Posts com a Tag ‘Sete Lagoas’
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Hugo Serelo corneta o IBGE sugerindo perguntas que deveriam ser feitas no censo.
Aproveitando a ensancha oportunosa, o Síndico também resolveu enfiar algumas dúvidas no questionário.
- Qual é a sua religião?
- Qual a parte do frango você prefere?
- Arroz por cima do feijão ou feijão por cima do arroz?
- Filme dublado ou legendado?
- Abotoar a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima?
- Sete Lagoas ou Ipatinga?
- Iespien or Isportivi?
- Pato ou Ganso?
- Chico Buarque ou Amado Batista?
- Tênis ou Capoeira?
- Magrela ou Carnuda?
- Mac ou PC?
- Pionguiangue ou Nuiorque?
- Imprensa livre ou censurada?
- Terceiro beque na sobra ou na frente da zaga?
- Mano ou Muricy?
- Marquinhos Paraná ou Francisco Everton?
- Multinick ou Hiena?
- Telê ou Zagallo?
- Cleo ou Larissa?
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Mauro França
Passando os olhos pelo noticiário do Cruzeiro, deparei-me com esta declaração de Roger Galera publicada pelo UOL:
- “Não sei quais são as intenções do Cuca. Saí do time por lesão, vindo de boa fase, fazendo grandes jogos e, infelizmente, uma lesão encerrou esta sequência. Não sei o que o Cuca vai fazer, mas o importante é que estou pronto, quero jogar, mas vou respeitar a opção dele.”
Ora, se é para respeitar a opinião do Cuca, que tal ficar calado ao invés de mandar recado pela mídia?
Querer jogar é uma coisa, forçar escalação é outra. Quem escala é o treinador e ponto final. Roger não contribui em nada com este tipo de declaração.
E que história é essa de “boa fase” e “fazendo grandes jogos”?
Pelo que eu me lembro, o Roger não foi destaque em nenhum jogo, à exceção da sua estréia. E na melhor partida do time até aqui, contra o Fluminense, ele ficou de fora. Coincidência?
De resto, não é porque saiu por contusão que o Roger tem vaga automática. O que ele tem a fazer é se esforçar nos treinamentos e convencer o técnico de que é a melhor opção.
E mostrar que merece ser titular em campo. Não em entrevista.
Mauro França, 47, cruzeirense, historiador, economiário, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.
Tags:Belo Horizonte, BOA, cruzeirense, Cruzeiro, Cuca, final, Flu, Fluminense, França, história, Mauro França, Mídia, Reina, Roger, Sete Lagoas, SP, técnico, treinador, UAI
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:
- Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
- Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
- Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
- Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
- Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
- Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
- André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
- Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
- Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
- Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
- Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
- Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
- PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
- José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
- Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Pitacos de protagonistas e dirigentes acerca do Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:
- Cuca, treinador do Cruzeiro: Jogar com uma adversidade dessa é muito difícil. O ambiente estava todo formado para uma vitória do Atlético-MG e nós tivemos que vencer com empenho, dedicação, garra e qualidade técnica. O time suportou bem, defendeu bem, o pessoal entendeu bem e a gente sai daqui feliz. O diferencial foi a luta, entrega, garra, passar um momento ruim, como no 1º tempo e ter a grandeza de jogar como no segundo tempo. No primeiro tempo, o Atlético foi bem melhor. Só tivemos a chance de gol do Wellington. No 2º tempo, a gente foi melhor, tivemos umas quatro chances e merecemos a vitória, com um jogador a menos, em uma expulsão incorreta, eu estava próximo. Tecnicamente o jogo foi bom, com jogadas bonitas. Teve todos os nuances de um clássico. Discussão no final, bola na trave do Cruzeiro, bola na trave do Atlético-MG. Quero ressaltar que vencemos um grande adversário, comandado por um grande treinador também. Temos que trabalhar bem a semana para o jogo contra o Grêmio Prudente. Se não trabalhar, não ganha. Trabalhar firme para no domingo, se Deus quiser, a gente chegar aos 22 pontos. O Fabio é o melhor goleiro do país, não um dos melhores. É o melhor goleiro do Brasil e, no devido tempo, vai ter a oportunidade dele na seleção. E o principal é que ele é feliz no Cruzeiro e a seleção vai ser uma conseqüência do trabalho dele aqui.
- Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: O que mais valeu foi o empenho, dedicação e raça. Nosso time foi guerreiro, vibrador. Sabíamos que ia ser difícil, ainda mais sem a nossa torcida. Mas esse gol foi para os mais de oito milhões de torcedores cruzeirenses. Venho treinando esse chute há muito tempo. Fiz assim no jogo-treino contra o Tupi e fiz novamente hoje. Foi o famoso pombo sem asa. Foi um golaço e graças a Deus conseguimos essa vitória. Conseguimos mais três pontinhos, que nos coloca mais próxima da Libertadores e do título. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro
- Fabinho, volante do Cruzeiro: A confiança que o treinador passa para o grupo, em acreditar em um resultado positivo, diz muito durante a semana. Nós tivemos uma comissão confiante, trabalhando em cima daquilo que nós tínhamos que fazer, e hoje deu resultado. Conseguimos três pontos importantes. Nós tivemos 90 minutos de jogo pegado, trombada, discussão. Cruzeiro e Atlético não tem jogo leve. Ainda mais em se tratando da situação do nosso adversário, que está na zona do rebaixamento. Mas eu acho que ter jogada ríspida, ter dividida, ter xingamento faz parte. O que não pode é ter agressão, tapa na cara, cusparada. Isso não pode existir no futebol, mas faz parte. A gente entende a situação do nosso adversário. Nós temos que manter a nossa postura. Conseguimos mais três pontos e agora é descansar.
- Fábio, goleiro do Cruzeiro: Aplicação. Conseguimos dentro de campo uma vitória super importante para a gente não distanciar lá de cima. A gente conseguiu fazer o gol e suportar bem quando fomos sufocados. Vou tentar sempre fazer o melhor dentro de campo e buscar meus objetivos.
- Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: Aceito o pedido de desculpas dele [Diego Tardelli]. Não sei por que ele fez aquilo. Aceito o pedido de desculpas, mas eu acho que o Tribunal deveria puni-lo pelo que ele fez. O Tribunal tem que analisar as imagens e ver que medidas eles devem tomar. Mas, na minha concepção, foi uma covardia. Eu estava no chão, ele passou por cima e pisou. Só que eu acho que o tribunal deveria olhar e punir. Com certeza, se eu tivesse reclamado ou feito alguma coisa, ele [juiz] teria expulsado. Na sequência, o Gil tomou as dores, ficou chateado e fez aquilo [atingiu Tardelli com o cotovelo]. Na minha concepção, houve falta e o juiz ia marcar. Foi muito rápido. Eu fiquei no chão esperando a falta e ele passou e pisou. Eu pensei: ‘tenho que correr atrás e nem pensei em reclamar’. Mas se eu tivesse feito uma cena, o juiz ia dar alguma coisa.
- Diego Tardelli, atacante do Atlético-MG: Foi uma discussão normal. Um bate-boca com o Jairo, e o Werley veio retrucar. Teve um lance que achei que o Jairo poderia tocar por baixo e ele mandou por cima. Não foi atitude correta. O Vanderlei pede, por ser capitão, para não fazer isso. Não poderia ter tomado a atitude diante da nossa torcida. Mas já está tudo bem com o Werley. A gente tem tudo o que o clube pode oferecer, e o clube tem jogadores com a capacidade de dar a volta por cima. É um momento ruim que ninguém quer passar. E, quando os resultados não chegam, fica complicado. A gente sabe que o Atlético-MG já esteve na segunda divisão e passa isso na cabeça. Mas quem colocou o Atlético-MG nessa situação fomos nós jogadores e temos que tirá-lo. Ainda dá tempo. O primeiro turno não acabou, e a diferença de pontuação entre os clubes não é grande. Mas tem que ser rápido. Falta de vontade não tem. Isso não vai ter aqui. Parece que a equipe se esqueceu de como se joga futebol. Falo de mim, e da equipe também. Não estou tirando o meu da reta. Não adianta iludir o torcedor e ficar falando aqui e, quando chega ao campo, não mostrar nada. Temos que falar menos e fazer mais. O Cruzeiro sempre vem montando uma boa equipe. Tem um elenco entrosado, que já vem jogando junto há um bom tempo. Sempre vai existir essa rivalidade. Futebol é assim, a gente lamenta essas derrotas, mas uma hora isso vai mudar.
- Jairo Campos, beque do Atlético-MG: As brigas no futebol acontecem. O mais importante é deixar ali. Isso ficou e agora temos que ficar juntos. Depois conversamos e ficou lá a briga. Peco desculpas à torcida, porque temos que resolver desentendimentos no vestiário. Mas, infelizmente aconteceu. Mas isso vai nos ajudar a dar a volta por cima e ter um futuro melhor.
- Fernandinho, lateral-esquerdo do Atlético-MG: Nós atletas profissionais não temos que pedir desculpas. A gente tem que fazer é dentro de campo para que o torcedor possa vir. A gente sabe da situação. Não adianta ficar lamentando, se desculpando. Mas eu acho que é isso. Só nós, atletas, podemos sair dessa situação. A gente sabe que tem um campeonato longo ainda pela frente, são muitos jogos, mas sabemos que com o elenco que a gente tem vamos conseguir sair dessa situação. Depois que a bola começar a entrar, a gente sabe que vai fazer o melhor para que o Galo esteja sempre em primeiro lugar. Nossa equipe fez um bom jogo. Tentou da melhor maneira possível fazer o gol. E, infelizmente, às vezes, a fase não está muito boa, a bola acaba não entrando. A equipe adversária foi uma vez só e acabou fazendo (o gol). É coisa de futebol, às vezes nem sempre quem faz o melhor jogo ganha a partida. Agora, vamos ter que trabalhar. Temos a Sul-Americana na quarta-feira e é bola para frente. Agora é tentar sair dessa situação em que o Atlético se encontra e tentar vencer na Sul-americana, pois é o caminho mais curto para a Libertadores.
- Wanderlei Luxemburgo, treinador do Atlético-MG: Já passei por situações semelhantes, mas sempre tive a tranquilidade de saber como ajeitar as coisas. O momento é triste, porque estamos tentando e não estamos conseguindo. Mas daqui a pouco tudo vai dar certo. Isso é o futebol. Jogamos melhor do que eles nos dois jogos (o outro foi pelo Campeonato Mineiro) e não ganhamos. Não tem do que reclamar. Daqui a pouco, a coisa vira. Eu entendo a torcida estar chateada. Tem mais que me hostilizar, que pedir para eu ir embora mesmo, só que com respeito, claro. Eu sei que o torcedor está indo embora com a cabeça quente. Mas temos que ter calma, tranquilidade e trabalhar muito. Quarta-feira, já tem Copa Sul-Americana, e os jogadores estão com a cabeça centrada, estão tranquilos. Eu respeito as críticas da imprensa e da torcida, mas eu sei o que estou fazendo. Importante é o que eu converso com a diretoria. O Atlético-MG tem que continuar trabalhando para equilibrar a equipe. Com jogos quarta e domingo, você tem pouco tempo para trabalhar. Mesmo na zona de rebaixamento, eu consigo ver muita coisa boa para o Galo.
- Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG: Eu quero dizer que vai encaixar, vai dar certo. O time é bom, tem uma comissão técnica boa e vai encaixar. Nós temos o Obina e o Diego Souza sem as melhores condições físicas, o Edison Mendez no departamento médico. Pelo menos cinco jogadores que contratamos ainda não estão no melhor da forma. Esse sentimento a torcida do Atlético está tendo pela primeira vez, que tem organização. Eu aceito (a culpa), não tem problema. Nós não contratamos jogadores velhos. Nós temos jogador em seleção do Paraguai (Cáceres), do Equador (Mendez), o que está acontecendo, e é duro para falar isso (para o torcedor), mas nós temos que esperar.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Rolou a bola da 12ª rodada da Série A do Brasileiro, disputada em 31jul10 e 01ago10. O Flu voltou à iderança. Os cariocas colocaram bons públicos no Maraca e fizeram a média subir 40% em relação à última rodada. O Prudente conseguiu perder dois pênaltis no fim da partida. O Cruzeiro foi o autor da maior façanha: vencer um clássico com toda a torcida contra. Luxa, com seu valioso elenco, está na ponta de baixo da tabela, mas continua blindado pela imprensa mineira. Adílson Baptista estreou no Corintiãs enfrentando Felipão, outro famoso que ainda não venceu após quatro rodadas dirigindo a SEP.
- Maracanã, Flu 3×1 Atlético. Público: 30.776. Gols: Washington, 22 do 1º; Emerson, 9, Conca, 24, Bruno Mineiro (Atl), 40 do 2º. Conca desequilibrou.
- Serra Dourada, Atlético-GO 1×1 Guarani. Público: 2.430. Gols: Tiuí, 4, Mazola (Gua), 17 do 1º. O gol da vitória do Dragão foi evitado pelo montinho bequeiro. Se fosse na Arena do Jacaré causaria polêmica. Mas como foi no espetacular gramado do Serra Dourada, ficará tudo por isso mesmo.
- Morumbi, São Paulo 2×1 Ceará. Público: 11.793. Gols: Fernandão, 20, Ricardo Oliveira, 22, Erick Flores (Cea), 39 do 2º. Adiantou pouco para Ricardo Gomes, que só desce do telhado se passar pelo Inter e for à final da Libertadores. No final, a galera cantou: “Eu acredito!”
- Pacaembu, Palmeiras 1×1 Corintiãs. Público: 24.491. Gols: Jorge Henrique, 22, Edinho, 34 do 1º. Adílson estréia bem, Felipão continua sem vencer em jogo muito corrido.
- Barradão, Vitória 1×3 Bota. Público: 8.217. Gols: Edno, 35, Júnior, 36, Jobson, 37 e 48 do 2º. Leão desfocado, Bota animado, Jobson iluminado.
- Ressacada, Avaí 4×1 Goiás. Público: 7.504. Gols: Emerson, 8, Davi, 9 e 41 do 1º; Bernardo, 23, Robinho, 32 do 2º. Bernardo marcou um golaço. O que é pouco pra parar um Avaí em grande fase.
- Beira Rio, Inter 0×0 Grêmio. Público: 33.087. Jogo mui peleado, pois como dizem os gaúchos, clássico é clássico e vice versa. O resultado deixou o Grêmio na Z4 e o Inter no G4.
- Jacaré, Atlético-MG 0×1 Cruzeiro. Público: 12.340. Gol: Wellington Paulista, 32 do 1º. Mestre Cuca cozinhou 13 mil galetos no Caldeirão de Sete Lagoas.
- Farazão, Prudente 1×2 Santos. Público: 15.890. Gols: Danilo, 5 do 1º; Rodriguinho, 21, Robson, 37 do 2º. O Prudente desperdiçou dois pênaltis nos últimos minutos. Economizou gols pra marcar na Copa Sul-americana.
- Maracanã, Fla 0×0 Vasco. Público: 50.447. Jogo de muitos dribles e grandes defesas, mas gol que é bom, necas de catibiriba…
Gols: 24. Público: 196.975. Média: 19.698. G4: Flu, 26, Corintiãs, 25, Inter, 20, Ceará, 20. Z4: Goiás, 12, Grêmio, 12, Atlético-MG, 10, Atlético-GO, 8. / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 - WP, André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 - Caio, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí).
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Rola a bola da 12ª rodada da Série A do Brasileiro. (mais…)
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Mauro França
Com muitos desfalques e sem muitas opções, Cuca mandou a campo uma formação mais defensiva, com quatro volantes (!). Um deles, Fabinho, compôs o trio de zagueiros com Gil e o estreante Edcarlos.
