Posts com a Tag ‘Walterson’

Tira-teima

domingo, 14 de dezembro de 2008

Domingo pede cachimbo. E é dia pra se jogar conversa fora. Brasil ou Argentina, quem é melhor? Deixo a discusão para o Walterson, o mineiro mais argentino do PHD, e o Schulman, o argentino mais mineiro de Beagá.

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As novas camisetas do PHD

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O estilista da grife PHD telefonou informando que mais um lote de camisetas personalizadas foi silkado.

Ei-las:

  1. Frede – “Fora, Síndico!”
  2. Naldo – “I Love Goiânia”
  3. Walfrido – “Bateu, levou!”
  4. Ephraim – “Vaio até o Sorin!”
  5. Walterson – “Caçador de urubus”
  6. Jéssica Monte – “Beija eu! Beija eu, Cocota!”
  7. Barnabé – “Menos trabalho, mais café!”
  8. Anderson – “Oliveira, não; Olivieri, sim!”
  9. Pinheiro: “Pesquisa lá em casa: Cruzeiro, 100%”
  10. Zé Loko – “Tá me olhando, por quê?! Eu sou norrrmalll!”
  11. Arreguy – “O sistema faliu; cês vão tê de criá galinha e prantá corve!”
  12. Sancho – “Bayer S. Paulo, campeão alemão, Grêmio, campeão do Morrinhão!”

Meu primeiro RapoCota

sábado, 8 de novembro de 2008

Walterson Almeida

Morando em Montes Claros, nunca tive oportunidade de assistir a qualquer jogo no Mineirão. Quis o destino que eu fosse pela primeira vez ao Gigante da Pampulha depois de 46 anos de vida (completados 3 dias antes) e de 21 anos morando em outro estado. Pelo menos, já estreei no maior clássico de Minas.

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Faz parte

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Lembro-me como se fosse hoje: o Cruzeiro entrando em campo, no Estádio Nacional de Tóquio, pra jogar contra o Borussia Dortmund e meu primo, Zé, berrando na noite gelada (zero grau com sensação térmica de 10 negativos!): “Num viajei até aqui pra ficar congelado e ainda ter de aturar este tal de Gelson Baresi!”

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Testemunha ocular

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Walterson Almeida

A torcida do Cruzeiro agitou muito antes da partida, mas ficou quieta durante todo o 1º tempo. Talvez porque jogo tenha se passado quase todo lomge do gol do Fábio onde ela estava.

No 2º tempo, ela começou a cantar e a incentivar mais, porém foi calada pelo gol adversário. Aí os urubus deram um belo espetáculo. Mas o gol do Guilherme calou o Maraca e a torcida celeste tomou conta do estádio.

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No Saco do Bom Velhinho

sábado, 22 de dezembro de 2007

Num furo de reportagem, Charles Libertadores escarafunchou o saco do Papai Noel. O que ele leva nas costas, evidentemente. E antecipa, neste post, o que os comentaristas do PHD ganharão no dia 25. E não adianta espernear porque não dá mais tempo de mudar a lista.

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Charles, o Albertinho do PHD, apoda

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Charles Libertadores

Se o vibrante Alberto Rodrigues passasse por aqui, iria apelidar os membros da Familia Jorge Santana:

