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quinta-feira, 18 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.
- Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.
- Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
- Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
- Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
- Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
- Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
- Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
- Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
- Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
- Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
- Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
- Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
- Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
- Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
- Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
- Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração.
- Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol.
- Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
- Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
- África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Tivemos uma boa arbitragem. Pode ter errado em determinados lances, mas não vejo por esse lado, não. O jogo foi bom e decidido pelos jogadores. É preciso parar de pressionar. Esse filme já conhecemos desde o ano passado. O Jurandy Gama Filho falou que iria tomar as providências, porque no ano passado falavam que era uma quadrilha, enfim, uma coisa feia. Eu achei que o Fábio não tinha necessidade de sair, e o Leo foi muito inteligente no lance. Foi muita coordenação, percepção e raça. Foi um lance importante, que acabou salvando. Estava 0×0. Tivemos algumas dificuldades porque o Muriqui criou muito para cima do Diego, mas corrigimos isso com a entrada do Pedro. No 2º tempo, com a troca, a gente melhorou, teve mais consistência, eles tiveram chances e nós também. O gol do Leo deu tranquilidade, depois veio um lance decisivo do Roger. As coisas ficaram sob controle, foi justo pelo 2º tempo que nós fizemos. O Cruzeiro foi mais eficiente, acabou fazendo os gols de bola parada. O deles também foi assim. Em lance que a bola era nossa, eles ficavam esperando para jogar de contra-ataque. Foram algumas metidas de bola para o Tardelli e o Muriqui. Mesmo atrás do marcador, ficaram esperando o Cruzeiro também. O Roger entrou dentro de uma previsão, ainda não está cem por cento fisicamente, o que é normal, vinha de um outro tipo de competição. Tem que ter paciência, calma, mas é um jogador talentoso, pegou, virou, enfiou a bola, penetrou, bateu falta, bateu escanteio, segurou, cavou falta, tudo aquilo que conhecemos do atleta. Eu vou ter de arrumar lugar para muita gente. Mas o lugar que eu falo pra eles é aqui, no dia a dia, treinando. Não é amiguinho da imprensa, amigo do diretor, amigo do presidente, da torcida, da facção. Comigo não tem conversa. Conversa do atleta profissional é dentro de campo. Está bem, vai jogar. Não está, espera, aguarda a oportunidade. Mas eu tenho tempo suficiente. O Roger está entrando de cabeça, querendo, pela qualidade que tem.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.
- Adílson Batista – Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar justamente nos espaços que Luxa não havia deixado na etapa inicial, mas, ambicioso, concedeu na final. Livre o Sr. Secco fez um estrago no time listrado.
- Torcida - Cliquem na palavra torcida para assistirem a um pouco das maldades que a cruzeirense perpetrou no RapoCota. Além de ganhar o duelo contra a Definhante em lugares ocupados e incentivo à equipe, a torcida do Cruzeiro produziu um mosaico laranja, o Flanelaço, para agradecer ao rival, que guardou a vaga do Mais Querido de Minas na Libertadores 2010. Quando se dedica a fazer farra, a torcida é nota 10. Não pode é ir além da brincadeira e aprontar confusão.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mauro França
A decisão de entrar com a força máxima disponível foi acertada. Mesmo que o resultado não tenha nenhuma importância em termos de classificação no Mineiro, trata-se do clássico, e é sempre bom ganhar do rival.
Além disto, como a temporada está no início, não há desgaste que justifique poupar algum jogador. E o jogo de quarta pela Libertadores vai ser no Mineirão, sem necessidade de viagem.
Fabrício, em recuperação de contusão, e Wellington Paulista, suspenso, são os desfalques mais notáveis. Elicarlos segue no time e Thiago Ribeiro forma a dupla de ataque com Kleber. A novidade é a presença de Roger no banco.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.
No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.
O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.
Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Ernesto Araújo
Num dos confrontos dos mais empolgantes do volei nacional da atualidade, o líder, Cruzeiro/Sada, enfrentou o tradicional Minas/Vivo pelo 2º turno da Superliga masculina, no ginásio da Rua da Bahia, em Belo Horizonte.