1º TEMPO
Com um minuto de jogo, Tardelli, marcado à distância, penetrou pelo lado esquerdo da área e bateu cruzado. Fábio espalmou, Diego Souza não alcançou o rebote e Paraná, com um corte providencial, evitou o chute de Diego Macedo.
Ficou só no susto. O jogo seguiu equilibrado, bastante truncado e disputado entre as intermediárias, com predomínio das defesas. Marcando bem a saída de bola do adversário, o Cruzeiro impediu qualquer tentativa de pressão. E chegou a ter maior posse de bola, ainda que sem chutar a gol ou criar situações claras de perigo.
O Atlético tentou algumas poucas estocadas. Depois do primeiro lance, voltou a chutar a gol apenas aos 15 minutos. Na sua melhor jogada, aos 25, João Pedro, novamente pela esquerda, passou por Fabrício e bateu rasteiro, cruzado, exigindo difícil defesa de Fábio.
Aos 28, Thiago Ribeiro quase põe tudo a perder ao atingir João Pedro com um pontapé tão violento quanto desnecessário. Seneme contemporizou e lhe aplicou o amarelo. Ficou barato.
Aos 32, Fabrício recebeu bom lançamento de Edcarlos e ajeitou para Wellington Paulista. Pouco além da entrada da área, ele dominou, limpou o lance e disparou um petardo no ângulo direito de Fábio Costa, que ficou estático. A bola bateu no travessão e entrou. Golaço! Cruzeiro, 1×0.
O Atlético se enervou. A ponto de, aos 37, Diego Tardelli e Werley trocarem xingamentos, por pouco não chegando às vias de fato. Seneme economizou cartão ao apenas advertir verbalmente os brigões.
A partir daí o Atlético tentou a reação e passou a jogar na intermediária celeste. Teve uma grande oportunidade para empatar aos 39, quando Diego Souza desviou cruzamento da esquerda e acertou a trave esquerda de Fábio. No mais, suas tentativas esbarraram na grande atuação da defensiva celeste, que cortou tudo, pelo alto e por baixo.
No último lance, já aos 46, depois de uma cobrança de falta, Werley apareceu livre para cabecear. Fábio fez grande defesa, mas o lance já havia sido anulado pelo bandeira, que marcou impedimento.
2º TEMPO
O Atlético voltou com Obina no lugar de Werley. Mas quem começou assustando foi o Cruzeiro. Com um minuto, Diego Renan fez boa jogada, driblou Cáceres e bateu para o gol. Fábio Costa desviou, a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo.
O Cruzeiro recuou sua marcação, que, no entanto, se manteve firme e dificultou a armação de jogadas do adversário. E passou a buscar os contra-ataques, que só não foram mais efetivos por falta de capricho nas trocas de passes.
Aos 10, Luxemburgo mexeu pela segunda vez, trocando Diego Macedo por Zé Luiz. Como a primeira, a segunda substituição também não funcionou. Enroscado na marcação celeste, o Atlético pouco ameaçou. E praticamente se limitou a jogar bolas na área. A maioria das tentativas foi neutralizada pela bem postada defesa celeste, que também foi soberana nos desarmes (23×9 no total).
Aos 18, Ecarlos foi advertido com o amarelo por falta em Obina no meio de campo. O atacante também recebeu o cartão logo depois, aos 24, por simulação. Pouco antes, Fabrício, extenuado, foi substituído por Elicarlos. Do outro lado, Leandro entrou no lugar de Ricardinho.
Controlando o jogo, o Cruzeiro voltou a ameaçar aos 26. Diego Renan tabelou com Thiago Ribeiro e, na cara do gol, bateu pela linha de fundo, perdendo grande chance para ampliar. Aos 30, Cuca reforçou a marcação e tentou melhorar a saída do contra-ataque ao trocar Everton por Rômulo.
Sem conseguir penetrar na área celeste, o Atlético insistiu nos cruzamentos. Aos 33, Fábio tirou a bola da cabeça de Tardelli. Aos 34, Fernandinho, dentro da pequena área, pegou uma sobra e isolou. Um minuto depois, Robert substituiu Thiago Ribeiro.
Aos 38, Tardelli desarmou Jonathan com falta e ainda lhe deu um pisão. Seneme deixou correr. Já nas proximidades da área celeste, Gil tomou a frente do atacante, mas largou o braço, o atingiu e foi sumariamente expulso pelo juiz.
Daí em diante, já no desespero, o Atlético tentou pressionar, mas a defesa celeste se manteve firme e conseguiu manter a vantagem.
Foi uma grande vitória. O time mostrou muita aplicação tática, vontade e determinação. Cuca felizmente não embarcou na onda dos microfonistas e montou um time aguerrido, firme na defesa, que não se preocupou em jogar bonito e sim, muito mais importante, em vencer o jogo.
Coletivamente o Cruzeiro foi muito bem. Algumas atuações individuais, no entanto, merecem destaque. Fábio foi preciso nas suas intervenções. Paraná foi soberano no meio de campo, ajudando na marcação e saindo para o jogo com muita qualidade. Gil foi uma barreira. Edcarlos estreou muito bem, com personalidade. Wellington Paulista fez um golaço.
Com a vitória, o Cruzeiro se manteve próximo ao G-4, enquanto o rival chafurda na zona de rebaixamento. Melhor, impossível.
Mauro França, 47, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.
Tags:atlético-mg, Cruzeiro, Cuca, Diego Souza, Fábio, Luxemburgo, Sete Lagoas, Wellington Paulista
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domingo, 1 de agosto de 2010
Em 6º lugar com 16 pontos, o Cruzeiro não entra no G4 nem com uma vitória. Mas fica colado nela. Cuca ainda não sabe se pode contar com Gilberto e Caçapa, que se recuperam de contusões. Henrique, suspenso, não joga.
Em 19º lugar com 10 pontos, o Atlético-MG pode continuar na Z4 mesmo vencendo. Luxemburgo não poderá escalar Daniel Carvalho Neto Berola, expulsos na partida contra o Avaí.
Lances + importantes do 1º tempo
- 18h30 – Times com uniformes tradicionais. Um minuto de silêncio em homenagem a um repórter da TV Globo.
- 18h31 – Cruzeiro à direita das tribunas.
- 01 – Diego Tardelli entra livre na área e bate cruzado, Fábio estica-se pra salvar o gol. Diego Souza erra ao tentar o chute no rebote. Marquinhos Paraná aprece e impede a conclusão de Diego Macedo chutando a bola pra longe.
- 02 – Diego Macedo cobra escanteio, Paraná corta de cabeça.
- 03 –Thiago Ribeiro recebe de Marquinhos Paraná, cruza, Jairo Campos corta.
- 06 – João Pedro abre o jogo com Tardelli pela esquerda, juiz marca impedimento do atacante.
- 07 – Diego Renan comete falta em Diego Macedo. Fernandinho levanta bola na área. Tiro de Meta.
- 09 – Jogo truncado. Muita marcação.
- 10 – WP lança TR que cruza. Defesa cede escanteio.
- 11 – Jonathan ganha disputa com Fernandinho e cruz, ninguém do Cruzeiro aparece para finalizar.
- 13 – Choque de cabeças entre Francisco Everton e Jairo Campos. Os dois ficam caídos na área. Cáceres chuta bola pra lateral.
- 14 – Luxa pede que Ricardinho marque alguém. Cuca pede que Gil saia pro jogo.
- 15 – Diego Macedo cruza, Gil corta, João Pedro chuta de fora da área, Fábio defende.
- 16 – Everton tenta jogada individual pela direita, entra na área, cai e pede pênalti. juiz manda seguir o jogo.
- 17 – Torcida emplumada muito fria não empurra seu time.
- 18 – WP passa a Everton na entrada da área, Cáceres rebate.
- 19 – Fábio sai da área pra rebater. Diego Tardelli chuta de longe, por cima do travessão.
- 20 – Um gato preto e branco atravessa o campo.
- 22 – Jairo Campos dá um chutão, Paraná fica com a bola e tabela com Fabrício, defesa emplumada corta.
- 23 – Edcarlos desramado no ataque, Ricardinho lança Diego Souza, que passa a Diego Tardelli. Atacante deixa Gil para trás, mas chute sai por cima do travessão.
- 24 – Torcida emplumada manifesta-se pela primeira vez.
- 25 – João Pedro dribla Fabrício e chuta rasteiro procurando canto esquerdo de Fábio, que espalma pra escanteio.
- 26 – Fernandinho cobra escanteio, Fábio defende pelo alto.
- 27 – Diego Tardelli e Diego Souza tabelam, Edcarlos rebate.
- 28 – Thiago Ribeiro dá pontapé em João Pedro, na lateral do campo. Cartão amarelo. Ficou barato.
- 29 – Diego Tardelli passa a Fernandinho, Gil protege saída de Fábio, que defende no chão.
30 – Werley segura Wellington Paulista no meio de campo. Falta.
- 31 – Diego Tardelli ataca, Marcos Leandro, locutor do PFC, vibra intensamente. Gil despacha a bola.
- 32 – Diego Renan faz lançamento de 40 metros pra Fabrício. Na entrada da área, o volante escora pra Wellington Paulista, que corta Ricardinho e solta uma bomba. A bola acerta o travessão e entra no ângulo esquerdo de Fábio Costa. Cruzeiro 1×0.
- 33 – Marcos Leandro manifesta decepção com Fábio Santos, que segundo ele poderia ter defendido o chute de Wellington Paulista.
- 35 – Fernandinho invade a área, Fábio defende a seus pés. Braatz marca impedimento.
- 36 – Cáceres pisa na mão de Diego Renan.
- 37 – Jairo Campos e Werley discutem com Diego Tardelli. Por pouco, não saem no tapa. Bob Faria, comentarista do PFC, pede providências imediatas ao Luxa.
- 38 – Diego Macedo cruza da direita, confusão na área, defesa celeste espana.
- 39 – Diego Tardelli faz jogada pela esquerda e cruza. Diego Souza dá um toquinho, bola acerta o poste esquerdo do arco celeste.
- 40 – Diego Macedo cruza da esquerda, Fábio não consegue segurar a bola, que sai pela linha de fundo.
- 42 – Diego Tardelli entra na área, é desarmado por Gil e cai pedindo pênalti. Segue o jogo.
- 43 – Serginho passa por Fabinho e cruza. Marquinhos Paraná, dentro da área, despacha.
- 44 – Macedo cobra escanteio, Fábio defende pelo alto.
- 45 – Gil comete falta em Diego Tardelli. Marcos Leandro e Bob Faria pedem cartão. Juiz não dá. Bola na área, Gil corta.
- 46 – Atlético-MG joga na intermediária celeste.
- 47 – Edcarlos comete falta em Diego Souza. Fernandinho cobra, Werley cabeceia, Fábio faz defesa milagrosa. Braatz marca impedimento.
- 48 – Fim de 1º tempo. Cruzeiro teve 52% de posse de bola.
- Wellington Paulista: “Queríamos marcar logo um gol pra tocar a bola e controlar o jogo.”
Lances + importantes do 2º tempo
- 19h36 – Começa o 2º tempo. Cruzeiro dá a saída.
- 00 – Obina substitui Werley.
- 01 – Diego Renan avança, dribla Cáceres e solta uma bomba. Costa desvia bola, que acerta poste direito e sai pela linha de fundo. TR cobra, Fábio Costa defende.
- 02 – Diego Tardelli comete falta em Jonathan e não recebe cartão.
- 03 – Serginho derruba Paraná. Falta.
- 04 – Fernandinho vai à linha de fundo e cruza. Obina fura, Gil espana.
- 05 – Fernandinho cruza, Edcarlos corta de cabeça. TR puxa contra-ataque e chuta por cima do travessão.
- 06 – Fábio Costa sai jogando errado, Wellington Paulista tenta atacar, mas puxa o freio de mão quando vê o goleiro emplumado saindo de carrinho. Centroavante trocou a bola pelas pernas.
- 07 – Thiago Ribeiro invade a área e toca pras redes. Bandeira marca impedimento. Marcos Leandro pede cartão vermelho para o atacante.
- 09 – Cruzeiro recuado e marcando forte. Emplumados têm dificuldade pra armar jogadas.
- 10 – Zé Luiz substitui Diego Macedo.
- 11 – Fernandinho cobra falta sobre a área, Thiago Ribeiro corta de cabeça, Diego Tardelli conclui, bola sai pela linha de fundo.
- 12 – Diego Tardelli ataca pela esquerda, mas é desarmado por Fabrício.
- 13 – Jairo Campos comete falta em Wellington Paulista, locutor Marcos Leandro dá bronca no juiz.
- 14 – Fabrício aparece no ataque e chuta forte. Bola sai à esquerda de Costa.
- 15 – Torcida atleticana muito fria. Só Marcos Leandro incentiva seu time.
- 16 – Ricardinho cobra falta apressadamente, bola fica com Fabrício. Ataque celeste se perde em lançamento errado pra Wellington Paulista.
- 17 – Obina derruba Diego Renan na entrada da área celeste.
- 18 – Edcarlos comete falta em Obina no meio de campo e recebe cartão amarelo.
- 19 – Fernandinho cobra falta sobre a área, Marquinhos Paraná cerca Diego Tardelli, que conclui pra fora.
- 20 – Público: 12.340 pagantes. Renda: R$266.775,00. Torcida atleticana continua muda.
- 21 – Fernandinho cobra falta sobre a área, ninguém consegue cabecear, Fábio defende.
- 22 – Fabrício cai no meio de campo. Wilson Seneme o levanta e o obriga a sair rapidamente.
- 23 – Elicarlos substitui Fabrício. Leandro Silva substitui Ricardinho. Thiago Ribeiro chuta de longe, por cima do travessão.
- 24 – Obina cava pênalti e recebe cartão amarelo.
- 25 – Serginho invade a área pela direita, Edcarlos cede escanteio.
- 26 – Diego Renan tabela com Thiago Ribeiro, invade a área e chuta forte, pra fora. Gol desperdiçado.
- 27 – Serginho ataca pela direita e cruza forte. Fábio salta e tira com os punhos.
- 28 – Leandro cruza da esquerda, Jonathan corta. Bola lançada pra Everton, Costa defende.
- 29 – Fernandinho cruza, Gil corta.
- 30 – Rômulo substitui Francisco Everton, que recebe cartão amarelo por simular contusão.
- 31 – Marcos Leandro é Dylan da locução esportiva. Sempre contra o Cruzeiro!
- 32 – Diego Renan cruza da esquerda, Jairo Campos corta.
- 33 – Fernandinho cruza de curva, Fábio espalma tirando a bola da cabeça de Diego Tardelli.
- 34 – Obina joga bola na área, Fernandinho arremata por cima do travessão.
- 35 – Robert substitui Thiago Ribeiro.
- 36 – Robert passa a Rômulo, que cruza. Jairo Campos corta.
- 38 – Diego Tardelli derruba e pisa em Jonathan caído. Juiz não marca a falta. Gil disputa com Diego Tardelli, na ponta-esquerda, e aplica uma cotovelada no atacante. Cartão Vermelho pra ao beque do Cruzeiro.
- 40 – Obina comte falta em Diego Renan.
- 41 – Briga nas arquibancadas.
- 42 – Fabinho corta de cabeça cruzamento de Serginho.
- 43 – Diego Tardelli levanta bola na área, Fábio defende.
- 44 – Juiz dá 4 minutos de acréscimo. Marcos Leandro vibra.
- 45 – Robert prende bola na ponta-esquerda. Cáceres cede escanteio.
- 46 – Escanteio a favor do Atlético-MG. Confusão na área. Fabinho corta, Souza chuta pra fora.
