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Agência Minas Esportes



Voz da Arquibancada
Voz da Arquibancada é o espaço de manifestação permanente do torcedor cruzeirense.

19/07/2009 | Voz da Arquibancada
Libertadores, ainda!

Por Eugênio J C Rosa - Goiânia

Fiquei até hoje esperando a paixão dar um tempo e as emoções esfriarem. Novamente, já consigo e quero ler notícias, comentários sobre o meu Cruzeiro. Quando estudava, aprendi que o amor se apresenta sob um espectro de 5 espécies, sendo as mais comuns o eros, o fraternos e o agape. Incluo outra, o déport, sendo certo que ainda não tenho certeza quanto ao liame entre amor e/ou vício, no caso.

Seja por amor, seja por vício, aqui estamos novamente. E já formei algumas opiniões sobre a última batalha perdida na guerra que é a Libertadores. Aí vai:

1. Uma Copa.

É o que é a Libertadores. Um torneio por fases, que ganha quem venceu o último jogo. Copas são formas ultrapassadas de competições, porque contêm enorme potencial de injustiça e de se ter um campeão ilegítimo. Fosse um campeonato por pontos corridos, forma mais justa em qq competição que se preze, seríamos campeões, pois ao que sei teríamos feito mais pontos que eles.

É uma copa sujeita aos piores tipos de influências, ou melhor, à influenza amiga. Duvida? Para ficar só num exemplo, pergunte para o Chandia, aquele "grande irmão" dos argentinos. Ainda tenho em lembrança o jogo em que fomos campeões da Libertadores pela 1a vez. Ganhamos com sobras o 1o jogo em BH e, no terceiro, em Santiago, estávamos vencendo por 2x0 até o 2o tempo, quando o juiz "deles" arrumou um penalti mais que mandrake contra nós; e em seguida permitiu uma cobrança de falta, estando com o apito na boca, de costas para a bola e arrumando a barreira, com o Raul completamente desposicionado. Ao final, Joãozinho devolveu na mesma medida, para perplexidade deles, que aí não puderam fazer mais nada.

Por fim, é uma copa injusta desde o começo, pois dá duas vagas para clubes de aluguéis pela América Espanhola afora, ao passo que reserva 3 efetivas e 2 de repescagem (idem para a Argentina, o que também é um absurdo) para pelo menos uma dúzia de Estados Brasileiros, que são exponencialmente maiores que certos países espanos e nos quais o futebol é verdadeiramente profissional e popular.

2. O Cruzeiro

Justamente na fase final, comportou-se como Clube amador, desde a diretoria até o último jogador no banco. Endeusaram os argentinos e aceitaram tudo deles, a começar pelos absurdos aprontos ocorridos no 1o jogo lá, do incidente com o ônibus à impossibilidade de fazer reconhecimento de campo antes, neste caso, nos dois jogos (notaram como essa prática fez bem ao Estudiantes, que foi ao Mineirão, exigiu estádio fechado, etc., e se ambientaram à vontade? Tratamento igual? Imagine! Brasileiro não manda na CSF. Pensando assim, a diretoria sequer reclamou de não poder se programar para fazer reconhecimento de gramado. Aceitou até gripe suína, com um precedente claramente contrário no mesmo torneio.

Enfim, a Diretoria tinha mais de dois motivos para fazer prevalecer a moral do Clube e as regras da competição, simplesmente fazendo comunicar à CSF que não mais jogaria em La Plata. Mas aceitou essa. Assim como aceitou os árbitros historicamente pró-argentinos; aceitou que eles atrasassem a partida, e que sem tirar também o time de campo e pedir WO. Medo de punição? Os times do México achincalharam com a direção da CSF e desprezaram sua Copa Libertadores. Mesmo assim, já estão convidados para a próxima.

Que me perdoe o Adilson, se estiver errado. Mas ele medrou. E transmitiu isso aos jogadores, que amarelaram também. Cometeu esse erro de modo sutil, talvez sem se dar até por conta, mas o passou aos jogadores ao pedir, insistentemente, "calma, cadência, ..." Os jogadores perceberam o que o recado continha. E amarelaram. Isso ficou claro nas inúmeras dificuldades com um singelo domínio de bola e jogo em dois toques. Basta ver que o Cruzeiro jogou todo o Torneio indo para cima dos adversários, com volantes no ataque, quase um time holandês, tentando definir sempre que podia, jogando um futebol de toques rápidos e bolas invertidas, nas poucas oportunidades que teve, com pouquíssimos erros, como foi aquele cometido pelo Kléber no jogo de ida ("não vai fazer falta"). A tal calma não passou de por um freio na boca do cavalo e uma sela para os vecinos montarem. E eles perceberam a tremida, o cavalo arriado e aí, como é da especialidade deles, com direito a esporadas e pancadas de todo jeito, montaram.