  • JS, O síndico;
  • Fred, O sub-síndico;
  • Dylan, O defensor do futebol-arte;
  • Arísio, O anti-retranca;
  • Rdish, O defensor do Morrinhão;
  • Geniba, O caça-cornetas;
  • Nielsen, O caça-bopes;
  • Pedro, O caça-didjeis;
  • Elias, O otimista;
  • Evandro, Capitão Nascimento;
  • Artur, O visionário;
  • Bronzo, O poeta das palavras difíceis;
  • Beth Makennel, A poetiza azul;
  • França, O caça-enxadistas;
  • Carlão, O âncora apaziguador;
  • Naldo, O caça-bundões;
  • João Chiabi, O professor;
  • Benny, O criador azul;
  • Pinheiro, O pesquisador;
  • Carneiro, O coerente;
  • Maria Celeste, A torcedora pertinaz;
  • Oliveri, O caça-guilhermes;
  • Walterson, O caça-marcinhos;
  • Ana, A sensata;
  • Galvão, O defensor dos pontos-corridos;
  • Sancho, O caça-pontos-corridos;
  • Anderson, Urubu assassino-do-vernáculo;
  • Marcelo Cunha, O empresário do Fernandinho;
  • Perrusi, O inimigo da Coisa;
  • Dezin, O franco-atirador;
  • Ernesto Araújo, O cruzeirense praiano;
  • Ronaldo, O guerrilheiro;
  • Vieira; O caça-cartolas;
  • Chiari, O chef;
  • Schulmann, El Ché de la Banda Roja;
  • Schots, O cruzeirense sueco;
  • Pinna, O prolixo;
  • Chiabi Jr., O que vê o outro lado da montanha;
  • Arreguy, O pugilista;
  • Marcelo Bueno, O jurista;
  • Gustavo Bueno, O implacável;
  • Leopoldo Moura, O memorialista;
  • Damasceno, O atleticano sem jaça;
  • Lautner, O equilibrado;
  • Klauss, O ponderado;
  • Rodrigo Espigão, O analista azul;
  • Gerson Lago, O azul do Borroló:
  • Daniel Carvalho, O cruzeirense dos Pampas;
  • Bruno Pontes, O bem-humorado;
  • Cláudio, O boleiro ultra-liberal;
  • Cláudio Lemos, O crítico mordaz;
  • Dutra, O atlético-palestrino;
  • Cabral, O caça-talentos baiano;
  • Reiner, O amigo do Glad;
  • Rafael Henrique, O inimigo do Rei;
  • Hamílson, O saco-de-pancadas;
  • Wilson, O crítico severo;
  • Carlos Magno, O imperador celeste;
  • Dudu, O assessor jurídico do blog;
  • Filipe, Working class hero;
  • Vicintin, O colecionador de jogos;
  • Foxceleste, O impulsivo;
  • Walisson, O fantasma da ópera;
  • Ismail, O sultão da análise cristalina;
  • Louzada, O pai-de-santo;
  • Charles, O fanfarrão;

N.B.: 1. O blogueiro intrometeu-se na criação do humorista pra acrescentar alguns apodos. Se o autor encrencar, o blogueiro retira o que for solicitado. Se ele não se manifestar, é porque passou recibo. Neste caso, os descontentes acertem-se com ele. 2. Para o Perrusi, “A Coisa” é o Sport Club Recife, nome que ele se recusa a pronunciar.

Quando um Rei se aposentou, outro amarelou e o terceiro se consagrou

terça-feira, 9 de outubro de 2007

João Chiabi Duarte

  • O clima da decisão

Ao contrário da concorrência fogueteira, o Cruzeiro trabalha em silêncio. Desde o presidente Américo Gasparini, passando por Mario Grosso – teria sido a inspiração de Mangabeira para a criação da raposa? –, até Felício Brandi foi sempre assim. Diante da adversidade, o dirigente cruzeirense põe o cérebro pra funcionar enquanto os adversários tagarelam. Foi o que aconteceu na decisão do Mineiro de 1977, numa época em que o assunto das rodas de futebol no país inteiro era a despedida de Pelé. “Pelé disse love, love, love” cantaria Caetano Veloso sobre a frase proferida pelo Rei do Futebol no Giant Stadium.

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Charles e Ramires, uma dupla perfeita

domingo, 26 de agosto de 2007

Atuações dos celestes no SCCP 0 x 3 Cruzeiro:

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Figurinhas repetidas

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Charles Libertadores 

Sem muito o que fazer esta noite, resolvi brincar um pouco com os comentaristas do blog. Desvendando o perfil de cada um, comparei-os aos “comentaristas de verdade”.

