Posts com a Tag ‘Fred’
quinta-feira, 18 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.
- Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.
- Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
- Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
- Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
- Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
- Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
- Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
- Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
- Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
- Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
- Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
- Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
- Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
- Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
- Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
- Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração.
- Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol.
- Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
- Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
- África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ernesto Araújo
O Santo André, 11º colocado na Superliga, recebeu o Cruzeiro, agora vice-líder, no ABC, pela 5ª rodada do 2º turno. Ambas as equipes vinham de derrota por 3×2 e buscavam a reabilitação.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Depois da Copa de 58, o Real Madrid contratou Didi, o maestro da seleção campeã do mundo.
Não deu certo. Em pouco tempo, o craque voltou acusando Di Stefano, o maior jogador europeu dos Anos 50, de tê-lo boicotado.
Nos Anos 8o, Dinamite, Sócrates e Portaluppi, ídolos de vascaínos, coríntios e flamengos não viram a cor da bola no Barça, na Fiorentina e na Roma.
Voltaram pra casa com o rabo entre as pernas. Dinamite e Renato ainda se recuperaram neztepaiz ensolarado. Sócrates, nunca mais.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Flávio Salomão
HISTÓRIA
Em 12mai36, um grupo de amantes do futebol fundaram, em Teófilo Otoni, o América Futebol Clube.
Como as transmissões de futebol que ouviam eram das rádios cariocas, eles torciam para os times da então Capital Federal.
Por isto, na hora de batizar a nova agremiação, escreveram o nome dos grandes clubs do Rio em papéis que um deles tirou da cumbuca.
Deu América, por isto as cores e o escudo replicam as do time rubro da Tijuca.
Ao longo dos anos, o América revelou vários craques do futebol local como os goleiros, Lugão, Danilo, Gilson Titular; os defensores, Mário Brito, Danda, Caizinho; os meio-campistas, Pavãozinho, Délio, Marreco; os atacantes, Cadinho, Ivan Coló, Lubé, Ruizinho Soldado, Deusdete, Marquinhos e Nido.
O maior de todos, sem dúvida, foi Caruê, baiano de Alcobaça, cujo nome é lembrado até hoje pela torcida rubra como o maioral da região.
O povo da cidade diz que ele só não seguiu uma carreira profissional por absoluta falta de vontade.
Caruê foi um armador de técnica invejável, que conhecia os atalhos do campo como poucos.
Era exímio cobrador de faltas. Seus chutes certeiros e fortes deixavam atordoados goleiros de clubes profissionais que visitavam Teófilo Otoni.
Outros craques revelados pelo futebol de Teófilo Otoni, brilharam fora da cidade.
Nos anos 1960 e 1970, Toninho Almeida e Juarez jogaram na Academia Celeste, o mais famoso time da história do Cruzeiro.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Estas Páginas Heróicas Digitais abrigam verdadeiros fãs clubes de jogadores, treinadores, dirigentes, torcedores e até dos mascotes do Cruzeiro. E até de adversários, tamanha é a generosidade de alguns torcedores.
Eis alguns dos fãs clubes formados:
- Geração Copinha 2007 – Síndico, Celeste, Naldo
- Daniel Tijolo – Sobrinho, França, Arísio, Chiabi, Chaves, Geniba
- Marcinho Bochecha – Walterson
- Joabe – Chaves
- Juninho – Evandro, Velho Damas
- Leo Silva – Chiabi, Evandro
- Alex 10 – Todo mundo
- Fábio – Evandro, Velho Damas, Hugo, Naldo
- Adílson Baptista - Radicchi, Simone, França, Frede, Walfrido, Naldo, Ernesto, Olivieri, King Arthur, Arísio, Moema, Othon, Marc3lo, Seixas, Celeste
- Marquinhos Paraná – Síndico, Hugo, Hermes, Frede, França, Renato-SP, Flávio Carneiro, Vidigal, Moema, Seixas, Marc3lo, Douglas
- Araújo – Síndico, Hugo, Chiabi
- Nenê – King Arthur
- Jajá – Hugo
- DJ – Dylan
- Bernardo – Celeste
- Jonathan – Arreguy, Elias, Chiabi
- Cris – Síndico, Ernesto, Romarol. Naldo
- Raposão & Raposinho – Elias, Chaves, Síndico, Beth, Flávio Carneiro, Leopoldo
- Maluf – King Arthur
- Sorín – Schulman, Evandro, Beth, Olivieri, Walfrido, Dylan, Renato-SP, Flávio Carneiro, André, Vidigal, Romarol, Leopoldo, Carlão Azul, Marc3lo, Simone, Naldo
- Ramires – Quase todo mundo
- Thiago Heleno – Silvério, Simone
- Espinoza – Simões
- Bokirroto – Elian
- Apodi – Odair José
- Domingues - King Arthur, Odair José
- Jadílson – Odair José
- Marcel – Odair José
- Rômulo – King Arthur, Odair José
- Dylan – Geniba
- Geniba – Dylan
- Síndico – Juliana
- Autuori – Velho Damas, Odair José
- WP – Olivieri, Geniba
- ZZP – Velho Damas, Geniba, Chaves, Clemenceau, Louback, Sobrinho, Dylan, Chiabi, Celso, Carlão Azul
- Jussiê – Walfrido
- Celso – Celso
- Luxa – Dylan
- Ronaldo – Olivieri, Beth, Leopoldo
- Jefferson – Vinícius, Hugo
- Henrique – França, Walterson
- Weldon – Olivieri
- Andrey – Olivieri
- Wagner – Sobrinho, Chaves, Geniba
- Thiago Ribeiro – Malafaia, Arreguy
- Beque argentino - Um monte de gente
- Gladiador – Chaves, JJ
- Dioguardi – Chaves, Simone
- Marcelo Ramos – Olivieri, Romarol
- Valdir Barbosa – King Arthur
- Máfia Azul – Ianni
- TFC – Othon, Seixas
- Samuel Rosa – Rodrigo Gomes, Çangre Açul
- Lô Borges – Rosan, Celeste, Síndico
- Charles – França, Síndico
- Levir – Elias, Evandro
- Gabiru – Evandro
- Guilherme – Olivieri, Celeste, Simone
- Ney Franco – Chiabi
- Trio elétrico – Walfrido, Síndico
As incrições continuam abertas. E as mudanças de fã clube ainda são permitidas.
