Posts com a Tag ‘Palhinha’

Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (II)

terça-feira, 9 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Após o antológico 5×4 sobre o Inter, o Cruzeiro viajou ao Paraguai para enfrentar o Deportivo Luqueño e o Olímpia, respectivamente, vice e campeão paraguaio de 1975. O Luqueño vencera o clássico local por 3×2. Portanto, o jogo do domingo, 14mar76, seria o confronto dos vencedores da 1ª rodada.

Suspenso, Palhinha era o único desfalque. Piazza retornava à equipe, recuperado da contusão que o afastou do jogo contra o Inter. O Cruzeiro não fez um bom 1º tempo. A defesa teve trabalho pra conter a correria dos atacantes paraguaios. Palhinha fazia falta e Piazza voltou mal. Mesmo com boa atuação de Joãozinho, o ataque não funcionou. Pra complicar, o Luqueño fez 1×0 aos 29 e perdeu chances para ampliar ainda no 1º tempo.

(mais…)

Tags: Cruzeiro, Darci Menezes, Internacional, Joãozinho, Libertadores 1976, Nordeste, Olímpia, Palhinha, Paraguai, Piazza

Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (I)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

A Libertadores de 1976 começou para o Cruzeiro na vitória de 3×2 sobre o Santa Cruz no jogo único pela semifinal do Campeonato Brasileiro, em 07dez75, no Recife.

O resultado, definido com um gol de Palhinha aos 46 do 2º tempo, garantiu não só a presença na final como também a terceira participação do clube no torneio sul-americano, a segunda consecutiva.

Na final, o Cruzeiro foi derrotado pelo Internacional por 1×0, no Beira-Rio e, foi vice-campeão pelo 2º ano consecutivo.

(mais…)

Tags: Ílton Chaves, Brasil, Cruzeiro, Internacional, Jairzinho, Libertadores 1976, Olímpia, Palhinha, Paraguai, Sportivo Luqueño

Não é Ronaldinho, é Ronaldão

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Durante a transmissão de Caldense 0×2 Cruzeiro, o comentarista de arbitragem da TV Globo, Márcio Resende de Freitas, disse que o o gramado do estádio de Poços de Caldas tem 90×60 metros.

Esta informação serviu para balizar comentários técnicos sobre o jogo, na TV e aqui no PHD.

Como conheço o estádio, duvidei da informação e, hoje, telefonei para o Secretário de Esportes da Prefeitura, Carlos Alberto dos Santos, pedindo esclarecimentos.

Ele garantiu que as dimensões do gramado são as mesmas do Mineirão, do Maracanã e do Serra Dourada. E ficou de enviar, por e-mail, a ficha técnica do estádio.

No fim da tarde, recebi mensagem da Sra. Margareth Stano com os dados do Ronaldão, estádio bem conservado e adequado para jogos de qualquer campeonato.

(mais…)

Tags: Adriano, amistoso, arbitragem, Atlético, atlético-mg, atletismo, árbitro, árbitros, ônibus, Brasil, Caçapa, Caldense, CAN, carioca, clubes, Comentários, Corinthians, Cruzeiro, Dida, Esportes, ficha técnica, FIFA, futebol, Globo, Goiás, gol, gols, gramado, história, Imprensa, juiz, Lincoln Afonso Bicalho, Maracanã, Mineirão, Mineiro, mineiros, Natal, Palhinha, público, penta, PHD, Placar, profissional, renda, rodada, Ronaldo, Santos, Sócrates, Seleção, Seleção Brasileira, Serra Dourada, SP, Sport, técnico, título, Telê Santana, times, torcida, Tostão, Uberaba, Vila, Vinícius, Vitória

Mestre Zelão, ídolo da facção over 50

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

João Chiabi Duarte

Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.

Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.

Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.

Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.

A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.

(mais…)

Tags: Administração, Adriano, Atlético, atlético-mg, ídolo, ídolos, Bernardo, Boca, Botafogo, Brandi, Brasil, Brasileiro, CAN, capitão, carioca, Chiabi, clubes, cocotas, cruzeirense, Cruzeiro, Cruzeiro.Org, Dirceu Lopes, Encontro, Evaldo, Felício Brandi, final, futebol, gol, Guarani, Inter, João Saldanha, Joãozinho, jogadores, juiz, Libertadores, Mineirão, Natal, Palhinha, Pedro, Piazza, Placar, Procópio, raça, Raul, Reina, Santos, Seleção, Seleção Brasileira, Sol, SP, Sport, título, torcida, Tostão, treinador, Vanderlei, Vitória, Wilson Piazza, Zagallo, Zé Carlos

Vélez Sarsfield, antiga pedra na chuteira celeste

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mauro França

HISTÓRIA

A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.

Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.

A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.

A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.

Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.

Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.

O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.

A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.

O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.

Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.

Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.

Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos. 

TÍTULOS

O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.

Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.

Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).

Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.

Na final da Libertadores em 94 o  Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:

  • José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.

Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro. 

Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.

Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.

CONFRONTOS COM O CRUZEIRO

Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.

O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.

Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.

As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.

Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo - Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.

Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:

  • “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”

O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.

Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.

Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 -  Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.

Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.

NA LIBERTADORES

O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.

HOJE

O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.

Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009. 

Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.

Contra o Arsenal, o Vélez jogou com

  • Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.

Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.

Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

Tags: 1x1, 2010, amistoso, Argentina, Argentinos, Arsenal, artilheiro, Atlético, Belo Horizonte, Boca, camisa, camisas, CAN, chuva, clubes, Copa, Correa, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Dida, Dirceu Lopes, dirigentes, Fabinho, final, França, futebol, futebol argentino, Gil, gol, gols, história, Inter, jogadores, Juan, juiz, La Plata, laterais, Libertadores, Lima, Mauro França, Milan, Mineirão, Morumbi, O Tempo, Palhinha, Palmeiras, Paraguai, participação, público, Piazza, Placar, proposta, Raul, Reina, Roberto Batata, rodada, Ronaldo, São Paulo, Sebá, Seleção, Sol, SP, Sport, técnico, título, títulos, Tigre, torcida, Tostão, treinador, UAI, uniforme, Uruguai, Vanderlei, Vélez, Vitória, Wilson Piazza, Zé Carlos

Cruzeiro na Libertadores: 1975, a guerra (III)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mauro França e Jorge Santana

[Clique para ler as partes UM e DOIS]

Depois da sofrida classificação para a fase semifinal, o Cruzeiro disputou sete partidas pela 1ª fase do Campeonato Mineiro, entre 20abr75 e 14mai75, antes de voltar suas atenções para o torneio sul-americano.

Os adversários na semifinal seriam os argentinos Rosário Central e Independiente, dois grandes times, especialmente o segundo, à época tricampeão da Libertadores.

O Independiente entrou diretamente na fase semifinal como campeão de 1974 (quando derrotou o São Paulo na final). O Rosário classificou-se como 1º colocado do Grupo 1, depois de uma disputa acirrada com o Olímpia do Paraguai e o rival Newell’s Old Boys, com o qual terminou empatado em pontos, vencendo pelo maior saldo de gols.

O clássico argentino abriu o Grupo B. Em 06mai75, jogando em casa, o Rosário derrotou o Independiente por 2×0. Na quarta-feira, 21mai75, Cruzeiro e Rosário se enfrentaram no Mineirão, que recebeu um público de 42.500 torcedores.

(mais…)

Tags: Argentina, Ílton Chaves, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Independiente, Kempes, Libertadores, Mineirão, Nelinho, Palhinha, Raul, Roberto Batata, Rosário Central, Vanderlei

Dr. Cláudio Lemos, o Xina Azul

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mandei, por e-mail as perguntas desta entrevista ao Xina, ou melhor ao causídico Dr. Cláudio Lemos, há duas semanas.

Entre uma cerveja e outra, ou melhor, entre um engradado e outro, ele teclou suas respostas.

Sem usar uma maiúscula sequer. Pura preguiça.

Mesmo contrariado, tive que editar o texto. Entre um uísque e outro.

Hic! Saúde, Xina! Hic!

