Posts com a Tag ‘Pesquisa’

A margem de erro

terça-feira, 4 de maio de 2010

Pedi ao Marcos Pinheiro, o analista de números do PHD, uma explicação sobre o que é, e como calcular corretamente, a margem de erro das pesquisas sobre torcidas.

Este é apenas um aspecto dos problemas que atormentam torcedores eufóricos ou insatisfeitos com os resultados das pesquisas.

Há muito mais o que se considerar quanto à metodologia das pesquisas. Mas isto fica pra outro post.

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Taí, essa gente bronzeada mostrando seu valor…

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sorte nossa, que os britânicos não acompanham o futebol brasileiro.

Já pensaram se eles conhecessem Euricão, Trajano, Cipullo, Juvenal Juvêncio, Kaiu, ZZP, Love, Muricy, Lori Sandri, Márcio Alemão, Angelim, Fernandão, Souza, Bala, Lúcio Becão, Dylan e outros menos votados?

Cairíamos pra segundona, com certeza.

Sorte deztepaiz que eles prestaram mais atenção neste blogueiro e na Juliana. E, talvez, no Kaká.

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Por que escamoteiam?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Walfrido passou bom tempo de sua vida, contando o número de matérias que o Superesportes publicava sobre os rivais belo-horizontinos.

Invariavelmente, a Cocota vencia. Mala que sou, tão logo nosso confrade apresentava os dados da pesquisa, eu os comparava com os do Site Oficial do Cruzeiro.

E descobria que o Superesportes era sempre mais pródigo do que o site oficial com o campeão da Tríplice Coroa.

Volto ao tema, pois vários confrades estão reclamando que a vantagem da torcida celeste na venda antecipada de ingressos para o RapoCota deste sábado não tem sido divulgada pela mídia mineira.

Pois na quarta-feira, à noite, ouvi o Milton Naves, da Itatiaia, destrinchando os números e mostrando a vantagem celeste.

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Olé: “Foi quente como um Brasil x Argentina”

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.

  1. Henrique, volante do Cruzeiro: O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
  2. Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
  3. Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
  4. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
  5. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
  6. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição. 
  7. Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
  8. Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça.  Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
  9. Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
  10. Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
  11. Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando  tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
  12. André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
  13. Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá.  E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
  14. Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
  15. Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
  16. Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
  17. Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
  18. Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
  19. Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
  20. Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!

Pesquisa: Romarol e JS

Cruzeiro perdeu a concorrência de vista

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Marcos Pinheiro

O Datafolha ouviu, entre 14 e 18dez2009, 11.258 pessoas a partir de 16 anos, em 375 municípios brasileiros, para saber qual o time de futebol de preferência do entrevistado (resposta espontânea e única).

A margem de erro máxima é de 2%, para um intervalo de confiança de 95%.

Os resultados nacionais já foram publicados aqui no PHD e o Cruzeiro teve a sexta maior torcida estimada, num percentual de 4%, o dobro do time de Vespasiano.

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O torcedor do futuro

sábado, 16 de janeiro de 2010

O Datafolha fez a seguinte pergunta a 853 crianças entre 4 e 12 anos:

  • Qual é o time de sua preferência?

Na pesquisa, publicada em 31jul08, em seu site, o instituto informa que 86% dos entrevistados declararam torcer por algum time, quase sempre de sua região.

  • “A preferência é regional: a escolha pelo São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Cruzeiro, Santos e Atlético-MG é mais expressiva na Região Sudeste, enquanto a opção por Grêmio, Internacional e Coritiba no Sul, Flamengo e Seleção Brasileira no Nordeste e Paysandu e Remo no Norte/Centro-Oeste.