- 47 – Bola sobre a área celeste. Fábio escolta saída dela pela linha de fundo.
- 48 – Marcos Leandro pede advertência a Fábio por cera. Rômulo é lançado, Fábio Costa defende.
- 49 – Fim de jogo. 45 venceram 13 mil. Obina e Gil brigam. Finalizações: Atlético-MG 13×7. Desarmes: Cruzeiro 23×9. Escanteios: Atlético-MG 5×3. Passes Errados:Atlético-MG 32×24. Faltas: Cruzeiro 27×19.
- Diego Renan: “O que valeu foi a nossa garra. Eles disseram que iam atropelar, golear. Mas futebol são 11 contra 11.”
- Gil: “Eu só levantei a mão pra me proteger na jogada, mas o juiz entendeu mal e me expulsou.”
- Fernandinho: “Quando a fase é ruim, a bola não entra. Nossa equipe fez um bom jogo, o adversário foi uma vez só e marcou.”
- Fábio: “O Cruzeiro foi muito feliz jogando em Sete Lagoas, mesmo estranhando o gramado.”
Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, domingo, 01ago10, 18h30, ARENA DO JACARÉ, Sete Lagoas, 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 12.340 pagantes – Renda: R$266.775,00 – Juiz: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Altemir Hausmann (Fifa-RS) – Amarelos: Thiago Ribeiro, Edcarlos, Francisco Everton (Cru); Obina (Atl) – Vermelho: Gil (Cru) – Gol: Wellington Paulista, do 32 1º tempo – Cruzeiro: FÁBIO; Jonathan, Gil, Edcarlos e Diego Renan; Fabrício (Elicarlos), Fabinho, MARQUINHOS PARANÁ e Francisco Everton (Rômulo); Thiago Ribeiro (Robert) e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Atlético-MG: Fábio Costa; Jairo Campos, Cáceres e Werley (Obina); Diego Macedo (Zé Luís), Serginho, João Pedro, Ricardinho (Leandro Silva) e Fernandinho; Diego Souza e Diego Tardelli. Tec: Vanderlei Luxemburgo – Histórico – Foi o 430º Cruzeiro x Atlético. Segundo as duvidosas estatísticas ditas oficiais, o Cruzeiro venceu 147, empatou 115 e perdeu 168, com 551 gols a favor e 607 contra. Os dois clubes já se enfrentaram em 18 decisões do Campeonato Mineiro. O Cruzeiro venceu 10 (40, 67, 72, 77, 87, 90, 98, 04 e 08, 09), perdeu 7 (31, 54, 62, 76, 85, 00, 07) e empatou uma (56), ano em que, por falta de atletas em condições de jogo para decisão, após longa batalha judicial, os dois foram declarados campeões. Nas duas edições da Copa dos Campeões do Campeonato Mineiro, a vitória foi do Cruzeiro. Em fases preliminares, o Cruzeiro foi eliminado pelo rival nas oitavas-de-final do Brasileiro de 1999 e o eliminou nas semifinais da Copa Sul-Minas de 2001 e 2002 e do Mineiro de 2005 e 2006.
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Jonathan antecipa a batalha das Termópilas, ops!, de Sete Lagoas:
- “Nunca joguei um clássico sem a torcida do Cruzeiro. A gente entende que é por causa da segurança dos próprios torcedores, embora muitos achem ruim que tenha uma torcida só. Temos que focar somente no trabalho e pegar aquele filme como exemplo, o ‘300’, daqueles soldados contra aquele batalhão de gente. Acho que vai ser no mínimo umas 15 mil pessoas contra 45 e gente tem que se juntar, se fortalecer para procurar um bom resultado.”
Toda sorte aos 45 de Jonathan contra os milhares de persas (e hienas) do Luxerxesburgo!
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:
- André Kfouri, em seu blog: Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré mesmo. Não é da Raposa e nem do Galo.
- Mário Marcos de Souza, em seu blog: Em Sete Lagoas, interior mineiro, o Grêmio ficou tão frustrado com o empate em 2 a 2, em um jogo em que foi melhor, que o vestiário entrou em crise no fim. Segundo relato do repórter André Silva, Jonas e o zagueiro Rodrigo brigaram no vestiário, chegaram a partir para a troca de tapas e tiveram de ser contidos pelo técnico Silas. Silas negou. Para ele, foi apenas uma discussão normal de vestiário, típica de um grupo que luta até o fim pelas vitórias. Em campo, jogando com três zagueiros, o Grêmio dominou o Cruzeiro, esteve sempre em vantagem (Borges e Douglas marcaram), mas cedeu o empate em duas falhas da defesa (Henrique fez os dois de cabeça). No segundo tempo, o Grêmio seguiu melhor. Jonas fez um gol de falta, mas surpreendentemente foi substituído pelo técnico logo depois, deixando o time sem seu melhor atacante. A maior frustração do torcedor do Grêmio certamente foi ver a equipe desperdiçar uma vitória que seria fundamental nesta altura do campeonato. Terá de partir para a recuperação.
- Vitor Birner, em seu blog: O 1° tempo em Minas Gerais se desenrolou em ritmo lento. No minuto final, Borges fez 1×0 para os visitantes e ajudou a mudar a história da segunda etapa. O Cruzeiro voltou do vestiário com Sebá, atacante, no lugar do lateral Rômulo. Mostrou mais pegada, empatou antes dos 2 minutos com Henrique, e foi ao ataque tentar a virada. A partida ficou imprevisível. Ambas as equipes criaram oportunidades suficientes para chegarem ao gol. Quem o fez primeiro foi Jonas, pelo Grêmio, aos 34. Henrique igualou o jogo aos 40, premiando a luta da Raposa na etapa final. O Grêmio segue na zona de rebaixamento.
- Wianey Carlet, em seu blog: O Grêmio não para de errar: Se não tivesse falhado no final do jogo, o Grêmio teria derrotado o Cruzeiro, voltaria para casa fora da zona da morte e não teria havido a lamentável briga no vestiário, após a partida. Este reprovável acontecimento não deveria ser maquiado por Silas e pelos dirigentes. Nessas ocasiões, melhor é assumir o erro e tomar as providências cabíveis. Victor, mais uma vez, falhou. Tem sido uma rotina. E Silas cometeu a proeza de substituir Jonas quando este acabara de marcar o segundo gol e se constituía em figura de destaque do time. O Grêmio anda mal porque muitos erros estão sendo cometidos. Em todos os níveis. Está na hora de Silas acertar e manter uma escalação e um esquema tático. Nem que seja preciso afastar medalhões que jogam como se estivesse fazendo um favor ao Grêmio.
- Valdir Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro: Tivemos uma rápida reunião agora por telefone, o presidente Zezé Perrella, o Dimas Fonseca e eu, e rapidamente o presidente definiu que os nossos dois próximos jogos marcados aqui para a Arena do Jacaré, contra o Prudente e o Vitória-BA, serão disputados em Ipatinga. Já tínhamos confirmado para o Parque do Sabiá Corinthians, Flamengo e Internacional. E a sequência seguinte a gente vai avaliar nesta semana para sabermos onde jogaremos e não estamos descartando definitivamente a Arena do Jacaré. Hoje (domingo), ao meio dia e meia, estávamos acabando de almoçar, e veio a notícia de um acidente na BR-040. Procuramos nos informar, ligamos para a Polícia Rodoviária Federal e para as pessoas do Cruzeiro que estavam transitando para saber como estava a estrada. Os jogadores já estavam no quarto descansando para a palestra e tivemos um corre-corre, chamamos todo mundo para descer e anteciparmos a vinda para Sete Lagoas. Tivemos que buscar uma alternativa, passamos por Pedro Leopoldo, uma estrada que não dá nenhuma segurança para circulação de ônibus, ainda mais em uma velocidade um pouco maior. Duas pistas simples sem acostamento. Você coloca em risco os jogadores do Cruzeiro e as pessoas que transitam nessa estrada. Não se pode praticar futebol profissional sem saber que horas vai ser a preleção, que horas vai sair da Toca da Raposa, se vai chegar a tempo. O pessoal do doping ficou preso. A sorte é que o doping é depois do jogo. E se o trio de arbitragem não estivesse informado e fica preso na BR-040? O Cruzeiro avisou ao Grêmio e eles sairiam pela 040. A coisa está meio complicada.
- Cuca, treinador do Cruzeiro: Para um time grande, de estatura competitiva como o Grêmio, o campo irregular torna as coisas mais difíceis para a gente. Acho que o placar foi justo, até pelo que as duas equipes fizeram em campo. O Grêmio por uma parte e nós pela busca do resultado até o final. Não sou de chorar, mas nos fizeram muita falta alguns jogadores. Nós tentamos uma estratégia no primeiro tempo com o Jonathan no meio e não deu. Antes do intervalo passamos ele para o lado do campo e o Rômulo por dentro, e também não surtiu efeito. Quando tomamos o gol e fomos para o vestiário, tínhamos que voltar e empatar em cinco, dez minutos, senão não empataríamos mais. Pusemos um atacante na direita, o Sebá, um na esquerda, o Thiago, e fizemos um 4-3-3. O Grêmio não conseguiu encaixar a marcação e nós fizemos o gol. Estávamos melhor, até tomar o gol. Aí tivemos que nos superar e buscar o empate na base da raça, com a cabeçada do Henrique. Pelo que foi o jogo, o empate não foi um mau resultado. No segundo tempo nós tivemos uma atitude diferenciada. Temos ter essa atitude desde o começo. Nós buscamos o resultado com os meninos jogando, o Reina, o Sebá, o Fabinho improvisado na zaga e muito bem por sinal. A gente tem que analisar o jogo, ver o que pode melhorar para o futuro. Tudo está em aberto, podemos melhorar muitas coisas.
- Henrique, volante do Cruzeiro: Nunca tinha marcado dois gols em uma mesma partida como profissional, só na base. E também faltava um gol de cabeça na minha carreira. Felizmente acabei marcando dois desta vez. Isso é trabalho, o Cuca me posicionou bem. É trabalho, dedicação e fico muito feliz por conquistar isso, por ajudar a equipe. Fico chateado em ficar de fora do clássico, que é muito importante para as duas equipes. A gente vem há três anos jogando contra o Atlético-MG, tendo vitórias contra eles. Mas, por outro lado, fico tranqüilo porque nosso elenco está bem servido e quem entrar, com certeza vai dar conta do recado e vai ajudar o Cruzeiro a buscar a vitória, que é o mais importante.
- Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: Aqui já deu. Isso vai beneficiar os outros times. Foi assim contra o Goiás, foi assim hoje. A nossa equipe é muito técnica, precisa de espaço para jogar. Todas as vezes que o Cruzeiro joga num campo menor, nós temos dificuldades, porque são jogadores leves e rápidos e, às vezes, não temos tempo de fazer isso. Ainda mais com o gramado do jeito que está, a bola quica muito. A minha é a (camisa) 2. O Cuca percebeu isso logo no início do 1º tempo, eu estava meio perdido. Não posso dizer nunca, já joguei por essa função, mas fiquei um pouco perdido. Não estou acostumado com o Rômulo, a gente tem de ter entrosamento melhor, mas a minha preferência é a lateral direita, sem dúvida nenhuma.
- Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: É o que nós temos. A gente queria jogar no Mineirão. Mas não dá para culpar o campo. Nós não fizemos um bom jogo. Nosso time é de toque de bola. Nós não conseguimos trocar passes.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Sem dúvida, no 2º tempo, se a gente não fez aquele jogo tecnicamente bom, a gente voltou com mais pegada, mais vibração, encurtando os espaços do Grêmio, na base da garra, da determinação. Quando não dá na técnica, tem que ir na raça. As duas vezes em que a gente buscou o empate, foi na base da raça, corremos atrás e conseguimos ao menos o empate. A gente esperava vencer, não importa o placar. Na medida do possível, a gente procurou se superar. Conseguimos o empate, que não foi o resultado que a gente gostaria, mas melhor somar um ponto do que nada. No todo, acho que nossa equipe não foi bem. Coincidência ou não, nos dois jogos (Goiás e Grêmio) nesse campo, a apresentação nossa não foi tão boa. Não é porque empatou. Contra o Goiás, a gente já tinha alertado. Não podemos usar como desculpa, porque o campo é ruim para os dois lados. Os jogadores do Grêmio a todo momento reclamaram do campo. Nesse estádio, não tem condição de acontecer esse tipo de jogo.
- Jonas, atacante do Grêmio: Gente, eu e o Rodrigo somos amigos, eu nunca tinha trabalhado com ele, é a primeira vez. Não tem nem o que falar dele porque a gente brinca muito. Não houve nada, só houve discussão e não só eu e ele, mas todo o elenco. Não queríamos tomar um gol no final do jogo e também houve discussão sobre a arbitragem. Não podemos brigar entre nós, mas sim com os adversários.
- Rodrigo, beque do Grêmio: Não aconteceu nada, eu não sei nem o que colocaram. Estão falando que discutimos, mas isso é uma coisa de jogo. A gente está vendo que todos os jogos estamos sendo prejudicados e ninguém faz nada. Se houvesse agressão não se chegaria a lugar nenhum. Se tiver brigando e nessa situação estaríamos acabados. Não houve nada, discutimos situações de jogo e a questão da arbitragem.
- Borges, atacante do Grêmio: O gol saiu em um momento importante e espero que a gente saia dessa situação. O campo está muito ruim, com o gramado ondulado e está difícil ficar tabelando. A gente tem que jogar sério para sair com o resultado. Não teve nada de agressão. O que aconteceu é que nós jogadores saímos muito chateados com a arbitragem. E fica complicado para nós jogadores falarmos sobre isso, tem que deixar para a diretoria. E quando se trabalha igual estamos fazendo e os resultados não saem, a gente fica muito irritado. Estávamos conversando entre a gente, e essas cobranças tem que existir. Nós corremos, conseguimos fazer dois gols e merecíamos sair com a vitória. Mas tem também o detalhe do campo, que é horrível e fica difícil tocar a bola. Acho que o Grêmio encontrou uma forma boa de jogar fora de casa e vamos evoluir.
- Silas, treinador do Grêmio: É normal os jogadores discutirem após o jogo. Não aconteceu nada demais, todos estavam de cabeça quente, mas é natural devido ao resultado do jogo. Não teve nada disso. Foi uma discussão normal no vestiário e vocês (da imprensa) estão querendo criar uma notícia que não existe. O que aconteceu foi uma cobrança mútua entre os jogadores, que já aconteceu outras vezes. A diferença é que essa vocês (da imprensa) viram. – Nunca tive problemas com arbitragem. Fui expulso porque estava conversando com o trio de arbitragem, como sempre faço. Mas desta vez ele me expulsou. O Grêmio é muito grande, e não pode haver isso que aconteceu aqui hoje. O jogo foi muito difícil, contra um adversário qualificado. E acho que a questão do gramado não tem nada a ver. Os jogadores dos dois times brigaram pela bola, e dentro de campo a partida foi muito boa e disputada.
- Luiz Onofre Meira, assessor de futebol do Grêmio: Considero absolutamente normal. Os jogadores estão juntos e todos mostram que houve somente um desentendimento sem nenhum agravante. Eu já vi muitas vezes isso acontecer, não só aqui no Grêmio. É normal, o que prevalece é que há indignação pelo resultado e a situação que vivemos.
- Duda Kroeff, presidente do Grêmio: Não tem nada de anormal, vi isso acontecer umas 300 vezes no futebol. É bom e positivo. Há uma indignação muito grande por tomar um gol no final. É o que achamos que estava faltando, mas ficou provado que não está.