Tentando jogar fora de suas características e, ademais, bem marcado, inclusive pelo apito inimigo, o Cruzeiro simplesmente não jogou. Só para lembrar: Acertaram um golpe baixo e certeiro no Wagner e o tiraram de jogo ainda no 1o tempo; e o "Carlos", que apitou com a camisa da argentina debaixo da preta, fingiu que nem viu. Dizem os áulicos em defesa que aquele espectro de árbitro sempre apita assim. Ora, se assim é como jogam os argentinos, seu apito foi totalmente a favor deles. E por que, cargas d'água, a Diretoria o aceitou? Um árbitro que vai buscar o time deles no túnel e a TV divulga em alto e bom som o pessoal de lá dizer "tranq(u)illo, Carlos!", e ele deixou por isto mesmo!? Imagine se fosse o Cruzeiro fazendo isto em La Plata? De bom foi que o incidente deixou a final parecida com o que é realmente na parte do apito: Uma final de várzea.

Na equipe azul faltou um bom zagueiro - alto, forte, para ajudar o Léo Silva, no lugar do declarado atleticano. Acho incrível que o Lugano esteja disponível já algum tempo; e que, estando classificado para a final, tenhamos jogado com uma zaga capenga. Ao contrário do que muitos acreditam, tenho comigo que isso é incompetência para administrar ou simplesmente guardar dinheiro!

Faltou Ramires em campo. Aliás, onde estava Ramires; alguém o viu? Acho que foi um erro grave jogar as finais com ele ciente de que já tinha feito o negócio da sua vida, até então. Tivessem ficado calados, ele talvez tivesse sido o Ramires que conhecemos antes das finais.

Faltou um bom reboteiro. Henrique é bom, mas como faz falta um jogador do tipo do Charles, jovem talento, prata da casa, forte, com ótima presença na defesa e apoio ao ataque com seu rebote certeiro, vendido por uma ninharia. Dizem alguns que faltou alma ao Cruzeiro. Talvez a falta de grandes jogadores pratas da casa tenha dado realmente nisso.

E faltou um matador forte, de compleição física à altura. WP é alto, mas é fraco fisicamente. Kléber é forte, mas já repararam como ele é miúdo? Não adianta negar que tamanho e preparo físicos são cada vez mais importantes no futebol, assim como são em todos os outros esportes. Volei, natação, basquete não são tão diferentes do futebol. Phelps que o diga. Então, fez falta um tipo Luiz Fabiano ou Marcelo Moreno da vida.

Depois do leite derramado, estão falando em contratar exatamente um zagueiro, um meia, um atacante e estão repatriando o Gilberto. Deve vir para aposentar-se. O time, aliás, tem alguns famosos nomes pomposamente aposentando-se.

Por último: Nem me falem em contratar Veron et caterva. Seria a maior prova de incompetência possível, além de oferecer um motivo e tanto para blagues em cima dos cruzeirenses. Quero aquele cidadão aposentado, preferencialmente com uma boa gripe suína. Ele e todos os que acham válidos ganhar qualquer coisa com meios indevidos.

Nem o culpo. O exemplo que teve veio de cima, do seu pai e colegas, que jogavam com alfinetes entre os dedos e giletes nos meiões. Da seleção do seu país, que ganhou uma copa comprovadamente comprada (Leiam o livro do Teófilo Cubijas, especialmente o que ele diz do Quiroga, goleiro argentino que defendeu o Perú na malsinada Copa de 78); e outra, roubada com "la mano de Dios". Mas que ele fique por lá e de preferência nem venha passear por aqui. Tenho asco de quem pratica vale-tudo jogando futebol. Talvez por isto deteste tanto o futebol argentino, que não sabe ganhar de outra maneira.

