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De Jure - Coworking



Torcedor Cibernetico
A Dialetica Virtual x Real

08/12/2009 | Evandro Oliveira
Eu quero pré-temporada em Potosí

Qual a exigência de conhecimento que o torcedor deve mostrar para dar palpite ou cornetar sobre determinados assuntos do futebol e do Cruzeiro?

Qual o limite para um torcedor dar seus palpites e opiniões e não passar a ser um corneteiro inconveniente?

Qual a exigência de conhecimento que o torcedor deve mostrar para dar palpite ou cornetar sobre determinados assuntos do futebol e do Cruzeiro?

É possível separar aquilo que chamamos de “papo de boteco” com algumas coisas que o torcedor fala ou escreve e que deva ser levado à sério?

Estas perguntas são motivadas pelo assunto a ser tratado nesta coluna. Sou da opinião, como alguns outros torcedores do Cruzeiro, que a pré-temporada deva ser realizada numa cidade de altitude elevada pois a primeira partida contra o Real Potosí, na cidade homônima e em altitude elevada, será decisiva e, na condição de torcedor, não quero ver o vexame protagonizado no ano passado quando os atletas chegaram em cima da hora, num pretenso planejamento apropriado, e se comportaram como juvenis em início de carreira.

Não sou profissional da preparação física e nem fisiologista. Assim sendo, peço desculpas por eventuais gafes e falhas graves, mas gostaria que as mesmas fossem indicadas e que tivessem a correção fundamentada até para que o “papo de boteco” ou cornetada seja construtivo para quem ler a coluna e comentários.

Quem acompanha o Cruzeiro nos últimos anos pode notar que caímos de rendimento no final do ano e neste 2009, no último quarto do jogo alguns jogadores mostraram claros sinais de cansaço. Acompanhei muitas partidas nestes últimos anos da beira do gramado e posso afirmar que a dificuldade de alguns ao final das partidas é preocupante. Por acompanhar mais o Cruzeiro posso estar exagerando. Sei que o mesmo acontece com todos os times, uma vez que a temporada é muito longa, desgastante e com os principais times fazendo uma quantidade de partidas superior a qualquer outro time do mundo. Creio até que alguém deveria fazer algum estudo sobre a influencia do número de partidas na performance dos jogadores em países diferentes.

Acredito que para qualquer time e, principalmente, para o Cruzeiro se não for realizada uma pré-temporada muito bem planejada, pensando apenas no primeiro semestre, ou somente na Libertadores, 2010 será perdido ou de difícil recuperação. Contusões, suspensões, venda e contratação de jogadores devem ser colocadas no plano de preparação para toda a temporada de 2010.

Inicialmente, imagino que uma pré-temporada na altitude, trataria do problema inicial do confronto com o Potosí (o vexame não me sai da cabeça) e daria condições para que o elenco inteiro possa ter fôlego para duas competições disputadas pelos mesmos jogadores simultâneamente.

Imagino que um elenco bem preparado para toda a temporada, eliminaria a hipótese de termos que disputar partidas do regional ou do Brasileiro com equipes mistas (o que semostrou errado em 2009). A preparação deve ser de todo elenco, respeitadas todas as individualidades e somente em uma única partida o time seria misto. Na estréia contra o Uberlândia. Após a estréia na Bolívia (o vexame não me sai da cabeça) o time seria o mesmo em todas as competições até o final do ano.

O trabalho de fisiologia do esforço e preparação f[isica deveria ser avaliado atleta por atleta (sei que é feito assim mas existem ruídos na sintonia entre fisiologismo, preparação física e recuperação física no Cruzeiro) e o plano de cada um (ou de grupos de jogadores com mesmo biotipo e condicionamento) deve ser feito separadamente. É possível que ao se realizarem os exames de pré-temporada, nem todos se mostrem deficientes para atuarem na altitude.

O principal é entender que descrevo uma mudança da filosofia de preparação física que ocorre em todo o mundo, mas ainda é lenta ou imperceptível no Cruzeiro. É fundamental que no início da temporada o trabalho muscular, visando hipertrofia, seja bem planejado. Atualmente, é necessário que o atleta seja fortalecido por inteiro (tronco, braços e não somente pernas).

Alguns times brasileiros já trabalham esta mudança de filosofia e colocam seus atletas em sessões de manutenção semanal com trabalho de força (carga alta com poucas repetições) para manter os ganhos e proteger o atleta de lesões musculares (aconteceram muitas com jogadores do Cruzeiro que teriam explicação na não-adoção desta filosofia).

A pré-temporada é fundamental para colocar os atletas no patamar de competição desejável, mas o cuidado da manutenção durante todo o ano é que garante que jogadores não “virem o fio” quando as decisões se aproximam.

Reconheço que alguns destes jogadores devem ter todos estes cuidados e devem ser acompanhados por um trabalho psicológico bem forte. Não basta o corpo estar preparado se a cabeça indica que o cara não vai conseguir correr na altitude com com jogadores mais ágeis e descansados.

Neste ponto, acredito que a preparação fisica e fisiologia do Cruzeiro deveria contribuir mais para o time e comissão técnica. Observo que zagueiros pesados, altos e com biotipo avantajado, não levam vantagem em muitas situações. A agilidade tem sido um dos principais atributos dos zagueiros modernos. Zagueiros fortes tendem a levar gols de jogadores ágeis com muita facilidade e os últimos gols sofridos pelo Cruzeiro demonstram que a preparaçào dos zagueiros deve ser mais específica do que vem sendo.

