Posts com a Tag ‘Zezé Perrella’

Grandeza que não é efêmera, que vem da origem

sábado, 13 de março de 2010

Caro Jorge Santana, boa tarde:

Este Hermínio Lemos, presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, é uma pessoa especial. Lá no clube de lazer, ele conta histórias e vejo nele, assim como em seu irmão José Francisco Lemos Filho, pessoas amantes do nosso querido Cruzeiro.

Eles já defenderam com unhas e dentes o clube. São patrimônio do Cruzeiro. Merecem serem homenageados. E  todo cruzeirense deveria ouvir as histórias que eles contam.

Hermínio me enviou seu discurso de posse, no qual faz um relato histórico sobre o Cruzeiro. Eu disse a ele que ia mostrar o discurso no PHD e ele ficou super feliz.

Grata, fica com Deus e saudações celestes,
Beth Makennel

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Jonílson: “Está na hora de voltar a ser grande”

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Tivemos uma boa arbitragem. Pode ter errado em determinados lances, mas não vejo por esse lado, não. O jogo foi bom e decidido pelos jogadores. É preciso parar de pressionar. Esse filme já conhecemos desde o ano passado. O Jurandy Gama Filho falou que iria tomar as  providências, porque no ano passado falavam que era uma quadrilha, enfim, uma coisa feia. Eu achei que o Fábio não tinha necessidade de sair, e o Leo foi muito inteligente no lance. Foi muita coordenação, percepção e raça. Foi um lance importante, que acabou salvando. Estava 0×0. Tivemos algumas dificuldades porque o Muriqui criou muito para cima do Diego, mas corrigimos isso com a entrada do Pedro. No 2º tempo, com a troca, a gente melhorou, teve mais consistência, eles tiveram chances e nós também. O gol do Leo deu tranquilidade, depois veio um lance decisivo do Roger. As coisas ficaram sob controle, foi justo pelo 2º tempo que nós fizemos. O Cruzeiro foi mais eficiente, acabou fazendo os gols de bola parada. O deles também foi assim. Em lance que a bola era nossa, eles ficavam esperando para jogar de contra-ataque. Foram algumas metidas de bola para o Tardelli e o Muriqui. Mesmo atrás do marcador, ficaram esperando o Cruzeiro também. O Roger entrou dentro de uma previsão, ainda não está cem por cento fisicamente, o que é normal, vinha de um outro tipo de competição. Tem que ter paciência, calma, mas é um jogador talentoso, pegou, virou, enfiou a bola, penetrou, bateu falta, bateu escanteio, segurou, cavou falta, tudo aquilo que conhecemos do atleta. Eu vou ter de arrumar lugar para muita gente. Mas o lugar que eu falo pra eles é aqui, no dia a dia, treinando. Não é amiguinho da imprensa, amigo do diretor, amigo do presidente, da torcida, da facção. Comigo não tem conversa. Conversa do atleta profissional é dentro de campo. Está bem, vai jogar. Não está, espera, aguarda a oportunidade. Mas eu tenho tempo suficiente. O Roger está entrando de cabeça, querendo, pela qualidade que tem.
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Olé: “Foi quente como um Brasil x Argentina”

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.

  1. Henrique, volante do Cruzeiro: O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
  2. Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
  3. Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
  4. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
  5. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
  6. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição. 
  7. Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
  8. Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça.  Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
  9. Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
  10. Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
  11. Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando  tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
  12. André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
  13. Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá.  E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
  14. Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
  15. Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
  16. Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
  17. Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
  18. Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
  19. Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
  20. Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!

Pesquisa: Romarol e JS

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Os pecados do presidente

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ontem, na Turma do Bate-bola, Adílson Baptista criticou as vaias ao presidente Zezé Perrela ocorridas nos jogos contra Ipatinga e Potosi.

Segundo ele, ao lado de Fábio Koff, do Grêmio, e Valmor Zimmermann, do Atlético, o dirigente celeste é um dos melhores que conheceu em sua trajetória profissional.

Adílson mostrou caráter ao se expor à ira dos críticos pra defender seu amigo.

Agora, o que interessa é saber por que o dirigente celeste é tão reprovado mesmo tendo um currículo de primeira linha no comando do clube.

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Parole, parole, parole…

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Zezé Perrella concedeu entrevista coletiva para explicar o falhanço na cedência do Gladiador ao Porto.