- Arísio França, no PHD: Eram previsíveis as dificuldades que o Cruzeiro teria na armação de jogadas com a ausência do Gilberto e a falta de um substituto. Acho que o Cuca até acertou ao apostar no Jonathan. Como não funcionou, além da atuação ridícula do Robert mais a jornada pouco inspirada do Thiago Ribeiro o time fui uma nulidade no campo ofensivo. Os gols premiaram toda a vontade e raça do Henrique. Fará muita falta no clássico.
- Edenílson Marra, no PHD: Fui de novo à Arena do Jacaré. O 10 do Grêmio, Douglas, joga muito. Foi o melhor gremista em campo. Entre os cruzeirenses, o melhor foi Henrique disparado. Robert tem muita disposição e pouca técnica. Reina me surpreendeu. Pode ser trabalhado pra se tornar uma opção para o time. Everton começou bem, depois, sumiu. Rômulo e Jonathan bateram cabeça no 1º tempo. Depois que voltou para lateral, o Jonathan melhorou.
- Naldo Morato, no PHD: Ótimo resultado este empate com Grêmio, principamente, porque estivemos por duas vezes atrás no placar. Não podemos esperar muito de um time que tem carências na zaga, na armação e no ataque. Fabinho na zaga, Everton de armador, Jonathan no meio campo e Robert no ataque. Robert consegue ser pior que o WP, mas é injusto cobrar muito dele com um time sem armação, em que a bola pouco chega ao ataque. O time ressente muito dos jogadores ausentes. E os reforços ainda não estão a disposição. No curto prazo, a coisa vai ser muito complicada. E o Reina parece que tem habilidade, mas está sendo improdutivo. Vamos ver se com o tempo, melhora.
- Bruno Barros, no PHD: Henrique jogou por ele e mais dez. Fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro. Marcou, passou, chegou e fez gol. Sem dúvida, vai receber nota dez na Bola de Prata. Mas tomara que ele não seja convocado, pelo menos agora enquanto a janela tá aberta. Depois, não só pode como deve. Nesses 3 últimos jogos ele arrebentou. Jogou demais. Faz tempo que eu não via uma situação assim: todo mundo jogando mal desde o início e o Henrique muito bem o tempo todo. Eles carregou o time nas costas. Bateu escanteio e correu pra cabecear. Impressionante.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Cruzeiro e Atlético-MG não têm estádios. Pra tocarem seu negócio dependem do poder público, que os subsidia após arrecadar impostos de adeptos de todos os times e não apenas dos torcedores deles.
Quando o Mineirão estiver reformado para a Copa de 2014, Cruzeiro e Atlético-MG terão 54 mil confortáveis cadeiras pra venderem a cada partida.
Os demais clubes de Minas, nenhuma, embora seus torcedores tenham contribuído para o empreendimento.
Enquanto esse dia não chega, os dois grandes vão depender de favores de outros clubes.
Terão de jogar em estádios particulares como o do Democrata ou municipais como os de Uberlândia, Varginha, Ipatinga, Pouso Alegre ou Uberaba.
Pelo favor recebido, deveriam ser gratos. Ou, no mínimo, educados. Algo que a direção do Cruzeiro não foi quando seu Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, desancou a Arena do Jacaré e, de raspão, também a bela, progressista e cruzeirense Sete Lagoas, na coletiva após o jogo contra o Grêmio.
Segundo jogadores e cartolas do Cruzeiro, a cancha da Arena é pequena. Comparada às do Mineirão e do Maracanã, pode até ser. Mas é oficial. E não é menor do que as do Olímpico, Baixada, Ressacada, Engenhão e outras nas quais os times mineiros jogam sem reclamar.
Disseram que o gramado é ruim. Realmente, ele não é nenhuma Brastemp. Mas não é esburacado, nem tem pontos carecas. Está perfeitamente apto para a prática do futebol. Só com muita cara-de-pau se pode dizer que ele prejudica o Cruzeiro, supostamente, um time mais técnico do que os outros.
Isto é desculpa esfarrapada. Qual é o time da primeira divisão que não joga com a bola no chão? Apontem um, por favor. Se o Cruzeiro fosse tão técnico quanto imaginam seus dirigentes e atletas, estaria na ponta e não na metade da tabela. Esse trololó é muleta antiga.
Valdir Barbosa criticou a estrada. Sete Lagoas está ligada a Beagá por duas rodovias, uma federal, outra estadual. Com um pouquinho de organização, chega-se lá em menos de uma hora. Obviamente, haverá casos de retenção, como aconteceu na rodovia federal nesse domingo. Em compensação, na estadual, o trânsito fluiu normalmente.
Segundo Valdir, não há hotéis pra receber a delegação caso ela queira viajar mais cedo pra descansar até a hora da partida. Não procede. A cidade dispõe de hotéis confortáveis. É só telefonar fazendo reservas. Como fez Wanderley Luxemburgo quando seu time jogou contra o Inter.
Domingo, a Arena recebeu 10 mil torcedores. Com todos os setores liberados, pode receber até 16 mil. O acesso ao estádio é fácil, existe estacionamento e a visão do campo é melhor do que a oferecida pelo Mineirão.
Os mais exigentes reclamam do sol. Ora, futebol não é esporte indoor. Queixa indeferida, pois. E ninguém pode reclamar de hostilidade. O público é bem mais educado do que o do estádio de Beagá.
Se alguém errou, foi a direção do Cruzeiro, que não colocou monitores pra orientar o público. Ou os torcedores que insistem em chegar a 10 minutos do início partida. Assim, nem nos estádios escandinavos se evita fila pra entrar.
Resta pedir desculpas ao povo de Sete Lagoas que, da euforia por receber seu time de coração, passou à decepção de receber carão de um cartola bem remunerado pra dirigir time de futebol, não pra queimar a imagem do clube que o paga.
O Cruzeiro pode jogar em outras cidades. Aproximar-se de sua torcida espalhada por toda Minas Gerais. Mas não deve cometer descortesias e nem fabricar desculpas pelo mau futebol que eventualmente esteja praticando.
Eu, torcedor cruzeirense de Belo Horizonte, peço desculpas ao povo de Sete Lagoas. Aos cruzeirenses, americanos, bela-vistenses, democratenses e até atleticanos, caso haja algum além do Chico Maia na cidade.
E estarei de volta, quando nosso (não apenas dos cartolas e jogadores) Cruzeiro jogar em Sete Lagoas.
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:
- Fábio – Sem culpa nos gols. Mas também sem praticar as habituais defesas milagrosas.
- Rômulo – Não repetiu o bom 1º tempo do Maracanã. Deslocado para a 2ª linha de quatro também não rendeu bem e foi sacado.
- Fabinho – Salvo pelo gramado de menores dimensões. Perdeu várias bolas para Borges e não ganhou corrida alguma contra os gremistas. Se a cancha fosse mais ampla, teria problemas ainda maiores.
- Cláudio Caçapa – Muita disposição. Entre erros e acertos, o saldo foi positivo e ele terminou como o melhor da defesa.
- Diego Renan – Mal na marcação. Seu setor tem sidoo alvo dos treinadores adversários e ele se complica cada vez mais. Precisa de um volante pra equilibrar a disputa com meias e alas que o atacam em grupo.
- Jonathan – Iniciou na 2ª linha de quatro e foi mal. Recuado pra lateral, melhorou um pouco. Nas entrevistas, passou a impressão de que prefere ficar na sua posição pra não correr o risco de perdê-la. No final, gastou o verbo falando mal do estádio, no que foi corroborado pelo Gerente de Futebol, Valdir Barbosa. Ambos prestaram grande desserviço ao Cruzeiro ofendendo o povo setelagoano, que é majoritariamente cruzeirense.
- Fabrício – Mal. Errou passes em demasia, perdeu a luta pelo controle do meio de campo e não conseguiu apoiar o ataque.
- Marquinhos Paraná – Marcou Douglas de perto reduzindo a criatividade do meio de campo gremista.
- Henrique – Marcou muito, disputou a bola em divididas épicas com os tricolores, apoiou o ataque e fez dois gols. Foi o nome do jogo. E um dos que não reclamou da cancha.
- Francisco Everton – Burocrático, cuidou de fechar espaços pela esquerda, mas não teve imaginação quando passou do meio de campo.
- Javier Reina – Na rodinha de bobo do intervalo, mostrou domínio de bola. Em campo, esteve só um pouquinho melhor do que no jogo contra o Flu quando havia sido péssimo.
- Thiago Ribeiro – Bom 1º tempo jogando pelos dois lados da cancha. No 2º, aberto pela esquerda, caiu na malha fina da defesa gremista, que se adaptou aos três atacantes celetes trocando o 3-5-2 pelo 4-4-2.
- Robert – O pior em campo.
- Sebá – Confinado na direita, foi improdutivo. No time de juniores, tinha liberdade pra buscar a bola e atacar pelas duas laterais. Como 2º atacante joga melhor do que como ponta-direita.
- Cuca – Sem um bom armador, usou duas linhas de quatro e o time ficou improdutivo no 1º tempo. No 2º, tentou surpreender com três atacantes e conseguiu empatar logo de cara. Depois, o ataque voltou a à inoperância da etapa inicial. Pra oxigenar o cérebro da equipe, colocou Javier Reina pra armar e nada aconteceu. Os volantes que jogavam harmonicamente nos tempos de Adílson Baptista, agora estão robotizados, cada um na sua, sem se movimentar e trocar de posições ou executar funções diferentes conforme o andamento da partida. O time não vira mais as bolas o que dificulta a criação de espaços e impede o contra-ataque. Cuca precisa destravar a equipe. Acabar com os cabeças de área, soltar os alas e dar liberdade ao 2º atacante seriam medidas interessantes. Depois, é tratar de descobrir dois meias pra se revezarem. Do jeito que está, nem jogando num campo de 120m x 80m, como era a antiga cancha do Serra Dourada, terá uma equipe competitiva. O tempo vai ajudar o treinador. Na entrevista pós-jogo, ele mostrou percepção de algumas carências. Falta agir pra superá-las.
- Torcida – Compareceu em bom número e apoiou, embora a equipe tivesse feito muito pouco pra merecer aplausos.
- Arena do Jacaré - A cancha é menor do que a do Mineirão e do Maracanã. O gramado não é semelhante ao de Wembley. Mas quantos estádios têm as dimensões máximas e os gramados perfeitos neztepaiz? Os jogadores reclamaram porque o time está travado. No futebol, quem cria espaços são os atletas movimentando-se com inteligência, não engenheiros e arquitetos, que têm de trabalhar com o terreno disponível. A chiadeira de jogadores e do Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, soou como desculpa esfarrapada, Foi um chororô com agravos à cruzeirense Sete Lagoas. Criticou-se o gramado, o estádio, a hotelaria da cidade e a estrada. Uma baboseira sem fim. Se existe antimarketing, Valdir Barbosa e Zezé Perrella deveriam ser premiados por terem criado um case, com tanto trololó e decisões apressadas após a partida.
- Juiz & Bandeiras – Péssimos. Erraram contra o Cruzeiro nos dois gols do Grêmio, marcaram três impedimentos errados contra os gaúchos e, no fim, o Juiz ainda tirou Henrique do clássico mostrando-lhe cartão amarelo por uma falta inexistente. Se um trio ruim como este for escalado para o clássico de uma só torcida, o Cruzeiro terá sérios problemas. É bom pressionar desde já na CBF porque o outro lado, como se sabe, tem até assessoria especializada em arbitragens.
- Grêmio – Dominou o jogo, criou espaços e só não venceu por ter perdido gols fáceis e falhado nos lances dos gols celestes. Douglas, que jogou à vontade até receber marcação pessoal de Marquinhos Paraná, Borges e Jonas, que venceram o duelo com a defesa celeste, foram os melhores entre os tricolores.
P.S.: Como sempre faz, o blogueiro escreveu o post no começo da madrugada e agendou sua publicação para as 10h. Deu tilt. Que ele ainda não destrinchou. Bola pra frente!
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domingo, 25 de julho de 2010
Em 7º lugar com 15 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode subir de duas a quatro posições. Se perder, pode cair até quatro posições.
Cuca não contará com Roger Galera e Gilberto, machucados. Suspensos, Gil e Wellington Paulista serão substituídos por Wellington e Robert.
Em 18º lugar com 10 pontos, o Grêmio pode subir até seis posições se vencer. Perdendo continua onde está.
Sem poder contar com Fábio Santos e Neuton, Paulo Silas deve escolher entre Hugo e Dener, o ala-esquerdo de seu 3-5-2 emergencial.
Cruzeiro 2×2 Grêmio, domingo, 25jul10, 16h, Arena do Jacaré, Sete Lagoas, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (paque-pra-ver) – Público: 9.672 pagantes, 9.845 presentes – Renda: R$208.796,25 - Juiz: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) – Bandeiras: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Rodrigo Pereira Jóia (RJ) – Amarelos: Rafael Marques, Douglas (Gre); Sebá, Fabinho, Henrique – Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Rômulo (Sebá, intervalo), Fabinho, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Jonathan, Fabrício (Marquinhos Paraná, 20, 2º), Henrique, Jonathan e Francisco Everton; Thiago Ribeiro e Robert (Javier Reina, 29 2º). Técnico: Cuca / Grêmio: Victor; Ozeia, Rodrigo e Rafael Marques (William Magrão, 15, 2º); Maylson, Adilson, Rochemback (Ferdinando, 25, 1º), Douglas e Hugo; Jonas (Fernando, 36, 2º) e Borges. Técnico: Silas – Histórico – Foi 0 54º Cruzeiro x Grêmio. O Cruzeiro venceu 25, empatou 16, perdeu 13, marcou 74 gols, levou 51. Pelo Campeonato Brasileiro (desde que o torneio recebeu esta denominação em 1971), foram 32 jogos. O Cruzeiro venceu 15, empatou 10, perdeu 7, marcou 47 e sofreu 31 gols. Pela Libertadores, se enfrentaram 6 vezes. O Cruzeiro venceu 3, empatou 2 e perdeu 1. Cruzeiro e Grêmio já decidiram um título nacional, a Copa do Brasil 1993. No Olímpico, 0×0; no Mineirão, Cruzeiro 2×1.
Lances + importantes do 1º tempo
- 16h – Começa o jogo. Com uniforme tradicional, Cruzeiro fica à esquerda das tribunas. Grêmio joga com camisas brancas, calções e meias pretas.
- 01 - Fabrício avança pelo meio e tenta o passe para Rômulo, Rafael Marques corta.
- 01 - Jonas conduz a bola pela ponta esquerda e cruza. No meio da área, Caçapa afasta.
- 02 - Robert recebe o passe na intermediária e tenta lançar Rômulo, mas a defesa do Grêmio tira.
- 03 - Jonas arrisca da intermediária e Fábio faz a defesa .
- 04 - Thiago Ribeiro vai à linha de fundo e cruza. Victor sai do gol para fazer a defesa.
- 05 - Rômulo enfia a bola para Thiago Ribeiro, mas ele está impedido.
- 06 - Jonas recebe lançamento na área, mas Henrique chega para tirar para escanteio.
- 07 - Adilson tenta abrir o jogo com Maylson, mas passa errado e a bola sai pela lateral.
- 08 - Diego Renan cruza, Thiago Ribeiro domina, mas é desramado por Rodrigo.
- 09 - Maylson tenta cruzar da direita, mas Everton desvia para escanteio.
- 10 - Fábio Rochemback cobra escanteio e Robert afasta de cabeça.
- 10 - Jonas tenta passar no meio de dois e recebe falta de Henrique.
- 11 - Jonas cobra a falta direto na barreira.
- 13 - Jonas tenta girar, mas Fabrício faz o desarme.
- 14 - Robert cruza da direita e a defesa afasta.
- 15 - Jonas tenta girar na ponta direita, mas sofre falta de Fabrício.