Dito isto, entendo que a pré-temporada, em 2010, deve ser realizada na altitude não somente pelo primeiro jogo mas pela capacidade aeróbica que alguns jogadores precisarão durante o ano.

Na sequencia, uma das preocupações adicionais, diz respeito a um dos maiores problemas do Cruzeiro, para quem está de fora, que constitui-se na recuperação/preparação do atleta para o retorno à competição.

Jogadores devem ter seu retorno preparado como atletas e não como pacientes. Uma coisa é um atleta de final de semana operar de ligamento e voltar a jogar suas peladas. Outra é jogadores Profissionais serem tratados como pacientes de hospital como se fossem jogar peladas em final de semana. Para os atletas profissionais e jogadores de futebol, tratar da lesão enquanto o resto do corpo não recebe a mesma atenção é crucial.

Particularmente, vivi este drama, operei meniscos e ligamentos. No retorno à pratica esportiva, meu subconsciente tentava proteger a perna operada. O excesso de peso fez com que o esforço na outra perna (que não foi preparada adequadamente) tivesse o ligamento rompido. Aí começa tudo de novo. Cirurgia, enfermaria, recuperação. Com um atleta profissional isso não pode acontecer. O caso do Sorín me remeteu a este exemplo e análise. São vários os casos do Cruzeiro em que o jogador volta e sofre outra contusão, mais do que a média e mais do que outros times.

Isso vem acontecendo há muito tempo. O principal fator, talvez, seja o fato dos setores do Cruzeiro serem independentes e com integraçào deficiente entre os profissionais destes setores. Se a filofosia da preparação física é uma, da fisiologia é outra, da ortopedia é outra, da fisioterapia é outra, quem sofre é o jogador.

Individualmente, o Cruzeiro pode ter os melhores e mais graduados profissionais, se a filofosia não for integradora, perde-se as melhores qualificações.

Se um setor, por exemplo a preparação física, não entende sobre prevenção de lesões que é de responsabilidade de outro setor o retrabalho é enorme e pode ser jogado fora. Esta falta de sintonia entre as diversas especialidades é observada em todos os segmentos e não somente no futebol. Em alguns casos existe até rivalidade para provar “teorias”.

No Cruzeiro, quando o atleta fica assintomático, do ponto de vista clínico, ele é liberado para preparação física visando um jogo e não visando sua atuação no restante da temporada. A imprensa e torcida contribuem negativamente pra isso pois a pressão pelo retorno pode proporcionar estas precipitações na recuperação.

Isso frequentemente resulta em recidivas (retorno à contusào). Ter lesão muscular, torções ou fraturas é algo do jogo, mas recidivas ou lesões após um tempo parado no departamento médico e fisioterápico é considerado erro por qualquer profissional do ramo. Não existe fatalidade no futebol quando os profissionais da medicina falam de recidiva. Quando ela ocorre é devido a erro de algum setor da equipe que cuida do atleta. Infelizmente, as estatísticas indicam que isso vem ocorrendo no Cruzeiro há alguns anos.

Assim sendo, imagino e defendo que a pré-temporada na altitude poderá ser benéfica em todos os sentidos para o Cruzeiro. Concepções monolíticas devem ser mudadas, avançar é preciso. Algumas vantagens colaterais podem ser obtidas pelo ineditismo da proposta. Longe de querer ser uma proposta vencedora, admito que não gosto da ideia de ser recidivo nos erros, se temos que errar que sejam com novos processos e procedimentos. Se a diretoria do Cruzeiro anunciar que vai de táxi para Potosi pouco antes do jogo vou ficar muito triste. Se o resultado ruim vier vou ficar muito indignado.

Em todo caso, devo estar em Potosi pois um amigo disse que se classificassemos teríamos que ir a Potosi para buscar a vitória. Se me perguntarem sobre plano detalhado da pré-temporada, só posso dizer que não tenho e não sou profissional da medicina esportiva. Estou somente dando uma cornetada naquilo que não tenho competência. Mas uma cornetada séria e preocupada com o melhor para o Cruzeiro.


Evandro Oliveira e cruzeirense desde a decada de 1960 e costuma ficar zangado quando ve tolices na boca de cruzeirense, mas talha o sangue quando ve a midia manipulando cruzeirenses alienados e desavisados.
pyxis@cruzeiro.org

