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	<title>Páginas Heróicas Digitais (PHD) - Cruzeiro.Org &#187; Jorge Henrique</title>
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	<description>Blog Páginas Heróicas Digitais (PHD) conduzido por Jorge Santana sobre as coisas do Cruzeiro Esporte Clube e afins sobre futebol</description>
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		<title>Adílson: &#8220;Vamos pensar jogo a jogo&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 01:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Opiniões de protagonistas e jornalistas acerca do Corintiãs 0×1 Cruzeiro, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu, em 25out09:


Adílson Batista, treinador do Cruzeiro: O gol foi uma jogada característica do Cruzeiro, de rodar a bola. Não é que eu trouxe a equipe para trás. Com a entrada do Fernandinho, trabalhamos mais a bola, invertemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Opiniões de protagonistas e jornalistas acerca do <strong>Corintiãs 0×1 Cruzeiro</strong>, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu, em 25out09:</p>
<p><span id="more-9517"></span></p>
<ol>
<li><strong>Adílson Batista</strong>, treinador do Cruzeiro: <em>O gol foi uma jogada característica do Cruzeiro, de rodar a bola. <strong>Não é que eu trouxe a equipe para trás. Com a entrada do Fernandinho, trabalhamos mais a bola, invertemos as jogadas e poderíamos ter caprichado mais nos contragolpes. Eu tinha que pensar também no jogo de quarta-feira. Fabrício, Henrique e Gilberto estavam voltando de lesão. E este último não suportou até o fim. Além disso, tinha três pendurados com dois cartões, o Gil e os dois da frente, e precisava pensar no jogo de quarta-feira. Houve um desgaste e a troca foi em função disso.</strong> Sempre tivemos intenção de voltar à Libertadores. O caminho era longo, a diferença era de 15 pontos, mas já está diminuindo. Vamos pensar em passar o Flamengo. Estamos conscientes da responsabilidade de cada jogo. Teremos um compromisso contra o Santo André, na quarta-feira, e precisamos ter muita atenção. Eles fizeram um jogo duro contra o Palmeiras e venceram. Estão em situação difícil no Brasileiro, tentando sair do rebaixamento. Já passamos o Goiás e vamos buscar ultrapassar o Flamengo, pra depois pensar nos demais. <strong>Vamos pensar jogo a jogo</strong>. Com a volta de alguns jogadores, vamos encorpando a equipe.</em></li>
<li><strong>Fabrício</strong>, volante do Cruzeiro: <em><strong>O Juiz estava totalmente perdido. Ele é novo, valentão, mas infelizmente acabou se perdendo. Não teve nenhum critério. Ele se complicou totalmente e acabou nos prejudicando um pouco, mas graças a Deus superamos isso.</strong> É sempre muito difícil jogar no Pacaembu, por todas essas coisas. Falta é falta, tem que apitar e tem que apitar igual para os dois lados. Fabrício, volante do Cruzeiro.</em></li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong>, atacante do Cruzeiro: <em>Vencemos o jogo, mas a arbitragem foi muito ruim. A gente precisa ficar mais tranquilo pra falar, mas ele quase complicou o jogo. Não deu faltas claras. O William me deu uma cotovelada na boca e ele nem falta deu. Expulsou o Fernandinho. <strong>A gente venceu foi na superação mesmo, porque a arbitragem foi muito ruim.</strong> Era o que a gente queria, agora já são quatro vitórias seguidas. Precisamos continuar com esse futebol porque eu tenho certeza que, se vencermos essas duas partidas no Mineirão, vamos estar no G-4.</em></li>
<li><strong>Henrique</strong>, volante do Cruzeiro: <em>Alguns lances eram nossos e ele estava dando para o Corinthians, mas isso é normal, a equipe conseguiu ter um bom jogo, mostrou a sua qualidade e conquistou o resultado. Jogar com um a menos é complicado e diante de um Corinthians é pior ainda. Mas <strong>soubemos nos portar. Nossa equipe é experiente e marcou certinho. Tocou na hora que teve que tocar, fizemos tudo que era preciso garantir o resultado</strong>. </em></li>
<li><strong>Gilberto</strong>, armador do Cruzeiro: É<em> um espetáculo, nossa equipe tem grandes jogadores, sempre salientei isso desde que cheguei no Cruzeiro. É um time que ajuda qualquer jogador e a adaptação é rápida e fácil. Estou muito feliz por fazer parte desse grupo e vamos lutar até o fim pela vaga na Libertadores. Enfrentamos uma equipe forte, mas era obrigação nossa vencer. Sabíamos que mesmo com o Corinthians não aspirando nada por já estar classificado pra Libertadores, seria um jogo difícil. Com muita luta, depois da expulsão do Fernandinho, conseguimos a vitória. <strong>Senti um pouco a falta de ritmo, pois fiquei uma semana tratando de uma lesão no tendão de Aquiles. Errei muitos passes no início e acabei ficando irritado com isto</strong>.</em></li>
<li><strong>Diego Renan</strong>, lateral-esquerdo do Cruzeiro: <em><strong>Nosso time tem muita qualidade. Temos consciência de que podemos chegar ao G-4 e nos firmarmos na disputa por uma vaga na Libertadores</strong>. Se continuarmos neste embalo, poderemos aspirar ao topo da tabela. Apesar de ser muito difícil, acredito que ainda é possível. </em></li>
<li><strong>Cláudio Caçapa</strong>, beque do Cruzeiro: <em>Tinha muita gente pensando que eu só poderia jogar na sobra, com três zagueiros. Acho que não. <strong>É mais fácil jogar num clube que tem a estrutura do Cruzeiro e com um grupo que sabe onde quer chegar.</strong> Sabíamos que ia ser um jogo complicado, pois enfrentar o Corinthians é sempre difícil. Valeu mais uma vez pela garra, pela determinação. Estamos aí, caminhando, como mineiro. Subimos mais uma posição e tenho certeza que nós vamos conseguir chegar ao objetivo.</em></li>