- 15 – Thiago Ribeiro tenta sair jogando, mas é desarmado por Adilson.
- 16 - Thiago Ribeiron recebe o passe no meio e, em seguida, a falta de Rafael Marques.
- 17 - Thiago Ribeiro tenta driblar Ozéia e sofre falta na ponta esquerda. Ele mesmo cobra jogando a bola na área. Defesa tricolor espana.
- 18 – Máfia Azul estende seu bandeirão na arquibancada vazia (interditada) atrás do gol de Victor, à esquerda das tribunas.
- 19 - Rômulo cruza, a bola passa por todo mundo e sobra com Maylson, que sai jogando.
- 20 - Robert passa a Jonathan na área. O lateral chuta, bola bate na defesa e fica com Victor.
- 21 - Borges domina com a mão. Falta.
- 22 - Everton toca para Robert na área e ele chuta para fora.
- 23 - Rômulo passa a Jonathan na direita, mas a devolução é mal feita e a bola sai pra lateral.
- 25 - Thiago Ribeiro recebe o passe na direita, mas cruza mal. Bola escapa pela linha de fundo.
- 26 - Ferdinando substitui Rochemback.
- 26 - Hugo cruza da esquerda, Maylson arremata dentro da pequena área, bola passa por cima do travessão, com muito perigo.
- 28 - Thiago Ribeiro cruza da esquerda e Victor sobe para fazer a defesa.
- 29 - Jonathan tenta conduzir a bola no meio, mas Hugo comete falta.
- 29 - Hugo comete falta em Henrique no meio do campo.
- 30 - Robert tenta recuperar a bola e comete falta em Rodrigo.
- 31 - Robert toca para Jonathan na entrada da área e ele chuta por cima do gol de Victor.
- 33 - Adilson tenta o passe para Jonas, mas Henrique faz o corte.
- 34 - Rafael Marques comete falta em Thiago Ribeiro e recebe o cartão amarelo.
- 34 - Diego Renan tenta sair jogando pela esquerda, mas sofre falta de Maylson.
- 35 - Douglas tenta lançar Maylson na direita, mas a bola sai pela linha de fundo.
- 36 - Jonas recebe passe na esquerda, leva pro meio e chuta rasteiro. Bola sai à direita de Fábio.
- 37 - Rômulo tenta conduzir a bola no meio, mas sofre falta de Hugo.
- 37 - Jonathan cruza da direita e Maylson tira de cabeça e cede o escanteio.
- 38 - Thiago Ribeiro cobra escanteio e Victor espalma.
- 39 - Ferdinando arrisca de fora da área, bola desvia e sai para escanteio.
- 40 - Jonas tenta cruzar da esquerda e Henrique afasta para novo escanteio.
- 41 - Douglas cobra escanteio e Hugo cabeceia por cima do gol.
- 42 - Rômulo erra passe, bola sai pela lateral.
- 43 - Jonas faz jogada individual e chuta pra fora.
- 44 - Maylson vai à linha de fundo, cruza e Caçapa afasta.
- 44 - Borges arrisca de fora da área, mas a bola sai sem perigo.
- 44 - Jonathan cruza da direita e Maylson afasta de cabeça.
- 45 - Jonas recebe passe na direita e cruza. Borges se antecipa a Fabinho e cabeceia para abrir o placar. Grêmio 1×0.
- 46 - Termina o 1º tempo
Lances + importantes do 2º tempo
- 17h03 – Começa o 2º tempo.
- 00 - Sebá substitui Rômulo.
- 01 - Thiago Ribeiro cruza da esquerda, de chapa, Henrique cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×1.
- 02 - Francisco Everton cobra escanteio e Hugo afasta de cabeça.
- 03 - Maylson cruza da direita, Cláudio Caçapa corta.
- 04 - Jonas é lançado na direita, mas Diego Renan chega para tirar para a lateral.
- 05 - Sebá tenta tocar para Henrique, mas Adilson se adianta e toma a bola.
- 06 - Hugo tabela com Borges e chuta, bola desvia na defesa, Fábio defende.
- 07 - Everton dribla Maylson na esquerda e sofre a falta.
- 08 - Thiago Ribeiro cobra a falta na área e Victor tira de soco.
- 09 - Jonas desvia de cabeça para Borges, mas ele está impedido.
- 09 – Hugo sofre falta de Sebá no meio do campo.
- 10 - Douglas toca para Borges, ele gira e bate por cima do gol.
- 11 - Jonas abre o jogo com Borges, mas o árbitro marca impedimento.
- 12 - Fabrício conduz a bola na intermediária e chuta de fora da área. Victor defende.
- 14 - Adilson lança Jonas nas costas da defesa, mas o árbitro marca impedimento.
- 15 - Maylson chega forte em Fabrício e o o árbitro marca falta.
- 15 - Substituição no Grêmio: sai Rafael Marques, entra Willian Magrão.
- 16 - Hugo tabela com Jonas, mas ao entrar na área é desarmado por Jonathan.
- 17 - Borges tenta passar por Fabinho, mas recebe a falta.
- 17 - Hugo avança pela esquerda, Fabrício desvia pra escanteio.
- 18 - Douglas cobra escanteio e Rodrigo desvia de cabeça para fora.
- 19 - Sebá tenta girar na entrda da área, mas é desarmado.
- 20 - Jonas tenta driblar Henrique, mas sofre falta.
- 20 - Marquinhos Paraná substitui Fabrício.
- 21 - Douglas cobra a falta na área e Fábio faz a defesa.
- 22 - Silas é expulso pelo árbitro por reclamar demais à beira do campo.
- 22 - Thiago Ribeiro cobra falta e Hugo afasta de cabeça.
- 23 - Sebá comete falta em Douglas no meio do campo e recebe o cartão amarelo.
- 24 - Henrique tenta sair jogando e Douglas comete falta. Cartão amarelo.
- 25 - Jonathan cruza da direita e Maylson tira para escanteio.
- 26 - Thiago Ribeiro cobra o escanteio e a defesa afasta.
- 27 - Jonas dribla Diego Renan duas vezes e chuta tirando de Fábio. Bola passa rente ao poste direito.
- 28 - Sebá lança Everton, mas Willian Magrão faz a proteção e a bola sai pela linha de fundo.
- 28 - Substituição no Cruzeiro: sai Sebá, entra Reina.
- 29 - Jonathan cruza rasteiro e Rodrigo afasta.
- 30 - Thiago Ribeiro arrisca de fora da área, a bola desvia e Victor faz a defesa.
- 32 - Fabinho chuta a bola para atrasar cobrança de lateral e recebe cartão amarelo.
- 33 - Caçapa chega mostrando a sola na entrada da área e o árbitro marca falta.
- 34 - Em cobrança de falta ensaiada, Jonas chuta, bola passa pela barreira e entra no canto direito de Fábio, que voa, mas não conse=gue fazer a defesa. Grêmio 2×1.
- 35 - Maylson cruza da direita, mas direto para fora.
- 36 - Fernando substitui Jonas.
- 37 - Douglas é lançado nas costas da zaga, Caçapa se recupera e desvia a bola pra escanteio.
- 38 - Douglas cobra escanteio e Fábio sobe para fazer a defesa.
- 39 - Douglas tenta enfiar a bola para Borges, mas Caçapa faz o corte e sai jogando.
- 39 - Jonathan domina na direita, tenta levar a bola para o meio, mas sofre falta de Adilson.
- 40 - Thiago Ribeiro cobra a falta, a bola desvia na barreira e sai para escanteio.
- 41 - Javier Reina cobra escanteio pela direita, Henrique escora Victor, impedindo que o goleiro corte a trajetória da bola, e testa pras redes. Cruzeiro 2×2.
- 42 - Douglas tenta enfiar a bola no meio da área do Cruzeiro, mas a defesa faz o corte.
- 43 - Adilson cruza da direita e Fábio sobe para fazer a defesa.
- 44 - Juiz acrescenta 4 minutos ao jogo. Francisco Everton cruza da esquerda, Victor defende.
- 45 - Henrique comete falta em Ferdinando e recebe o cartão amarelo.
- 45 - Ozéia cobra a falta direto para fora.
- 47 - Caçapa se antecipa e Douglas comete falta no meio do campo.
- 48 – Thiago Ribeiro cobra falta na área e Victor faz a defesa.
- 49 - Termina o jogo. No corredor, antes de entrar no vestiário, Jonas agride Rodrigo. Paulo Silas diz que não houve nada, que foi apenas um bate-boca.
- Jonathan: “Não é possível jogar neste gramado. Ele é irregular, prejudica o time mais técnico. É uma pena para a torcida da cidade, mas o Cruzeiro deve procurar outro estádio pra jogar.”
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Goiás, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:
- Binho, no PHD: Seguramente, foi um dos piores jogos do time que vi nos últimos tempos. Seguramente, esse time foi um dos mais raçudos que já vi desde que sou cruzeirense. O time briga, bate, toma canelada, mas jamais desiste do principal, que é reconquistar a bola. A continuar, dificilmente perderemos uma partida. Desse jeito temos cara de quem brigará pelo título. É torcer pra que o entusiasmo não se perca no andamento da competição.
- Marco Soalheiro, no PHD: Atuação coletiva muito fraca tecnicamente. Valeu mesmo só pelos três pontos contra um adversário chato, que andou incomodando muita gente. Faltam 30 pontos para os 45. Antes de chegar lá não me arrisco a fazer previsões mais otimistas. Vamos ver como evolui o trabalho.
- Jorge Schulman, no PHD: De regreso de Sete Lagoas, aonde fui na van da Turma dos Cervezeiros, gente bacana demais que devo agradecer pela oportunidade da partilha. Feliz pela vitória, pelo golaço de Gilberto e pela jogada de placa que merecia ter finalizado em gol. Gostei da postura do grupo em conjunto, se doando em prol do resultado. O fizeram bem, o futebol hoje é resultado, e os clubes sobrevivem pelos resultados, pela posição na tabela, isto não é Seleção… Estamos em carreira e não acompanho o pessimismo da maioria dos comentários que li. Tudo está muito nivelado por baixo, inclusive os times que tem grandes sponsors por trás. Todos estão mostrando sua readaptação após Mundial, ninguém é essa coisa toda. Flashes e pitacos: 1) gostei do Estádio, e mais gostei de ver como se vão estabelecendo as novas configurações… onde fica cada grupo, cada bandeira… 2) O preço não se justifica, e a incompetência e malemolência dos dirigentes que decidiram fazer o Mundial em 2014 não deve ser repassada à conta dos torcedores… 3) A resposta que Çangre Açul espera é a mesma à que eu cheguei: com esse público, no próximo ano vamos competir com um time de juniores, juvenis etc. 4) O Cruzeiro e seus torcedores deverão se juntar pela sobrevivência histórica. 5) Fábio é invendível até 2080.
- João Chiabi Duarte, no PHD: Cuca está usando um 5-3-2 disfarçado. Diego Renan faz o 3° zagueiro pela esquerda e Gilberto é o ala que tem liberdade e prioridade para subir. Quando o time é atacado vejam como o posicionamento do Gilberto é o de um ala? Por isto vocês vêem os adversários com tanta liberdade no meio-campo. Afinal o povoamento é feito só com 3 homens. Inegável que mesmo com os beques reservas eles nunca ficam no mano a mano, tem sempre alguém na ajuda. Até mesmo o posicionamento do Roger mostra que ele tem obrigações de marcação e vem se doando muito na marcação. Não resta dúvida que os caras tenham posse de bola, mas, entrar na nossa defesa, só se for via chuveirinho. PC Gusmão usou Wendell como Cuca usa DR em 2004.
- Fábio, goleiro do Cruzeiro: A bola quica muito. Fui tentar dominar a bola, que não foi forte, e foi para escanteio. O gramado prejudica bastante, especialmente para o pessoal da frente. A gente começou bem nesse retorno (depois da parada para a Copa do Mundo), concentrado e conquistamos duas importantes vitorias, que nos coloca entre os times que estão na briga pelo título.
- Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Hoje não é um jogo referência para a gente. Com certeza, eu acho que temos que olhar, ver muitas coisas erradas. Eu acho que nós temos que ser claros mesmo. Conseguimos ganhar, uma ótima vitória, estou muito feliz por isso. Mas, com certeza, temos que melhorar muita coisas. Fico feliz pelo resultado, mas não pela atuação que nós tivemos hoje. Agora é trabalhar e descansar bastante. Na quinta-feira já tem um jogo difícil. Então, a gente tem que esperar, treinar, posicionar o time para que a gente não venha sofrer esse sufoco.
- Fabrício, volante do Cruzeiro: O campo é horroroso. Esse campo é muito difícil de a gente jogar bola, dar de primeira, dominar. A gente erra passe besta aqui. É complicado. Esses dias eu vi uma matéria na TV, a bola realmente fica viva aqui, o pessoal brinca, Jabulani e tal. Mas o campo está horroroso. A gente pegar equipe de qualidade aqui é difícil, a gente vai sofrer. O importante é a gente somar pontos. Não jogamos bem, o time deles foi melhor, mas o resultado veio, todo mundo lutou e isso é que importa.
- Henrique, volante do Cruzeiro: Estamos buscando render o nosso melhor em campo, com uma equipe aguerrida na marcação e com tranquilidade para sair com a bola nos pés e definir o jogo.
- Francisco Everton, volante do Cruzeiro: É sempre bom estrear com os três pontos. Graças a Deus vieram com suor, com batalha. O Cruzeiro sempre tem que batalhar para conseguir os pontos e, dentro de casa, tem que ser os três . Entrei e o jogo estava pegando fogo, mas consegui entrar bem e ajudar meus companheiros a conseguir alcançar a vitória.
- Roger, meia do Cruzeiro: Eu e Gilberto somos jogadores inteligentes, que sabem cumprir as funções que foram determinadas pelo treinador. Podemos nos movimentar bastante e isso foi demonstrado em dois jogos, tanto lá em Curitiba quanto aqui. Esse entrosamento vem acontecendo, tanto que no 2º tempo a gente fez uma grande jogada, o Gilberto entrou perto do gol, mas não conseguiu fazer. Isso é importante, pois mostra que a gente joga com qualidade e joga pra vencer. Tivemos alguns lances para matar, principalmente no primeiro tempo, num contra-ataque que o Thiago puxou. Poderíamos ter matado o jogo e controlado de uma maneira mais fácil. Todos os jogos são difíceis e o Goiás se portou muito bem. Ele soube se portar, procurou o jogo, mas lances perigosos eles não tiveram tantos e o resultado foi de quem definiu o jogo no primeiro tempo. Em relação ao campo, isso aqui é a nossa casa. A gente não pode criticar tanto. É importante que a gente comece a treinar aqui também. A gente tem que criar identidade aqui, com o nosso torcedor. É difícil ficar pingando de um lugar para o outro.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O campo é péssimo, na minha opinião. O gramado é irregular, acabei perdendo um gol porque a bola quicou, o Fábio deixou escapar um lance de escanteio. Esses lances mostram o quanto dificulta para a gente jogar em um campo desses, que é muito irregular, um campo duro. O importante é que mesmo com tudo isso a gente conseguiu vencer e estamos no G-4.
- Cuca, treinador do Cruzeiro: Nós não fomos bem do meio para frente no 2º tempo, mas fomos muito bem na defesa, na marcação. Hoje, temos que ressaltar a vitória. Já cansei de jogar bem pra caramba, com trinta chances de gols e 1×1, 1×0 para o adversário. Hoje nós jogamos mais ou menos e ganhamos. Está maravilhoso e tomara Deus que seja sempre assim. Não tomamos gols há dois jogos, o setor defensivo foi muito bem, não teve grandes sustos, apesar de o Goiás ter tido maior posse de bola. Goiás é sempre jogo duro, tinhoso e estou muito contente pela vitória. Estamos praticamente no G4 juntos com o Flamengo. A gente tem que se adaptar ao gramado. De repente, vou puxar um treino para cá. Pra nós é novidade também. O campo é todo irregular, é gramadinho, mas é irregular. Dificulta principalmente pra equipe que tem que tomar a iniciativa do jogo.