  1. Sou o Cláudio Cardoso da Silva Lemos, nasci em Pratápolis, Minas Gerais, em 05jan67.
  2. Meu pai, Alberto da Silva Lemos, era fazendeiro e minha mãe, Luzia Cardoso Lemos, professora e dona de casa. Tinha 06 irmãos: quatro homens e duas mulheres. Tinha, pois perdi um irmão em maio deste ano.
  3. Estudei no Grupo Estadual Bueno Brandão, nos colégios Dom Silvério e Padre Machado e me graduei em Direito na da UFMG, todos escolas de Beagá. Sou advogado, profissional liberal.
  4. Nas horas vagas, namoro, assisto televisão, vou ao Mineirão e frequento bares. Sou apreciador das comidas dos botecos de Belo Horizonte.
  5. Não me lembro ao certo, quando e porque comecei a gostar de futebol. Talvez tenha sido por influência dos irmãos. Sempre fui cruzeirense. Lembro-me de ouvir jogos do Cruzeiro pela Inconfidência, inclusive aquele em que o Darci Menezes deu um soco no Reinaldo. Enquanto ouvia o choro do jogador adversário eu ia acertando boladas nas porteiras do curral. Outras vezes, ouvia as narrações das jogadas de Joãozinho e Nelinho, enquanto batia bola sozinho.  Antes disso, eu ouvia o Futebol de Ouro da Rádio Bandeirantes, programa em que se recordava partidas históricas dos times paulistas com a narração de Fiori Giglioti. O bordão era: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”. Lembro, por exemplo, de ter ouvido, no rádio do carro, depois de uma missa dominical, o gol do Ronaldo Drummond, que deu a vitoria do Palmeiras sobre Corintiãs, na final paulista de 1974.
  6. Sempre fui perna-de-pau, no máximo fazia minhas defesas nas peladas de futsal nos finais de semana.
  7. Não me lembro bem de quando começou minha paixão pelo Cruzeiro. Eu deveria ser torcedor de times paulistas, mas talvez por influência do meu pai, cruzeirense, escolhi o Cruzeiro. Quando me mudei porá Beagá, em 1974, um vizinho nosso, cruzeirense doente, me levou ao Mineirão pela primeira vez num jogo contra a Caldense. Goleamos, 5×0 ou 6×2, não me lembro mais, e nem precisei de outro jogo pra virar fanático.
  8. Meu RapoCota inesquecível, foi o que decidiu o Campeonato Mineiro de 1990: Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 03jun90, 17h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo extra para decisão do Campeonato Mineiro de 1990 -  Público: 90.145 pagantes, 100.000 presentes – Renda: Cr$8.368.735,00 – Juiz: Márcio Resende de Freitas. Bandeiras: Raimundo Divino e José Eugênio – Amarelos: Paulo Isidoro, Paulo César Carioca, Edu e Cléber, no 1º tempo; Careca, Hamilton, Éder e Neto, no 2º -  Cruzeiro: Paulo César Borges, Balu, Gilson Jáder, Adilson Baptista e Paulo César Carioca; Ademir Kaeffer, Paulo Isidoro e Careca; Heider, Hamilton (Roberson) e Edson. Tec: Ênio Andrade / Atlético-MG: Rômulo; Neto, Clébão, Paulo Sérgio e Paulo Roberto Prestes; Éder Lopes, Edu (Ailton) e Marquinhos; Newton (Ílton), Gérson e Eder Aleixo. Tec: Arthur Bernardes
  9. O esquecível foi em 2004, logo após a saída de Luxemburgo, quando perdemos por 5×3. Foi lastimável.
  10. Meu maior ídolo foi o Joãozinho. Depois, o Alex 10. Outros: Nelinho, Dida, Zico, Edson, pela raça e dedicação,  Douglas, Ademir Kaeffer, Ronaldo, Sorin…
  11. Meu Cruzeiro de Todos os Tempos, só com quem vi jogar é formado por Dida, Nelinho,Cris, Luisão e Sorin;  Douglas, Ademir Kaeffer, Zé Carlos e Alex 10; Palhinha I e Joãozinho.
  12. O maiores jogos da minha carreira de torcedor foram Cruzeiro3×2 Palmeiras, no Parque Antártica, em 98;  Cruzeiro 2×1 Palmeiras, decisão da Copa do Brasil 96, no Parque Antártica; Cruzeiro 3×0 River, decisão da Supercopa 91, no Mineirão. Cruzeiro 1×0 Nacional, Supercopa 89, no Mineirão, decidido com um gol antológico do Robson, que aplicou chapéu num adversário antes de concluir;  Cruzeiro 2×1 Grêmio, na decisão da Copa do Brasil 93;  Cruzeiro 3 x 0 Flamengo, no Mineirão, decisão da Copa do Brasil 2003 e os dois 5×0 nas frangas em 2008 e 2009.
  13. Em 1997, eu trabalhava em Ouro Preto, advogava para a Associação dos Servidores da Universidade Federal de Ouro Preto. No dia da decisão da Libertadores, eu tive que trabalhar até às 16 horas. Não tive tempo de comprar ingresso e só cheguei em casa, no bairro Santa Amélia, às 18h45. Corri pro Mineirão e gastei um dinheirão comprando ingresso de cambista. Eu era casado na época e tomei o maior esporro da patroa… Havia 105 mil pessoas fazendo barulho no estádio e ainda teve quem dormisse no meio daquela loucura toda. Só podia mesmo ser um multinick…
  14. Grande loucura pra ver o time, acho que não cheguei a fazer. Mais perto disto foi sair de Manga, no extremo Norte de Minas, ás 3h da madrugada para ver o Cruzeiro meter 4×2 nas frangas, em 2007, com direito a pênalti defendido pelo Gatti.
  15. Sacanear uma cocota é lembrar a ela dos dois Simca Zero que têm guardados na garagem…
  16. Livro de futebol que gostei e indico é o Bola na Rede, do Armando Nogueira, que li na 8ª série por indicação da professora de português. O blog que mais leio é o do Lédio Carmona. Mas o melhor blog foi do André Rizek. Leio e recomendo O Tempo, que faz o jornalismo mais imparcial da cidade, e o Lance!.
  17. Coisas que me irritam no futebol, principalmente quando estou assistindo sozinho, em casa, são as firulas inúteis e falta de raça, típicas de jogadores como o Gabriel…
  18. Meu sonho de torcedor é ser campeão mundial de clubes.
  19. Se fosse presidente do Cruzeiro eu democratizaria mais o clube, investiria mais nas categorias de base, melhoraria no marketing. E mais não digo por não conhecer bem a situação do clube. Mas acho sua direção competente.
  20. Se as frangas conseguirem manter o nível de investimento de 2009 nos próximos anos, elas sobreviverão ao lado do Cruzeiro no cenário futuro do futebol brasileiro. Caso contrário, de Minas, só restará o clube mais organizado e o que menos deve, o multicampeão Cruzeiro Esporte Clube.
Tags: Atlético, atlético-mg, Ênio Andrade, ídolo, Band, bandeiras, Beagá, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, Caldense, campeão, CAN, carioca, Carmona, clubes, Copa, Copa do Brasil, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, Dida, Drummond, final, Fla, Flamengo, franga, frangas, futebol, futebol brasileiro, Gil, gol, Grêmio, Joãozinho, jogadores, juiz, Libertadores, Luxemburgo, marketing, Minas Gerais, Mineirão, Mineiro, Mundo, narração, Nelinho, Neto, O Tempo, Palhinha, Palmeiras, público, Pelada, profissional, raça, Rômulo, Record, Reina, renda, Ronaldo, semana, SP, Sport, times, torcedor, Zé Carlos