Quem não estiver se sentindo bem em seu fã clube, por gentileza, manifeste-se para que as mudanças sejam feitas.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Alguém sabe se existe algum site em que seja possível consultar os elencos ano a ano?
Fiz uma rápida pesquisa em alguns jogos no site Futpédia. Eis uma relação do que passou pelo Cruzeiro de 2000 a 2009 (peguei um ou dois jogos por ano + alguns nomes de memória).
O que eu queria mesmo era uma divisão por semestre, para pelo menos identificar a base de cada time, mas acabei misturando tudo…
Moema Fox
- 2000 – André Doring, Jefferson, Fábio, Fabiano, Glayssinho, Rodrigo Posso, / Zé Maria, Fernandinho, Maicon, Clebão, Alexandre, Marcelo Djian, Luisão, Márcio, Cris, Sorin, Alonso, Rodrigo, / Marcos Paulo, Ricardinho, Donizete Oliveira, Donizete Amorim, Viveros, Rony, Mancuso, Cleber Monteiro, Wendel, Valdo, Alê, Paulo Isidoro II, Sérgio Manoel, / Geovanni, Muller, Jackson, Oséas, Fábio Júnior, Marcelo Ramos, Zé Roberto, Renato Cella, Cristian, Leandro, Alex Mineiro, Deílton. Tec: Paulo Autuori, Marco Aurélio, Luiz Felipe Scolari
- 2001 – Bosco, Jefferson, André Doring, / Maguinho, Maicon, Luizinho Netto, Neném, Rodrigo, Cris, Luisão, Bill, Irineu, Alex Xavier, João Carlos, Clebão, Márcio, Fernandinho, Sorín, Beto, Maxwell, William Boaventura, Alex Santos, / Marcos Paulo, Ricardinho, Alê, Cléber Monteiro, Joelson, Leandro, Viveros, Mancuso, Abedi, Diego, Alex 10, Marcus Vinícius, / Edmundo Animal, Geovanni, Jussiê, Rincón, Augusto Recife, Jorge Wagner, Muller, Oséas, Marcelo Ramos, Adriano Chuva, Sérgio Manoel, Alessandro Cambalhota , Leonardo, Kanu, Edmílson, Wandeir. Tec: Luiz Felipe Scolari, Paulo Cesar Carpeggiani, Ivo Wortmann, Darlan Schneider, Marco Aurélio
- 2002 – Gomes, Jefferson, Gleguer, Alexandre Favaro, Gomes/ Ruy Cabeção, Maicon, Alemão, Cris, Luisão, Marcelo Batatais, Irineu, João Carlos, Thiago Gosling, Sorín, Leandro Silva, Jorginho Paulista, Rondinelli, Alex Santos, / Augusto Recife, Danilo, Victor Quintana, Fernando Miguel, Viveros, Ricardinho, Paulo Miranda, Vander, Alex 10, Wendel, / Lucas, Jussiê, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Joãozinho, Lúcio, Alessandro Cambalhota, Kanu, Wandeir, Edílson. Tec: Marco Aurélio, Wanderley Luxemburgo
- 2003 – Gomes, André Doring, Artur Moraes, Alexandre Favaro, / Maurinho, Maicon, Cris, Luisão, Edu Dracena, Thiago Gosling, Gladstone, Irineu, Marcelo Batatais, Leandro Silva, Emerson Nunes, / Itaparica, Leo Silva, Cleber Monteiro, Augusto Recife, Maldonado, Felipe Melo, Sandro Sarará, Jardel, Paulo Miranda, Martinez, Márcio, Marcinho, Wendel, Alex 10, Zinho, Marcinho, / Aristizábal, Kanu, Diego, Jussiê, Deivid, Mota, Márcio Nobre, Marcelo Ramos, Tiago Pereira, Alex Dias, Alex Alves. Tec: Wanderley Luxemburgo
- 2004 – Gomes, Artur Morais, Doni, Thiago Braga, Alexandre Favaro, Gatti, / Maurinho, Marco Aurélio, Alessandro, Maicon, Ruy Cabeção, Alemão, Michel, Marcelo Batatais, Cris, Edu Dracena, Marcelo Batatais, Bruno Quadros, Gladstone, Irineu, Régis, Leandro Silva, / Leandro, Martinez, Mancuso, Jardel, Sandro Sarará, Martinez, Augusto Recife, Wendel, Márcio Hahn, Marcinho, Maldonado, Alex 10, Walter Minhoca, Adriano Gabiru, / Rivaldo, Guilherme, Jussiê, Lima, Dudu, Tápia, Fred, Schwenck, Kanu, Márcio Diogo, Alex Dias. Tec: Wanderley Luxemburgo, PC Gusmão, Marco Aurélio, Ney Franco
