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	<title>Páginas Heróicas Digitais (PHD) - Cruzeiro.Org &#187; vantagens</title>
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	<description>Blog Páginas Heróicas Digitais (PHD) conduzido por Jorge Santana sobre as coisas do Cruzeiro Esporte Clube e afins sobre futebol</description>
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		<title>Roger Cabeça-de-raposão fez a diferença</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 17:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1&#215;3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010. Adílson Batista &#8211; Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no <strong>Atlético-MG 1&#215;3 Cruzeiro</strong>, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.</p>
<ul>
<li><strong>Adílson</strong> <strong>Batista</strong> &#8211; Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar justamente nos espaços que Luxa não havia deixado na etapa inicial, mas, ambicioso, concedeu na final. Livre o Sr. Secco fez um estrago no time listrado.</li>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AhuR9Pk5q0A&amp;feature=player_" target="_blank"><strong>Torcida</strong> </a>- Cliquem na palavra torcida para assistirem a um pouco das maldades que a cruzeirense perpetrou no RapoCota. Além de ganhar o duelo contra a Definhante em lugares ocupados e incentivo à equipe, a torcida do Cruzeiro produziu um mosaico laranja, o Flanelaço, para agradecer ao rival, que guardou a vaga do Mais Querido de Minas na Libertadores 2010. Quando se dedica a fazer farra, a torcida é nota 10.  Não pode é ir além da brincadeira e aprontar confusão.</li>
</ul>
<p><span id="more-13253"></span></p>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> &#8211; Como goleiro, atuação correta, sem milagres, mas com duas defesas difíceis. Nas duas vezes em que se viu obrigado a jogar de beque, venceu uma disputa, perdeu outra e, nesta, foi salvo por Leonardo Silva.</li>
<li><strong>Jonathan</strong> &#8211; Pela lateral e pelo meio trabalhou direitim, mas sem brilho.</li>
<li><strong>Gil</strong> &#8211; No começo, perdeu algumas carreiras para Muriqui. Depois, tomou conta de seu espaço e até gol marcou numa conclusão pra lá de desengonçada, em que a bola teve preciosa ajuda de Leandro Silva pra encontrar seu destino manifesto.</li>
<li><strong>Leonardo Silva</strong> &#8211; Não foi o craque, mas foi o herói da partida. Salvou cinematograficamente um gol de Tardelli, tirando uma bola em cima da risca, de puxeta. Depois, bobeou e permitiu duas conclusões seguidas de Campos, que resultaram no gol de empate do alvinegro. Mas ao fazer o gol da vitória com uma cabeçada violenta e certeira, inscreveu seu nome na história do clássico. Nas atribuições defensivas, começou perdendo o duelo contra o ataque emplumado, mas acabou por cima da carne seca, controlando seu quadrado.</li>
<li><strong>Diego Renan</strong> &#8211; Tarde pouco inspirada. Pouco efetivo no ataque, jamais se apequenou diante do adversário. Na defesa, perdeu alguns combates diretos e acabou sacado no intervalo. Os defeitos na marcação, são quase nada comparados às suas virtudes ofensivas. E, em todos os casos, é mais fácil aprender a marcar do que a atacar. Por isto, recomenda-se inteligência a seus chefes e, principalmente, aos que, falsos sabidos, já avacalharam com o Maicon na passagem do melhor lateral do mundo em sua passagem por Beagá..</li>
<li><strong>Pedro Ken</strong> &#8211; Entrou para ajudar a bloquear o lado esquerdo da defesa e fez bom trabalho com Paraná e Gilberto por aquele setor. Depois, circulou pelas demais posições da linha de volantes, sempre com dedicação, embora sem brilho especial.</li>
<li><strong>Elicarlos</strong> &#8211; Trabalhou tanto tomando bolas, cercando corredores laterais, salvando colegas em apuros, que nem teve tempo de atacar.  A cada jogo cresce no conceito da torcida e na confiança do treinador.</li>
<li><strong>Henrique</strong> &#8211; Um esteio no meio de campo. Sempre ligado no jogo, defendeu muito e quando lhe deram espaço atacou. Silencioso, não reclama, não apela, não marqueteia, não joga pra torcida. Só trabalha em tempo integral para a equipe.</li>
<li><strong>Marquinhos</strong> <strong>Paraná</strong> &#8211; Não foi o volante impecável de outras ocasiões. Chegou atrasado em algumas coberturas pela esquerda, levou dribles na lateral do campo, não foi efetivo no apoio ao ataque. Ainda assim, foi de extrema utilidade ao pausar a partida, quebrar o ritmo do adversário e ajustar a marcação de sua equipe.</li>
