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Na geladeira, literalmente…

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Encostado no Dinamo Kiev (Динамо Киев), Guilherme, ex-atacante do Cruzeiro está bravo. Vejam o que ele tuitou enquanto via seu time perder para o Sheriff (шериф), da Moldova (Молдова), por 2×0:

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Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

O Cruzeiro não está quebrado

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mensagem enviada pelo João Chiabi Duarte:

Prezados:

Como anda a situação financeira do Cruzeiro?

Compartilho o pouco que sei e tenho lido, visto e ouvido de pessoas que estão no meio do futebol a respeito do tema, em 10 tópicos:

1. O Cruzeiro não está quebrado. Hoje, entre os grandes clubes do Brasil, é um dos menos deve. Pelo que pude apurar as nossa dívidas reais beiram a casa dos R$100 milhões, mas, quase toda bem equacionada (REFIS, IR, INSS etc).

2. Mesmo tendo alcançado junto ao BMG um patrocínio naster destacado como o melhor de sua história, o Cruzeiro em 2010 está sendo penalizado por:

  • Queda acentuada de bilheteria, notadamente após o fechamento do Mineirão.
  • Queda acentuada de receita com o Sócio do Futebol com a perda de 15 mil associados (R$60 x 15 mil = R$900.000 / mês).
  • A folha salarial foi onerada pela manutenção do elenco, tendo como balizador o Kleber, fato que provocou substancial elevação nos salários de outros jogadores. Também por mérito deles, é bom que se diga.
  • Não ter realizado nenhuma venda expressiva. Até o 7° mês do ano, o Cruzeiro teve como venda mais importante o repasse de 50% de Kleber ao Palmeiras (ainda dividido com o parceiro EMS Pharma) por R$6,5  milhões.

3. Com isto o déficit mensal hoje é da ordem de R$1 milhão / mês.

4. O Cruzeiro tem, segundo consta no BID, um número muito grande de jogadores sob contrato (em torno de 200 segundo alguns colegas, mas há que se confirmar porque podem estar sendo incluídos todos os atletas da base nesta contagem… Sem dúvida, é a quantidade é maior do que a dos demais clubes da série A), emprestados a times menores. Muitos desses jogadores são pagos com subsídio do Cruzeiro. ISe isto for confirmado, pode ser uma das razões de sangria do caixa. Até aqui, isto é mera suposição, pois essa rubrica não foi aberta nas últimas prestações de contas do clube.

5. Outro ponto importante e muito comentado: o Cruzeiro tem um clube de estrutura pesada e custos fixos elevados, que precisa ser ajustado para ter contas dentro de parâmetros mais condizentes para uma organização de seu porte. Isto talvez justifique as saídas de Claret e Maluf, entre outros. Pode ser que a contenção já esteja sendo feita.

6. Também é um fato o baixo índice de aproveitamento de pratas-da-casa nos últimos tempos. A base custa ao clube perto de R$700 mil / mês. Uma das razões pelas quais o Zezé Perrela puxou Dimas Fonseca para a gestão do futebol profissional foi exatamente ele ter feito uma gestão severa na base, com expressiva redução de custos. Ora, se hoje o dispêndio supera os R$8 milhões anuais, o retorno é baixíssimo, pois, apenas Guilherme e Diego Renan se firmaram entre os titulares nos últimos 4 anos, o que é muito pouco.

7. Nos últimos tempos, o Cruzeiro teve vários jogadores que ficaram muito tempo parados, o que afeta os gastos ao impedir estabilidade e repetição de escalações. Os treinadores viviam improvisando. Alguns Casos:

  • Sorin, Athirson e Fernandinho em 2009 (simultâneas).
  • Gilberto e Roger em 2010.
  • Luizão, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Thiago Heleno, recentemente.
  • Kleber no 2° semestre de 2009.
  • Fabinho, Paraná, Ramires, Jonathan, Henrique, Gérson Magrão foram improvisados várias vezes nos últimos tempos.
  • Araújo, Gil, Elber, Sandro, Thiago Gosling, Luizão, Kerlon tiveram longas temporadas de recuperação. São desperdícios que precisam ser melhor avaliadas pela comissão técnica, Departamentos Médico, Fisiologia, Fisioterapia etc.

8. Um outro motivo alegado por muitos é a política de contratações do clube nos últimos tempos. Vamos relembrar alguns casos para avaliá-los:

  • Jogadores contratados como solução de problemas e que pouco jogaram:  Jael (nem jogou), Luizão (nem jogou), Leandro Silva (na volta do Porto, foi outro que não jogou nem 10% das partidas), Sorin (nesta 3ª passagem), Thiago Gosling (jogou muito pouco nesta 2ª passagem), Kieza (ninguém sabe porque veio), Alessandro (pouco jogou), Anderson Lessa (pouco jogou e mesmo sem ter ido mal, foi colocado na lista de dispensáveis).
  • Jogadores contratados, que foram colocados em clubes parceiros: Radar, Matheus, Evandro, Fahel, Eraldo, Márcio Guerreiro, Davi etc. Foram investimentos que só deram prejuízo..

Durante bom tempo, o time ficou sem jogadores pra zaga, lateral-esquerda, armação (camisa 10) e com excesso de volantes por exemplo. Adílson se virou e era um show de Elicarlos de lateral-direito, raramente jogando em sua função de origem (o garoto, que é muito bom de bola, acabou se queimando junto ao torcedor, especialmente com quem assiste aos jogos com o fonezinho no ouvido). Magalhães, Vinícius, Neguette, Bernardo e Dudú (neste caso, a indisciplina pesou contra os jovens de grande talento e que tem tudo ainda para fazerem história no clube), Eliandro, Rafael e até Sebá foram chamuscados pelo imediatismo do torcedor e por terem sido lançados fora de hora.

9. Como cruzeirenses, temos que fazer o possível pelo clube, mas sem a sanha da revanche ou da vingança. Sem a pecha de anti-isto ou anti-aquilo. Conheço vários conselheiros do Cruzeiro que são gente do bem, que estão a anos a fio a dar a sua contribuição ao clube, como os irmãos José Francisco e Hermínio Lemos, Dr. José Ramos, os irmãos Paulo César e Flávio Carvalho, os irmãos Peluzzo, meu primo Maurício Duarte, Dr. Djalma Fernandes, Dr. Gilvan Tavares, Dr. João Carlos Gontijo, Dr. Célio Elias, Dr. Ronaldo Nazaré, Ângelo Cattabriga, os irmãos Fernando, Célio e Lúcio de Souza, meu grande primo pelo outro lado familiar e conselheiro presente que é Clemenceau Chiabi Saliba Jr., José Maria Fialho, Marcinho Atacadista, entre tantos outros. Não aceito generalizar e dizer que nosso conselho seja gente sem opinião, algo que os detratores dos Irmãos Perrella tentam passar à opinião pública.