Puxando pela memória:

  1. Kleber não está chumbado coisa nenhuma. Isto é conversa da imprensa lusitana, “a mais especulativa do mundo”.
  2. Por não ter aceitado a oferta do Porto -€9 milhões + empréstimo do Farias- na última janela, o presidente teria prometido que, em caso de proposta melhor, deixaria o craque decidir sobre a transferência.
  3. A proposta desta janela foi melhor. O empresário do atleta abriu mão dos 20% a que tinha direito, o Porto aceitou pagar os 10% do intermediário e ainda ofereceu 75% dos direitos do artilheiro Farias.
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Mariana: “Apesar de tudo, quarta-feira, estarei lá!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A galera está agitada: time goleado pelo Ipatinga, decisão contra o Real Potosi, vai-e-vem do Kleber, ataque violento do Cosme Rimoli ao Zezé Perrella.

Nada escapa da melhor equipe de comentaristas da blogosfera brasileira, a do PHD. Confiram:

  1. Mariana: Poucas vezes, vi a torcida do Cruzeiro tão pra baixo como no sábado. Se o clima já era ruim antes, desânimo total, durante o jogo a torcida perdeu a paciência, de vez. O time andava em campo, não tinha ataque, o meio de campo perdia bolas incríveis e a defesa… Era cada susto! Indignação com a diretoria, o elenco que não é bom (apesar da maioria achar que ele é maravilhoso), a doação do nosso mais valioso jogador… Junte isso ao baile tomado pelo time… Tive meu píor dia de torcedora de´pois do 15jul09! Cheguei em casa muito desanimada. Apesar de tudo, quarta-feira, estarei lá!
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Por que não param?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Não faz muito tempo, Zezé Perrella disse que seria melhor acabar com os campeonatos estaduais e disputar um Brasileiro de ano inteiro.

Opinião corroborada pelo Evandro, Sobrinho, Dylan, rdish e outros comentaristas do PHD.

Eduardo Maluf, contudo, mostra, com números que o Mineiro é rentável. Eu imagino que, após a rapinagem das verbas de televisão praticada pela dupla RapoCota, deve ser mesmo uma teta.

Cosme Rimoli diz que os estaduais são inúteis. Sobrevivem somente por causa da vaidade dos presidentes de federações. Melhor seria os times brasileiros aproveitarem as datas pra jogar amistoso nas arábias.

Juca Kfouri faz campanha contra os estaduais há 30 anos sob argumento de que eles só servem pra manter vivos clubes inexpressivos. E mais um monte de coisas que ele revela a cada nova estocada contra esses torneios.

Paulo Sanchotene estuda os colendários inglês, europeu e americano tentando encontrar soluções para incluir todos os clubes brasileiros.

A Globo fatura alto com o Brasileiro, mas não larga o osso dos estaduais para o Bispo.

João Chiabi Duarte tem uma proposta para revitalizar o Mineiro. Confiram no link comentaristas cruzeirenses na coluna ao lado.

E você, caro leitor, o que acha dos estaduais? por que eles insitem em sobreviver, mesmo debaixo da avalanche de críticas de seus inimigos?

Seria porque…

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É preciso valorizar as pequenas alegrias

sábado, 16 de janeiro de 2010

Leio que o Corintiãs fechou patrocínio de R$50 milhões. Deixou no chinelo os R$38 milhões do São Paulo, os R$28 milhões do Fla e e os R$18 milhões do Inter.

Palmeiras, com a Traffic, e Fluminense, com a Unimed, têm parceiros endinheirados.

O Botafogo, da Liquigás, e Vasco, da Eletrobras, foram adotados pelo Governo Federal. Boquinhas de primeira!

Inter e Grêmio se viram com suas dezenas de milhares de associados. Gente trabalhadaora, essa gauchada!

Enquanto isto, o Cruzeiro põe a mãe, digo, a camisa na zona em troca de R$10 milhões. E se vangloria de ter 10 mil associados, se tanto.

Não é à toa que o presidente Zezé Perrella fica agoniado com a perspectiva da janela se fechar sem conseguir emplacar a venda de algum titular.

Mas, se trabalharmos diretim, tenho fé de que continuarmos a merecer nosso papel de coadjuvantes no futebol brasileiro.

Esta semana, sem falta, renovarei a assinatura da Revista do Cruzeiro e pagarei as anuidades da Sede Campestre e do Sócio do Futebol.

Prometo também, se encontrar algum exemplar na CruzeiroMania, me presentear com a camisa oficial.

Eu pago pra cornetar. E pra ter o prazer de disputar, de novo, uma vaga no G4.

Afinal, “é preciso valorizar as pequenas e possíveis alegrias”. Foi a lição que li, algures, escrita pelo filósofo goiano-lacustre, Velho Damas.

P.S.: Obviamente, o Mineiro nem vou comemorar. Este não passa de um torneio rural, garente ZZP. É provável até que aproveite as tardes no Mineirão pra tirar pestanas, como se fosse um multinick.