<li><strong>Gilberto</strong> &#8211; Ainda não jogou metade do que fez no 2º turno do Brasileiro passado. Mas, ainda assim, arma com qualidade acima da média e aparece para conclusões com inteligência. Mais calmo, neste RapoCota, deu qualidade ao toque de bola que fez o Cruzeiro amaciar o jogo nos momentos mais difíceis, quando o rival citadino tinha controle da partida.</li>
<li><strong>Roger</strong> <strong>Secco</strong> &#8211; Em 20 minutos, fez lançamento a la Gerson de Oliveira Nunes e cruzamento perfeito para o gol de desempate, e meteu um balaço que resultou no 3º gol, No fim, ainda prendeu a bola, que o adversário queria a todo custo. Grande estréia. Que jamais lhe falte fôlego nesta temporada!</li>
<li><strong>Thiago</strong> <strong>Ribeiro</strong> &#8211; Não estava inspirado. Mas nem por isto deixou de transpirar. No 1º tempo, penou tentando furar uma defesa compacta. No 2º, melhorou e, por pouco, não arranjou um lugar na calçada da fama do Mineirão com um arremat de prima após lançamento magnífico do Sr. Roger Secco.</li>
<li><strong>Bernardo</strong> &#8211; Em 7 minutos, sua curta passagem pela partida, preencheu espaços no meio de campo dificultando a armação de jogadas da Cocota.</li>
<li><strong>Kleber</strong> &#8211; Entrou de sola, deu pescoção e pontapé na bunda de adversários. E apanhou na mesma medida, sem reclamar. Pra ele, treino é jogo e jogo é batalha campal. Se existe espírito de Libertadores, Kleber tem o Espírito de Clássico. Não é craque, mas quase leva os adversários à loucura. Os emplumados não devem dormir na véspera do RapoCota. E o melhor, com o Gladiador não tem chororô. Na cancha se faz, na cancha se paga.</li>
<li><strong>Chorões</strong> &#8211; Todo mundo chorou. Que beleza! Luxemburgo, pra não perder o hábito e, principalmente, para pressionar juízes, falou tolices pra mais de metro no final do jogo. Praticou a manjada esperteza de sempre para ganhar vantagem mais adiante. Cai na conversa dele quem é burro, ingênuo ou mal intencionado. Torcedores emplumados cobraram, e aí com razão, o gol mal anulado de Tardelli. E muitos cruzeirenses, ao invés de comemorar a bela vitória, dedicaram-se a buscar, com lupa, possíveis vantagens que a arbitragem tenha concedido à Cocota. E encontraram evidências ridículas, pifias, bobagens de envergonhar até carpideiras profissionais. E preparem-se, pois o Rei dos Chorões ainda nem entrou em ação. A qualquer momento, o mandatário supremo do Clube de Lourdes abre suas comportas e inunda a cidade com suas lágrimas de crocodilo. Haja saco!</li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras</strong> &#8211; Atuação quase perfeita. Boa condução na parte disciplinar sem aplicação de cartões em excesso. Autoridade pra calar a boca do elegante treinador chorão da Cocota, que deu seu costumeiro piti à beira do gramado por causa de um cartão não aplicado a Kleber, boa interpretação dos lances de falta. O único erro do trio foi a marcar impedimento de Tardelli no gol anulado do Atlético-MG, no início do 2º tempo. Foi um baita prejuízo para o time derrotado, é verdade, mas futebol tem disso. E continuará tendo até virar matemática.</li>
<li><strong>Adversários</strong> &#8211; Luxemburgo armou esquema tático correto pra evitar surpresas no início do jogo, rearmou pra tentar vencer no final, mas levou bola nas costas, que atende pelo nome de Sr. Roger Secco. Foi provocado pela torcida celeste, irritou-se, mas, verdade seja dita, não deu bananas, apenas mostrou as veias pelas quais, segundo ele, agora, corre sangue alvinegro. Jairo Campos destacou-se na defesa, Tardelli, jogando mais recuado, e Muriqui, encarregado de explorar espaços deixados pela defesa celeste, estiveram bem. Coelho, um tosco de carteirinha, surpreendeu com bons lançamentos e cruzamentos. Mas o astro supremo da constelação galinácea continua sendo Jonílson, um talento na marcação, um carrapato contra o Gladiador. Sem ele, a raposa teria devorado as penosas com mais facilidade.</li>
</ul>