<li><strong>Mano Menezes</strong>, treinador do Corinthians: <em>Enxerguei um jogo extremamente parelho, as equipes com propostas parecidas, neutralizando praticamente tudo. O que decidiu foi que o bandeira deu impedimento no nosso gol marcado pelo Ronaldo e depois o árbitro validou o do Cruzeiro. O Felipe não fez uma defesa e o Cruzeiro venceu. Quando você joga em casa, tem que criar mais, e criamos pouco para uma equipe que queria vencer. Quando você joga fora, pode criar menos e especular mais, como o Cruzeiro fez. Fizemos bem uma parte do jogo e mal a outra. Por isso, saímos com a derrota. São praticamente os mesmos jogadores que fizeram a primeira parte da temporada bem feita. Mas não estamos jogando um futebol que mereça estar em uma posição melhor.<strong> Não estamos jogando um futebol que me agrade, que agrade aos jogadores e aos torcedores. Essa coisa de sempre procurar algo errado nem sempre é o caminho que o futebol apresenta. Se existisse algo seria mais fácil de solucionar. O problema é que não existe nada especial. O futebol é complexo nesses aspectos. Às vezes, a equipe perde a referência dela mesma.</strong> Eu falei que estava faltando vontade de vencer, mais gana. Não coloco que falta vontade. No Corinthians, nunca se ganhou com jogador sem vontade. Às vezes, você perde a referência da vitória, perde a consciência de como conquistou as coisas. Cabe ao treinador essa parte. É o que estou fazendo. O problema é fazer as escolhas de acordo com o que achamos adequado e ter os jogadores à disposição. Acredito que, na sequência, poderemos ter o que nos tem faltado, principalmente chegar com mais qualidade na frente. Nossa frente é forte, mas precisamos modificar algumas situações. Determinadas vezes, defendemos bem, mas falta algo a mais pra ser ofensivo. Quando somos, ficamos um pouco expostos. É um ponto de interrogação, uma equação que precisa ser resolvida na minha cabeça. </em></li>
<li><strong>Ronaldo</strong>, atacante do Corinthians:<em> Um time não se faz da noite para o dia. Tínhamos um time bem feito e com entrosamento. Agora, está diferente. Estamos sofrendo com isso. Não podemos pensar que é a mesma coisa. Eu me coloco na mesma situação. Não estou jogando da mesma maneira do 1º semestre e as derrotas estão constantes. Temos que repensar e lidar com essas situações. Hoje, foi um grande exemplo. Estávamos com um jogador a mais e perdendo o jogo. Temos que arriscar mais, sair para o jogo, saber o momento certo de apertar. Não estamos fazendo nada disso. Seria muita injustiça com meus companheiros. <strong>Eu faço parte do grupo. A bola não está chegando. Não estou fazendo minha parte, ninguém está.</strong></em></li>
<li><strong>Edu</strong>, volante do Corinthians: <em>Temos que agradecer a torcida pela maneira que está se portando. <strong>Temos um time tomando nova forma, com jogadores chegando como o Defederico e o Edno. É um processo. Não sei se a torcida está tendo paciência, mas está entendendo a situação.</strong> Mano tem que aproveitar isso. Não pensando em Libertadores, mas fazendo um grande campeonato. Temos que elogiar o comportamento do torcedor, que está sendo compreensivo graças à confiança criada pelo que já fizemos. Mas, no futebol, esse sentimento tem prazo de validade e precisa ser renovado.</em></li>
<li><strong>Juca Kfouri</strong>, em seu blog: <em>Gilberto liderava e marcava, aos 40 do primeiro tempo, o gol do Cruzeiro, no Pacaembu, contra o preguiçoso, decepcionante e irritante Corinthians, a 10 pontos do último do G4 e a 10 pontos do primeiro da ZR. <strong>O Cruzeiro terminou o jogo com 10 jogadores, pois Fernandinho foi expulso e nem por isso correu grandes riscos.</strong> O 1&#215;0 mineiro manteve acesa a chama da Libertadores e reafirmou, com total justiça, a liderança celeste no returno.</em></li>
<li><strong>Neto</strong>, em seu blog: <em>O Corinthians deu vexame mais uma vez e perdeu para o Cruzeiro. Quer dizer, a Raposa venceu. <strong>Se não me engano os mineiros são os melhores do 2º turno. Sinceramente acho difícil aspirar qualquer coisa nessa altura do campeonato. Mas ai se o Cruzeiro tivesse uma gordurinha. Iria brigar pela taça! </strong>Do outro lado os alvinegros estão numa nuvem danada. As substituições esquisitas do Mano e a &#8216;nhaca&#8217; dos jogadores preocupam para o Centenário, viu?</em></li>
<li><strong>Vitor Birner</strong>, em seu blog: <em>Outra vez o meio-campo do Corinthians não deu suporte para o esquema que Mano gosta de colocar seu time, com meias-pontas abertos servindo Ronaldo centralizado. <strong>O Cruzeiro colocou 3 volantes pra frear quem viesse de trás, e conseguiu mais que isso. Edu e Elias não foram presentes na criação, e Dentinho e Jorge Henrique não pegaram nenhuma bola livres. Aos poucos, o time mineiro se soltou, Diego Renan pela esquerda destacou-se, os volantes começaram a se movimentar do jeito que Adílson gosta, e o gol de Gilberto, aos 40, já estava maduro.</strong> Pra etapa final, o time da casa pressionou no início e fez Fábio trabalhar. Depois dos 10 e dos trabalhos dos treinadores, o duelo voltou a ficar mais para os celestes. Boquita e Defederico entraram e não causaram o feito esperado. Fernandinho entrou para ajudar no contra-ataque, mas foi expulso. Era a chance corinthiana de pressionar. Mas não o fez. É o sexto jogo invicto do time mineiro. </em></li>
<li><strong>Leandro Mattos</strong>, em seu blog: <em>O triunfo sobre o Corinthians, fora de casa, mostrou que o Cruzeiro está, definitivamente, na briga por uma vaga na Libertadores da América 2010. A classificação virá? Impossível dizer num campeonato tão parelho e emocionante como o que estamos experimentando em 2009. A tarefa ainda é árdua, já que a diferença para o G-4 permanece em quatro pontos, a sete rodadas do encerramento da competição. Mas a tremenda ascensão do time estrelado no segundo turno dá consistência ao sonho. As constantes mutações na tabela e a oscilação de muitos clubes também permitem que os celestes persigam essa meta. Ao lado do Flamengo, a Raposa é a equipe que tem demonstrado mais regularidade nesta reta recente do Nacional. A curva ascendente, num momento tão agudo do torneio, é arma importante nessa briga. <strong>Nesse domingo, contra um Corinthians ainda enjoado, mas bem mais frágil do que a equipe que conquistou dois títulos no primeiro semestre, os 11 de Adílson Batista foram valentes. Souberam dosar o jogo, principalmente na primeira etapa, e ainda sofreram com um árbitro confuso e sem critérios. A quarta vitória seguida no certame e o nono compromisso invicto como visitante fizeram com que o Cruzeiro mantivesse o melhor desempenho do returno do Brasileirão: 72,2% de aproveitamento, com oito vitórias, dois empates e duas derrotas.</strong></em></li>