- 2005 – Fábio, Artur Morais, Thiago Braga, Gatti, / Maurinho, Ruy Cabeção, Michel, Jonathan, Edu Dracena, Gladstone, Marcelo Batatais, Irineu, Moisés, Argel, Leandro Eusébio, Patrick, Athirson, Anderson Paim, / Victor Júnior, Fábio Santos Vidaloka, Martinez, Marabá, Maldonado, Diogo Mucuri, Diogo Duran, Lopes Tigrão, Kelly, Francismar, Wagner, / Kerlon, Weldon, Diego Clementino, Adriano Gabiru, Fred, Jean, Alecsandro, Wando Tiririca, Daniel Morais, Adriano Louzada, Tadeu, André Luiz Leite. Tec. Levir Culpi, PC Gusmão
- 2006 – Fábio, Lauro, Juninho, Flávio Guedes, / Jonathan, Michel, Luizinho, Luizão II, Gladstone, Edu Dracena, Teco, Thiago Heleno, André Leone, André Luis Chefão, Júlio César, Anderson Santana, / Augusto Recife, Aldo Souza, Paulinho Dias, Evandro, Fábio Santos Vidaloca, Leo Silva, Jonílson, Diogo Duran, Leandro Bonfim, Martinez, Sandro Sarará, Francismar, Elson, Wagner, / Geovanni, Kerlon, Alecsandro, Elber, Araújo, Ferreira, Gil, Fábio Pinto, Carlinhos Bala, Jonathas, André Luiz Leite, Diego Silva, Adriano Rodrigues. Tec. PC Gusmão, Oswaldo de Oliveira
- 2007 – Fábio, Lauro, Gatti, Bruno Pianissola, Flávio Guedes, / Gabriel, Mariano, Jonathan, Peter, Ângelo, Herick, Eliézio, Simões, Wellington, Rodrigão, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Luizão II, Gladstone, Wellington, Leandro Amaro, Edimar, Alemão, Maicon II, Fabio Santos, Anderson Imaturo, Fernandinho, João Victor, / Renan, Jardel, Aldo Souza, Daniel Tijolo, Luiz Alberto, Sandro Sarará, Leo Silva, Paulinho Dias, Charles, Ramires, Leandro Domingues, Maicossuel, Ricardinho, Wagner, Marcinho Bochecha, Fernando Oliveira, Tallys, / Diego Clementino, Kerlon, Geovanni, Guilherme, Araújo, Rômulo, Roni, Nenê, Alecsandro, Pedro Júnior, Fellype Gabriel, Marcelo Moreno, Vinícius Lopes. Tec: Paulo Autuori, Emerson Ávila, Dorival Júnior
- 2008 – Fábio, Andrey, Rafael, Bruno Pianissola, / Jonathan, Apodi, Carlinhos, Maurinho, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Thiago Martinelli, Thiago Gosling, Espinoza, Wellington, Jadílson, Fernandinho, Espinoza, / Sandro Manoel, Elicarlos, Marquinhos Paraná, Fabrício, Charles, Ramires, Wagner, Henrique, Camilo, Gerson Magrão, Bruno, Luiz Alberto, Zé Eduardo, Marcinho Bochecha, Leo Silva, Pablo, Luís Fernando Sales, / Fabinho, Reinaldo Alagoano, Guilherme, Weldon, Rômulo, Joabe, Marcel, Diego Clementino, Thiago Ribeiro, Jonathas, Jajá, Wanderley, Reina. Tec: Adílson Batista
- 2009 – Fábio, Andrey, Rafael, Flávio Guedes, / Jonathan, Patric, Jancarlos, Gustavo Schiavolin, Anderson Beraldo, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa, Gil, Thiago Heleno, Neguete, Diego Renan, Gerson Magrão, Vinícius, Radar, / Pablo, Marquinhos Paraná, Henrique, Fabrício, Elicarlos, Fabinho, Uchoa, Wagner, Fernandinho, Camilo, Athirson, Bernardo, Gilberto, Leandro Lima, Raphael Luz, / Kleber Gladiador, Wellington Paulista, Thiago Ribeiro, Guerrón, Eliandro, Dudu, Soares, Zé Carlos, Alessandro do Lotação. Tec: Adílson Batista
N.B.: Faltam muitos nomes. Vamos ajudar a Moema a completar a lista (2000 je 2001 á pesquisei). Em negrito, quem chegou a uma Copa do Mundo, jogando ou não.
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Encerra-se a 1ª década do Século XXI. Assim como na anterior, nesta também o Cruzeiro foi o Rei de Minas.
Foram 6 títulos estaduais, 2 copas Sul Minas, 2 copas do Brasil, 1 Brasileiro. E, por pouco, outra Libertadores.
Grandes jogadores vestiram a azul-estrelada desde 2000. Com os mais destacados, o Síndico formou uma Seleção Azul da Década (ou dos Anos Zero, como queiram).
De acordo? Não? Escale a sua, então.