Ranking:

  1. Flamengo – 23%
  2. São Paulo – 11%
  3. Corinthians – 10%
  4. Vasco – 5%
  5. Palmeiras – 5%
  6. Grêmio – 5%
  7. Seleção Brasileira – 4%
  8. Cruzeiro – 3%
  9. Botafogo – 2%
  10. Santos – 2%
  11. Atlético-MG – 2%
  12. Paysandu – 2%
  13. Internacional – 1%
  14. Remo – 1%
  15. Sport – 1%
  16. Coritiba – 1%
  17. Fluminense – 1%
  18. Santa Cruz – 1%
  19. Outros – 6%
  20. Não têm time -14%

O Outro na vida do Datafolha

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Marcos Pinheiro

Pelos números apurados pelo Datafolha, entre 14 e 18dez09, os times do Eixo fazem a festa no Paraná e na Bahia.

No Paraná, o Corinthians lidera com folga: 20%, contra longínquos 8% do Atlético, que está empatado com o Palmeiras.

Depois vem Flamengo, 7%, São Paulo e Santos, ambos com 6%, para só então aparecer o Coritiba, com 5%.

Até o Grêmio, com 3%, está na frente do Paraná Clube, que tem 2%, empatado com Vasco e Internacional.
 
Na Bahia o vexame é um pouco menor. Bahia e Vitória, com 14% e 10% respectivamente, ficam em 3º e 4º lugar, atrás apenas de Flamengo, 21%, e Corinthians, 10%, mas na frente de São Paulo, 7%, Palmeiras, 6%, Vasco, 5%, e Santos, Botafogo e Fluminense, todos com 1%.
 
Mas paranaenses e baianos não podem reclamar. O Datafolha, ao menos, reconheceu que eles existem.

Em Pernambuco, Ceará e Santa Catarina, o Datafolha simplesmente juntou todas os clubes locais na categoria “Outro”.

No estado do campeão brasileiro de 1987 o “Outro” teve 39% no Estado e 68% no Recife.

No Ceará, o “Outro” teve 20% no Estado e 40% em Fortaleza.

E em Santa Catarina, foi 5% para “Outro” no Estado e 33% em Floripa.
 
Se a pesquisa foi feita e foram divulgados os resultados estratificados de nove Estados, do Distrito Federal e de 10 capitais, por que não divulgar os percentuais das equipes locais?

Será que a paulista Datafolha ainda não digeriu a derrota do Corinthians na dinal da Copa do Brasil de 2008? Embirrou?

Os 68% dos clubes pernambucanos no Recife não são relevantes?

A que interessa ao torcedor do Santa ou do Náutico saber que Flamengo e Corinthians têm 4% dos torcedores em Recife, São Paulo e Palmeiras têm 1% e “Outro” tem 68%?
 
Por nossa conta, aplicaremos um tratamento isonômico e publicaremos os resultados de RJ e SP no mesmo padrão que Datafolha adotou para CE, PE e SC.

Quem quiser, que vá nos links acima para mais detalhes.
 
No Estado do Rio, Corinthians e Palmeiras tiveram 1% cada, e “outro” teve 84%, com 14% de não torcedores.

Na capital fluminense, “outro” subiu para 87%, tendo Corinthians e Santos 1% cada e 11% de não-torcedores.

No Estado de São Paulo, Flamengo teve 2% e “outro” 75%, com 22% dos entrevitados respondendo não torcer para nenhum time.

Na capital São Paulo, o Flamengo manteve os 2%, seguido do Vasco, com 1%, 20% não torcem para ninguém e 75% torcem para “Outro”.

Marcos Pinheiro, 37, cruzeirense, engenheiro, advogado, servidor público, nasceu no Rio de Janeiro, mora em Belo Horizonte.

Em Brasília, Cruzeiro 2×0

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Marcos Pinheiro

Entre 14 e 18dez09, o Datafolha perguntou a 509 pessoas do Distrito Federal, com 16 anaos ou mais,

  • “Qual é o time de futebol de sua preferência?”

O número de entrevistado corresponde a uma margem de erro máxima de 4,3%, para um intervalo de confiança de 95%, mas como as estatísticas publicadas são arredondadas para números inteiros, temos de considerar uma ME máxima de 5%.