Leopoldo Moura, um cruzeirense acadêmico

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.

  1. Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
  2. Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
  3. Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia)  e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
  4. Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
  5. (mais…)

Tags: América-MG, Americano, associados, atletismo, Ênio Andrade, Belo Horizonte, biografia, blog, Boca, Brasil, Brasileirão, camisa, CAN, cinema, clubes, cocotas, Colo-Colo, Copa, corneta, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, derrota, Dirceu Lopes, economia, Encontro, Evaldo, evolução, Fabinho, Fabrício, final, franga, frangas, Furletti, futebol, futebol mineiro, Gil, gol, Gum, Henrique, história, Inter, Ipatinga, João Saldanha, Joãozinho, Jorge Santana, Libertadores, Mineirão, Mineiro, mineiros, Nelinho, O Tempo, Palestra, Palhinha, patrocínio, público, Pedro, PHD, Piazza, Placar, raça, racional, Raul, resultados, Rio-São Paulo, rival, RIver Plate, Roberto Batata, Ronaldo, São Paulo, semana, Sol, Sorín, SP, Sport, técnico, título, times, torcedor, torcida, Tostão, tragédia, tributo, vôlei, Zé Carlos

O Jogo do Embaixador

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Numa quinta-feira à tarde, 04set69, dois grupos armados -ALN e MR8- sequestraram o embaixador americano Charles Burke Elbrick, em Botafogo, Rio de Janeiro.