- Gomes – Entre 2002 e 2004, Heurelho da Silva Gomes (João Pinheiro-MG, 15fev81), o Homem-elástico, conquistou 3 títulos mineiros, uma Copa do Brasil e um Brasileiro. Descoberto por Wanderley Luxemburgo na base celeste, onde nunca chegou a ser um destaque, o goleiro prima pela boa colocação até mais do que pela elasticidade, que usa somente quando se torna imprescindível uma ponte. O ótimo posicionamento ainda foi aprimorado nos 5 anos de Europa (PSV e Tottenham). Acima de qualquer consideração técnica, Gomes merece reconhecimento especial por ser cruzeirense desde a infância vivida em Três Marias-MG, onde seu pai era lavrador.
- Maurinho – Mauro Sergio Viriato Mendes nasceu em Fernandópolis-SP, em 11out78, em passou, além do time de sua cidade, por Rio Preto, Capivariano, Ituano, São Bento, Sertãozinho, Paulista e Santos, antes de ser contratado pelo Cruzeiro em 2003. No Mais Querido de Minas, sagrou-se campeão estadual em 2003 e 2004, da Copa do Brasil e do Brasileiro em 2003, antes de ser abatido por uma série de contusões, que fizeram ruir uma carreira que ele ainda tentou levar adiante no São Paulo, Goiás, novamente no Cruzeiro, e na Cabofriense. Bom marcador e apoiador incansável, Maurinho foi homenageado pelo colega de equipe, Deivid, com uma elogio pra lá de engraçado: “Nunca vi coirrer tanto, parece que esse cara tem dois pulmões!” Ele corria e cruzava com perfeição. Mas, fora de campo, era um descuidado. Sua passagem por Beagá rendeu casos incríveis, geralmente, devido a festas em seu apê que, dizem, servia até de pista de motocross. Mas o Maurinho que ficará na memória do torcedor celeste será o lateral moderno que deu excecpcional contribuição para a conquista da Tríplice Coroa.
- Cris – Cristiano Marques Gomes (Guarulhos-SP, 03jun77) revelou-se no Corintiãs, antes de chegar ao Cruzeiro como contrapeso na venda do becão João Carlos, por US$4 milhões. Entre 1999 e 2004, ele jogou 128 partidas e fez 13 gols com raça e dedicação infinitas, algo que a imprensa paulista jamais perdoou, talvez pela manta levada por seu clube predileto na transação. Cris, literalmente, brigou pelo Cruzeiro. Na decisão de 2004, atacado covardemente pelo goleiro da Cocota ao final da partida, conseguiu se desvencilhar de um mata-leão para aplicar um soco no pobre diabo, que levantou a torcida celeste, mas lhe custou uma vingança terrível do TJD mineiro. Suspenso por 2 anos, impedido de trabalhar no Brasil, ele se transferiu para Lyon, pelo qual levantou 4 nacionais, uma copa e uma supercopa em 5 anos de militância. Cris é nome gravado no livro de ouro da história celeste ao lado dos becões Polenta, Rizzo, Nereu, Caieira, Azevedo, Bibi, William, Massinha, Fontana, Brito, Morais e outros malvados que, há 9 décadas, assustam os rivais.
- Luisão – Nascido em Amparo-SP, em 13fev81, Anderson Luís da Silva, revelou-se no Juventus, de São Paulo, antes de ser contratado para o time de juniores do Cruzeiro em 2000. Como titular doa equipe principal, fez 48 partidas e 8 gols, entre 2002 e 2003, antes de transferir para o Benfica na metade da temporada da Tríplice Coroa. Alto, 1m93, ele reinava absoluto nas bolas aéreas. Ágil, sabia se antecipar aos atacantes. Seu futebol o levou à Seleção Brasileira, pela qual conquistou as copas América, em 2004, e das Confederações, em 2005 e 2009. Com a camisa celeste, levantou os estaduais de 2002 e 2003, o Brasileiro de 2003, as copas Sul Minas de 2002 e do Brasil de 2003.
- Sorín – Juan Pablo Sorín, O Pássaro Azul, apodo que recebeu do locutor Alberto Rodrigues, da Itatiaia, nasceu em Buenos Aires, em 05mai76, começou sua carreira no Argentinos Juniors, passou pela Juventus, da Itália, e pelo River, antes de chegar a Belo Horizonte, em 2000. Teve uma recepção fria da mídia, que criticava seu futebol ultraofensivo. Mas ele ganhou apoio da torcida com sua disposição incomum e os treinadores trataram de arranjar cobertura de volantes pra suas escapadas ao ataque.Nas três passagens pela Toca (2000 a 2002, 2004 e 2009), Sorín fez 127 partidas e 18 gols. Venceu as copas do Brasil, em 2000, Sul Minas, em 2002 e 2003, e os estaduais, em 2002 e 2009. Torcedor do River na Argentina, ele se tornou também um cruzeirense pela incrível identidade com a torcida celeste.
- Charles – Charles Fernando Basílio da Silva, o Leão Azul, nasceu no Rio de Janeiro, em 14fev85 e foi incorporado ao time de juniores do Cruzeiro em outubro de 2003. Em 2005, foi emprestado ao Ipatinga e sagrou-se campeão mineiro. Em 2006, disputou o Carioca pela Caborfriense e voltou pra jogar até 2007 no Ipatinga. Somente após o vexame no Mineiro de 2007, Charles retornou ao Cruzeiro onde, sob o comando de Dorival Júnior, formou com Ramires uma dupla de volantes que assombrou o país pela capacidade de marcação e disposição pra atacar. Em agosto de 2008, Charles foi vendido ao Lokomotiv Moscou. Em 67 jogos com a azul-estrelada, ele marcou 7 gols e foi campeão mineiro de 2008 fazendo da garra, do fôlego e do chute forte de média distância suas marcas pessoais.
