Posts com a Tag ‘La Plata’

Mais do que sincero, destemido

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Estudiantes x Gimnasia y Esgrima está pra La Plata, capital da Província de Buenos Aires, como o GreNal pra Porto Alegre ou o RapoCota pra Beagá. Rivalidade pra mais de metro.

É por isto que causou assombro a declaração do treinador do Gimnasia, Diego Cocca, à Rádio Concepto:

  • O Estudiantes joga muita bola. E pagaria ingresso pra ver esse time jogar. Claro, que pagaria. E me agrada demais o futebol do Verón. Ele eleva a qualidade do futebol argentino.

Depois, ele tratou de seu próprio time e torcida:

  • O Ayala também poderá dar mais classe ao Gimnasia, mas é preciso ter paciência. Mas, aqui, o pessoal quer ver o time fazendo 2×0 em 5 minutos. É preciso ter paciência. Espero que, com algum tempo para trabalhar, tenhamos um time como o do Estudiantes. 

Mais do que sincero, esse cara é destemido.

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Vélez Sarsfield, antiga pedra na chuteira celeste

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mauro França

HISTÓRIA

A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.

Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.

A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.

A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.

Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.

Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.

O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.

A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.

O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.

Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.

Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.

Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos. 

TÍTULOS

O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.

Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.

Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).

Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.

Na final da Libertadores em 94 o  Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:

  • José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.

Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro. 

Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.

Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.

CONFRONTOS COM O CRUZEIRO

Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.

O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.

Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.

As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.

Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo - Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.

Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:

  • “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”

O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.

Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.

Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 -  Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.

Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.

NA LIBERTADORES

O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.

HOJE

O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.

Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009. 

Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.

Contra o Arsenal, o Vélez jogou com

  • Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.

Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.

Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

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Gols fora do contexto

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Qual foi o gol (contra) mais fora do contexto de 2009?

  1. Roth dizendo que seu time perdeu por causa de um gol fora do contexto?
  2. Kartola esplumando espumando ao denunciar suposta máfia de juízes em Minas, depois de levar a enésima tunda num RapoCota?  (mais…)
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ZZP: “O time foi imaturo na final da Libertadores”

domingo, 25 de outubro de 2009
  • Conformar [com a perda da Libertadores], não vou me conformar nunca. Mas fazendo uma na análise fria, vejo que o time foi imaturo. O Verón fez o que quis em campo. Deu pontapés, intimidou nossos jogadores e até apitou a partida. Faltou maturidade ao Cruzeiro. Foi uma lição dura, sofrida, mas importante para o nosso futuro. (Zezé Perrella, em entrevista ao blog do Cosme Rímoli)

Transferência de responsabilidade. O Cruzeiro perdeu porque o Estudiantes tinha mais time. O que já havia demonstrado nas três partidas anteriores entre ambos pela Libertadores.

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O hincha e o profissional

sábado, 5 de setembro de 2009

Não faz muito tempo, o Estudiantes recebeu, de um torcedor anônimo, presente de causar inveja a muitos clubes mundo afora.

Antes de um treino em City Bell, arredores de La Plata, o treinador leu e-mail de um anônimo, que perguntava aos atletas se eles gostariam de receber alguns aparelhos para preparação física.

Era uma academia completa. De primeira linha. Todos riram. Coisa de maluco criativo.

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Enrique Merelas: “Os dirigentes mentem demais”

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Continua a discussão em torno da estatização do futebol argentino.

Agora, quem está ”soltando os cachorros” é o presidente do El Porvenir, da 4ª divisão argentina, Enrique Merelas.

Mente-se muito no futebol

Duras palavras de Merelas, presidente do El Porvenir

A nova ordem do futebol argentino segue dando o que falar. O motivo é o contrato de televisionamento assinado pela AFA [CBF argentina] e pelo Governo. Em declarações ao programa da Rádio América, El Equipo de América, Enrique Merelas, presidente do El Porvenir  [Club El Porvenir, de Gerli, Província de Buenos Aires] e ex-membro do comitê executivo da AFA disse:

“Há 10 anos que se as contas não forem ajustadas o futebol desapareceria. E eu não acredito que elas se ajustem.