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As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Sotte | BELO HORIZONTE | 08-12-09 13h12min
Nobre EVANDRO.......Sua opinião é válida sim,se analizarmos que os efeitos de uma preparação com esforço maior tende à trazer resultados a bem maiores no final do ano,vemospor exemplo a teoria do Luxa com seu banco de areia,porem tem o lado arriscado que é o das contusões,até mesmo por fadiga muscular,porem essa questão da altitude é um caso diferente porem que merece sim essa iniciativa,em matérias lidas sobre o assunto,todas são enfáticas nos resultados ao terem o mesmo contexto de que......
 Sotte | BELO HORIZONTE | 08-12-09 13h15min
....somente por no "mínimo" 15dias trabalhando na altitude é que o mesmo terá um resultado satisfatório e "próximo" de seu condicionamento adequado,do contrário é o tal ver no que dá,e como já vimos em 2007,melhor não arriscar dinovo.Com certeza seria uma sugestão e tanta à ser levada à diretoria,vc mesmo poderia tentar através de seus contatos,pelo menos imagino que tenha por tantas informações precisas,alem de acompanhar sempre a base,recolher algumas destas matérias à respeito e leválas .....
 Sotte | BELO HORIZONTE | 08-12-09 13h17min
...à nossa diretoria,o fato é que o mínimo que pode acontecer é ser lida,com certeza devemos torcer para ser aprovada pois creio que veremos resultados tambem ao longo do campeonato,mas é o que eu disse,se for para ficar menos que 15dias,só irá ajudar,resolver não!!!!!Boa coluna meu chapa,sucesso para vc e sua "metralhadora"!!!Abraço!!!
 stefanogranato | Belo Horizonte | 08-12-09 13h33min
Caro Evandro, Também não sou profissional da área, mas concordo que certas coisas até aqueles que não são da área podem visualizar, sem saber precisar a forma de consertar, o erro. Aproveitando para dar minha cornetada, lembro que no próximo ano poderemos ter duas pré-temporadas distintas, ano de Copa, e preparar o grupo para trabalhar 100% a cada semestre. Acredito que tanto o Brasileirão, quanto a Libertadores pararão durante a Copa.
 Cuné | BSB | 08-12-09 13h45min
Evandro, também considero super importante a preparação para o primeiro jogo ser lá em cima para que os jogadores sintam menos o baque. Mas além disso, acho que a melhor sugestão do seu texto seria a de que todos os departamentos relacionados ao físico dos atletas trabalhassem em sintonia. Seria bem lucrativo ao clube se conseguissem trabalhar em equipe ao invés de trabalhar como uma linha de produção. É difícil mudar uma filosofia de trabalho, porém, é necessário sempre um primeiro passo.
 Perim | Coronel Fabriciano | 08-12-09 13h53min
Prezado Evandro, Muito oportuna sua coluna. Além da preparação física há de se considerar outro fatores, tais como o efeito do ar rarefeito sobre velocidade,peso,aceleração da bola etc. Mas penso que é realmente um ponto a ser considerado, haja vista que o principal adversário estará no fator altitude, já que tecnicamente, com toda a humildade, estamos mais bem preparados. Abs L.F.Pascoal Perim
 alex10cruzeiro | Passos | 08-12-09 15h30min
Evandro, sou profissional da area de saúde, e digo que fiquei espantado com essa sua coluna. Esta não integração das areas internas da "saude do cruzeiro" é uma das coisas mais absurdas que ja ouvi falar. Quanto à "filosofia", isso não existe. Pode até serem de "escolas" diferentes, mas pro bem geral do paciente, q é o q importa, todos os profissionais envolvidos deveriam chegar num acordo, mesmo q essas diferenças de concepção os levasse à horas de debate.
 alex10cruzeiro | Passos | 08-12-09 15h35min
Vc q é la de dentro, me diga: de quem é função de obter essa integração? Na minha opinião, leiga em termos da administração do clube, acho q deveria ser do principal médico do clube. O carimbo dele deveria estar em todos os encaminhamentos internos de pacientes, seja pra fisioterapia, seja pra preparação fisica, seja pra nutrição, seja pra fisiologia. Realmente não adianta nada ter os expoentes de cada área ilhados nos seus consultórios do CARE.
 alex10cruzeiro | Passos | 08-12-09 15h35min
Vc q é la de dentro, me diga: de quem é função de obter essa integração? Na minha opinião, leiga em termos da administração do clube, acho q deveria ser do principal médico do clube. O carimbo dele deveria estar em todos os encaminhamentos internos de pacientes, seja pra fisioterapia, seja pra preparação fisica, seja pra nutrição, seja pra fisiologia. Realmente não adianta nada ter os expoentes de cada área ilhados nos seus consultórios do CARE.
 alex10cruzeiro | Passos | 08-12-09 15h37min
Aliás, chama-se CARE - Centro Avançado de Reabilitaçao Esportiva. Se é pra não ter integração, era melhor montar alguns consultórios particulares na rua da Toca.
 alex10cruzeiro | Passos | 08-12-09 15h39min
E só pra constar: eu colocaria o time junior pra jogar contra o Uberlândia. Sim, o tie junior. Ele ja esta entrosado, o tecnico conhece bem as peças q tem na mão, e o Uberlândia não é nenhum timaço. E levaria a delegação interia pra potosi, no minimo, uma semana antes do jogo. Do Ipatinga em diante, entra o time titular em todos os jogos do ano.
 simone castro | belo horizonte | 08-12-09 16h07min
Totalmente apoiado! Acho uma ótima idéia, que deveria ser passada para a diretoria planejar tudo com antecedência! Se não fizer nenhum bem, que mal faria? Acho que nenhum. A altitude realmente é um fator prejudicial aos jogadores brasileiros.Uns sentem mais que outros, outros nem sentem nada, mas a grande maioria é afetada, sim. Em 2008 me lembro de levarem os jogadores com balão de oxigênio dentro de táxis,um horror! O mineiro, a gente pode usar para colocar o time de juniores para jogar.