Eugênio J C Rosa - Goiânia

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Leia também as colunas anteriores Voz da Arquibancada

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Roberto Luiz Lima | Belo Horizonte | 20-07-09 00h10min
Saudações, KD o Bernado ,ora Diretoria e tecnico e afins sempre falam que ele e novo so tem 19 anos,e Dudu que tem 17 anos e entra jogando (é desespero !) Tá muito estranho , ele ainda é do cruzeiro ,de repente estoura la fora , iremos chorar o leite derramado,igual o lateral Maicon garoto que foi negociado sem ter jogado no profissional e nos precisando de lateral , é nós torcedores CELESTE somos o que ,temos que reagir entes que seja tarde !!!
 pyxis | BHZ | 20-07-09 10h01min
Eugênio,
Faltou vc dizer que não veio na decisão e por isso perdemos. EM 1997 vc veio e fomos vitoriosos...
Deixando o sarcasmo de lado, discordo, NO GERAL, de sua visão. O Cruzeiro (atletas e comissão técnica), foram bravos... passarmos pelo Grêmio e SPFW foi superação. Julgar TODO o trabalho, da diretoria ao reserva que nunca jogou na Libertadores pela partida final NÃO É JUSTO. É como julgar alguém pelos atos e fatos finais... cont
 pyxis | BHZ | 20-07-09 10h03min
... não gosto e atualmente não defendo muitas das ações da diretoria do Cruzeiro, mas ela fez MUITO para a conquista deste título. Sei de ações da diretoria que aconteceram aí em Goiânia que se nao fossem feitas estavam colocando em risco até a ida dos jogadores à La Plata. Não fosse estas atuações as coisas ficariam muito ruins. A diretoria deveria ter feito MUITO MAIS. Não fez e está devendo, mas não posso deixar de discordar de julgamentos como o seu.... cont
 pyxis | BHZ | 20-07-09 10h06min
... entendo-o como superficial e baseado em VERSÕES editadas e publicizadas pela mídia, carregadas e contaminadas pela paixão de torcedor que você carrega.
Infelizmente, não conseguimos o título e a situação no Brasileiro vai ser difícil. A DIRETORIA tem quase a totalidade de RESPONSABILIDADE sobre o assunto, em TODOS os sentidos e esferas. Perdemos Um título. Dentre as dezenas que já perdemos e outras dezenas que ganhamos. A LUTA CONTINUA! Tão combatido, JAMAIS VENCIDO!
 MMM | GOIÂNIA | 20-07-09 12h11min
Caro Eugênio, lamentamos muito esta derrota. Não fomos garfados, mas que o juiz foi conivente com a catimba e o anti-jogo argentino, isso ele foi. Concordo com você quando afirma que o excesso de cautela matou nosso jogo. Se tem coisa que argentino costa é de cautela, principalmente na casa dos outros. Quer coisa melhor, eles jogavam sem a pressão da torcida; se perdessem o jogo, seria um resultado normal, e a gente apresenta um futebol de cozinhar ***** pra cima deles! Pelo amos de Deus!
 MMM | GOIÂNIA | 20-07-09 12h13min
(cont) Por isso gostaram do jogo, e perceberam que não precisariam levar a partida para os pênaltis. Muita cautela em decisão dentro de casa, tinha que perder mesmo. Um abraço.
 JOAO COSTA | BRASILIA | 20-07-09 16h17min
Caro Eugênio, concordo com algumas poucas afirmações feitas por vc e discordo de outras tantas, mas, no frigir dos ovos, o (pouco)futebol apresentado em casa(cheia),a escalação absurda do THeleno e a falta de sangue nas veias de alguns jogadores foram os elementos que faltaram. Simples assim. Procurar explicações mais profundas, falar mal do Argentinos, que fizeram o que sempre fizeram, execrar a CSF, árbitros, etc., me pareçe choro de perdedor. Nada disso resiste a gols, que não vieram.
 francisco | Brasília | 20-07-09 18h46min
Eugênio, acho que suas emoções ainda não 'esfriaram' completamente. Acho que na trajetória do Cruzeiro nesta Libertadores há muito mais coisas boas do que ruins. Ficar atirando pedra para todo lado, agora, parece muito mais tentativa de aliviar a frustração (frustração compartilhada por todos nós, note-se). Além do mais, desmerecer a Libertadores por causa do formato? A Libertadores é uma copa, exatamente, já há 50 anos, e exatamente por ser uma Copa é que tem todo seu charme e sua tradição.
 Contragalo | Santos | 22-07-09 23h33min