10. Finalmente, creio que o Cruzeiro vai começar o processo de reversão ainda este ano. Teremos de mudar um pouco a visão quanto às tais parcerias e focar num grupo menor de jogadores. Mesclar grandes talentos às jovens promessas que o clube tem condições de revelar. Não podemos continuar revelando jogadores e os repassar para ver se estouram no Ipatinga, Cabofriense, Nacional da Ilha da Madeira ou Sporting de Braga. E de mais a mais, já está passando da hora de parar de fazer negócios com os portugueses. Tenho a impressão de sempre estamos levando a pior. Melhor seria continuar a negociar com franceses e russos (rs, rs, rs).

Saudações Azuis,

João Chiabi Duarte

Recordar é viver

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pra irritar hienas e atleticanos enrustidos, que tentam empastelar o blog.

  • Atlético-MG 0×5 Cruzeiro, domingo, 27abr08, 16h, Mineirão, jogo de ida da final do Mineiro 2008 – Público: 48.903 pagantes e 51.063 presentes – Renda: R$1.011.000,20 – Juiz: Paulo Cesar Oliveira (SP) – Bandeiras: Maria Eliza Correia Barbosa e Emerson Augusto de Carvalho (SP) – Amarelos: Xaves (Atl); Thiago Heleno, Marquinhos Paraná e Ramires (Cru) – Gols: Moreno, 12, Marcos (contra), 19, e Ramires, 38, do 1º tempo; Guilherme, 21, e Wagner, 33 do 2º – Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Gérson (Renan), Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri (Agustin Viana); Rafael Miranda, Xaves, Márcio Araújo e Danilinho; Marques e Renan Oliveira (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Charles (Fabrício), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson (Jonathan); Henrique, Ramires e Marquinhos Paraná, Wagner; Guilherme e Marcelo Moreno (Leandro Domingues). Tec: Adílson Baptista.
  • Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 26abr09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.489 pagantes, 49.380 presentes – Renda: R$1.078.742,50 – Juiz: Paulo César de Oliveira (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (PR) e Maria Eliza Barbosa (SP) – Amarelos: Gerson Magrão, Leonardo Silva, Kléber e Wellington Paulista (Cru); Werley (Atl) – Vermelhos: Renan e Leandro Almeida (Atl); Ramires (Cru) – Gols: Kléber, 39 do 1º tempo; Leonardo Silva, 10, Leonardo Silva, 16,  Jonathan, 34, Jonathan, 41 do 2º tempo - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Marquinhos Paraná, Fabrício (Henrique) e Ramires; Wagner; Thiago Ribeiro (Soares) e Kleber (Wellington Paulista). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Werley (Marcos Rocha), Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Rafael Miranda, Carlos Alberto e Márcio Araújo (Kleber); Lopes (Chiquinho) e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão

A página heróica e imortal da Moema Fox

terça-feira, 22 de junho de 2010

Caros Jorge e Evandro,

Segue meu relato do jogo Cruzeiro x NY Red Bulls. Ficou bem grande, então por favor fiquem à vontade para fazer os cortes/alterações que julgarem necessários.

Peço também que revisem o texto, pois ultimamente ando comentendo diversos erros de português…

Seguem também, em anexo, as fotos que tirei durante o jogo. São poucas, pois como falei minha câmera resolveu parar de funcionar assim que cheguei ao estádio, e meu celular ficou sem bateria…

Apesar de tudo, aí vai uma parte da aventura americana para acomapnhar, em 18jun10, o NY Red Bull 2×4 Cruzeiro

Um forte abraço,
Moema. (mais…)

Atlético-GO 2×1 Cruzeiro: A malemolência voltou

domingo, 6 de junho de 2010

Em 9º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro vive uma crise violenta após perder, em uma semana, o Diretor de Futebol, Eduardo Maluf, o treinador, Adílson Baptista, e a etiqueta da equipe, Kleber Gladiador.

Marquinhos Paraná será o desfalque do time que, se vencer com 5 gols de diferença, chega ao G4.