Doze militantes, três deles famosos ainda hoje, o deputado Fernando Gabeira, o Ministro Franklin Martins e um ex-secretáro de governo gaúcho, Paulo de Tarso Wenceslau, participaram da ação armada.

O embaixador foi trocado por 15 presos políticos -Wladimir Palmeira e José Dirceu, entre eles-, soltos no México. 

O sequestro relatado em O que é isto, companheiro?, livro de Fernando Gabeira, levado às telas por Bruno Barreto, teve graves erros de logística e o cativeiro foi logo descoberto pela polícia.

Sem saber como devolver o sequestrado, após o governo militar aceitar a troca, os militantes resolveram levá-lo até à saida do Maracanã, no domingo 067set09, para se dispersarem em meio à multidão que estaria deixando o estádio por volta de 17h.

Esta parte do plano deu certo. Os policiais que monitoravam o resgate perderam o grupo de vista e, após uma troca de carros, o embaixador foi deixado no Largo da Segunda-feira, a poucas quadras do estádio, onde tomou um táxi para voltar à embaixada.

Importa, aqui, contudo, é contar que o Jogo do Embaixador foi um Fluminense x Cruzeiro.

(mais…)

Tags: bandeiras, Bernardo, Botafogo, Brasil, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Europa, Fluminense, Fred, gol, Governo, Itália, juiz, Palhinha, Palmeiras, público, Raul, rodada, Tostão, Wanderley, Wilson Piazza, Zé Carlos

Klauss Mourão Pontes nasceu em berço azul

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Este é o Klauss Mourão Pontes. KMP, no PHD.

Ele nasceu em berço esplêndido -a bela Divinópolis- e azul -o da família Mourão.

Hoje em dia, ele vive cercado de louras. As geladas e também as quentes. Um bon vivant!

(mais…)

Tags: ídolos, Belo Horizonte, blog, camisa, Cruzeiro, decisão, Diretoria, gol, história, Joãozinho, jogadores, música, Mineirão, Palhinha, Raul, Ronaldo, Sorín, torcedor, Tostão, transparência, Zé Carlos

A imagem do Cruzeiro resplandece

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Da primeira Libertadores, a gente nunca se esquece.

  • 21jul76, quarta-feira, Mineirão, Belo Horizonte, Cruzeiro 4×1 River Plate – Foi um passeio. Antes do jogo a Itatiaia, distribuiu dezenas de milhares de volantes com a letra do Hino Nacional pro torcedor Mineiro dar uma demonstração de civismo. A galera cantou em uníssono, acompanhada pela Banda da PM. Só derrapou no verso “A imagem do Cruzeiro resplandece…” quando o batuque da charanga atropelou o naipe de sopros da PM. Foi um barulho infernal. Durou uma fração de segundo após a qual, compenetrada, a galera voltou a cantar o hino.   O 1º tempo foi cinematográfico. Um passeio! Aos 21, Nelinho bateu uma falta com tanta força que  a levitou após o chute. Golaço! Palhinha fez mais dois, aos 29 e aos 40. O baixinho Mas descontou, também de pênalti, aos 16. Aos 34, Valdo fez o 4º.  Havia poucos carros e muitos lotações, que rodava noite adentro na Beagá daqueles tempos. Despreocupados, brahmeamos à vontade no Bar 22, antes de tomar o lotação para o Centro. E a galera cantando: “Se a canoa não virar, olê, olê, olá, eu chego lá!”, sucesso do carnaval de uma década antes.

(mais…)

Tags: Belo Horizonte, Botafogo, Brasil, Cruzeiro, decisão, Flamengo, Fluminense, gol, Itatiaia, Joãozinho, juiz, Libertadores, Mineirão, Palhinha, Placar, Raul, torcedor, Vasco

Bem, amigos, isto aqui é a Pampulha

terça-feira, 14 de julho de 2009

Ontem, Glavão Bueno e a trupe da Globo Eixo trouxeram o Bem, Amigos em Beagá.

Aqui, eles se juntaram ao pessoal da Globo Minas para apresentar o progrma num estúdio montado no Iate, à beira da Lagoa da Pampulha.

Futebolísticamente a resenha foi insossa. Turisticamente, foi show de bola.