- Marquinhos Paraná – Antônio Marcos da Silva Filho, o Mestre Paraná, nasceu em Recife, em 20jul77, e começou a jogar nas divisões de base do Santa Cruz. Em 1996, assinou, com o Paraná Clube, seu primeiro contrato. Em 1998, ele defendeu o CRB em 1998 e, em seguida, Santa Cruz, CRB, Figueirense, Chunnam, da Coréia do Sul, Marília, Avaí, Figueirense. No Furacão catarinense, foi comandado por Adílson Baptista e elogiado por Muricy Ramalho, que o qualificou como o melhor meio-campista do futebol brasileiro. Em 2007, Paraná defendeu o Jubilo Iwata, do Japão. Em 2008, por indicação de Adílson Baptista, foi contratado pelo Cruzeiro. Na apresentação, desmaiou na Toca II e virou alvo de chacota da torcida, que o vaiou tão logo entrou em campo pela primeira vez. Uma estupidez histórica como se veria pela sequência de mais de 100 partidas excelentes que o polivalente fez defendendo o clube. Ao longo da carreira, Paraná adaptou-se às exigências de cada momento. Ao sofrer cirurgia no joelho, quando estava no Marília, abandonou o ímpeto ofensivo, parou de correr com a bola, passou a valorizar o passe preciso e o bom posicionamento, suas características marcantes nesta fase de maturidade técnica. MP é um volante que não aplica carrinhos, cotoveladas nem chega atrasado parando jogadas com pontapés. Ao contrário, desarma silenciosamente e sai para o jogo com espantosa facilidade. O torcedor mediano, mais chegado a pirotecnias, não percebe sua alta qualidade tática e técnica. Ele dá de ombros: “Faço o que o treinador pede”. E faz muito bem feito. Como nenhum outro volante fez desde 2000 com a camisa celeste, a qual campeonou nos estaduais de 2008 e 2009.
- Ramires – Ramires Santos do Nascimento nasceu em Barra do Piraí-RJ, em 24mar87. Revelado pelo Joinville, O Queniano chegou à Toca, como artigo a ser exposto na vitrine, e acabou, dois anos e fantásticas exibições depois, indo para o Benfica, em meio à Libertadores de 2009, e pouco antes de se tornar campeão da Copa das Confederações com a Seleção Brasileira. Foi titular indiscutível desde sua estréia no time devastado pelo fiasco no Mineiro de 2007. Torneio que, aliás, Ramires conquistou nas temporadas de 2008 e 2009. Força pra desarmar e fôlego extraordinário pra surgir no ataque, de surpresa, foram suas credenciais pra virar ídolo da torcida celeste.
- Alex – Alexandro de Souza ou, simplesmente, O Talento, nasceu em Curitiba, em 15set77. E foi no Coritiba que ele se revelou, antes de se tornar famoso no Palmeiras, pelo qual conquistou a Libertadores de 1999. Em 2000, teve curta passagem pelo Flamengo, que vivia uma de suas fases de absoluta avacalhação. O insucesso na Gávea o fez voltar depressa ao Parque Antártica. Em 2001, ele passou pelo Cruzeiro, foi dispensado pelo treinador Marco Aurélio, voltou ao Palmeiras e foi jogar no Parma em 2002. De volta ao Cruzeiro, na 2ª metade de 2002, agora sob o comando de Wanderley Luxemburgo, Alex teve bom desempenho mas, de novo, seria dispensado não fosse pela interferência do treinador, que fez dele a peça fundamental do time tríplice campeão de 2003. Alex foi o principal jogador do melhor time celeste na década. Quando deixou o clube em 2004, a equipe azul tinha um percentual de aproveitamento que, se mantido, teria garantido o bicampeonato barsileiro ao final da temporada. O Talento vestiu a azul-estrelada 121 vezes, deu 61 assistências e marcou 64 gols. Ao longo de 2003, sem obrigações defensivas, papel cumprido por Augusto Recife, Maldonado e Wendel, com sua canhota mágica, ele criou jogadas cinematográficas, fez gols de enciclopédia e entrou para a história do Cruzeiro. Alex campeonou nos estaduais de 2003 e 2004, a Copa do Brasil e o Brasileiro de 2003. Em suas passagens pelo Mais Querido de Minas, Alex conquistou o Troféu Telê Santana como o melhor meia de Minas (2002), o The Best Player in Americas (2003), a Bola de Ouro Fifa (2003), as bolas de Prata e de Ouro, da Placar (2003), a Chuteira de Ouro do Campeonato Brasileiro (2003), o Melhor Meia das Américas, e,m eleição promovida pelo El País, de Montevidéu (2003), o Troféu Telê Santana de Craque do Ano em Minas (2003), o Troféu Guará de melhor meia e melhor jogador de Minas (2003) e gfanhou placa no hall do Mineirão pelo gol espetacular marcado no 2×2 contra o São Caetano, partida inaugural do Brasileiro de 2003.