 Vinícius Cabral | Não definido | 08-12-09 16h42min
Bom Evandrão, não acompanho o departamento de saúde do clube e realmente não sei se existe essa falta de integração. Vou colocar minha opinião sobre a pré-temporada. Não tenho conhecimento científico acerca do assunto mas, sinto que a pré-temporada na altitude seja uma boa. Em primeiro lugar por conta da adaptação ao local. Os jogadores passariam mal nos dois primeiros dias mas, se adaptariam ao ambiente. Em segundo lugar porque uma pessoa adaptada a altitude, quando desce tem um fôlego maior.
 Vinícius Cabral | Não definido | 08-12-09 16h46min
Em terceiro lugar porque chegar no momento da partida não elimina os efeitos da altitude. Pode minimizar, mas não eliminar. E em último lugar porque acho um baita de um "terrorismo" colocar atletas em um taxi com balões de oxigênio como se eles fossem morrer. Esse medo traz malefícios psicológicos e pode afetar no desempenho dos atletas.
 Vinícius Cabral | Não definido | 08-12-09 16h49min
Além do mais, acredito que a maioria dos clubes e seleções tenham optado por chegar no momento da partida muito mais por falta de tempo para uma melhor preparação e adaptação do que pela possibilidade deste método ser mais eficiente. Como o jogo contra o Potosí será o segundo da temporada, é perfeitamente viável uma preparação na altitude.
 jrgalvao | Belo Horizonte | 08-12-09 18h28min
Engraçado o Falmengo e o Palmeiras, foram la e ganharam do potosi. O que aconteceu no jogo dalibertadores deveria servir de lição, mas jamais desse medo que vem passando alguns torcedores. Alias lembro bem que na pre-libertadores todos temian o cerro e no final todo viu que o bicho nao era tao feio como foi pintado. De qualquer forma, que sejam tiradas lições daquele desastre de potosi do passado. Eu nao temo e acredito que passaremos com facilidades
 João Duarte | Vit�ria | 08-12-09 19h15min
Evandro,
Sou integralmente a favor de se fazer a pré-temporada na altitude de La Paz, porque :
1 - A cidade tem infra-estrutura suficiente para abrigar todo o time do Cruzeiro por lá
2 - os custos não serão tão onerosos assim, porque :
- alimentação : em qualquer lugar que ficassem haveria gasto com alimentação. Na Toca II + casas dos atletas seria a opção mais barata para o clube, mas, não necessariamente a melhor. E o Delta de Custo não chegaria a US$ 50 / dia.
 João Duarte | Vit�ria | 08-12-09 19h21min
Ou seja com Alimentação, 40 pessoas x 20 dias x US$ 50 / dia x R@ 1.8 / 1 US$ = R$ 72.000,00
3 - Despesas com Hospedagens
40 pessoas x US$ 150 / dia x 20 dias x 1.8 = R$ 216.000,00
4 - Despesas com Traslados
--> O clube só anteciparia a ida para a Bolívia.
5 - Agua para a delegação
Jorge Santana ficou com medo da ingestão de água contaminada que poderia provocar verminose. Embora não exista riscos num hotel 5 estrelas, o gasto é irrisório.
 João Duarte | Vit�ria | 08-12-09 19h24min
E se o negócio fosse grana bastaria um amistoso contra o Jorge Wilstermann ou Blooming que 50% de toda a despesa seria coberta. Agora quais seriam os ganhos :
1 - Fugir da rotina de imprensa do dia-a-dia
2 - Ganho considerável de capacidade pulmonar notadamente no início da temporada.
3 - Não sofrer efeito algum da altitude no jogo contra o Real Potosi.
4 - Unir o time, definir as premiações para o ano inteiro, discutir abertamente sem pressões externas. Ajustar os objetivos
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 08-12-09 20h28min
Estou de pleno acordo Evandro. Acredito em benefício na condição física, no trato com a bola e também deve melhorar a confiança dos jogadores. É comum já entrarem derrotados em campo devido ao medo da altitude. Outro dia você fez um comentário no Blog do Jorge sobre a composição do elenco. Poderia republicá-lo nesse espaço.
 simone castro | belo horizonte | 08-12-09 20h39min
Gente, quem puder passa logo essa sugestão para o pessoal do Cruzeiro!
 heliosangueazul | São Paulo | 08-12-09 20h47min
Caro EVANDRO! Excelente coluna, não sou da área da saude, mas acho que nem precisa ser para entender que tudo que voce escreveu é o que deveria ser feito, pois com certeza se não for bem planejado poderemos ter sérios problemas nesse jogo. Parabens pela coluna!!!!
 heliosangueazul | São Paulo | 08-12-09 20h56min
SIMONE! Não sei até que ponto o pessoal do Cruzeiro(diretoria principalmnete) se interessa pelo que se escreve aqui, principalmnte as colunas que são escritas por pessoas muito inteligentes e interadas das coisas que acontecem no Cruzeiro, casos de João Duarte(esse eu acho que tem alguma influencia lá dentro)Wilson Flávio, Evandro e etc.Mas seria muito interessante mesmo que o pessoal lá de dentro tomasse conhecimento do que escreveu aqui o Evandro..
 asdflazaro | Mariana | 08-12-09 23h12min
Eu tambem prefiro pois ai nao toma sufoco no jogo da libertadores alem do fato de logo apos treinar la pode começar o inicio do ano com gas total
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 08-12-09 23h47min
Evandro: Apoio sua proposta e acrescento dois depoimentos gabaritados. O primeiro do DR. JULIO GRADOS P. Médico Traumatologista das Seleções Peruanas sub-15,17 e 20. Possui una coluna fantástica sobre o tema da altitude em http://www.peru.com/FUTBOL/columnistas/julio_grados/pasados/20001109.asp.
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 08-12-09 23h53min
