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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ernesto Araújo
O Santo André, 11º colocado na Superliga, recebeu o Cruzeiro, agora vice-líder, no ABC, pela 5ª rodada do 2º turno. Ambas as equipes vinham de derrota por 3×2 e buscavam a reabilitação.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Tivemos uma boa arbitragem. Pode ter errado em determinados lances, mas não vejo por esse lado, não. O jogo foi bom e decidido pelos jogadores. É preciso parar de pressionar. Esse filme já conhecemos desde o ano passado. O Jurandy Gama Filho falou que iria tomar as providências, porque no ano passado falavam que era uma quadrilha, enfim, uma coisa feia. Eu achei que o Fábio não tinha necessidade de sair, e o Leo foi muito inteligente no lance. Foi muita coordenação, percepção e raça. Foi um lance importante, que acabou salvando. Estava 0×0. Tivemos algumas dificuldades porque o Muriqui criou muito para cima do Diego, mas corrigimos isso com a entrada do Pedro. No 2º tempo, com a troca, a gente melhorou, teve mais consistência, eles tiveram chances e nós também. O gol do Leo deu tranquilidade, depois veio um lance decisivo do Roger. As coisas ficaram sob controle, foi justo pelo 2º tempo que nós fizemos. O Cruzeiro foi mais eficiente, acabou fazendo os gols de bola parada. O deles também foi assim. Em lance que a bola era nossa, eles ficavam esperando para jogar de contra-ataque. Foram algumas metidas de bola para o Tardelli e o Muriqui. Mesmo atrás do marcador, ficaram esperando o Cruzeiro também. O Roger entrou dentro de uma previsão, ainda não está cem por cento fisicamente, o que é normal, vinha de um outro tipo de competição. Tem que ter paciência, calma, mas é um jogador talentoso, pegou, virou, enfiou a bola, penetrou, bateu falta, bateu escanteio, segurou, cavou falta, tudo aquilo que conhecemos do atleta. Eu vou ter de arrumar lugar para muita gente. Mas o lugar que eu falo pra eles é aqui, no dia a dia, treinando. Não é amiguinho da imprensa, amigo do diretor, amigo do presidente, da torcida, da facção. Comigo não tem conversa. Conversa do atleta profissional é dentro de campo. Está bem, vai jogar. Não está, espera, aguarda a oportunidade. Mas eu tenho tempo suficiente. O Roger está entrando de cabeça, querendo, pela qualidade que tem.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mauro França
A decisão de entrar com a força máxima disponível foi acertada. Mesmo que o resultado não tenha nenhuma importância em termos de classificação no Mineiro, trata-se do clássico, e é sempre bom ganhar do rival.
Além disto, como a temporada está no início, não há desgaste que justifique poupar algum jogador. E o jogo de quarta pela Libertadores vai ser no Mineirão, sem necessidade de viagem.
Fabrício, em recuperação de contusão, e Wellington Paulista, suspenso, são os desfalques mais notáveis. Elicarlos segue no time e Thiago Ribeiro forma a dupla de ataque com Kleber. A novidade é a presença de Roger no banco.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.
No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.
O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.
Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerrca do Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Futebol tem choque, futebol é para homem. Às vezes isso acontece, o importante é ter critério, calma. Os jogos no interior são mais truncados, a Caldense fez 20 faltas com apenas 30 minutos. O cartão vermelho foi em função de o Wellington ter subido no alambrado, não por falta maldosa. É claro que vamos conversar, pois precisamos terminar com os 11 jogadores e uma expulsão acaba sobrecarregando, pois o técnico tem que fazer alterações que não quer, por causa do desgaste. O importante é a vitória e, se não tirarem pontos da gente de novo, pois às vezes eles tiram, por enquanto estamos em 2º lugar. O time teve tranquilidade. Gilberto jogou bem, assim como o Bernardo, o Eli, que entrou bem pelo lado direito e o Eliandro. E os três lá atrás também estavam firmes. Importante era vencer o jogo. Agora, vamos descansar. Na terça-feira, a gente começa a pensar no clássico. Bernardo jogou bem, mas temos que ter calma. Vamos ter paciência, pois temos que ver contra quem que é e aonde que é. Essas coisas a imprensa precisa analisar. Quem foi o marcador? Eu vejo futebol assim. Às vezes se joga contra determinado adversário ou determinado marcador e já falam que é o Pelé. E Pelé não vai existir nunca mais.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Mauro França
Para enfrentar a Caldense neste sábado de Carnaval, o Cruzeiro entra em campo mais uma vez com um time misto. Dos que começaram jogando contra o Vélez, apenas Diego Renan, Gilberto, Gil e Fábio foram escalados.
Dessa vez Adilson optou pelo pouco utilizado 3-5-2. Caçapa, Gil e Thiago Heleno formaram o trio de zagueiros. Diego Renan entrou na ala direita e Gilberto na esquerda, Fabinho e Pedro Ken foram os volantes, com Bernardo na armação e Wellington Paulista e Guerron no ataque.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mauro França
Pela primeira rodada do Grupo 7, o Cruzeiro vai à Buenos Aires enfrentar um Vélez motivado, que tem como maior trunfo um conjunto forte e entrosado, além de alguns bons valores individuais.
Adilson manteve o esquema usual, escalou Elicarlos no meio e desta vez optou por começar o jogo com Thiago Ribeiro no ataque, ao lado de Kleber.
1º TEMPO
Aos 2 minutos, bola pelo alto, Gilberto acompanhava a sua trajetória e ao girar o corpo para fazer o domínio, levanta o pé e atinge involuntariamente o zagueiro Sebá, que chegava para a dividida.
Pela imprudência, lance para amarelo, mas o juiz sacou logo o vermelho e começou a mudar a história da partida.
Qualquer estratégia já fica comprometida com uma expulsão no inicio do jogo. E mais ainda quando na sequencia o adversário faz um gol.
Aos 5, Cabrera foi lançado no espaço vazio da lateral esquerda celeste, chegou antes de Paraná e fez um cruzamento perfeito para Santiago Silva, que, no segundo pau, fulminou de cabeça para o gol. Vélez 1×0.
Para complicar, o juiz uruguaio tratou logo de mostrar que os critérios seriam completamente diferentes.
O rigor que teve na expulsão de Gilberto não seria aplicado em lances até piores dos jogadores do Vélez.
Como aos 6, quando Moralez, sem visar a bola, atingiu com um carrinho o tornozelo de Elicarlos e recebeu apenas o amarelo.
Ou quando Cubero fez duas faltas violentas em Kleber, aos 9 e 10 minutos, que lhe renderam apenas o amarelo, no segundo lance.
O Cruzeiro chegou com perigo aos 7. Jonathan cobrou uma falta na direita, Henrique penetrou livre pelo meio da área, em posição legal, e cabeceou fraco, facilitando a defesa de Montoya.
O Vélez fazia uma marcação agressiva (em todos os sentidos) a partir da intermediária e dificultava a saída de bola celeste.
No ataque, explorava principalmente o lado esquerdo da defesa celeste, onde Diego Renan se mostrava completamente perdido e a cobertura não funcionava a contento.
O jogo ficou quente, disputado com muita intensidade. Aos 17, Gil recebeu o amarelo por atingir um adversário rente à linha lateral.
Dois minutos depois, Kleber foi atingido com violência pela terceira vez, desta vez por Lima, que foi amarelado.