<li><strong>Mário Marra</strong>, em seu blog:<em> Alguém pode até argumentar que o Cruzeiro não está jogando o mesmo futebol vistoso da Libertadores, pode até ser verdade, mas não faz diferença. O Cruzeiro não brilhou contra o Botafogo e ainda assim conquistou os três pontos. Não brilhou contra o Corinthians, no entanto, entendeu bem o jogo e aproveitou do que fora trabalhado em treinamento. Agora o Cruzeiro fala claramente em G4 e pode reivindicar alguns pontos percentuais na briga pelo título. Nos últimos 12 pontos disputados o líder Palmeiras conquistou apenas um. Nos últimos 12 pontos o Flamengo subiu muito por ter conquistado 10 e o Cruzeiro embolsou os 12. A diferença para o topo é de seis pontos. Sei que é difícil, mas já dá para enxergar o Cruzeiro. <strong>Perseguido, vaiado e sempre questionado, entretanto, pare para olhar o trabalho dele. Veja a superação nas situações de jogo. Observe a variedade de jogadas, observe o número de jogadores que conseguem desempenhar variadas funções. Sabe qual é um grande problema dele? Ele evita o lugar comum, o &#8220;jogar para a galera&#8221;. Perguntado sobre a vitória, sobre a chance de título, sobre a arbitragem e sobre muito mais, ele parecia estar concentrado em uma só resposta: &#8220;Vamos ao Santo André, vamos passo a passo&#8221;.</strong> O Cruzeiro conquistou o objetivo e olhar para a arbitragem, para o Palmeiras é desviar o olhar é alterar o foco, é mudar o rumo. Adilson está certo e no caminho certo.</em></li>
<li><strong>Lédio Carmona</strong>, em seu blog: <em>O avanço azul &#8211; O futebol é pródigo em grandes arrancadas. E um campeonato de pontos corridos estimula essa tendência. Esse ano, por exemplo, tivemos brilhantes sequências. Goiás, Avaí, Palmeiras, Atlético Mineiro, São Paulo… Na reta final, dois azarões atropelam e parecem dispostos a tudo para cruzar o disco em primeiro. O cavalo preto e vermelho avança há mais tempo e está em quinto, a um ponto do G4. E um outro azul, muito bem cuidado e acostumado com o formato da “pista”, se encontra a três da mesma tropa de elite. E, como o Flamengo, o Cruzeiro, que chegou a ser dado como coadjuvante do Brasileirão-2009, por conta do péssimo início, na hora certa surge como protagonista. E, pasmem, com um time que parece ainda melhor e mais envolvente do que aquele que quase ganhou a Taça Libertadores há pouco menos de quatro meses. Eu tinha convicação de que o Cruzeiro venceria o Corinthians, no Pacaembu. É difícil, na atual ordem do Brasileirão, ver uma equipe que não ambiciona mais nada segurar uma outra que ainda quer tudo. Não há endereço e mando de campo que modifique essa questão. Pode até acontecer o contrário, mas normalmente se dá bem quem mais quer, quem ainda tem objetivos, quem, basicamente, correrá mais. O Cruzeiro é o líder do segundo turno. Ganhou 8 jogos, empatou 3 e perdeu 2. É uma campanha de recuperação de um time que pode chegar, sim. Essa semana, a Raposa faz dois jogos em casa, contra dois candidatos ao rebaixamento: Santo André e Fluminense. É a chance de entrar definitivamente no G4. É a oportunidade de disputar o título. E, sinceramente, duvido que o Cruzeiro tropece. E, mais ainda, a melhor das tabelas até o fim é a dos mineiros azuis: depois de Santo André e Flu, enfrentam Sport, fora (muito difícil), Grêmio, em casa, Atlético-PR, fora, mas com o Furacão já livre de qualquer pesadelo, Coritiba, em casa, e Santos, um turista no Brasileirão, fora. Sim, é verdade. <strong>O Cruzeiro chegou mesmo. E, pelo cenário da tabela, tem tudo para armar sua barraca azul e ficar no G4. Pode ser que sim, pode ser que não, mas eu jamais descartaria um bote da Raposa com essa sequência que terá pela frente. Olho nela. E, como sempre, Adílson Baptista arrebenta no comando do time. Pena que tem gente que não goste. Haja exigência!</strong></em></li>
</ol>
<p>Pesquisa: <strong>Romarol</strong></p>
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		<title>Fabrício foi onipresente</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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Adílson Baptista – Considerando-se as carências do elenco, escalou o time possível. Substituiu Guerrón pra dar mais volume de jogo a seu meio de campo e, mesmo com dez, levou o jogo a bom termo, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no <strong>Corintiãs 0&#215;1 Cruzeiro</strong>, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu, em 25out09:</p>
<ul>
<li><strong>Adílson Baptista – </strong>Considerando-se as carências do elenco, escalou o time possível. Substituiu Guerrón pra dar mais volume de jogo a seu meio de campo e, mesmo com dez, levou o jogo a bom termo, pois o Corintiãs não se desenredou do bloqueio celeste. Mas o que mais chama atenção é a força anímica que está conseguindo imprimir ao time, que jamais abdicou de lutar pelos objetivos traçados mesmo com o choque que representou a perda da Libertadores.</li>
<li><strong>Torcida – </strong>Compareceu em bom número e, embora pouco focalizada pelas câmeras do SporTV –que também se limitaram a mostrar os jogadores corintianos durante a execução do Hino Nacional- ajudou o time com seu entusiasmo. TFC, Máfia Azul, Sampa Azul e torcedores desorganizados estão de parabéns. E mereciam um agradecimento público da direção do clube.</li>
</ul>
<p><span id="more-9512"></span></p>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> -  Operou um milagre ao defender uma cabeçada à queima-roupa de Jorge Henrique. Esteve perfeito nos demais lances.</li>
<li><strong>Jonathan</strong> – Teve liberdade pra atacar e o o fez com qualidade no 1º tempo. No 2º, retraiu-se e cuidou mais da marcação.</li>
<li><strong>Gil</strong> – Vigiar o maior atacante do mundo é um desafio e tanto. Esta foi a parte que tocou ao central celeste no Pacaembu. E ele se deu bem. Levou dribles, deu pancadas e até o desarmou na técnica, quando foi possível. Mas importante mesmo foi ter vencido o duelo impedindo o Fenômeno de deixar sua marca. É o tipo de atuação que vale um telefonema pra mãe, logo após o jogo: <em>“Viu, mamãe? Consegui. E sem cartão vermelho!”</em></li>
<li><strong>Cláudio</strong> <strong>Caçapa</strong> – Deu uma engrossada tenebrosa ao matar uma bola na canela. Mas, experiente que é, superou o incidente e continuou cercando a multidão de atacantes corintianos com sucesso. Boa atuação.</li>
<li><strong>Diego</strong> <strong>Renan</strong> – Mais contido, mostrou qualidades de bom marcador. Visitou esporadicamente o ataque e até arriscou um bom chute a gol. Saiu machucado ao receber um pisão no tornozelo desferido por Alessandro.</li>
<li><strong>Elicarlos</strong> – Exerceu sua missão de coringa com eficiência ao substituir Diego Renan. Ao lado de Paraná, trancou a ala direita do time local nos 12 minutos em que esteve em campo.</li>
<li><strong>Henrique</strong> – Dedicado. Silencioso. Taticamente obediente. Joga para o time. E com que boa vontade!</li>
<li><strong>Fabrício</strong> – Foi volante de contenção, armador, ponteiro e, algumas vezes, centroavante. Corre o campo inteiro e o tempo todo. Está virando um onipresente, desses jogadores que valem por dois. Ou mais.</li>