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Números que a mídia de Beagá não publica

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Marcos Pinheiro

A pesquisa Datafolha publicada no último domingo, pela Folha de São Paulo, aponta o Cruzeiro como a 5ª maior torcida do País, entre os jovens de 16 a 24 anos, empatado com o Vasco, com 5%, e com duas vezes e meia mais que o Atlético-MG, que tem 2%.

As maiores, entre os mais jovens, são as de Flamengo, 23%, Corinthians, 18%, São Paulo, 10% e Palmeiras, 8%. Essas quatro torcidas, mais a do Cruzeiro, são também as que mais crescem, com destaque para a torcida corinthiana. Entre os que têm 60 anos ou mais, somos apenas a 10ª torcida.

A torcida do Cruzeiro tem uma distribuição relativamente uniforme nas diversas faixas de renda. As torcidas de Atlético-MG e Botafogo, embora definhantes, estão fortemente concentradas nas faixas de renda mais elevadas, com 3%, o que faz diferença na negociação com patrocinadores.

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10 manchetes pra facilitar a vida da mídia de BH

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ufa! A montanha pariu um rato.

A mídia belzontina começou a repercutir a pesquisa do Datafolha, publicada, domingo passado, pela Folha de S. Paulo.

O Tempo deu a notícia como se fosse despacho num processo administrativo. Com burocrática má vontade.

Já a Itatiaia não economizou palavras, segundo fiquei sabendo.

Mílton Naves , futuro narrador dos jogos do Cruzeiro, cantou a pedra direitim. E ainda repetiu os números, tim-tim por tim-tim.

Dificíl está sendo a notícia chegar às redações do EM e do Portal UAI. Que parto!

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Quem vai dar (a notícia) primeiro?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Toda a mídia nacional já repercutiu a pesquisa do Datafolha sobre as torcidas brasileiras.

O Brasil inteiro já sabe que, em Minas, o Cruzeiro tem 31% da torcida contra 15% da Cocota. E, em Beagá, 43% contra 30%.

Deu na Folha, na Placar, no Estadão, no Globo, nas televisões, em centenas de sites e rádios. Só não deu na brava mídia belzontina.

Estado de Minas, Hoje em Dia, O Tempo, Alterosa, Superesportes e Itatiaia ainda não repercutiram a pesquisa.

Estão sem coragem de contar pra torcida emplumada que ela está definhando.

Coragem, moçada! Uma hora eles vão saber. Que seja, então, por alguém da família, pô!

Enquanto isto, o PHD vai promover um bolo de linha. O acertador ganhará uma assinatura anual deste blog.

Quem vai dar primeiro? Estado de Minas, Itatiaia, Alterosa, Superesportes, Hoje em Dia ou O Tempo?

N.B.: O Síndico aposta na Itatiaia. A qualquer hora, Seu Mané perde a paciência e liga da praia mandando a meninada da rádia perder a inibição e falar da pesquisa.

Pontifique você também

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Entre 14 e 18dez09, o Datafolha ouviu 11.258 pessoas com 16 anos ou mais em todo o território nacional.

Assunto: futebol. Margem de erro para o total da amostra é de 2%, pra mais ou pra menos.

Eis alguns números para os palpiteiros, incluindo os blogueiro, pontificarem:

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Cruzeiro é líder entre os Off Eixo

domingo, 3 de janeiro de 2010

Pesquisa DataFolha, realizada logo após o encerramento do Campeonato Brasileiro, e publicada na edição deste domingo da Folha de S. Paulo, indica crescimento da torcida do Flamengo, que pulou de 17% para 19%.

Os rubronegros dominam o Nordeste, Norte e Centro-Oeste, com folga. Ou seja têm a maior torcida de coração partido do país, pois todos torcedores destas regiões têm seus times domésticos também.

Lideram, ainda entre os jovens, o que indica grnde vitalidade. Na contramão, Botafogo e, principalmente Fluminense definham, pois não conseguem mais empolgar a garotada fora do Rio.  