O Cruzeiro, mesmo com um a menos, não se intimidou. Tentou sair para o jogo e de certa forma conseguiu neutralizar a pressão do Vélez, que depois do gol só chegou com perigo aos 24. Depois de uma cobrança de falta, Santiago Silva apanhou a sobra dentro da área e bateu forte para o gol. Fábio fez grande defesa, cedendo escanteio.
O jogo ficou concentrado entre as intermediárias. Mesmo com muita movimentação dos homens de frente, apoiados por Jonathan e pelos volantes, o Cruzeiro chegava pouco ao ataque.
Sem espaço para tocar a bola, a saída muitas vezes era feita com chutões. O Vélez, mais preocupado em bater, até então criava poucos lances de perigo.
Aos 28, o tempo fechou depois que numa disputa de bola Thiago Ribeiro foi atingido no rosto. Os jogadores celestes foram pra cima, formou-se o bolo, com troca de empurrões e xingamento de ambos os lados.
O juiz mostrou amarelo para Leonardo Silva e Santiago Silva. O quarto para os argentinos, segundo para os cruzeirenses.
Depois dos 30 minutos o Vélez teve mais presença no ataque, criando seguidas situações de perigo, a maioria com Cabrera, que explorava o corredor aberto no lado esquerdo da defesa celeste.
Aos 36, depois de uma troca de passes pelo meio, a bola foi lançada para Silva, que sairia na cara do gol não fosse derrubado por Gil na meia lua. Gil recebeu o segundo amarelo e foi expulso corretamente. Na cobrança da falta, Silva disparou um petardo e Fábio fez boa defesa.
Se com 10 a situação já estava complicada, com 9 ficou muito mais. Adilson trocou o perdido Diego Renan por Thiago Heleno, para recompor a zaga.
O Vélez seguiu batendo. Aos 39, Sebá chutou Kleber, caído no chão, na cara do juiz, que mostrou apenas o amarelo para o zagueiro.
Aos 41, na base da raça, o Cruzeiro chegou com perigo. Jonathan cobrou falta, Kleber desviou de cabeça e a bola saiu à direita do gol.
Nos minutos finais o Vélez tocou a bola no ataque e terminou o primeiro tempo batendo. Aos 46, Somoza atingiu Kleber e foi amarelado.
2º TEMPO
O Cruzeiro para o 2º tempo sem alterações. O Vélez começou pressionando, insistindo nos cruzamentos para área.
Já prevendo o desgaste do time, Adilson trocou Thiago Ribeiro por Pedro Ken, na tentativa de reorganizar o sistema defensivo.
O jogo se transformou num ataque contra defesa. Com dois a menos, não restou alternativa ao Cruzeiro que não se defender.
Kleber ficou isolado na frente, marcado por pelo menos três adversários. A defesa, no sufoco, despachava a bola do jeito que dava. Ao menos não faltou luta e dedicação.
Fora os cruzamentos para a área, o Vélez pouco criava. Teve uma chance clara aos 13 minutos, quando Lopez apareceu livre na cara do gol e chutou por cima.
Um minuto depois, Silva recebeu na entrada da área, livrou-se de Thiago Heleno e bateu para o gol, com perigo.
Sem conseguir transformar a superioridade numérica e o amplo domínio das ações em gols, Ricardo Gareca fez duas alterações aos 19. Cabral e Martinez substituíram, respectivamente, Lima e Cabrera.
Aos 21, Adilson trocou Kleber por Wellington Paulista, que se dedicou mais a ajudar na marcação.
Numa das poucas tentativas de ataque no 2º tempo, Henrique recebeu na esquerda e voltou para Paraná, que arriscou de fora da área e mandou longe do gol.
O Vélez seguiu forçando o jogo pelo lado esquerdo da defesa e teve ótima oportunidade aos 24. Após cruzamento, Martinez se antecipou à zaga e jogou por cima do gol.
Até que aos 32 o Vélez finalmente conseguiu ampliar o marcador. Moralez foi ao fundo e cruzou para Martinez, que, já na pequena área, apenas escorou para o gol. Vélez 2×0.
O panorama do jogo seguiu inalterado até o final. O Vélez insistiu no ataque e o Cruzeiro resistiu bravamente.
Já aos 40 minutos, Otamendi cometeu falta violenta em Wellington Paulista e foi amarelado. Foi o 7º cartão do Vélez, que cometeu o dobro de faltas que o Cruzeiro.
Há que se destacar o empenho e a dedicação dos jogadores durante todo o jogo e especialmente no 2º tempo.
Os que ficaram em campo lutaram com todas as forças e merecem aplausos pelo esforço heróico para resistir à pressão a que foram submetidos.
Restou a impressão de que o Cruzeiro tem todas as condições de conseguir a sua classificação.
A atuação do juiz foi desastrosa e influiu decisivamente no andamento da partida.
Foi rigoroso na expulsão de Gilberto e extremamente condescendente com as faltas violentas e agressões cometidas pelos argentinos.
PS: Deixo aqui minha homenagem ao grande amigo Leo Vidigal, que faz aniversário hoje, com votos de saúde, paz e sucesso.
Mauro França, 46, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete lagoas, mora em Belo Horizonte.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Fábio – Fez ao menos duas delas com alto grau de dificuldade. Não teve culpa nos gols.
- Jonathan – Esforçado, ajudou a diminuir espaços no meio de campo dificultando a articulação de jogadas pelos argentinos. Na lateral, carece de melhor técncia para marcação.
- Gil – Estabanado, foi envolvido várias vezes. No lance da expulsão, não restava outra alternativa que não fosse parar Santiago Silva com falta.
- Leonardo Silva – O melhor da defesa. Lutou muito, rebateu o que pôde.
- Diego Renan – Quando sobe ao ataque, o problema da marcação é do volante da cobertura. Mas quando está na defesa ele tem de encurtar espaços para o adversário. E este tem sido seu maior defeito. Os adversários têm tempo demais pra pensar, ajeitar o corpo e cruzar. É defeito sanável, mas que não pode esperar a vida inteira pra ser corrigido.
- Thiago Heleno – Entrou numa fria, com o time completamente batido e jogando apenas pra não levar goleada e se virou como pôde. Não comprometeu.
- Elicarlos – Lutou muito cainda pelas duas laterais num esforço de cobertura louvável.
- Henrique – Pelo espírito de luta mais do que pela técnica, foi um dos melhores em campo. Teve o tal espírito de Libertadores que é o de jamais afinar, porém com inteligência, sem querer virar herói a poder de soladas, cotoveladas e rasteiras.
- Marquinhos Paraná – Tentou jogar com racionalidade tocando a bola pra frear a correria dos locais. Na cobertura da lateral-esquerda, não foi bem sucedido chegando tarde nos lances e deixando Nicolás Cabrera passear na Avenida Diego Renan.
- Gilberto – Foi expulso aos 2 minutos por imprudência. No lance e na concepção de jogo. Divã, já!
- Kleber – Foi a válvula de escape do time ao receber a maior parte das bolas que a defesa e o meio de campo recapturavam. Amarrou o jogo, cavou faltas e tentou provocar a expulsão dos adversários, sem sucesso. Mas também correu risco de ser expulso nessas escaramuças. O conjunto da obra foi favorável, nas circunstâncias.
- Thiago Ribeiro – Muita dedicação na contenção, pouca eficiência ofensiva.
- Pedro Ken – Perdido em campo. Lento na marcação e armação, quando foi aoa ataque perdeu bola até pra si mesmo.