A equipe cruzeirense defendia uma série invicta de 18 jogos enquanto o sexteto da casa buscava se reabilitar da derrota para o Florianópolis/Cime.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O erro acompanha o esporte. É rematada tolice perder tempo com chororô. Ele não tem o poder de transformar evento esportivo em operação matemática.
Se os chorões quiserem erro zero, terão de pedir a arbitragem do Sumo Pontífice, único ser sobre a terra com o dom da infalibilidade.
O juiz do RapoCota não tem esta sorte. Vai errar. E o perdedor vai berrar.
Se servir de consolo, informo que o apitador do clássico não será Wagner Tardelli. Ao menos, é o que garante o Diretor de Arbitragem da FMF.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
João Chiabi Duarte
Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.
Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.
Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.
Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.
A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Fábio - No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
- Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.
- Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
- Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.
- Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
- Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
- Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
- Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
- Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
- Bernardo - Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
- Guerrón - Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado.
- Elicarlos – O lutador de sempre.
- Wellington Paulista - Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite.
- Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
- Adílson Baptista - Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
- Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.
- Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano?
- Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.
Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.
Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.
Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD.
Lances + importantes do 1º tempo
- 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
- 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
- 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita.
- 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.
- 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.
- 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.
- 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.
- 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.
- 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.
- 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.
- 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.
- 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar.
- 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
- 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.
- 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão.
- 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
- 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.
- 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
- 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
- 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
- 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão.
- 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
- 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
- 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.
- 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.
- 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
- 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.
- 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
- 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.
- 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
- 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.
- 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.
- 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
- 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.
- 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
- 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
- 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos.
- 47 – Fim de 1º tempo.
- Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
- Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”
Lances + importantes do 1º tempo
- 17h12 – Começa o 2º tempo.
- 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.
- 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.
- 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.
- 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.
- 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.
- 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.
- 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.
- 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.
- 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos.
- 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora.
- 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora.
- 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
- 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
- 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
- 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
- 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.
- 28 – Camilo substitui Gilberto.
- 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
- 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
- 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
- 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel.
- 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
- 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.
- 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.
- 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.
- 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
- 47 – Fim de jogo.
- Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
- Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
- Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
- Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
- Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”
Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista – Histórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas – 1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Henrique, volante do Cruzeiro: “O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
- Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
- Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
- Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição.
- Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
- Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça. Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
- Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
- Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
- Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
- André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
- Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá. E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
- Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
- Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
- Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
- Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
- Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
- Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
- Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!
Pesquisa: Romarol e JS
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mauro França
Pela primeira rodada do Grupo 7, o Cruzeiro vai à Buenos Aires enfrentar um Vélez motivado, que tem como maior trunfo um conjunto forte e entrosado, além de alguns bons valores individuais.
Adilson manteve o esquema usual, escalou Elicarlos no meio e desta vez optou por começar o jogo com Thiago Ribeiro no ataque, ao lado de Kleber.
1º TEMPO
Aos 2 minutos, bola pelo alto, Gilberto acompanhava a sua trajetória e ao girar o corpo para fazer o domínio, levanta o pé e atinge involuntariamente o zagueiro Sebá, que chegava para a dividida.
Pela imprudência, lance para amarelo, mas o juiz sacou logo o vermelho e começou a mudar a história da partida.
Qualquer estratégia já fica comprometida com uma expulsão no inicio do jogo. E mais ainda quando na sequencia o adversário faz um gol.
Aos 5, Cabrera foi lançado no espaço vazio da lateral esquerda celeste, chegou antes de Paraná e fez um cruzamento perfeito para Santiago Silva, que, no segundo pau, fulminou de cabeça para o gol. Vélez 1×0.
Para complicar, o juiz uruguaio tratou logo de mostrar que os critérios seriam completamente diferentes.
O rigor que teve na expulsão de Gilberto não seria aplicado em lances até piores dos jogadores do Vélez.
Como aos 6, quando Moralez, sem visar a bola, atingiu com um carrinho o tornozelo de Elicarlos e recebeu apenas o amarelo.
Ou quando Cubero fez duas faltas violentas em Kleber, aos 9 e 10 minutos, que lhe renderam apenas o amarelo, no segundo lance.