- Leão, treinador do Goiás: Falar de arbitragem pra quê? Meu time foi melhor, superior, encurralou o time da casa e não é um adversário qualquer, mas o Cruzeiro. Eu não posso admitir um empate, muito menos uma derrota. Nós fizemos dois gols. O que não pode acontecer é todo dia o Goiás ser prejudicado. Já foi assim no meio da semana, que tivemos um pênalti escandaloso não marcado, o jogo teria sido 1×0 contra o Vasco. São seis pontos a menos.
- Leandro Mattos, em seu blog: Jogando oficialmente pela primeira vez em sua nova casa no Campeonato Brasileiro – a Arena do Jacaré -, o Cruzeiro bateu o Goiás por 1×0 e contou com grande atuação do goleiro Fábio para sair de campo com o quatro triunfo no Brasileirão 2010. O resultado, diante de um Goiás que foi preciso na marcação e deu trabalho nos contragolpes, colocou a Raposa no G4 do Brasileirão, ao lado do Flamengo. As duas equipes somam rigorosamente a mesma campanha e os mesmos critérios de desempate. Para efeito de classificação, segundo o regulamento do torneio (artigo 13), o Rubro-Negro carioca está na frente, por ter um número menor de cartões vermelhos: uma expulsão, contra duas estreladas. Se o Goiás foi valente e também poderia ter saído de campo com a vitória (o time teve dois gols anulados: um acertadamente e outro num lance discutível), o Cruzeiro desperdiçou chances importantes de matar o jogo, principalmente no segundo tempo, num lance que Gilberto driblou meio time esmeraldino e quase entrou com bola e tudo no gol de Rodrigo Calaça. Por falar em Gilberto, ele e Roger têm demonstrado, na prática, o que muita gente queria ver, menos Adílson Batista. Os dois podem sim atuar juntos no meio-campo. A formação com dois volantes e dois meias no setor deixa o time mais equilibrado e os atacantes mais municiados.
- Diego Stefani, blogueiro do Goiás no Globo.Com: Já cansei de ver o Goiás sofrendo com esse tipo de coisa, mas ontem contra o Cruzeiro foi o cúmulo. Vocês lendo isso devem estar pensando que eu irei culpar a arbitragem ou coisa do tipo, mas não, o próprio Goiás desta vez foi culpado de sua própria derrota. O motivo? Não saber aproveitar as oportunidades de gol. Gostei muito das atuações da zaga do Goiás nas duas últimas partidas, pois mostrou consistência e forte poder de marcação. Quanto ao o gol de ontem? Ah o gol, podemos dizer que foi um lance de oportunismo do bom jogador Gilberto, que soube finalizar. Não sei quem marcava o meia, mas este gol poderia ter sido evitado. Mas mesmo assim, Jonílson, Amaral, Tolói e Ernando de fato tem dado muita segurança a aquele setor. Falta o meia. Sinceramente jogar com Otacílio não foi tão bom como ter um Hugo ou Bernardo, mas ele até que atuou bem na posição. O que doeu foi ver Romerito o substituir e atuar como o único meia da equipe, acredito que sozinho ele não consegue atuar nesta posição. Foi também interessante ver Rafael Moura armando o jogo. Quanto ao ataque, nota-se facilmente a falta de jogadores que sabem finalizar. E pra mim este foi o problema do Goiás, o motivo do qual o fez perder o jogo. Rafael Moura não veio atuando muito bem nas últimas partidas, mas por ser o único jogador a atuar na posição de artilheiro da equipe no jogo, o único com essas características, se destacou e marcou dois gols: um claramente ilegal por impedimento e outro que na minha visão foi legal. Enfim, Everton Santos. Falei dele já algumas vezes no Programa 100% Verdão, de segunda a sexta-feira as 20h na Rádio Esmeraldina, e em todas elas questionei o seu poder de finalização. Na partida passada foram dois lances claros de gol em que errou, no último foi a principal chance do jogo. Everton, ta na hora de praticar mais finalizações, né? No geral gostei da postura do time, que a cada partida vem mostrando evolução. Interessante é ver Harlei no banco de reservas, confesso que ainda não me acostumei, mas Calaça tem dado segurança na posição.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Goiás, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:
- Fábio – Bobeou ao tentar controlar uma bola, que, na sequência resultou em gol do Goiás. Pra sua sorte, o bandeira viu empurrão de Moura em Caçapa e anulou a jogada. Nos demais lances, esteve bem. E fez ao menos uma defesa difícil em falta cobrada por Wellington Saci.
- Jonathan – Lateral-lateral, marcou muito, apoiou pouco. Jogando assim, não voltará a ser eleito o melhor do campeonato em sua posição, mas deixará a defesa bastante compacta.
- Gil – O melhor da defesa. Quando foi à caça, abateu atacante ou bola. Os dois juntos não passavam por ele nem com reza brava. E ainda salvou gol certo no final.
- Cláudio Caçapa – Espanou qualquer objeto esférico que encontrou pela frente.
- Diego Renan – Lateral-lateral, numa das poucas vezes em que foi ao ataque, iniciou a jogada do gol.
- Fabinho – Foi apenas um cabeça de área a mais na hora so sufoco.
- Henrique – Muita marcação, pouca liberdade pra atacar. Cumpriu ordens e saiu-se bem dentro das limitações impostas pelo novo esquema.
- Fabrício – Marcou bastante, mas teve mais liberdade pra atacar do que o parceiro de volância. Boa atuação.
- Roger Galera – Tem se esforçado pra conquistar a galera. Dá carrinhos, suja a bunda, molha a camisa, mas a bola e a criatividade continuam murchas. E o pior, pra ele, é que o Montilla vem aí…
- Francisco Everton – Outro volantão pra segurar o ímpeto do Goiás.
- Gilberto – O melhor em campo. Saiu várias vezes de sua posição na linha média para construir jogadas de grande categoria nas proximidades da área do Goiás. Na mais bonita, marcou um golaço. Em outra, faltou pernas pra um arremate mais potente e a bola ficou com o goleiro. Desmentiu, com sua grande atuação, o lugar-comum de que jogador convocado pra Seleção Brasileira volta em má fase.
- Thiago Ribeiro – Muita disposição, pouca inspiração, e ninguém com quem dialogar. Saiu mais cedo.
- Robert – Teve uma chance, mas brigou com a bola e ela acabou fugindo pela linha de fundo.
- Wellington Paulista – Participou da jogada do gol meio sem querer, pois tentou resolver sozinho antes de pensar em tabelar com Gilberto. No restante do tempo, caiu, fez faltas, reclamou, recebeu cartão amarelo e distribuiu sorrisos. Muito simpático, pouco efetivo.
- Cuca – Seu esquema com dois meias é ilusório. Gilberto foi secretário de lateral-esquerdo e Roger tem tantas obrigações defensivas que chega extenuado ao ataque. Entre o meio de campo apinhado de volantes defensivos e os dois atacantes, ficou imenso território aproveitado pelos armadores do Goiás. Como o que importa, no final das contas, são os três pontos, a torcida aceitou sorridente o acúmulo de cabeças de área. Na primeira derrota, contudo, a chiadeira é certa.
- Torcida – Comparecimento ridículo. Apoio moderado. Mas como não vaiou na hora do aperto, o que normalmente aconteceria no Mineirão, merece um salve.
- Juiz & Bandeiras – Dois gols do Goiás foram bem anulados. O único erro foi um impedimento de Robert mal assinalado, o que não comprometeu o desempenho do trio.
- Goiás – Não gosto dos times armados por Emerson leão, mas reconheço nesse Goiás uma equipe bem organizada, embora não tenha nem sombra de craque. Com refugos catados aqui e ali, o treinador montou uma equipe consistente que dominou a maior parte do jogo e só não venceu porque um centroavante afoito desperdiçou dois lances decisivos. No primeiro, entrou em impedimento, no segundo cometeu falta na hora de finalizar. Saci, Otacílio e Romerito foram os melhores da equipe verde.
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domingo, 18 de julho de 2010
Em 8º lugar com 12 pontos, o Cruzeiro mantém o time que venceu o Atlético, quarta-feira, na Arena da Baixada.
Em caso de vitória, ele pode chegar, no máximo, ao 3º lugar. Perdendo, fica perto do Z4.
Será a 1ª partida oficial do Cruzeiro na reformada Arena do Jacaré, cuja cancha tem 70m2 a menos que a do Mineirão: 100x68m contra 110x75m.
Em 13º lugar com 11 pontos, o Goiás não terá os armadores Hugo, contundido, e Bernardo, impedido por ser atleta do Cruzeiro. Mas contará com a volta do beque Rafael Toloi.
A dúvida de Leão está na armação e no ataque. Entre Rafael Moura, Otacílio Neto e Romerito, ele deve escolher dois para enfrentar o Cruzeiro.
Cruzeiro 1×0 Goiás, domingo, 18jul10, 18h30, Arena do Jacaré, Sete Lagoas, 9ª rodada do Campeonato Brasileiro – Público: 3.579 pagantes – Renda: R$108.257,00 – Juiz: Salvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-SP) – Bandeiras: Ednílson Corona (Fifa-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) – Amarelos: Wellington Paulista, Gil e Jonathan (Cru); Wellington Saci (Goi)- Gol: Gilberto, 11 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Cláudio Caçapa e Diego Renan (Fabinho), Henrique e Fabrício; Roger Galera (Francisco Everton) e Gilberto; Thiago Ribeiro (Robert) e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Goiás: Rodrigo Calaça; Carlos Alberto, Rafael Toloi, Ernando e Saci; Jonilson, Wellington Monteiro (Douglas), Amaral e Otacílio Neto (Romerito); Rafael Moura e Everton Santos. Tec: Emerson Leão – Histórico – Foi o 46º Cruzeiro x Goiás. O Cruzeiro venceu 23, empatou 10, perdeu 13; marcou 58 gols, sofreu 48. Em 31 jogos pelo Brasileiro, o Cruzeiro venceu 15, empatou 7 e perdeu 9, marcou 41, levou 33 gols. Cruzeiro e Goiás jamais decidiram um título entre si.
Lances + importantes do 1º tempo
- 18h25 – Goiás entra em campo com camisas brancas e calções e meias verdes.
- 18h28 – Cruzeiro entra em campo com uniforme tradicional.
- 18h29 – Fabrício recebe placa por ter completado 100 partidas com a azul-estrelada.
- 18h32 – Começa a partida.
- 01 – Otacílio Neto cruza, Gil afasta.
- 02 – Thiago Ribeiro cruza da ponta direita, Caçapa corta.
- 05 – Goiás avança a marcação e complica a saída de bola cruzeirense.
- 07 – WP intercepta passe na intermediária e aciona TR, que está impedido.
- 08 – Wellington Saci faz boa jogada na esquerda, cruza, Everton Santos cabeceia pra fora.
- 09 – Rafael Moura enfia bola pra Everton Santos. Fábio sai do gol a salva.
- 11 – Diego Renan vança pela intermediária goiana, rola pra Gilberto, que passa Wellington Paulista. Centroavante tenta conclui, bola desvia em Wellington Monteiro e sobra pra Gilberto que, livre dentro da área, chuta forte com a direita, pras redes. Cruzeiro 1×0.
- 12 – Rafael Moura recebe passe no miolo da bequeira celeste. Gilberto aparece e despacha.
- 13 – Otacílio Neto lança, Fábio sai do arco e defende.
- 14 – Bola cruzada na área, Fábio defende pelo alto.
- 15 – Roger tenta lançar Thiago Ribeiro, Amaral intercepta a bola.
- 18 – Gilberto tabela com WP e lança Roger. Meia cruza mal, defesa corta.
- 20 – Gil derruba Otacílio na entrada da área celeste.
- 21 – Otacílio Neto cobra falta com chute rasteiro, Fábio defende.
- 22 – Jonathan cruza, defesa cede escanteio.
- 24 – Otacílio Neto desce pela esquerda e cruza mal. Gilberto fica com a bola na lateral-esquerda.
- 25 – Otacílio Neto cobra falta pela direita, Rafael Moura, impedido, vence Fábio pelo alto e cabeceia pras redes. Não vale.
- 29 – Otacílio Neto cruza da direita, Gilberto corta.
- 30 – Roger dá carrinho na lateral. Está entusiasmado.
- 31 – Roger perde bola no meiod e campo. Está cansado.
- 32 – WP erra passe na entrada da área, passa o rodo num adversário, reclama e toma cartão amarelo. Juiz diz que foi por ter cometido 4 faltas. Merece multa.
- 34 – TR lança na área, Roger perde a bola bisonhamente.
- 35 – Henrique faz lançamento de 40 metros e põe TR na cara do gol. Atacante se atrapalha e perde a bola.
- 36 – Diego Renan cede escanteio. Otacílio Neto cobra, Gilberto corta.
- 37 – Fabrício cruza da direita, Amaral cede escanteio.
- 38 – TR cobra escanteio, Saci corta, Calaça fica com a bola.
- 39 – Saci cobra falta pela direita, Fabrício desvia de cabeça pra escanteio.
- 40 – Otacílio cobra escanteio, Fabrício afasta de cabeça.
- 41 – Rafael Moura chuta de longe, Fábio defende.
- 42 – Rafael Moura desarma TR e chuta de fora da área, Fábio defende.
- 43 – TR cruza da direita, Amaral corta, Fabrício fica com o rebote e volta a chutar, pra fora.
- 44 – Jonílson lança Otacílio, que passa a Saci. Fabrício faz o desarme.
- 45 – Otacílio derruba Fabrício dentro da área, fora da jogada. Jogo parado.
- 46 – Otacílio Neto passa bola no meio da zaga e deixa Everton Santos na cara do gol. Chute sai rasteiro, bola tira tinta no poste esquerdo do arco celeste.
- 47 – Fim de 1º tempo.
- Gilberto: “Estou jogando mais como ala, é minha nova função. Mesmo assim, está dando pra chegar no ataque.”
- Rafael Moura: “O campo é pequeno, mas mesmo assim estamos muito longe uns dos outros.”
Lances + importantes do 2º tempo
- 19h36 – Começa o 2º tempo.
- 00 – Romerito substitui Otacílio Neto. Douglas substitui Wellington Monteiro.
- 01 – Rafael Moura comete falta de ataque em Gil.
- 03 – Everton Santos avança pela esquerda e chuta de fora da área. Bola passa a direita do gol.
- 04 – Cruzeiro toca bola na intermediária. Henrique passa a Gilberto, que faz o facão e é derrubado por Everton Santos com um carrinho por trás. Jogo parado.
- 05 – Thiago Ribeiro cobra falta. Bola acerta a barreira e volta para Fabrício, que chuta pra fora, à direita de Calaça.
- 06 – Caçapa derruba Douglas. Falta.
- 07 – Saci cruza da esquerda, Jonathan cede escanteio.
- 08 – Saci cobra escantreio, Ernando cabeceia, Fábio defende.
- 09 – Roger Galera tenta lançar WP, mas erra o passe.
- 10 – Romerito cruza da esquerda, Gil espana. Romerito recupera a bola, mas é desarmado por Henrique.
- 11 – Gilberto passa pela zaga goiana, entra na área, mas conclui com chute fraco, Calaça fica com a bola.
- 12 – Diego Renan ataca pela esquerda, mas é desarmado por Carlos Alberto. Gilberto fica com a bola e cruza. Ernando corta de cabeça.