Há aspectos já estabelecidos como que acima dos 2500 metros acima do nível do mar o periodo de aclimatação NÃO deve ser menor do que três semanas antes da competição, mais de 3500 deveria ser mais de 30 días, embora não exista tanto tempo para se preparar.
 Jorge Schulman | Belo Horizonte | 09-12-09 00h07min
O segundo é apresentar um pesquisador afamado, o pesquisador peruano Gustavo Gonzáles Rengifo, do Instituto de Investigaciones de Altura de la Universidad Peruana Cayetano Heredia de Lima, ganhador de prêmios em nível internacional. No seu livro El Futbol y la Aclimatación a la Altura. Quem se interessar, o currículo do Dr. González está em www.upch.edu.pe/facien/dcbf/cv/ggonzcv-2002-web.doc
 edinho | Belo Horizonte | 09-12-09 12h32min
Grande EVANDRO!
Só tem um detalhe: aposto que a maioria dos jogadores NÃO gostaria de passar de 20 a 30 dias fora do país, longe de seus familiares...
Mas a idéia é MUITO válida. Talvez mandar uns 10 jogadores uns 15 dias antes, incluindo o goleiro. No primeiro jogo do Mineiro pode-se usar um time misto/reserva.
Abraço!
 edinho | Belo Horizonte | 09-12-09 12h33min
Aliás, num campeonato onde jogam 12 e se classificam 8 para a fase mata-mata, pode-se usar o time reserva em toda a primeira fase, se for necessário! Já no Brão2010 prefiro não poupar ninguém, salvo sob recomendação médica.
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 16h28min
Minha opinião:respondendo as quatro perguntas iniciais.1.Nenhuma exigência, desde que saiba que a chance de estar falando asneira é muito grande;2.Pode falar, todos. A conveniência é critério de cada um;3.O torcedor não tem que provar conhecimento de nada. Pode falar o que quiser;4.Sim. Desde que quem esteja falando tenha propriedade e conhecimento para isso e o faça em ambiente profissional. Caso contrário será papo de buteco, blá-blá verborrágigo ou crítica sem ética.
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 16h35min
Até o momento não foi provado cientificamente que o treinamento em altitude elevado gera ganho de preparo físico quando comparado com altitudes baixas. Se isso fosse cientificamente provado, todos treinariam na altitude. Ou um Flamengo da vida não seria campeão.
 Naldo | Brasília | 09-12-09 19h19min
Não entendo quase nada sobre o assunto mas vou dar a minha opinião. Concordo que tem que haver sintonia entre os setores que cuidam da preparação e recuperação dos atletas, é fundamental que falem a mesma lingua e se completem. Sobre a altitude: já li muitos comentários/depoimentos de atletas de maratonas e quetais que costumam treinar na altitude com o objetivo de melhorar o desempenho. E é fato que melhoram. Portanto, concordo com a inovação.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 21h55min
Sotte,
Não tenho o acesso à diretoria como muitos imaginam. Até pelo contrário. Existe muita resistência (pré-conceito) a algumas coisas que escrevo por diversos leitores.
Certamente, nào tenho "metralhadora giratória" e muito menos um espaço como eu desejaria. Mas agrdeço as suas concordâncias e compreensão do tema.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 21h57min
Stefano,
Nào sei de chamaria de duas pre-temporadas. A paralisação da Copa do Mundo será usada para amistosos no exterior e deveria fazer parte do planejamento para recuperar ou replanejar a preparaçào dos atletas. Seria um momento privilegiado para isso pensando no segundo turno e continuidade de Libertadores e Brasileiro. Seria um "fôlego" importantíssimo e a ser previsto na temporada.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h00min
Cuné,
Concordamos com a idéia, entretanto, é muito difícil avaliar e comparar "filosofias de trabalho" e tentar mudá-las. Sugerir que haja mudança já é uma coisa complicada. A primeira coisa a ser feita é tentar a compreensão de quem está envolvido, ao ler uma coluna como esta e compreender que a crítica aqui existente é feita no sentido de crescer, evouir, melhorar. Nossos adversários estão colhendo frutos antes de nós. O adversário rural só obteve resultados este ano graças a esta evolução.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h03min
Perim,
COncordamos no principal. Não acredito que estejamos preparados ou que a pre-temporada em qualquer lugar, seja suficiente para enfrentar a altitude.
Preocupa-me torcedores comuns e sem conhecimento do assunto afirmando que não existe problema e que é tudo psicologico. Nunca subiram dois degraus de escada numa altitude acima de 2500m. Se tivessem subido nào escreveriam tantas asneiras como tenho lido.
Mas estamos satisfeitos com a ampliação do debate.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h07min
Alex10,
Discordo sobre "filosofia não existir", sei que são escolas diferentes mas TODAS evoluem. No passado, era o teste de cooper, hoje sào outros procedimentos.
Realmente a (des)integraçào é grande dilema. Esta separaçào de funções é maléfica. Não consigo ver vantagens, se é que existem e que a diretoria acredita nelas.
Existe um Diretor "Chefe" do Depto. Médico mas as coisa não passam muito por ele (menos na hora que ele resolveu aparecer e demitir Dr. ROnaldo Nazaré.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h11min
Alex10,