E o Cruzeiro, ultrapassando o Grêmio, volta à liderança do mundo Off Eixo. Confiram:

  1. Flamengo 19%
  2. Corinthians 13%
  3. S. Paulo 8%
  4. Palmeiras 7%
  5. Vasco 5%
  6. Cruzeiro 4%
  7. Grêmio 3%
  8. Inter 3%
  9. Santos 2%
  10. Atlético-MG 2%
  11. Botafogo 2%
  12. Fluminense 1%
  13. Bahia 1%
  14. Vitória 1%

P.S.: O site da Editora Abril diz que o Cruzeiro tem 4% na pesquisa, e o da Globo, 3%. Qual deles está certo?

O elenco dos Anos Zero

domingo, 3 de janeiro de 2010

Alguém sabe se existe algum site em que seja possível consultar os elencos ano a ano?

Fiz uma rápida pesquisa em alguns jogos no site Futpédia. Eis uma relação do que passou pelo Cruzeiro de 2000 a 2009 (peguei um ou dois jogos por ano + alguns nomes de memória).

 O que eu queria mesmo era uma divisão por semestre, para pelo menos identificar a base de cada time, mas acabei misturando tudo…

Moema Fox

  • 2000 – André Doring, Jefferson, Fábio, Fabiano, Glayssinho, Rodrigo Posso, / Zé Maria, Fernandinho, Maicon, Clebão, Alexandre, Marcelo Djian, Luisão, Márcio, Cris, Sorin, Alonso, Rodrigo, / Marcos Paulo, Ricardinho, Donizete Oliveira, Donizete Amorim, Viveros, Rony, Mancuso, Cleber Monteiro, Wendel, Valdo, Alê, Paulo Isidoro II, Sérgio Manoel, / Geovanni, Muller, Jackson, Oséas, Fábio Júnior, Marcelo Ramos, Zé Roberto,  Renato Cella, Cristian, Leandro, Alex Mineiro, Deílton. Tec: Paulo Autuori, Marco Aurélio, Luiz Felipe Scolari
  • 2001 – Bosco, Jefferson, André Doring, / Maguinho, Maicon, Luizinho Netto, Neném, Rodrigo, Cris, Luisão, Bill, Irineu,  Alex Xavier, João Carlos, Clebão, Márcio, Fernandinho, Sorín, Beto, Maxwell, William Boaventura, Alex Santos, / Marcos Paulo, Ricardinho, Alê, Cléber Monteiro, Joelson, Leandro, Viveros, Mancuso, Abedi, Diego, Alex 10, Marcus Vinícius, / Edmundo Animal, Geovanni, Jussiê, Rincón, Augusto Recife, Jorge Wagner, Muller, Oséas, Marcelo Ramos, Adriano Chuva, Sérgio Manoel, Alessandro Cambalhota , Leonardo, Kanu, Edmílson, Wandeir.  Tec: Luiz Felipe Scolari, Paulo Cesar Carpeggiani, Ivo Wortmann, Darlan Schneider, Marco Aurélio
  • 2002 – Gomes, Jefferson, Gleguer, Alexandre Favaro, Gomes/ Ruy Cabeção, Maicon, Alemão, Cris, Luisão, Marcelo Batatais, Irineu, João Carlos, Thiago Gosling, Sorín, Leandro Silva, Jorginho Paulista, Rondinelli, Alex Santos, / Augusto Recife, Danilo, Victor Quintana, Fernando Miguel, Viveros, Ricardinho, Paulo Miranda, Vander, Alex 10, Wendel, / Lucas, Jussiê, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Joãozinho, Lúcio, Alessandro Cambalhota, Kanu, Wandeir, Edílson. Tec: Marco Aurélio, Wanderley Luxemburgo
  • 2003 – Gomes, André Doring, Artur Moraes, Alexandre Favaro, / Maurinho, Maicon, Cris, Luisão, Edu Dracena, Thiago Gosling, Gladstone, Irineu, Marcelo Batatais, Leandro Silva, Emerson Nunes, / Itaparica, Leo Silva, Cleber Monteiro, Augusto Recife, Maldonado, Felipe Melo, Sandro Sarará, Jardel, Paulo Miranda, Martinez, Márcio, Marcinho, Wendel, Alex 10, Zinho, Marcinho, / Aristizábal, Kanu, Diego, Jussiê, Deivid, Mota, Márcio Nobre, Marcelo Ramos,  Tiago Pereira, Alex Dias, Alex Alves.  Tec: Wanderley Luxemburgo