Para não criar polemica e criar inimizades, embora não goste muito dos comentaristas brasileiros, só levei em conta o lado bom de cada um.  Às identificações: 

  • Benny, The Dog = Cláudio Carsughi – Viva la bella Italia! 
  • Franklin Bronzo = Armando Nogueira – Frases poéticas para contar passagens dos craques eternos. 
  • Flávio Vieira = Fernando Calazans – Não agüentam mais o futebol dos brucutus no Brasileirão. Querem os craques brasileiros de volta. Já! 
  • Bruno Chiari = PVC – Homens de números. 
  • Naldo = Paulo Calçade – Análises tranqüilas, nada polêmicos. Tentam compreender todos os lados. 
  • Mauro França = Lédio Carmona – Escrevem enxergando sempre o lado bom da coisa. 
  • Arthur = Noriega – Detalhistas, analisam jogadas, jogadores, treinadores e arbitragem. Não deixam escapar nada. 
  • Evandrão = Milton Leite – Falam tudo o que pensam sem poupar palavras e sem se preocupar em fazer média. 
  • José Elias = Antero Greco – Sempre de bem com a vida, produzem comentários descontraídos e bem-humorados. 
  • Walterson = José Trajano – Exigentes. É preciso vencer, mas jogando bem!
  • Daniel Reiner = José Luiz Gontijo – Repetem o bordão “péssimo dos péssimos” para cada perna-de-pau que os irrite. 
  • Eduardo Rezende de Almeida = Alex Escobar – Sempre otimistas. 
  • Gerson Pinna = Garambone – Pra sair do lugar comum, vivem procurando outros ângulos do futebol. 
  • Frederico Amaral = Flávio Gomes – Sempre presentes, opinam sobre quaisquer temas. 
  • Jorge Santana = Juca Kfouri – Escrevem bem e têm blogs de sucesso, ambos muito acessados. Até pelos que falam mal deles. 

Falta muita gente. Aguardem o próximo capitulo. Abraços a todos e parabéns pelo Blog, Jorge. Diferentemente do Orkut, aqui podemos trocar idéias com pessoas que realmente se importam com o Cruzeiro. 

Se todos os cruzeirenses fossem como os que postam aqui, seríamos a torcida mais apaixonada do mundo. Afinal, tiramos parte de nosso dia para escrever sobre o Maior de Minas neste espaço. 

Charles Libertadores, 25, cruzeirense, executivo de vendas, mora em Belo Horizonte. 

Clássico é jogo cascudo

quinta-feira, 29 de março de 2007
  • “Deveriam passar o teipe do jogo de ontem entre Corinthians e Santos para os jogadores verem como se encara um clássico. O Timão jogou, do início do 1º tempo até a metade do 2º, com um jogador a menos e, daí em diante, com dois a menos. Mas encarou o Peixe na pura raça. Foi bonito ver a entrega em campo, apesar do baixo futebol do time.” (Walterson Almeida)  

Ontem, na Vila Belmiro, mais uma prova de que os estaduais têm muita emoção a oferecer. Estádio lotado, jogo disputado, Luxa comemorando gols como se fosse um Felipão em Copa do Mundo, enfim, jogo eletrizante.

E pensar que o Santos está disputando, em paralelo, a Libertadores… Definitivamente, não aceito essa história de que só existe futebol no Brasileirão, aquele torneio só de clássicos. O torcedor quer ver seu time disputando títulos, seja lá em que campeonato for.

Os mesa-redondistas dos canais de esporte ainda não conseguiram convencê-lo de que o estadual não passa de pré-temporada para o Brasileiro. Assim como não o convencem a ir a campo se seu time está mal no Brasileiro. 

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Outro aspecto bem lembrado pelo Walterson é o da necessidade de se disputar um clássico com alma e coração. Não se pode admitir, sob que justificativa for – nem a tal oscilação de time em formação – aquela falta de compromisso dos jogadores do Cruzeiro contra a Cocota.

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Clássico é jogo cascudo. No bom sentido.