O Cruzeiro chegou com perigo aos 7. Jonathan cobrou uma falta na direita, Henrique penetrou livre pelo meio da área, em posição legal, e cabeceou fraco, facilitando a defesa de Montoya.
O Vélez fazia uma marcação agressiva (em todos os sentidos) a partir da intermediária e dificultava a saída de bola celeste.
No ataque, explorava principalmente o lado esquerdo da defesa celeste, onde Diego Renan se mostrava completamente perdido e a cobertura não funcionava a contento.
O jogo ficou quente, disputado com muita intensidade. Aos 17, Gil recebeu o amarelo por atingir um adversário rente à linha lateral.
Dois minutos depois, Kleber foi atingido com violência pela terceira vez, desta vez por Lima, que foi amarelado.
O Cruzeiro, mesmo com um a menos, não se intimidou. Tentou sair para o jogo e de certa forma conseguiu neutralizar a pressão do Vélez, que depois do gol só chegou com perigo aos 24. Depois de uma cobrança de falta, Santiago Silva apanhou a sobra dentro da área e bateu forte para o gol. Fábio fez grande defesa, cedendo escanteio.
O jogo ficou concentrado entre as intermediárias. Mesmo com muita movimentação dos homens de frente, apoiados por Jonathan e pelos volantes, o Cruzeiro chegava pouco ao ataque.
Sem espaço para tocar a bola, a saída muitas vezes era feita com chutões. O Vélez, mais preocupado em bater, até então criava poucos lances de perigo.
Aos 28, o tempo fechou depois que numa disputa de bola Thiago Ribeiro foi atingido no rosto. Os jogadores celestes foram pra cima, formou-se o bolo, com troca de empurrões e xingamento de ambos os lados.
O juiz mostrou amarelo para Leonardo Silva e Santiago Silva. O quarto para os argentinos, segundo para os cruzeirenses.
Depois dos 30 minutos o Vélez teve mais presença no ataque, criando seguidas situações de perigo, a maioria com Cabrera, que explorava o corredor aberto no lado esquerdo da defesa celeste.
Aos 36, depois de uma troca de passes pelo meio, a bola foi lançada para Silva, que sairia na cara do gol não fosse derrubado por Gil na meia lua. Gil recebeu o segundo amarelo e foi expulso corretamente. Na cobrança da falta, Silva disparou um petardo e Fábio fez boa defesa.
Se com 10 a situação já estava complicada, com 9 ficou muito mais. Adilson trocou o perdido Diego Renan por Thiago Heleno, para recompor a zaga.
O Vélez seguiu batendo. Aos 39, Sebá chutou Kleber, caído no chão, na cara do juiz, que mostrou apenas o amarelo para o zagueiro.
Aos 41, na base da raça, o Cruzeiro chegou com perigo. Jonathan cobrou falta, Kleber desviou de cabeça e a bola saiu à direita do gol.
Nos minutos finais o Vélez tocou a bola no ataque e terminou o primeiro tempo batendo. Aos 46, Somoza atingiu Kleber e foi amarelado.
2º TEMPO
O Cruzeiro para o 2º tempo sem alterações. O Vélez começou pressionando, insistindo nos cruzamentos para área.
Já prevendo o desgaste do time, Adilson trocou Thiago Ribeiro por Pedro Ken, na tentativa de reorganizar o sistema defensivo.
O jogo se transformou num ataque contra defesa. Com dois a menos, não restou alternativa ao Cruzeiro que não se defender.
Kleber ficou isolado na frente, marcado por pelo menos três adversários. A defesa, no sufoco, despachava a bola do jeito que dava. Ao menos não faltou luta e dedicação.
Fora os cruzamentos para a área, o Vélez pouco criava. Teve uma chance clara aos 13 minutos, quando Lopez apareceu livre na cara do gol e chutou por cima.
Um minuto depois, Silva recebeu na entrada da área, livrou-se de Thiago Heleno e bateu para o gol, com perigo.
Sem conseguir transformar a superioridade numérica e o amplo domínio das ações em gols, Ricardo Gareca fez duas alterações aos 19. Cabral e Martinez substituíram, respectivamente, Lima e Cabrera.
Aos 21, Adilson trocou Kleber por Wellington Paulista, que se dedicou mais a ajudar na marcação.
