento. Cabe um P.S. para quem leu a coluna (muitos serão os comentários sem ao menos ler a coluna inteira). As exceções devem se apresentar e contra-argumentar. Somos todos olhos e ouvidos

Evandro Oliveira e cruzeirense desde a decada de 1960 e costuma ficar zangado quando ve tolices na boca de cruzeirense, mas talha o sangue quando ve a midia manipulando cruzeirenses alienados e desavisados.
pyxis@cruzeiro.org

Leia também as colunas anteriores Torcedor Cibernetico

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 22-04-13 09h32min
Meu amigo Evandro, sua leitura é muito lúcida e esclarecedora respeito das gerações cibernéticas. O encurtamento dos tempos foram inversamente proporcionais ao aceleramento que deveria ter existido da consciência de que as pessoas são as que jogam, torcem, opinam, e não máquinas. O que mais me entristece são os sites de pessoas aproveitando esse processo alienante e massificante apenas para ganhar dinheiro, pouco se importando da construção afetiva (1).
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 22-04-13 09h36min
Isso acontece não só com o nosso querido CEC e sim com todos os grandes times de massa. Máquinas fantásticas tirando fotos de 'chute errado', comentário debaixo 'como perdeu essa?!' e muitos curtir descerebrados e agônicos. Será que sobreviverão os que tiverem sempre duas ou três estrelas em campo, com roupas de marca, para acalmar as feras da geração ZZP? Muito obrigado pela matéria, muito, muito instigante. JFS
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 22-04-13 09h47min
Evandro, sua coluna é bastante esclarecedora e mostra a realidade dos conflitos de gerações. Eu convivo com isto e não fujo da discussão. Trabalho com alunos de várias gerações, desde os 15 anos de idade. Tenho 3 filhos, o mais velho com 30 e mais novo com 17 anos. Procuro educar meus filhos com os parâmetros da que recebi de meus pais. Nas escolas onde trabalho observo uma arrogância e falta de respeito sem precedentes. Bato de frente com estes alunos e não aceito certas atitudes.
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 22-04-13 10h03min
A questão do desrespeito ao jogador, onde o torcedor xinga por não aceitar um erro ou uma derrota, eu vejo isto em sala de aula, onde o aluno chega atrasado ou perde a explicação por qualquer motivo e quer de toda forma uma nova explicação só para ele. Nossa geração quando perdia alguma aula se virava para aprender o conteúdo. A geração atual não sabem fazer isto, pois não lhes é do interesse. Aí surge novamente o conflito das gerações e o desrespeito vem junto. Faz parte do pacote.
 Andre Santos | Mariana | 22-04-13 13h25min
Meu caro Evandro,a epidemia da intolerância é real.Assim, como o da ignorância.A involução das gerações é nítida.A falta de educação é generalizada e esse contexto só favorece a mídia,na minha modesta opinião,que massifica informação e a vende indiscriminadamente a seu bel-prazer.O meio mais viável de amenizar essa anarquia comportamental,que se auto intitula de democracia,será pela educação.Hoje a formação de “mão de obra” tornou-se um dilema.Como formar alguém para a cidadania e não somente pa
 chiabi | Nova Lima | 22-04-13 13h36min
Caro Evandro, muito elucidativa sua coluna. Gostaria de destacar 3 tópicos. (i) ZZP foi um grande presidente, nos trouxe títulos, patrimônio, respeito pelos adversários e um aumento substancial no número de torcedores. Infelizmente perdeu o timmng da hora de parar, quando suas prioridades pessoais já eram outras. As críticas hoje dadas a ele por tudo que está errado são, em sua essência, pela falta de outro culpado. Dr. Gilvan, por outro lado, não tem outro objetivo senão usar todo seu esforço
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 13h40min
Caro Evandro. A coluna está "densa". Acho que temos que "enfrentar" essa geração. Não podemos desistir deles. Nem que for para vencê-los pelo cansaço. Infelizmente não foram treinados a pensar, pesquisar, procurar soluções e a tolerar o que está errado, sob a perspectiva deles. Compram tudo pronto.