<li><strong>Marquinhos</strong> <strong>Paraná</strong> – Suas escassas falhas foram compensadas com sobra pelas boas jogadas. Muitas delas pouco valorizadas pelo torcedor que só aprecia cenas de espetáculo explícito. Mas quem se dá ao trabalho de observar sua capacidade de marcação, seu senso de cobertura, sua solidariedade com os colegas em apuros percebe um Paraná deveria estar na Seleção Brasileira. E contra o Timão ainda exercitou um lado desconhecido do grande público, o de xerife. Quando Elias encarou Fernandinho, recebeu dele um chega-pra-lá que sinalizou o estado de espírito do Cruzeiro nesta reta final de campeonato.</li>
<li><strong>Gilberto</strong> – Errou alguns passes, mas fez um gol de centroavante, que mostra o quanto ele conhece os atalhos do gramado. Foi 6º em seu pouco tempo no campeonato. Média superior à de muito nove de ofício. No 2º tempo, com a entrada de Fernandinho em lugar de Guerrón, jogou mais adiantado, mas o fôlego acabou e ele não pôde ir até o fim. </li>
<li><strong>Leandro</strong> <strong>Lima</strong> – Movimentou-se bem, mas foi pouco efetivo. Boa parte de seu tempo em campo coincidiu com a fase em que o Cruzeiro esteve com dez jogadores e a ênfase foi na contenção, o que não é sua vocação.</li>
<li><strong>Guerrón</strong> – Muita disposição, força e boa vontade, mas sem o senso de oportunidade para as jogadas agudas, o facão, que não pode ser dispensado quando o time atua sem um centroavante de ofício. Com o tempo, vai acabar entendendo a movimentação necessária para um time que tem no contra-ataque sua jogada mais efetiva.</li>
<li><strong>Fernandinho</strong> – Entrou para armar o jogo, cadenciar o time, reforçar a marcação, mas levou dois cartões amarelos injustificados e acabou expulso a deixando o time com dez jogadores durante, quase vinte minutos. Durante sua estada na partida, cumpriu o que o treinador pediu.</li>
<li><strong>Thiago</strong> <strong>Ribeiro</strong> – Lutou muito pra se desvencilhar dos defensores corintianos, do desentrosamento com Guerrón e, principalmente, de um bandeirinha maluco que marcou três impedimentos inexistentes abortando jogadas perigosas sob sua batuta. No lance do gol, mostrou inteligência ao recomeçar a jogada sem permitir o desarme de dois defensores corintianos que o cercavam na linha de fundo. No 2º tempo, após a expulsão de Fernandinho, como bem lembrou o locutor Milton Leite, citando Nelson Rodrigues, virou um Robson Crusué, solitário em sua centroavância improvisada.</li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras</strong> – Estivesse comentando, Kafunga berraria: <em>“O certo é que é o errado pra esses cabeças-de-bagre!”</em> Caramba, como erraram! Uma penca de impedimentos mal marcados, faltas relevadas, cartões amarelos desnecessários, expulsão injusta, um cardápio completo de incompetências. Não acredito em complô, mas em ruindade mesmo. Ou, então, os três estavam naquele dia em que é melhor nem se levantar da cama.</li>
<li><strong>Adversários</strong> – Com a bola no pé, Ronaldo ainda causa estragos. Agora, correr atrás dela está ficando cada vez mais difícil. Dentinho fez excelentes jogadas enquanto esteve inteiro. William foi perfeito na cobertura do improvisado lateral-esquerdo Marcelo impedindo várias progressões de Guerrón e Jonathan. Os três volantes, Jucilei, Edu e Elias, não renderam bem. Confusos, marcaram mal e foram ineficientes no apoio. E sem volantes ou meias criativos, pra quê três, quatro ou até cinco atacantes como tentou Mano Menezes no desespero? Se a bola não chega, não há atacante que dê jeito na falta de gols.</li>
</ul>
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		<title>Corintiãs 0&#215;1 Cruzeiro: Mais vivo do que nunca</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mauro França
O Cruzeiro segue na sua rotina de cada jogo, uma decisão. Depois dos resultados da rodada, nenhum outro que não a vitória sobre o Corinthians, no Pacaembu, mantém a equipe na briga por uma vaga no G-4.   
Se Leonardo Silva e Wellington Paulista, contundidos, continuam de fora, Adilson pode contar pelo menos com as voltas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mauro França</strong></p>
<p>O Cruzeiro segue na sua rotina de cada jogo, uma decisão. Depois dos resultados da rodada, nenhum outro que não a vitória sobre o Corinthians, no Pacaembu, mantém a equipe na briga por uma vaga no G-4.   </p>
<p>Se Leonardo Silva e Wellington Paulista, contundidos, continuam de fora, Adilson pode contar pelo menos com as voltas de Fabrício e Gilberto para este difícil compromisso.</p>
<p><span id="more-9508"></span></p>
<p><strong>1º Tempo</strong></p>
<p>Ronaldo começou incomodando. Logo no primeiro minuto ele recebeu pelo bico esquerdo da grande área, driblou dois marcadores e bateu para o gol. A bola desviou em Caçapa e saiu a escanteio. </p>
<p>Depois deste lance, sempre bem marcado, Ronaldo pouco apareceu. Chegou até a marcar aos 8 minutos, aproveitando cruzamento da esquerda, em lance invalidado pelo bandeira, que acertadamente marcou impedimento. Aos 12, ele cobrou uma falta pela meia-esquerda, que Fábio defendeu sem dificuldade. Depois, bem marcado, pouco participou do jogo.</p>
<p>O Corinthians tentou pressionar nos primeiro minutos. Teve mais posse de bola e mais presença no ataque, mas, sem ligação dos três volantes com os três atacantes, pouco criou em termos efetivos.</p>
<p>A zaga celeste teve algumas dificuldades no inicio, principalmente em função de alguns vacilos de Gil, mas logo se firmou. Com a boa presença do trio de volantes, o sistema defensivo celeste conseguiu neutralizar as investidas do adversário.</p>
<p>Henrique fazia a cobertura e fechava o lado direito, liberando Jonathan para o apoio. Paraná auxiliava Diego Renan na marcação pela esquerda, por onde o Corinthians forçava mais. Fabrício, incansável, se desdobrava na marcação e no apoio.</p>
<p>Depois dos 10 minutos o Cruzeiro começou a sair mais para o jogo, ainda que de forma cadenciada, tocando a bola com certa lentidão.</p>
<p>Se ia bem na defesa, o time não mostrava a mesma eficiência no ataque. Além da boa marcação feita pelo adversário, Gilberto errava muitos passes, Jonathan era pouco efetivo e com isto Guerron e Thiago Ribeiro, embora com boa movimentação e troca de posições, eram pouco acionados.</p>
<p>Tanto que a primeira conclusão aconteceu apenas aos 15 minutos, quando Guerron, pela direita, bateu cruzado do bico da grande área, para defesa segura de Felipe.</p>
