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quinta-feira, 18 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no amistoso Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.
- Fábio - Salvou três gols. No final, teve seu trabalho reconhecido por Carlos Alberto Parreira.
- Jonathan - Acima da média, lutou, atacou muito quando esteve na lateral-direita e, depois, na meia direita, tentou algumas combinações com Marcos.
- Leonardo Silva – Quando não teve de correr atrás do velocista Katlego Mphela, até que foi bem.
- Cláudio Caçapa – O entusiasmo de sempre. Se ele mantém o espírito despojado, de quem ajuda muito e reclama pouco, no dia-a-dia, nos treinamentos e nas concentrações, merece elogios. É normal que sinta dificuldades enfrentando jovens cheios de vitalidade e força bruta. Mas com experiência dá sempre um jeito de se safar das artimanhas da garotada e mantém elvado o moral de sua tropa.
- Diego Renan – Bom no apoio ao ataque, embora não seja o Nílton Santos, que alguns termocéfalos exijam. Bem trabalhado, com mais consciência tática, ainda será jogador europeu.
- Magalhães – Foi vaiado por uma parte do 7A. Vaia fraca de quem está com a boca cheia de tropeiro. De certa fora, foi até bacana essa ajuda dos tropeiristas pro amadurecimento do jogador. Ao contrário do Bernardo, mesmo com a chuva de farinha emanada das bocas porcas, ele manteve a postura profissional,continuou jogando sua bola e fez um cruzamento de ótima qualidade que, por pouco, não resulta em gol. Mais tarde, salvou o time cometendo falta providencial sobre um atacante sul-africano que pretendia invadir a área celeste livre. Nesse lance levou um amarelo, que ficou barato, pois era caso de vermelho.
- Henrique - Lutou como se o jogo valesse pontos. Desarmou muito, atacou com lucidez, embora de forma comedida, pois ultrapassar a floresta zulu não estava fácil. No fim, cometeu sua única gafe ao escorregar e perder uma bola que, não fosse por uma falta providencial de Magalhães, teria resultado em gol do time de Parreira.
- Marquinhos Paraná – Atuação burocrática, distante de suas melhores exibições, mas ainda assim, bem melhor do que a concorrência, dentro do elenco, consegue produzir.
- Marcos – Discreto. Tentou algumas jogadas com Jonathan pela direita e só.
- Pedro Ken – Ainda não pegou o jeito de jogar da volância cruzeirense, na qual o sujeito tem de defender, armar, atacar e se movimentar o tempo todo. Mas esteve longe de comprometer a atuação da equipe.
- Fabinho – Mais fixo, mais vertical, também não segue o padrão de movimentação na linha de volantes. Mas também não comprometeu. Nem choramingou, depois do jogo, por uma vaga no time. Que, se tiver de ganhar, será jogando bola.
- Roger – Enquanto tem fôlego, exibe alguns truques interessantes e consegue jogar verticalmente. Depois disso, só brilha nas entrevistas de rapaz bem educado e articulado.
- Bernardo - Entusiasmado, a cada dia joga melhor. E, ontem, não partiu pra autoflagelação dos murros nas costelas nem quando acertou o travessão numa cobrança de falta espetacular. Está melhorando.
- Kleber – No meio de uma floresta sul-africana teve pouca chance de desenvolver seu jogo físico na intermediária. Com WP em campo, acaba entrando pouco na área e, assim, perde seu diferencial que é a boa capacidade de decidir e marcar gols em pequenos espaços.
- Eliandro – Boa vontade, correria, mas pouca chance de resolver, na marra, diante de um ferrolho bem montado. Se tabelasse e passasse melhor a bola , quem sabe teria obtido resultados mais animadores?
- Wellington Paulista – Tinhoso, está sempre pronto para deicidir as jogadas, Mas ontem teve no goleiro Khune um adversário instransponível. Se está economizando gols, não precisa gastá-los contra o América Tió. Melhor agrir as comportas contra o Itália e o Vélez, que vêm aí cheios de maldade no coração.
- Adílson Baptista – Tentou, mas não conseguiu fazer o time jogar com eficiência pelas extremas. Como Parreira armou um ferrolho eficaz, o Cruzeiro criou poucas oportunidades. Conseguiu melhorar o time no 2º tempo, mas não o suficiente pra dar indicativo de que os pontos necessários pra se classificar no Grupo 3 da Libertadores serão alcançados. Se a equipe render apenas o futebol de ontem, teremos, de novo, que chamar o Grondona de dono da Conmebol.
- Torcida – Jovem, fez muita festa por quase nada. Mal educada, não parou de fazer barulho nem durante a execução dos hinos. Alguns tropeiristas, ali onde se alojam o Sobrinho, o Frede e o Charles, no 7A, selecionaram o Magalhães pra receber as vaias da noite. De qualquer forma, 20 mil num jogo amistoso, que terminou na boca da madrugada, foi boa presença. De castigo por brigar consigo mesma, a Máfia não pôde exibir suas faixas. O varal ficou livre pras demais organizadas. Estiveram presentes: Cru Chopp, Mancha Azul, Nação Azul, Pavilhão, Independente, Raposões da Fiel, União Celeste Novo Riacho, Comando Azul, Torcida Jovem, Fúria Azurra, Fanati-Cruz, MAC, Gaviões Celestes, Raça Azul, Jovem da Cativa, Força Atuante Celeste, Mancha Zona Oeste e Mancha Divinópolis.