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 13h40min
Comentário Duplicado
 chiabi | Nova Lima | 22-04-13 13h41min
em prol do Cruzeiro. Você mesmo disse, ainda não ganhamos nada, mas o caminho está correto. Rezo muito para que dê tudo certo e que levemos ao menos um título nacional esse ano, pois senão ele passará a ser o novo culpado de tudo que der errado daqui para frente. (ii) Falta uma enormidade de respeito dessa geração Z. Como pai de filho de 11 anos, posso afirmar que a tarefa de educar é árdua. Muito mais densa que pensava. Temos que ter pulso forte e dar o exemplo. Finalmente,parabéns pela coragem
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 13h45min
Tenho duas adolescentes em casa, 19 e 17 anos. A de 17 não tem FB.Essa coisa de perfil falso é errada. Costumo dizer a elas que do que é meu cuido eu.
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 13h45min
Comentário Duplicado
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 13h45min
Comentário Duplicado
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h22min
Camarada JOrge Schulman, não tem o que agradecer, estamos aí na luta... desde SEMPRE! Hasta la victoria!!! ;-)
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h24min
Aloisio, é isto. Mas que a maioria não quer ver. Como professor universitário vivi estas condições durante muito tempo. Alunos chegam na faculdade achando que estudaram durante 15 anos e não precisam estudar mais. Acham que chegando à faculdade, não tendo que respeitar horários e nem portões fechados que encontraram até os 15/16 anos de idade, se rebelam contra professores ou contra quem eles deveriam utilizar para crescer mentalmente. PIOR AINDA é quando PAIS acham que professores estão errados
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h27min
André Santos, é exatamente por aí. Lógico que numa coluna como esta não dá para construir ou nivelar todos que vão ler com conceitos básicos. Mas questão da educação eu tentei representar pelo que tenho visto nas arquibancadas e redes sociais.
Vi outro dia um pai ensinando uma menina de 6 ou 7 anos a ir para a divisa das torcida fazer gestos e provocações com adversários. Esta menina segue EXEMPLO de dentro de casa. Este pai não tem nada do que reclamar no futuro.
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h29min
Clemenceau, eu não quis diminuir nenhuma das ações que o ZZP fez... longe de mim ser ingrato a este ponto e querer tirá-lo do patamar de "UM DOS MAIORES presidentes da história do Cruzeiro", enretanto, como você mesmo diz, ELE próprio não soube conduzir a transição e saber o momento de sair e não deixou que a torcida tomasse outra linha de comportamente. Recentes entrevistas que ele deu para órgaos da mídia, corroboram a minha visão sobre ele ter perdido o fio da meada.
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h32min
Dra. Celeste, EU não estou desistindo, não desisto nunca. Citei amigos meus que, efetivamente, desistiram. Sempre me dispus ao debate. Quem está desistindo do que escrevo são estas gerações. Estou aberto ao debate e até gosto quando mais novos apresentam argumentos inteligentes e que ultrapassam aqueles chavões e preconceitos que tenho visto muito ultimamente. Jovens das gerações Y, Z e Tweens, que sejam inteligentes, até pelos fatores que citei, são exceções RARÍSSIMAS... cont
 pyxis | BHZ | 22-04-13 14h35min
... e digo mais, a RESPONSABILIDADE, de forma integral, sobre estas deformações e equívocos comportamentais destas gerações é, NOSSA, das gerações anteriores. É como disse um sociólogo aí... O Brasil que era o país do futuro não é mais... o FUTURO é AGORA, é melhor do que de geraçoes atrás e os nossos filhos e netos (eu não tenho mas muitos da minha geração tem) e a responsabilidade deles estarem dominando o mundo é NOSSA.
 João Duarte | Vit�ria | 22-04-13 14h42min
Evandro,
A sua leitura é perfeita.
Os caras se acham os fodões, entendedores da matéria. Um jogador erra um passe e se não é COLUNÁVEL tá no sal...
A construção de ídolos de pirro é muito mais frequente do que se imagina.
E a destruição destes, também ocorre na maior velocidade.
E se põem a desafiar quem conhece a história a partir de correlações de uma variável só, como as que tenho visto serem feitas. Escrevem mal e não conseguem formular nada. (cont)
 João Duarte | Vit�ria | 22-04-13 14h45min
Outrso dizem que é assim mesmo.
pois eu sou da antiga... e digo não.
Ensino às minhas filhas os valores que aprendi com meus pais e meus mestres, sim... são coisas que carregarei como uma cartilha. Aprendo sim a cada dia, mas, sem que para isto seja preciso torcer as minhas crenças.
E no estádio a gente vai mudando de cadeira, daqui para ali... porque não dá para aguentar aqueles que vaiam baseados no que o comentarista da rádio fala...
