Posts com a Tag ‘Nelinho’
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Silvério Cândido
Enquanto aguardava a chegada do time celeste no saguão do hotel, após os 3×0 sobre o Nacional em Montevidéu, tive a oportunidade de conhecer um de meus ídolos, o centroavante Hebert Carlos Revetria.
Ele teve passagem rápida, porém brilhante, pelo Cruzeiro dos anos 70. Os quatro gols que enfiou no Atlético-MG na decisão do Mineiro de 77 jamais serão esquecidos pelos cruzeirenses da minha geração.
Confesso que há tempos não me emocionava tanto ao encontrar um ídolo. Foram trinta minutos de conversa com o autor de uma proeza que marcou minha adolescência: a virada impossível sobre o time que a imprensa dava como campeão antecipado.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Cláudio Arreguy, editor de esportes do Estado de Minas está lançando o livro Os Dez Mais do Cruzeiro.
No oitavo livro da Coleção Ídolos Imortais, o jornalista Cláudio Arreguy apresenta Os dez mais do Cruzeiro. É um livro que conta a saga de grandes craques do futebol brasileiro, motivo de orgulho para o torcedor da Raposa. Aqui estão as histórias de ídolos como Tostão, Dirceu Lopes, Joãozinho, Raul, Natal, Sorín, Alex, entre outros. Todos gênios da bola que ajudaram a transformar o Cruzeiro em uma das maiores potências esportivas do Brasil. É uma obra que não pode faltar na estante de nenhum amante do bom futebol. (Maquinária Editora)
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domingo, 9 de maio de 2010
Transferido para Porto Alegre, o Capitão Renato levou na bagagem a admiração pelo futebol de Joãozinho, Zé Carlos, Palhinha e Nelinho.
Embora fosse torcedor do América, ele não perdia jogo do Cruzeiro. Por isto, se meteu no meio de 40 mil colorados naquele 18out75 pra assistir ao maior clássico daquela época.
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sábado, 24 de abril de 2010
Manoel Rezende Mattos Cabral cresceu jogando nas peladas da Boiada da Penha, entre os bairros Olaria e Penha, no Rio de Janeiro. Havia tantos campos no lugar que, às vezes, faltavam garotos para completar os times. Nesses dias, jogava-se em duplas com dois garotos de cada lado revezando-se nos chutes a gol. Foi assim que o futuro craque celeste descobriu e aperfeiçoou a capacidade inata para o chute. Caprichou na pontaria, aprendeu a colocar efeito na bola e fez desse fundamento sua principal virtude.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mauro França e Jorge Santana
[Clique para ler as partes UM e DOIS]
Depois da sofrida classificação para a fase semifinal, o Cruzeiro disputou sete partidas pela 1ª fase do Campeonato Mineiro, entre 20abr75 e 14mai75, antes de voltar suas atenções para o torneio sul-americano.
Os adversários na semifinal seriam os argentinos Rosário Central e Independiente, dois grandes times, especialmente o segundo, à época tricampeão da Libertadores.
O Independiente entrou diretamente na fase semifinal como campeão de 1974 (quando derrotou o São Paulo na final). O Rosário classificou-se como 1º colocado do Grupo 1, depois de uma disputa acirrada com o Olímpia do Paraguai e o rival Newell’s Old Boys, com o qual terminou empatado em pontos, vencendo pelo maior saldo de gols.
O clássico argentino abriu o Grupo B. Em 06mai75, jogando em casa, o Rosário derrotou o Independiente por 2×0. Na quarta-feira, 21mai75, Cruzeiro e Rosário se enfrentaram no Mineirão, que recebeu um público de 42.500 torcedores.
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Tags:Argentina, Ílton Chaves, Cruzeiro, Dirceu Lopes, Independiente, Kempes, Libertadores, Mineirão, Nelinho, Palhinha, Raul, Roberto Batata, Rosário Central
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Mandei, por e-mail as perguntas desta entrevista ao Xina, ou melhor ao causídico Dr. Cláudio Lemos, há duas semanas.
Entre uma cerveja e outra, ou melhor, entre um engradado e outro, ele teclou suas respostas.
Sem usar uma maiúscula sequer. Pura preguiça.
Mesmo contrariado, tive que editar o texto. Entre um uísque e outro.