<p>Com esse panorama, o jogo seguiu equilibrado, disputado entre as duas intermediárias, em ritmo lento e com pouquíssimos lances de área.</p>
<p>Aos 28, Fabrício recebeu cruzamento de Thiago Ribeiro e tentou de cabeça. Felipe, bem colocado, defendeu com segurança. Aos 33, Diego Renan arriscou de fora da área e Felipe, mais uma vez, defendeu sem problema.</p>
<p>O Corinthians só chegou com perigo aos 35. Dentinho cruzou da direita, Jorge Henrique penetrou pelo meio da zaga e, de primeira, pegou mal na bola e mandou por cima do gol. A essa altura as duas equipes somavam apenas sete finalizações. </p>
<p>Aos 40 o Cruzeiro finalmente encaixou uma boa jogada. Thiago Ribeiro foi lançado pela esquerda, foi ao fundo e, marcado por dois zagueiros, retrocedeu e passou para Jonathan, que acionou Paraná pelo meio. Paraná lançou para Fabrício, aberto pela direita, que cruzou para a área. Gilberto apareceu por trás da zaga e mandou para o fundo das redes. <strong>Cruzeiro, 1&#215;0</strong>.</p>
<p>Nos minutos finais o Corinthians tentou buscar o empate, mas a defesa celeste segurou bem a vantagem.</p>
<p><strong>2º TEempo</strong></p>
<p>O Cruzeiro voltou com Fernandinho no lugar de Guerron. A intenção, conforme explicou Adilson, era reforçar tanto a marcação pelo lado esquerdo quanto a armação de jogadas, com os dois meias, Gilberto e Fernandinho, se aproximando mais de Thiago Ribeiro.</p>
<p>Como no 1º tempo, os primeiros lances de perigo foram do Corinthians. Com um minuto, Edu apanhou uma sobra na entrada da área e bateu para fora.</p>
<p>Aos 3, o juiz marcou uma falta inexistente de Fernandinho em Alessandro e ainda lhe aplicou o cartão amarelo. Na cobrança, Jucilei apareceu no meio da zaga e cabeceou para fora, com certo perigo.</p>
<p>A melhor chance corintiana foi aos 10. Dentinho lançou na área para Ronaldo, que de cabeça escorou para Jorge Henrique, que, também de cabeça, na linha da pequena área, obrigou Fábio a fazer grande defesa.</p>
<p>Aos 12, Mano Menezes trocou Dentinho pelo meia Defederico, na tentativa de melhorar a sua armação de jogadas. Pouco adiantou. Bem posicionado e mostrando muita segurança, o sistema defensivo celeste fechava os espaços e neutralizava as investidas do adversário, que por sua vez também errava muitos passes. </p>
<p>Como no primeiro tempo o jogo ficou concentrado entre as duas intermediárias, disputado num ritmo lento. Fernandinho não entrou bem no jogo e pouco acrescentou na armação. Com isto, o Cruzeiro pouco chegou ao ataque e quando o fez, também errou muitos passes.</p>
<p>Aos 19, Mano trocou Edu por Boquita. Adilson por sua vez, aos 22, trocou o cansado Gilberto por Leandro Lima, buscando maior movimentação no ataque. As substituições, contudo, não alteraram substancialmente o andamento da partida. Nenhuma das equipes conseguia criar jogadas mais agudas.</p>
<p>O jogo seguia num ritmo morno quando, aos 28, Fernandinho jogou a bola pela lateral para permitir o atendimento de Diego Renan, caído no gramado, e recebeu tranco de Elias. Os dois bateram boca até que Paraná chegou empurrando o corintiano e o tempo fechou.</p>
<p>Formou-se o bolo de jogadores e, entre empurrões e discussões, o jogo ficou parado por três minutos. Serenados os ânimos, o juiz mostrou cartão amarelo para Fernandinho e Elias. Como já tinha recebido o amarelo logo no inicio, Fernandinho acabou expulso.</p>
<p>Com um a menos, o Cruzeiro ainda perdeu Diego Renan, que, atingido no tornozelo, deixou o gramado sentindo fortes dores aos 34. Elicarlos o substituiu aos 37. A partir daí o time se fechou ainda mais.</p>
<p>Com a vantagem numérica, o Corinthians tentou pressionar e “alugou” a metade do campo defendida pelo Cruzeiro.</p>
<p>Mano Menezes ainda trocou um de seus volantes, Jucilei, por mais um atacante, Edno, aos 39, sem sucesso.</p>
<p>Mesmo com o domínio territorial, o Corinthians pouco conseguiu criar até o final, esbarrando no forte bloqueio da defensiva celeste, que mais uma vez teve uma atuação soberba e garantiu a vitória.</p>
<p>Foi a quarta vitória consecutiva, a quinta nos últimos seis jogos e a nona partida sem derrota como visitante (seis vitórias e três empates).</p>
<p>Mais uma vitória conquistada com muita raça e empenho e que mantém o time vivo no campeonato. Passo a passo, estamos chegando!</p>
<p><strong>Mauro França</strong>, 46, cruzeirense, historiador, economiário, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.</p>
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		<title>Corintiãs 0&#215;1 Cruzeiro: Três pontos na manha</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 7º lugar com 45 pontos, o Cruzeiro ainda sonha com uma vaga na Libertadores 2010.
Na metade da tabela com 43 pontos, o Corintiãs só pretende vencer uma ou duas partidas e entrar logo em férias pra voltar mais cedo aos trabalhos visando a Libertadores, para a qual se classificou conquistando a Copa do Brasil.
No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 7º lugar com 45 pontos, o Cruzeiro ainda sonha com uma vaga na Libertadores 2010.</p>
<p>Na metade da tabela com 43 pontos, o Corintiãs só pretende vencer uma ou duas partidas e entrar logo em férias pra voltar mais cedo aos trabalhos visando a Libertadores, para a qual se classificou conquistando a Copa do Brasil.</p>
<p>No Cruzeiro, voltam o volante Fabrício e o armador Gilberto, mas o beque Leonardo Silva continuará fora da equipe.</p>
<p>O esquema deve ser o tradicional 4-4-2. Mas Adílson Baptista pode surpreender com o 3-5-2 lançando Thiago Heleno na zaga para reforçá-la contra os três atacantes corintianos.</p>
<p>Sem Marcelo Mattos, contundido, e com as voltas de Ronaldo e Alessandro, Mano Menezes lança Edu como volante de contenção e mantém seu esquema habitual, o 4-3-3.</p>
<p><span id="more-9497"></span></p>
<p><strong>Lances + importantes do 1º tempo</strong></p>
<ul>
<li>18h25 &#8211; Corintiãs entra em campo. <strong>Ronaldo</strong> dá entrevista: <em>“Tenho muita gratidão pelo Cruzeiro. Foi lá que aprendi a ser homem e me tornei profissional.”</em></li>
<li>18h28 – Cruzeiro entra em campo.</li>
<li>18h30 – Hino Nacional é executado.</li>
<li>18h33 – Começa a partida. Os dois times com uniformes tradicionais. Cruzeiro defende Gol do Tobogã, à direita das cabines de rádio e televisão.</li>
<li>00 &#8211; Sampa Azul, TFC e Máfia Azul estão presentes no Pacaembu. Ao lado de seus componentes,  centenas de torcedores desorganizados se preparam para incentivar o Mais Querido de Minas.</li>
<li>01 – Gil derruba Ronaldo no meio de campo.</li>