Numa das poucas tentativas de ataque no 2º tempo, Henrique recebeu na esquerda e voltou para Paraná, que arriscou de fora da área e mandou longe do gol.
O Vélez seguiu forçando o jogo pelo lado esquerdo da defesa e teve ótima oportunidade aos 24. Após cruzamento, Martinez se antecipou à zaga e jogou por cima do gol.
Até que aos 32 o Vélez finalmente conseguiu ampliar o marcador. Moralez foi ao fundo e cruzou para Martinez, que, já na pequena área, apenas escorou para o gol. Vélez 2×0.
O panorama do jogo seguiu inalterado até o final. O Vélez insistiu no ataque e o Cruzeiro resistiu bravamente.
Já aos 40 minutos, Otamendi cometeu falta violenta em Wellington Paulista e foi amarelado. Foi o 7º cartão do Vélez, que cometeu o dobro de faltas que o Cruzeiro.
Há que se destacar o empenho e a dedicação dos jogadores durante todo o jogo e especialmente no 2º tempo.
Os que ficaram em campo lutaram com todas as forças e merecem aplausos pelo esforço heróico para resistir à pressão a que foram submetidos.
Restou a impressão de que o Cruzeiro tem todas as condições de conseguir a sua classificação.
A atuação do juiz foi desastrosa e influiu decisivamente no andamento da partida.
Foi rigoroso na expulsão de Gilberto e extremamente condescendente com as faltas violentas e agressões cometidas pelos argentinos.
PS: Deixo aqui minha homenagem ao grande amigo Leo Vidigal, que faz aniversário hoje, com votos de saúde, paz e sucesso.
Mauro França, 46, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete lagoas, mora em Belo Horizonte.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Fábio – Fez ao menos duas delas com alto grau de dificuldade. Não teve culpa nos gols.
- Jonathan – Esforçado, ajudou a diminuir espaços no meio de campo dificultando a articulação de jogadas pelos argentinos. Na lateral, carece de melhor técncia para marcação.
- Gil – Estabanado, foi envolvido várias vezes. No lance da expulsão, não restava outra alternativa que não fosse parar Santiago Silva com falta.
- Leonardo Silva – O melhor da defesa. Lutou muito, rebateu o que pôde.
- Diego Renan – Quando sobe ao ataque, o problema da marcação é do volante da cobertura. Mas quando está na defesa ele tem de encurtar espaços para o adversário. E este tem sido seu maior defeito. Os adversários têm tempo demais pra pensar, ajeitar o corpo e cruzar. É defeito sanável, mas que não pode esperar a vida inteira pra ser corrigido.
- Thiago Heleno – Entrou numa fria, com o time completamente batido e jogando apenas pra não levar goleada e se virou como pôde. Não comprometeu.
- Elicarlos – Lutou muito cainda pelas duas laterais num esforço de cobertura louvável.
- Henrique – Pelo espírito de luta mais do que pela técnica, foi um dos melhores em campo. Teve o tal espírito de Libertadores que é o de jamais afinar, porém com inteligência, sem querer virar herói a poder de soladas, cotoveladas e rasteiras.
- Marquinhos Paraná – Tentou jogar com racionalidade tocando a bola pra frear a correria dos locais. Na cobertura da lateral-esquerda, não foi bem sucedido chegando tarde nos lances e deixando Nicolás Cabrera passear na Avenida Diego Renan.
- Gilberto – Foi expulso aos 2 minutos por imprudência. No lance e na concepção de jogo. Divã, já!
- Kleber – Foi a válvula de escape do time ao receber a maior parte das bolas que a defesa e o meio de campo recapturavam. Amarrou o jogo, cavou faltas e tentou provocar a expulsão dos adversários, sem sucesso. Mas também correu risco de ser expulso nessas escaramuças. O conjunto da obra foi favorável, nas circunstâncias.
- Thiago Ribeiro – Muita dedicação na contenção, pouca eficiência ofensiva.
- Pedro Ken – Perdido em campo. Lento na marcação e armação, quando foi aoa ataque perdeu bola até pra si mesmo.