- Adílson Baptista – Preparou bem o time, escalou o melhor que tinha à disposição, mas viu todo trabalho se perder em duas expulsões. Tentou ensebar a partida, segurou dois atacantes até onde pôde, mas quando precisou do banco se estrepou. Pedro Ken fez cair a produção da equipe e Wellington Paulista nada acrescentou aela. No final, reconheceu, ao contrário dos conspiradões, que nem só os erros de arbitragem derrubaram seu time. Houve falhas imperdoáveis de marcação. Mas isto não é da conta dos termocéfalos, que preferem jogar todas as pedras no juiz. Menos mal que, tendo percebido as falhas de marcação e de cobertura, poderá corrigi-las para extrair de seu limitado elenco performances de bom nível como as da Libertadores passada e também as da segunda metade do Brasileiro. Agora, se continuar perdendo um ou dois jogadores por partida, nem se aprender a anadar sobre as águas consegue botar o time nos trilhos.
- Torcida – Pelo menos 200 cruzeirenses compareceram ao estádio de Liniers e se fizeram ouvir, apesar da cantoria desenfreada dos 25 mil torcedores locais.
- Espírito de Libertadores – Se for entendido como necessidade de distribuir socos e pontapés, será prejudicial, pois os atletas brasileiros não são muito inteligentes nestas práticas. Se for entrega, disposição inteligência tática, visão estratégica, será positivo. Contra o Vélez, houve um pouco de cada item, só que nos momentos errados. Se jogasse melhor no começo e só perdesse a cebeça no fim, o time celeste, provavelmente, teria vencido.
- Juiz & Bandeiras – Tecnicamente bom, o apitador falhou na parte disciplinar. Se o critério de expulsão era o lance violento, por imperícia ou dolo, ele deveria ter mandado pro chuveiro Pablo Lima e Cubero. Ele não poupou cartões amarelos para os argentinos, que receberam sete. Mas desses cartões não conseguiu extrair um vermelho, pois os locais tomaram cuidado de se revezar nas faltas.
- Vélez Sarsfield – O time de Liniers deixou uma dúvida: joga só isso ou não preciso jogar mais do isso devido à facilidade de enfrentar um adversário com dois atletas a menos? Cabrera, que passeou pela direita, Santiago Silva, que marcou gol e incomodou a bequeira celeste, Somoza, o coração do time, e Moralez, o cérebro, foram os melhores.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O Vélez Sarsfield, que está completando 100 anos, e também foi fundado por italianos, é o único clube argentino com vantagem nos confrontos contra o Cruzeiro.
O azul-e-branco de Liniers chegou à Libertadores conquistando o torneio Clausrua da última temporada argentina.
No Apertura desta temporada, terminou em 3º lugar, atrás de Banfield e Newell’s Old Boys. E no atual Clausura está em 1º, embora esteja poupando titulares para a campanha da Libertadores.
A maior vantagem da equipe portenha é o entrosamento, pois sua direção manteve elenco e treinador do último título. O Cruzeiro também manteve o grosso da tropa dos últimos dois anos e está mais equilibrado.
Hoje, o bicampeão mineiro só não contará com o volante Fabrício, contundido. Já o Vélez não terá o lateral-esquerdo Papa, um de seus três jogadores de Seleção.
Pela força de seu time e tradição do futebol argentino na Libertadores, o Vélez é favorito esta noite. Mas o Cruzeiro tem futebol para pelear e pontuar na abertura do Grupo 7.
Lances + importantes do 1º tempo
- 21h55 – Começa a partida. Cruzeiro, com uniforme tradicional, defende o arco à direita das cabines. Velez com camisa branca e calções e meias azuis.
- 01 – Fábio defende bola cruzada por Cubero.
- 02 – Gilberto expulso por entrar com o pé alto e acertar a cintura do beque Sebá Dominguez, no meio de campo.
- 05 – Contra-ataque pela direita. Nicolás Cabrera cruza, Santiago Silva cabeceia, entre os beques celestes, à queima-roupa, sem chance de defesa pra Fábio. Vélez 1×0.
- 07 – Moralez acerta uma patada em Elicarlos e recebe cartão amarelo.
- 08 – Henrique cobra falta, Kleber cabeceia, Montoya defende.
- 09 – Cubero dá pontapé em Kleber na intermediária. Ribeiro cobra e acerta a torcida atrás do arco.
- 10 – Cubero derruba Kleber e recebe cartão amarelo.
- 12 – Vélez ataca pela direita. Cubero marca Kleber individualmente.
- 14 – Cabrera recua pra Montoya, que demora a repor a bola em jogo.
- 16 – Diego Renan tenta lançar Ribeiro, que fica parado. Montoya defende com os pés e demora a repor a bola.
- 17 – Gil pisa em Somoza e recebe cartão amarelo. Somoza cobra fraco, Fábio defende.
- 19 – Gil derruba Moralez no meio de campo. Falta.
- 20 – Pablo Lima acerta patada em Kleber no meio de campo. Cartão amarelo.
- 21 – Faltas: Vélez 7×6.
- 22 – Otamendi e Ribeiro trocam pontapés na lateral. Juiz manda seguir.
- 23 – Santiago Silva comete falta em Henrique. Jonathan cobra sobre a área, defesa corta.
- 24 – Cubero cobra falta para a área, Santiago chuta forte, Fábio defende no canto direito salvando gol certo.
- 25 – Vélez passeia pela ponta-direita, marca forte no meio e tem centroavante forte e oportunista. Cruzeiro inofensivo.
- 31 – Leonardo comete falta na intermediária. Lima cobra, Renan desvia para escanteio.
- 32 – Cabrera cruza, Leonardo corta.
- 33 – Cabrera cruza da direita, Fábio defende. Diego Renan leva um baile.
- 34 – Moralez dribla Elicarlos e cruza. Fábio defende.
- 35 – Somoza chuta de fora da área, por cima do travessão.
- 36 – Moralez passeia pela esquerda e passa Lopez, que chuta. Paraná corta. WP discute com o 4º árbitro.
- 37 – Gil derruba Santiago Silva na entrada da área pra evitar gol certo. Segundo amarelo e vermelho.
- 38 – Santiago Silva cobra falta com violência. Fábio defende.
- 39 – Cubero agride Kleber com pontapé sem bola e recebe apenas cartão amarelo.
- 40 – Thiago Heleno substitui Diego Renan.
- 41 – Otamendi derruba Kleber na ponta-direita. Jonathan cobra, Kleber desvia de cabeça, bola sai à direita de Montoya.
- 44 – Vélez toca bola no meio de campo. Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
- 45 – Cabrera avança pela direita e passa a Lopez, que chuta. Jonathan corta.
- 46 – Somoza revida com pontapé rasteira de Kleber no meio de campo, e recebe cartão amarelo.
Lances + importantes do 2º tempo
- Adílson Baptista: “Vamos tentar suportar mais 15 minutos, tirar um dos amarelados deles, equilibrar a partida e buscar o empate, depois.”
- 23h04 – Começa o 2º tempo.
- 01 – Torcida local canta alto. Torcida do Cruzeiro também canta apoiando seu time.
- 02 – Lima cruza da esquerda, Thiago Heleno corta de cabeça.
- 03 – Escanteio cedido por Henrique. Leonardo corta cruzamento, de cabeça.
- 04 – Lima cobra escanrteio, defesa corta. Lima cruza, Lopez cabeceia, Fábio defende.
- 05 – Kleber simula e ganha marcação de falta no meio de campo.
- 07 – Pedro Ken substitui Thiago Ribeiro.
- 09 – Cabrera cruza, bola acerta em Paraná e sai pra escanteio. Cabrera cobra, Leonardo corta.
