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	<title>Páginas Heróicas Digitais (PHD) - Cruzeiro.Org &#187; Jonathan</title>
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	<description>Blog Páginas Heróicas Digitais (PHD) conduzido por Jorge Santana sobre as coisas do Cruzeiro Esporte Clube e afins sobre futebol</description>
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		<title>Fábio está voando baixo. E alto também.</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 02:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1&#215;0 Botafogo, no Mineirão, pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 26mai10:

Fábio &#8211; O melhor em campo. Defendeu pênalti e salvou mais dois gols certos. Perfeito. Ou melhor, mais que perfeito. (Síndico)
Jonathan &#8211; Grande atuação, tanto na marcação quanto no ataque. Jogou com desembaração alternando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no <strong>Cruzeiro 1&#215;0 Botafogo</strong>, no Mineirão, pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 26mai10:</p>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> &#8211; O melhor em campo. Defendeu pênalti e salvou mais dois gols certos. Perfeito. Ou melhor, mais que perfeito. (<strong>Síndico</strong>)<span id="more-16747"></span></li>
<li><strong>Jonathan</strong> &#8211; Grande atuação, tanto na marcação quanto no ataque. Jogou com desembaração alternando corretamente os momentos de lateral, de meia e de ponta. E estava com uma disposição que há muito não se via. (<strong>Síndico</strong>) Pra quem diz não estar 100%, correu demais. Voltou a aparecer bem no ataque como há muito não se via. (<strong>Matheus</strong> <strong>Reis</strong>)</li>
<li><strong>Gil</strong> &#8211; Boa partida. Suas únicas falhas foram ter deixado Edno cabecear uma bola livre dentro da área e ter cometido um pênalti mandrake dando um bote errado em Somália. Mesmo assim, Fábio salvou sua noite. Jogou decidido, sem bater desnecessariamente. (<strong>Cuné</strong>) Péssima partida. Errou passes na saída de jogo. Leonardo Silva e Paraná também erraram. No lance do pênalti, marcou o jogador no “golpe de vista” e ainda tentou se recuperar da imprudência com falta desnecessária, pois bastaria tê-lo cercado. (<strong>Rosan Amaral</strong>)</li>
<li><strong>Leonardo Silva</strong> &#8211; Um dos melhores do time, mas também errou três saídas de bola, que não foram aproveitadas pelo Botafogo porque os cariocas estiveram ainda piores do que os mineiros. (<strong>Rosan Amaral</strong>) Sentiu o tempo que ficou parado por conta das expulsões. Foram apenas 2 jogos nas últimas 6 partidas cruzeirenses, levando em conta o caráter atípico da última partida contra o São Paulo. No primeiro lance de jogo, correu o risco de ser expulso. Ainda bem que o apitador não era um Larrionda ou um Paulo César Oliveira. (<strong>Matheus Reis</strong>)</li>
<li><strong>Fernandinho</strong> &#8211; Mostrou futebol bem superior ao das partidas anteriores, com mais consciência e boa participação defensiva. No apoio foi razoável. (<strong>Rantunes</strong>) Brigou na medida do possível, mas o preparo físico não lhe permite extravagâncias. O problema defensivo no setor esquerdo também continuou com ele. O que dá indícios de que o problema não é quem joga na lateral esquerda, mas quem faz a cobertura. (<strong>Matheus Reis</strong>)</li>
<li><strong>Fabinho</strong> &#8211; Marcou firme e deu um pouco de segurança ali na frente da zaga. O seu ponto fraco é não rodar a bola com a velocidade e qualidade que a meiuca celeste precisa e é capaz de apresentar. (<strong>Matheus Reis</strong>) Cumpriu bem a função de terceiro zagueiro e mesmo sem muita mobilidade ajudou na marcação, até sair machucado. Seu desempenho não chegou a ser empolgante mas também não comprometeu. Na saida do campo, foi aplaudido pelo torcedor, muito mais pra pirraçar o treinador que pelos méritos do jogador. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Elicarlos</strong> &#8211; Entrou pra marcar e marcou. Pelo lado direito, o Botafogo criou pouco depois de sua entrada. Além disse liberou um pouco mais o Jonathan que cresceu em determinado momento do segundo tempo. Tivesse um pouco mais de habilidade, poderia ter saído com mais decisão para o contra-ataque. (<strong>Matheus Reis</strong>)</li>
