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	<title>Páginas Heróicas Digitais (PHD) - Cruzeiro.Org &#187; Encontro</title>
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	<description>Blog Páginas Heróicas Digitais (PHD) conduzido por Jorge Santana sobre as coisas do Cruzeiro Esporte Clube e afins sobre futebol</description>
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		<title>Apesar da sapatada, torcida foi o destaque</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 21:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 0&#215;0 Grêmio Prudente, no Ipatingão, pela 13ª rodada do Brasileiro 2010, em 08ago20. Por Matheus Reis, 26, cruzeirense, itabirano, doutorando em Filosofia pela UFMG. Fábio &#8211; Não teve que fazer os milagres costumeiros, embora tenha defendido bola difícil de Rafael Martins. Precisa melhorar o domínio de bola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no <strong>Cruzeiro 0&#215;0 Grêmio Prudente</strong>, no Ipatingão, pela 13ª rodada do Brasileiro 2010, em 08ago20.</p>
<p>Por <strong>Matheus Reis</strong>, 26, cruzeirense, itabirano, doutorando em Filosofia pela UFMG.</p>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> &#8211; Não teve que fazer os milagres costumeiros, embora tenha defendido bola difícil de Rafael Martins. Precisa melhorar o domínio de bola com os pés. Com os recorrentes recuos da zaga, pode acabar complicando.</li>
<li><strong>Jonathan</strong> &#8211; Não encontrou o futebol de 2010. Parece estar saturado e como o Rômulo ainda não ameaça sua titularidade, continua confortável na posição. Fez primeiro tempo razoável e caiu com o time na segunda etapa.</li>
<li><strong>Edcarlos</strong> &#8211; Boa partida. Seguro mais uma vez. E ainda se permite aparecer, vez ou outra, no ataque. Enquanto o time está com 4 volantes, tem quem segure. Só não pode se empolgar quando não tiver ninguém pra cobrir.</li>
<li><strong>Cláudio Caçapa</strong> &#8211; Grande atuação que confirma seu crescimento desde que entrou no time. Firme nos desarmes e tranquilo nas saídas de bola. Limpou a barra do Diego Renan várias vezes.</li>
<li><strong>Diego Renan</strong> &#8211; Não sei se a tal proposta do PSG chegara aos seus ouvidos, mas parecia um pouco desligado. Subiu muito menos do que o esquema de jogo lhe permitia. E, mesmo subindo pouco, teve problemas para conter os avanços do Grêmio Itinerante. Deu uma entrada dura em Paulo César no fim do primeiro tempo. Levou o revide na segunda etapa.</li>
<li><strong>Marquinhos Paraná</strong> &#8211; O termômetro da meiuca celeste. Sai com a bola da defesa com tranquilidade, distribui o jogo, desafoga e lança. Hoje, até foi à linha de fundo, como o lateral daquela estréia em 2008 contra o Uberaba. Aquela em que queimou alguns milhares de línguas. Foi visível como o time perdeu o meio campo depois de sua saída.</li>
<li><strong>Rômulo</strong> &#8211; Terceira partida seguida em que joga no meio campo, revezando a lateral com Jonathan. (Há quem diga que jogar com dois laterais direitos é invenção.) E é a terceira partida seguida em que não vai bem. Não atacou e tampouco defendeu.</li>
<li><strong>Henrique</strong> &#8211; Ficou um pouco mais preso e marcou bem o time do Grêmio. Não conseguiu aparecer de cabeça como na partida contra o Grêmio. Pareceu um pouco perdido depois da entrada do Rômulo.</li>
<li><strong>Fabrício</strong> &#8211; O leão de sempre no meio campo. Dos volantes, era quem mais saía. No primeiro tempo, ocupou bem o lado direito do ataque criando algumas situações e cruzando a maioria das bolas. No segundo tempo, ficou mais no meio sem arrumar muita coisa, mas com muita marcação.</li>
<li><strong>Francisco Everton</strong> &#8211; Partida ruim. Caindo mais pelo lado esquerdo, não conseguiu criar, nem ajudou Diego Renan no setor defensivo. É um jogador que pode ser útil no decorrer do campeonato, mais ainda não mostrou qualidades para ser titular. É uma espécie de &#8220;Elicarlos do Cuca&#8221;.</li>
<li><strong>Sebá</strong> &#8211; Até se movimentou, mas não conseguiu criar nada demais: apenas dois cruzamentos e uma cabeçada sem muito perigo.</li>
<li><strong>Pedro Ken</strong> &#8211; Teve dez minutos para fazer algo e não fez. Até hoje não sei qual a real posição do garoto: 1°, 2° ou 3° volante? Meia? Precisa aproveitar essas raras chances que surgem porque, ao que parece, não terá muitas oportunidades de jogar.</li>