- Adílson Baptista – Preparou bem o time, escalou o melhor que tinha à disposição, mas viu todo trabalho se perder em duas expulsões. Tentou ensebar a partida, segurou dois atacantes até onde pôde, mas quando precisou do banco se estrepou. Pedro Ken fez cair a produção da equipe e Wellington Paulista nada acrescentou aela. No final, reconheceu, ao contrário dos conspiradões, que nem só os erros de arbitragem derrubaram seu time. Houve falhas imperdoáveis de marcação. Mas isto não é da conta dos termocéfalos, que preferem jogar todas as pedras no juiz. Menos mal que, tendo percebido as falhas de marcação e de cobertura, poderá corrigi-las para extrair de seu limitado elenco performances de bom nível como as da Libertadores passada e também as da segunda metade do Brasileiro. Agora, se continuar perdendo um ou dois jogadores por partida, nem se aprender a anadar sobre as águas consegue botar o time nos trilhos.
- Torcida – Pelo menos 200 cruzeirenses compareceram ao estádio de Liniers e se fizeram ouvir, apesar da cantoria desenfreada dos 25 mil torcedores locais.
- Espírito de Libertadores – Se for entendido como necessidade de distribuir socos e pontapés, será prejudicial, pois os atletas brasileiros não são muito inteligentes nestas práticas. Se for entrega, disposição inteligência tática, visão estratégica, será positivo. Contra o Vélez, houve um pouco de cada item, só que nos momentos errados. Se jogasse melhor no começo e só perdesse a cebeça no fim, o time celeste, provavelmente, teria vencido.
- Juiz & Bandeiras – Tecnicamente bom, o apitador falhou na parte disciplinar. Se o critério de expulsão era o lance violento, por imperícia ou dolo, ele deveria ter mandado pro chuveiro Pablo Lima e Cubero. Ele não poupou cartões amarelos para os argentinos, que receberam sete. Mas desses cartões não conseguiu extrair um vermelho, pois os locais tomaram cuidado de se revezar nas faltas.
- Vélez Sarsfield – O time de Liniers deixou uma dúvida: joga só isso ou não preciso jogar mais do isso devido à facilidade de enfrentar um adversário com dois atletas a menos? Cabrera, que passeou pela direita, Santiago Silva, que marcou gol e incomodou a bequeira celeste, Somoza, o coração do time, e Moralez, o cérebro, foram os melhores.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Mauro França
HISTÓRIA
A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.
Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.
A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.
A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.
Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.
Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.
O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.
A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.
O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.
Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.
Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.
Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos.
TÍTULOS
O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.
Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.
Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).
Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.
Na final da Libertadores em 94 o Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:
- José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.
Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro.
Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.
Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.
CONFRONTOS COM O CRUZEIRO
Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.
O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.
Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.
As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.
Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo - Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.
Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:
- “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”
O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.
Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.
Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 - Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.
Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.
NA LIBERTADORES
O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.
HOJE
O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.
Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009.
Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.
Contra o Arsenal, o Vélez jogou com
- Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.
Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.
Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O Cruzeiro perdeu, no TJD, os 3 pontos conquistados com a goleada de 6×0 sobre o Uberlândia.
Mas ainda pode recorrrer ao pleno do tribunal pra reaver os pontos.
Pressenti o resultado do julgamento quando, saindo do serviço, liguei o rádio e ouvi a reportagem do Cevidames, na Itatiaia.
Se a situação fosse tão tranquila quanto a direção do clube anunciava, o advogado de defesa não precisaria gastar tanto latim expondo suas razões.
Não conheço o processo, mas intuí na hora, que alguma burrice o Jurídico do clube havia perpetrado. Ou teria sido a Diretoria de Futebol?
Quem se lembra da escalação do Augusto Recife, portador de três amarelos, contra o Flamengo, em 2004, sabe do que estou falando.
Naquela ocasião, por um triz, a mancada não custou um rebaixamento.
Desta vez, com toda este rodízio de talentos do fabuloso elenco celeste será que havia, mesmo, necessidade de se arriscar escalando um jogador expulso na última partida do campeonato passado?
Sem o WP, o Cruzeiro corria algum risco de não vencer o Uberlândia?