Hic! Saúde, Xina! Hic!
- Sou o Cláudio Cardoso da Silva Lemos, nasci em Pratápolis, Minas Gerais, em 05jan67.
- Meu pai, Alberto da Silva Lemos, era fazendeiro e minha mãe, Luzia Cardoso Lemos, professora e dona de casa. Tinha 06 irmãos: quatro homens e duas mulheres. Tinha, pois perdi um irmão em maio deste ano.
- Estudei no Grupo Estadual Bueno Brandão, nos colégios Dom Silvério e Padre Machado e me graduei em Direito na da UFMG, todos escolas de Beagá. Sou advogado, profissional liberal.
- Nas horas vagas, namoro, assisto televisão, vou ao Mineirão e frequento bares. Sou apreciador das comidas dos botecos de Belo Horizonte.
- Não me lembro ao certo, quando e porque comecei a gostar de futebol. Talvez tenha sido por influência dos irmãos. Sempre fui cruzeirense. Lembro-me de ouvir jogos do Cruzeiro pela Inconfidência, inclusive aquele em que o Darci Menezes deu um soco no Reinaldo. Enquanto ouvia o choro do jogador adversário eu ia acertando boladas nas porteiras do curral. Outras vezes, ouvia as narrações das jogadas de Joãozinho e Nelinho, enquanto batia bola sozinho. Antes disso, eu ouvia o Futebol de Ouro da Rádio Bandeirantes, programa em que se recordava partidas históricas dos times paulistas com a narração de Fiori Giglioti. O bordão era: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”. Lembro, por exemplo, de ter ouvido, no rádio do carro, depois de uma missa dominical, o gol do Ronaldo Drummond, que deu a vitoria do Palmeiras sobre Corintiãs, na final paulista de 1974.
- Sempre fui perna-de-pau, no máximo fazia minhas defesas nas peladas de futsal nos finais de semana.
- Não me lembro bem de quando começou minha paixão pelo Cruzeiro. Eu deveria ser torcedor de times paulistas, mas talvez por influência do meu pai, cruzeirense, escolhi o Cruzeiro. Quando me mudei porá Beagá, em 1974, um vizinho nosso, cruzeirense doente, me levou ao Mineirão pela primeira vez num jogo contra a Caldense. Goleamos, 5×0 ou 6×2, não me lembro mais, e nem precisei de outro jogo pra virar fanático.
- Meu RapoCota inesquecível, foi o que decidiu o Campeonato Mineiro de 1990: Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 03jun90, 17h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo extra para decisão do Campeonato Mineiro de 1990 - Público: 90.145 pagantes, 100.000 presentes – Renda: Cr$8.368.735,00 – Juiz: Márcio Resende de Freitas. Bandeiras: Raimundo Divino e José Eugênio – Amarelos: Paulo Isidoro, Paulo César Carioca, Edu e Cléber, no 1º tempo; Careca, Hamilton, Éder e Neto, no 2º - Cruzeiro: Paulo César Borges, Balu, Gilson Jáder, Adilson Baptista e Paulo César Carioca; Ademir Kaeffer, Paulo Isidoro e Careca; Heider, Hamilton (Roberson) e Edson. Tec: Ênio Andrade / Atlético-MG: Rômulo; Neto, Clébão, Paulo Sérgio e Paulo Roberto Prestes; Éder Lopes, Edu (Ailton) e Marquinhos; Newton (Ílton), Gérson e Eder Aleixo. Tec: Arthur Bernardes
- O esquecível foi em 2004, logo após a saída de Luxemburgo, quando perdemos por 5×3. Foi lastimável.
- Meu maior ídolo foi o Joãozinho. Depois, o Alex 10. Outros: Nelinho, Dida, Zico, Edson, pela raça e dedicação, Douglas, Ademir Kaeffer, Ronaldo, Sorin…
- Meu Cruzeiro de Todos os Tempos, só com quem vi jogar é formado por Dida, Nelinho,Cris, Luisão e Sorin; Douglas, Ademir Kaeffer, Zé Carlos e Alex 10; Palhinha I e Joãozinho.