  • 2004 – Gomes, Artur Morais, Doni, Thiago Braga, Alexandre Favaro, Gatti, / Maurinho, Marco Aurélio, Alessandro, Maicon, Ruy Cabeção, Alemão, Michel, Marcelo Batatais, Cris, Edu Dracena, Marcelo Batatais, Bruno Quadros, Gladstone, Irineu, Régis, Leandro Silva, / Leandro, Martinez, Mancuso, Jardel, Sandro Sarará, Martinez, Augusto Recife, Wendel, Márcio Hahn, Marcinho, Maldonado, Alex 10, Walter Minhoca, Adriano Gabiru, / Rivaldo, Guilherme, Jussiê, Lima, Dudu, Tápia, Fred, Schwenck, Kanu, Márcio Diogo, Alex Dias. Tec: Wanderley Luxemburgo, PC Gusmão, Marco Aurélio, Ney Franco
  • 2005 – Fábio, Artur Morais, Thiago Braga, Gatti, / Maurinho, Ruy Cabeção, Michel, Jonathan, Edu Dracena, Gladstone, Marcelo Batatais, Irineu, Moisés, Argel, Leandro Eusébio, Patrick, Athirson, Anderson Paim, / Victor Júnior, Fábio Santos Vidaloka, Martinez, Marabá, Maldonado, Diogo Mucuri, Diogo Duran, Lopes Tigrão, Kelly, Francismar, Wagner, / Kerlon, Weldon, Diego Clementino,  Adriano Gabiru, Fred, Jean, Alecsandro, Wando Tiririca, Daniel Morais, Adriano Louzada, Tadeu, André Luiz Leite. Tec. Levir Culpi, PC Gusmão
  • 2006 – Fábio, Lauro, Juninho, Flávio Guedes, / Jonathan, Michel, Luizinho, Luizão II, Gladstone, Edu Dracena, Teco, Thiago Heleno, André Leone, André Luis Chefão, Júlio César, Anderson Santana, / Augusto Recife, Aldo Souza, Paulinho Dias, Evandro, Fábio Santos Vidaloca, Leo Silva, Jonílson, Diogo Duran, Leandro Bonfim, Martinez, Sandro Sarará, Francismar, Elson, Wagner, / Geovanni, Kerlon, Alecsandro, Elber, Araújo, Ferreira, Gil, Fábio Pinto, Carlinhos Bala, Jonathas, André Luiz Leite, Diego Silva, Adriano Rodrigues. Tec. PC Gusmão, Oswaldo de Oliveira
  • 2007 – Fábio, Lauro, Gatti, Bruno Pianissola, Flávio Guedes, / Gabriel, Mariano, Jonathan, Peter, Ângelo, Herick, Eliézio, Simões, Wellington, Rodrigão, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Luizão II, Gladstone, Wellington, Leandro Amaro, Edimar, Alemão, Maicon II, Fabio Santos, Anderson Imaturo, Fernandinho, João Victor, / Renan, Jardel, Aldo Souza, Daniel Tijolo, Luiz Alberto, Sandro Sarará, Leo Silva, Paulinho Dias, Charles, Ramires, Leandro Domingues, Maicossuel, Ricardinho, Wagner, Marcinho Bochecha, Fernando Oliveira, Tallys, / Diego Clementino, Kerlon, Geovanni, Guilherme, Araújo, Rômulo, Roni, Nenê, Alecsandro, Pedro Júnior, Fellype Gabriel, Marcelo Moreno, Vinícius Lopes. Tec: Paulo Autuori, Emerson Ávila, Dorival Júnior
  • 2008 – Fábio, Andrey, Rafael, Bruno Pianissola, / Jonathan, Apodi, Carlinhos, Maurinho, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Thiago Martinelli, Thiago Gosling, Espinoza, Wellington, Jadílson, Fernandinho, Espinoza, / Sandro Manoel, Elicarlos, Marquinhos Paraná, Fabrício, Charles, Ramires, Wagner, Henrique, Camilo, Gerson Magrão, Bruno, Luiz Alberto, Zé Eduardo, Marcinho Bochecha, Leo Silva, Pablo, Luís Fernando Sales, / Fabinho, Reinaldo Alagoano, Guilherme, Weldon, Rômulo, Joabe, Marcel, Diego Clementino, Thiago Ribeiro, Jonathas, Jajá, Wanderley, Reina. Tec: Adílson Batista
  • 2009 – Fábio, Andrey, Rafael, Flávio Guedes, / Jonathan, Patric, Jancarlos, Gustavo Schiavolin, Anderson Beraldo, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa, Gil, Thiago Heleno, Neguete, Diego Renan, Gerson Magrão, Vinícius, Radar, / Pablo, Marquinhos Paraná, Henrique, Fabrício, Elicarlos, Fabinho, Uchoa, Wagner, Fernandinho, Camilo, Athirson, Bernardo, Gilberto, Leandro Lima, Raphael Luz, / Kleber Gladiador, Wellington Paulista, Thiago Ribeiro, Guerrón, Eliandro, Dudu, Soares, Zé Carlos, Alessandro do Lotação. Tec: Adílson Batista