- Juiz & Bandeiras – Alício deixou de mostrar um cartão vermelho para Magalhães. De resto, boa atuação. Os bandeiras, pra mim, que não time acesso a 20 câmeras, ao slow motion, nem ao tira-teima, mandaram bem.
- África do Sul – Time de bom toque, muita organização tática, mas pouca imaginação pra construir jogadas decisivas, ainda assim, a África do Sul esteve mais próxima da vitória embora com menos posse de bola. O goleiro Khune, que não cometeu falhas, foi o destaque. Siphiwe Tshabalala foi sempre perigoso quando teve espaço pra carregar a bola e aplicar seus dribles. Katlego Mphela incomodou a defesa celeste, embora não tenha técnica apurada. Cale, que entrou no final, deu trabalho com deslocamentos, cruzamentos e chutes certeiros. Os demais, se têm boa técnica, deixaram-na soterrada sob a organização tática. E Carlos Alberto Parreira tem o mérito de dar padrão de jogo a uma seleção quase sem história no futebol.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 América-MG, no Mineirão, em 14mar10, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010:
- Fábio – Teria sido outra atuação perfeita não fosse a falta de um um pouco mais de impulso pra desviar o chute de Leandro Ferreira no gol de empate do América. O goleiro chegou a tocar na bola, mas não conseguiu espalmá-la pra escanteio.
- Marcos – O sistema pedia um ala, mas ele foi lateral. Não comprometeu, mas também não brilhou.
- Leo Fortunato – Após vários meses de inatividade, voltou tranquilo e jogou até quando as forças permitiram, sem erros dignos de nota.
- Cláudio Caçapa - Participou intensamente da partida. Como líbero, foi agressivo indo longe em suas investidas nas saídas de bola. Quando virou beque-beque, tomou um drible desconcertante de Joãozinho, que quase resulta em gol de Luciano, e um giro de Fábio Jr., no 2º gol do América. De bom, seu entusiasmo de garoto, que obriga o resto da rapaziada a entrar no clima do jogo.
- Gil – Sem sustos no 1º tempo, passou apertado quando o América escalou Joãozinho pra jogar ao lado de Fábio Jr. Mas não comprometeu.
- Uchoa - Na verdade, não deu show coisa nenhuma. O título do post é só uma brincadeira com os sons das palavras. Mas teve ótimo desempenho na lateral-esquerda e também quando foi chamado a praticar a volância. Marcou bem, deu ótimos passes, demonstou maturidade. Foi eleito o melhor em campo tanto pelo comentarista Lélio Gustavo, quanto pelo treinador Adílson Baptista. Ou seja, agradou a gregos e troianos. E se disse aluno do Mestre Paraná, na coletiva pós-jogo. Boa escola. Baianamente, sem agitação -sua prosa carrega mais o sotaque sutil de Dorival Caymmi do que o entusiasmo verborrágico dos cantores de axé-, ele vai longe. Anotem.
- Magalhães – Entrou pra jogar na lateral-esquerda barrando os avanços de Gabriel e cumpriu o prometido.
- Fabinho - Excelente na contenção, ainda fez um belo gol pegando de chapa, com precisão, da entrada da área. Até aí, tudo bem. Agora, exigir posição no time, usando microfones, já é um pouco demais. Até porque suas boas apresentações perdem, de longe, para as medíocres, desde que chegou a Beagá. Jogando mais vezes como o fez ontem, ele certamente descola uma vaga no time sem precisar plantar crises.
- Diego Renan - Jogando do meio pra frente foi bem e criou jogadas perigosas. Na lateral-direita, no fim do jogo, esteve mais burocrático.
- Bernardo - Despachado, participou de vários lances importantes, girou nas costas dos volantes americanos, municiou o ataque, sofreu pênalti, bateu falta com categoria. Nos planos técnico e tático, foi bem. No mental, deixou a desejar com suas comemorações destemperadas. A troco de quê? Os portadores de aparelhos auditivos ultra-sensíveis dirão que ele foi vaiado. Foi coisa nenhuma. Levou, no máximo um murmúrio do 7A. Fosse isto tão relevante, nem Tostão teria levado adiante sua carreira. Certo é que a autoflagelação com socos no peito e gritaria só vai lhe provocar lesões nas costelas, jamais a simpatia do torcedor comum, o que vai a campo se divertir e não assistir a espetáculos de autoflagelação. Menos, garoto. Jogue sua bolinha e construa uma carreira sem arroubos desnecessários.
- Leandro Lima - Depois de muito tempo sumido, entrou com fome de bola, partiu pra cima da defesa coelha e fez boas jogadas. Tomara que encontre o espaço, que está buscando em campo e não nos microfones.
- Eliandro – Esforçado, mas pouco inspirado.
- Wellington Paulista - Esforçado e inspirado fez um golaço e serviu outro. Perdeu um pênalti por méritos de Gléguer, que buscou a bola no canto, e ainda serviu de babá pro agitado Bernardo. Como sempre, sua presença na partida foi notada, pois de apático ele não tem nada.
- Kieza – Entrou e mostrou oportunismo marcando o 2º gol, mas ainda não se entrosou com os colegas.