<li><strong>Wellington Paulista</strong> &#8211; Muita luta, literal e figurada. A estrela que lhe brilhou no clássico não acendeu hoje. No primeiro tempo, carimbou duas traves. No segundo, chutou uma bola num lance em que poderia ter trabalhado com o Jonathan, mas estava de cabeça baixa. Tomou mais um cartão estúpido para a coleção. A coisa precisa começar a doer no bolso pra ver se aprende.</li>
<li><strong>Robert</strong> &#8211; Partida pavorosa. Precisa melhorar e muito. Do contrário entrará para a história do clube ao lado de Carlinhos Bala e Weldon, jogadores que marcaram nas estréias oficiais e depois&#8230; Bem, melhor nem lembrar.</li>
<li><strong>Cuca</strong> &#8211; Sofreu com os desfalques como o amigo de carnaval Cecílio. A diferença é que Toninho mexeu bem, enquanto Cuca foi infeliz. Como o Cruzeiro tinha dois atacantes presos, Cecílio meteu 3 zagueiros e o Cruzeiro pouco criou no segundo tempo. Ao tirar o Paraná, Cuca perdeu o meio campo. Na tentativa de recuperar o meio, Fabrício deixou de ocupar a faixa direita do campo, responsável pelas parcas chances do primeiro tempo. Rômulo, mais uma vez, entrou mal e não se entendeu com os companheiros. Robert e Francisco Everton, que não rendiam, ficaram em campo por tempo demais. Os meias devem voltar na próxima rodada, mas talvez seja interessante pescar um meia de criação nato lá na base, porque desfalques ocorreram, ocorrem e ocorrerão.</li>
<li><strong>Torcida</strong> &#8211; Ótima presença. 10.109 dos 11.000 ingressos disponíveis. Um energúmeno jogou um tênis em campo e foi preso pela polícia, depois de receber alguns carinhos de outros torcedores. Não há de ser nada.</li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras</strong> &#8211; Nenhum erro muito grave, embora tenha deixado de dar amarelo para um jogador do Grêmio em lance de cartilha. O sujeito segurou Wellington Paulista na saída de um contra-ataque. No mesmíssimo instante, zapeei para Atlético x São Paulo e um jogador do Furacão recebia amarelo por falta idêntica. Vai entender esses critérios&#8230;</li>
<li><strong>Grêmio Prudente</strong> &#8211; O rodado Paulo César deu algum trabalho para a defesa do Cruzeiro. E a dupla de zaga Paulão e Diego conseguiu anular o ataque celeste.</li>
</ul>
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		<title>Mariana: &#8220;Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o &#8216;Vamos, vamos, Cruzeiro&#8217;!&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 17:00:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Pitacos de blogueiros acerca do <strong>Atlético-MG 0&#215;1 Cruzeiro</strong>, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:</p>
<ol>
<li><strong>Mariana</strong>, no PHD: <em>Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!</em></li>
<li><strong>Elias Guimarães</strong>, no PHD: <em><strong>Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro</strong>. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!</em></li>
<li><strong>Matheus Reis</strong>, no PHD:<em> Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda.<strong> Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.</strong> </em></li>
<li><strong>Claudinei Vilela</strong>, no PHD: <em>Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! <strong>O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio.</strong> O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.</em></li>
<li><strong>Evandro Oliveira</strong>, no PHD: <em>Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). <strong>O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí.</strong> Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas&#8221;. Menos, né!</em></li>
<li><strong>Naldo Morato</strong>, no PHD: <em>Gostei muito da coletividade. <strong>Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem.</strong> O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.</em></li>
<li><strong>André Kfouri</strong>, em seu blog:<em> No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. <strong>Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol</strong>.</em></li>
<li><strong>Juca Kfouri</strong>, em seu blog<em>: <strong>Galo brilha de novo. E perde mais uma vez</strong>: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.</em></li>