N.B.: Faltam muitos nomes. Vamos ajudar a Moema a completar a lista (2000 je 2001 á pesquisei). Em negrito, quem chegou a uma Copa do Mundo, jogando ou não.

Aracaju: metade vermelha, metade azul

sábado, 19 de dezembro de 2009

Marcos Pinheiro

Pesquisa realizada em janeiro de 2005, por encomenda da Federação Sergipana de Futebol, entrevistou 807 torcedores em Aracaju (520.303 hab, IBGE/2007) para conhecer a preferência clubística de seus habitantes.

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37ª BR: Fla quase penta, na mamata

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Gols: 44 – Média: 4,4 – Lugares disponíveis: 431.000  – Público Pagante: 204.859  – Caronas: 4.099 – Público presente: 208.958 – Média: 20.899 – Ocupação dos estádios: 48% – Data 29nov09

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Sangue Azul: “A mudança tática foi espetacular”

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Comentários de blogueiros, jogadores e treinadores acerca do Cruzeiro 4×1 Coritiba, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 29nov09:

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Sorín: “Vamos continuar em Belo Horizonte”

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Palavras de Sorín e alguns de seus convidados para a festa de despeidda no Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, no Mineirão, em 04nov09:

  1. Ruth Refetur, mãe de Sorín: É maravilhoso. Na verdade é um reconhecimento imenso que me comove muito. Faz bastante tempo que venho vê-lo aqui e sei que as pessoas o querem bem e isso é muito bom. Gosto muito de Belo Horizonte, é uma cidade preciosa, desde todos os pontos de vista. As construções, as pessoas.
  2. Jaime Sorín, pai de Sorín: Em nenhum outro lugar ele se sentiria tão cômodo como no Mineirão, com a torcida do Cruzeiro, que realmente lhe deram um apoio e um carinho enormes no tempo que ele esteve aqui, inclusive quando ele jogou na Europa. Creio que é o lugar.  Na verdade não sei, mas creio que vá seguir ligado ao futebol e ao Cruzeiro. Creio que é o lugar para ele trabalhar e sentir-se cômodo. Ele tem a vida em Belo Horizonte, está muito bem aqui.
  3. Sorín, lateral-esquerdo do Cruzeiro: Esse é um momento inesquecível como outros em 15 anos de carreira. Mas essa festa com minha filha, mulher e todos os meus amigos é uma coisa que nunca vou esquecer. É um momento incrível na minha vida, minha carreira acabar assim com esta festa. O Mineirão lotado e cheio de pessoas que gostam de mim. É um privilégio e agradeço ao Cruzeiro, porque realmente foi incrível. Joguei um pouquinho com a camisa deles [Argentinos Juniors] por agradecimento e retribuição por eles terem vindo até aqui. Vamos ajudar muita gente essa noite com tudo que a torcida trocou pelos ingressos. Muito obrigado à diretoria do Cruzeiro e cada um dos funcionários da Toca da Raposa, do Mineirão e a todos os jogadores que tive o prazer de atuar. Quero a agradecer à torcida pelo carinho que me demonstram na rua. Vamos continuar morando aqui em Belo Horizonte, nossa filha nasceu aqui e estamos muito felizes. Agora vamos ver, todas as ofertas foram postas e vamos pensar e decidir com calma, sabendo que a relação com o Cruzeiro vai ser eterna.
  4. Gabriel, O Pensador, músico: Foi bom demais. Eu estava com saudades de jogar bola. Já tinha me aposentando antes do Sorín, mas ele me chamou para jogar. O Sorín é um grande atleta e uma grande pessoa. Ele merece essa festa para celebrar a sua carreira, que foi brilhante. Para mim, é uma honra jogar aqui na despedida dele.