- Adílson Baptista - Inventou um sistema esquisito que fez o catadão dominar amplamente o 1º tempo: 2 laterais, 3 beques, um deles com liberdade pra sair jogando, um volante de contenção, outro com liberdade pra apoiar, um armador e dois atacantes o que. traduzido em números, dá 5-2-1-2. No 2º tempo, acompanhou Mauro Fernandes, que trocou o 3-6-1 pelo 4-4-2. Suas substituições funcionaram e o placar, ainda que apertado, foi justo.
- Torcida - Pequena, porém animada. Empurrou o time e fez festa até pra natureza, comemorando raios, trovões e granizo. Parte dela reagiu mal aos gestos destemperados do garotão Bernardo aplicando-lhe vaias. Outra parte, satisfeita com a vitória, tirou de letra os excessos e aplaudiu o malcriado.
- Juiz & bandeiras - O Juíz deixou de marcar um pênalti de Fabrício em Eliandro e um dos bandeiras parou um ataque do América com impedimento mal marcado. Se estivessem na sala de edição de imagens da TV teriam acertado, mas como estavam em campo, erraram. Favor reclamar com quem criou o ser humano com dois olhos ao invés de 20 câmeras.
- América-MG - Mauro Fernandes mostrou competência pra alternar sistemas de jogo conforme as exigências da partida. Gléguer defendeu pênalti, o que não é pouco. Leandro Ferreira, volante de contenção e de armação, fez um belo gol e foi o melhor do time. Joãozinho fez a jogada mais bonita da partida, uma réplica do baile de Ronaldinho em Kanapkis, em 1994. Fábio Jr., apesar dos gols perdidos, incomodou e, no fim, deixou sua marca. Os laterais-alas, Danilo e Rodrigo, estiveram bem no 2º tempo. Dudu, apesar das entradas fortes, que deu e recebeu, também esteve bem. Ridículo foi apenas o 1/7 de presidente, Marcos Salum que praticou um chororô monumental ao final do jogo. Burrice. Ao invés de levantar o moral de sua torcida que, diga-se, anda desaparecida, exaltando outra bela exibição do time verde-e-preto em clássicos citadinos, ele optou por acusações manjadas, sem pé nem cabeça, cujo único objetivo é pressionar as arbitragens. Ô falta de inteligência! Torcedor se motiva com discurso pra cima, até com um certo grau de arrogância, jamais com um convite pra viver num vale de lágrimas.
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domingo, 14 de março de 2010
Com 18 pontos, o Cruzeiro está em 2º lugar e precisa vencer pra assumir a liderança do Campeonato Mineiro. E vai tentar cumprir o objetivo com um catadão sem qualquer entrosamento.
Em 8º, com 11 pontos, o América, que saiu do fundo do poço com o treinador Mauro Fernandes, tentará um salto para a 6ª posição com uma vitória.
E vai no 3-5-2 com o que tem de melhor no momento.
Será jogo de pouco público, pois o torcedor celeste está levando a sério a sinalização do clube de que o campeonato não vale coisa alguma.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Mauro França
Para enfrentar o desesperado Ituiutaba, Adilson escalou, acertadamente, um time praticamente reserva.
Sete titulares foram poupados, além de Gilberto, convocado para a Seleção Brasileira.
Fabrício, Elicarlos e Guerrón, contundidos, ficam de fora. A novidade é a presença no banco do recém contratado Kieza.
Como em outros jogos em que utilizou um time misto ou reserva, Adilson optou pelo 3-5-2.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Ituiutaba 0×1 Cruzeiro, pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro, na Fazendinha, Ituiutaba, em 27fev10:
- Adílson Baptista – Começou no 3-5-2, provavelmente, por não confiar na forma física de Caçapa a quem deu a incumbência de jogar como líbero. Passou ao 4-2-2-2 com a substituição de Caçapa por Henrique na etapa final, mas nem assim dobrou o Boa. No fim, colheu três pontos num lance fortuito. Continua passando aperto quando lança muitos bancários ao mesmo tempo.
- Torcida – Dividiu a Fazendinha com a torcida do Boa e apoiou o time usando camisas oficiais, segundo Gustavo Sobrinho, analista de fardamentos. Destaque para o Sangue Azul que, postado atrás do arco à esquerda das tribunas, cornetou à vontade mandando os atacantes celestes testarem o goleiro chutando de fora da área. E não é que ele estava certo? Enfim, um palpiteiro bem sucedido.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Mauro França
Para enfrentar a Caldense neste sábado de Carnaval, o Cruzeiro entra em campo mais uma vez com um time misto. Dos que começaram jogando contra o Vélez, apenas Diego Renan, Gilberto, Gil e Fábio foram escalados.
Dessa vez Adilson optou pelo pouco utilizado 3-5-2. Caçapa, Gil e Thiago Heleno formaram o trio de zagueiros. Diego Renan entrou na ala direita e Gilberto na esquerda, Fabinho e Pedro Ken foram os volantes, com Bernardo na armação e Wellington Paulista e Guerron no ataque.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Fábio - No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
- Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.
- Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
- Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.
- Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
- Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
- Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
- Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
- Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
- Bernardo - Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
- Guerrón - Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado.
- Elicarlos – O lutador de sempre.
- Wellington Paulista - Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite.
- Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
- Adílson Baptista - Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
- Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.
- Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano?
- Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.
Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.
Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.
Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD.
Lances + importantes do 1º tempo
- 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
- 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
- 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita.
- 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.
- 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.
- 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.
- 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.
- 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.
- 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.
- 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.
- 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.
- 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar.
- 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
- 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.
- 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão.
- 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
- 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.
- 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
- 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
- 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
- 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão.
- 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
- 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
- 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.
- 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.
- 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
- 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.
- 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
- 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.
- 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
- 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.
- 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.
- 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
- 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.
- 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
- 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
- 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos.
- 47 – Fim de 1º tempo.
- Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
- Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”
Lances + importantes do 1º tempo
- 17h12 – Começa o 2º tempo.
- 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.
- 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.
- 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.
- 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.
- 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.
- 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.
- 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.
- 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.
- 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos.
- 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora.
- 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora.
- 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
- 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
- 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
- 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
- 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.
- 28 – Camilo substitui Gilberto.
- 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
- 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
- 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
- 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel.
- 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
- 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.
- 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.
- 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.
- 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
- 47 – Fim de jogo.
- Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
- Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
- Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
- Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
- Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”
Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista – Histórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas – 1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Mauro França
HISTÓRIA
A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.
Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.
A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.
A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.
Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.
Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.
O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.
A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.
O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.
Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.
Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.
Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos.
TÍTULOS
O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.
Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.
Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).
Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.
Na final da Libertadores em 94 o Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:
- José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.
Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro.
Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.
Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.
CONFRONTOS COM O CRUZEIRO
Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.
O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.
Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.
As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.
Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo - Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.
Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:
- “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”
O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.
Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.
Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 - Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.
Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.
NA LIBERTADORES
O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.
HOJE
O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.
Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009.
Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.
Contra o Arsenal, o Vélez jogou com
- Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.
Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.
Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Esta foi a semana do Cruzeiro:
- Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.
- Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
- Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
- Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
- Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
- Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
- Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei. Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.
Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.
E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Alguém sabe se existe algum site em que seja possível consultar os elencos ano a ano?
Fiz uma rápida pesquisa em alguns jogos no site Futpédia. Eis uma relação do que passou pelo Cruzeiro de 2000 a 2009 (peguei um ou dois jogos por ano + alguns nomes de memória).
O que eu queria mesmo era uma divisão por semestre, para pelo menos identificar a base de cada time, mas acabei misturando tudo…
Moema Fox
- 2000 – André Doring, Jefferson, Fábio, Fabiano, Glayssinho, Rodrigo Posso, / Zé Maria, Fernandinho, Maicon, Clebão, Alexandre, Marcelo Djian, Luisão, Márcio, Cris, Sorin, Alonso, Rodrigo, / Marcos Paulo, Ricardinho, Donizete Oliveira, Donizete Amorim, Viveros, Rony, Mancuso, Cleber Monteiro, Wendel, Valdo, Alê, Paulo Isidoro II, Sérgio Manoel, / Geovanni, Muller, Jackson, Oséas, Fábio Júnior, Marcelo Ramos, Zé Roberto, Renato Cella, Cristian, Leandro, Alex Mineiro, Deílton. Tec: Paulo Autuori, Marco Aurélio, Luiz Felipe Scolari
- 2001 – Bosco, Jefferson, André Doring, / Maguinho, Maicon, Luizinho Netto, Neném, Rodrigo, Cris, Luisão, Bill, Irineu, Alex Xavier, João Carlos, Clebão, Márcio, Fernandinho, Sorín, Beto, Maxwell, William Boaventura, Alex Santos, / Marcos Paulo, Ricardinho, Alê, Cléber Monteiro, Joelson, Leandro, Viveros, Mancuso, Abedi, Diego, Alex 10, Marcus Vinícius, / Edmundo Animal, Geovanni, Jussiê, Rincón, Augusto Recife, Jorge Wagner, Muller, Oséas, Marcelo Ramos, Adriano Chuva, Sérgio Manoel, Alessandro Cambalhota , Leonardo, Kanu, Edmílson, Wandeir. Tec: Luiz Felipe Scolari, Paulo Cesar Carpeggiani, Ivo Wortmann, Darlan Schneider, Marco Aurélio
- 2002 – Gomes, Jefferson, Gleguer, Alexandre Favaro, Gomes/ Ruy Cabeção, Maicon, Alemão, Cris, Luisão, Marcelo Batatais, Irineu, João Carlos, Thiago Gosling, Sorín, Leandro Silva, Jorginho Paulista, Rondinelli, Alex Santos, / Augusto Recife, Danilo, Victor Quintana, Fernando Miguel, Viveros, Ricardinho, Paulo Miranda, Vander, Alex 10, Wendel, / Lucas, Jussiê, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Joãozinho, Lúcio, Alessandro Cambalhota, Kanu, Wandeir, Edílson. Tec: Marco Aurélio, Wanderley Luxemburgo
- 2003 – Gomes, André Doring, Artur Moraes, Alexandre Favaro, / Maurinho, Maicon, Cris, Luisão, Edu Dracena, Thiago Gosling, Gladstone, Irineu, Marcelo Batatais, Leandro Silva, Emerson Nunes, / Itaparica, Leo Silva, Cleber Monteiro, Augusto Recife, Maldonado, Felipe Melo, Sandro Sarará, Jardel, Paulo Miranda, Martinez, Márcio, Marcinho, Wendel, Alex 10, Zinho, Marcinho, / Aristizábal, Kanu, Diego, Jussiê, Deivid, Mota, Márcio Nobre, Marcelo Ramos, Tiago Pereira, Alex Dias, Alex Alves. Tec: Wanderley Luxemburgo
- 2004 – Gomes, Artur Morais, Doni, Thiago Braga, Alexandre Favaro, Gatti, / Maurinho, Marco Aurélio, Alessandro, Maicon, Ruy Cabeção, Alemão, Michel, Marcelo Batatais, Cris, Edu Dracena, Marcelo Batatais, Bruno Quadros, Gladstone, Irineu, Régis, Leandro Silva, / Leandro, Martinez, Mancuso, Jardel, Sandro Sarará, Martinez, Augusto Recife, Wendel, Márcio Hahn, Marcinho, Maldonado, Alex 10, Walter Minhoca, Adriano Gabiru, / Rivaldo, Guilherme, Jussiê, Lima, Dudu, Tápia, Fred, Schwenck, Kanu, Márcio Diogo, Alex Dias. Tec: Wanderley Luxemburgo, PC Gusmão, Marco Aurélio, Ney Franco
- 2005 – Fábio, Artur Morais, Thiago Braga, Gatti, / Maurinho, Ruy Cabeção, Michel, Jonathan, Edu Dracena, Gladstone, Marcelo Batatais, Irineu, Moisés, Argel, Leandro Eusébio, Patrick, Athirson, Anderson Paim, / Victor Júnior, Fábio Santos Vidaloka, Martinez, Marabá, Maldonado, Diogo Mucuri, Diogo Duran, Lopes Tigrão, Kelly, Francismar, Wagner, / Kerlon, Weldon, Diego Clementino, Adriano Gabiru, Fred, Jean, Alecsandro, Wando Tiririca, Daniel Morais, Adriano Louzada, Tadeu, André Luiz Leite. Tec. Levir Culpi, PC Gusmão
- 2006 – Fábio, Lauro, Juninho, Flávio Guedes, / Jonathan, Michel, Luizinho, Luizão II, Gladstone, Edu Dracena, Teco, Thiago Heleno, André Leone, André Luis Chefão, Júlio César, Anderson Santana, / Augusto Recife, Aldo Souza, Paulinho Dias, Evandro, Fábio Santos Vidaloca, Leo Silva, Jonílson, Diogo Duran, Leandro Bonfim, Martinez, Sandro Sarará, Francismar, Elson, Wagner, / Geovanni, Kerlon, Alecsandro, Elber, Araújo, Ferreira, Gil, Fábio Pinto, Carlinhos Bala, Jonathas, André Luiz Leite, Diego Silva, Adriano Rodrigues. Tec. PC Gusmão, Oswaldo de Oliveira
- 2007 – Fábio, Lauro, Gatti, Bruno Pianissola, Flávio Guedes, / Gabriel, Mariano, Jonathan, Peter, Ângelo, Herick, Eliézio, Simões, Wellington, Rodrigão, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Luizão II, Gladstone, Wellington, Leandro Amaro, Edimar, Alemão, Maicon II, Fabio Santos, Anderson Imaturo, Fernandinho, João Victor, / Renan, Jardel, Aldo Souza, Daniel Tijolo, Luiz Alberto, Sandro Sarará, Leo Silva, Paulinho Dias, Charles, Ramires, Leandro Domingues, Maicossuel, Ricardinho, Wagner, Marcinho Bochecha, Fernando Oliveira, Tallys, / Diego Clementino, Kerlon, Geovanni, Guilherme, Araújo, Rômulo, Roni, Nenê, Alecsandro, Pedro Júnior, Fellype Gabriel, Marcelo Moreno, Vinícius Lopes. Tec: Paulo Autuori, Emerson Ávila, Dorival Júnior
- 2008 – Fábio, Andrey, Rafael, Bruno Pianissola, / Jonathan, Apodi, Carlinhos, Maurinho, Leo Fortunato, Thiago Heleno, Thiago Martinelli, Thiago Gosling, Espinoza, Wellington, Jadílson, Fernandinho, Espinoza, / Sandro Manoel, Elicarlos, Marquinhos Paraná, Fabrício, Charles, Ramires, Wagner, Henrique, Camilo, Gerson Magrão, Bruno, Luiz Alberto, Zé Eduardo, Marcinho Bochecha, Leo Silva, Pablo, Luís Fernando Sales, / Fabinho, Reinaldo Alagoano, Guilherme, Weldon, Rômulo, Joabe, Marcel, Diego Clementino, Thiago Ribeiro, Jonathas, Jajá, Wanderley, Reina. Tec: Adílson Batista
- 2009 – Fábio, Andrey, Rafael, Flávio Guedes, / Jonathan, Patric, Jancarlos, Gustavo Schiavolin, Anderson Beraldo, Leonardo Silva, Cláudio Caçapa, Gil, Thiago Heleno, Neguete, Diego Renan, Gerson Magrão, Vinícius, Radar, / Pablo, Marquinhos Paraná, Henrique, Fabrício, Elicarlos, Fabinho, Uchoa, Wagner, Fernandinho, Camilo, Athirson, Bernardo, Gilberto, Leandro Lima, Raphael Luz, / Kleber Gladiador, Wellington Paulista, Thiago Ribeiro, Guerrón, Eliandro, Dudu, Soares, Zé Carlos, Alessandro do Lotação. Tec: Adílson Batista
N.B.: Faltam muitos nomes. Vamos ajudar a Moema a completar a lista (2000 je 2001 á pesquisei). Em negrito, quem chegou a uma Copa do Mundo, jogando ou não.