<li><strong>Marquinhos Paraná</strong> &#8211; Revezou com Fernandinho na lateral-esquerda, foi volante de contenção e saiu pro jogo quando preciso. Tudo dentro do padrão. O que irrita os termocéfalos. No SNSB, um &#8220;lúcido&#8221; estava indignado: <em>&#8220;Como é que pode um volante não receber nem cartão amarelo?&#8221;</em> O primo burro Telê acostumou essa gente com volantões truculentos como Dinho, Elzo e Pintado. (<strong>Síndico</strong>) Um dos poucos que estiveram acima da média. Mas também errou três saídas de bola que não foram aproveitadas pelo fraco Botafogo. (<strong>Rosan Amaral</strong>) Pra mim, um lance emblemático resume o Paraná no jogo de ontem. Errou um passe de uns 3 metros, correu feito um louco para recuperar a bola e recuperou. É isso. O próprio jogador tem consciência de que está longe do futebol apresentado em 2008/2009. Mas ainda assim, é um dos poucos que gira o jogo. Comigo, tem muito crédito. (<strong>Matheus Reis</strong>) Pra arquibanca é uma ameba, pois não chuta a gol, não dá carrinho, não rasga o uniforme, não faz jogadas de efeito. Mas pro time, que é o que entra em campo, é de utilidade vital. É pra eles que os que não tem a quem passar a bola reccorrem, seja um lateral sem opção de passe ou um volante preso pela marcação adversária. Alem disso, mesmo que sem brilho, ajuda na defesa e no ataque, cumpre variadas funções dentro da partida e raramente destoa de seu ritmo habitual. Mas como boa parte da torcida anda mais preocupada em xingar o time do que ver o jogo, isso acaba tendo pouca importância pra eles. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Henrique</strong> &#8211; Parece ser quem mais sente a ausência do Fabrício. Não sei se é o seu posicionamento que muda ou se é falta de entrosamento com Fabinho. Mas suas melhores partidas são, invariavelmente, ao lado de Fabrício e Paraná. (<strong>Matheus Reis</strong>)</li>
<li><strong>Roger Galera </strong>- Alguma movimentação, alguns passes, alguns cruzamentos, alguma luta. De efetivo mesmo nada. (<strong>Frede Amaral</strong>)</li>
<li><strong>Pedro Ken</strong> &#8211; Entrou pra ajudar Jonathan a fechar a lateral direita por onde jogava o melhor carioca, Somália. Mas desde o aquecimento foi impiedosamente vaiado pela torcida, que já o taxou a tempos com “irrecuperável”. Dentro de campo, não chegou a comprometer o time, apesar das vaias cada vez que ele pegava na bola. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Thiago Ribeiro -</strong> Movimentou-se como sempre, pelas duas extremidades do campo, marcando e atacando. E fez um gol de centroavante rápido e oportunista. (<strong>Síndico</strong>) Tem sido há algum tempo o “coração” do ataque celeste e até do time todo. Ontem, como sempre, correu, jogou pelos lados, marcou a saida de bola e ainda fez o gol da vitória. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Guerrón</strong> &#8211; Não obteve sucesso em suas arancadas e cruzamentos. (<strong>Síndico</strong>) Tentou algumas arrancadas e arremates mas não foi muito feliz. Por bem ou por mal, porém, incomoda o adversário e não se omite. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Kleber</strong> &#8211; Foi gladiador e serviu os companheiros em três lances de gols. Mas perdeu um gol mais fácil do que o convertido por Thiago Ribeiro. (<strong>Rosan Amaral</strong>) Muito marcado, tentou se movimentar e procurar jogo, mas nas poucas chances que teve pra finalizar isolou a bola. Está voltando a jogar daquele jeito agressivo que encanta alguns, mas que já nos trouxe diversos problemas, inclusive na Libertas. É botar a cabeça no lugar e calibrar a chuteira. (<strong>Leo Vidigal</strong>) Não passa por um bom momento. A despeito de seu posicionamento “tático”, ontem perdeu um gol que não costuma perder. Mas fase boa vem e vai. O que realmente preocupa são a bordoadas gratuitas e imprudentes que distribui. Ontem não foi expulso por pouco, muito pouco. (<strong>Ernesto</strong> <strong>Araújo</strong>)</li>
<li><strong>Adílson Batista</strong> &#8211; Escalação correta, mas com opções pra alterar o jogo. Tirou um mancando, tentou colocar sangue novo no meio com o Pedro Ken e no ataque com o Guerrón. Substituições dentro do <em>script.</em> Pena que esses jogadores não estão rendendo muito. O time tomou um grande sufoco, mas teve oportunidades de encaixar vários contra-ataques, que foram disperdiçados. Neste caso, o que técnico poderia ter feito? Combinar facilidades com o adversário?  (<strong>Frede Amaral</strong>) Fez o possível pra perder o jogo, só não o conseguindo por incompetência dos atacantes foguinos. Ainda não entendi a manutenção do Fernandinho em campo, a entrada do Pedro Ken e a saída do Thiago Ribeiro (?). (<strong>Walterson</strong> <strong>Almeida</strong>) Foi pro Mineirão com uma missão pra mamute: vencer e não dar a mínima chance ao Botafogo. Se não conseguisse isso, era vaia na certa. Até cumpriu a primeira parte, mas como a segunda não veio, teve de ouvir. Voltando ao jogo, escalou o melhor que seu fraco elenco podia lhe proporcionar e substituiu visando sempre garantir a vantagem mínima, fazendo “pouco ouvidos” para as vaias constantes. No final, vieram os 3 pontos, mas também a certeza de que terá um trabalho imenso pra recolocar seu time nos trilhos. A Copa vem em boa hora! (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Torcida</strong> &#8211; Baixo comparecimento e pouco apoio ao time. A galera está magoada com a desclassificação na Libertadores. Normal. Torcedor é apaixonado e incapaz de enxergar a realidade. E sendo torcedor brasileiro é infiel por natureza. Só vai na boa. (<strong>Síndico</strong>) Nota zero! Vaia até aquecimento dos jogadores em campo. Merece o presidente que tem! (<strong>Othon Gervásio</strong>) A torcida ontem tava demais mesmo. Como fui sozinha pude observar bastante o comportamento de algumas pessoas que dizem que vão para torcer. O 7A tava dando medo. (<strong>Mariana</strong>)</li>