Eu tembém colocaria um time de juniores. TODOS que estivessem com idade estourada para a Copa SP de Juniores fariam uma pre-temporada com amistosos (dois ou três) no interior de MInas e jogariam contra o Uberlândia. Os destaques durante estes amistosos e pré-temporada seriam integrados aos profissionais (entre 8 e 10). Os 25 da Libertadores iriam para pre-temporada de 10/jan a 27/jan. Dependendo do resultado, jogariam a partida do domingo seguinte ou jogariam os ex-juniores.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h14min
Simone,
é como escrevi... só dos jogadores entrarem num taxi com balões de oxigênio já foram sugestionados a vomitarem pelo caminho afora (dizem que isso aconteceu de fato!).
Só quem nunca subiu na Serra da Piedade pode falar uma asneira de que a altitude não provoca efeitos em atletas durante atividades esportivas. Se eu tivesse dinheiro pagaria passagem para estes torcedores para eles irem para a arquibancada de Potosi para ficar em pé e gritando 90min. Não durariam 10min.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h17min
Vinícius,
Para se ter uma opinião não-especializada, podemos ler e estudar o assunto. É isso que faço. As indicações dos links do JSchulman corroboram o que escrevo e dá oportunidade para afirmamos que a altitude influencia sim. não é chute ou mero palpite. E, nas literaturas existentes, não se consegue provar que a altitude não influencia. Somente o futebol ainda insiste em atividades acima dos 2500m.
Cuidado que alguns torcedores vão falar que estou falaciando e que alpinismo tb... rsrs
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h22min
JRGalvão,
Seria interessante se eu relacionasse os contra-exemplos. Mas se você acredita que isto de debater sobre problemas da altitude para o futebol é um FUD (Fear Uncertainty Doubt que significam uma estratégia da informática que medo, incerteza, dúvida), você ainda não entendeu nada.
Se você acredita que ganharemos facilmente só pelo fato que somos o Cruzeiro e eles o Potosi, atribuirei a você...
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h24min
... as caracteristicas de muitos cruzeirenses que chamo de "salto alto". Acham que futebol se ganha pela fama, pelos títulos anteriores, por ser conhecido como "la bestia negra" e por aí vai.
Talvez seja um dos motivos que perdemos a Libertadores. Os torcedores foram para a festa e os jogadores em campo acharam que isto era suficiente.
Vou TORCER para ganharmos seja a pre-temporada feita em Potosi ou não. Mas se acontecer algum problema relacionado a altitude lembrarei de muitos.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h27min
JDuarte,
Muito obrigado pela qualidade de suas informações que só corroboram e apoiam as minhas teorias e o meu desejo que o time faça uma pre-temporada em POtosi. ou cidade com altitude superior a 2500m e suba gradativamente. Admito que pode-se ir para Potosi somente UM dia antes do jogo, mas com a preparaçào feita em cidades na altitude e mais pacíficas.
Você complementou com muita precisão minha proposta. Gracias e nos vemos em Potosi!
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h29min
Dra. Celeste,
A aprovaçào vinda de uma profissional especializada em saúde e corpo humano, muito me envaidece. Agradeço suas consideraçòes.
Quanto ao outro assunto do elenco, vou avaliar a análise mais detalhada e possivlemente colocar como coluna aqui daqui alguns dias quando se definirem algumas dispensas e contrataÇòes. Vamos aguardar ;-)
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h32min
Hélio,
Muito obrigado pelos elogios. Nossa proposta é levantar o tema e que a diretoria tome conhecimento. Parece que temos obtido resultados e não nos importamos que estes resultados não tenham visibilidade na mídia pois interessa-nos somente o melhor para o Cruzeiro, se houver divulgaçào e propaganda, não nos importa.
Efetivamente, sabemos que muita gente de dentro do Cruzeiro lê, comenta, critica, apoia, discorda das coisas que nossos colunistas escrevem.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h34min
Lázaro,
Vc compreendeu e resumiu muito bem toda a nossa idéia. FAzer mal não vai, a despesa é normal para o Cruzeiro e pode nos dar uma vantagem em relaçao a uma preparaÇao feita na TOca 2.
É isso aí!
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h36min
JSchulman,
Agradeço imensamente seu depoimento. Todos precisam saber que algumas pessoas escrevem com fundamento mesmo que não seja nossa especialidade determinados assuntos (milagres da Internet).
Agradeço mais ainda a indicaçào dos links que você fez e sabemos que o acompanhamento que fizemos da recuperaçào do Sorin nos permitiu conhecer detalhes de recuperaçao clinica, fisica e fisiológica que poucos tem noção.
Gracias hermano!!!
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h39min
Edinho,
Se um profissional é destacado pela empresa que ele trabalha a viajar por 30 dias, não tem essa de família. Ele viaja para defender o seu dinheiro para a família. Isto chama-se PROFISSIONALISMO. Só espero isso deles.
Por outro lado, os exames podem indicar que somente alguns jogadores fariam a temporada na altitude. Os de menor capacidade aerobica ou coisa assim. Feitos os exames na primeira semana, esta PODERIA ser uma alternativa.
Mantenho a proposta de TODO MUNDO EM POTOSI.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h43min
Celso Simonsen,
Você deve ser economista, tem o nome de dois deles. Entretanto, se eles são gurus seu tá explicado porque você não entende muito do que escreve.
Colocar uma resposta que a coisa é papo de boteco ou critica sem etica é coisa absurda. Típico de economistas que acham que só pode falar de economia quem é economista...
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h44min