- Fred – Em 71 jogos, entre 2004 e 2005, Frederico Chaves Guedes, nascido em Teófilo Otoni-MG, em 03out83, centroavante revelado pelo América-MG, fez 56 gols e conquistou a Chuteira de Ouro da Placar em 2005. Alto, forte, bom cabeceador, exímio chutador, ele atormentava as bequeiras adversárias. Em 2005, foi artilheiro do Mineiro com 13 e da Copa do Brasil com a insuperável marca de 14 gols. Sua venda ao Lyon, em meio ao Brasileiro de 2005, causou prejuízo técnico imenso fazendo a equipe celeste despencar na tábua de classificação. Embora não tenha conquistado títulos, por suas atuações empolgantes, ele recebeu os apodos de Fredgol e O Predestinado. E permanece, 4 anos depois, como ídolo do torcedor celeste. Fred retribui se declarando cruzeirense desde os tempos de criança em Teófilo Otoni.
- Edílson – O Capetinha, Edílson da Silva Ferreira, nascido em Salvador, em 17set70, jogou apenas 20 partidas, nas quais fez 11 gols e conquistou a Sul Minas de 2002 com a azul-estrelada. Não há registro de uma só atuação apagada dele naqueles poucos meses. Tanto que, aos 32 anos, foi convocado por Luiz Felipe Scolari para a Copa do Japão / Coréia do Sul, ao final da qual, assinou com o Kashiva Reysol e nem apareceu em Beagá pra festejar o título mundial. Isto lhe custou o apreço do torcedor, mas não apaga o brilho de sua passagem pelo Mais Querido de Minas.
- Adílson Baptista, técnico – Marco Aurélio tirou a Copa do Brasil 2000 do fundo da alma celeste. Felipão faturou a Sul Minas e foi pra Seleção, com a qual levantou o título mundial. Luxemburgo tem a insuperável tríplice coroa em seu acervo. Dorival Júnior recuperou o moral do clube, após o fiasco no Mineiro e o colocou na Libertadores 2008 com uma campanha correta no Brasileiro 2007. Mas o melhor da década foi o mais perseguido pela imprensa e pelos tropeiristas e amendonistas das arquibancadas. O que é uma credencial insuperável, pois jornalista e torcedor odeiam tudo o que não cheire a mofo. Com parcos investimentos, Adílson levantou dois títulos mineiros, chegou duas vezes ao G4 do Brasileiro, a uma decisão da Libertadores e aplicou surras monumentais no rival citadino, o que lhe garantiu o ódio eterno dos emplumados. Sinal de que faz um grande trabalho.
- Alex, craque – O melhor do melhor time celeste da década, o de 2003.
- Guilherme, revelação da base – Campeão da Copa SP de Juniores e do Brasileiro Sub20 em 2007, foi o único de um time vencedor a superar preconceitos contra a prata da casa e se tornar titular, ainda que de forma intermitente, no Cruzeiro. Ele soube aproveitar as oportunidades recebidas marcando gols decisivos em RapoCotas eletrizantes. Mas tão rapidamente quanto foi elevado à categoria de ídolo, foi vaiado e acabou na Ucrânia, de onde se transferiu para a Rússia.
- Ramires, revelação da vitrine - Raçudo, resistente, sério, foi a maior revelação da década na Toca da Raposa.
- Geovanni, autor do gol mais bonito – O gol do título da Copa do Brasil 2000, criação coletiva dele, de Muller, que deu as instruções sobre como bater a falta, e de Donizete Oliveira, autor do tranco que desarrumou a barreira tricolor, ficará gravado na história do futebol brasileiro. Mais até do que outros de estética mais apurada, pois, no futebol, a emoção está sempre um passo adiante da beleza.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Zezé Perrella disse que não fará contratações só para agradar ao torcedor.
Pediu paciência com Thiago Heleno, por quem já recusou oferta de US$2 milhões, recentemente.
Garantiu que só traz jogador capaz de ser titular.
E é aí que está o problema.
Quem, ao alcance das finanças do clube, tomaria o lugar dos atuais titulares?
Caro leitor, você trocaria
- Kleber por Fred?
- Gilberto por Conca?
- Jonathan por Vítor?
- Fabrício por Guiñazu?
- Diego Renan por Juan?
- Gil ou Caçapa por Toloi?
- Guerrón ou Thiago Ribeiro por Dagoberto?
Nesta, apoio o presidente. Contratar só se for pra fazer upgrade. Pra constar, não carece.
Agora, uma coisa é certa: na primeira derrota, os termocéfalos vão espernear, aprontar uma quizumba dos diabos.
E os acéfalos vai culpar o treiandor Adílson Baptista pela falta de aeroportuários. E vamos ter que ler e ouvir as asneiras de sempre.
Pra não incomodar meu ouvido, desde já, estou com o dedo na tecla mute.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Diogo Lara é um torcedor racional. Embora seja pouco mais que um garoto, pensa e age como se fosse um sujeito vivido, calejado, experimentado.
Ele aprendeu a conciliar amor pelo clube com capacidade de raciocinar. Não é fácil. Confiram sua trajetória de fanático com olhos bem abertos.
- Nome, data de nascimento, cidade onde mora. Diogo Pinto Lara, 25ago82, Belo Horizonte. Moro no Bairro Santa Rosa, em Niterói-RJ.
- Nome dos pais e irmãos e o que eles fazem? Ronei, comerciante de veículos, e Cirlene, professora do ensino fundamental. Não tenho irmãos.
- Onde vc estudou? Colégio Militar de Belo Horizonte e Escola de Economia da UFMG.
- Profissão? Economista. Trabalho no BNDES.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Leopoldo Moura Jr.