<li><strong>Cornetas,</strong><strong> Tropeiristas</strong> <strong>e</strong> <strong>Termocéfalos</strong> &#8211; Vaiaram até substituição de jogador manco. Alguns estavam descontrolados. Prato cheio pra psicólogos. Será que, no dia a dia, essea gente funciona assim? Se a resposta for positiva, melhor não arranjar encrenca com ela no trânsito, no serviço ou no condomínio. (<strong>Síndico</strong>) Não volto ao Mineirão para a última partida. Não aguento mais passar raiva com outros torcedores. Como diz o JS, futebol é para fazer amigos. Ontem quase saí no braço com alguns. Não dá mais. Agora, só depois da reforma, preciso relaxar e esquecer esses teleguiados de uma figa. Quem tem uma torcida dessas não precisa de rival. (<strong>Paulo Marcos</strong>)</li>
<li><strong>Juiz e Bandeiras</strong> &#8211; Corretos. Erros normais de jogo. De quem não tem a ferramenta replay pra decidir em jogadas confusas. (<strong>Síndico</strong>) Os bandeiras estiveram entre os melhores em campo do Cruzeiro. Paralisaram pelo menos dois lances em que os atacantes botafoguenses saíram na cara do gol. Situação que só corrobora a tese de que os cariocas dominam os arbitrais em detrimento dos mineiros. (<strong>Gleyton</strong>)</li>
<li><strong>Botafogo</strong> &#8211; O primo inteligente Joel armou um time pra se defender com apenas um atacante e seis volantes e armadores. No 2º tempo, colocou outro atacante e equilibrou a partida. Um empate teria premiado melhor sua prancheta. Somália, volante que joga pela ala esquerda. foi incisivo nas jogadas pela ponta-esquerda levando perigo à defesa celeste. Foi autor da jogada que resultou no pênalti cometido por Gil. Leandro Guerreiro só chegou atrasado no gol de Thiago Ribeiro. No resatnte do tempo, defendeu muito e ainda procurou se deslcar para dar opções aos colegas. Marcelo Cordeiro, no pouco tempo em que esteve em campo, também jogou bem tentando apoiar o ataque e jogar bolas na área. (<strong>Síndico</strong>)</li>
</ul>
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		<title>Guarani 2&#215;2 Cruzeiro: Um tempo, um ponto</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 12:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mauro França
Tentando superar o trauma da eliminação na Libertadores, o Cruzeiro enfrenta o Guarani neste domingo sem Leonardo Silva, suspenso, Fabrício, contundido e Gilberto, na Seleção.
Roger, também suspenso, é menos uma opção no banco, que terá Jonathan, fora de sua melhor condição física. Kleber, que era dúvida, foi confirmado.
Adilson mantém Gil e Thiago Heleno na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mauro França</strong></p>
<p>Tentando superar o trauma da eliminação na Libertadores, o Cruzeiro enfrenta o Guarani neste domingo sem Leonardo Silva, suspenso, Fabrício, contundido e Gilberto, na Seleção.</p>
<p>Roger, também suspenso, é menos uma opção no banco, que terá Jonathan, fora de sua melhor condição física. Kleber, que era dúvida, foi confirmado.</p>
<p>Adilson mantém Gil e Thiago Heleno na zaga, improvisa Elicarlos na direita e entra com Pedro Ken e Fernandinho no meio.</p>
<p><span id="more-16664"></span></p>
<p>1º TEMPO</p>
<p>O Guarani começou o jogo em ritmo acelerado. Marcava a saída de bola celeste e imprimia velocidade no ataque, explorando principalmente o seu lado esquerdo, por onde criou seguidas situações de perigo.</p>
<p>Enquanto o Guarani voava, o Cruzeiro caminhava. Saía para o jogo com lentidão e era disperso na marcação. Não criava nada no ataque e era envolvido na defesa.</p>
<p>A primeira chegada perigosa do Bugre foi aos 7 minutos. Roger driblou Gil e Thiago Heleno dentro da área e Fábio teve que sair com os pés para cortar para escanteio.</p>
<p>O Cruzeiro ainda teve uma boa chance dois minutos depois. Diego Renan cruzou e Thiago Heleno, livre de marcação no meio da área, cabeceou à esquerda do gol.</p>
<p>Mais incisivo nas suas investidas, o Guarani chegou ao gol numa jogada preparada pela defesa celeste. Gil e Elicarlos se atrapalharam numa disputa na intermediária e a bola sobrou na medida para Roger, que, de frente para o gol, tocou de primeira, rasteiro, no canto esquerdo de Fábio. <strong>Guarani, 1&#215;0</strong>.</p>
<p>Com a vantagem, o Guarani se fechou e passou a explorar os contra-ataques. O Cruzeiro seguiu sonolento. Errava na defesa e chegava pouco no ataque. O meio de campo não funcionava.<br />
Fernandinho era uma peça nula na armação.</p>
<p>Pelo lado direito, Pedro Ken era burocrático. Henrique não se achava e Paraná ficou sobrecarregado, dividido entre a marcação e o apoio. A linha defensiva batia cabeça e o ataque, apesar de toda a movimentação de Kleber e Thiago Ribeiro, criava pouco.</p>