  5. Juan Madoni, primeiro treinador de Sorín: Em primeiro lugar agradeço à família Sorín, que me confiou seu filho. Uma excelente pessoa. Estou muito emocionado. Futebolisticamente, tinha muito boa condição. Muita agressividade e jogava pela equipe. Foi crescendo e se integrou como parte da família. Ele não queria jogar de lateral-esquerdo, queria fazer gols, jogar na frente. E aconteceu. Jogou de ‘3′, no meio-campo, por todos os lados. Na verdade é como um filho. Não tenho palavra para dizer o que é Juampi e o que vai ser. Estou certo que tomou o caminho direito, sabe onde vai e sempre vou ser seu amigo.
  6. José Pekerman, ex-treinador da Sub20 da Argentina: Ter conhecido a Juan Pablo foi uma das coisas na vida que eu mais valorizei, porque percorremos muitas coisas importantes juntos. Ele foi fundamental para mim como pessoa e para as equipes que defendemos, como a da Argentina. Nós damos uma importância transcendente ao futebol, temos ideias parecidas e sentimos que o futebol é muito mais que uma bola e uma competição em que se disputa quem é o melhor. Sentimos que é uma via para formar, para conseguir amigos e dar exemplos à juventude. Me engrandece ter tido um jogador da qualidade de Sorín. Tudo o que ele ganhou foi como eu gosto. Com muito esforço, tenacidade, vontade e capacidade a serviço de um jogo em equipe. Isso é o que vou levar como lembrança. Fantástico.
  7. Sergio Goycochea, ex-goleiro da Seleção Argentina: O maior motivo de orgulho para Juampi é que a rivalidade histórica entre Argentina e Brasil no futebol torna muito maior a participação dele aqui. Não é fácil para o argentino triunfar aqui. São muitos poucos casos. Falam maravilhas do que ele fez dentro e fora de campo. É um grande orgulho para nós ter representantes como Juampi. Ele deixa um caminho para futuros futebolistas, acrescentou prestígio ao futebol argentino.
  8. Juan Peña, boliviano, ex-jogador do Villareal:  Todos desejamos que seja um dia inesquecível para ele. Às vezes um pouco doloroso porque não voltará a jogar como profissional. Mas é certo que será um dia muito lindo porque reuniu todo o pessoal que conheceu e compartilhou muita coisa. Desejamos que não se termine aqui e de agora em diante esteja vinculado ao futebol, para aportar todo o conhecimento que tem.
  9. Andreas Kisser, guitarrista da banda Sepultura: É um honra participar dessa festa tão importante, ao lado dessas lendas do futebol argentino e brasileiro. Estou muito feliz por participar da preliminar, representando os artistas que jogam aquela pelada uma vez por semana.
  10. Rincón, ex-armador da Seleção da Colômbia: Estou muito feliz por voltar a Belo Horizonte. Foi pouco tempo, mas deixei uma lembrança aqui. A festa é merecida. O Sorín representou muito por aquilo que fez no Cruzeiro e acredito que até os torcedores rivais gostam dele. É um cara fantástico, como amigo dele sou suspeito de falar.
  11. Peric, goleiro do Argentino Juniors: É uma festa bonita para Sorín, que merece isso e muito mais. Estou muito contente por ter vindo apoiar também. Por que não tirar fotos deste momento, que está lindo? 
  12. Fernandinho, lateral-esquerdo do Cruzeiro: É muito bonito, nós atletas ficamos felizes, o Sorín é excelente pessoa, exemplo para todo mundo, para os jovens que acham que futebol é só chegar e jogar. Não é assim. Ele fez por onde colocar 50 mil pessoas aqui e temos de bater palmas para ele, desejo sorte para ele na sua nova vida.