O Atlético Goianiense, 20º colocado com apenas 1 ponto, tem vários desfalques: Gilson, Thiago Feltri, Thiago Almeida, Juninho (lesionados), Robston, Chiquinho e Márcio Gabriel (suspensos) não poderão enfrentar o Cruzeiro.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 18h27 – Execução do Hino Nacional. O repórter da Itatiaia, Artur Morais, fã do Fabinho, entrevista seu protegido e critica Adílson Baptista.
  • 18h31 – Começa o jogo. Cruzeiro, todo de azul, defende arco à direita das tribunas. Dragão com uniforme tradicional.
  • 01 – Lançamento longo de Fabrício, Márcio defende.
  • 02 – Fabinho chuta de fora da área. Bola no placar.
  • 03 – Fabinho derruba Keninha e recebe cartão amarelo. Márcio cobra a falta. Bola na barreira. No rebote goleiro chuta pra fora.
  • 07 – Welton Felipe perde bola pra Diego Renan, que passa a Wellington Paulista. Bola perdida.
  • 08 – Roger Galera cobra escanteio rasteiro, zaga rebate.
  • 09 – Keninha puxa contra-ataque pela esquerda, cruza, Rodrigo Tiuí chega atrasado.
  • 10 – Jonathan avança, mas é desarmado na entrada da área.
  • 11 – Thiago Ribeiro vai à linha de fundo, pela direita, e cruza. WP cabeceia, Márcio defende.
  • 12 – Henrique avança pela direita, Erandir cede escanteio. Roger cobra, defesa espana. Keninha puxa contra-ataque e lança Rodrigo Tiuí, que está impedido.
  • 13 – Roger toma bola de Airton e cruza da esquerda. Defesa afasta o perigo.
  • 14 – Fabinho cruza da direita, WP cabeceia, bola acerta o poste direito do arco de Márcio.
  • 15 – Thiago Ribeiro entra na área, mas é desarmado pelo goleiro Márcio.
  • 16 – Pedro Paulo cruza da direita, Gil corta de cabeça.
  • 18 – Pedro Paulo cisca na frente de Leonardo Silva e chuta forte, alto, por cima do travessão.
  • 19 – Agenor derruba Roger no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 20 – Agenor lança Tiuí, Fábio sai do arco e defende.
  • 22 – Airton deixa Leonardo pra trás e invade a área. Fábio sai do arco e defende.
  • 23 – Welton Felipe levanta bola na área, Rodrigo Tiui cabeceia, Fábio defende.
  • 24 – Airton cruza da direita, Fabinho cede escanteio. Keninha cruza, Fabrício corta de cabeça.
  • 25 – Torcida local se anima e grita o nome de Atlético, que retoma bola e cria salseiro na área celeste. Fabrício fica com a bola e sai jogando.
  • 26 – Keninha derruba Jonathan e recebe cartão amarelo.
  • 27 – Cruzeiro prende bola na defesa pra esfriar o jogo.
  • 28 – Ramalho derruba Leonardo Silva, no meio de campo, e recebe cartão amarelo.
  • 29 – Aírton levanta bola na área, Keninha passa a Pedro Paulo, que cruza da esquerda. Rodrigo Tiuí, entre quatro cruzeirenses, na pequena área, toca pras redes. Atlético Goianiense 1×0.
  • 31 – Ramalho lança Pedro Paulo, Fábio sai do arco e defende.
  • 33 – Leonardo Silva derruba Tiuí no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 34 – Atlético marca saída de bola, Cruzeiro se enrola.
  • 35 – Atlético troca passes. Estático, o novo meio de campo do Cruzeiro não apóia o ataque.
  • 38 – Thiago Ribeiro cobra falta sobre a área, Gil cabeceia, defesa rebate.
  • 40 – Após erro de passe de Fabrício, Atlético contra-ataca, Keninha lança Rodrigo Tiuí, que está impedido.
  • 41 – Wellington Paulista recebe lançamento de Fabrício, dribla Márcio na meia lua e toca pras redes. Cruzeiro 1×1.
  • 44 – Welton Felipe desarma Thiago Ribeiro na entrada da área.
  • 47 – Fim de 1º tempo.
  • Wellington Paulista: “Mandei uma bola na trave mas, graças a Deus, consegui empatar, depois.”
  • Rodrigo Tiuí: “A gente estava bem e não podíamos deixar empatar numa bobeira. Agora, é voltar pra decidir no 2º tempo.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 19h34 – Começa o 2º tempo.
  • 02 – Airton chuta longe, bola passa rente ao travessão.
  • 05 – Aírton cobra escanteio pela esquerda, Rodrigo Tiuí arremata de puxeta, bola passa por cima do travessão.
  • 06 – Rodrigo Tiuí passa por Gil, mas é desarmado por Leonardo Silva.
  • 07 – Roger cruza da esquerda, bola fica com Pituca, que sai jogando.
  • 08 – Henrique lança Jonathan, que puxa contra-ataque. Erandir corta com o braço e recebe cartão amarelo.
  • 09 – Thiago Ribeiro cobra falta com chute rasteiro, defesa corta, Fabinho fica com o rebote e chuta. Defesa corta de novo.
  • 10 – Agenor desarma Roger e lança Tiuí. Gil desarma o atacante.
  • 11 – Ramalho tenta cruzar, Fabrício toca pra escanteio. Na cobrança, Fábio tira bola de soco.
  • 12 – Welton Felipe tenta sair jogando, Roger fica com a bola e chuta, por cima do travessão.
  • 13 – Passes errados: Atlético 21×20. Torcida do Atlético pede Elias, a do Cruzeiro grita o nome de Guerrón.
  • 14 – Roger entra na área, Márcio sai do arco e fica com a bola.
  • 15 – Keninha joga bola na área, Fábio fica com ela.
  • 16 – Elias substitui Keninha.
  • 17 – Airton recebe lançamento, LS cede escanteio. Airton cobra, Tiuí cabeceia, Fábio cede novo escanteio.
  • 18 – Rodrigo Tiuí cruza da esquerda, Diego Renan não consegue cortar, Airton cruza da direita, bola sai do lado oposto.
  • 19 – Rodrigo Tiuí recebe lançamento longo, Gil se antecipa e recua para Fábio.
  • 20 – Atlético avança a marcação, Cruzeiro fica preso na defesa.
  • 22 – Airton puxa contra-ataque pela direita e passa a Pedro Paulo, que cruza da direita, bola sai do lado oposto.
  • 23 – Guerrón substitui Roger Galera.
  • 24 – Guerrón recebe passe de Henrique, mas é desarmado por Agenor.
  • 25 – Elias recebe lançamento, invade a área, cava pênalti, Fábio fica com a bola.
  • 26 – Airton cruza, Rodrigo Tiuí não controla bola dentro da área, Fábio fica com ela.
  • 27 – Confusão na área, WP chuta, Márcio salva gol certo, Fabrício apanha o rebote e chuta, pra fora.
  • 28 – Fábio dá rebote, Elias chuta, bola explode em Gil.
  • 29 – Gil comete falta em Pedro Paulo na entrada área.
  • 30 – Airton cobra falta por cima da barreira, Fábio defende.
  • 31 – Jogando mal, de forma burocrática, com meio de campo estático, Cruzeiro está pedindo pra perder, pois cede campo ao rubronegro.
  • 32 – Elias chuta de longe, Fábio defende. Thiago Ribeiro cruza da direita, Guerrón tenta armar jogada com Fabrício, mas a bola caba ficando com a defesa do Dragão.
  • 33 – Pedro Ken substitui Thiago Ribeiro. Marcão substitui Rodrigo Tiuí.
  • 34 – Agenor derruba Pedro Ken na ponta direita. Jonathan cruza mal, Ramalho corta.
  • 35 – Airton cruza da direita, pra fora. Elias chuta, bola sai pela linha de funda. Elias pede escanteio e recebe cartão amarelo.
  • 36 – Kieza substitui Wellington Paulista.
  • 37 – Marcão parte pra cima da defesa, Leonardo Silva o desarma.
  • 38 – Jonathan derruba Pedro Paulo e recebe cartão amarelo.
  • 39 – Guerrón passa a Fabrício, que joga bola na área, Jairo cede escanteio. Guerrón cobra, Ramalho corta de cabeça.
  • 40 – O tanque Marcão puxa contra-ataque pela direita e cruza para Pedro Paulo arrematar com chute rasteiro, pras redes. Atlético Goianiense 2×1.
  • 41 – A malemolência voltou. Deve ser esta a primeira grande idéia da nova direção do futebol celeste.
  • 43 – Guerrón cruza da direita, não há ninguém do ataque celeste na área.
  • 44 – Fabinho perde bola na intermediária, Pedro Paulo avança, entra na área e chuta. Fábio defende.
  • 45 – Leonardo Silva se contunde e sai de campo. Malemolente, Cruzeiro já entregou o jogo.
  • 47 – Marcão puxa Gil pela camisa e recebe cartão amarelo.
  • 49 – Fim de jogo. Primeira vitória do Atlético Goianiense que, mesmo assim, permanece na lanterna. Cruzeiro cai para 11º lugar e flerta com a zona de rebaixamento.
  • Fábio: “A gente precisava dos três pontos, mas fomos surpreendidos.”
  • Pedro Paulo: “A gente precisava desta vitória e eu pude ajudar os companheiros. A vitória demorou a sair mas Deus sabe a hora certa de tudo acontecer.”
  • Jairo: “Precisávamos da vitória pra trabalhar com mais alegria, mais focados.”
  • Gil: “Foi difícil esta semana em que perdemos o Kleber e o professor Adílson. Agora, é esquecer o campeonato e voltar com força depois da Copa.”
  • Pituca: “A gente brincou no vestiário dizendo que íamos estrear no campeonato e deu certo.”
  • Ramalho: “Jogo difícil, mas nossa vitória foi merecida, Tivemos sorte de marcar um gol no finalzinho.”