- 10 – Elicarlos fecha alateral-esquerda. Pedro Ken fecha a esquerda. Todas as bolas são lançadas para Kleber.
- 11 – Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
- 12 – Santiago Silva recebe lançamento, Leonardo toma sua frente e é empurrado. Falta.
- 13 – Lima para Otamendi, que lança Lopez sozinho dentro da área. Arremtae por cima do travessão.
- 14 – Santiago recebe no ataque, corta Leonardo e arremata forte, à direita de Fábio.
- 16 – Bola é recuada pra Montoya que dá un chutão.
- 17 – Zapata e Santiago trocam passes, Fábio sai do gol e defende.
- 18 – Lopez recebe nas costas da defesa e chuta cruzado. Bola sai à esquerda de Fábio.
- 19 – Cabral substitui Lima, Martinez substitui Cabrera.
- 20 – Jonathan lança Ken na direita. Volante é desaramdo com facilidade pela defesa.
- 21 – Wellington Paulista substitui Kleber.
- 22 – Jonathan faz lançamento de 50 metros para Henrique, que passa a Paraná. Volante arremata alto, por cima do travessão.
- 23 – Jonathan trava Santiago, dentro da área, impedindo arremate do centroavante.
- 24 – Cubero cruza rasteiro da direita. Lopez divide comn Fábio na pequena área, a bola sai por cima do travessão.
- 26 – Elicarlos recebe lançamento de Henrique e descola escanteio na ponta direita. Jonathan cobra, TH cabeceia pra fora.
- 28 – MP desarmado no meio de campo. Moralez recebe na área e chuta por cima do travessão.
- 29 – Moralez dribla Elicarlos e cruza da esquerda. Lopez arremata, Jonathan corta e sai jogando.
- 30 – Moralez lança Santiago, que conclui mal. Fábio defende.
- 32 – Moralez vai à linha de fundo e cruza pra Martinez que, na pequena área, toca pras redes. Vélez 2×0.
- 35 – Martinez recebe na direita, entra na área e chuta. Paraná corta pra escanteio.
- 36 – Leonardo Silva chuta de 70 metros, Montoya apara a bola com peito e sai jogando.
- 38 – Moralez para Martinez que cruza da direita. Leonardo cede escanteio.
- 39 – Zarate substitui Santiago Silva.
- 40 – Moralez chuta de 40 metros, Fábio defende.
- 41 – Otamendi derruba WP e recebe cartão amarelo. TH cobra falta, pra fora.
- 42 – Moralez recebe lançamento na área, Fábio rebate com o pé.
- 43 – Sebá cruza da direita, Cabral, na pequena área, cabeceia por cima do travessão.
- 44 – Bola na área, TH espana. Bola na área, Fábio divide com Moralez e defende.
- 45 – Martinez ataca pela direita, mas é desarmado por MP.
- 46 – WP dá um chega-pra-lá em Cubero na lateral-direita.
- 47 – Velez toca bola no meio de campo. Bola sobre a área. TH corta de cabeça.
- 48 – Fim de jogo. Faltas: Vélez 33×15. Escanteios: Vélez 8×1. Impedimentos: Vélez 5×0.
- Wellington Paulista: “Se com um a menos é difícil, faltando dois é muito pior. Só dava mesmo pra defender.”
Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 10fev10, 21:509 (Horário de Brasília), Estádio José Amalfitani, Buenos Aires, 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010 – Transmissão: Globo Minas e SporTV – Público: – Renda: – Juiz: Martín Vázquez (Uruguai) – Bandeiras: Miguel Nievas e Carlos Pastorino (Uruguai) – Amarelos: Moralez, Cubero, Lima, Silva, Sebá Domínguez, Somoza, Otamendi (Vel), Gil, Leonardo Silva (Cru) – Vermelhos: Gilberto, Gil (Cru) – Gols: Santiago Silva, 5 do 1º tempo, Martinez, 32 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Thiago Heleno); Elicarlos, Henrique e Marquinhos Paraná; Gilberto; Kleber e Thiago Ribeiro (Pedro Ken). Tec: Adílson Baptista / Vélez Sarsfield: Montoya; Fabián Cubero, Sebá Domínguez, Otamendi e Pablo Lima (Cabral); Nicolás Cabrera (Juan Manuel Martínez), Leandro Somoza e Víctor Zapata; Maxi Moralez; López e Santiago Silva (Zárate). Tec: Ricardo Gareca – Histórico: Foi o 9º Cruzeiro x Velez Sarsfield. O Cruzeiro venceu 3, empatou 1, perdeu 5, marcou 11 gols e sofreu 15. Os dois times decidiram a Supercopa da Libertadores em 1996, quando o Vélez foi campeonou vencendo por 1×0 no Mineirão e 2×0 no José Amalfitani. Em 2005, El Fortin eliminou o Cruzeiro nas oitavas-de-final da Sulamericana vencendo por 2×0 em Buenos Aires e perdendo por 2×1 no Mineirão.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Esta foi a semana do Cruzeiro:
- Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.
- Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
- Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
- Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
- Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
- Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
- Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei. Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.
Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.
E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Belo Horizonte, 13 de janeiro de 2009.
Amigo leitor do PHD:
Antes de ler o que escrevo abaixo, clique aqui e veja este vídeo.
Quem é assinante desta empresa de TV a Cabo, sabe que ela já deu várias provas de ser uma idiota. Outras tantas quem deu foi o assinante dela…
Acontece algo parecido com o Kleber. Ele joga muito, mas é um mala. Consequentemente, seu empresário que, por ofício, representa um mala, é outro mala.
Me lembra um pouco da época do nosso centroavante, O Predestinado.
Todo mundo dizia que o irmão e empresário dele era um mala. Não tinha como não ser se ele representava outro mala.
Pois bem, o empresário do Kleber é tido como mala e até merece o rótulo, pois já deu inúmeras provas disso.
Mas vejamos o que aconteceu, ontem, no Redação SporTV. O André Rizek ligou, ao vivo, pro Giuseppe Dioguardi pra saber se o Kleber fica em Minas.
Dioguardi respondeu que seu representado deve ficar no Cruzeiro, mas que não podia garantir isso, pois qualquer jogador do mundo pode se transferir de clube.
Resposta normal.
À tarde, no Arena SporTV, fizeram a mesma pergunta ao Adílson Baptista. O treinador disse temer a perda do Gladiador, assim como a de qualquer outro atleta do elenco.
Explicou que não existe jogador inegociável. Mas que o Kleber está treinando e deve ficar no clube.
Outra resposta normal.
Mas que, ainda assim, deflagrou uma onda de chororô em blogs, sites, fóruns, listas etc.
Repercussão fora do comum pra duas respostas mais do que normais.
Por isto, acho que chegou a hora de o torcedor parar de ir na onda da mídia esportiva.
Chega de falar em venda de Kleber.
Quando, finalmente, ela for anunciada, a gente volta ao chororô.
Por enquanto, Kleber está treinando na Toca II. E desde o dia da reapresentação do elenco.
No mais, recomendo, de coração: amigo torcedor, tome muito cuidado, pois, às vezes, você também pode estar sendo um mala…
Saudações cruzeirenses,
Charles Libertadores
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sábado, 2 de janeiro de 2010
Partida inaugural da 41ª Copa SP de Juniores, o Cruzeiro x São José foi precedido de solenidades, que atrasaram o iníco da partida em 10 minutos: Hino Nacional cantado, discurso do Prefeito de Taboão da Serra e foguetório.