Caro Eugênio, sua coluna foi escrita, ainda, com a dor da perda do título do tri-campeonato. Também, Eu até agora tento entender o que aconteceu com nosso time. Fui ao Mineirão, torci como nunca, mas não consigo entender como levamos dois gols que nos tiraram, momentaneamente diga-se de passagem, o tri campeonato das Américas. No meu entendimento, penso que não houve tantas falhas de Diretoria, comissão técnica em relação ao jogo final. Fomos prejudicados pelo juiz sim. Ele amarrou o jogo ....
 Contragalo | Santos | 22-07-09 23h39min
chegou a inverter faltas e não puniu os argentinos pela catimba, anti jogo e faltas desleais. Mas acho que o Cruzeiro não jogou bem, infelizmente o jogo final. Jogo final não é o mesmo: é carregado de tensões e o lado psicológico supera o lado técnico. Temos um time melhor que o Estidiantes, mas não impomos nossa superioridade. Tivemos o jogo na mão a partir do primeiro gol e neste momento é que perdemos porque era necessário que alguém "colasse" no Veron e não o deixasse jogar.
 Contragalo | Santos | 22-07-09 23h45min
"matando" o jogo do veron, mataríamos o time deles e o título ficaria na toca. Bola pra frente: Cruzeiro querido, tão combatido e jamais vencido ! Ainda acredito que chegaremos entre os quatro primeiros no Brasileiro e estaremos novamente na Libertadores.
 crej | Goiânia | 23-07-09 19h44min
Salve Cruzeirenses! Acabo de chegar em casa e leio os comentários ao que escrevi. Grato por terem lido. Mas gostaria de replicar os seguintes pontos: 1 CHORO! Perder legal me faz gente. Perder com apito amigo (e já passamos por isto desde Armandinho Marques e seu Vasco em 73), na Libertadores de 77, e em várias outras, nas fases) somente me deixa a obrigação de denunciar esse esquema hermano. Eles não ganham Copas e se vingam nos roubando Libertadores! Ora bolas, isso tem que acabar!!
 crej | Goiânia | 23-07-09 19h50min
COPA: Pode até ser um torneio charmoso, mas não é o melhor. Favorece a quem faz esquemas em vez de planejamentos. Mas ainda que se deixe isso de lado, a minha crítica maior é: JAMAIS vou concordar com o Equador, o Paraguai, etc. terem xxx vagas; e São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, RS, Bahia, Pernanbuco, Pará, não terem nenhuma. Terem é que sumir em um campeonato muito mais caro, o Brasileiro, para ver clubes de aluguel daqueles paisetes terem vagas garantidas... Isso é uma enorme distorção.
 estrelado campeão | Ubá  | 24-07-09 20h46min
Eugênio, concordo como vc em gênero, número e grau. O Cruzeiro ficou muito passível(dentro e fora de campo). Aceitou a catimba dos argentinos no primeiro jogo, e no segundo também(aquela água no gol do Fábio), demonstrou cordialidade excessiva em BH, não reclamou da gripe suína(que eliminou os mexicanos), aceitou um juiz fraco(já tinha apitado contra os Bambis) e o pior foi em campo : respeito excessivo ao adversário, que nos é inferior.Felicidades e saudações estrealadas.
 Cesar | Belo Horizonte | 25-07-09 14h10min
A torcida, e principalmente, a direção ficou no já ganhou, no oba-oba e isto dá araca!! Mas ainda vou assistir um jogo em que um técnico de futebol ao perceber o nervosismo, a tremura de alguns de seus jogadores numa decisão, volte de cara para o 2°tempo com 3 mudanças de uma vezada só. Jonatan, Magrão e Ramirez (ou Wagner) não voltariam para o 2° tempo se eu fosse o treinador. E Fabrício, Fabinho e o Tiago R. não ficariam de fora naquele jogo. Vai ser duro ter outra chance como esta de novo!
 Guilherme-DF | Não definido | 26-07-09 01h08min
Concordo que houve um pouco de ingenuidade do AB: cadenciar o jogo, tocar a bola... E disse: Que ninguém tente ser o herói! Vamos jogar juntos. Quando penso que deveria ser dito: Todos devem ser os heróis! E aí lembro da final da Copa do Brasil em 2003, primeiro jogo do Gladstone no time profissional, e o Luxemburgo antes do jogo chegou pra ele com um rolo de papel higiênico na mão e uma bola na outra e perguntou: Qual vc quer? Ele escolheu a bola e fomos campeões. Acho que faltou motivação
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