Atlético-GO 2×1 Cruzeiro, domingo, 06jun10, 18h30, Serra Dourada, Goiânia, 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010. Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 3.419 – Renda: R$52.160,00 – Juiz: Guilherme Cereta de Lima (SP) – Bandeiras: Emerson Augusto de Carvalho e Anderson José de Moraes Coelho (SP) – Amarelos: Agenor, Keninha, Ramalho, Erandir, Elias, Marcão (Atl); Leonardo Silva, Jonathan (Cru) - Gols: Rodrigo Tiuí, 29, Wellington Paulista, 41 do 1º tempo; Pedro Paulo, 40 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Fabinho e Henrique; Roger Galera (Guerrón); Thiago Ribeiro (Pedro Ken) e Wellington Paulista (Kieza). Tec: Emerson Ávila / Atlético-GO: Márcio; Ayrton, Jairo, Welton Felipe e Erandir; Ramalho, Pituca, Keninha (Elias) e Agenor; Rodrigo Tiuí (Marcão) e Pedro Paulo. Tec: GeninhoHistórico - Foi o 4º Cruzeiro x Atlético Goianiense, todos por campeoantos brasileiros (2 pela Taça Brasil, 1 pela Copa Brasil, 1 pelo Campeoanto Brasileiro). O Cruzeiro venceu 3, perdeu 1, marcou 11 gols, sofreu 4. Os dois clubes jamais decidiram um torneio entre si.

Doze motivos pra se derrubar um treinador

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Eis os doze trabalhos de Adílson Baptista. E também os doze motivos para o ódio que traíras e teleguiados sentem por ele.