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sábado, 2 de janeiro de 2010
Partida inaugural da 41ª Copa SP de Juniores, o Cruzeiro x São José foi precedido de solenidades, que atrasaram o iníco da partida em 10 minutos: Hino Nacional cantado, discurso do Prefeito de Taboão da Serra e foguetório.
Todo de azul, estreando patrocinadores novos na camisa, o Cruzeiro ficou à direita das cabines. O São José jogou todo de banco com detalhes e, azul claro na camisa.
1º tempo
O Cruzeiro iniciou o jogo com dois ataques fortes. A 1 minuto, Gil cruzou e Allan cabeceou por cima do travessão. Aos 2, Sebá entrou na área, pela direita, e chutou forte, cruzado. A bola se aninhou nas redes, pelo lado de fora.
Durante 20 minutos, o Cruzeiro pressionou com subidas dos laterais Gil e Hyago e dos volantes Eber e Elber. Dudu jogava livre, mas tinha dificuldades nas disputas mano-a-mano com os gaúchos, bem mais fortes do que ele.
No ataque, os velozes Allan e Sebá se revezavam em jogadas pelas pontas e pelo comando doa ataque.
O São José conseguiu dois bons arremates, aos 22 e 25. No 1º, Marco Antônio obrigou Gabriel a desviar pra corner uma falta bem cobrada. No 2º, Vítor dividiu com Deivison e arrematou à esquerda de Gabriel.
A resposta do Cruzeiro aconteceu aos 27. Allan recebeu lançamento em profundiade, driblou Henrique e tocou rasteiro na saída de Rafael. Cruzeiro 1×0.
Envolvente, o campeão mineiro de juvenis criou mais duas oportunidades. Aos 37, Dudu serviu Elber que, na entrada da pequena área, arrematou por cima do travessão. Aos 39, Allan chutou forte, de fora da área, obrigando Rafael a uma defesa complicada.
Apostando sempre na contenção e nas escapadas em contra-ataque, o São José perdeu o controle da partida e só voltou a incomodar aos 42 quando Marco Antônio cruzou da direita e Afonso venceu a zaga celeste pelo alto cabeceando, com perigo, à direita de Gabriel.
Na sequência, o Cruzeiro definiu a partida. Aos 43, Elber conferiu cruzamento de Sebá, da esquerda, com um leve toque: Cruzeiro 2×0. Aos 45, Eber desferiu um belo chute, à meia altura, da meia-lua: Cruzeiro 3×0.
2º tempo
Se o placar foi generoso para o Cruzeiro e um pouco além do castigo merecido pelo time gaúcho no 1º tempo, no 2º, ele acabou ficando do tamanho da superioridade celeste.
O Cruzeiro voltou sem alterações, enqaunto o Zequinha torcou de lateral-esquerdo.
E o placar foi alterado logo de cara, a 1 minuto. Em jogada individual, Elber driblou Henrique, entrou na área, driblou também o goleiro Rafael e tocou com a canhota pras redes. Cruzeiro 4×0.
O Zequinha perdeu o rebolado. Não conseguiu responder com jogadas organizadas e o ficou à mercê do time mineiro, que continuou criando oportunidades sem muita pressa.
No São José, apenas o meia Marco Antônio tentava armar jogadas pelo chão. Mas, com boa disposição tática e resistência física pra jogar na cancha enlameada, o time celeste destruiu, sistematiamente, cada lance dos gaúchos.
O 5º gol aconteceu aos 16. Sebá recebeu de Gil, entrou na área pela direita, aplicou um corte em Diego e arrematou firme, de pé esquerdo pras redes do arco defendido por Rafael. Cruzeiro 5×0.
Alexandre Grasseli fez algumas substituições para poupar titulares e testar reservas. Aos 14, ele havia trocado Dudu por Rodrigo. Aos 21, testou Maranhão em lugar de Allan.
Tecnicamente, as alterações foram inócuas. Mas o ritmo do time celeste não diminuiu e o placar só não aumentou porque seus jogadores tiraram o pé do acelerador.
Desaceleração compreensível, pois é preciso guardar energias para enfrentar o próximo adversário, Botafogo de Ribeirão Preto, que promete ser mais difícil do que o Zequinha, de Porto Alegre.
- Cruzeiro 5×0 São José (RS), sábado, 02jan10, 14h10, Estádio Municipal Vereador José FFeres, Taboão da Serra (16 Km de São Paulo), 1ª rodada do Grupo A da 41º Copa SP de Juniores – Juiz: Tiago Luís Scaracacci (SP) – Bandeiras: Maria Núbia e Otávio Magnani Barbosa (SP) – Amarelo: Kauê (Zeq) – Gols: Allan, 27, Elber, 43, Eber, 45 do 1º tempo; Elber, 1, Sebá, 16 do 2º – Cruzeiro: Gabriel Vasconcelos, Gil, Wesley, Deivison e Hyago (Gabriel Araujo, 27, 2º); Eber, Marquinhos e Elber; Dudu (Rodrigo, 14, 2º); Allan Júnior (Maranhão, 21, 2º) e Sebá. Tec: Alexandre Grasselli. / Rafael Dutra; Marthin, Guilherme, Henrique e Fabinho (Emerson, intervalo); Diego Antunes (Adriano, 20, 2º), Kauê, Marco Antônio e Afonso (Marlon, 18, 2º); Sandro e Victor. Tec: Paulo Matos
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.
- Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
- Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
- Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia) e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
- Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Mauro França
Para se manter na briga pelo G4, só a vitória interessava ao Cruzeiro diante de um Grêmio sem maiores pretensões no campeonato, mas nem por isso menos perigoso.
Pela segunda vez consecutiva, o que raramente aconteceu na temporada, Adilson teve à sua disposição o que seria a força máxima disponível no momento.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×1 Grêmio, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 14nov09:
- Adílson Baptista - Viu seu time cercado impiedosamente pelo adversário no 1º tempo, viu que Maylson mudou a cara do jogo com suas arrancadas para o atque, percebey que Douglas Costa estava criando dificuldades para sua defesa e que Máxi López exigia ao menso dois marcadores. Viu e contra-atacou com as trocas de Jonathan por Guerrón e de Ribeiro por Soares, que proporcionaram os melhores momentos do time e atormentaram o Grêmio. Só não conseguiu convencer seus joagdores a rodar a bola, no final da aprtida, aproveitando a vantagem de um jogador ao invés de tentar segurá-la nas laterais. Também não pôde fazer nada quando Máxi López, sozinho, desmontou sua defesa dois minutos depois do tempo regulamentar. Restou lamentar mais uma mancada de um time bem treinado, mas com pouca categoria e recheado de jogadores de pouca percepção do que está acontecendo em campo.
- Torcida - Respondeu ao apelo do time e compareceu em bom número. Fez muita festa, principalmente, quando os alto-falantes anunciavam os gols do Coritiba no Couto Pereira. Pena que o país não ouça seus cânticos pela eterna burrice da Máfia Azul que, em vez de entoar loas ao clube, prefere gritar palavrões contra o rival citadino. Nesses momentos, a TV tira o som da galera e os telespectadores de todo o país têm a impressão de que o cruzeirense não vibra nem empurra o time. Burrice siderúrgica, repetitiva, mas que, querem saber de uma coisa?, jamais mudará. Tudo porque o torcedor desorganizado prefere o o “Ei, G, VTNC!” aos hinos mais elaborados da TFC, que ela não consegue aprender. Questão de QI médio muito baixo.
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sábado, 14 de novembro de 2009
Em 5º lugar, com 54 pontos, o Cruzeiro ainda sonha com a sorte grande do título ou, no mínimo, com uma vaga na Libertadores 2010.
Soares, recuperado de uma contusão, ficará no banco de reservas. Fernandinho, contudo, estará ausente.
Em 9º lugar com 48 pontos, o Grêmio não terá Souza, suspenso, Leo, Mário Fernandes e Jonas, machucados.
Os gaúchos, que perderam o treinador Paulo Autuori, que se demitiu durante a semana, não têm maiores objetivos na competição. Jogam pela honra da firma.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
O Grêmio é o time mais doméstico do Morrinhão. E o Cruzeiro um dos menos confiáveis jogando em casa.
O Grêmio está sem técnico. O do Cruzeiro está sob a mira dos torcedores condicionais.
O Grêmio já relaxou, pois seu rival dificilmente conseguirá algo que preste neste torneio.
Já o Cruzeiro continua atento, pois o Atlético-MG está vivo na competição.
O jogo promete. A torcida celeste vai lotar, de novo, o Mineirão.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Sport 2×3 Cruzeiro, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Ilha do Retiro, em 07nov09:
- Fábio – Alguns consideraram imprudente a saída no 1º gol do Sport. Se tivesse ficado, Wilson não teria o arco aberto à sua disposição. Provavelmente, esses mesmos torcedores o teriam criticado por não sair pra abafar a jogada. No 2º gol, nada pôde fazer. Nos demais lances, esteve correto.
- Jonathan – Ficou na poeira, o tempo em que subia pouco ao ataque e, muitas vezes, cumpria o papel de terceiro beque. Quando começou a fazer as jogadas certas no ataque recebeu carta branca pra avançar. Agora, só volta a custo e deixas espaços para os contra-ataques dos adversários. Quem fica na sua cobertura e mais o zagueiro central, pagam a contapor não conterem as blitze pelo lado direito da defesa celeste. Contra o Sport, Henrique e Gil pagaram a conta, mas sobrou também para Paraná e Leonardo. Não está sendo boa a decisão apostar todas as fichas na função de ponta ou de meia-direita. No 4-4-2, defender ainda é a principal atividade de um lateral. Como atacante, saiu-se bem. Mas é rpeciso equilíbrio.
- Gil – Estabanado no 1º tempo, entrou nos eixos no 2º. Em sua defesa, diga-se que o Sport forçou o jogo pelo setor direito da defesa celeste e, muitas vezes, ele teve que sair em busca de atacantes ágeis, quando sua especialidade é a bequeira, lugar de rebatidas, “despachos” e corpo-a-corpo conm centroavantes.