<p>Tanto que a melhor oportunidade celeste foi numa cobrança de falta nas proximidades da entrada da área, aos 28. Fernandinho jogou por cima da barreira e Douglas fez grande defesa, espalmando pela linha de fundo.</p>
<p>Aos 30, Mazola foi lançado nas costas da zaga, pela esquerda, invadiu a área e bateu para o gol. A bola desviou no pé de Fábio, subiu e sobrou do outro lado para Roger, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. <strong>Guarani, 2&#215;0</strong>.</p>
<p>O Guarani perdeu grande chance para ampliar aos 36. Roger recebeu lançamento nas costas da zaga, saiu na cara do gol e só não marcou porque Fábio fez grande defesa.</p>
<p>Depois dos 40, o Cruzeiro esteve mais presente no campo de ataque, mas não conseguiu criar nenhuma situação de perigo.</p>
<p>2º TEMPO</p>
<p>Vagner Mancini manteve a mesma formação. Já Adilson trocou os improdutivos Fernandinho e Pedro Ken por Guerron e Jonathan. A intenção era reforçar o ataque e barrar as investidas do Guarani pelo lado direito da defesa celeste.</p>
<p>O Cruzeiro voltou com uma postura mais agressiva, com Guerron aberto pela direita e Thiago Ribeiro pela esquerda, e passou a controlar o jogo.  O Guarani, recuado, tentou jogar com lançamentos longos para o ataque, sem muito sucesso.</p>
<p>Logo aos 3 minutos, Guerron foi ao fundo, cruzou e a zaga cortou para escanteio. O Guarani contra atacou com perigo no minuto seguinte. Mazola foi lançado nas costas da zaga, mas Fábio saiu da área e cortou o perigo.</p>
<p>Aos 5, Guerron escapou do marcador, penetrou pela área e bateu direto para o gol, acertando as redes pelo lado de fora.</p>
<p>Um minuto depois, Thiago Ribeiro recebeu lançamento, cortou seu marcador e bateu para o gol. Douglas espalmou a escanteio. O próprio Thiago cobrou, a zaga cortou e a bola sobrou para Gil, que, da entrada da área, pegou de bate-pronto e acertou o canto esquerdo do goleiro. <strong>Cruzeiro, 2&#215;1</strong>.</p>
<p>Depois dos 15 minutos o Guarani reequilibrou as ações. O jogo ficou aberto, com as duas equipes alternando-se no ataque.</p>
<p>Aos 20, Thiago Ribeiro fez falta na defesa e recebeu o cartão amarelo, o primeiro do jogo. Na cobrança, Moreno lançou na área, a bola cruzou a extensão do gol e por pouco Roger e Fabão não alcançaram.</p>
<p>Aos 23, Mazola foi lançado pela esquerda, invadiu a área e bateu cruzado para defesa segura de Fábio. Aos 24, Paulo Roberto recebeu o amarelo por agarrar Kleber.</p>
<p>O Cruzeiro respondeu com chutes de Kleber e Thiago Ribeiro de fora da área. Douglas defendeu o primeiro e o segundo saiu pela linha de fundo. Aos 26, Mancini fez sua primeira alteração, trocando o meia Moreno pelo veterano Baiano.</p>
<p>Aos 30, Thiago Ribeiro recebeu passe de Paraná e cruzou. Guerron penetrou pelo meio da área e, de cabeça, jogou no ângulo direito de Douglas, que nem esboçou defesa<strong>. Cruzeiro, 2&#215;2</strong>.</p>
<p>Aos 32, Elicarlos sentiu o tornozelo e foi substituído por Fabinho. Aos 34, Thiago Heleno recebeu o amarelo depois de cometer falta em Roger.</p>
<p>No minuto seguinte, Henrique também foi amarelado depois de uma entrada violenta em Mazola. Aos 38, Mario Lúcio entrou no lugar de Preto.</p>
<p>O ritmo do jogo caiu bastante depois dos 35 minutos. O Guarani ainda perdeu grande chance aos 39. Mazola foi lançado nas costas da zaga, penetrou na área e, ao tentar encobrir Fábio, jogou por cima do gol.</p>
<p>Na reta final o Guarani atacou mais, mas o Cruzeiro se segurou e garantiu o empate.</p>
<p>O resultado foi justo, na medida em que refletiu o que as equipes produziram. Cada uma dominou um tempo. O Guarani mandou no 1º tempo e poderia até ter construído um placar maior, diante de um Cruzeiro inofensivo.</p>
<p>O Cruzeiro foi melhor no segundo, mais agressivo, tanto no ataque quanto na marcação.</p>
<p><strong>Mauro França</strong>, 47, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.</p>
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		<title>Faltou brilho, jamais brio</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 00:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 0&#215;2 São Paulo, em 12mai10, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das quartas de final da Libertadores 2010:

Torcida &#8211; O bom público (50 mil presentes) alentou o  time o  tempo todo. Poucos torcedores destoaram ao vaiar a troca de  fabrício  por Fábio Santos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no<strong> Cruzeiro 0&#215;2 São Paulo</strong>, em 12mai10, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das quartas de final da Libertadores 2010:</p>
<ul>
<li><strong>Torcida</strong> &#8211; O bom público (50 mil presentes) alentou o  time o  tempo todo. Poucos torcedores destoaram ao vaiar a troca de  fabrício  por Fábio Santos. Outros tantos, movidos pelo chavão de que  jogador  cponvoado não põe o pé na dividida, pediram Roger Galera em  lugar de  Gilberto. Manifestações normais num jogo de alata btensão. No  conjunto,  porém, a obra da torcida foi de boa qualidade. A maioria  compreendeu que  estava assistindo a um duelo de titãs e que sua equipe  estava se  empenhando em busca de um resultado melhor. (<strong>Síndico</strong>)</li>