(mais…)

Tags: análise, Brasil, camisa, Cruzeiro, gladiador, Globo, gol, Libertadores, Palhinha, Raul, Vasco

Silvério Cândido, cruzeirense de formação palestrina

sábado, 11 de julho de 2009

Não vou apresentar o Silvério Cândido. Apenas indicarei sua localização no Mineirão pra quem quiser pedir autógrafo. Ele fica à direita das cabinas, na parte inferior das cadeiras especiais.

Em caso de dúvida, ele é o cara que conta fica relatando o jogo pro Evandrão, que passa o tempo todo com uma câmera pregada na cara não tem visão abrangente do gramado.

(mais…)

Tags: ídolos, Belo Horizonte, Bernardo, Brasil, camisa, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Diretoria, Fábio, Fred, gol, gramado, história, Joãozinho, juiz, Libertadores, Luizão, Mídia, Mineirão, Palhinha, público, profissional, Raul, Roberto Batata, rodada, Ronaldo, São Paulo, Sócio do Futebol, Thiago Ribeiro, torcedor, torcida, Tostão, Wanderley, Wellington Paulista, Wilson Piazza, Zé Carlos

1996 em palavras

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Mauro França

A decisão da Copa do Brasil de 1996 deu o que falar. Confiram:

Antes

  • “Palmeiras faz jogo do ano nesta noite”. (Manchete do caderno de esportes da Folha de São Paulo, 19jun96).
  • “O trunfo para ganhar do Palmeiras é ser eficiente na marcação”. (Levir Culpi, na Folha de São Paulo, 19jun96).
  • “Chiii! Essas dores na virilha de Rivaldo… sei não. Sem Rivaldo, ou com o seu maior craque à meia-boca, e sem Elivélton e Flávio Conceição, o Palmeiras já entra em campo nesta noite, para decidir a Copa do Brasil, com problemas demais para o meu gosto. (…) O Palmeiras ainda é um timaço, mesmo com todos esses abalos. Logo, não há razões para pessimismos por parte dos palestrinos (…) Mas que é preocupante, ah, isso é.” (Alberto Helena Jr., na sua coluna na Folha, 19jun96).

(mais…)

Tags: Belo Horizonte, blog, Brasil, Comentários, Copa do Brasil, Cruzeiro, decisão, Esportes, gol, Itália, jogadores, Juca Kfouri, Libertadores, Luxemburgo, Mineirão, Palestra Itália, Palhinha, Palmeiras, Ronaldo, São Paulo, técnico, torcedor, torcida, Vitória, Wanderley

Pardais de Todos os Tempos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Escarafunchando arquivos em busca de material pra escrever sobre os 16 anos da 1ª Copa do Brasil do Cruzeiro, encontrei o texto abaixo, escrito pelo jornalista Sérgio A. Carvalho e publicado pela Placar 678, de maio de 1983.

Filho do ex-presidente da FMF, Benedito Adami de Carvalho, o repórter está aposentado e se dedica à gastronomia.

Atleticano de carterinha, ele deve continuar rindo da perplexidade que toma conta dos torcedores e jogadores, ainda hoje, espantados com as variações táticas criadas pelos treinadores de futebol.

Muita gente, toma como agressão pessoal qualquer idéia que escape ao senso comum.

(mais…)

Tags: Brasil, comentaristas, Copa do Brasil, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Flamengo, gol, Joãozinho, jogadores, Palhinha, Placar, técnico, torcedor, Tostão, Vasco, Wilson Piazza, Zé Carlos

Wilson Flávio, craque da palavra

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Wilson Flávio é o intelectual do Cruzeiro.Org. Articulado, bom observador, sereno, ele sabe dosar críticas e elogios.

E usa toda esta sabedoria pra editar a seção de comentários do site. Agora, um pouco do WF pelo WF.

  1. Sou o Wilson Flávio Garcia, nasci em 03ago77, em São Domingos do Prata, Minas Gerais. Dia 3 de 3×0, placar de Cruzeiro e Guarani de Divinópolis, gols de Lívio e Eli Carlos (2), vitória comemorada naquele dia.
  2. (mais…)

Tags: Administração, Autuori, Ênio Andrade, basquete, Belo Horizonte, blog, Botafogo, Brasil, Brasileirão, camisa, Comentários, Cruzeiro, Espírito Santo, Fabinho, Fábio, Fred, futebol brasileiro, futebol internacional, goiano, gol, gramado, juiz, Libertadores, Mineirão, Palhinha, Palmeiras, Paulo Autuori, público, Placar, Raul, Rômulo, rodada, Ronaldo, São Paulo, Seleção, técnico, torcedor, uniforme, Vasco, Vinícius, Vitória, Zé Carlos

Memória do caos

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Alguém se lembra do desempenho do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro logo após a venda do Ronaldo (US$4 mi, PSV), em 1994?