- O maiores jogos da minha carreira de torcedor foram Cruzeiro3×2 Palmeiras, no Parque Antártica, em 98; Cruzeiro 2×1 Palmeiras, decisão da Copa do Brasil 96, no Parque Antártica; Cruzeiro 3×0 River, decisão da Supercopa 91, no Mineirão. Cruzeiro 1×0 Nacional, Supercopa 89, no Mineirão, decidido com um gol antológico do Robson, que aplicou chapéu num adversário antes de concluir; Cruzeiro 2×1 Grêmio, na decisão da Copa do Brasil 93; Cruzeiro 3 x 0 Flamengo, no Mineirão, decisão da Copa do Brasil 2003 e os dois 5×0 nas frangas em 2008 e 2009.
- Em 1997, eu trabalhava em Ouro Preto, advogava para a Associação dos Servidores da Universidade Federal de Ouro Preto. No dia da decisão da Libertadores, eu tive que trabalhar até às 16 horas. Não tive tempo de comprar ingresso e só cheguei em casa, no bairro Santa Amélia, às 18h45. Corri pro Mineirão e gastei um dinheirão comprando ingresso de cambista. Eu era casado na época e tomei o maior esporro da patroa… Havia 105 mil pessoas fazendo barulho no estádio e ainda teve quem dormisse no meio daquela loucura toda. Só podia mesmo ser um multinick…
- Grande loucura pra ver o time, acho que não cheguei a fazer. Mais perto disto foi sair de Manga, no extremo Norte de Minas, ás 3h da madrugada para ver o Cruzeiro meter 4×2 nas frangas, em 2007, com direito a pênalti defendido pelo Gatti.
- Sacanear uma cocota é lembrar a ela dos dois Simca Zero que têm guardados na garagem…
- Livro de futebol que gostei e indico é o Bola na Rede, do Armando Nogueira, que li na 8ª série por indicação da professora de português. O blog que mais leio é o do Lédio Carmona. Mas o melhor blog foi do André Rizek. Leio e recomendo O Tempo, que faz o jornalismo mais imparcial da cidade, e o Lance!.
- Coisas que me irritam no futebol, principalmente quando estou assistindo sozinho, em casa, são as firulas inúteis e falta de raça, típicas de jogadores como o Gabriel…
- Meu sonho de torcedor é ser campeão mundial de clubes.
- Se fosse presidente do Cruzeiro eu democratizaria mais o clube, investiria mais nas categorias de base, melhoraria no marketing. E mais não digo por não conhecer bem a situação do clube. Mas acho sua direção competente.
- Se as frangas conseguirem manter o nível de investimento de 2009 nos próximos anos, elas sobreviverão ao lado do Cruzeiro no cenário futuro do futebol brasileiro. Caso contrário, de Minas, só restará o clube mais organizado e o que menos deve, o multicampeão Cruzeiro Esporte Clube.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Caro JS,
Alguns jogadores ficaram conhecidos por adjetivos que os eternizaram.
Outros por apelidos que remetem a alguma característica fisionômica ou comportamental marcante.
Montei um timaço só com esses codinomes amosos. Confiram:
- Muralha, Canhão da Toca, Xerifão, Enciclopédia e Capacete; Rei de Roma e Canhotinha de Ouro; Anjo das Pernas Tortas, Fenômeno, Rei do Futebol e Bailarino da Toca
Traduzindo:
- Dida, Nelinho, Moisés, Nílton Santos e Junior, Falcão e Gerson; Garrincha, Ronaldo, Pelé e Joãozinho.
Dizem que a muralha era o Manga, mas pra mim é o Dida.
Meu banco também é de luxo:
- Mestre Zelão, Príncipe, Marechal, Violino, Imperador, Fabuloso, Clássico, Bigode, Pavilhão, Santo Milagreiro, Diamente Negro, Galinho de Quintino e Eterno Capitão.
No popular:
- Zé Carlos, Dirceu Lopes, Perfumo, Carlinhos, Adriano, Luizinho, Luís Fabiano, Cerezo, Aírton, Marcos, Leônidas da Silva, Zico e Piazza.
Ficou muito ofensivo com este 4-2-4 clássico, não é mesmo? Mas achei muito divertido convocar estes caras pro meu escrete.
Abraço,
Agnaldo Morato
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.
- Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
- Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
- Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia) e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
- Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
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