... Sua teoria de "não foi provado cientificamente" é absurda e basta ler os artigos indicados pelo Schulman. Se você nào tiver paciencia de ler, informe-se ou não cometa a falta de ética de falar algo que você nem procurou se informar.
Se você se baseia na sua falta de conhecimento do assunto ao falar que não existe prova científica, sinta-se à vontade para concordar conosco pois temos algumas provas de que a altitude influencia na pratica do futebol. Pode acreditar.
 pyxis | BHZ | 09-12-09 22h47min
Naldo,
Obrigado pelas consideraçòes e esteja certo que, mesmo nào sendo profissional da área, me permito a ter opinião, fundamentada e apoiada por profissionais capacitados e qualificados. É certo que o assunto é polêmico. Se não fosse haveria concordância silenciosa de todos. Ainda tenho a expectativa de que algum profissional especializado escreva tese contrária a minha. (O Celso Simonsen não tem especializaçào e a fundamentaçào dele é facilmente refutável).
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 22h50min
Evandro, não sou economista (apesar do nome) e não curto esses profissionais. Sobre críticas, acho inadequado criticar publicamente profissões que sequer somos habilitados para exercer. E sobre a questão a altitude, digo isso pois já vi o Dr. Emerson Garcia (fisiologista do Cruzeiro, em entrevista ao Globo Esporte), falando exatamente isso: não há comprovação científica. Então eu falo baseado no que ele disse. E eu sou estudante de artes cênicas.
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 22h51min
O Dr. Emerson Garcia disse isso na véspera da Volta da Pampulha ano passado.
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 22h53min
Evandro, você perguntou: "É possível separar aquilo que chamamos de “papo de boteco” com algumas coisas que o torcedor fala ou escreve e que deva ser levado à sério?" Eu respondi: Sim. Desde que quem esteja falando tenha propriedade e conhecimento para isso e o faça em ambiente profissional. Caso contrário será papo de buteco, blá-blá verborrágigo ou crítica sem ética.
 Celso Simonsen | Não definido | 09-12-09 22h56min
Para ficar claro: o que o Dr. Emerson Garcia disse foi que fazer treinamento em altitudes elevadas não implica em melhora de condicionamento físico para o atleta irá competir em altitudes baixas. Isso não é cientificamente comprovado, segundo ele disse. Ele disse isso num contexto em que alguns corredores estavam viajando para cidades com altitudes elevadas para treinar e depois correrem nas cidades de altitudes baixas.
 Sotte | BELO HORIZONTE | 09-12-09 22h58min
EVANDRO......Eu imaginava,só que coloquei no sentido de que ao menos vc tivesse como enviar esse "conselho" à alguem,mas vamos esperar e torcer no mais,se for possível,coloque em colunas futuras,sua opinião sobre " contratações e dispensas " que vc sugere,vai ser interessante!!!Sucesso"!!!
 silvercan | Belo Horizonte | 10-12-09 01h09min
Evandro: Com todo respeito, acho que estão dando muita importancia pra altitude. Este time tem caixa pra mais de 3... Perdemos lá de 5, pq nos acovardamos e pq o "la sombra" entregou um gol fazendo gracinha. Se jogarmos o futebol normal, vai ser goleada, pode acreditar e não comece a secar antes da hora. O AB sabe que devemos partir pra vitória como fizemos no Chile e em La Plata.
 simone castro | belo horizonte | 10-12-09 08h38min
Aos que acham que fazer pré-temporada em Potossí não seja importante: Se não fizer nenhum bem, que mal faria? Me respondam! Um joguinho do mineiro com juniores? Qual o problema? E, com sinceridade, pelo que ouvi em 2008, com jogadores vomitando, etc, seria bom até mesmo psicologicamente! Eles iriam se esquecer que estão num país com essa altitude!
 simone castro | belo horizonte | 10-12-09 08h40min
E esse negócio de jogador não gostar de estar longe da família, não pode acontecer! Eles são pagos para serem profissionais, como disse o Evandro. Além do mais, estarão voltando de férias...Haja saudade da família, hein?
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 11-12-09 00h03min
EVANDRO- já conversamos por e-mail, e já dei minha opinião, não vou teclar tudo aquilo de novo. Pra ser curto: o que pesa é o sisitema de jogo e a tática. Se jogarmos da mesma forma errada, tomaremos outra na cabeça do POTOZZI. Os camposd e lá estão um lamaçal, não há essa infra-estrutura imaginada pro vcs, na TOCA tem, lá não. Se vai depender de gente que naõ está nem aí pro Cruzeiro e que exceto por $$$, vão continuar na mesma.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 11-12-09 00h07min
Daqui a pouco vi ter gente dizendo que deverimos ter chegado 20 dd antes em 76, e "aprendido" a jogar futebol na neve. Jogou-se na neve, porque os jogos marcados pela FIFA permitiu isso, e não fizemos pressão para qeu isso não acontecesse. O resultado perder pra Seleção alemã de 0x2, foi normal. E aqui perdemos 1 gol do JAIRZINHO graças a um enorme cbelo black-power que amorteceu a bola pro SEPP MEYER se recuperar e pegar tranquilo.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 11-12-09 00h10min
Jogar erros táticos, como os que mencionei e que OCORRERAm diversas vezes naquela partida, na conta da altitude, é tampar o sol com a peneira. Repito então: marcar por zona, deixar o adversário livre pra dominar e fazer o que quiser com a bola, toda hora irem os 2 beques pra grande ára adversária, dar chutão e "lançamento em profundidade", ficar rifando a bola, jogando ela pro alto, fazendo firula. Com um futebol desse tipo, chegar antes e aclimatar, não vai adiantar NADA!