  13. Athirson, lateral-esquerdo do Cruzeiro: Fico feliz pelo Sorín, um estrangeiro, um gringo, um argentino ter esse carinho do torcedor brasileiro. Ele merece, tem coração muito bom e ter participado desse evento foi muito bom.
  14. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro: É uma grande pessoa e grande amigo. Quem sabe no futuro possamos passar por situação dessas. Ele me ajudou muito, não só ele como vários outros jogadores experientes. Fico feliz pelo presente que a torcida deu a ele. 
  15. Gilberto, meia do Cruzeiro: O Sorín foi um grande jogador e vestiu a camisa do Cruzeiro como ninguém. Ele tem uma identificação muito forte com o torcedor. A gente fica feliz com essa homenagem, porque são poucos clubes que conseguem fazer isso para um ídolo. 
  16. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: É bom para o Sorín, um jogador que fez história no clube e merece toda essa festa, por tudo que fez pelo Cruzeiro e os títulos que ele conquistou. Então, todos nós estaremos presentes para homenageá-lo nesta despedida. 
  17. Gustavo Schiavolin, beque do Cruzeiro: Estou muito feliz por estar recuperado e poder voltar a fazer o que eu mais gosto, que é jogar futebol. Consegui superar as expectativas e estou voltando até um pouco antes do previsto. A recuperação foi realizada à base de muita dedicação, já que eu fazia tratamento no clube duas vezes por dia e ainda fazia algum complemento em casa. Voltar a vestir a camisa do Cruzeiro será maravilhoso e não vejo a hora de pisar no gramado novamente. Vai ser emocionante. Tenho uma amizade legal com o Sorín e admiro muito ele por tudo que fez no futebol. É uma pessoa de grande caráter e sempre que o encontrava na Toca da Raposa nós conversávamos bastante. Será uma bela e merecida festa para alguém que fez muita coisa pelo clube e pelo futebol. Estou feliz por poder participar da despedida dele.
  18. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Para mim é uma marca muito importante. Hoje em dia no futebol é muito difícil você se identificar com um clube, o jogador se transfere muito rapidamente. Já estou há cinco anos vestindo a camisa do Cruzeiro e bastante feliz por todos os momentos que vivi. 
  19. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Sei o que é parar de jogar futebol coloquei para eles a importância de valorizar o momento

Fontes: Saite Oficial do Cruzeiro Esporte Clube, Globo.cpm, UOL, Rádio Itatiaia, Globo Minas

Pesquisa: Romarol

Dá pé?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Antes do jogo contra o Cruzeiro, Mano Menezes, treinador do Corintiãs,  disse: “quem vem ganhando há mais tempo, está mais próximo de perder”.

Se isto for verdadeiro, quem está perdendo há mais tempo também estaria mais próximo de vencer.

Seguindo este raciocínio, ao final desta 32ª rodada, o Palmeiras será líder e o Cruzeiro estará de volta à Sul-americana.

Mas pode ser que ainda não tenha chegado a hora da derrota celeste nem da vitória palmeirense.

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Adílson: “Vamos pensar jogo a jogo”

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Opiniões de protagonistas e jornalistas acerca do Corintiãs 0×1 Cruzeiro, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu, em 25out09:

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