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Concerto de flautas

sábado, 18 de julho de 2009

Concerto de flautas, em Belo Horizonte:

  1. “Sonho uma noite com Verón” (Cartaz carregado por um torcedor do Atlético-MG, na Praça Sete)
  2. “Promoção: Voe com a Linha Azul pra Dubai. Estudiantes pagam meia.” (Internautas emplumados)
  3. “Não chore, cruzeirense, pois dias melhores Verón” (Internautas emplumados)
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Benítez: “Com a camisa do meu time foi melhor”

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Vale a pena “ouvir” o lado vencedor. Pitacos argentinos sobre o Cruzeiro 1×2 Estudiantes, jogo de volta da fila da Libertadores, no Mineirão, em 15jul09:

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Lédio Carmona: “Não é caso para punição”

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Eis o que disseram jornalistas federais em suas colunas e blogs acerca do Cruzeiro 1×2 Estudiantes, pela fula da Libertadores, no Mineirão, em 15jul09:

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Zezé e Maluf tiveram mais pegada do que o time

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Atuações dos celestes no Cruzeiro 1×2 Estudiantes, jogo de volta da final da Copa Libertadores, no Mineirão, em 15jul09:

  • Adílson Baptista – Escalou o time óbvio. Não funcionou. Suas peças mais importantes foram encaixotadas pelo adversário ficando sem espaços. Trocou Wagner por Athirson e o sdesempenho do time piorou. Wellington Paulista por Thiago Ribeiro deu mais retorno. Teria sido melhor trocar Ramires por outro atacante? Vai saber…
  • Zezé Perrela – Chorou após a partida. Compreensível. Culpou o juiz. Incompreensível. Errou ao vender Ramires e anunciar no meio da competição. No mais, fez o que pôde. Foi puro entusiasmo, lutou pelos interesses do clube nos momentos mais difíceis sem contar com o apoio da madrasta CBF e, num esforço supremo, ofereceu premiação milionária aos atletas. Tudo em vão diante de um adversário de melhor qualidade. Tomara que o baque não o desanime. Outras decisões serão disputadas em sua gestão. Melhorando o nível do elenco, ele poderá conquistar várias delas.
  • Eduardo Maluf – Foi outro guerreiro, é preciso dizer. Contornou obstáculos que o torcedor nem imagina. O mais complicado foi o de convencer r a rapaziada a jogar em La Plata. O que requereu dele muita habilidade. Muita tenacidade. Muita dedicação.
  • Torcida – Fez uma festa espetacular durante a semana que precedeu a final, abateu-se quando viu que o leão não era manso, mas, ainda assim, teve seus bons momentos durante a partida.

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La donna è mobile

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Time dos acadêmicos de Medicina da capital provincial de Buenos Aires, o Estudiantes ganhou, no berço, o apelido de Pincharrata, que seus adeptos adotaram sem reclamar.

Pincharrata porque os estudantes pinchavam (cortavam, perfuravam) ratazanas pra dissecar. Faz todo sentido.

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Cruzeiro 1×2 Estudiantes: Adiado o sonho do Tri

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Este foi o Cruzeiro 1×1 Estudiantes, jogo de volta da decisão da Copa Libertadores, no Mineirão, em 15jul09:

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Cinema é a melhor diversão

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Filmoteca básica do torcedor mineiro (um post à moda Charles Libertadores):

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Rolando Lero, o beque falante

domingo, 12 de julho de 2009

O oba-oba da torcida cruzeirense e da mídia brasileira foi captado pelos pinchas.

Rolando Schiavi ficou na bronca. E deitou falação.

Pelo que, passará a ser chamado, aqui, de Rolando Lero.