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A manta do século

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Palmeiras está oferecendo Vagner Love por Kleber Gladiador. Com uma proposta indecorosa deste tipo, ZZP devia receber a delegação porcina numa mesa do Tip Top. Pagar uns chopes, enfiar um salsichão nos caras-de-pau e despachá-los pra Confins imediatamente.

Agora, se topar uma troca dessas, Zezé levará a manta do século. Maior ainda do que a doação do Ramires ao Benfica no meio da Libertadores. E o pior é que, nesta decadência comercial do presidente do Cruzeiro, já não duvido de mais nada.

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Previsível quizumba

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Zezé Perrella disse que não fará contratações só para agradar ao torcedor.

Pediu paciência com Thiago Heleno, por quem já recusou oferta de US$2 milhões, recentemente.

Garantiu que só traz jogador capaz de ser titular.

E é aí que está o problema.

Quem, ao alcance das finanças do clube, tomaria o lugar dos atuais titulares?

Caro leitor, você trocaria

  • Kleber por Fred?
  • Gilberto por Conca?
  • Jonathan por Vítor?
  • Fabrício por Guiñazu?
  • Diego Renan por Juan?
  • Gil ou Caçapa por Toloi?
  • Guerrón ou Thiago Ribeiro por Dagoberto?

Nesta, apoio o presidente. Contratar só se for pra fazer upgrade. Pra constar, não carece.

Agora, uma coisa é certa: na primeira derrota, os termocéfalos vão espernear, aprontar uma quizumba dos diabos.

E os acéfalos vai culpar o treiandor Adílson Baptista pela falta de aeroportuários. E vamos ter que ler e ouvir as asneiras de sempre.

Pra não incomodar meu ouvido, desde já, estou com o dedo na tecla mute.

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É besteira contratar só pra agradar a torcida

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Evandro Oliveira

O que Zezé Perrela disse sobre ter parceiros com dinheiro investir e não ter jogador disponível pra contratar é besteira.

Acho até que ele esteja despistando.

Agora, também é besteira torcedor ficar reclamando e exigindo na base do “se tá todo mundo contratando, o Cruzeiro também tem de contratar.”

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Deixa comigo, Zezé!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Especulações:

  1. O pentacampeão brasileiro propõe trocar Juan, Kleberson e Obina pelo Gladiador Kleber.
  2. O tal “Mundo Árabe” estaria levando Fabrício.
  3. E o Paris Saint-Germain fará uma oferta pelo passe do Henrique.

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O público do Cruzeiro

sábado, 5 de dezembro de 2009

Levantamento do jornalista Gilmar Laignier, publicado no Superesportes em 30nov09, revela o público e a renda do Cruzeiro jogando em casa nesta temporada.

Médias de público pagante e de renda:

  • Campeonato Mineiro: 18.335 torcedores e R$320.029,61
  • Copa Libertadores: 41.269 torcedores e R$1.125.333,43
  • Campeonato Brasileiro: 21.993 torcedores e R$374.210,32
  • Números dos 35 jogos: 24.897 torcedores e R$510.445,62.

Como os Diários Associados não ficaram sabendo do jogo Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, na despedida de Sorín, este jogo não está computado.

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Legítimos vice-campeões

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A gente não sabia, mas Zezé Perrella “botou adevogado”. Contratou um causidico, cujo nome não me ocorre agora, pra estudar o Caso Schiavi.

E ele chegou à seguinte conclusão: pelas leis uruguaias e brasileiras, o beque foi inscrito fora do prazo, mas pelas argentinas, não. 

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Tags: Argentina, Brasil, FIFA, Sol, Uruguai, Zezé Perrella

O fabuloso (e invisível) elenco do Cruzeiro

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dos 33 pré-selecionados para escolha da seleção do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro só teve um jogador indicado: Jonathan.

Entre os três craques da galera e as três revelação, nenhum joga no Cruzeiro.

Flamengo com 8 indicações, Palmeiras, 6, Inter, 4, São Paulo, Goiás e Grêmio, 3, lideram as indicações.

Ontem, no Arena SporTV, comentando o acerto da renovação do contrato do Adílson Baptista e dos titulares do Cruzeiro, o equilibrado Cláudio Carsughi, disse (cito de memória):

  • “Foi bom aproveitar o entrosamento, pois, como se sabe, o Cruzeiro não é mesmo de fazer grandes contratações.”

E aquele papinho mixuruca de que o Cruzeiro tem um elenco espetacular? Pois é bom informar aos doidivanas que o Brasil desconhece tal fenômeno.