<li>01’30 – Ronaldo corta Gil, dribla Cláudio Caçapa (CC) e chuta forte. Bola desvia em marquinhos Paraná (MP) e sai para escanteio.</li>
<li>02 – Corintiãs pressiona saída de bola do Cruzeiro.</li>
<li>04 – Guerrón recebe lançamento, bandeira marca impedimento equivocadamente.</li>
<li>06 – Henrique cruza da ponta-direita, William corta de cabeça.</li>
<li>07 – Dentinho cruza da direita, Gil corta para escanteio.</li>
<li>08 – Edu cruza da esquerda, Ronaldo manda bola pras redes. Juiz marca impedimento, corretamente.</li>
<li>09 – Thiago Ribeiro (TR) passa por William e cruza pra fora.</li>
<li>11 – Dentinho toma bola de Gil, é desarmado com falta a 10 metros da área. Gil recebe 3º cartão amarelo e não joga contra o Santo André. Ronaldo cobra a falta, Fábio defende.</li>
<li>16 – TR passa a Guerrón, que chuta forte, cruzado, da direita. Felipe defende.</li>
<li>17 – DR lança Guerrón, Felipe se antecipa e defende.</li>
<li>18 – Passes errados: Cruzeiro 10&#215;5.</li>
<li>19 – Fabrício lança Henrique, Marcelo toca para corner, Gilberto cobra, confusão na área, William despacha a bola.</li>
<li>20 – Alessandro cruza da direita, CC tira de cabeça.</li>
<li>21 – Jorge Henrique (JH) chuta de fora da área, pra fora.</li>
<li>22 – Guerrón é derrubado por Marcelo. Gilberto bate a falta, pra fora.</li>
<li>23 – Adílson Baptista reclama do posicionamento dos atacantes.</li>
<li>24 – Alessandro cruza, Ronaldo tenta bicicleta e erra.</li>
<li>25 – Gilberto recebe na entrada da área, demora a passar a bola a Guerrón, defesa corintiana despacha.</li>
<li>26 – JH cruza da direita, Henrique desvia para escanteio.</li>
<li>27 – Chicão cruza da direita, Fábio desvia para escanteio.</li>
<li>28 – TR cruza da direita, Fabrício cabeceia, Felipe defende.</li>
<li>30 – Cruzeiro toca bola, tenta construir jogadas inteligíveis. Corintiãs marca muito, mas cria pouco.</li>
<li>33 – TR cruza, William corta pra lateral.</li>
<li>34 – DR limpa a jogada na entrada da área e chuta forte. Felipe defende.</li>
<li>35 – Dentinho cruza da direita, JH entra livre e chuta de primeira por cima do travessão.</li>
<li>38 – Dentinho desarma MP, cruza, CC cede escanteio. Dentinho cruza, Fabrício corta de cabeça.</li>
<li>40 – Corintiãs é perigoso pela direita com Alessandro e Dentinho. Cruzeiro toca a bola, mas está lento na transição.</li>
<li>41 – Cercado por dois corintianos na ponta-esquerda, TR recua boca para Jonathan, que passa a Marquinhos Paraná. O volante lança Fabrício na ponta-direita. O cruzamento rasteiro encontra Gilberto bem posicionado, nas costas da zaga. O armador avança, recebe livre e toca pras redes, na saída de Felipe. <strong>Cruzeiro 1&#215;0</strong>.</li>
<li>42 – Edu cobra falta sobre a área, Fábio corta com os punhos.</li>
<li>45 – Gil desarma Ronaldo, bola sobra para Jonathan, que recebe solada de Edu. Volante corintiano recebe cartão amarelo.</li>
<li><strong>Gilberto</strong>: <em>“Estou errando passes, mas marquei o gol. Agora, é saber trabalhar com esta vantagem.”</em></li>
<li><strong>Fabrício</strong>: <em>“Todas os times respeitam o Corintiãs, aqui; nós também respeitamos, mas marcamos bem e soubemos atacar. E o campo nos ajuda muito a jogar.”</em></li>
</ul>
<p><strong>Lances + importantes do 2º tempo</strong></p>
<ul>
<li>19h36 – Começa o 2º tempo.</li>
<li>00 – Fernandinho substitui Guerrón. Será meia ao lado de Gilberto e ambos vão se aproximar de Thiago Ribeiro.</li>
<li>02 – Edu chuta da entrada da área, pra fora.</li>
<li>03 – Fernandinho comete falta em Dentinho e recebe cartão amarelo.</li>
<li>04 – Edu cobra falta sobre a área, Jucilei sobe sozinho e cabeceia pra fora.</li>
<li>06 – TR passa a Henrique, que é desarmado na entrada da área.</li>
<li>08 – DR cruza da esquerda, Fabrício entra livre, bandeira marca impedimento equivocadamente.</li>
<li>09 – Ronaldo passa por Jonathan e chuta. Fábio defende.</li>
<li>10 – Dentinho cruza, Ronaldo ajeita de cabeça e deixa Jorge Henrique na cara do gol. O atacante chuta firme e Fábio opera um milagre defendendo quase em cima da risca.</li>
<li>12 – Defederico substitui Dentinho, que sai contundido.</li>
<li>14 – Confusão na área celeste, Jonathan corta, Fabrício puxa contra-ataque e lança TR, que é parado por um impedimento mal marcado.</li>
<li>16 – Fabrício chuta de fira da área, fraco. Felipe defende.</li>
<li>19 – Boquita substitui Edu.</li>
<li>23 – Leandro Lima substitui Gilberto.</li>
<li>25 – Fabrício cruza da direita, William corta.</li>
<li>26 – Alessandro, cercado por Fernandinho, cruza pra Defederico, que chuta pra defesa de Fábio.</li>
<li>28 – Chicão derruba DR no meio de campo parando contra-ataque. Juiz manda seguir.</li>
<li>29 – Elias empurra Fernandinho, os dois discutem, tête-a-tête no meio de campo. Marquinhos Paraná empurra o corintiano e é empurrado por Ronaldo. Bassols dá cartão amarelo para Elias e Fernandinho que, sendo o 2º, é expulso.</li>
<li>33 – Elias chuta de longe, Fábio defende antes que JH consiga concluir.</li>
<li>34 – DR sai de campo após receber pisão de Alessandro, no tornozelo.</li>
<li>35 – Ronaldo tenta jogada pela direita, mas é desarmado por MP.</li>
<li>36 – Jucilei cruza, Fábio defende.</li>
<li>37 – Elicarlos substitui Diego Renan.</li>
<li>38 – Boquita chuta forte de fora da área, por cima do travessão.</li>
<li>39 – Edno substitui Jucilei e recebe ordens de Mano Menezes para jogar adiantado, como atacante.</li>
<li>40 &#8211; Dr. Otacílio, médico do Cruzeiro: <em>“Diego Renan recebeu pancada forte no tornozelo, que já estava machucado e não está podendo mais correr”.</em></li>
<li>41 – Elias lança JH, Fábio chega antes e defende.</li>
<li>42 – Elicarlos passa a Leandro lima, que deixa a bola com Jonathan. O chute sai forte, por cima do travessão.</li>
<li>45 – Ronaldo cobra falta, Alessandro, impedido, erra a cabeçada.</li>
<li>47 – Defederico passa por MP na direita, mas deixa a bola escapar pela linha de fundo.</li>
<li>48 – Leandro Lima avança pela esquerda e cruza. Bola pelo lado oposto.</li>
<li>49 &#8211; Fim de jogo. Passes errados: Corintiãs 35&#215;34; Finalizações: Corintiãs 9&#215;6; Desarnes: Cruzeiro 21&#215;18; Faltas: Cruzeiro 16&#215;15.</li>
<li><strong>Ronaldo</strong>: <em>“Não se faz um time da noite para o dia. Estamos sofrendo com as mudanças no elenco. Eu também não estou rendendo como no 1º semestre. Não estamos sabendo atacar.”</em></li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong>: <em>“Estávamos buscando esta sequência de vitórias; agora é lutar pra vencer os dois próximos jogos no Mineirão e encostar no G4.”</em></li>