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Alerta sobre Influenza A na final da Libertadores

terça-feira, 7 de julho de 2009

A primeira partida da final da Taça Libertadores, envolvendo Cruzeiro e Estudiantes de La Plata, marcada para a próxima quarta-feira, 08 de julho, na Argentina, tem sido assunto constante não só nas discussões sobre futebol. Tudo por causa das ocorrências de Influenza A (H1N1), que no país vizinho já passam de 2.400 casos, e com um quadro de transmissão sustentada admitido pelas autoridades sanitárias argentinas.

Uma vez que o jogo está confirmado, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) se reuniu na tarde desta segunda-feira (06/07), com representantes do clube, torcidas organizadas, Anvisa, Infraero e Administração dos Estádios de Minas Gerais (Ademg), para alertar sobre medidas preventivas contra a doença.

“Nossa preocupação está não só com os a viagem dos cruzeirenses à Argentina, mas também com a vinda dos nossos vizinhos para a segunda partida da final. Por isso, organizamos este encontro para que possamos orientar a todos sobre o que fazer, seja para prevenção, seja em caso de suspeita de ter contraído a Influenza”, explicou o Superintendente de Epidemiologia da SES, Francisco Lemos.

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Estudiantes, finalista de responsa

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Após 38 anos, o Estudiantes voltará a decidir uma Libertadores e, se vencer, será tetracampeão.

Nada mal para um clube sediado numa cidade de pouco mais de meio milhão de habitantes e não está entre os mais populares da Argentina.

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A mais recente mamata são-paulina

terça-feira, 12 de maio de 2009

São Paulo e Nacional pularam uma casa sem jogar. Vão da fase de grupos para as quartas-de-final da Libertadores sem escalas.

Culpa da gripe suína ou culpa da cabeça equina dos cartolas da Conmebol?

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Era caso pra um sacode!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O Universidad de Chile 1×2 Cruzeiro, desta quinta-feira, 07mai09, em palavras

  1. “É comum os times culparem juiz, gramado, clima e até a retranca do adversário pelas derrotas. Nesta quinta-feira, a Universidad de Chile não tem desculpas a oferecer. Perdeu por 2×1, em casa, para um Cruzeiro amplamente superior e que deu importante passo para avançar às quartas de final da Libertadores. E o placar reduzido não é uma boa radiografia do que aconteceu nesse duelo, porque somente a 4 minutos do fim os azuis conseguiram descontar graças a Manuel Villalobos.” (El Mercurio online)
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Histórias da Libertadores (II)

sábado, 2 de maio de 2009

A Batalha de La Plata ou O Empate Incrível

O Grêmio foi o 4º clube brasileiro a conquistar a Libertadores. Antes, Santos, Cruzeiro e Flamengo haviam travado batalhas históricas em busca do título continental. A vez do tricolor gaúcho chegou em 1983 e também foi repleta de duelos memoráveis. O maior deles, entrou para a história como A Batalha de La Plata para a imprensa brasileira e  O Empate Incrível, para a argentina.

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Kleber foi o cara

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Ituiutaba 1×4 Cruzeiro, jogo de ida das semifinais do Mineiro, em 14abr09, no Mineirão.

  • Adílson Batista – Montou um bom time e fez substituições acertadas. Na coletiva, deu cotovelaços desnecessários nos jornalistas. Sua função é treinar o time não pautar a mídia. Afinal, num regime democrático, a liberdade de imprensa é sagrada. E o jornalista, seja competente, foca ou estagiário, tem todo o direito de lhe fazer perguntas numa coletiva. Se eles torcem pelo rival ou se estão fazendo birra contra ele, o caso deve ser encaminhado à direção do clube, que deve se manifestar oficialmente contra atos que conseidere hostis à instituição. Tá esquisito: a direção calada e o treinador batendo boca com seus desafetos. Alguma coisa está fora de lugar.
  • Torcida – Baixo comparecimento e pouco entusiasmo. Parece enfastiada do campeonato estadual. Parte dela vaiou Jonathan, a Itatiaia e xingou o rival citadino. Melhor seria canalizar esta energia para empurrar o time sem parar.

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