O torcedor celeste pode esquecer Conca, Fred, Souza, Alex10 etc. Não rola. Kleber foi ponto fora da curva. Questão de oportunidade. Jogador pra ser negociado o mais depressa possível.

Então, vamos combinar o seguinte: quem só torce por etiquetas e quem não aprova o treinador que, pelo 3º ano, terá de tirar leite de pedra, deve entrar em férias e voltar apenas em 2011.

Ou comprar o clube. Somente quando uns 120 mil cruzeirenses se juntarem pra comprar a instituição -e Zezé Perrella, sem medo de perder poder, resolver encarar a proposta-, o clube sai do rame-rame.

Caso contrário, repito: Adeus cornetas! Adiem o sonho de um time espetacular pra 2011. Ou mais. Bem mais tarde, acredito.

Tags: Brasileiro 2009, contratações, Craques, Jonathan, Selecionado, Zezé Perrella

Toma! Adílson Baptista renovou cotrato.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Adílson Baptista renovou com o Cruzeiro. Melhor para o clube do que pra ele. O bom trabalho vai continuar. A malemolência ficará definitivamente pra trás. A falta de pulso, que tantas vezes conturbou o ambiente celeste, idem.

Agora, para o treinador e sua família, suportar pressões, críticas descabidas e a perseguição implacável dos ressentidos, não será fácil. Terão que fazer ouvidos de mercador pra tocar a vida.

Mas o momento é de buscar objetivos, como gosta de dizer o treinador. Não ficar de mãos abanando ao final do Campeonato Brasileiro. Depois, se pensa em 2010.

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Tags: Adílson Batista, Cruzeiro, técnico, Zezé Perrella

Opções

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Zero Hora, de Porto Alegre, garante que, se for chamado pelo Grêmio, Adílson Baptista volta correndo ao Olímpico. Foi o que teria dito um conselheiro do clube gaúcho.

Zezé Perrella diz que isto é conversa fiada. Segundo ele, os entendimentos entre o Cruzeiro e o treinador para a permanência dele na Toca, em 2010, estão adiantados.

ZH e ZZP, provavelmente, estão certos. É assim que funciona. O treinador deve mesmo ter uma carta na manga. Absolutamente normal.

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ZZP: “Estaduais são atraso de vida”

domingo, 25 de outubro de 2009
  • [Os estaduais] são um atraso de vida. Deveríamos ter um Brasileiro longo. Quem não estivesse na Primeira Divisão, disputaria, a Segunda, a Terceira, a Quarta. Agora, clubes grandes jogar para perder dinheiro é um absurdo. Até o Paulista que é mais competitivo não se sustenta. Os clubes grandes paulistas perdem dinheiro. Todos os clubes grandes do Brasil jogam dinheiro fora com os estaduais. Por quê? Ninguém me explica… (Zezé Perrella, em entrevista ao blog do Cosme Rímoli)

Concordo em termos. Os atuais estaduais, amistosos, que não levam a lugar algum, são mesmo de amargar. Mas ouros são possíveis. Desde que valendo alguma coisa.

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ZZP: “O time foi imaturo na final da Libertadores”

domingo, 25 de outubro de 2009
  • Conformar [com a perda da Libertadores], não vou me conformar nunca. Mas fazendo uma na análise fria, vejo que o time foi imaturo. O Verón fez o que quis em campo. Deu pontapés, intimidou nossos jogadores e até apitou a partida. Faltou maturidade ao Cruzeiro. Foi uma lição dura, sofrida, mas importante para o nosso futuro. (Zezé Perrella, em entrevista ao blog do Cosme Rímoli)

Transferência de responsabilidade. O Cruzeiro perdeu porque o Estudiantes tinha mais time. O que já havia demonstrado nas três partidas anteriores entre ambos pela Libertadores.

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Eliandro: “Tenho sonhado acordado”

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Estas são as últimas, ou penúltimas, sei lá, do Cruzeiro:

  1. Em solenidade realizada na noite de terça-feira, Sorín recebeu o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte. Beth Makennel compareceu e fez o seguinte relato: “Galera Cinco Estrelas, ontem fui à Câmara Municipal assistir à entrega do título de Cidadão Honorário ao nosso querido Sorin. Foi uma bela homenagem a um guerreiro azul que soube vestir nosso manto cinco estrelas com amor, garra e dignidade. Como não foi muito divulgado, não compareceram tantos torcedores como deveriam. Os que lá estiveram, como eu, fizeram a qualidade e representaram bem o nosso torcedor. Cantamos nosso hino, o “guerreiros dos gramados”, gritamos palavras de ordem e o nome do nosso ídolo. Ele ficou muito emocionado inclusive pelo video apresentado no telão. Ele bem merece né mesmo?”
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