  1. Cruzeiro 0×0 Atlético-MG, domingo, 09mar08, 16h, Mineirão, 7ª rodada do Campeonato Mineiro (6ª partida do Cruzeiro) – Público: 54.825 pagantes, 57.242 presentes – Renda: R$869.174,50 – Juiz: Alício Pena Jr. (MG) – Bandeiras: Márcio Eustáquio Santiago e Helbert Costa Andrade – Amarelos: Marcos, Márcio Araújo, Xaves, Danilinho (Atl) Marcinho (Cru) - Atlético-MG: Juninho; Coelho, Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri; Márcio Araújo, Xaves, Renan e Sidnei (Gérson); Danilinho e Marinho (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Elicarlos), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson; Marquinhos Paraná, Ramires, Charles (Sandro) e Wagner; Marcelo Moreno e Guilherme (Marcinho). Tec: Adilson Batista.
  2. Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 27abr08, 16h, Mineirão, jogo de ida da final do Mineiro 2008 – Público: 48.903 pagantes e 51.063 presentes – Renda: R$1.011.000,20 – Juiz: Paulo Cesar Oliveira (SP) – Bandeiras: Maria Eliza Correia Barbosa e Emerson Augusto de Carvalho (SP) – Amarelos: Xaves (Atl); Thiago Heleno, Marquinhos Paraná e Ramires (Cru) – Gols: Moreno, 12, Marcos (contra), 19, e Ramires, 38, do 1º tempo; Guilherme, 21, e Wagner, 33 do 2º – Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Gérson (Renan), Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri (Agustin Viana); Rafael Miranda, Xaves, Márcio Araújo e Danilinho; Marques e Renan Oliveira (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Charles (Fabrício), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson (Jonathan); Henrique, Ramires e Marquinhos Paraná, Wagner; Guilherme e Marcelo Moreno (Leandro Domingues). Tec: Adílson Baptista
  3. Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 04mai08, 16h, Mineirão, jogo de volta da final do Mineiro 2008 – Público: 39.187 pagantes e 41.563 presentes – Renda: R$ 732.420,00 – Juiz: Evandro Rogério Roman (PR) – Bandeiras: Roberto Braatz e Edney Guerreiro Mascarenhas (PR) – Amarelos: Thiago Heleno, Elicarlos (Cru); Coelho, Agustin Viana, R. Miranda (Atl) – Vermelhos: Renan (Atl) 23, Danilinho (Atl), 36 e Charles (Cru), 41 do 2º tempo – Gol: Marcelo Moreno, 30 do 2º tempo – Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Thiago Martinelli e Jadílson; (Charles); Elicarlos (Henrique), Fabrício (Guilherme) e Marquinhos Paraná; Wagner; Marcinho e Marcelo Moreno. Tec: Adílson Baptista / Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Coelho (Xaves); Vinícius, Leandro Almeida e Agustín Viana (Renan); Rafael Miranda, Márcio Araújo e Gérson; Danilinho, Eduardo (Marinho) e Marques. Tec: Geninho.
  4. Cruzeiro 2×1 Atlético-MG, domingo, 13jul08, 16h, Mineirão, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro - Público: 37.644 pagantes e ? presentes – Renda: R$698.075,00 - Juiz: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)- Bandeiras: Helberth Costa Andrade e Jair Albano Felix (MG) – Amarelos: Wagner, Charles, Weldon, Jonathan e Ramires (Cru) - Gols: Danilinho, 33, Martinelli, 35 dp 1º tempo; Ramires, 47 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Marquinhos Paraná, Espinoza, Thiago Martinelli e Jadílson (Jonathan); Charles, Fabrício e Ramires e Wagner; Weldon (Rômulo) e Fabinho (Gérson Magrão). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Edson; Mariano (Castillo), Marcos, Vinícius e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Renan e Petkovic (Marques); Danilinho e Eduardo (Almir). Tec: Alexandre Gallo.
  5. Cruzeiro 2×0 Atlético-MG, domingo, 19out08, 16h, Mineirão, 30ª rodada do Campeonato Brasileiro - Público: 52.884 pagantes – 54.000 presentes – Renda: R$1.008.651,50 - Juiz: Wagner Tardelli (RJ) – Bandeiras: Alessandro A. R. de Matos (BA) e Milton O. dos Santos (RN) - Amarelos: Márcio Araújo, Vinícius, Juninho (Atl), Guilherme (Cru) - Gols: Jonathan, 42 do 1º tempo; Guilherme, de pênalti, 48 do 2º - Cruzeiro: Fábio; JonathanLeo Fortunato, Thiago Heleno e Carlinhos; Marquinhos Paraná, Henrique (Elicarlos, 40, 2º) e Ramires; Fernandinho (Wagner, 21, 2º); Thiago Ribeiro (Camilo, 33, 2º) e Guilherme. Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho; Sheslon, Vinícius, Leandro Almeida, Denílson (Rafael Aguiar, intervalo); Elton (Tchô, 31, 2º), Serginho, Márcio Araújo e Renan Oliveira; Castillo e Marques (Pedro Paulo, 16, 2º). Tec: Marcelo Oliveira.
  6. Cruzeiro 4×2 Atlético-MG, sábado, 17jan09, 16h15, Estádio Centenário, Montevidéu, Uruguai, jogo preliminar da rodada de abertura da Copa Bimbo (Torneio de Verão para a imprensa mineira) – Transmissão: Globo Minas e SporTV 2 – Público: ? – Renda: ? – Juiz: Jorge Larrionda (Uru) – Bandeiras: Walter Rial e Marcelo Gadea (Uru) – Amarelos: Sheslon (Atl); Fernandinho (Cru) – Gols: Renan, contra, aos 17, Diego Tardelli, 36, Fernandinho, pênalti, 39, Ramires, 46 min do primeiro tempo; Diego Tardelli, 22, e Soares, 44 min do segundo - Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Jancarlos), Thiago Heleno (Leonardo Silva) e Fernandinho; Marquinhos Paraná, Henrique e Ramires; Wagner (Camilo); Thiago Ribeiro (Soares) e Wellington Paulista (Alessandro). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho, Welton Felipe, Leandro Almeida e Marcos (Tchô); Carlos Alberto, Renan (Sheslon), Rafael Miranda (Márcio Araújo), Júnior (Lopes) e Thiago Feltri (Raphael Aguiar); Éder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  7. Cruzeiro 2×1 Atlético-MG, domingo, 15fev09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5 rodada do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.802 pagantes, 50.874 presentes – Renda: R$972.856,50 – Juiz: Alício Pena Jr. (MG) – Bandeiras: Márcio Eustáquio Santiago e Celso Luiz da Silva (MG) - Amarelos: Welton Felipe, Leandro Almeida, Júnior (Atl), Fábio, Jancarlos, Thiago Ribeiro, Gerson Magrão, Soares, Henrique e Andrey (no banco) (Cru) – Vermelhos: Welton Felipe (Atl), Thiago Ribeiro (Cru) – Gols: Ramires, 18, Soares, 42 do primeiro tempo; Diaego Tardelli, 32 so segundo - Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Jonathan), Leo Fortunato, Thiago Heleno e Fernandinho; Henrique, Marquinhos Paraná e Ramires; Gerson Magrão (Wagner); Thiago Ribeiro e Soares (Wellington Paulista). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho, Marcos Rocha (Werley), Welton Felipe, Leandro Almeida e JúniorCarlos Alberto, Renan (Thiago Feltri), Márcio Araújo e Yuri (Marcos); Éder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  8. Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 26abr09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.489 pagantes, 49.380 presentes – Renda: R$1.078.742,50 – Juiz: Paulo César de Oliveira (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (PR) e Maria Eliza Barbosa (SP) – Amarelos: Gerson Magrão, Leonardo Silva, Kléber e Wellington Paulista (Cru); Werley (Atl) – Vermelhos: Renan e Leandro Almeida (Atl); Ramires (Cru) – Gols: Kléber, 39 do 1º tempo; Leonardo Silva, 10, Leonardo Silva, 16,  Jonathan, 34, Jonathan, 41 do 2º tempo - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Marquinhos Paraná, Fabrício (Henrique) e Ramires; Wagner; Thiago Ribeiro (Soares) e Kleber (Wellington Paulista). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Werley (Marcos Rocha), Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Rafael Miranda, Carlos Alberto e Márcio Araújo (Kleber); Lopes (Chiquinho) e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  9. Cruzeiro 1×1 Atlético-MG, domingo, 03mai09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de volta das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 38.186 pagantes, 40.00 presentes (estimativa) - Renda: R$945.846,00 – Juiz: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS) – Bandeiras: Carlos Berkenbrock (SC) e Katiuscia Mendonça (ES) – Amarelos: Carlos Alberto, Rafael Miranda, Diego Tardelli (Atl), Wagner, Henrique, Jancarlos, Gérson Magrão, Kléber, Gustavo (Cru) – Vermelhos: Carlos Alberto, Welton Felipe (Atl), Wellington Paulista (Cru) – Gols: Fabiano, 16, Kleber, de pênalti, 22 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Elicarlos), Leo Fortunato, Gustavo Schiavolin e Gerson Magrão; Henrique (Elicarlos), Fabrício (Sorín) e Marquinhos Paraná; Wagner; Soares (Wellington Paulista) e Kleber. Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Marcos Rocha, Marcos, Welton Felipe e Júnior; Rafael Miranda, Carlos Alberto, Márcio Araújo e Fabiano (Júnior Carioca); Eder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  10. Catadão do Cruzeiro 0×3 Atlético-MG, domingo, 12jul09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 10ª rodada do Campeonato Brasileiro – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 22.583 pagantes – Renda: R$424.612,23 – Juiz: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP) – Bandeiras: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Janette Mara Arcanjo (MG) – Amarelos: Marcos Rocha, Márcio Araújo, Renan (Atl);  Diego Renan, Elicarlos, Wanderley, Athirson (Cru) – Vermelhos: Zé Carlos, aos 10 segundos do 1º tempo (Cru) – Gols: Júnior, 32, Alessandro, 44 do 1º tempo;Eder Luís, 43 do 2º – Cruzeiro: Andrey; Jancalos, Neguete, Vinicius e Diego Renan; Fabinho (Anderson Beraldo), Fabricio e Elicarlos; Athirson, Tiago Ribeiro (Wanderley) e Zé Carlos. Tec: Adílson Batista/ Atlético-MG: Aranha; Marcos Rocha (Alessandro), Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri, Jonílson, Renan, Márcio Araújo e Júnior; Eder Luís e Diego Tardelli. Tec: Celso Roth.
  11. Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, segunda-feira, 12out09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 29ª rodada do Campeonato Brasileiro – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 45.959 pagantes, 48.106 presentes – Renda: R$822.435,00 – Juiz: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Vicente Romano Neto (SP) – Amarelos: Rentería e Jonilson (Atl); Gilberto, Elicarlos, Gil e Fábio (Cru) – Gols: Wellington Paulista, 11 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, GIL, Leonardo Silva e Diego Renan; Henrique, Fabrício e Marquinhos Paraná; Gilberto (Elicarlos); Thiago Ribeiro (Leandro Lima) e Wellington Paulista (Guerrón). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri; Jonílson, Correa, Márcio Araújo (Pedro Oldoni) e Evandro (Ricardinho); Eder Luiz e Rentería (Alessandro). Tec: Celso Roth.
  12. Cruzeiro 3×1 Atlético-MG, sábado, 20fev10, 17h, Mineirão, Belo Horizonte, 6ª rodada do Campeonato Mineiro – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 41.591 pagantes – Renda: R$988.227,50 – Juiz: Renato Cardoso da Conceição – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Jair Albano Félix – Amarelos: Kleber (Cru), Coelho, Werley, Jairo Campos (Atl) – Gols: Gil, 22, Jairo Campos, 30 do 1º tempo; Leonardo Silva 36, Roger Secco, 43 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Pedro Ken); Elicarlos, Henrique, Marquinhos Paraná; Gilberto (Roger Secco); Thiago Ribeiro (Bernardo) e Kleber. Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Carini; Coelho, Werley, Jairo Campos e Leandro Silva;  Jonílson (Marques), Correa, Renan Oliveira (Obina) e Ricardinho (Júnior); Diego Tardelli e Muriqui. Tec: Vanderlei Luxemburgo.