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 11-12-09 00h14min
Sobre a preparação concordo que é necessário reciclar, muita técnica tem se apurado e melhorado, inclusive com o uso de computação gráfica, estudos de biótipo, análise do movimento= telemetria, controle generalizado do atleta: pulso, pressão, taxa de oxigênação, batimentos, taxa de recuperação, e mais um monte de coisas que hoje são possíveis de avaliar, controlar, cuidar. Tem condições de melhorar, claro que sim. Isso representa um gasto adicional? provavelmente.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 11-12-09 00h18min
Será que Dom Zezepe gastaria mais um tanto numa reciclagem profissional, sem as tais "garantias de sucesso"? Suponho que ele fica entre a espada e a cruz, dá uma desculpa qualquer, segue em frente do jeito que está. Acho que a preparação deve ser feita no BRASIL procurando recuperar o estado e condições físicas do atleta. Avaliações individuais devem nortear o time par essa aprtida, e uma postura tática diferente. Nada mais que isso. ABS/ART
 Storrs | Belo Horizonte | 12-12-09 12h01min
Evandro, sua coluna é muito oportuna e pertinente. Mais do que preparar para o jogo contra o Real Potosi, temos que nos preparar para toda a temporada. Isso deve ser feito em termos de preparação física, implementação de programas de prevenção de lesão, implementação de programas para o retorno a competição de atletas lesionados e formação de um plantel apropriado para uma temporada longa com um pequeno período de pré-temporada.
 Storrs | Belo Horizonte | 12-12-09 12h06min
Até o momento, acho pouco provável que o Cruzeiro aceite fazer a pré-temporada na Bolívia. Entretanto, isso não impede que as experiências obtidas nos últimos anos na Libertadores e no Brasileiro sejam utilizadas para evitar problemas recorrentes. Nós não podemos nos enganar, pois o ano será definido nos próximos 3 meses. Sinceramente, espero que a discussão que você trouxe em sua coluna seja seriamente considerada. Não podemos negar as evidências obtidas nos últimos anos. Parabéns!
 Georges | BSB | 12-12-09 18h18min
Minha resposta para a pergunta "Qual a exigência de conhecimento que o torcedor deve mostrar para dar palpite ou cornetar sobre determinados assuntos do futebol e do Cruzeiro?" é: nenhuma. Senão, daqui a pouco temos que ser experts em preparação física, em marketing, em tática, pra poder palpitar. Só queremos isso, palpitar, e não participar de simpósio científico. Mas tem gente que gosta, e porisso não deve se sentir superior aos corneteiros, entre os quais me incluo, com prazer. É o futebol...
 pyxis | BHZ | 13-12-09 12h22min
Agradeço imensamente a participaçào e considerações feitas por todos.
Este tipo de debate ou exposição de opiniões é o verdadeiro e efetivo resultados que desejamos. ELevar o nível de conhecimento e de percepçào de como as coisas do futebol nào são tão simples como podem parecer.
Mesmo os torcedores e experts que não concordam deveriam se apresentar e expor seus motivos.
De qualquer maneira, muito obrigado.
 pyxis | BHZ | 13-12-09 12h26min
Infelizmente, e contrariando a minha proposta/opinião, parece que a diretoria do Cruzeiro e os profissionais competentes para decidir sobre a programação da pre-temporada não gostaram (ou nem leram a proposta/idéia) pois estão com programaçào bem peculiar.
Teremos que esperar os próximos três meses, citados pelo Dr. Storrs, para ver se os procedimentos e planejamentos dos setores competentes são os mais adequados.
Parece que só nos resta torcer muito.
 pyxis | BHZ | 13-12-09 12h29min
Quanto as perguntas feitas, foram somente provocativas para a participaçào dos leitores.
Claro que para comentar algo como esta coluna não é necessário nenhum pré-requisito, nenhum conhecimento prévio. É como um livre pensar, só que sempre preocupado com o melhor para o Cruzeiro e sua torcida.
 Pet | Três Corações | 13-12-09 15h38min
Colocar time de júniores para disputar o mineiro é despeitar o torcedor do interior, para tal ja existe o campeonato da categoria que aliás quem ganhou foi o américa, sinal que nosso time júnior é fraquinho. Se antes de jogar ja tem gente com medo do Potosi, imagina se passar para outra fase, ja temos um técnico c@gão, torcedor tem é que exigir o melhor time em campo em qualquer campeonato, mesmo sabendo que ele tem lá seus afilhados e sempre os escala. Primeiro o almoço, depois pensar no jantar
 pyxis | BHZ | 13-12-09 16h33min
Pet,
E comentários como o seu demonstram o quanto alguns torcedores são preconceituosos, ofensivos, agressivos, egoistas e teleguiados.
Preferem que o time jogue em sua cidade ou perto dela, para poderem ir a um jogo ver os jogadores que ele quer, do que que o time faça um planejamento completo e global que traga TÍTULOS e alegria para toda a torcida.
Este pensamento individualista-raivoso está se alastrando perigosamente.
 TORCEDOR | N�o definido | 13-12-09 17h13min
Evandro,
Parabéns pela análise e capacidade de dissertá-la, em bom texto que retratada excelente proposta para a nossa preparação 2010 e, com muita propriedade, destaca a necessidade de ter, de imediato, um maior sincronismo das atuações dos profissionais de saúde a serviços dos atletas do Cruzeiro.
Concordo com ambas as propostas e entendo que os dirigentes do Cruzeiro têm uma grande oportunidade de mostrar toda competência e experiência na gestão desses 2 assuntos.
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