A turma se ligou

domingo, 18 de março de 2007

Walterson Almeida

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A turma se ligou e jogou bem. Será que os jogadores assistiram a algum vídeo da Copinha? Não me empolgo. Antes de achar que está tudo bem, vamos às atuações: 

  • Fábio – Não saiu nas bolas altas. Perfeito nas demais. 
  • Gabriel – Atacou e desarmou mais do que o habitual.  
  • Gladstone – Não brinca, mas continua estabanado. Deu um belo drible na lateral.
  • Luisão – Melhor que o Glad.  
  • Johnatan – Apesar de jogar improvisado, criou boas jogadas, principalmente após a entrada do Sandro. Merecia ter feito o gol perdido.  
  • Renan – Bem na marcação, ainda tentou finalizar.  
  • Leo Silva – Tem lugar no time. De preferência, ao lado do Renan.  
  • Geovanni – Trinta minutos de excelente futebol. Depois, sumiu.  
  • Marcinho – Podem até dizer que é implicância minha criticar um jogador que faz dois gols (que até eu faria) mas, como armador, produziu pouco. E ainda foi autor de um lance bisonho na pequena área quando cruzou uma bola que saiu na lateral, quase no meio de campo. Araújo, Geovanni, Gabriel e Sandro mostraram o que fazer em situação idêntica. Infelizmente, não vai sair do time tão cedo. De qualquer forma, espero que, contra os emplumados, mesmo jogando mal, também faça dois gols.  
  • Araújo – Craque do jogo. Mas poderia soltar a bola mais rapidamente em alguns lances. 
  • Nenê – Movimentou-se bastante e apareceu para o jogo. Ganhou a posição.  
  • Sandro – Mostrou como deve jogar um armador criando quatro situações de gol.
  • Thiago Heleno – Não comprometeu.  
  • Fellype Gabriel – A reserva lhe fez bem. 
  • Autuori – Já que o Geovanni ia sair, deveria ter colocado o Maicosuel.   

Walterson Almeida, 43, engenheiro, nasceu em Montes Claros/MG, mora em São José dos Campos/SP.

Cruzeiro de Todos os Tempos do blog

sábado, 16 de dezembro de 2006

Depois dos melhores da Placar, os melhores do Páginas Heróicas Digitais. Quem não escalou o time completo ou esqueceu-se do treinador ainda pode se manifestar.

Amanhã, vamos apurar. Chiabi, Ronaldinho Nazaré, Walisson, Pinna e outros comentaristas ausentes terão mais um tempinho para escalerem seus times.