A paixão no futebol parece insaciável. Ao torcedor, não basta ver o seu time vencer. A alegria só se completa com a infelicidade dos rivais.
Todos os apaixonados são assim. Inclusive eu, que ainda busco enxergar alguns limites.
O ápice da torcida contra os outros está em torcer contra o próprio time. É o “avesso do avesso”, como diria o poeta concretista Décio Pignatari.
Uma situação-limite que, a torcida celeste viveu, acinteceu em 12dez04, no Cruzeiro 4×0 Vitória, pelo Brasileiro, no Mineirão.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Gols: 44 – Média: 4,4 – Lugares disponíveis: 431.000 – Público Pagante: 204.859 – Caronas: 4.099 – Público presente: 208.958 – Média: 20.899 – Ocupação dos estádios: 48% – Data 29nov09
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domingo, 15 de novembro de 2009
Nos Aflitos, Náutico 0×2 Fla. Com o Imperador puxando contra-ataque. É ou não é o fim dos tempos?
Pet e Adriano marcaram num jogo bastante movimentado. Anderson Lessa que, até surpresa em contrário, deve jogar no Cruzeiro em 2010, correu muito.
Na Arena, Barueri 3×0 Bota. Com Val Baiano metendo dois gols. Com ou sem mala? Agora, o Bota terá de vencer o SPFC pra se salvar e… Dar o título ao Mengão. É ou não é caso pra divã?
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Quarta-feira de pouco futebol e vasta mesmice no Morrinhão e na Sul-americana.
No Parque Antártica, com apenas 17.133 pagantes, Palmeiras 2×2 Sport. A SEP é a pior favorita ao título brasileiro de toda a história do Morrinhão.
Time desconjuntado, sem imaginação, puro vapt-vupt, com muitos defensores inúteis e carência de armadores inteligentes.
O Sport abriu dois gols de frente e só não se aguentou porque seu contra-ataque foi ineficiente mesmo pegando a bequeira porcina de calças nas mãos várias vezes.
E porque o Juiz apitou duas vezes no lance do gol de empate. Uma pra parar a defesa, outra pra validar o gol. Bem bolado! Do jeito que Dr. Luiz Gonzaga aprecia.
Final feliz pra Cocota que, se vencer o Coxa, dará um passo gigantesco rumo ao título. Ou o Mengão dá conta de segurar a onda?
Na Olla Azulgrana, em Assunção, perante 25.000 espectadores, Cerro Porteño 0×1 Fluminense. Com o protocolar gol de Fred, o Tricolor põe um pé na final da Copa Sul-americana.
No final, pedradas para o trio de arbitragem, os policiais, adversários, enfim, qualquer um que não estivesse trajando azul e grená.
Pedradas, de novo. Quanta falta de imaginação dos torcedores do Cerro Porteño!
E quanta irresponsabilidade da Conmebol, que permite jogos em estádios inseguros como a Olla, o Pacaembu, São Januário e a cancha do Lanus.
Estas porcarias, sim, são as tais veias abertas da América Latina, um continente cada vez mais caótico e atrasado.
Resumo da noitada boleira: A SEP jogou pedrinhas e a galera do Cerro, pedronas. E segue o baile!
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Gols: 23 – Média: 2,3 – Lugares disponíveis: 453.000 – Público Pagante: 209.158 – Caronas: 8.117 – Público presente: 217.275 – Média: 21.728 – Ocupação dos estádios: 48% – Data 04/07/08nov09
- Flu 1×0 Palmeiras, Maracanã (95.000), 64.194 pagantes – Simon e Fred decidiram. Mas nem precisava, pois a SEP acabaria derrotada pela própria ruindade.
- Atlético-MG 1×3 Fla, Mineirão (75.000), 63.385 pagantes – Deu a lógica.
- Corintiãs 2×0 S. André, Pacaembu (40.000), 16.300 pagantes – Ronaldo fez um golaço. Mais um. E foi só.
- Atlético 2×0 Goiás, Baixada (30.000), 15.591 pagantes – O Goiás é o sonho de consumo qualquer time que esteja no rebolo.
- Bota 2×0 Coritiba, Engenhão (46.000), 12.426 pagantes – Valeu, Fogão! Agora, o Coxa terá de pegar pesado no batente na próxima rodada.
- Grêmio 1×1 S. Paulo, Olímpico (50.000), 11.870 pagantes – Autuori jogou a toalha. Sorte do Grêmio.
- Sport 2×3 Cruzeiro, Retiro (35.000), 3.341 pagantes + 8.117 caronas = 11.458 presentes – O Cruzeiro continua provocando fortes emoções.
- Santos 3×1 Náutico, Pacaembu (40.000) – 11.304 pagantes – Jogo tão chinfrim que, se quisesse, Luxa poderia ter ficado á beira do gramado de bermudão e sandália havaiana que ninguém perceberia.
- Vitória 0×1 Avaí, Barradão (42.000), 7.958 pagantes – Os baianos cansaram e já estão deitados na rede enquanto esperam o fim da labuta geral.
- Barueri 1×1 Inter, Arena (20.000), 2.789 pagantes – Foi um jogo de goleiros trapalhões e mais nada.