</ul>
<p><span id="more-16247"></span></p>
<ul>
<li><strong>Adílson Batista</strong> &#8211; Adílson sempre repete: <em>&#8220;Quem atacar o  Cruzeiro abertamente no Mineirão, perde&#8221;.</em> Ricardo Gomes deve  concordar com ele, pois armou sua equipe num despudorado 5-3-2,  mantendo-se à espera de uma oportunidade pra decidir a partida. Teve  quatro, aproveitou duas. O Cruzeiro também teve quatro, mas não as  aproveitou. Ou, melhor, aproveitou uma, mas o bandeira, Humberto  Clavijo, equivocadamente, anulou o gol celeste marcado por Thiago  Ribeiro. Adílson não teve imaginação ou não teve jogadores para  destampar o tricolor. A troca de posições de Ribeiro não surtiu efeito,  pois as laterais paulistas estavam trancadas. Da mesma forma, os avanços  dos laterais foram neutralizados. Kleber bateu de frente contra três  beques fortões e não conseguiu conlcluir bem os lances de área. Gilberto  não encontrou brechas pra lançar os atacantes e os volantes até que  avançaram, mas se depararam com uma inexpugnável muralha defensiva. Nem  mesmo a inversão de marcadores para os atacantes tricolores reosolveu,  pois Fernandão, com dois toque soberbos, enganou todo mundo e abriu  brechas na defesa celeste. Agora, o jeito é bolar outras artimanhas pro  jogo de volta porque as usuais foram neutralizadas pelo São Paulo.  Louve-se, contudo, o ânimo da rapaziada celeste que jamais desistiu de  buscar o gol. E este ânimo tem muito a ver com a postura guerreira do  treinador. (<strong>Síndico</strong>) AB mexeu errado. A saída do Diego Renan pra  entrada de Guerron deslocando o Gilberto para a lateral esquerda  desestruturou o meio campo da equipe. Gilberto não joga mais ali  e Adílson e Dunga acham que ele ainda tem condições de exercer essa  função. O Cruzeiro ficou sem armador e a saída do Fabricio piorou mais  ainda a situação da armação das jogadas. Nesse momento eu não mexeria em  nada, pois o time estava bem. Se fosse pra mexer, seria melhor colocar o  Roger deslocando o Parana para a lateral esquerda. (<strong>Maurício Sangue  Azul</strong>)</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> &#8211; Fosse um pouco mais elástico, teria desviado o cruzamento de Marlos no 1º gol. Como sempre, evitou um gol certo ao desarmar, com os pés, o meia Marlos em outro lance quase fatal. Cometeu pênalti em Fernandão mas, por sorte, o bandeira havia anulado a jogada marcando equivocadamente impedimento do atacante. Nos demais lances, esteve perfeito. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Jonathan</strong> &#8211; Começou a partida com ampla liberdade pra atacar, pois Henrique marcava Dagoberto na lateral direita. Não deu muito certo, pois além de Bruno César, havia Richarlyson dando cobertura pelo setor que ele ataca, a ponta direita. Com o passar do tempo, voltou a ser lateral e não comprometeu. Teve participação no 2º gol do São Paulo ao escorregar e atrapalhar o bote de Gil sobre Fernandão. A indecisão que se estabeleceu no miolo da defesa facilitou o serviço de calcanhar do centroavante pro volante Hernanes marcar o gol. Apesar desse mau momento, ele procurou o jogo, lutou, tentou ajudar na <em>blitz</em> final do Cruzeiro. Mas sem muita inspiração. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Gil</strong> -  Fez o que dele se esperava, espanou todas, limpou a área. <strong>(João Chiabi Duarte</strong>)</li>
<li><strong>Thiago Heleno</strong> &#8211; Marcou bem a Fernandão o jogo inteiro. Mas, há que se ver mérito no jogador do São Paulo. Foram de seus pés que nasceram os 2 gols tricolores. E se estivesse o Gamarra dos bons tempos ali não evitaria os gols. (<strong>João Chiabi Duarte</strong>)</li>
<li><strong>Diego Renan</strong> &#8211; Não encontrou brechas pra suas arrancadas. A postura defensiva do São Paulo dificultou <em>ovelappings</em> e triangulações de que ele se vale, em parcerias com Parabná e Gilberto, pra furar defesas adversárias. Suas dificuldades foram táticas, não técnicas ou anímicas. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Fabrício</strong> &#8211; Não repetiu suas últimas alterações. Estaria cansado? Sentindo dores na coxa, como se noticiou? Ou, simplesmente, tecve mais cuidados do que o habitual por ter um meiod e campo experiente e acima da média do futebol brasileiro pela frente. De positivo, a gana de vencer, algo que nunca falta em suas atuações. E uma ou outra subida perigosa ao ataque. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Fábio Santos</strong> &#8211; Esforçou-se pra cumprir a tarefa de empurrar o time pra cima do tricolor. E até que não foi mal na empreitada. Mas, no final da partida, desconsolado, dolorido e desapontado com o resultado, encerrou a carreira. Que seja feliz na atividade que vier a exercer fora do futebol. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Henrique</strong> &#8211; Manteve o bom nível que vem apresentando ao longo do ano. Não pôde nos presentear com um lançamento nas costas dos volantes adversários porque os de ontem são melhores que os da semana passada. Não pôde chutar de fora da área porque o São Paulo já está vacinado. Errou poucos passes e brigou com o fortíssimo meio-campo são-paulino. O “protegido” do Adilson já é querido por parte da torcida, o que, por si só, já demonstra como o discreto jogador tem jogado bem. (<strong>Paulo Rafael</strong>)</li>