  • Jorge Santana: Geraldo II, Pedro Paulo, Cris, Piazza e Nininho; Zé Carlos, Dirceu e Tostão; Natal, Niginho e Joãozinho. (Fabbi).
  • Rodrigo: Dida, Nonato, Cris, Djian e Sorín; Maldonado, Douglas, Valdo e Alex; Renato Gaúcho e Ronaldo. (Enio).
  • Walfrido: Raul, Nelinho, Perfumo, Procópio e Sorín; Piazza, Zé Carlos, Dirceu e Tostão; Natal e Joãozinho. (Luxemburgo).
  • PH Rocha: Dida, Nelinho, Cris, Procópio e Sorín; Piazza, Dirceu e Tostão; Natal, Ronaldo e Joãozinho. (Enio).
  • JR Galvão: Raul/Dida, Nelinho, Cris, Procopio e Sorin; Piazza, Zé Carlos, Dirceu e Alex; Tostão e Joãozinho. (Enio).
  • Flávio Vieira: Raul, Nelinho, Cris, Perfumo e Nonato; Piazza, Zé Carlos, Dirceu e Alex; Tostão e Joãozinho.
  • Mauro França: Dida, Nelinho, Perfumo, Piazza e Nonato; Douglas, Zé Carlos, Dirceu e Tostão; Niginho e Joãozinho. (Zezé).
  • Marcelo Wagner: Raul, Nelinho, Perfumo, Procópio e Neco, Piazza, Zé Carlos, Dirceu e Tostão; Ronaldo e Joãozinho. (Ênio).
  • Marcos Pinheiro: Dida; Nelinho, Cris, Piazza e Nininho; Douglas, Dirceu, Tostão e Alex; Ronaldo e Niginho. (Scolari).
  • Naldo: Dida, Nelinho, Cris, Luizão e Sorin, Ademir, Douglas, Dirceu e Alex; Tostão e Palhinha. (Ênio)
  • Flávio Carneiro: Raul/Dida, Nelinho, Perfumo, Procópio e Sorin; Piazza, Dirceu, Alex e Tostão; Palhinha e Joãozinho. (Ênio).
  • Evandro Oliveira: Raul, Perfumo, Piazza e Procópio; Nelinho, Zé Carlos, Dirceu, Tostão e Alex; Niginho e Joãozinho.
  • Daniel Reiner: Dida, Paulo Roberto, Cris, Luizinho e Sorín; Maldonado, Ricardinho, Boiadeiro e Alex; Ronaldo e Roberto Gaúcho. (Luxemburgo).
  • Franklin Bronzo: Raul; Nelinho, Perfumo, Procópio e Sorín; Piazza, Zé Carlos e Dirceu; Natal, Tostão e Joãozinho. (Fantoni).
  • Hugo Serelli: Dida, Nelinho, Cris, Piazza e Sorín; Zé Carlos, Ricardinho, Dirceu e Tostão; Ronaldo e Joãozinho.
  • Walterson: Raul, Nelinho, Perfumo, Dracena e Sorin; Piazza, Dirceu, Alex e Tostão; Joãozinho e Palhinha. (Luxemburgo).
  • Alexandre Ribeiro: Dida, Balu, Cris, Luisão e Sorin; Ricardinho, Boiadeiro, Alex e Careca; Renato Gaúcho e Ronaldo. (Luxemburgo).
  • Klauss Mourão: Dida, Nelinho, Cris, Perfumo e Sorín, Piazza, Zé Carlos, Dirceu e Alex, Tostão e Joãozinho. (Ênio).
  • Cláudio Ianni: Raul, Nelinho, ?, ? e Sorín; Zé Carlos, Dirceu e Tostão; ?, ? e Joãozinho.
  • João Chiabi Duarte: Raul, Nelinho, Procópio, Piazza e Nonato; Zé Carlos, Dirceu e Alex; Natal, Tostão e Joãozinho.
  • Carlos Campos: Dida, Nelinho, Cris, Piazza, e Sorín; Douglas, Dirceu, Alex e Tostão; Ronaldo e Joãozinho (Ênio)
  • Thiago Soraggi: Dida, Nelinho, Perfumo, Procópio e Nonato; Zé Carlos, Dirceu, Alex e Tostão; Ronaldo e Niginho.
  • José E. M. Elias: Dida, Nelinho, Perfumo, Cris e Nonato; Piazza, Zé Carlos, Alex e Dirceu, Tostão e Joãozinho. (Ênio)
  • Alan Mendonça: Dida, Nelinho, Cris, Dracena e Nonato; Piazza, Dirceu e Alex, Natal, Tostão e Joãozinho. (Ênio).
  • Celeste: Raul , Nelinho, Cris, Piazza e Sorin; Douglas, Zé Carlos, Tostão e Dirceu; Ronaldo e Joãozinho. (Ênio).
  • Ernesto Araújo: Dida, Maurinho, Cris, Dracena e Sorín; Ademir, Douglas, Valdo e Alex; Fred e Ronaldo. (Luxemburgo).
  • Ernane Siqueira: Dida, Maurinho, Geraldão, Procópio e Nonato; Piazza, Boiadeiro, Alex e Tostão II; Palhinha e Joãozinho. (Ênio).
  • Maicon: Raul, Nelinho, Perfumo, Procópio e Sorín; Piazza, Ademir, Dirceu e Tostão; Niginho e Joãozinho. (Ênio).
  • Dezin: Dida, Nelinho, Cris, Procópio e Sorín; Piazza, Alex, Dirceu e Tostao; Ronaldo e Joãozinho. (Ênio)
  • Wilson Cristovam: Raul, Pedro Paulo, William e Neco; Piazza, Zé carlos, Rossi e Dirceu; Natal e Joãozinho. (Zezé)

Nosso Cruzeiro de Todos os Tempos sairá amanhã.