- Artilheiros: 18: Diego Adriano (Fla), Tardelli (Coc) / 15: Alecsandro (Inter) / 14: Jonas (Gre) / 13: Marcelinho Paraíba (Cox), Roger (Vit) / 12: Wellington Paulista (Cru), Kleber Pereira (San), Val Baiano (Bar), Souza (Gre), Obina (Pal) / 11: Ronaldo (Cor), Felipe (Goi), Iarley (Goi), Washington (Sao), Eder Luíz (Coc) / 10: Maxi López (Gre), Gilmar (Nau), Marcinho (Atl), Carlinhos Bala (Nau), Nunes (And) / 9: Fred (Flu), Dentinho (Cor), William (Ava), André Lima (Bot) / 8: Thiago Ribeiro (Cru), Muriqui (Ava), Victor Simões (Bot), Fabiano (Spo) / 7: Petkovic (Fla), Wilson (Spo), Juninho (Bot), Paulo Baier (Atl), Marquinhos (Ava), Thiago Humberto (Bar), Marcos Aurélio (Cox), Emerson (Fla), Diego Souza (Pal), Paulo Henrique Lima (San) / 6: Dagoberto (Sao), Pedrão (Bar), Ariel (Cox), Gilberto (Cru), Kleber (Cru), Leo Lima (Goi), Bruno Mineiro (Nau), Madson (San), Borges (São), Hernanes (Sao), Leandro Domingues (Vit)
- Chances do Cruzeiro: 2,9% de campeonar, 42,7% de Libertadores, 57,3% de Sul-americana, 0% de rebaixamento.
- Chances da Cocota: 5,5% de campeonar, 48,0% de Libertadores, 52% de Sul-americana, 0% de rebaixamento.
- Chances de todos: 71 pontos, 100% de campeonar; 66 pontos, 69,1% de campeonar e 100% de Libertadores; 64 pontos, 19,1% de campeonar e 99,3% de Libertadores, 63 pontos, 5% de campeonar, 95,2% de Libertadores, 53 pontos, 100% de Sul-americana; 48 pontos, 0% de rebaixamento; 45 pontos, 8,2% de rebaixamento, 40 pontos, 100% de rebaixamento
Fonte: Futebol Interior, Globo.com, Estadão, Abril
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O diário El País, de Montevidéu, e seu periódico esportivo, Ovación, informaram que Schiavi, central do Estudiantes, disputou a Libertadores com inscrição irregular.
Aos dirigentes doNacional, que foram à Fifa reclamar, o reconhecimento do erro bastou.
Eles não vão pleitear a perda de pontos de um adversário, que bateu o tricolor uruguaio duas vezes nas semifinais.
Aqui em Beagá, porém, alguns torcedores do Cruzeiro já se anima com a falsa expectativa de uma nova final do torneio.
Tolice. Não vai acontecer. E se acontecesse, o Estudiantes ganharia de novo, pois mostrou, em campo, ser mais time nas vezes em que enfrentou o Cruzeiro.
E se a nova final fosse contra o Nacional, ficaria ainda pior, pois seria a final de dois derrotados pelos pinchas.
Sendo assim, melhor esquecer este assunto. Já não nos bastou uma surra? Além dela, teremos de passar vergonha como chorões?
N.B: Fred Amaral chega aos 30 nesta data. Saúde e sucesso para nosso ex-jovem comentarista.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Mauro França
O Cruzeiro voltou a campo para enfrentar o Fluminense em busca da sexta vitória consecutiva, triunfo que lhe valeria a quarta colocação no campeonato. Situação inimaginável há menos de dois meses.
Como já virou rotina, o time entrou desfalcado. Thiago Ribeiro, suspenso, Caçapa e Leonardo Silva, contundidos, ficaram de fora. A novidade foi a volta de Wellington Paulista.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Comentários de protagonistas e torcedores sobre o Cruzeiro 2×3 Fluminense, pela 33ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 01nov09:
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Hugo Pegoraro
E se eles jogassem bola tanto quanto teclam?
Alguns comentaristas do PHD têm estilos que lembram bastante o de certos jogadores de futebol. Analisando o perfil deles, fiz umas analogias:
- Evandrão: Polêmico. Ame-o ou deixe-o. Joga bem, mas se destaca mais pelo estilo temperamental. Além de cotevelaços e voadoras, tem outras pancadas em seu portfólio. Algumas pra responder às provocações, outras absolutamente gratuitas. É temido dentro da área. Serginho Chulapa.
- Sobrinho: Provocador, gosta de irritar o adversário ao extremo. Zomba, debocha e, se bobear, pisa no calcanhar também. Catimbeiro que é, provoca todo mundo. O problema é quando acaba mexendo com quem tá quieto e toma umas pancadas. Como na sua eterna rixa com o Síndico. Verón.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Ano passado, Diego Souza deu um tapa no Fabrício e o juiz Heber Roberto Lopes deixou barato. Nem amarelo mostrou ao meia porcino.
Agora, às vésperas de mais um duelo com a SEP, o volante azul lembrou o episódio acusando o desafeto de deslealdade.
Disse que, em toda disputa, o meia roda a baiana sem constrangimento. Diego retrucou dizendo que não é desleal, mas também não é mocinha.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Agora, chega! Ponto final.
- Beth – Como conheceu a sua esposa, que é minha conterrânea? Foi lá na minha querida Itabira? Não, foi na Praça Sete, mesmo. Fazíamos o mesmo cursinho e, para driblar as colegas que viviam me assediando no intervalo das aulas, ela começou a me levar pra tomar cafezinho no Pérola. Depois, veio aquela conversa de passear na Fazenda Palestina, lá em Itabira. Quando percebi, estava encoleirado.
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