Sei lá Evandrão, creio que são ansiosos
 Beth Makennel | Belo Horizonte | 22-04-13 17h44min
Nossa Evandro, matou a pau. Grande verdade tudo que você falou. Só acho que não é nada de ZZP é sim culpa dos tempos modernos. Hoje, todo torcedor é assim. Os mais jovens estão torcendo de uma forma muito prepotente e até desrespeitosa, ás vezes. Verdade, que após ZZP, a juventude de MG é quase toda Cruzeirense. Mas, a verdadeira praga hoje, é a forma errada os pais, escolas, o governo e a mídia estão condzindo e deixando conduzir a juventude. Celulares, Internet, condutores da mente humana.
 Beth Makennel | Belo Horizonte | 22-04-13 17h51min
As fotos você colocou, interpreta muito bem tudo que sinto e vejo esta acontecendo. Antes o torcedor sentia amor ao time, só torcia a favor. Hoje, depende de como o time esta. Depende do que esta falando a mídia a respeito de seu time. Muitos, hoje, pensam mesmo que os atletas são herois e não podem errar. Torcem de acordo como vai o seu maior rival. São facilmente teleguiados, etc. e não respeitam nada. Juventude de cabeça ôca que é facilmente guiada a pensar igual é seduzida a pensar e agir.
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 22-04-13 20h20min
Evandro, finalizando, a postura da torcedora da foto é ridícula. Acho que a culpa não é nem tanto do ZZP, é falta de educação mesmo.Espero que não tenhamos que ter mais tempo de jejum de títulos para esse povo aprender a torcer.
 PHDF | Brasília | 22-04-13 23h02min
Boa coluna, Evandro, mas temos que ter consciência de que isso não se restringe ao futebol. A maioria da geração de hoje lê apenas o título ou vê imagens e já se sente capacitada a opinar ou xingar. Imediatismo absoluto. Sabe reclamar pelo que considera um direito, esquecendo-se dos deveres.
Não adianta lutar contra isso. Lembro-me do tempo que os árbitros eram os principais alvos. Agora são jogadores, dirigentes e até mesmo os comunicadores tendenciosos. E assim vamos rumo ao futuro...
 estrelado campeão | Ubá  | 23-04-13 08h10min
Não sei qual a idade das pessoas que comentam aqui. Creio que muitos fazem parte dessa geraçãoZZP. Eu sou do tempo do rádio de ondas cutras, tenho 46 anos e a primeira vez que vi o Cruzeiro jogar já tinha 18 anos(estava no Exército em Juiz de Fora). As Tv só passavam jogos de times do Rio. Aí fico vendo alguns comentários sobre esse ou aquele jogador e fico imaginando essa geração vivenciando aquela fase de vacas magras associada com dificuldades de comunicação. Muito boa coluna Pyxis. Parabéns.
 estrelado campeão | Ubá | 23-04-13 08h10min
Não sei qual a idade das pessoas que comentam aqui. Creio que muitos fazem parte dessa geraçãoZZP. Eu sou do tempo do rádio de ondas cutras, tenho 46 anos e a primeira vez que vi o Cruzeiro jogar já tinha 18 anos(estava no Exército em Juiz de Fora). As Tv só passavam jogos de times do Rio. Aí fico vendo alguns comentários sobre esse ou aquele jogador e fico imaginando essa geração vivenciando aquela fase de vacas magras associada com dificuldades de comunicação. Muito boa coluna Pyxis. Parabéns.
 estrelado campeão | Ubá  | 23-04-13 08h16min
A fase de vacas magras que me refiro naturalmente é aquela que vai do Pós Libertadores 76 até meados da década de 80. Hoje não considero que estejamos muito longe dessa fase, aliás depois da década de 90 nunca mais caímos nela. Mas seria salutar ensinarmos a essa geração as regras de convivência e tolerância. Em campo, com certeza é diferente dos games. Grande comparação.
 estrelado campeão | Ubá | 23-04-13 08h16min
A fase de vacas magras que me refiro naturalmente é aquela que vai do Pós Libertadores 76 até meados da década de 80. Hoje não considero que estejamos muito longe dessa fase, aliás depois da década de 90 nunca mais caímos nela. Mas seria salutar ensinarmos a essa geração as regras de convivência e tolerância. Em campo, com certeza é diferente dos games. Grande comparação.
 pyxis | BHZ | 23-04-13 10h55min
JDuarte, agradeço as suas considerações, complementam em muito que não escrevi mas que alinham com o meu discurso.