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		<title>Minas 3&#215;2 Cruzeiro: Com cara de final</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 10:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ernesto Araújo Num dos confrontos dos mais empolgantes do volei nacional da atualidade, o líder, Cruzeiro/Sada, enfrentou o tradicional Minas/Vivo pelo 2º turno  da Superliga masculina, no ginásio da Rua da Bahia, em Belo Horizonte. A equipe cruzeirense defendia uma série invicta de 18 jogos enquanto o sexteto da casa buscava se reabilitar da derrota para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ernesto Araújo</strong></p>
<p>Num dos confrontos dos mais empolgantes do volei nacional da atualidade, o líder, Cruzeiro/Sada, enfrentou o tradicional Minas/Vivo pelo 2º turno  da Superliga masculina, no ginásio da Rua da Bahia, em Belo Horizonte.</p>
<p>A equipe cruzeirense defendia uma série invicta de 18 jogos enquanto o sexteto da casa buscava se reabilitar da derrota para o Florianópolis/Cime.</p>
<p><span id="more-13196"></span></p>
<p>O 1º set foi do Minas, que venceu por 25 x 22. O 2º também começou equilibrado, com as equipes virando todas as bolas e não havendo vantagem de uma delas no placar.</p>
<p>A partir do 10º ponto, contudo, o ponteiro Bob (15) começou a se destacar, com uma boa sequência de saque,s dificultando a recepção do Minas e o Cruzeiro abriu vantagem de 2 pontos.</p>
<p>O Cruzeiro tambpem melhorou o passe e o levantador Sandro (5) pôde acionar com precisão o oposto Wallace (8), que desceu o braço e ajudou a confirmar a vitória celeste por 25 x 22.</p>
<p>Outro destaque do 2º set foi a torcida celeste , que ocupou a fração do ginásio que lhe foi destinada e incentivou bastante seu time.</p>
<p>O 3º set seguinte começou equilibrado. As duas equipes cometiam erros de saque e de passe. Mesmo assim, Bruno Zanuto (11), pelo Cruzeiro, e André Nascimento, pelo Minas, destacavam-se virando as bolas que recebiam.</p>
<p>O Minas conseguuiu abrir uma pequena vantagem e o Cruzeiro perdeu rendimento. Mas novamente o ponteiro Bob foi pro saque e conseguiu quebrar a recepção do Minas.</p>
<p>Num lance emocionante, o Cruzeiro fez bela defesa e a bola sobrou para Bruno Zanuto disparar uma indefensável diagonal, levantando o torcedor celeste.</p>
<p>O Cruzeiro reagia, o jogo ganhava clima de decisão e a tensão aumentava. Em outro ótimo ataque de  Bob, a arbitragem se confundiu e deu bola fora, incorretamente.</p>
<p>Os dois lados reclamaram da arbitragem. Bob recebeu cartão amarelo e passou a jogar com mais garra ainda. O Cruzeiro conseguiu abrir 13&#215;10 com Bob comandando os ataques.</p>
<p>Entretanto, o treinador do Minas fez importante substituição trocando o bicampeão mundial André Nascimento por Vanderson.</p>
<p>O novato entrou muito bem e virou todas as bolas. Enquanto isto, o Cruzeiro voltou a perder rendimento no passe devido a uma nova estratégia de saque aplicada pelo Minas.</p>
<p>No fim, a equipe minastenista virou o jogo para 20&#215;18 e fechou o set com 25 x 22.</p>
<p>O Cruzeiro voltou melhor para o 4º set e abriu vantagem de dois pontos  fazendo 11 x 9.</p>
<p>As instruções do treinador argentino, Marcelo Mendez, surtiram efeito e o time celeste (hoje de branco) melhorou o passe, de novo.</p>
<p>Com uma boa passagem do meio-de-rede Renato Felizardo (1) pelo saque o Cruzeiro consolidou a dianteira, abrindo 14 x 10.</p>
<p>Porém, o time oscilou, o que se deve também à qualidade do adversário, e o Minas reagiu dando a sensação que venceria o set e fecharia o jogo.</p>
<p>Mas o Cruzeiro reagir com um belo ponto de saque do meio-de-rede Douglas Cordeiro (4) e numa nova passagem de Renato Felizardo pelo saque fechou o set em 25 x 23.</p>
<p>O Minas começou melhor no 5º set. O Cruzeiro, contuido, manteve-se em sua cola. Foi quando uma sequência de ataques minastenistas definiu a partida.</p>
<p>De 3&#215;3, o placar pulou para 7&#215;4.  Com esta vantagem e a troca de Wanderson (que, aborrecido com a substituição, deu piti e atirou a plaquinha no chão) por André Nascimento, e a ótima atuação do juvenil Maurício Silva, o Minas administrou a vantagem até o final.</p>
<p>O Cruzeiro jamais se entregou e, por muito pouco, não complicou a vitória do time da casa com bons ataques na reta final da partida.</p>
<p>Os dois últimos pontos fora intensamente disputados, mas a vantagem aberta pelo quadro local na metade do set foi decisiva para seu fechamento em 15&#215;13.</p>
<p>Foi um jogo comc ara de fina. Houve tensão e até lances polêmicos. Mesmo derrotado, o Cruzeiro/Sada jogou bem, lutou e vibrou bastante, mesmo nos momentos em que o Minas tinha vantagens na partida. P</p>