Resta o consolo de podermos, sempre, chamar de atleticano o tribunal.
O mesmo que os emplumados hão de tachar cruzeirense qundo nos devolver os pontos deste imbroglio estúpido em que o bicampeão mineiro se meteu.
Alô, ZZP! Isto é amadorismo. Algo está fora de lugar no clube que você garante ser o mais organizado do país.
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Prezado Jorge,
Assisti ontem, finalmente, a um jogo do Cruzeiro pelo Sportv e fiz uma resenha seguindo, mais ou menos, nos moldes das suas no pós-jogo de futebol. É uma maneira de incentivar o pessoal a acompanhar nosso time de vôlei. O título, claro, fica a seu critério.
Saudações cruzeirenses,
Ernesto Araújo
****
Depois de muito reclamar que não conseguia assistir os jogos do Cruzeiro Sada pela televisão (tem até um tópico sobre isso no Portal do Cruzeirense), finalmente, consegui ver Cruzeiro x Florianópolis, que o SporTV transmitiu, ao vivo, ontem, direto de Itabira-MG.
A partida foi válida pela abertura do 2º turno da Superliga masculina, cujo 1º turno teve como vencedor o nosso Cruzeiro.
1º Set
O tricampeão Florianópolis não viu a cor da bola. Errando bastante, foi presa fácil para o Cruzeiro que não tomou conhecimento dele.
Comandado pelo ponteiro Bruno Zanutto (11), o time de Marcelo Mendez enfiou logo 10 pontos de diferença, cravando um belo 25/15.
O lance mais legal do set foi uma largada desconcertante de Bruno, que levantou a platéia.
2º Set
O Florianópolis voltou mais motivado e chegou a estar na frente do marcador em alguns momentos.
O Cruzeiro errava muitos saques e algumas jogadas proporcionando pontos importantes ao adversário.
Diferentemente do futebol, no vôlei é possível ver e ouvir as instruções dos técnicos durante a partida. Assim, num pedido de tempo, Marcelo Mendez alertou os jogadores celestes para este problema.
Aos poucos, o Cruzeiro recuperou seu bom jogo com levantamentos precisos de Sandro (5) e ataques mortais do oposto Wallace (8) e do central Renato Felizardo (1).
Nos pontos finais ouvia-se claramente a torcida incentivando e gritando “Zeeeeerrooooo!”. Final de set: Cruzeiro 25×21.
3º Set
O Cruzeiro voltou um pouco mais relaxado e, em conseqüência, os erros voltaram a se repetir.
Do outro lado, o treinador do Cime Florianópolis fez algumas mudanças e seu time conseguiu abrir uma dianteira do placar.
Jamelão, atacante do time catarinense, virava a maioria das bolas e o set já começava a ficar comprometido quando, novamente com um pedido de tempo, o treinador cruzeirense organizou a reação.
Com instruções simples e sem afobação, ele fez seus atletas se recuperarem na partida.
Num belíssimo lance, Sandro levantou uma bola rente à rede, de costas e com uma só mão, para o oposto Wallace encher cravar o ponto azul, levantando a torcida.
Era o sinal para recuperação definitiva. Disputando o jogo ponto a ponto o Cruzeiro conseguiu tomar a dianteira no fim do set e, empurrado pela torcida, fechou o placar com um 25×23.
No final, houve uma festa geral em Itabira com o Raposão no meio da massa.
Considerações Finais
Foi um jogo emocionante, apesar do placar aparentemente folgado. O Cruzeiro mostrou equilíbrio nos momentos difíceis. No todo, foi claramente superior.
A torcida também participou muito, principalmente, no final dos sets quando o jogo ficava mais tenso e difícil.
Foi uma ótima iniciativa do Cruzeiro associar-se ao grupo Sada na montagem e manutenção dessa equipe.
No Portal do Cruzeirense, estamos discutindo como outros esportes, quando bem trabalhados podem ajudar na consolidação da marca do clube.
Não é fácil como alguns podem imaginar, mas com planejamento e visão algo pode ser feito para que o Cruzeiro seja realmente “Esporte Clube”.