Todo de azul, estreando patrocinadores novos na camisa, o Cruzeiro ficou à direita das cabines. O São José jogou todo de banco com detalhes e, azul claro na camisa.
1º tempo
O Cruzeiro iniciou o jogo com dois ataques fortes. A 1 minuto, Gil cruzou e Allan cabeceou por cima do travessão. Aos 2, Sebá entrou na área, pela direita, e chutou forte, cruzado. A bola se aninhou nas redes, pelo lado de fora.
Durante 20 minutos, o Cruzeiro pressionou com subidas dos laterais Gil e Hyago e dos volantes Eber e Elber. Dudu jogava livre, mas tinha dificuldades nas disputas mano-a-mano com os gaúchos, bem mais fortes do que ele.
No ataque, os velozes Allan e Sebá se revezavam em jogadas pelas pontas e pelo comando doa ataque.
O São José conseguiu dois bons arremates, aos 22 e 25. No 1º, Marco Antônio obrigou Gabriel a desviar pra corner uma falta bem cobrada. No 2º, Vítor dividiu com Deivison e arrematou à esquerda de Gabriel.
A resposta do Cruzeiro aconteceu aos 27. Allan recebeu lançamento em profundiade, driblou Henrique e tocou rasteiro na saída de Rafael. Cruzeiro 1×0.
Envolvente, o campeão mineiro de juvenis criou mais duas oportunidades. Aos 37, Dudu serviu Elber que, na entrada da pequena área, arrematou por cima do travessão. Aos 39, Allan chutou forte, de fora da área, obrigando Rafael a uma defesa complicada.
Apostando sempre na contenção e nas escapadas em contra-ataque, o São José perdeu o controle da partida e só voltou a incomodar aos 42 quando Marco Antônio cruzou da direita e Afonso venceu a zaga celeste pelo alto cabeceando, com perigo, à direita de Gabriel.
Na sequência, o Cruzeiro definiu a partida. Aos 43, Elber conferiu cruzamento de Sebá, da esquerda, com um leve toque: Cruzeiro 2×0. Aos 45, Eber desferiu um belo chute, à meia altura, da meia-lua: Cruzeiro 3×0.
2º tempo
Se o placar foi generoso para o Cruzeiro e um pouco além do castigo merecido pelo time gaúcho no 1º tempo, no 2º, ele acabou ficando do tamanho da superioridade celeste.
O Cruzeiro voltou sem alterações, enqaunto o Zequinha torcou de lateral-esquerdo.
E o placar foi alterado logo de cara, a 1 minuto. Em jogada individual, Elber driblou Henrique, entrou na área, driblou também o goleiro Rafael e tocou com a canhota pras redes. Cruzeiro 4×0.
O Zequinha perdeu o rebolado. Não conseguiu responder com jogadas organizadas e o ficou à mercê do time mineiro, que continuou criando oportunidades sem muita pressa.
No São José, apenas o meia Marco Antônio tentava armar jogadas pelo chão. Mas, com boa disposição tática e resistência física pra jogar na cancha enlameada, o time celeste destruiu, sistematiamente, cada lance dos gaúchos.
O 5º gol aconteceu aos 16. Sebá recebeu de Gil, entrou na área pela direita, aplicou um corte em Diego e arrematou firme, de pé esquerdo pras redes do arco defendido por Rafael. Cruzeiro 5×0.
Alexandre Grasseli fez algumas substituições para poupar titulares e testar reservas. Aos 14, ele havia trocado Dudu por Rodrigo. Aos 21, testou Maranhão em lugar de Allan.
Tecnicamente, as alterações foram inócuas. Mas o ritmo do time celeste não diminuiu e o placar só não aumentou porque seus jogadores tiraram o pé do acelerador.
Desaceleração compreensível, pois é preciso guardar energias para enfrentar o próximo adversário, Botafogo de Ribeirão Preto, que promete ser mais difícil do que o Zequinha, de Porto Alegre.
- Cruzeiro 5×0 São José (RS), sábado, 02jan10, 14h10, Estádio Municipal Vereador José FFeres, Taboão da Serra (16 Km de São Paulo), 1ª rodada do Grupo A da 41º Copa SP de Juniores – Juiz: Tiago Luís Scaracacci (SP) – Bandeiras: Maria Núbia e Otávio Magnani Barbosa (SP) – Amarelo: Kauê (Zeq) – Gols: Allan, 27, Elber, 43, Eber, 45 do 1º tempo; Elber, 1, Sebá, 16 do 2º – Cruzeiro: Gabriel Vasconcelos, Gil, Wesley, Deivison e Hyago (Gabriel Araujo, 27, 2º); Eber, Marquinhos e Elber; Dudu (Rodrigo, 14, 2º); Allan Júnior (Maranhão, 21, 2º) e Sebá. Tec: Alexandre Grasselli. / Rafael Dutra; Marthin, Guilherme, Henrique e Fabinho (Emerson, intervalo); Diego Antunes (Adriano, 20, 2º), Kauê, Marco Antônio e Afonso (Marlon, 18, 2º); Sandro e Victor. Tec: Paulo Matos
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Encerra-se a 1ª década do Século XXI. Assim como na anterior, nesta também o Cruzeiro foi o Rei de Minas.
Foram 6 títulos estaduais, 2 copas Sul Minas, 2 copas do Brasil, 1 Brasileiro. E, por pouco, outra Libertadores.
Grandes jogadores vestiram a azul-estrelada desde 2000. Com os mais destacados, o Síndico formou uma Seleção Azul da Década (ou dos Anos Zero, como queiram).
De acordo? Não? Escale a sua, então.
- Gomes – Entre 2002 e 2004, Heurelho da Silva Gomes (João Pinheiro-MG, 15fev81), o Homem-elástico, conquistou 3 títulos mineiros, uma Copa do Brasil e um Brasileiro. Descoberto por Wanderley Luxemburgo na base celeste, onde nunca chegou a ser um destaque, o goleiro prima pela boa colocação até mais do que pela elasticidade, que usa somente quando se torna imprescindível uma ponte. O ótimo posicionamento ainda foi aprimorado nos 5 anos de Europa (PSV e Tottenham). Acima de qualquer consideração técnica, Gomes merece reconhecimento especial por ser cruzeirense desde a infância vivida em Três Marias-MG, onde seu pai era lavrador.
- Maurinho – Mauro Sergio Viriato Mendes nasceu em Fernandópolis-SP, em 11out78, em passou, além do time de sua cidade, por Rio Preto, Capivariano, Ituano, São Bento, Sertãozinho, Paulista e Santos, antes de ser contratado pelo Cruzeiro em 2003. No Mais Querido de Minas, sagrou-se campeão estadual em 2003 e 2004, da Copa do Brasil e do Brasileiro em 2003, antes de ser abatido por uma série de contusões, que fizeram ruir uma carreira que ele ainda tentou levar adiante no São Paulo, Goiás, novamente no Cruzeiro, e na Cabofriense. Bom marcador e apoiador incansável, Maurinho foi homenageado pelo colega de equipe, Deivid, com uma elogio pra lá de engraçado: “Nunca vi coirrer tanto, parece que esse cara tem dois pulmões!” Ele corria e cruzava com perfeição. Mas, fora de campo, era um descuidado. Sua passagem por Beagá rendeu casos incríveis, geralmente, devido a festas em seu apê que, dizem, servia até de pista de motocross. Mas o Maurinho que ficará na memória do torcedor celeste será o lateral moderno que deu excecpcional contribuição para a conquista da Tríplice Coroa.