- 13 – WP recebe lançamento, invade a área pela direita, tenta driblar Amaral, mas é desarmado.
- 14 – Gil comete falta em Rafael Moura. Saci ciobra com violência, de curva. Fábio se estica e espalma à sua esquerda.
- 15 – TR desvencilha-se do marcador, pela esquerda, e cruza de curva. Bola sai pela linha de fundo, pelo lado oposto.
- 16 – Robert substitui Thiago Ribeiro. Francisco Everton substitui Roger Galera, que sai… cansado!
- 17 – Jonathan cobra escanteio pela direita, Carlos Alberto corta de cabeça.
- 19 – Dois meias? Que nada! Gilberto é secretário de lateral-esquerdo, mas com liberdade pra atacar.
- 21 – Toloi desarma Robert e cede lateral
- 22 – Saci passa a Romerito, que cruza forte. Fábio defende com firmeza.
- 23 – Fabinho substitui Diego Renan. Gilberto vai para a lateral-esquerda.
- 24 – Toloi cruza mal bola sai por cima do travessão.
- 25 – Ernando dá um chute chocho, Fábio tenta dominar com os pés e perde o controle da bola, que sai pra escanteio.
- 26 – Saci cobra escanteio pela esquerda, Rafael Moura marca de cabeça. Bandeira anula o gol acusando falta de Moura em Gil. Leão urra à beira do gramado e tem atenção chamada pelo Juiz.
- 28 – Amaral cobra falta, da intermediária. Bola sai pela linha de fundo.
- 29 – Robert perde a bola no ataque, bola esticada, Fábio sai do arco e rebate.
- 30 – Goiás domina a partida. Cruzeiro não consegue sair de sua defesa.
- 31 – Jonathan pisa em Wellington Saci e recebe cartão amarelo.
- 32 – Jonathan faz boa jogada pela direita e passa a Gilbero, que é desarmado por Ernando.
- 33 – Fabrício avança pela direita, mas é desarmado por Fernando.
- 34 – Gil carrinha Romerito e recebe cartão amarelo.
- 35 – Robert recebe falta na direita. Fabrício lança sobre a área, defesa corta.
- 36 – Saci lança Carlos Alberto, que gira dentro da área e chuta, pra fora.
- 37 – Robert recebe passe na área, mas deixa bola escapar pela linha de fundo.
- 38 – Romerito conclui fraco, Fábio defende.
- 39 – Amaral cruza, Gil corta.
- 40 – Goiás dominou todo o 2º tempo.
- 41 – Gil desarma Saci e dá um bico pra frente. Henrique fica com a bola e passa a Robert, que chuta fraco. Calaça defende.
- 42 – Everton Santos avança pela direita, mas deixa a bola sair pela linha de fundo.
- 43 – Fabrício avança pela ponta direita e cruza. Calaça fica com a bola.
- 44 – Saci passa o rodo em WP e recebe cartão amarelo.
- 45 – Toloi avança sem marcação e passa a Ernando, que cruza. Fabinho corta.
- 46 – Rafael Moura recebe lançamento bola dentro da área. Gil isola salvando gol esmeraldino.
- 47 – Bola sobre a área celeste. Fábio fica com ela.
- 48 – Caçapa dá um bico, bola atravessa o campo, defesa goiana corta.
- 49 – Ernando levanta bola na área, sozinho na cara do arco, Romerito cabeceia pra fora, rente ao poste esquerdo. Milagre!
- 50 – Fim de jogo. Goiás merecia a vitória, pois foi melhor em 2/3 do jogo. Cruzeiro termina a rodada em 4º lugar com 15 pontos. Cocota está na porta da zona.
- Henrique: “Todo mundo está dando seu nelhor, lutando pela vitória.”
- Romerito: “A gente merecia sorte melhor, perdemos muitos gols.”
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Depois da Copa, Paulo César Vasconcelos, do SporTV, manifestou sua preocupação com a falta de educação brasileira.
Veladamente, sugeriu que a torcida nativa terá de aprender a se comportar em estádios até 2014 ou o país passará vergonha.
Pois, se é assim, podem anotar: o Brasil passará vergonha.
Amostra do comportamento idiota do torcedor brasileiro pôde ser visto, ontem, no jogo da Cocota, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Apesar do público diminuto, centenas de torcedores ficaram colados no alambrado desrespeitando quem estivesse interessado em sentar nas primeiras filas de cadeiras.
Isto acontece há tempos no Mineirão. Mas não no Independência onde a Polícia Militar mantinha os mal educados longe do alambrado.
O cruzeirense e setelagoano, João Noaves, registrou a avacalhação de ontem:
- “No jogo dos emplumados, que muita gente estava colada no alambrado. Quando o torcedor -não importa de que time- se revoltar com a atuação do trio de arbitragem, terá facilidade pra arremessar objetos no campo. Temo que um problema assim não demore a acontecer, por isto, o melhor seria isolar o local com um cordão de policiais.”
Eu apóio o João. Resta saber se a Ademg e a Polícia Militar também o apóiam.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Arísio França Jr.
Em 28 de Janeiro de 2006, realizou-se o primeiro jogo oficial no Estádio Joaquim Henrique Nogueira – Arena do Jacaré -, antigo sonho dos amantes do futebol em Sete Lagoas.
A idéia do estádio começou a brotar ainda na década de 80 quando o pecuarista e ex-atleta do Democrata Futebol Clube, Joaquim Nogueira, doou ao clube um terreno às margens da Av. Perimetral.
Somente em 2004, com a proposta do Grupo Bretas para aquisição do Estádio José Duarte de Paiva, localizado no centro da cidade, foi possível alavancar o projeto da Arena.
O Democrata apurou cerca de R$1,5 milhão com a venda do antigo estádio. Ao término das obras, o custo final da Arena girou em torno de R$3,5 milhões.
Assim, o leitor já pode imaginar o que levou o clube para a 3ª divisão do futebol mineiro em 2009 e a razão para as dívidas trabalhistas e com fornecedores de R$1,5 milhão acumulada pelo Jacaré.
Apesar de todas as dificuldades, sem benfeitorias no entorno do estádio e sem iluminação, o estádio foi inaugurado com capacidade para 20 mil torcedores, com 750 cadeiras, 19 cabines de imprensa, 20 bilheterias e 8 banheiros.
A partida inicial foi uma festa só. O Jacaré tinha um time aguerrido, comandado por Brandãozinho. Empolgado com a nova casa, venceu o Atlético-MG por 3×0. O primeiro gol foi marcado por Paulo César, do Democrata, aos 15 do 1º tempo.
O jogo com maior público foi outro Democrata x Atlético-MG, pela 1ª rodada do Campeonato Mineiro de 2008, com nova vitória alvirrubra, dessa vez por 1×0, gol de Tuta.
O público oficial foi de 20.500 pessoas, mas a verdade é que havia 25 mil numa tarde marcada pela desorganização completa, desde a entrada dos torcedores.
A idéia de se aproveitar a Arena do Jacaré para jogos durante as reformas do Independência e do Mineirão foi do ex-Secretário de Esportes do Estado, Gustavo Correa.
A proximidade da Capital e do Aeroporto de Confins e o desenvolvimento econômico por que passa Sete Lagoas deram ao estádio a preferência para receber os primeiros investimentos do Estado para a Copa de 2014.
O acordo com o Governo do Estado tem validade de 10 anos e 4 meses, contados a partir de 18jun09.
Por ele, a Ademg ditará as regras na Arena que, após 10 meses do início das reformas, será oficialmente reinaugurada em 15jul10 com um novo jogo do Atlético-MG.
O total do investimento do Estado deve girar em torno de R$12,7 milhões, para uma previsão inicial de R$5 milhões, e uma capacidade inicial prevista de 21 mil torcedores.
Na semana passada, após avaliações para emissão de laudos de segurança, ficou estabelecida a redução da capacidade para 15 mil presentes, muito em função dos transtornos decorrentes das obras se prolongarem até o final de julho. O escritório da Construtora responsável pela reforma ainda permanece intacto.
Esta determinação fez com que Cruzeiro e Atlético-MG de majorassem os preços dos ingressos. As cadeiras no setor de imprensa custarão R$100. Os demais setores terão entrada custando R$40. Valores bem acima dos padrões do futebol mineiro e “salgados” para o padrão do estádio.
Seguem alguns dados relativos às reformas e condições da nova Arena do Jacaré:
- Todo o maquinário que era utilizado no Mineirão para manutenção e conservação do gramado foi transferido para a Arena.
- A Itograss, empresa responsável pelo gramado, calcula que o novo piso tem capacidade média de suportar 5 horas de bola rolando por semana.
- A dimensão do gramado é de 105 x 68m. As medidas do Mineirão são 110x75m.
- Foram construídas salas exclusivas para coletivas de atletas, dirigentes e treinadores, assim como duas capelas e salas para Juizado Especial, Polícias Militar e Civil e Promotoria de Justiça.
- Foram criadas 21 saídas de emergência e outras 14 para acesso ao gramado em situações de risco para os presentes.
- Haverá 5 bares com banheiros ao lado.
- Além da reforma dos vestiários antigos, foram criados mais dois para equipes dos jogos preliminares.
- A Arena tem um gerador exclusivo de energia para o sistema de iluminação.
Algumas dicas para o acesso ao estádio:
- Quem vier a Sete Lagoas pela BR040, saindo de Belo Horizonte, deve evitar o trânsito do centro. Assim que entrar na avenida de acesso à cidade, Marechal Castelo Branco, fique atento pra virar a direita no primeiro viaduto a fim de entrar Av. Perimetral, que contorna a cidade e onde se localiza o estádio.
- Quem chegar a Sete Lagoas, deixando Paraopeba, deve passar a primeira entrada, logo após a barreira da Polícia Rodoviária, para evitar o Centro e optar pela entrada de quem vem de Belo Horizonte.
- Pela estrada velha, a MG-424 que passa por Pedro Leopoldo e Prudente de Morais, a chegada ao estádio é mais tranquila. Ao término da rodovia, após o semáforo, vira-se à esquerda na Perimetral. A Arena está a 500 metros do entroncamento.
- No acesso externo das cadeiras do setor das cabines já existe estacionamento asfaltado de propriedade do Democrata com 600 vagas. Devem ser cobrados R$10 ou R$15 por veículo (a confirmar).
- Quem ficar nos demais setores, não encontrará, de início, estacionamentos definidas pela Prefeitura e Ademg. Os donos de lotes vagos, contudo, vão criar estacionamentos particulares. Num primeiro momento, estas serão as opções mais seguras.
Fonte: Encarte do jornal Sete Dias de 09jul10.
Arísio França Jr., 33, cruzeirense, administrador de empresas, nasceu e mora em Sete Lagoas.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Em Sete Lagoas, às 20h15, com transmissão da TV Alterosa e do Portal UAI, Cruzeiro e Tupi, de Juiz de Fora, jogarão amistosamente, com portões fechados.
Será a estréia do treinador Alexi Stival, o Cuca, no comando do time azul-estrelado, que só não terá o zagueiro Leonardo Silva, que passou por cirurgia recentemente. Outro beque, Thiago Heleno, também está contundido..
Lances + importantes do 1º tempo
- 20h15 – Ônibus do Tupi ficou retido num engarrafamento na BR 040. Jogo vai atrasar.
- 20:27 – Após viajar mais de seis horas, Tupi chega à Arena do Jacaré e começa o aquecimento.
- 20h30 – Trezentos alunos de escolas estaduais e municipais assistirão a partida convidados pela Prefeitura de Sete Lagoas.
- 20h50 – A promessa de 4-3-3 não se concretiza. O Cruzeiro vai jogar no 4-2-2-2.
- 20h52 – Cruzeiro com uniforme tradicional à direita das tribunas. Tupi todo de branco.
- 20h53 – Começa o jogo. Cruzeiro dá a saída.
- 30 seg – Roger Galera, no meia direita, passa a Jonathan, que entra na área, corta o marcador e chuta rasteiro. Bola entra no canto direito do arco do Tupi. Cruzeiro 1×0.
- 05 – Wellington Paulista lança Thiago Ribeiro, Rizzo se antecipa e desfaz a jogada.
- 06 – Wellington Paulista chuta da entrada da área, bola bate na zaga e volta para o centroavante, que acerta uma bomba. Bola entra no ângulo direito do arco do Tupi. Cruzeiro 2×0.
- 07 – Um dos comentaristas da Alterosa atende pelo nome de Vibrantinho. Meu Deus, como fala besteira! Só consegue repetir lugares comuns de torcedores. E o narrador não sabe o nome dos jogadores do Tupi. A transmissão da Alterosa traz boas imagens, mas vê-se que é improvisada.
- 11 – Thiago Ribeiro disputa a bola com Fabrício Soares, dentro da área, pela direita, e cruza. O goleiro sai na cobertura do beque e o arco fica vazio. Wellington Paulista, no segundo poste, sobe e cabeceia livre, pras redes. Cruzeiro 3×0.
- 13 – Vibrantinho comentando nem como piada serve. Dirceu Lopes, embora não tenha bocabilidade de microfonista, ao menos fala com o conhecimento de quem foi um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro.
- 15 – Gramado da Arena do Jacaré é melhor do que a maioria dos gramados dos estádios sul-africanos nos quais se joga a Copa do Mundo.
- 18 – Robson desarma Gilberto e chuta da meia lua. Bola passa raspando o travessão.
- 19 – O locutor da Alterosa não sabe o nome dos jogadores do Tupi. E eu não sei o nome dele. Empatamos!
- 20 – Roger Galera cruza da direita, defesa corta.
- 22 – Sidinei chuta de fora da área, Fábio encaixa.
- 23 – Rizzo dá uma lenhada em Thiago Ribeiro no meio de campo e recebe cartão amarelo.
- 24 – Faltas: Tupi 4×3.
- 25 – Thiago Ribeiro divide com goleiro, bola sobra para Diego Renan, que passa a Thiago Ribeiro. Impedido, o atacante toca pras redes. Não vale.
- 26 – Muller recebe lançamento nas costas da zaga, entra livre na área obrigando Fábio a defender a bola a seus pés.
- 28 – Michel Lima cruza da direita, Muller cabeceia, Fábio defende.
- 29 – Robson recebe na entrada da área e chuta por cima do travessão.
- 30 – Trinta minutos, trinta vezes Vibrantinho citou Adílson Baptista.
- 31 – Impedimentos: Tupi 4×3.
- 32 – Thiago Ribeiro lança Jonathan, que é desarmado pela zaga.
- 38 – Marcel chuta cruzado, Fábio defende.
- 39 – Michel chuta de fora da área, por cima do travessão.
- 40 – Finalizações: Tupi 7×6.
- 42 – Fabrício Soares desarma WP e recua pra Gonçalves que dá um chutão pra fora da área.
- 43 – Roger Galera cruza da esquerda, Thiago Ribeiro conclui, bola fica nas redes, pelo lado de fora.
- 45 – André cobra escanteio pela direita, Caçapa desvia pra novo escanteio. Nova cobrança, bola fica com Roger Galera, fora da área.
- 46 – Fim de 1º tempo. Após 15 minutos de entusiasmo, quando pegou o Tupi desarvorado após a epopéia pra chegar a Sete Lagoas, o Cruzeiro diminuiu o ritmo e o time de Juiz de Fora conseguiu alguns arremates importantes.
- Fabrício Soares: “O atraso na viagem atrapalhou oi Tupi, mas o amistoso é importante para preparar o time para o jogo contra o Madureira.”
- Wellington Paulista: “Estava triste, mas não desmotivado. Coma chegada do Cuca, voltei a fazer meus golzinhos.”