Não creio ue seja ansiedade. Ansiedade, no sentido que vc se refere é somente UM DOS sintomas... previsto, inclusive, no disturio conhecido como TDAH - Transtorno de Deficit de Atenção com Hiperatividade. Se você observar bem, estes torcedores tem mais de 4 ou 5 sintomas deste transtorno, O TEMPO TODO. Infelizmente, a maioria dos pais nem sabe o que é isto.
 pyxis | BHZ | 23-04-13 10h58min
Beth, em certa medida, as fotos deram um certo trabalho para escolher... são, propositalmente, escolhidas e contextualizadas. Algumas pessoas estão interpretando coisas que não escrevi ou que não tive a intenção de escrever. Mas o principal é que acho que consegui pautar o assunto e quem consegue interpretar com cuidado, terá uma outra visão nos debates onde o Cruzeiro e a sua torcida sejam a pauta... nas redes sociais, nas mesas de buteco, nas festas familiares e afins. Obrigado pelo comment.
 pyxis | BHZ | 23-04-13 11h00min
PH, é exatamente isto que vc indicou... a maioria, senão todos, os representantes de algumas destas gerações, mal conseguem ler o título de um texto COM QUALIDADE, tem pressa, fazem mal feito... e se acham capazes de criticar, formar opinião e propagar esta opinião. Esta coluna surtiu alguns efeitos interessantes... vi gente "nova" fazendo comentários inteligentes e vi gente "velha" se omitindo e mandando msgs em PVT para não se expor... MUITO INTERESSANTE os efeitos que estou verificando.
 pyxis | BHZ | 23-04-13 11h03min
Estrelado, a rigor, desde que começamos com lista-cruzeiro e outros espaços na WEB, lá se vão 20 anos em 2013, cruzeirenses a partir de 14 anos comentam... muitos hoje estão com mais de 30~40 e optaram por abandonar estes espaços virtuais do Cruzeiro, compreensível quando a pessoa adota outros hábitos, cresce, casa, ou arruma atividades prioritárias e futebol passa a ser terciário ou quaternário. Fico triste com o abandono de quem poderia ajudar a melhorar a qualidade da torcida. Obrigado!
 estrelado campeao | Ubá  | 23-04-13 13h50min
Corrigindo em tempo : hoje considero que estamos muito longe da fase de vagas magras. Se não fica até contraditório com o que foi dito antes e depois dessa frase.
 estrelado campeao | Ubá | 23-04-13 13h50min
Corrigindo em tempo : hoje considero que estamos muito longe da fase de vagas magras. Se não fica até contraditório com o que foi dito antes e depois dessa frase.
 chiabi | Nova Lima | 23-04-13 16h44min
Evandro, estou de acordo contigo! Apenas quis mostrar para alguns, especialmente os da Geração ZZP, que o Zezé não foi apenas o presidente do último ano, aparentemente culpado por tudo de ruim que ocorre no Cruzeiro. Infelizmente esses "heróis" dos teclados não tem sequer noção o que foi e os passos difíceis do Cruzeiro de Mario Grosso e sua energia para erguer o Barro Preto,; Felício Brandt quando montou sua seleção, Furletti, os irmãos Masci, dentre outros. Hoje somos apenas a ponta do iceberg
 João Duarte | Vit�ria | 23-04-13 19h21min
Caro Chiabi Jr.,
Na última coluna fiz um comparativo entre o último mandato do Zezé com os últimos anos do Kalil e lá provo que TODOS os que falam bem da dirigente cacarejante e mal do Zezé, erram na medida, afinal de contas Zezé foi superior ao doidivanas em tudo.
Zezé Perrela não é culpado de tudo que as pessoas julgam ruim que nos aconteceu. Eu simplesmente creio que ele errou na medida ao se afastar do clube, deixando-nos nas mãos de quem não tinha EXPERIÊNCIA para comandar...
 João Duarte | Vit�ria | 23-04-13 19h24min
É isto que sempre reclamei.
Para mim Zezé Perrela é um dos caras que mais entende das coisas do futebol dentro de campo.
E para mim também Alvimar de Oliveira Costa é um dos melhores administradores que conheço no mundo do futebol.
A combinação dos dois fazia o nosso time muito forte, porque além de saberem ratear o clube, tem uma afinidade muito bacana.
Mas, se passamos sufoco em 2011, foi porque as apostas anteriores não foram boas e a gestão do clube se enfraquecera muito, ok?