- Leonardo Silva – Tomou um drible de Arce no 1º gol, quando saiu para cobrir Gil, mas recuperou-se, chefiou a defesa e ainda teve forças pra atacar nas bolas paradas. Numa delas, fez o gol de empate, melhroando seu conceito com a torcida e os comentaristas, que lhe encheram a bola nas avaliações pós-jogo.
- Diego Renan – Atacante no 1º tempo, quando voltou pra defesa, não conseguiu marcar com eficiência. Bom atacante, defensor mediano, acabou sacado porque o time precisou marcar forte pra segurar a vantagem no 2º tempo.
- Henrique – Com Diego e Fabrício atacando e Leonardo às voltas com as falhas do parceiro de zaga, teve dificuldades no 1º tempo, pois Fininho, Fabiano, Pimenta e Arce atacaram pelo corredor deixado por Jonathan. Depois, com o time mais equilibrado defensivamente, quando Paraná virou líber à frtente da zaga, armou boas jogadas pela esquerda e arriscou saídas pela esquerda. Numa delas,cavou e bateu o lateral que resultou na jogada do gol da vitória.
- Fabrício – Foi mais armador e atacante do que volante de contenção, o que enfraqueceu o sistema defensivo. Sua determinação contagia o time na busca de vitórias. Saiu baleado após esforçar-se além do que permitia sua condição física.
- Fabinho – Foi um bom volante de contenção. Como exigia a fase do jogo em que atuou.
- Marquinhos Paraná – Teve dificuldade para cobrir o setor abandonado por Renan, que jogou como meia e ponta-esquerda. Mas foi quem conserou a defesa quando o treinador reposicionou o sistema defensivo, ássando-lhe a incumbência de proteger a zaga. O fez com maestria.
- Athirson – Entrou com o time em vantagem e arriscou pouco. Cuidou do corredor esquerdo e saiu pouco para o ataque.
- Gilberto – Bem marcado, pouco apareceu no começo da partida. Aos poucos, encontrou espaços para jogar pelo lado esquerdo criando dificuldades para o lateral improvisado, Moacir. Em seu melhor lance, serviu Leonardo Silva para o gol de empate.
- Thiago Ribeiro – O lutador de sempre marcando a saída de bola. O jogador tático de sempre abrindo a defesa com jogadas pelos flancos. Eainda fez um gol, o que está começando a virar rotina. Boa atuação.
- Wellington Paulista – Obrigou Magrão a praticar uma grande defesa, deu passe para o gol de Guerrón e lutou como sempre.
- Guerrón – Marcou um gol, fez algumas boas jogadas com seu entusiasmo de atacante-atacante. Com o passar do tempo, perdeu o pique e foi se apagando. Se conseguir se manter ligado durante todo o tempo, pode se firmar no time.
- Adílson Baptista – Se o futebol indígena do começo da partida, quando os dois laterais e um dos volantes partiram para o ataque ao mesmo tempo deixando a defesa desprotegida foi determinado por ele, foi mal. Se não foi, melhor. De qualquer forma, acertou a marcação colocando Paraná na contenção. E foi consciente ao promover alterações pra não permitir uma nova virada por falta de consistência defensiva.
- Torcida – Compareceu em bom número e, mesmo em minoria, muitas vezes dominou a cena. Principalmente, quando a torcida local caiu em depressão. Ao menos, foi o que se pôde ouvir na transmissão do PFC.
- Juiz & Bandeiras – Houve impedimento não marcado no primeiro gol do Sport. As demais decisões foram corretas, incluindo as duas expulsões de jogadores do Sport, que se excederam nos pontapés.
- Adversários – Wilson fez dois gols, Fabiano deu muito trabalho enquanto esteve em campo, Magrão fez boas defesas, Pimenta foi um armado lúcido. Os demais lutaram, mesmo com perspectivas quase nulas de conseguirem livrar seu time do rebaixamento.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Mauro França
Para manter vivo o sonho de chegar ao G-4, só a vitória interessa ao Cruzeiro diante do Sport. Missão duplamente difícil. Além de costumeiramente não regular bem na Ilha do Retiro, tem pela frente o desespero do adversário, que precisa de uma vitória para seguir em busca do milagre de escapar do rebaixamento.
Depois de muito tempo, Adilson finalmente pode escalar o que seria hoje a sua força máxima.
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sábado, 7 de novembro de 2009
Em 6º lugar, com 51 pontos, o Cruzeiro ainda sonha com uma vaga para a Libertadores 2009.
Em 20º lugar, com 30 pontos, o Sport tem, segundo os matemáticos, 1% de chance de escapar do rebaixamento.
Os dois times vêm de derrotas em jogos-chave. O Cruzeiro perdeu, no Mineirão para o Fluminense e o Sport, para o Náutico, nos Aflitos. Ambos por 3×2.
O jogo de hoje é defiinitivo para cada um. Quem perder, terá 4 rodadas amistosas pela frente. Quem ganhar, terá o direito de continuar sonhando com seu objetivo de momento.
No Cruzeiro, volta o beque Leonardo Silva e o atacante Thiago Ribeiro, ausentes contra o Flu. No Sport, volta o beque César, mas não jogam o meia Luciano Henrique e o lateral-esquerdo Dutra.
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