- Cris – Cristiano Marques Gomes (Guarulhos-SP, 03jun77) revelou-se no Corintiãs, antes de chegar ao Cruzeiro como contrapeso na venda do becão João Carlos, por US$4 milhões. Entre 1999 e 2004, ele jogou 128 partidas e fez 13 gols com raça e dedicação infinitas, algo que a imprensa paulista jamais perdoou, talvez pela manta levada por seu clube predileto na transação. Cris, literalmente, brigou pelo Cruzeiro. Na decisão de 2004, atacado covardemente pelo goleiro da Cocota ao final da partida, conseguiu se desvencilhar de um mata-leão para aplicar um soco no pobre diabo, que levantou a torcida celeste, mas lhe custou uma vingança terrível do TJD mineiro. Suspenso por 2 anos, impedido de trabalhar no Brasil, ele se transferiu para Lyon, pelo qual levantou 4 nacionais, uma copa e uma supercopa em 5 anos de militância. Cris é nome gravado no livro de ouro da história celeste ao lado dos becões Polenta, Rizzo, Nereu, Caieira, Azevedo, Bibi, William, Massinha, Fontana, Brito, Morais e outros malvados que, há 9 décadas, assustam os rivais.
- Luisão – Nascido em Amparo-SP, em 13fev81, Anderson Luís da Silva, revelou-se no Juventus, de São Paulo, antes de ser contratado para o time de juniores do Cruzeiro em 2000. Como titular doa equipe principal, fez 48 partidas e 8 gols, entre 2002 e 2003, antes de transferir para o Benfica na metade da temporada da Tríplice Coroa. Alto, 1m93, ele reinava absoluto nas bolas aéreas. Ágil, sabia se antecipar aos atacantes. Seu futebol o levou à Seleção Brasileira, pela qual conquistou as copas América, em 2004, e das Confederações, em 2005 e 2009. Com a camisa celeste, levantou os estaduais de 2002 e 2003, o Brasileiro de 2003, as copas Sul Minas de 2002 e do Brasil de 2003.
- Sorín – Juan Pablo Sorín, O Pássaro Azul, apodo que recebeu do locutor Alberto Rodrigues, da Itatiaia, nasceu em Buenos Aires, em 05mai76, começou sua carreira no Argentinos Juniors, passou pela Juventus, da Itália, e pelo River, antes de chegar a Belo Horizonte, em 2000. Teve uma recepção fria da mídia, que criticava seu futebol ultraofensivo. Mas ele ganhou apoio da torcida com sua disposição incomum e os treinadores trataram de arranjar cobertura de volantes pra suas escapadas ao ataque.Nas três passagens pela Toca (2000 a 2002, 2004 e 2009), Sorín fez 127 partidas e 18 gols. Venceu as copas do Brasil, em 2000, Sul Minas, em 2002 e 2003, e os estaduais, em 2002 e 2009. Torcedor do River na Argentina, ele se tornou também um cruzeirense pela incrível identidade com a torcida celeste.
- Charles – Charles Fernando Basílio da Silva, o Leão Azul, nasceu no Rio de Janeiro, em 14fev85 e foi incorporado ao time de juniores do Cruzeiro em outubro de 2003. Em 2005, foi emprestado ao Ipatinga e sagrou-se campeão mineiro. Em 2006, disputou o Carioca pela Caborfriense e voltou pra jogar até 2007 no Ipatinga. Somente após o vexame no Mineiro de 2007, Charles retornou ao Cruzeiro onde, sob o comando de Dorival Júnior, formou com Ramires uma dupla de volantes que assombrou o país pela capacidade de marcação e disposição pra atacar. Em agosto de 2008, Charles foi vendido ao Lokomotiv Moscou. Em 67 jogos com a azul-estrelada, ele marcou 7 gols e foi campeão mineiro de 2008 fazendo da garra, do fôlego e do chute forte de média distância suas marcas pessoais.
- Marquinhos Paraná – Antônio Marcos da Silva Filho, o Mestre Paraná, nasceu em Recife, em 20jul77, e começou a jogar nas divisões de base do Santa Cruz. Em 1996, assinou, com o Paraná Clube, seu primeiro contrato. Em 1998, ele defendeu o CRB em 1998 e, em seguida, Santa Cruz, CRB, Figueirense, Chunnam, da Coréia do Sul, Marília, Avaí, Figueirense. No Furacão catarinense, foi comandado por Adílson Baptista e elogiado por Muricy Ramalho, que o qualificou como o melhor meio-campista do futebol brasileiro. Em 2007, Paraná defendeu o Jubilo Iwata, do Japão. Em 2008, por indicação de Adílson Baptista, foi contratado pelo Cruzeiro. Na apresentação, desmaiou na Toca II e virou alvo de chacota da torcida, que o vaiou tão logo entrou em campo pela primeira vez. Uma estupidez histórica como se veria pela sequência de mais de 100 partidas excelentes que o polivalente fez defendendo o clube. Ao longo da carreira, Paraná adaptou-se às exigências de cada momento. Ao sofrer cirurgia no joelho, quando estava no Marília, abandonou o ímpeto ofensivo, parou de correr com a bola, passou a valorizar o passe preciso e o bom posicionamento, suas características marcantes nesta fase de maturidade técnica. MP é um volante que não aplica carrinhos, cotoveladas nem chega atrasado parando jogadas com pontapés. Ao contrário, desarma silenciosamente e sai para o jogo com espantosa facilidade. O torcedor mediano, mais chegado a pirotecnias, não percebe sua alta qualidade tática e técnica. Ele dá de ombros: “Faço o que o treinador pede”. E faz muito bem feito. Como nenhum outro volante fez desde 2000 com a camisa celeste, a qual campeonou nos estaduais de 2008 e 2009.
- Ramires – Ramires Santos do Nascimento nasceu em Barra do Piraí-RJ, em 24mar87. Revelado pelo Joinville, O Queniano chegou à Toca, como artigo a ser exposto na vitrine, e acabou, dois anos e fantásticas exibições depois, indo para o Benfica, em meio à Libertadores de 2009, e pouco antes de se tornar campeão da Copa das Confederações com a Seleção Brasileira. Foi titular indiscutível desde sua estréia no time devastado pelo fiasco no Mineiro de 2007. Torneio que, aliás, Ramires conquistou nas temporadas de 2008 e 2009. Força pra desarmar e fôlego extraordinário pra surgir no ataque, de surpresa, foram suas credenciais pra virar ídolo da torcida celeste.