<li><strong>Lédio Carmona</strong>, em seu blog<em>: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: <strong>sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa.</strong> O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (&#8230;) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.</em></li>
<li><strong>Mauro Beting</strong>, em seu blog<em>: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: <strong>o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste.</strong> O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.</em></li>
<li><strong>Mário Marcos de Souza</strong>, em seu blog<em>: <strong>Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0).</strong> No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.</em></li>
<li><strong>Mário Marra</strong>, em seu blog<em>: <strong>Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol.</strong> Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.</em></li>
<li><strong>PVC</strong>, em seu blog<em>: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. <strong>Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12.</strong> À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4&#215;0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 &#8212; o jogo do Fábio, de costas &#8212; o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5&#215;0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.</em></li>
<li><strong>José Roberto Torero</strong>, em seu blog<em>: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, <strong>o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.</strong></em></li>
<li><strong>Leandro Mattos</strong>, em seu blog<em>: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. <strong>O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade</strong>. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.</em></li>
</ol>
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		<title>Memória, Interdição, Chefia: temas para o domingo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 04:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra começar bem o domingo, recomendo a leitura dos colunistas do Cruzeiro.Org. O link está na coluna ao lado: João Chiabi Duarte, em Lembrando um Clássico Marcante da História &#8211; São quase 26 anos de diferença, mas, quantas coincidências&#8230; E como recordar é viver, porque não falar de uma PÁGINA HERÓICA IMORTAL? &#8211; Nada como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começar bem o domingo, recomendo a leitura dos <a href="http://www.cruzeiro.org/lista-colunas.php" target="_blank">colunistas do Cruzeiro.Org</a>. O link está na coluna ao lado:</p>
<ul>
<li><strong>João Chiabi Duarte</strong>, em Lembrando um Clássico Marcante da História &#8211; <em>São quase 26 anos de diferença, mas, quantas coincidências&#8230; E como recordar é viver, porque não falar de uma PÁGINA HERÓICA IMORTAL? &#8211; Nada como a lembrança de uma conquista que mudou a história do Cruzeiro para marcar este período que a gente está vivendo. Nossa torcida anda tensa e apreensiva, pois, tem sobrado incursões para nos tirarem a confiança nas nossas forças, capitaneada como sempre pela incrível imprensa mineira. Vejo todos os dias os torcedores elogiando as contratações e o timaço formado do outro lado da Lagoa. A coisa era mais ou menos parecida há 26 anos atrás.</em></li>
<li><strong>Jorge Schulman</strong>, em O Clássico da Intolerância &#8211; <em>Quando a Federação Mineira de Futebol (FMF) divulgou que os jogos entre Atlético-MG e Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro 2010 terão torcida única, e que a definição foi tomada após reunião com representantes das duas equipes para garantir a segurança dos torcedores, fiquei com um sabor amargo de impotência, sou sincero. O que nos resta dessa medida, senão aceita-la e assumirmos que os dirigentes acreditam que a violência de maneira geral se combate proibindo o encontro em espaços coletivos, e que, todos, pagamos as consequências?</em></li>
<li><strong>Wilson Flávio</strong>, em Troca de Chefe &#8211; <em>Troca de chefe traz alguns efeitos positivos. O funcionário encostado enxerga uma nova chance de entrar nos planos. O funcionário boicotador precisará perder um tempo para conhecer a nova chefia e traçar os novos planos de boicote. Funcionário que estava em alta com a chefia antiga não quer perder o posto, o que o leva a mostrar serviço para o novo comando. O cliente, por sua vez, passa a acreditar que, sob nova direção, o serviço deve melhorar.</em></li>