<li><strong>Fábio</strong>:<em> “Graças a Deus, suportamos bem a pressão, tivemos posse de bola e vencemos.”</em></li>
</ul>
<p><strong>Corinthians 0&#215;1 Cruzeiro</strong>, domingo, 25out09, 18h30, Pacaembu, São Paulo, 31ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009 – Transmissão: SporTV &#8211; Público: 23.672 pagantes – Renda: R$705.591,51 – Juiz: Péricles Bassols Cortez (RJ) – Bandeiras: Hilton Moutinho e Ricardo Almeida (RJ) – Amarelos: Gil, Fernandinho (Cru), Elias (Cor) &#8211; Vermelho: Fernandinho (Cru), 31 do 1º tempo – Gols: Gilberto, 41 do 1º tempo – Cruzeiro: <strong>Fábio</strong>; Jonathan, <strong>Gil</strong>, <strong>Cláudio Caçapa</strong> e Diego Renan (Elicarlos); <strong>Henrique</strong>, <strong>FABRÍCIO</strong> e <strong>Marquinhos Paraná</strong>; Gilberto (Leandro Lima); Guerrón (Fernandinho) e <strong>Thiago Ribeiro</strong>. Tec: <strong>Adílson Batista</strong> / Corinthians: Felipe; Alessandro, Chicão, <strong>William</strong> e Marcelo Oliveira; Jucilei (Edno), Elias e Edu (Boquita); Jorge Henrique, Ronaldo e <strong>Dentinho</strong> (Defederico). Tec: Mano Menezes – <strong>Histórico</strong> – Foi o 64º Cruzeiro x Corinthians. O Cruzeiro venceu 20, empatou 17, perdeu 27, marcou 79 gols, levou 90. Pelo Campeonato Brasileiro (com a denominação que recebeu em 1971), foram 44 jogos. O Cruzeiro venceu 15, empatou 13, perdeu 16, marcou 45 gols, levou 49. Os dois já decidiram dois títulos brasileiro. Na Taça de Prata de 1969, no Mineirão, o Cruzeiro venceu por 2&#215;1, com show de Dirceu Lopes, mas o título ficou com o Palmeiras que fez um gol a mais, na mesma tarde, sobre o Botafogo. Em 1998, o Corinthians foi campeão no confronto direto após empatar por 2&#215;2 no Mineirão e 1&#215;1 no Morumbi e vencer, também no Morumbi, por 2&#215;0.</p>
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		<title>Estevam: “Bandeira errou; em seguida, tomamos gol”</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comentários de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1&#215;0 Botafogo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 18out09:


Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro, disse: “Não teve nada contra a torcida. Não baixou nenhum espírito do Maradona em mim. Só comemorei, porque a gente troca e sempre está errado. A gente que respira, vive, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentários de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1&#215;0 Botafogo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 18out09:</p>
<p><span id="more-9393"></span></p>
<ol>
<li><strong>Adílson Baptista</strong>, treinador do Cruzeiro, disse: <em>“Não teve nada contra a torcida. Não baixou nenhum espírito do Maradona em mim. Só comemorei, porque a gente troca e sempre está errado. A gente que respira, vive, joga, estudou em bons colégios, trabalhou com grandes treinadores, então a gente sempre inventa. Aí o time começa a tocar a bola, a rodar, andar, então eu tenho esse direito. Eu tenho que ser justo. Não quero parar ninguém. <strong>Estava jogando o Thiago Heleno. O Gil chegou, se dedicou e aproveitou as oportunidades, e o Caçapa teve que esperar. Eu disse isso a ele e ele esperou, entrou e é um jogador confiável.</strong> Não gosto do 3-5-2, a bola não roda nele, mas tive que usar, pois o Fabrício amanheceu com dores e o Fabinho vem sem jogar há muito tempo. Mas dei liberdade ao Jonathan. Contra o Corinthians, não teremos facilidades. Eu vejo que tem cobrança lá. O Mano cobrou esses dias, pedindo para que os jogadores se empenhassem mais, fizessem uma pontuação maior, e ainda no nosso jogo eles vão trabalhar para vencer. Então temos que ter os devidos cuidados e vamos pra lá para tentar vencer. Tem Ronaldo voltando, tem Edno, Jorge Henrique, Dentinho. É um bom time, bem treinado e que fez um primeiro semestre muito bonito. Dava gosto de ver o Corinthians jogar. Vai ser um jogo bonito, porque o Cruzeiro também é uma escola que eles respeitam. São duas escolas que jogam. Estamos a quatro pontos de dois times, a um do Goiás, tem Flamengo que está chegando também. É bom pra que as equipes respeitem o campeonato. Até pra nós profissionais trabalharmos com mais motivação e respeito à instituição e aos companheiros. Temos que pensar na próxima temporada, fazer com que o clube volte à Libertadores. É a minha intenção. O Cruzeiro precisa ganhar do Corinthians. Está emocionante e espero que não acabem com os pontos corridos, porque tem muita gente pensando nisso. Com pontos corridos prevalece a organização, o elenco, o treinador, a qualidade dos jogadores, o planejamento.”</em></li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong>, atacante do Cruzeiro, disse: <em>“<strong>Jogar com um a menos num campo desse tamanho é complicado. A gente teve de se superar, correr muito. Valeu a garra de todos.</strong> Sempre dou muita sorte contra o Botafogo. É assim desde a minha época de São Paulo. Mais uma vez tive a oportunidade de fazer o gol para conseguirmos a vitória. Nós conseguimos o que queríamos, as três vitórias no Mineirão. Agora é ter tranquilidade pra pegarmos o Corinthians. É um jogo-chave. Se vencermos lá, temos boas chances de vencer os dois jogos seguintes no Mineirão. Quando o Soares estava sendo atendido, vi que qualquer toque que o doutor dava nele, ele sentia muita dor. Tomara que não seja nada grave e ele se recupere.”</em></li>
<li><strong>Cláudio Caçapa</strong>, beque do Cruzeiro, disse: <em>“<strong>Agora, começa pra mim. Cheguei hoje ao Cruzeiro.</strong> Depois de quase nove anos fora, voltar ao Mineirão e começar uma partida como titular, sempre passa um filme. Aqui foi minha casa durante quatro, cinco anos e fiz grandes jogos. Hoje, entrei com esse filme de fazer um bom jogo e acredito que tenha feito. Nós temos que entrar com essa mesma determinação de hoje e mostrar que queremos chegar ao G-4. Para isso, temos que passar pelo Corinthians.”</em></li>
<li><strong>Jonathan</strong>, ala-direita do Cruzeiro, disse: <em>“<strong>Nossa equipe vinha jogando bem, mas não estava conseguindo os resultados em casa.</strong> Se tivéssemos conseguido, estaríamos lá na frente. Ainda faltam oito rodadas. Com o apoio do nosso torcedor, vamos conseguir essa vaga para a Libertadores.”</em></li>