N.B.: Dedico este post aos dois presidentes do Cruzeiro. O do grupinho de chegados e o da torcida. E também aos traíras teleguiados.

Vidigal: “Menos mal, não ter castigo no final”

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.

  1. Davids, armador da África do Sul: Estamos fazendo esse mês de treinamento no Brasil jogando contra bons times como o que jogamos aqui, pra ver o que precisamos melhorar e se o que estamos fazendo está  bom. Temos ido bem na defesa, agora temos que fazer os gols.
  2. Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul: É evidente que quem nunca jogou num estádio desse, contra uma equipe com esse nível do Cruzeiro fica intimidado. Jogadores jovens sentem o peso dessa responsabilidade. Então a gente tem que melhorar essa confiança de ficar mais com a bola, errar menos passes. Mas isso só vem com a sequência de jogos e manutenção de uma equipe. Esse trabalho foi encorajador. Pra nós o resultado foi bom. O Cruzeiro está bem. Tem um time muito bom tecnicamente, dois atacantes de peso, de força, dois laterais que sobem com muita precisão. Roger está começando a se integrar, ele dá qualidade à equipe. Tem um goleiro excepcional, dos melhores do Brasil, que tem provado isso a cada partida. No final, poderíamos ter feito dois gols e o Fábio os evitou. O 0×0 foi justo. O Cruzeiro com a posse da bola e nós nos defendendo bem. Agradecemos o Cruzeiro por ter nos recebido. Não só ter jogado no Mineirão com a equipe principal, mas pelo acolhimento caloroso, afetuoso, desde o aeroporto, o almoço. Vamos treinar lá amanhã com os jogadores que não atuaram. Queremos agradecer imensamente ao presidente Perrella por essa acolhida. Nosso jogadores estão deslumbrados, porque foi realmente emocionante.
  3. Adílson Batista, treinador do Cruzeiro: Foi bom. Em amistoso, geralmente você evita jogadas mais ríspidas, tira o pé, o ritmo não é tão forte como em campeonato. Mas acho que foi proveitoso em função de sistema, o Cruzeiro tentou rodar a bola, trabalhar. Tivemos dificuldades, erramos alguns passes, não tivemos penetração. Tentamos mudar, tivemos mais volume, criamos oportunidades. Você olha o jogo do Barcelona e vê que todo mundo dá um, dois, no máximo três toques na bola. O Messi é quem carrega a bola, mas sendo objetivo, em cima do marcador, em direção ao gol. A gente quer dar, três, quatro, cinco toques, segurar, é cultural. Demora pra tirar alguns vícios. Nesse aspecto é importante a disciplina tática.
  4. Guilherme Mendes, diretor de Comunicação: Foi um orgulho pra nós receber a seleção anfitriã da Copa e ter o nome do Cruzeiro divulgado no exterior.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Fico satisfeito pelo reconhecimento. Estou fazendo um trabalho produtivo no Cruzeiro ao longo desses anos. Infelizmente, não chegou ainda ao treinador da seleção, mas espero que ele comece a me observar com carinho e me dê a oportunidade que tanto almejo ao longo desses anos. Parreira brincou que eu tinha tirado o bicho dele e falou que eu vivo um grande momento, me deu os parabéns. Isso me fortalece pra melhorar a cada dia nos treinamentos, com bastante respeito pelos companheiros e também pelos outros goleiros do Brasil e do exterior que buscam um lugar na seleção, o sonho de todo jogador. Já tive várias oportunidades de ser convocado com o Parreira. Se ele fosse o treinador, poderia acontecer. A concorrência é grande, mas me sinto preparado pra estar entre os três goleiros que vão à Copa pelo que venho demonstrando ao longo desses anos. No momento, penso em fazer o melhor pra ter oportunidade em 2010. Senão, vou continuar trabalhando e empenhando ainda mais pra estar sempre bem. É lógico que a Copa no Brasil será uma felicidade pra todos os brasileiros e todo mundo quer participar de uma forma ou de outra.
  6. Henrique, volante do Cruzeiro: É gratificante pro atleta, claro que a gente fica feliz. Não foi um treinador qualquer que fez um elogio desse. É campeão do mundo, trabalhou com grandes seleções, então fico feliz. É continuar nesse mesmo ritmo, nessa mesma pegada, pra crescer sempre, melhorando pra ajudar a equipe do Cruzeiro. Claro que a gente sempre sonha com coisas maiores, jogar pela seleção. A gente busca esse objetivo, mas sem deixar subir à cabeça. Tem que trabalhar, porque existem grandes jogadores. Preciso crescer gradativamente, trabalhar, conquistar espaço. Isso vem com o tempo. Tenho que continuar na mesma batalha e focado.
  7. Bernardo, meia do Cruzeiro: É uma boa experiência boa jogar contra uma seleção. Tiramos muita coisa. Enfrentamos uma seleção de muito toque de bola, muitos dribles e velocidade. Foi um bom aprendizado.
  8. Roger, meia do Cruzeiro: A África do Sul passa por um processo de reformulação. Vinha com o Parreira, trocou pelo Joel Santana, voltou o Parreira. Veio aqui e fez um jogo morno, pois é véspera de Copa do Mundo e todo mundo quer se poupar. Nós também, pois temos uma competição importante. Foi meio chato de se ver, mas faz parte.
  9. Kleber, atacante do Cruzeiro: Foi um jogo bom pros dois lados. Pudemos trabalhar tranquilamente e ninguém saiu machucado. Temos competições importantes e precisamos de todos inteiros pra avançarmos ainda mais. Foi uma oportunidade pra treinar, trabalhar, melhorar, tanto nós como eles. A gente sabe que faltaram os jogadores que atuam na Europa, então, essa seleção tem muito pra melhorar. Mas é uma boa seleção, trabalha bem. A qualidade técnica parece com a do futebol brasileiro.
  10. Leandro Mattos, em seu blog: No Mineirão, o Cruzeiro recebeu a África do Sul de Carlos Alberto Parreira, num amistoso internacional. Foi um jogo tecnicamente fraco, sem muita inspiração de ambos os lados. Os celestes foram superiores e só não venceram porque foram muito displicentes nas finalizações, numa noite segura do goleiro Khune. No final do jogo, Fábio também foi decisivo. Nos últimos cinco minutos, fez duas defesas importantes e impediu que a zebra invadisse o gramado do ‘Gigante da Pampulha’. Com México, Uruguai e França como companheiros de Grupo, Parreira terá muito trabalho para colocar os Bafana Bafana nas oitavas-de-final da Copa do Mundo 2010.
  11. Fabio Velame, no PHD: Não há muito que comentar. Foi um jogo morno. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. As melhores chances foram da seleção africana e, não fosse o Fábio, a vitória seria dela. A única grande chance do Cruzeiro aconteceu no 1º tempo com Roger na grande área batendo em cima do goleiro. O resto foram chutes de fora da área, uma deles numa falta cobrada pro Bernardo, no travessão, e bolas levantadas para conclusões de cabeça fáceis pro goleiro. Apesar de ter sido amistoso, achei o time meio sem criatividade.
  12. Leo Vidigal, no PHD: Parece que os jogadores se arriscaram menos nas divididas, preferindo mais um belo passe, por isso erraram mais.  Foi um amistoso normal, talvez meio fora de hora, mas não deixa de ser interessante. Menos mal que o time não levou o castigo no final, graças ao Fábio. Pena aquela bola do Bernardo não ter entrado, ele realmente procurou o jogo e merecia um gol. 
  13. Vidotti, no PHD: Não tem como cobrar que cantem o hino se a organização não planeja a execução em conjunto com a torcida. Da arquibancada, não dá pra escutar o que a banda está tocando no gramado. Porque não utilizaram o serviço de auto-falantes para reproduzir o hino? Não entendi o motivo. Na final da Libertadores, o hino foi cantado por todo o estádio. Ontem, não foi questão de falta de educação e sim de falta de planejamento. Ontem, nada foi anunciado pelo sistema de som do Mineirão, ai fica dificil cobrar alguma coisa.
  14. Rosan Amaral, no PHD: Assisti ao jogo ao lado do Dr. Adriano, irmão do Sivercan. O nome do jogo foi Carlos Alberto Parreira. O 1º tempo foi horrível como espetáculo. Sobrou o desempenho tático dos bafana bafana com 2 linhas de 4 fechando da meta sul-africana e impossibilitando a penetração dos cruzeirenses. Parreira sabe posicionar uma defesa. No 2º tempo, Pele abriu sua equipe e jogou de igual para igual, chegando ao requinte do 4-3-3 em alguns momentos. O jogo ficou muito movimentado. O Cruzeiro perdeu mais gols que os leões, mas a última bola do jogo foi perdida pelo atacante africano cara a cara com o Fábio. Mais enclorpada, esta seleção poderá surpreender México ou Franca. Destaque também para o preparo físico dela. A movimentação no 90º foi a mesma do 1º minuto.
  15. Walterson Almeida, no PHD: Este amistoso fez muito bem à África do Sul. Reparem que nos últimos 20 minutos eles jogaram igualzinho ao Cruzeiro, tocando a bola e fazendo-a girar. Aí foi a vez dos celestes ficarem correndo atrás da bola. Pelo que li sobre o jogo, era exatamente isto que o Pé de Uva buscava para seu time. O futebol do Bernardo cresce a cada jogo, embora ele continue segurando muito a bola e tentando resolver sozinho. Passe a bola, rapá!