<li><strong>Marquinhos Paraná</strong> &#8211; Errou algumas jogadas no primeiro tempo, mas foi importante nas roubadas de bola. No segundo tempo desafogou a defesa e apoiou com eficiência. (<strong>Hugo Serelo</strong>) Comeu a bola. Sinceramente, deve ter um tube de oxigênio debaixo da camisa desse cara. Por diversas vezes ele se apresentava aos zagueiros, recebia a bola, cortava o meia do São Paulo, levava mais um e dava a bola para o lateral ou atacante. logo alguém batia com a bola na parede sãopaulina e já tava o 2 pulmões voltando pra marcar. Apesar da derrota ele teve um grande desempenho. <strong>(Renato-SP</strong>) Não estava achando um lugar em campo. Mas, foi quem mais tentou dar opções aos colegas. (<strong>João Chiabi Duarte</strong>)</li>
<li><strong>Gilberto</strong> &#8211; Fez uma única bela jogada nos 90 minutos de jogo. Deu um passe para o Guerron que quase redundou em gol, não me lembro de mais nada. Deveria ter saído mais cedo para a entrada do Roger. (<strong>Agnaldo Morato</strong>)</li>
<li><strong>Roger Galera</strong> &#8211; Merece mais oportunidades. Botou fogo na partida e não fez seu gol porque o imponderável não quis. Está com fome de bola! (<strong>Romarol</strong>)</li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong> &#8211; Mais uma vez deixou a sua marca com um belo chute de fora da área, mas o bandeirinha achou por bem atrapalhar o jogo e anulou um gol que seria muito importante para nós. Apesar do lance, ele não fez uma grande partida, esteve muito longe dos seus melhores dias. Não acertou uma cobrança de falta, não se movimentou como de costume, e não conseguiu aproveitar a maior Liberdade que lhe era dada como fez contra o Nacional. O seu semblante era de quem estava tendo muitas dificuldades, tambem não estava numa grande jornada. (<strong>Agnaldo</strong> <strong>Morato</strong>) Lutou, mas, quando venceu os beques foi tungado pelo bandeira, mas, não esteve em seus melhores dias. (<strong>João Chiabi Duarte</strong>)</li>
<li><strong>Kleber</strong> &#8211; Lutou o gol o tempo todo, só que muito bem marcado pelos tricolores não conseguiu desempenhar o seu grande futebol. É um jogador que gosta de jogar próximo ou dentro da área, tem facilidade no toque um dois mais não teve muito com quem jogar. (<strong>Agnaldo</strong> <strong>Morato</strong>) Atuou muito bem, mas, foi andorinha só. (<strong>João Chiabi Duarte</strong>)</li>
<li><strong>Guerrón</strong> &#8211; Entrou para cumprir uma função tática importante e necessária: jogar pelos flancos e tentar abrir a compactada defesa sãopaulina. Teria funcionado se aliada ao seu vigor físico e velocidade tivesse um pouco mais de técnica e inteligência. Só que o cara é ruim de doer, joga de cabeça baixa, não acerta um cruzamento e é azarado. A única bola sua que iria em direção as redes foi interceptada pelo zagueiro tricolor. Porque será que ficou fora da barca? (<strong>Agnaldo</strong> <strong>Morato</strong>)  Do ponto de vista tático, achei sua entrada benéfica. Conseguiu ajudar a “empurrar” a defesa são paulina, abriu espaços e recebeu boas bolas. O problema foi a falta de inteligência, que o compelia a sempre tentar a jogada individual e o chute a gol. Em suma: muita correria e pouca produção. (<strong>Bruno Pontes</strong>)</li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras</strong> &#8211; Oscar Ruiz teria atuação perfeita não fosse vítima de dois erros dos bandeiras em marcação de impedimentos inexistentes. Fosses mais inteligentes, eles teriam acatado a recomendação da Fifa de, na dúvida, beneficiar os atacantes. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>São Paulo</strong> &#8211; Taticamente, o São Paulo esteve perfeito. Fernandão, Dagoberto, Marlos, Alex Silva, Xandão e Ceni foram os destaques individuais. E o criticado treinador Ricardo Gomes limpou sua barra com um esquema conservador, mas vitorioso. (<strong>Síndico</strong>)</li>
</ul>
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		<title>O RapoCota das línguas tostadas</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 13:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do Cruzeiro 2&#215;1 Atlético-MG, no Morrinhão 2008, o patense Heleno Marques, torcedor da URT e do Flamengo, mandou este trecho da coluna do Tostão.
Esse jogo ficou marcado por ter sido o primeiro em que a torcida celeste vaiou seu time num RapoCota.

