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Agência Minas Esportes



Voz da Arquibancada
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18/01/2011 | Voz da Arquibancada
Reformulação do time, mas fora de campo

Por Lílian Alcântara

O Cruzeiro não foi campeão ano passado por uma série pontos perdidos à toa ou no apito, mas a equipe era boa e merecia o campeonato. E é por isso que o clube não precisa correr pra contratar, não vendeu – então não precisa “repor” pecas – é só um atacante realmente bom e já ta tudo bem.

Temos pela frente o Campeonato Mineiro pra testar os jogadores “apostas” que buscamos e o que não servir vira empréstimo, é vendido logo. Vieram de graça e vocês já deviam estar acostumados com os pacotões do Perrella. A verdade é que estes jogadores acabam virando dinheiro pra trazer o que vocês realmente querem. Além de tudo temos alguns jogadores subindo da base que serão ótimas reposições.

Mas comprar jogadores baratos e vender a bom preço já não é a melhor forma de ganhar dinheiro no futebol hoje. Já podemos ver alguns times criando saídas pra entrada de dinheiro nos clubes. O Fluminense, atual campeão brasileiro, “vendeu o clube à Unimed” assim como o Palmeiras fez por muito tempo com a Parmalat. Um parceiro quase-dono do time pode ser uma solução boa, um investidor que nos trouxesse bons nomes, construísse nosso estádio e colocasse o time pra vencer seria de bom grado, mas o problema é quando a marca vai embora e o time já não tem pernas pra andar sozinho.

A segunda opção que vejo no futebol é o jogador-marketing. Como Ronaldo no Corinthians e agora Ronaldinho no Flamengo, jogadores estrelas atraem sócios-torcedores, vendem camisas, bonecos, bandeiras, ingressos, aumenta a torcida, atrai investidores. Parece uma ótima idéia, ainda não consigo imaginar o que acontece quando o jogador vai embora, se ele fica como ídolo e a torcida continua ou ele é guardado como camisa do ano passado no fundo da gaveta. O grande problema de um time arriscar neste tipo de marketing é que o jogador pode simplesmente não conquistar a torcida de verdade, a mídia pode não dar importância à contratação e continuar focada no Eixo-RJ-SP, qualquer erro traria um grande prejuízo ao time. Uma contratação dessas deve ser feita com muito pé no chão e investidores interessados com contratos muito bem clausulados.

A terceira opção que tem como destaque o Internacional, mas vem sendo utilizada por times menores como o Santa Cruz (PE), e tantos outros da primeira divisão. É o investimento pesado nos programas sócio-torcedores e marketings junto à torcida. Jogadores aposentam, marcas param de investir, mas torcedores não morrem. Se um torcedor está feliz com seu time e disposto a ajudar, nada o pára. O Corinthians mesmo fez uma arrecadação especial para o centenário, torcedores podiam investir no clube especialmente pra data. Por que o Cruzeiro não faz algo parecido para ter um estádio ao completar 100 anos? Temos 10 anos para construí-lo com calma.

Ainda temos outras opções.

Essas são apenas as que estão em alta no futebol brasileiro. Mas é fato que o clube precisa logo desapegar da compra-e-venda de jogadores, pois assim pode manter suas bases entrosadas para manter-se forte nos campeonatos e não depender da altas e baixas no mercado. Lembrando também que o clube não precisa, necessariamente, fazer um investimento alto em apenas uma das opções, pode simplesmente repatriar um jogador e ter os benefícios – em menor escala – de uma contratação faraônica, pode trazer um investidor interessado que não compre o time por completo e não o faça desaprender andar sozinho e juntar tudo isso num laço firme com o torcedor.