<p>Mas é necessário frisar que nessa brilhante trajetória dos &#8220;Guerreiros das Quadras&#8221;, eles ainda não conseguiram vencer nenhum dos candidatos ao título fora de casa.</p>
<p>Isso é importante destacar e mostra, para quem só têm em mente as 18 vitórias seguidas e a liderança desta fase classificatória, que o caminho que leva ao título é mais tortuoso do que imagina a vã filosofia do torcedor de futebol reprogramado para curtir o vôlei.</p>
<ul>
<li><strong>Minas/Vivo 3×2 Cruzeiro/Sada</strong>, sexta, 19fev10, 21:20h, Belo Horizonte (MG), 3ª rodada, segundo turno da Superliga masculina 2010 – Transmissão: SporTV – Público: 3.600 – Cruzeiro: Sandro, <strong>Wallace</strong>, <strong>Bob</strong>, Bruno Zanuto, Douglas Cordeiro, <strong>Renato Felizardo</strong> e  Polaco (líbero). Tec: Marcelo Mendez. Entraram Murilo Radke, Lucianinho e Aurélio. Minas: <strong>Rafinha</strong>, <strong>André Nascimento</strong>, <strong>Salmon</strong>, <strong>Maurício</strong>, André Heller, Henrique e Serginho (líbero). Entraram Igor, Luizinho, <strong>Wanderson</strong> e Rogério. Tec: Marcão.</li>
</ul>
<p><strong>Ernesto Araújo</strong>, 36, cruzeirense, webdesigner, nasceu em Belo Horizonte, mora em Santos.</p>
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		<title>Sócio do Futebol: um formato pra cada segmento</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Moema Ribeiro O debate sobre formas de associação ao Cruzeiro é válido, especialmente se dele resultar uma proposta que chegue aos administradores do clube. Com relação à proposta de preços variáveis de acordo com o desempenho do time, não me agrada pela complicação: preços variáveis aumentam o custo de administração e confundem o torcedor. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Moema Ribeiro</strong></p>
<p>O debate sobre formas de associação ao Cruzeiro é válido, especialmente se dele resultar uma proposta que chegue aos administradores do clube.</p>
<p>Com relação à proposta de preços variáveis de acordo com o desempenho do time, não me agrada pela complicação: preços variáveis aumentam o custo de administração e confundem o torcedor.</p>
<p>Além disso, não permitem ao clube fazer uma estimativa dos valores que serão arrecadados.</p>
<p>Minha proposta é dividir o programa: um para os torcedores que efetivamente têm interesse e condições de ir aos jogos.</p>
<p>Começa com aqueles que já têm o hábito de ir sempre, oferecendo condições especiais e tratamento diferenciado.</p>
<p>Semelhante ao sócio torcedor que já existe, mas com premiações de acordo com a categoria, mais ou menos como os programas de fidelidade das empresas de aviação.</p>
<p>Quando o torcedor atingir um número X de jogos, ganha ingresso para acompanhantes, upgrade para outro setor, brindes específicos, camisas etc.</p>
<p>Para o nível mais simples, haveria oferta de transporte especial para o jogo partindo do centro, por exemplo.</p>
<p>Para os níveis mais caros, quando se atingisse um determinado nível de fidelidade, os prêmios também seriam diferenciados.</p>
<p>Não concordo com sócio torcedor que dá direito a voto no clube: quem quer esse direito, deve comprar uma cota.</p>
<p>Já a outra categoria de sócio torcedor seria para aqueles que não têm condições de ir aos jogos.</p>
<p>Para esses, uma contribuição menor, mas com direito a participação em sorteios de produtos oficiais, viagens, e, tão em voga hoje, conteúdo exclusivo no site, notícias etc.</p>
<p>Para esta categoria também haveria diversos níveis.</p>
<p>Minha idéia, basicamente, é a de ter dois programas, um para o torcedor que vai a campo e outra para o torcedor que tem interesse nas coisas do clube, mas que não pode ir a campo – o que é muito importante para um clube que tem muita torcida fora de sua cidade e quer expandir fronteiras.</p>
<p>Por mais fanático que seja o torcedor, ninguém gosta de dar dinheiro sem receber algo em troca.</p>
<p>E sabendo que cada um quer uma coisa diferente –uns aquisição de jogadores, outros ingressos, outros poder de decisão etc– o melhor é se definir de uma vez quais são os prêmios e deixar claro que estas “recompensas” só aumentem pela fidelidade.</p>
<p>Ficaria, então, a critério do torcedor decidir qual categoria de sócio lhe é mais vantajosa, sabendo que em ambas ele estará contribuindo com o clube.</p>
<p><strong>Moema Tomassoni Ribeiro (mfox)</strong>, 33, cruzeirense, formada em Direito, nasceu em Belo Horizonte, mora em Chicago, Estados Unidos.</p>
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