Ficaram ainda na lembrança as palavras do Emanuel Carneiro na resenha da Itatiaia. Por telefone, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do <strong>Cruzeiro 2&#215;1 Atlético-MG</strong>, no Morrinhão 2008, o patense Heleno Marques, torcedor da URT e do Flamengo, mandou este trecho da coluna do Tostão.</p>
<p>Esse jogo ficou marcado por ter sido o primeiro em que a torcida celeste vaiou seu time num RapoCota.</p>
<p><span id="more-2645"></span></p>
<p>Ficaram ainda na lembrança as palavras do Emanuel Carneiro na resenha da Itatiaia. Por telefone, ele enquadrou o pessoal que criticava acidamente o treinador do Cruzeiro, apesar da vitória.</p>
<p>Na época, não publiquei, mas agora vale a pena reler o texto e discutir o que mudou de lá prá cá.</p>
<p>O que andam fazendo na vida as personagens Adílson Baptista, Jadílson, Marquinhos Paraná, Danilinho, Alexandre Gallo, Marques, Jonathan, Ramires, citadas na coluna?</p>
<p>Quem evoluiu? Quem estava, na ocasião, a caminho do sucesso ou do fracasso?</p>
<blockquote><p><em>&#8220;ADILSON Batista tem sido mais criticado pela torcida do que merece. Os resultados do Cruzeiro têm sido bons. Várias vezes, o torcedor tem razão. Adilson é um técnico estudioso, sério, mas que precisa unir bem a teoria com a prática.</em></p>
<p><em>Contra o Atlético-MG, pôs o lateral-direito Marquinhos Paraná para marcar individualmente Danilinho, do outro lado. O Cruzeiro ficou sem ninguém na direita para atacar e defender. Nada mais confuso.</em></p>
<p><em>Mesmo assim, Gallo não se aproveitou disso. Só no meio do segundo tempo o técnico do Atlético colocou um atacante por esse setor, Marques. Aí, Adilson acertou ao pôr o lateral-direito Jonathan. O torcedor vaiou mais a saída de Jadílson que a entrada de Jonathan.</em></p>
<p><em>No passado, os técnicos europeus adoravam fazer marcação individual. Lembra-se da Copa de 1970, quando o lateral italiano Fachetti foi atrás de Jairzinho e deixou um enorme espaço para Carlos Alberto avançar livre e fazer o gol?</em></p>
<p><em>Hoje, são raros os técnicos em todo o mundo que fazem isso, mesmo se for para marcar Cristiano Ronaldo. Mário Sérgio e Adilson Batista são algumas das raras exceções. Será que são incompreendidos gênios?</em></p>
<p><em>As palavras e gestos de irritação de Adilson Batista na lateral do campo, flagradas pela televisão, demonstram que o treinador, desde o primeiro jogo contra o Boca Juniors, na Libertadores, quando fez a mesma coisa e se deu mal, quer provar a todos que está certo em substituir Jadílson, que atua bem em quase todos os jogos.</em></p>
<p><em>No último minuto contra o Atlético, Ramires, mistura de volante, meia e atacante, e que atuava mal, fez um belo gol. Se o toque na bola fosse um pouquinho para o lado e batesse na trave, os comentários sobre Adilson Batista e o Cruzeiro seriam outros.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Cruzeiro 2&#215;1 Atlético-MG</strong>, domingo, 13jul08, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2008 &#8211; Público: 37.644 pagantes &#8211; Renda: R$698.075,00 &#8211; Juiz: Sálvio Spínola (SP) Amarelos: Wagner, Charles, Weldon, Jonathan e Ramires (Cru) &#8211; Gols: Danilinho, 34, Thiago Martinelli, 36 do 1º tempo; Ramires, 46 do 2º &#8211; Cruzeiro: Fábio; Marquinhos Paraná, Thiago Martinelli, Espinoza e Jadilson (Jonathan); Charles, Fabrício e Ramires; Wagner; Fabinho (Gerson Magrão) e Weldon (Rômulo). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Édson; Mariano (Castillo), Marcos, Vinícius e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Renan e Petkovic (Marques); Danilinho e Eduardo (Almir). Tec: Alexandre Gallo.</p>
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		<title>Thiago Ribeiro está impossível!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3&#215;1 Nacional (Uruguai), jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores 2010, no Mineirão, Belo Horizonte, em 29abr10:


Fábio - Fez uma defesa milagrosa num momento importantíssimo que esfriou o adversário de vez. É impressionante como ainda tem torcedor que não reconhece a evolução do goleiro e sua ótima qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no<strong> Cruzeiro 3&#215;1 Nacional</strong> (Uruguai), jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores 2010, no Mineirão, Belo Horizonte, em 29abr10:</p>
<p><span id="more-15669"></span></p>
<ul>
<li><strong>Fábio -</strong> Fez uma defesa milagrosa num momento importantíssimo que esfriou o adversário de vez. É impressionante como ainda tem torcedor que não reconhece a evolução do goleiro e sua ótima qualidade técnica. (<strong>Evandro Oliveira</strong>)</li>
<li><strong>Jonathan -</strong> Trabalhador incansável, fez ene jogadas pela direita. Muitas delas desperdiçadas pela falta de um atacante referencial na zona do agrião. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Gil</strong> &#8211; Uma das suas melhores partidas pelo Cruzeiro. Chegou junto o tempo todo e não de u mole pro azar. Os atacantes do Bolso pegaram estragado com ele. (<strong>Renato-SP</strong>) / Gil fez uma partidaça, notadamente, se balizarmos a sua atuação de ontem pelas anteriores. Não errou nada, ganhou todas, além de ter feito um desarme perfeito seguindo do passe que iniciou o contra-ataque de um dos gols do Thiago Ribeiro. (<strong>Cláudio Xina Lemos</strong>)</li>
<li><strong>Leonardo Silva</strong> &#8211; Não afinou diante dos botineiros. Desarmou e antecipou-se bem aos atacantes uruguaios. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Diego Renan -</strong> Mais preso na marcação, jogou muito bem. (<strong>Alan Mendonça</strong>)</li>