Bazófia das aves

terça-feira, 24 de outubro de 2006

O Walterson Almeida fez umas continhas. Coisa simples. Qualquer jornalista poderia ter feito antes. Menos os mineiros, é claro.

  • Atl/MG x Avai – Público: 57.851 – Renda: R$ 342.195,00 (ainda dizem que a diretoria andou comprando ingressos da geral) – Preço médio do ingresso: R$ 5,92.
  • Gremio x São Paulo – Público: 47.648 – Renda: R$ 714.745,00 – Preço médio do ingresso: R$ 15,00

Filme antigo

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

“Agora não têm mais do que reclamar: PC foi embora. Agora tudo será maravilhoso. Alcsandro e Bonfim vão aprender a jogar bola. Wagner vai reaprender. Ninguém mais vai se contundir. Vão liberar o Geovani. Elber vai entrar em forma. E o título vai voltar para a Toca. Mas, quem será o gênio que vai realizar todos nossos desejos? O Geninho da lanterna? A besta do Antonio Lopes? Quem sabe o Leão, de novo?” (Walterson)

Filme antigo. O treinador pagou por seus erros mas, principalmente, pelos erros alheios. PC foi o único treinador pós-Luxa a conquistar títulos para o Cruzeiro. Dois campeonatos mineiros. Ruim? Outros, incluindo a prima dona Leão e o Nei Franco só deram vexame.

PC tinha bom diálogo com a maior parte da torcida. Foi criticado por isso. Mas onde está o erro? Trazer a torcida para o lado do time não é uma boa prática? Eu acredito que sim. Assumir os erros dos jogadores ao invés de jogar nas costas deles a responsabilidade pelos desacertos de tanta gente mais importante é prática ruim? Não. Chefe tem de agir assim mesmo.

Espero que o novo treinador, seja lá quem for, receba apoio da torcida. E recursos humanos de boa qualidade para trabalhar dos cartolas. Quanto ao PC Gusmão, que seja bem sucedido em seu novo clube.

Pancadaria

sábado, 1 de julho de 2006

Walterson Almeida

Faltou muita coisa à A Seleção Brasileira, hoje, mas, na francesa, sobrou: Zidane. Magistral! Soberbo! Fenomenal! Minimalista! Cracaço! Este é um verdadeiro craque, que chama o jogo pra si, que simplifica, que arredonda as bolas quadradas e ainda dá show. Nada a ver com aquele outro, o dito melhor do mundo. Hoje não teve desculpas, só se salvou o Dida e, quem diria, o Lúcio.

  • Dida: evitou um vexame maior.
  • Cafu: deve ser sua última copa e já vai tarde (o pior lateral de uma seleção brasileira campeã do mundo).
  • Lúcio: bateu o recorde do Gamarra, o que já é alguma coisa.
  • Juan: (o comentarista esqueceu-se dele).
  • RC: lamentável, tambem já vai tarde.
  • Zero Berto: não sei como conseguiu ser eleito duas vezes o melhor da partida, já que só sabe dar passes laterais e não sabe sair jogando.
  • Juninho: naquele time, já disseram aí, nem Alex10 daria jeito.
  • Gilberto Silva: foi um lutador, como sempre.
  • Kaká: desempenho pífio e foi mal substituído mas, pelo menos, estava tentando fazer alguma coisa enquanto que o melhor do mundo…
  • R10: foi passear na Alemanha e deixou o futebol na Espanha.
  • R9: as bolas não chegavam nele mas não se movimenta e não tem mais aquela arrancada.
  • Adriano: um tanque (de lavar roupa).
  • Robinho: deu maior mobilidade e espírito de luta ao time mas não rendeu grande coisa.
  • Cicinho: entrou numa roubada.
  • Parreira: aquilo não é técnico mas nem na Arábia Saudita que, aliás, soube disso muito antes do Brasil.
  • Zagalo: uma múmia.

Me abstenho de dar nota individual mas o conjunto merece um zero (1 a 0).

Walterson Almeida, 43 anos, engenheiro, mora em São José dos Campos/SP.