Cruzeiro Sada 3×0 Florianópolis Cime, segunda, 08fev10, 18:30h, Itabira (MG), 1ª rodada, segundo turno da Superliga masculina 2010 – Transmissão: Sportv – Público: 3.589 pagantes – Cruzeiro: Sandro, Wallace, Bob e Bruno Zanuto, Douglas Cordeiro e Renato Felizardo e o líbero Polaco. Entrou Lucianinho. Tec: Marcelo Mendez / Florianópolis: Bruninho, Bob, Éder e Lucão, Thiago Alves e Renato e o líbero Mário Júnior. Entrou Ivan, Ialisson, Guilherme, Bernardo e Jamelão.
Tags: 2010, Bernardo, campeão, CAN, Central, cruzeirense, Cruzeiro, Esportes, festa, final, futebol, Guilherme, Gum, jogadores, líder, público, Placar, Reina, rodada, Sol, SP, Sport, SporTV, Superliga, técnico, título, torcida, treinador, vôlei
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Hugo Serelo
Foram 22 gols, média de 3.66 por partida. 49.279 pagaram ingresso, média de 8.213 pessoas por partida.
Ipatinga fez outra bela partida no Mineirão. Jajá, começa a se meter na luta pelo título.
Ituiutaba e Teófilo Otoni sediaram jogos sob o sol da manhã. Um crime.
Torçamos para que não seja necessário um atleta passar mal durante a partida pra isso ser mudado.
- Atlético-MG 1×1 Ipatinga, Mineirão (75.000), 28.749 pagantes – Jajá fez chacota da peneira uruguaia.
- Cruzeiro 4×2 Villa Nova, Mineirão (75.000), 8.960 pagantes – Se não mudar, o Leão vai miar baixinho nesse Mineiro.
- Uberlândia 4×1 Uberaba, Parque do Sabiá (50.000), 5.120 pagantes – Goleada no clássico BB (Berlândia e Beraba).
- América-TO 0×0 América-MG, Nassari Mattar (5.000), 3.431 pagantes – Sol forte e pouca técnica no jogo dos mequinhas.
- Tupi 5×1 Caldense, Mário Helênio (25.000), 2.277 pagantes – Showcolate em cima de uma irreconhecível Caldense.
- Ituiutaba 1×2 Democrata, Fazendinha (5.000), 742 pagantes – Pantera ficou só de boa com a liderança.
- Artilheiros: 5: Ademílson (Tup). 3: Kleber (Cru).
- Classificação: 1) Democrata, 7 – 2) Cruzeiro e Tupi, 6 – 4) América-MG e Atlético-MG, 5 – 6) Ipatinga e Uberaba, 4 – 8 ) Uberlândia e América-TO, 3 – 10) Caldense, 2 – 11) Ituiutaba e Villa Nova, 1.
Módulo II
O Módulo II, mais conhecido como 2ª divisão, é composto por dois grupos. Os times entraram em suas respectivas chaves por um critério geográfico.
Assim, haverá pequenos clássicos locais que tornarão a disputa interessante.
Itaúna e Guarani protagonizaram um clássico emocionante, vencido, no finalzinho, pelo Cachorrão.
Como são 11 clubes na disputa, a Tombense folgou na rodada.
- Jogos: Itaúna 3×2 Guarani; Poços de Caldas 2×1 URT; Valeriodoce 0×0 Formiga; Tricordiano 0×0 Funorte; Mamoré 1×0 Araxá.
Fontes: PHD e FMF.
Hugo Serelo, 22, cruzeirense e rio-branquense, factótum, nasceu em AAndradas, mora em Divinópolis.
N.B.: O Sol fez sua primeira vítima. Moisés, volante do América-MG, desmaiou em Teófilo Otoni.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Esta foi a semana do Cruzeiro:
- Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.
- Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
- Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
- Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
- Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
- Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
- Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei. Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.
Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.
E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Prezado Jorge Santana,
Tive todo o cuidado e paciência para ler do princípio ao fim a proposta do Paulo Sanchotene.
Embora aparentemente baseada no calendário europeu creio que a proposta dele seja de difícil assimilação.
E mais, considerando o que se faz no Brasil, dificilmente ela teria a adesão de Rio e de São Paulo, que durante anos impedem que qualquer mudança seja feita no Brasil de forma a reduzir a dominação que exercem sobre o esporte mais popular do país, o futebol.