<li><strong>Henrique -</strong> Fez excelente 1º tempo marcando muito e liberando Fabricio e Marquinhos Paraná pra atacar. De quebra, ainda fez um lançamento espetacular pro 3º gol. Na 2ª etapa, diminuiu o ritmo, mas ainda assim foi o batalhador de sempre. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Fabrício -</strong> É mais completo do que seus concorrentes pela última posição no meio de campo. Pode até perder em termos de marcação para o Eli Carlos ou Fabinho, mas tem melhor passe o que melhora a saída de bola e dá mais velocidade ao time. Quando voltar à sua plena forma, dificilmente alguém discutirá sua condição de titular. (<strong>Vinícius Cabral</strong>)</li>
<li><strong>Elicarlos</strong> &#8211; Entrou bem, fazendo a cobertura do Jonathan. Apesar do empurrão matreiro do atacante do bolso acho que ele deu mole no gol, mas não há de ser nada. (<strong>Renato-SP</strong>) / Batido com um drible acompanhado de um empurrãozinho no lance do gol do Nacional, teve, afora isto, atuação segura e, em seu momento apoiador, chutou do meio da rua e obrignado Muñoz a realizar grande defesa. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Marquinhos Paraná -</strong> Depois de desapontar os enxadistas, que não puderam culpá-lo pelo vexame diante do Ipatinga, o Mestre voltou exibindo classe e solidadiredade. Marcou e armou, mas, sobretudo, facilitou a vida de quem tinha a bola e não sabia o que fazer com ela e a de quem sabia o que fazer, mas não a possuia. Ele fez tanto uns quanto outros jogarem. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Gilberto -</strong> O maestro Azul esbanjou categoria. (<strong>Alan Mendonça</strong>)</li>
<li><strong>Guerrón -</strong> Entrou enfoguetado e deu trabalho aos homens de conteção da Banda Oriental. Faltou levantar mais a cabeça e municiar os colegas com bolas mais limpas. Valeu, contudo, pelo desassossego causado nas hostes rivais. (<strong>Síndico</strong>) / Pela ponta direita e, no fim, também pela esquerda, incomodou muito mas não encaixou o cruzamento ideal. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
<li><strong>Thiago Ribeiro -</strong> Ele já não corre, voa. Não joga, dá espetáculo. Não marca, atemoriza. O cara tá impossível. Sssshhhsss&#8230; Espalha-se o odor de línguas grelhadas. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Kleber</strong> &#8211; Taticamente, sensacional. Tirou sempre dois ou três defensores uruguaios da área deixando muito espaço pro Tiago Ribeiro. No 2º tempo, houve um lance na esquerda em que três defesas foram pra cima dele e ainda levaram o cara da sobra junto. (<strong>Rogerio Potencial</strong>)</li>
<li><strong>Adilson Baptista -</strong> Depois da lambança, a bonança. Escalou certo, instruiu corretamente, substituiu com propriedade. Nem parecia aquele treinador que estava à beira do campo contra o Ipatinga. Nota dez! (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Alto Comando</strong> &#8211; Parabéns, Adílson! Parabéns, Diretoria! Essa vitória não apaga a vergonha do Campeonatoo Mineiro, mas devemos reconhecer que o treinador e a diretoria trabalharam bem na motivação da equipe. E a postura do Cruzeiro de ontem foi de campeão. Não deixou de atacar em nenhum momento, mas manteve-se organizado defensivamente. Faltou, claro, um centroavante referência pra empurrar a bola pras redes e um meia mais criativo. Mas essa observação não quero dizer que Kleber e Gilberto estiveram mal. Ontem, pra mim, o Gilberto fez a sua melhor partida no ano. E o Kleber, apesar de não ter jogado o de sempre, não foi tão mal. (<strong>Diogo Lara</strong>)</li>
<li><strong>Torcida -</strong> Show de bola! Ou melhor de incentivo. Com ou sem sinalizadores. Posta de castigo pelo MP, a Máfia Azul deixou que a festa fosse regida pela TFC. Mas foram os desorganizados que soltaram a voz pra valer. (<strong>Síndico</strong>) / Sobrinho cuspiu tropeiro durante todo o jogo, meu cabelo ficou cheio de farofa. Cornetou o Kleber o tempo todo. Tecnicamente, o Gladiador não teve boa atuação, mas como foi marcado por dois ou três defensores uruguaios, facilitou a vida do Thiago Ribeiro e dos demais atacantes do Cruzeiro. (<strong>Cláudio Xina Lemos</strong>) / Gostei muito do apoio da torcida. Houve muita festa no Mineirão. Fiquei perto da Torcida Jovem e o Geraldo tá incrementando sua organizada ao som de uma bateria. Foi muito legal ver a garotada tocando os bumbos e todo Mineirão cantando com muito amor e paixão. A TFC agitava na área central e a Jovem nos portões 3 e 6. Também, ouvi o pessoal da Máfia, ainda que sem bateria, cantando a todo pulmões. Foi muito bom! (<strong>Beth Makennel</strong>) / Gostei muito do jogo e, principalmente, da reação do time após o fiasco contra o Ipatinga. Única ressalva que faço é em relação à torcida, discordando da opinião do Síndico e outros colegas. Honestamente, há muito tempo que não vejo um Mineirão tão calado, à excessão da TFC. O tme estava ganhando de 2&#215;0 e quase dava pra ouvir o barulho da bola rolando na grama. Depois do 3&#215;0, somente aos 41 do 1º tempo melhorou muito, inclusive com gritos de <em>&#8220;Ah, o Mineirão voltou, o Mineirão voltou!&#8221;</em>. No 2º tempo, nenhum dos cânticos durou mais que duas três repetições. Não havia sintonia nos vários lados da torcida. Foi mesmo bem sem graça. No final do jogo, nenhuma Ola havia rodado o estádio, ao contrário do jogo contra o Vélez em que houve show! (<strong>Chiabi Jr.)</strong></li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras -</strong> Deixou o pau comer sem dó nem piedade. Mas com método. Só valia patada e pescoção. Armas brancas e de fogo não foram toleradas. E levou os gladiadores na conversa, com muita educação.  Kleber, por exemplo, classificou como inteligente sua arbitragem. Os bandeiras não comprometeram. (<strong>Síndico</strong>)</li>
<li><strong>Nacional -</strong> Os beques orientais são quase intransponíveis pelo alto, mas não deram conta da velocidade de Ribeiro no 1º tempo. O goleiro Muñoz fez duas grandes defesas, uma em cada tempo. E o atacante Mário Regueiro fez um gol de alta categoria. Afora isso, Lembo marcou bem e Ferro canelou adoidado. (<strong>Matheus Penido</strong>)</li>
</ul>
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