E logo após a venda do Palhinha II (US$2mi, Mallorca), em 1997? E, mais recentemente, após a venda do Fred (€15 mi, Lyon), em 2005?

O que acontecerá, agora, com a venda de Ramires (+/- €8 mi, Benfica ou CSKA) para um clube europeu ainda incerto?

A saída do melhor jogador do time, desta vez, será absorvida com tranquilidade? Céu de brigadeiro pela frente?

Tags: Fred, Marcelo Moreno, Palhinha, Ramires, Ronaldo

Até aqui, 35!

sábado, 2 de maio de 2009

Cruzeiro Esporte Clube, 35 vezes campeão mineiro:

  • 1926 – Expulso da LMDT por ter excursionado a Caçapava, interior de São Paulo, o Palestra organizou uma liga dissidente, a AMET, com outros clubes da cidade, e foi campeão pela 1ª vez em sua história. Carvalho, Rizzo e Ciccio; Cicarelli, Nininho e Porphyrio; Piorra, Noé, Satyro Taboada, Ninão e Armando Bazzolli.
  • 1928, 1929, 1930 – Primeiro tricampeonato com a 1ª academia da história do clube. Nos dois últimos títulos, 100% de aproveitamento. Geraldo Cantini, Nereu e João Pedro Rizzo, Bento Russain, Pires e Nininho, Piorra, Ninão, Carazo, Bengala e Armandinho Bazzolli. Tec: Matturi Fabbi.

(mais…)

Tags: Ênio Andrade, Botafogo, Brasil, camisa, chuva, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Elicarlos, Fabrício, Fábio, futebol brasileiro, gol, Guilherme, Henrique, história, Joãozinho, jogadores, Jonathan, juiz, Marcelo Moreno, Marquinhos Paraná, Mídia, Mineirão, Palhinha, público, Placar, Ramires, Raul, Roberto Batata, Ronaldo, São Paulo, técnico, Thiago Heleno, torcida, Tostão, Wagner, Wilson Piazza, Zé Carlos, Zezé Perrella

Título esquecido

sábado, 11 de abril de 2009

Marcel Fleming

Há alguns dias, deparei-me com um artigo na Folha de São Paulo, intitulado “Uma Era Brasileira na Libertadores?” de um colunista chamado Eduardo Vieira.

Fiquei indignado com o “esquecimento” do nosso título de 1976.

Para mim é mais uma das provas que neste país do futebol, para a imprensa, é um país de poucos Estados.

E Minas não se insere neste País na visão tosca, mesquinha e bairrista dos pseudo-jornalistas.

Como protesto, enviei ao jornalista a mensagem abaixo que, obviamente, não teve resposta.

(mais…)

Tags: Argentina, Botafogo, Brasil, Corinthians, Cruzeiro, decisão, Flamengo, Fluminense, futebol brasileiro, gol, Grêmio, história, Joãozinho, Libertadores, Palhinha, Palmeiras, Pesquisa, resultados, São Paulo, SPFC, torcedor

Mineirão, 12 de outubro de 1994

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mauro França

O Estudiantes será o 7º time argentino que o Cruzeiro enfrentará pela Libertadores.

Os outros foram Boca (77, 94, 08), River (76), San Lorenzo (08), Velez (94), Rosario (75) e Independiente (75).

No total, foram 18 jogos contra os argentinos: 8 vitórias, 3 empates e 7 derrotas.

Se ainda não se enfrentaram pela Libertadores, Cruzeiro e Estudiantes já duelaram duas vezes nas quartas de final a Supercopa 94. Cada um venceu um jogo.

(mais…)

Tags: Argentina, bandeiras, Belo Horizonte, Brasil, camisa, Copa do Brasil, Cruzeiro, eliminatórias, Estudiantes, Flamengo, gol, história, juiz, La Plata, Libertadores, Maradona, Mineirão, Palhinha, público, Placar, profissional, Seleção, Venezuela, Verón, Vitória