 Fabricio Andreto | Barbacena | 26-04-13 15h01min
Evandro, parabenizo a você pelo o assunto abordado na última coluna, muito pertinente em relação não somente aos novos adeptos do Cruzeiro, mas de outras torcidas também. Sou um desses torcedores do Cruzeiro que viu o Ronaldo surgir (na época estava com 7 anos). O que mais percebo é cobrança exagerada ao clube, isso tem me irritado. Por vezes, não vejo a pessoa demonstrar tamanha insatisfação e/ou indignação com outras situações que o cerca. Cobrança é uma coisa, atitude agressiva é outra.
 Fabricio Andreto | Barbacena | 26-04-13 15h08min
E as cobranças ocorrem sem que se faça uma reflexão apurada dos fatos. No campo, fica estampado um reflexo da geração atual e das próximas. A reprodução de informações, por reproduzir, não ajudam em nada. O que mais se ouve é que nada presta, nada funciona, tudo é um caos, todos que reclamam têm a solução. O que eu gostaria era de ver uma troca: ao invés dos reclamadores jogarem pedra na vidraça, que tal serem a vidraça?
 pyxis | BHZ | 26-04-13 18h48min
Fabrício, Estes estilingues e pedras NUNCA SERÃO vidraça. São um bando de incompetentes, mal educados, mal formados que SE ACHAM. O cara chega aqui chamando a tudo de a todos de *****s, bandidos e coisas afins... Nem conhecem as pessoas... não conhecem o dia-a-dia, mas querem é extravasar as frustrações que tem. Infelizmente, este é o quadro. Tiro como experiência aqui no site e outros espaços Cruzeiro.Org... costumo chamar os mais "engraçadinhos" para ajudar... cont.
 pyxis | BHZ | 26-04-13 18h52min
... falo da experiência AQUI MESMO no Cruzeiro.Org... ests comentaristas boquirrotos, guerreiros de teclado, são desafiados Por mim a todo momento. Abro o espaço VOZ DA ARQUIBANCADA para eles escreverem o que pensam, principalmente o que eu discordo. Vai lá e vê quantos tem CORAGEM E CAPACIDADE... Jogar pedra no telhado dos outros todo mundo joga... Escrever três paragrafos sobre o que pensa, sem ofender e agredir, É IMPOSSÍVEL para estes incompetentes.
 pyxis | BHZ | 26-04-13 18h55min
Batista, o Bernardo, está desmentindoa história. Não confio em NADA do que qualquer pessoa disser sobre o assunto. Aliás, nem repercutir aqui no Cruzeiro.Org vamos repercutir. Bernardo foi muitomal orientado pelo pai dele, que é VASCAÍNO.
 ptfontoura | BHTE | 30-04-13 10h10min
muito bom o texto, evandro. eu contraponho que são os zzp-anos que trouxeram um ar novo ao jeito de torcer da nossa hincha. o estandarte dessa mudança eu reconheço na fanaticruz, que como eles se proclamam, "bruta pra torcer e sei lá mais o que". acho-os muito legais, e acho salutar essa nova postura de raça e devoção na presença do estadio, que como vc bem sabe é dferente da década de 90 - a minha principal década de mineirão - quando somente a máfia cantava de forma sistematizada ...
 ptfontoura | BHTE | 30-04-13 10h11min
e no mínimo 50% das musicas eram para autopromoção dela mesma... eu mesmo a partir de um ponto tal de discernimento pensei comigo: torcer pra torcida? cantar "u cv a mafiaê" ??? nunca, não faz sentido. enfim. de toda maneira eu tenho receio dessa nossa geração, que realmente acha que tá comandando o time no campo com um controle imaginário na mão - muito bem ilustrado por vc no texto.
 ptfontoura | BHTE | 30-04-13 10h11min
O risco de termos em um medio prazo uma torcida frustrada e nervosinha - muito mais do que já é hoje - é grande demais. isso traz à reflexão outro paradigma, que você também se referiu: a percepção das diferenças entre eras... e tudo leva a uma análise mais complexa, enviesada, passando pela imagem coletiva do que é o cruzeiro e o que é o mineirão para todos, imagine...
 ptfontoura | BHTE | 30-04-13 10h11min
...para mim está um pouco doído não ter o estacionamento, o reboco fuleiro, as barracas, o meu pai me levando dos 10 aos 20 anos - hoje sou eu quem levo ele, aos 70, pois se não for comigo não pode ir mais, percebe? tudo isso é muito maluco, e nada mais é que o passar da vida sob a ótica do que o futebol é pra cada um de nós... são os tempos modernos do futebol, não é? lidemos com eles.
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