Cruzeiro 0×0 África do Sul: Goleiros imbatíveis

quarta-feira, 17 de março de 2010

O treinador Carlos Alberto Parreira trouxe a Seleção da África do Sul pra se preparar para a Copa no Brasil.

Até agora, ela empatou com o Volta Redonda, por 0×0, e venceu o Sub20 do Fluminense, por 8×0, e os profissionais do Boavista, por 2×0, em jogos-treinos realizados na Granja Comary, centro de treiandmentos da CBF, em Teresópolis.

Sem os titulares Benny McCarthy, atacante do West Ham, os meias Steven Piennar, do Everton, e MacBeth SIbaya, do Rubin Kazan, e o zagueiro Aaron Mokoena, do Portsmouth, os bafana bafana querem aprender a tocar a bola e controlar o jogo à moda brasileira.

Para o Cruzeiro, o jogo também vale como treino para o Mineiro e a Libertadores e como oportunidade de divulgar sua marca mundo afora.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 20h50 – Torcida mal educada faz barulho ensurdecedor durante a execução dos hinos nacionais.
  • 20h54 – Placar eletrônico dá escalação da África do Sul ao lado do escudo do América-MG.
  • 20h55 – Começa o jogo. Cruzeiro, com camisas e calções azuis e meias brancas, defende o Gol da Cidade. África do Sul com camisas brancas, calções verdes, meias amarelas.
  • 03 – Jogo truncado, com troca de passes nenhuma tentativa de ataque mais consistente.
  • 04 – Roger cobra escanteio pela esquerda, Pedro Ken cabeceia pra fora.
  • 05 – Jonathan cruza da direita, defesa tenta tirar, bola sobra pra Pedro Ken, que chuta. Khune defende.
  • 07 – Cruzeiro marca saída de bola.
  • 09 – Modise avança pela direita, mas é desarmado por Diego Renan.
  • 13 – Tshabalala faz boa jogada pessoal e cava falta na intermediária, que juiz não marca.
  • 14 – Mphela invade a área e chuta por cima do travessão.
  • 15 – Tshabalala pega faz belo lançamento pra Mphela, que domina, avança e chuta cara a cara com Fábio, que faz grande defesa em dois tempos.
  • 16 – Roger chuta de fora da área, bola passa por cima do travessão.
  • 19 – Jonathan recebe na entrada da área e chuta por cima do travessão.
  • 22 – Kleber tabela com Henrique na entrada da área, bola desvia na zaga, Khune defende.
  • 23 – Diego Renan cruza da esquerda, Pedro Ken cabeceia, Khune cai no canto esquerdo e defende com dificuldade.
  • 25 – Jonathan recebe passe de Kleber, na direita, é derrubado por Mdledle, sente o pé direito e é retirado no carrinho-maca.
  • 27 – Jonathan volta a campo.
  • 28 – Roger recebe de Diego Renan na área e chuta forte. Khune defende no reflexo.
  • 29 – Tshabalala cruza da esquerda, Cláudio Caçapa desvia de cabeça impedindo a conclusão de Modise.
  • 33 – Cruzeiro troca passes até Jonathan cruzar, da direita, forte demais.
  • 35 – Gaxa vai ataque, mas recebe lançamento em posição de impedimento.
  • 36 – Cruzeiro pressiona, mas não finaliza. Defesa dos bafana bafana está cerrada.
  • 38 – Jonathan recebe lançamento e cruza. Wellington Paulista cabeceia, Khune faz grande defesa.
  • 40 – Wellington Paulista chuta de fora da área, bola sai à direita do arco sul-africano.
  • 41 – Alto falntes anunciam gol da Universidad de Chile contra o Flamengo, em Santiago. Torcida celeste comemora.
  • 42 – Roger recebe cruzamento de Jonathan e chuta, mas a defesa corta.
  • 43 – Davids se choca com Kleber e recebe atendimento médico em campo.
  • 47 – Termina o 1º tempo. Alto falantes anunciam que, em Chapecó, Cocota foi chacota. Perdeu por 1xo pra Chapecoense, pela Copa do Brasil. Torcida celeste comemora.