- Alex – Alexandro de Souza ou, simplesmente, O Talento, nasceu em Curitiba, em 15set77. E foi no Coritiba que ele se revelou, antes de se tornar famoso no Palmeiras, pelo qual conquistou a Libertadores de 1999. Em 2000, teve curta passagem pelo Flamengo, que vivia uma de suas fases de absoluta avacalhação. O insucesso na Gávea o fez voltar depressa ao Parque Antártica. Em 2001, ele passou pelo Cruzeiro, foi dispensado pelo treinador Marco Aurélio, voltou ao Palmeiras e foi jogar no Parma em 2002. De volta ao Cruzeiro, na 2ª metade de 2002, agora sob o comando de Wanderley Luxemburgo, Alex teve bom desempenho mas, de novo, seria dispensado não fosse pela interferência do treinador, que fez dele a peça fundamental do time tríplice campeão de 2003. Alex foi o principal jogador do melhor time celeste na década. Quando deixou o clube em 2004, a equipe azul tinha um percentual de aproveitamento que, se mantido, teria garantido o bicampeonato barsileiro ao final da temporada. O Talento vestiu a azul-estrelada 121 vezes, deu 61 assistências e marcou 64 gols. Ao longo de 2003, sem obrigações defensivas, papel cumprido por Augusto Recife, Maldonado e Wendel, com sua canhota mágica, ele criou jogadas cinematográficas, fez gols de enciclopédia e entrou para a história do Cruzeiro. Alex campeonou nos estaduais de 2003 e 2004, a Copa do Brasil e o Brasileiro de 2003. Em suas passagens pelo Mais Querido de Minas, Alex conquistou o Troféu Telê Santana como o melhor meia de Minas (2002), o The Best Player in Americas (2003), a Bola de Ouro Fifa (2003), as bolas de Prata e de Ouro, da Placar (2003), a Chuteira de Ouro do Campeonato Brasileiro (2003), o Melhor Meia das Américas, e,m eleição promovida pelo El País, de Montevidéu (2003), o Troféu Telê Santana de Craque do Ano em Minas (2003), o Troféu Guará de melhor meia e melhor jogador de Minas (2003) e gfanhou placa no hall do Mineirão pelo gol espetacular marcado no 2×2 contra o São Caetano, partida inaugural do Brasileiro de 2003.
- Fred – Em 71 jogos, entre 2004 e 2005, Frederico Chaves Guedes, nascido em Teófilo Otoni-MG, em 03out83, centroavante revelado pelo América-MG, fez 56 gols e conquistou a Chuteira de Ouro da Placar em 2005. Alto, forte, bom cabeceador, exímio chutador, ele atormentava as bequeiras adversárias. Em 2005, foi artilheiro do Mineiro com 13 e da Copa do Brasil com a insuperável marca de 14 gols. Sua venda ao Lyon, em meio ao Brasileiro de 2005, causou prejuízo técnico imenso fazendo a equipe celeste despencar na tábua de classificação. Embora não tenha conquistado títulos, por suas atuações empolgantes, ele recebeu os apodos de Fredgol e O Predestinado. E permanece, 4 anos depois, como ídolo do torcedor celeste. Fred retribui se declarando cruzeirense desde os tempos de criança em Teófilo Otoni.
- Edílson – O Capetinha, Edílson da Silva Ferreira, nascido em Salvador, em 17set70, jogou apenas 20 partidas, nas quais fez 11 gols e conquistou a Sul Minas de 2002 com a azul-estrelada. Não há registro de uma só atuação apagada dele naqueles poucos meses. Tanto que, aos 32 anos, foi convocado por Luiz Felipe Scolari para a Copa do Japão / Coréia do Sul, ao final da qual, assinou com o Kashiva Reysol e nem apareceu em Beagá pra festejar o título mundial. Isto lhe custou o apreço do torcedor, mas não apaga o brilho de sua passagem pelo Mais Querido de Minas.
- Adílson Baptista, técnico – Marco Aurélio tirou a Copa do Brasil 2000 do fundo da alma celeste. Felipão faturou a Sul Minas e foi pra Seleção, com a qual levantou o título mundial. Luxemburgo tem a insuperável tríplice coroa em seu acervo. Dorival Júnior recuperou o moral do clube, após o fiasco no Mineiro e o colocou na Libertadores 2008 com uma campanha correta no Brasileiro 2007. Mas o melhor da década foi o mais perseguido pela imprensa e pelos tropeiristas e amendonistas das arquibancadas. O que é uma credencial insuperável, pois jornalista e torcedor odeiam tudo o que não cheire a mofo. Com parcos investimentos, Adílson levantou dois títulos mineiros, chegou duas vezes ao G4 do Brasileiro, a uma decisão da Libertadores e aplicou surras monumentais no rival citadino, o que lhe garantiu o ódio eterno dos emplumados. Sinal de que faz um grande trabalho.
- Alex, craque – O melhor do melhor time celeste da década, o de 2003.
- Guilherme, revelação da base – Campeão da Copa SP de Juniores e do Brasileiro Sub20 em 2007, foi o único de um time vencedor a superar preconceitos contra a prata da casa e se tornar titular, ainda que de forma intermitente, no Cruzeiro. Ele soube aproveitar as oportunidades recebidas marcando gols decisivos em RapoCotas eletrizantes. Mas tão rapidamente quanto foi elevado à categoria de ídolo, foi vaiado e acabou na Ucrânia, de onde se transferiu para a Rússia.
- Ramires, revelação da vitrine - Raçudo, resistente, sério, foi a maior revelação da década na Toca da Raposa.
- Geovanni, autor do gol mais bonito – O gol do título da Copa do Brasil 2000, criação coletiva dele, de Muller, que deu as instruções sobre como bater a falta, e de Donizete Oliveira, autor do tranco que desarrumou a barreira tricolor, ficará gravado na história do futebol brasileiro. Mais até do que outros de estética mais apurada, pois, no futebol, a emoção está sempre um passo adiante da beleza.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Futebol é pra fazer amigos. Prova disto é que, em outubro, após uma troca de mensagens sobre futebol, livros e assuntos afins, ganhei uma nova amiga. E atleticana… Confiram:
- Fátima – Onde consigo o livro Páginas Heróicas? Agradeço a atenção.
- JS – Ele está esgotado, segundo a editora. Mas, com ajuda do Google, é possível encontrar alguma livraria que ainda o tenha pra vender. Se não encontrar, só esperando a Ediouro relançar a coleção Camisa 13. O livro do Cruzeiro deve sair com 100 páginas a mais e outras fotos. Só não sei exatamente quando.
- Fátima – Olá, Jorge! Agradeço imensamente o retorno. Consegui achar o Páginas Heróicas na Livraria FNAC, aqui em Curitiba. Vou presentear um cruzeirense fanático de 12 anos. Agradeço a atenção. Abs e sucesso, Fátima (torcedora do Atlético… Paranaense… eheheheheh)
- JS – Foi um prazer ajudar. Mande a história desse jovem cruzeirense para o meu blog.
- Fátima – Poxa, Jorge, será uma honra para o Lukas. Ele mora em Belo Horizonte e passará por Curitiba a caminho do Parque Beto Carreiro, semana que vem. Saberei detalhes da história dele com o Cruzeiro e, depois, te mando um escrito, ok? Agradeço tua generosidade. O garoto ficará feliz! Super abraço…
- JS – Fátima, você é madrinha do Lukas?
- Fátima – Não, sou apenas amiga do pai dele. Sou Bibliotecária. Nasci em Paranaguá, no litoral do Paraná. Agora já estou aposentada. Meus pais subiram a serra pra ganhar a vida e ficaram, pra sempre aqui, em Curitiba. Por influência de meu pai, tornei-me atleticana. Neste Brasileiro, meu time está naquela zona de quem não vai para Sul-americana, nem será rebaixado. Não caindo, tá de bom tamanho…
- JS – Boa sorte pro seu time, Fátima.
- Fátima – Olá, Jorge! O Lukas esteve aqui no Paraná por três dias. Ele adorou o livro. E começou a leitura já na viagem de carro até Santa Catarina. Contei a ele os acontecimentos que me fizeram chegar até você e também da tua idéia de publicar a estória dele. Ele ficou empolgado e eu fiz algumas perguntas sobre a paixão dele pelo Cruzeiro. Veja aí como ficou. Agradeço a tua atenção, disposição e generosidade. Caso venha a publicar alguma coisa, por favor, me avise. Sucesso em todas as tuas realizações, Grande abraço sulista da Fátima.