<li><strong>Fernandinho</strong>, armador do Cruzeiro, disse: <em>“<strong>O Cruzeiro está voltando a ser o Cruzeiro que sempre foi. Já tenho dois anos e meio aqui e nós ficamos 19 jogos invictos dentro de casa. Somos fortes no Mineirão</strong>. Senti muito cansaço, isso é verdade. A gente não esperava ficar com um homem a menos e eu estava há muito tempo sem jogar. Tive que correr mais ainda e cansei um pouco. Isso é normal, faz parte da progressão do meu trabalho nesses oito jogos que estão faltando. O importante agora é treinar bem durante a semana. O Adilson tem feito jogos-treino para que eu possa me condicionar.”</em></li>
<li><strong>Charles Libertadores</strong>, comentando no PHD, disse: <em>“O esquema de três zagueiros surpreendeu o técnico do Botafogo, que marcou muito. No 1º tempo, as jogadas de ataque se concentraram pela ponta direita com o Guerrón, que mostrou muita ginga, rebolado, cisca-cisca, mas, sozinho, não vai resolver nada. Se deixasse, estaria lá até agora arrumando nada. Jobson, rápido atacante do Botafogo, deu trabalho ao Thiago Heleno. <strong>Pela esquerda, Victor Simões aparecia com alguma facilidade e chegou a finalizar por ali, uma vez que Jonathan atacava muito e o Botafogo tinha três atacantes. Percebendo isso, no 2º tempo, Adilson colou o Henrique no atacante do Botafogo, que, sem espaço, foi anulado.</strong> Do outro lado, Thiago Heleno passou a dar conta do Jobson. Mesmo vaiado, Adílson foi feliz nas substituições. E os torcedores que o chamaram de burro, tiveram que elogiá-lo. Fernandinho deu outra movimentação ao time, pois teve personalidade e chamou o jogo. Fez o que ninguém vinha fazendo no meio de campo. Durante o tempo em que esteve em campo, Leandro Lima foi engolido e ficou escondido pelos volantes do Botafogo. Os times dirigidos por Estevam Soares fazem muitas faltas, param o jogo o tempo todo. O gol veio a coroar a luta do time e a atuação de um dos destaques da equipe neste 2º turno. Thiago Ribeiro é dedicado, disciplinado e gosta de trabalhar. Os resultados estão aí. No final, com um a menos e com o Soares saindo de ambulância, temi pelo pior. Mas, novamente, o time mostrou superação e suportou a pressão. Há três jogos, o time do Cruzeiro não leva gols. Rumo ao G4!”</em></li>
<li><strong>Anderson Olivieri</strong>, comentando no PHD, disse: <em>“Excelente atuação de Diego Renan, Jonathan, Caçapa e Gil. Jogaram muito! Thiago Ribeiro jogou bem. Tem dado mostras de que seu futebol da época de São Paulo pode estar voltando. Gostei da partida do Guerrón, a melhor desde que estreou. No sacrifício, <strong>Henrique mostrou o porquê de ter a confiança do treinador.</strong> Paraná errou alguns passes perigosos, mas dá gosto de vê-lo jogar. Fernandinho entrou muito bem. E, mais uma vez, Adílson Baptista calou os cornetas.”</em></li>
<li><strong>Estevam Soares</strong>, treinador do Botafogo: <em>“O bandeira [José Silveira] marcou um impedimento inexistente do nosso ataque. <strong>Era uma jogada fácil de ver, pois nosso jogador estava a pelo menos 1,5 metro atrás do último defensor do Cruzeiro. Não sei como o bandeirinha, que está lá só para fazer isso, consegue marcar uma situação dessas. Na seqüência tomamos o gol.</strong> No 1º tempo tivemos dificuldade de marcar, pois fomos surpreendidos pela alteração de esquema do Cruzeiro. Depois, acertamos a marcação. Um empate não teria sido improvável, mas nos faltou um pouco mais de força ofensiva. O Jobson cansou, e ele estava infernizando a zaga deles. No fim, foi ataque contra defesa.”</em></li>
<li><strong>Victor Birner</strong>, jornalista, em seu blog: <em>“O Cruzeiro atuou com desfalques em todos os setores de linha. Sem Leonardo Silva, Gilberto, Kléber… Precisando jogar em cima do adversário, como manda a cartilha de quem joga em casa, o Zeiro encontrou o Botafogo insistindo num 4-3-3 pronto para o contra-ataque. <strong>A partida foi rica em lances progressivos de ataque, com espaço para o drible e jogadas individuais.</strong> Guerrón tinha tudo pra se dar bem assim, mas, muito estático, não fez o estrago que se esperava. Perdeu o duelo com Diego, zagueiro improvisado na lateral esquerda. Jonathan, talvez em função de Guerrón aberto, atuou muito por dentro. Os homens do meio cruzeirense, por sua vez, pouco apareceram. No lado botafoguense, Jobson foi perigoso, mas Heleno o marcou bem, protegendo o lento Caçapa do mano-a-mano. A partida seguiu interessante e equilibrada na segunda etapa. Aos 8, Guerrón deixou o gramado e a torcida vaiou Adílson. Pouco depois disso, Thiago Ribeiro, que vinha mal em campo, jogando sem energia, recebeu de frente pro gol e abriu o placar. Estevam Soares, a partir daí, duplicou seus apelos de um Botafogo ofensivo. Trocou o lateral esquerdo para conseguir mais apoio. E apostou em Reinaldo nos 20 minutos finais. O Cruzeiro perdeu Soares, que saiu desacordado de campo depois da terceira substituição. E o fim de jogo foi quente. Faltou pouco pro Fogão levar um ponto do Mineirão. Cruzeiro perto da Libertadores.”</em></li>
<li><strong>Juca Kfouri</strong>, jornalista, em seu blog: <em>“<strong>O Cruzeiro está chegando cada vez mais perto do G4</strong>. Teve que lutar muito para passar pelo Botafogo, no Mineirão, mas passou: 1 a 0, gol de Thiago Ribeiro, aos 17 do segundo tempo, depois de muito martelar. O menino Soares, do time mineiro, saiu de ambulância do estádio, com problemas na coluna cervical, o que deixou o time com 10 jogadores nos últimos 18 minutos de pressão carioca. O Botafogo continua ali por perto da ZR, mas fora dela, beneficiado pelas derrotas do Náutico e do Santo André.” </em></li>
<li><strong>Mário Marra</strong>, jornalista, em seu blog:<em> &#8220;Já que não estava na escala e fui ao jogo, resolvi descer e ver de perto o comando do Adilson. Fiquei perto do carrinho da maca. Não sei quantos quilos ele perde em campo, mas ele perde. Nada como o trabalho diário para transformar um gesto simples em uma orientação. Já disse e ouvi outros dizerem que não adianta ficar gritando para os jogadores a alegação óbvia de que não é possível ouvir faz muito sentido, entretanto, pouco o Adilson fala. Muito mais ele gesticula. Gestos simples e significativos. Os sinais são claros até para mim que não treino com ele. É a mão indicando que a cobertura tem que ser feita. A outra indicando que a movimentação estava errada. As duas mãos pedindo para que a volta seja mais rápida. Um papo rápido, ao pé do ouvido, citando um vacilo do adversário. <strong>Amigos, futebol é mais simples do que é pensado. Time se faz é no trabalho durante a semana, lá, no campo apenas são feitos ajustes de acordo com o poder do adversário</strong>.&#8221;</em></li>
</ol>
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