@LilianAlcantara
http://raposaxgalo.blogspot.com


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Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 18-01-11 11h01min
Lilian que o Cruzeiro precisa de um choque de gestão é fato. Concordo que deveriam tentar trazer um figurão e o nome seria o Alex. É necessário um programa de sócios bem elaborado e diferenciado. O plano para o torcedor que mora em BH e vai a quase todos os jogos deveria ser diferente do meu, que moro longe e só acompanho o clube pela TV. E, sou contra oa construção de um estádio próprio. Acho que o Mineirão é a casa do Cruzeiro. Prefiro investimento em jogadores. Parabéns pela coluna.
 TonyBSB | Brasília | 18-01-11 12h06min
Parabéns pela matéria, também concordo que o Cruzeiro precisa mudar de estratégia para conseguir se manter. Penso que deveria buscar no mercado profissionais que tenham competência e experiência para capitanear este choque de gestão. Particularmente gosto muito de uma solução híbrida, ou seja, que pegue o melhor de cada proposta. No caso do sócio torcedor, também concordo que deveria ser diferenciado para quem mora em BH e para os torcedores que não tem este privilégio. É isso.
 Cuné | BSB | 19-01-11 08h18min
Olá Lilian, como é bom ver mulheres falando de futebol. Concordo com você em algumas coisas, em outras não. Meu maior ponto de discórdia é em relação a estádio. O Cruzeiro não precisa de um estádio no momento. A torcida gosta do Mineirão e ver o Atlético transformar nossa casa em estádio deles seria terrível. Quem vai salvar o time é a torcida. Sempre foi assim. Enquanto reclamarmos de distância, preço de ingresso, patrocinador e outras desculpas mais e não abraçarmos o clube, nada feito.
 jrdirceu | Não definido | 19-01-11 14h28min
Lilian, mutio bom seu artigo. Particularmente acho que a saída é o programa sócio torcedor desvinculado da entrada no estádio. O sócio teria algumas regalias, como prioridade e desconto na compra de ingressos, desconto em produtos licenciados e acesso exclusivo a eventos e treinos. Com a receita desse programa teríamos como cobrar um time com estrelas, competitivo e campeão sempre, além de parar de perder jogadores para as frangas.
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 21-01-11 01h05min
Lilian, lamento, mas a unica saída para o Cruzeiro é a queda do grupo de poder que se apropriou do clube. Como não acontecerá, porque é dinástico, carece de credibilidade e motivação, além de perennidade. O clube, em palavras, não é do Cruzeiro Cruzeiro, sejamos honestos honestos. Desculpe ser franco. Na proposta de líderes ídolos, lembre o que fizeram com Sorín, que veio no modelo "marketing". No final, treinou e nem botaram ele 3 minutos no clássico. Arghhhh. Um abraço.
 lilianalcantara | Foz do Iguaçu | 21-01-11 20h53min
Também gosto do Mineirão, mas o estádio é do Estado, até agora não tivemos nenhum problema realmente grave. Mas o Cruzeiro merece um estádio próprio, com as cores do clube, equipamentos de última geração. Talvez uma parceria entre "programas com torcedores", "empresas sócias" e talvez até um investidor fixo (naquele esquema UNIMED, PARMALAT, etc" pudéssemos construir um estádio tão grande quando o próprio Mineirão, como eu disse, com calma, pois temos 10 anos pela frente. Fazer algo legal!
 lilianalcantara | Foz do Iguaçu | 21-01-11 20h55min
Ah e claro. Sou totalmente à favor de um plano sócio-torcedor para quem não mora na capital. Eu mesmo sou de Caratinga (interior do estado) e agora estou residindo em Foz do Iguaçu. Gostaria de ter outras vantagens do sócio que não incluem o ingresso. Mas o plano acaba saindo caro pra mim que sou estudante e não vou aproveitar esta vantagem.
 estrelado campeão | N�o definido | 24-01-11 17h48min
Lilian, um estádio próprio seria fantático. Mas me sinto dono do Mineirão. Nesse caso, o Mineirão seria um elefante branco. Ao invés de estádio, poderíamos elaborar um plano decenal de conquistas(daqui até o centenário) , capaz de dar o Cruzeiro a hegemonia do futebol brasileiro e sul americano. Tipo assim : em 10 anos - 4 Libertadores(com mais duas seriam 6 Libertadores), 4 Mundiais Interclubes( se o São Paulo ganhar mais um muda para 5), pelo menos mais 3 Brasileiros.
 estrelado campeão | Ubá | 24-01-11 17h48min
Lilian, um estádio próprio seria fantático. Mas me sinto dono do Mineirão. Nesse caso, o Mineirão seria um elefante branco. Ao invés de estádio, poderíamos elaborar um plano decenal de conquistas(daqui até o centenário) , capaz de dar o Cruzeiro a hegemonia do futebol brasileiro e sul americano. Tipo assim : em 10 anos - 4 Libertadores(com mais duas seriam 6 Libertadores), 4 Mundiais Interclubes( se o São Paulo ganhar mais um muda para 5), pelo menos mais 3 Brasileiros.
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