- Seu nome, sua escola? Lukas de Farias Sasaki, tenho 12 anos, faço a 6ª série no Colégio Santo Agostinho
- Seu time de coração… Cruzeiro, uai. Desde pequeno…
- Que situação ou pessoa o influenciou na escolha do time? Desde pequeno, fui incentivado por meu tio Alexandre e meu primo Gabriel, que são freqüentadores do Minierão. Um dia eles me levaram a um jogo do Cruzeiro e eu me encantei com a maior torcida de Minas.
- Sua família é toda cruzeirense? Quase toda. Tenho apenas dois tios que não gostam de futebol.
- Você participa de algum grupo ou comunidade de torcedores? Sim, da comunidade do Orkut.
- O que você acha do Mineirão? É um ótimo estádio, um dos maiores do Brasil. E é a casa do maior clube brasileiro do Século XX, segundo a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS). O Mineirão já foi palco de inúmeras páginas heróicas do Cruzeiro como a Libertadores de 97, a Copa do Brasil de 2000 e a de 2003 e o Brasileiro de 2003.
- Já foi a jogos do Cruzeiro fora de Beagá? Sim. Já vi meu Cruzeiro acabar com o Fluminense no Maracanã…
- Você costuma assistir aos treinos do Cruzeiro? Já alguns na Toca da Raposa II.
- Conhece pessoalmente algum jogador? Sim, vários do elenco atual.
- Coleciona alguma coisa relacionada ao Cruzeiro? Sim. Autógrafos dos jogadores e fotos do time.
- É melhor asssitir jogos no estádio ou pela televisão? No estádio. É bem legal ver o Cruzeiro marcar gols e a torcida vibrar…
- Qual é a sensação de fazer parte da torcida do Cruzeiro? Incrível! É uma torcida acostumada com títulos, apaixonada e vitoriosa…
- Como você acomapnha as notícias do Cruzeiro? Conversando com amigos e pelo site oficial do clube.
- Como são as discussões sobre futebol na escola? Os cruzeirenses sempre ganham, pois têm mais coisas pra contar. Meu time é vencedor, não é como o adversário que possui apenas um título de expressão.
- Quais são seis ídolos? Tostão, Alex, Sorín e Dirceu Lopes.
- O que você acha do time atual do Cruzeiro? O time é bom e está voltando jogar bem e vencer, após a derrota da Libertadores.
- Se fosse técnico faria alguma mudança no time? Melhoraria a lateral-direita e o ataque.
- O que você sonha para o Cruzeiro em 2010? Quero o tri da Libertadores.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Caro JS,
Alguns jogadores ficaram conhecidos por adjetivos que os eternizaram.
Outros por apelidos que remetem a alguma característica fisionômica ou comportamental marcante.
Montei um timaço só com esses codinomes amosos. Confiram:
- Muralha, Canhão da Toca, Xerifão, Enciclopédia e Capacete; Rei de Roma e Canhotinha de Ouro; Anjo das Pernas Tortas, Fenômeno, Rei do Futebol e Bailarino da Toca
Traduzindo:
- Dida, Nelinho, Moisés, Nílton Santos e Junior, Falcão e Gerson; Garrincha, Ronaldo, Pelé e Joãozinho.
Dizem que a muralha era o Manga, mas pra mim é o Dida.
Meu banco também é de luxo:
- Mestre Zelão, Príncipe, Marechal, Violino, Imperador, Fabuloso, Clássico, Bigode, Pavilhão, Santo Milagreiro, Diamente Negro, Galinho de Quintino e Eterno Capitão.
No popular:
- Zé Carlos, Dirceu Lopes, Perfumo, Carlinhos, Adriano, Luizinho, Luís Fabiano, Cerezo, Aírton, Marcos, Leônidas da Silva, Zico e Piazza.
Ficou muito ofensivo com este 4-2-4 clássico, não é mesmo? Mas achei muito divertido convocar estes caras pro meu escrete.
Abraço,
Agnaldo Morato
Tags: Adriano, CAN, capitão, Dida, Dirceu Lopes, futebol, Gum, Joãozinho, jogadores, milagre, Nelinho, Pelé, Piazza, Ronaldo, Santos, TOC, Zé Carlos
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
O Troféu Guará é um exercício de política dos jornalistas esportivos de Beagá. A Itatiaia não tem nada com isto.
Se a idéia de instituir o prêmio foi boa, a cabeça dos votantes não é. Eles confundem mérito com média.
Destarte, só nos resta oferecer aos injustiçados, por esqeucimento ou lembrança indevida, o Troféu Guaraná Dolly.
E os vencedores são:
- Cartola Trapalhão – O Alixandre. Não pagou a conta de água, não ganhou título algum, não conseguiu condução pra ver seu time tomar de cinco num RapoCota, acusou juízes mineiros de complô sem apresentar provas, se deixou clicar com goleiro pelado atrás, demitiu treinador por telefone e terminou a temporada levando uma enquadrada pública do Juca pela contratação do Luxa. Ufa!
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Comentários de jogadores, treinadores e blogueiros acerca do Santos 1×2 Cruzeiro, na Vila Belmiro, Santos, pela 38ª rodada do Brasileiro, em 06dez09:
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversário no Santos 1×2 Cruzeiro, na Vila Belmiro, Santos, pela 38ª rodada do Brasileiro, em 06dez09:
- Adilson Baptista – Valeu a pena aguarrrdarrr, como ele sempre pediu. No fim, Adílson alcançou seu objetivo colocando o time na Libertadores, apesar das dificuldades e perseguições que recebeu ao longo do ano. Contra o Santos, correu imenso risco na troca de WP por Caçapa. Deixar de fustigar a bequeira adversária, confiando apenas nos avanços dos laterais não deu certo, pois Jonathan foi expulso. Apostar todas as fichas na defesa superpovoada, também era uma temeridade como se viu quando ela falhou e concedeu o empate ao time local. Mas ele tinha uma carta na manga e jogou-a com sucesso ao trocar Diego Renan por Kleber.
- Torcida – Muitos cruzeirenses conseguiram vencer a desorganização que impera no Campeonato Brasileiro pra apoiar o time. Os desafios foram imensos: escapar das tocaias das organizadas peixeiras, conseguir comprar ingressos e, finalmente, entrar no estádio. Parabéns a eles pela coragem e solidariedade com a equipe.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Mauro França
Enfim, chegamos à última rodada do Brasileiro. Para conquistar uma vaga no G4 o Cruzeiro teria que vencer o Santos na Vila Belmiro e torcer por uma vitória do Botafogo sobre o Palmeiras no Engenhão (já que dificilmente o São Paulo perderia para o Sport no Morumbi).
Fabrício, contundido, e Gilberto, suspenso, foram os desfalques da vez. Nos seus lugares, Adilson escalou Elicarlos e Fernandinho.
Guerron, contundido, também não viajou a Santos. Mas Kleber, depois de longa ausência, ficou no banco.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ernesto Araújo
Semana passada, ainda havia esperança de que o Cruzeiro obtivesse a vaga para a Libertadores 2010. Muita esperança, pouca certeza, é bom que se diga.
O cenário não era muito animador. Jogaríamos contra o Santos fora de casa, com a obrigação de vencer, e ainda dependeríamos de derrotas do Palmeiras ou do São Paulo.
Foi quando recebi o convite de um colega santista que, na infância, fora torcedor do Cruzeiro: “Ernesto, vamos ao jogo no domingo?” E antes que eu respondesse, ele deu a ordem: “Você vai!”
Lembrei0-me da TFC: “Vou aonde voce for, só pra ver você jogar…”. Topei o convite.
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