Lances + importantes do 2º tempo anunciam o fim a

  • 23h – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Fabinho substitui Pedro Ken. Bernardo substitui Riger Secco. Shualky substitui Mbuyane.
  • 02 – Bernardo invade a área e chuta cruzado, por cima do travessão.
  • 03 – Bernardo cobra falta pela esquerda, Khune soca bola pra fora da área.
  • 07 – Kleber chuta de fora da área, bola sai à esquerda de Khune.
  • 10 – Bernardo cobra falta, bola acerta o travessão.
  • 11 – Eliandro substitui Kleber.
  • 12 – Magalhães substitui Diego Renan.
  • 13 – Jonathan cobra falta pela direita, Henrique cabeceia, Khune defende.
  • 14 – Cruzeiro ataca muito, torcida se anima e canta alto.
  • 15 – Bernardo chuta de fora da área, Khune defende.
  • 17 – Marquinhos Paraná comete falta em Tshabalala e recebe cartão amarelo.
  • 18 – Confusão na área celeste. Jonathan limpa o lance e sai jogando.
  • 19 – Jali substitui Davids. Letsholonyane substitui Modise.
  • 20 – Bernardo chuta de fora da área, bola sai á esquerda de Khone.
  • 21 – Jali chuta da entrada da área, Fábio defende.
  • 22 – Eliandro cruza da direita, Mdledle cede escanteio. Bernardo cobra, Leonardo Silva não consegue arrematar de cabeça.
  • 23 – Marcos substitui Marquinhos Paraná. Jonathan vai jogar de volante caindo pela direita para tabelar com Marcos.
  • 24 – Wellington Paulista tenta por cobertura, Khune defende.
  • 26 – Marcos lança Jonathan, que cruza. Zaga alivia o perigo.
  • 27 – Jonathan cruza, Eliandro não alcança.
  • 28 – Khumalo cruza da direita, Mphela cabeceia, bola sai à esqueda de Fábio.
  • 30 – Cruzeiro força o jogo marcando saída de bola, África do Sul contra-ataca.
  • 32 – Khune faz cera e recebe cartão amarelo.
  • 33 – Khumalo cruza, Fábio defende pelo alto.
  • 34 – Magalhães cruza da esquerda, Wellington Paulista cabeceia, Khune defende.
  • 35 – Eliandro invade a área pela direita, por cima do travessão. Wellington Paulista reclama.
  • 39 – Bernardo cobra falta, Caçapa cabeceia, defesa corta.
  • 40 – Cale substitui Tshabalala.
  • 41 – Khumalo cruza da direita, Mphela arremata de voleio, por cima do travessão.
  • 42 – Henrique lança Bernardo na área. Armador cruza, defesa cede escanteio. Bernardo cobra, defesa volta a cortar.
  • 43 – Rádio Itatiaia escolhe Khune como o melhor jogador da partida.
  • 44 – Cale cruza da esquerda, bola sai do lado oposto.
  • 45 – Henrique pisa na bola no meio de campo, Mphela fica com a bola e parte em direção ao arco celeste sendo derrubado por Magalhães na meia lua. Lateral celeste recebe cartão amarelo. Deveria ter recebido o vermelho.
  • 46 – Cale cobra falta, Fábio voa no ângulo direito pra salvar o gol africano.
  • 47 – Cale recebe lançamento e, na cara do gol, arremata forte. Fábio faz defesa milagrosa.
  • 48 – Fim de jogo. Seleção da África do Sul recebe o Troféu Governador Aécio Neves.
  • Bernardo: “Foi uma boa experiência. Estou feliz de poder jogar mais vezes este ano. A África do Sul tem jogadores muito velozes.”
  • Fábio: “A África do Sul toca bem a bola, não tem pressa, chega sempre bem e em condições de marcar gols.”
  • Roger Secco: “Foi um jogo morno, chato de se ver.” 

Cruzeiro 0×0 África do Sul, quarta-feira, 17mar10, 21h50min, Mineirão, Belo Horizonte, Amistoso – Transmissão: Sportv (todo Brasil), Globo Minas (MG, exceto JF), Euro Sports (Europa) e Globo Internacional – Público: 13.496 pagantes, 20.250 presentes – Renda: R$168.990.10 - Juiz: Alício Pena Júnior (MG) – Bandeiras: Helbert Costa Andrade (MG/CBF) e Guilherme Dias Camilo (MG/CBF) – Amarelos: Marquinhos Paraná, Magalhães (Cru), Khune, Gaxa (Afr) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa e Diego Renan (Magalhães); Henrique, Marquinhos Paraná (Marcos) e Pedro Ken (Fabinho); Roger (Bernardo); Kleber (Eliandro) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista / África do Sul: Khune; Khumalo, Siyabonga Sangweni, Mdledle e Gaxa; Lance Davids (Jali), Khuboni, Modise (Letsholonyane) e Mbuyane (Schalkwyk); Siphiwe Tshabalala (Cale) e Katlego Mphela. Tec: Carlos Alberto Parreira – Histórico – Foi o 1º jogo entre os dois times e o 33º do Cruzeiro contra seleções nacionais. O Cruzeiro venceu 17, empatou 11 e perdeu 5. Marcou 59 gols e tomou 29. Antes da África do Sul, a única seleção africana que hhavia enfentado a equipe celeste foi a Nigéria, por duas vezes em 1980 na cidade de Lagos. O Cruzeiro ganhou o primeiro jogo por 1×0 e empatou o segundo em 1×1.

Atlético-MG 1×3 Cruzeiro: Vitória do equilíbrio

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.

No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.

O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.

Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.

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