- Cleber Mendes, no PHD: “Opa, o grande Dirceu Lopes, o Dez de Ouros comentando? Já estou acessando o Superesportes só pra ouvir seus comentários. Ver e ouvir o ídolo Lopes comentando na transmissão é emocionante.”
- Frede Amaral, no PHD: “Depois o povo não sabe por que a Globo é líder de audiência. Que lixo de transmissão!”
- Diogo Lara, no PHD: “Poxa, a transmissão não está tá tão má. Tem câmera do impedimento e até microcâmera nos gols.”
Lances + importantes do 2º tempo
- 21h55- Começa o 2º tempo.
- 00 – Pedro Ken substitui Roger Galera.
- 01 – Gustavo Sobrinho: “É só o Roger ter uma sequência de 40 jogos que ele pega ritmo de jogo e vai começar a voar em campo.”
- 04 – Thiago recebe na entrada da área, corta a zaga e chuta à esquerda do arco do Tupi.
- 05 – Eládio substitui Gonçalves. Leo Salino substitui Michel.
- 06 – Michel Lima cobra escanteio pela direita, defesa celeste corta.
- 09 – Denílson passa a Michel Lima que cruza da direita. Cláudio Caçapa cabeceia pra escanteio.
- 10 – Escanteio cobrado pela direita, não aparece atacante do Tupi pra concluir.
- 12 – Robert substitui Gilberto.
- 13 – Maguinho substitui Denílson.
- 15 – Marquinhos Paraná substitui Henrique. Fabinho substitui Fabrício.
- 16 – Cassiano substitui Robson.
- 17 – Jonathan passa a Wellington Paulista, que chuta para o gol mas a bola vai pra lateral da área.
- 18 – Robert recebe passe de Jonathan, mas não consegue concluir e é desarmado pela bequeira carijó.
- 19 – Faltas: Tupi 9×7. Udson substitui Muller.
- 20 – Elicarlos substitui Thiago Ribeiro.
- 21 – Diego Renan tenta jogada pela esquerda, bola escapa pela linha de fundo.
- 22 – Javier Reina substitui Diego Renan.
- 23 – Quem acompanha esse Vibrantinho na Alterosa? Mais de uma hora falando platitudes. Impressionante. Nenhuma análise tática ou técnica.
- 24 – Michel Lima chuta de longe, Fábio defende.
- 25 – Robert lança Wellington Paulista, Eládio sai do arco e defende.
- 30 – Isto não é jogo, não é treino, nem chega a ser uma pelada. É palhaçada. Perda de tempo. Brincadeira de mau gosto.
- 31 – Rafael Monteiro substitui Fábio. Gilmerson substitui Jonathan. Sebá substitui Wellington Paulista.
- 33 – Helder substitui Gil. Eber substitui Cláudio Caçapa.
- 34 – Delano substitui Fabrício Soares.
- Evandro Oliveira: “Estou na Arena do Jacaré. Houve uns 20 minutos de futebol no 1º tempo. Depois, ficou muito ruim. Tem jogadores no Cruzeiro que não conseguem se explicar. E o time do Tupi é muito ruim!”
- 37 – Javier Reina chuta de fora da área, bola sai do estádio.
- 38 – Rodrigo substitui Michel.
- 40 – Antijogo de futebol. Times completamente desentrosados não conseguem articular jogadas.
- 41 – Matheus Reis: “Minha nossa! Um internauta pergunta se o Cuca observa as categorias de base. O narrador diz: ‘Ô Sônia, você sabe dizer se o Cuca tem essa visão futurista?’”
44 – Eber cobra falta do bico da área, pela direita, à meia altura, elo lado da barreira. Eládio defende com dificuldade no canto esquerdo.
- 46 – Eber invade a área e tenta concluir, mas é abafado por Eládio. Bola sobra para Sebá que, sozinho na cara do gol, chuta no poste direito.
- 49 – Fim de jogo. Ufa! Deprimente. Fábio voltou da cirurgia pra extrair o apêndice em forma, Jonathan correu bastante e fez um gol, Henrique jogou como se a partida valesse alguma coisa e Wellington Paulista fez dois gols. Foram os melhores do Cruzeiro. Michel Lima com jogadas pela direita e Robson, que deu trabalho à bequeira celeste, foram os destaques do Tupi.
- Elias Guimarães, no PHD: “De bom: estava com saudades de ver o Cruzeiro jogar. Me pareceu bom o gramado e a iluminação. A torcida fica em cima. De ruim: esse comentarista que nem nome tem, só apelido emprestado do pai. Como dizem aqui no interior: ‘Vai assombrar porco!’”
- Simone Castro, no PHD: “Ah, segundo tempo muito mexido, totalmente modificado, só para observar e testar mesmo…”
- Mauro França, no PHD: “Acho que nem pra isso serviu. O Cuca pode observar nos treinos. Testar, só em jogos. Na minha opinião, foi uma tremenda perda de tempo. Uma palhaçada, como o Síndico escreveu. E pra piorar, narração e comentários sem noção.”
- Cuca, treinador do Cruzeiro, no Superesportes: “Montamos a equipe como a gente imagina. Estivemos bem, fomos compactos, fizemos um bom treino, principalmente pelo começo do jogo, pela grande volúpia, uma vontade de fazer logo o gol. Acabaram acontecendo três em 20 minutos. Aí, lógico, é natural, dar uma relaxada. A equipe adversária também encaixou bem e foi um bom treino. O 1º tempo foi muito bem jogado, foi um bom teste, um bom treino. É lógico que está em ritmo de treinamento e saíram jogadas em velocidade, por um lado, por outro, infiltrações e não tivemos grandes sustos. Foi uma ou outra falha, quanto estivemos atrás, até por mérito do Tupi. A gente sai feliz, contente, porque as coisas estão saindo como imaginamos e a evolução vai acontecer naturalmente. Quarta-feira, estaremos melhores do que hoje e assim sucessivamente. Lógico que há situações que precisamos melhorar. Podemos corrigir atrás também, passar um pouco mais a linha da bola, pra ficaros um pouquinho mais encorpados. São coisas que naturalmente vão se encaixando. Pra um primeiro treino, em cima de tantos trabalhos que eles estão fazendo, foi muito bom.”
Cruzeiro 3×0 Tupi, sexta-feira, 20h15, Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, amistoso com portões fechados devido às obras do estádio – Transmissão: TV Alterosa e Portal Uai (site Superesportes) – Juiz: Carlos Inácio Vítor (FMF) – Bandeiras: Breno Rodrigues (FMF) e Douglas Almeida Costa (FMF) – Amarelo: Rizzo (Tup) - Gols: Jonathan, 35seg, Wellington Paulista, 6 e 11 do 1º tempo - Cruzeiro: Fábio (Rafael Monteiro); Jonathan (Gilmerson), Gil (Helder), Cláudio Caçapa (Eber) e Diego Renan (Javier Reina); Fabrício (Fabinho) e Henrique (Marquinhos Paraná); Roger Galera (Pedro Ken) e Gilberto (Robert); Wellington Paulista (Sebá) e Thiago Ribeiro (Elicarlos). Tec: Cuca / Tupi: Gonçalves (Eládio); Michel Lima, Rizzo (João Júnior), Fabrício Soares (Delano) e Michel (Rodrigo); Denílson (Maguinho), Marcel (Assis), Sammuel (Leo Salino) e Sidinei (Felipe Santos); Muller (Udson) e Robson (Cassiano). Tec: Jordan de Freitas – Histórico – Foi o 58º Cruzeiro x Tupi. O Cruzeiro venceu 37 partidas, empatou 15, perdeu 6, marcou 137 gols, sofreu 48. Desde 1958, pelo Campeonato Mineiro, em 41 jogos, o Cruzeiro venceu 29, empatou 11, perdeu 1. Os dois clubes jamais decidiram um título entre si.
Tags:4-2-2-2, 4-3-3, AFA, Alex, Alterosa, amistoso, análise, Arena, Arena do Jacaré, ASA, atacante, Audi, audiência, ídolo, Band, bandeiras, BOA, Boca, bomba, Brasil, Brasileiro, Caçapa, CAN, Cláudio Caçapa, clubes, comentaristas, Comentários, Copa, Copa do Mundo, Cruzeiro, Cuca, Diego Renan, Dirceu Lopes, Douglas, Elano, Elicarlos, Esportes, estaduais, estádio, Estádios, evolução, Fabinho, Fabrício, Fábio, final, FMF, França, Fred, futebol, futebol brasileiro, Gil, Gilberto, Globo, gol, gols, gramado, Gum, Henrique, história, Inter, jogadores, Jonathan, juiz, lances, líder, Leonardo Silva, Lima, Marquinhos Paraná, Mauro França, Mineiro, Mundo, narração, O Tempo, ONG, Paraná, Paulista, Pedro, Pedro Ken, Pelada, PHD, piada, Rafael, Rafael Monteiro, Reina, Remo, Roger, Rosa, Sada, Santos, Sebá, Sete Lagoas, Simone Castro, SP, Sport, Superesportes, TAM, tática, título, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, times, TOC, torcedor, torcedores, torcida, treinador, Tupi, UAI, uniforme, Wellington Paulista
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Arísio França Jr.
Com a escolha da Arena do Jacaré para receber os jogos dos times mineiros até a reinauguração do estádio Independência, minha cidade natal, Sete Lagoas, tende se tornar a capital do futebol mineiro nos próximos meses. A intenção deste post é servir, um pouco, como guia para os torcedores que estão dispostos a pegar a estrada pra acompanhar o Cruzeiro em terras setelagoanas.
Distante 65km de Belo Horizonte, Sete Lagoas foi emancipada em 24 de novembro de 1867, com territórios desmembrados de Santa Luzia e Curvelo. Como cidade pólo da Região do Alto Rio das Velhas, está compreendida numa área de influência de 500 mil habitantes, totalizando 38 municípios. Em Sete Lagoas existem no perímetro urbano dez lagoas, sendo 17 em toda a região próxima a cidade. A Lei que denomina as lagoas oficiais do município é a 4.113, de 11 de Novembro de 1989. As lagoas são: Boa Vista, Catarina, Chácara, Cercadinho, José Félix, Matadouro e Paulino.
A economia local, por muito tempo baseada na agricultura, pecuária e ferro gusa passou por enorme transformação a partir da vinda da Iveco Fiat e seus fornecedores. Há menos de um ano foi inaugurada a fábrica da AmBev que, juntamente com a Brennand Cimentos (a ser inaugurada em dez/10), fecha uma tendência inevitável de potencialidade industrial da cidade, Este desenvolvimento industrial, em grande parte, é o responsável pelo crescimento populacional da cidade que já passa dos 235 mil habitantes. O comércio, ainda arraigado pelo provincianismo e pela pouca qualidade na prestação dos serviços, já começa a se movimentar diante da inauguração do Shopping Sete Lagoas, pertencente à BR Malls, com data marcada para 30 de Setembro de 2010.
Para os que virão aos jogos na Arena, partindo da capital ou do Aeroporto de Confins, são dois os acessos à cidade. O principal é pela BR-040, sentido Brasília. Estrada duplicada que requer muita atenção devido aos inúmeros trechos com falhas na pavimentação e pelo elevado volume de carros e caminhões em trânsito. Outra opção de acesso é a MG-424, rodovia estadual que parte de Vespasiano, passa por Pedro Leopoldo, Confins, Matozinhos e Prudente de Morais. Boa parte dos seus 50km é duplicada. Não é tão movimentada, mas tem o agravante de ter um trecho de pista única complicado pelo trânsito de caminhões das cimenteiras da região e por passar dentro do perímetro urbano de Matozinhos e Prudente de Morais. Requer paciência fazer este caminho.
Uma boa pedida para quem for aos jogos aos sábados e/ou domingos é fazer uma programação de fim de semana para conhecer os atrativos turísticos locais e as opções de entreternimento. Nos jogos aos domingos à tarde, sugiro aos interessados que cheguem no sábado após o almoço, façam um passeio à Serra de Santa Helena e Parque da Cascata para ver o por do sol, seguido de uma parada na Lagoa Paulino (Centro e principal lagoa) e suas inúmeras opções de bares e restaurantes (Ilha do Milito, Fiorenza Pizzaria, Grillus, Choperia 4 Estações, Gôndola Ristorante).
Em família, vale uma passada na Feira de Artesanato e Alimentação que funciona todas as sextas e sábados à noite em uma praça ao lado da lagoa do centro. Para os mais animados, os programas que varam a madrugada acontecem na boate Night Lounge (centro – música eletrônica, público selecionado), Opinião Pub (centro – só rock de primeira, ambiente para descolados) e na casa de shows Estação Brasil (próxima ao acesso da BR-040). No domingo, café da manhã no hotel e visita à Gruta Rei do Mato (BR-040, entrada da cidade). Uma boa para o almoço é o Restaurante Mirante na orla da Lagoa Boa Vista (bairro Boa Vista).
É isso. Não escondo minha satisfação pela possibilidade de ver jogos do Cruzeiro aqui no quintal de casa. Mas, também, estou muito preocupado com as condições locais para receber torcedores, delegações das equipes e membros da imprensa de todo lugar. Sete Lagoas padece pelas últimas péssimas administrações municipais e enfrenta problemas nas áreas de segurança e saúde. Como outras cidades, o poder público local não está conseguindo acompanhar o desenvolvimento privado.
Repasso uma lista bem selecionada de contatos que poderão ser úteis aos que virão assistir jogos na Arena e me coloco à disposição aos companheiros do PHD para esclarecimentos, emergências, indicações e dúvidas sobre a cidade e os jogos: arisio@hotmail.com. Será um prazer recebê-los aqui!
Abraços.
Atrativos Turísticos:
- Lagoa Paulino: centro da cidade. Principal lagoa e ponto de referência para opções de alimentação.
- Gruta Rei do Mato: localizada junto ao trevo de acesso da BR-040. Muito bonita mas é preciso ter fôlego para circular por suas passarelas e escadas que atravessam os salões.
- Serra de Santa Helena e Parque da Cascata: Complexo com acesso pelo bairro Jardim Arizona. Do alto da Serra é possível observar toda a cidade. Aos sábados, é possível voar de paraglider com um grupo local de praticantes deste esporte.
- Museu Histórico Municipal: No centro, ao lado da Catedral de Santo Antônio.
- Museu do Ferroviário: Avenida Antônio Olinto.
Hospedagem e alimentação:
- Real Hotel: Praça Martiniano Carvalho, 06 – Canaan – (31) 3773-3301
- Sete Lagoas Residence – Rua Nestor Fóscolo, 284 – Centro – (31) 3775-1010
- Lago Palace Hotel: Praça Carmelo Mota, 273 – Centro – (31) 3774-6044
- Hotel Riviera: Rua Santa Helena, 125 – Canaan – (31) 3027-0800
- Cantina Bom Sabor (self service) – Centro – (31) 3774-6633
- Lagoa Espetos (churrasco e self service) – Centro – (31) 3775-2888
- Ilha do Milito (a la carte e choperia) – Centro – (31) 3771-8939
- Pizzaria Boca do Forno (massas) – Centro – (31) 3771-0103
- Fiorenza Pizzaria (carnes e massas) – Centro – (31) 3771-8931
Telefones úteis:
- Corpo de Bombeiros: (31) 3773-0207 ou 193
- Polícia Rodoviária Federal: (31) 3774-7038
- Rodoviária: (31) 3773-1133
- Secretaria de Turismo: (31) 3772-9927
- Hospital Municipal: (31) 3774-8668 ou 192 (SAMU)
- Prefeitura Municipal: (31) 3779-7000
- Pontos de táxi: (31) 3771-4211 / 3773-4747 / 3771-4141 / 3776-3012
Arísio França Jr., 33, Administrador, nasceu e mora em Sete Lagoas.
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