Creio haver outra solução, menos complexa, e capaz de levar, paulatinamente, à situação ideal.
Não me agrada a fórmula de Apertura e Clausura como existe em vários países sul-americanos, muito embora ela abra oportunidade para que todos os times campeonem.
A fórmula de pontos corridos chamada por você de Morrinhão é universal e justa, pois cada time joga uma vez em casa e outra fora.
Ora, somos um país continental e se te incomoda ver os tais times de empresário e sem torcida ocupando as vagas de Remo, Bahia, Santa Cruz, Paysandu ou Sport, há que se reconhecer que os tais chegaram lá por méritos técnicos.
Como equilibrar os conceitos?
Para mim não é fazendo campeonatos estaduais em 30 datas que se terá a solução. Teríamos morrinhões estadiais do mesmo jeito.
A solução passa pela massificação do esporte, com ligas classificando para os campeonatos estaduais de forma a se manter a atividade esportiva em todo o território nacional durante onze meses.
Desenvolvendo minha idéia, teríamos, nos mesmos moldes, de hoje:
- a) Campeonatos Brasileiros de 4 Divisões com 20 times em cada uma. A Série E teria a participação de times do Brasil todo, regionalizada nas fases iniciais e bancada por quem quiser comprar o filé das Séries A e B.
- b) Copa do Brasil: Com a participação dos times da Série A + campeões estaduais do ano anterior não constantes desta série + uma fase eliminatória que agruparia os outros times por ranking das federações estaduais até se completar 64 clubes. Os participantes da Libertadores eliminados até a fase de grupos se qualificariam para estas vagas.
- c) Campeonatos Estaduais revitalizados, com uma fase preliminar englobando os campeões das ligas micro-regionais classificando 6 clubes para a composição de 12 times da disputa do estadual do ano seguinte. Os classificados entre a 7ª e 12ª posições anualmente seriam cabeças de chave destes hexagonais regionalizados. Teríamos, então, um campeonato regionalizado com 6 chaves de 12 times, competindo ao longo de todo o 2º semestre para se indicar os classificados para os estaduais do ano seguinte. Isto englobaria 78 times por estado no máximo… Não creio que tenhamos potencial para mais que isto no Brasil inteiro. Estes campeonatos estaduais classificariam os times para a Copa do Brasil.
Como ficaria o Campeonato Mineiro:
- Centro / Oeste: Belo Horizonte, Vespasiano, Divinópolis, Betim, Ouro Preto, Mariana, Formiga, Itaúna, Passos, São Sebastião do Paraíso, Nova Lima, Pedro Leopoldo etc.
- Centro / Norte: Sete Lagoas, Curvelo, Diamantina, Montes Claros, Pirapora, Janaúba, Conceição do Mato Dentro etc.
- Vale do Aço /Leste / Nordeste: Itabira, Ipatinga, Fabriciano, Timóteo, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Monlevade, Nova Era, Dionísio, São Domingos do Prata etc.
- Sul: Varginha, Andradas, Poços de Caldas, Itajubá, Tres Pontas, Pouso Alegre, Três Corações, São Lourenço, Lavras, Guaxupé, Alfenas etc
- Zona da Mata / Campos das Vertentes: Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Ponte Nova, Barbacena, Tombos, Muriaé, Barbacena, São João Del Rey etc.
- Triângulo / Alto Paranaíba, Noroeste: Uberlândia, Uberaba, Araguari, Ituiutaba, Araxá, Unaí, Patrocínio, Patos de Minas, Paracatu, Unaí, João Pinheiro etc.
Isto propiciaria a retirada de muitos jovens das ruas e a massificação do esporte, abertura de oportunidade para novos treinadores, árbitros etc.
Daria para encaixar no Calendário a Libertadores e a Sul-Americana, ambas classificando times para o Mundial de Clubes a ser disputado em Dezembro, com 16 clubes em estilo Copa do Mundo.
Por enquanto é isto. Preciso de mais tempo para elaborar mais esta proposição.
Att,
João Duarte Chiabi
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