</ul>
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		<title>Jonas: &#8220;Gente, eu e o Rodrigo somos amigos&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10: André Kfouri, em seu blog: Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do<strong> Cruzeiro 2×2 Grêmio</strong>, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:</p>
<ol>
<li><strong>André Kfouri</strong>, em seu blog<em>: <strong>Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto</strong>. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré mesmo. Não é da Raposa e nem do Galo.</em></li>
<li><strong>Mário Marcos de Souza</strong>, em seu blog<em>: Em Sete Lagoas, interior mineiro, <strong>o Grêmio ficou tão frustrado com o empate em 2 a 2, em um jogo em que foi melhor, que o vestiário entrou em crise no fim</strong>. Segundo relato do repórter André Silva, Jonas e o zagueiro Rodrigo brigaram no vestiário, chegaram a partir para a troca de tapas e tiveram de ser contidos pelo técnico Silas. Silas negou. Para ele, foi apenas uma discussão normal de vestiário, típica de um grupo que luta até o fim pelas vitórias. Em campo, jogando com três zagueiros, o Grêmio dominou o Cruzeiro, esteve sempre em vantagem (Borges e Douglas marcaram), mas cedeu o empate em duas falhas da defesa (Henrique fez os dois de cabeça). No segundo tempo, o Grêmio seguiu melhor. Jonas fez um gol de falta, mas surpreendentemente foi substituído pelo técnico logo depois, deixando o time sem seu melhor atacante. A maior frustração do torcedor do Grêmio certamente foi ver a equipe desperdiçar uma vitória que seria fundamental nesta altura do campeonato. Terá de partir para a recuperação.</em></li>
<li><strong>Vitor Birner</strong>, em seu blog:<em> <strong>O 1° tempo em Minas Gerais se desenrolou em ritmo lento</strong>. No minuto final, Borges fez 1&#215;0 para os visitantes e ajudou a mudar a história da segunda etapa. O Cruzeiro voltou do vestiário com Sebá, atacante, no lugar do lateral Rômulo. Mostrou mais pegada, empatou antes dos 2 minutos com Henrique, e foi ao ataque tentar a virada. A partida ficou imprevisível. Ambas as equipes criaram oportunidades suficientes para chegarem ao gol. Quem o fez primeiro foi Jonas, pelo Grêmio, aos 34. Henrique igualou o jogo aos 40, premiando a luta da Raposa na etapa final. O Grêmio segue na zona de rebaixamento.</em></li>
<li><strong>Wianey Carlet</strong>, em seu blog<em>: O Grêmio não para de errar: Se não tivesse falhado no final do jogo, o Grêmio teria derrotado o Cruzeiro, voltaria para casa fora da zona da morte e não teria havido a lamentável briga no vestiário, após a partida. Este reprovável acontecimento não deveria ser maquiado por Silas e pelos dirigentes. Nessas ocasiões, melhor é assumir o erro e tomar as providências cabíveis. Victor, mais uma vez, falhou. Tem sido uma rotina. <strong>E Silas cometeu a proeza de substituir Jonas quando este acabara de marcar o segundo gol e se constituía em figura de destaque do time</strong>. O Grêmio anda mal porque muitos erros estão sendo cometidos. Em todos os níveis. Está na hora de Silas acertar e manter uma escalação e um esquema tático. Nem que seja preciso afastar medalhões que jogam como se estivesse fazendo um favor ao Grêmio.</em></li>
<li><strong>Valdir Barbosa</strong>, gerente de futebol do Cruzeiro<em>: <strong>Tivemos uma rápida reunião agora por telefone, o presidente Zezé Perrella, o Dimas Fonseca e eu, e rapidamente o presidente definiu que os nossos dois próximos jogos marcados aqui para a Arena do Jacaré, contra o Prudente e o Vitória-BA, serão disputados em Ipatinga.</strong> Já tínhamos confirmado para o Parque do Sabiá Corinthians, Flamengo e Internacional. E a sequência seguinte a gente vai avaliar nesta semana para sabermos onde jogaremos e não estamos descartando definitivamente a Arena do Jacaré. Hoje (domingo), ao meio dia e meia, estávamos acabando de almoçar, e veio a notícia de um acidente na BR-040. Procuramos nos informar, ligamos para a Polícia Rodoviária Federal e para as pessoas do Cruzeiro que estavam transitando para saber como estava a estrada. Os jogadores já estavam no quarto descansando para a palestra e tivemos um corre-corre, chamamos todo mundo para descer e anteciparmos a vinda para Sete Lagoas. Tivemos que buscar uma alternativa, passamos por Pedro Leopoldo, uma estrada que não dá nenhuma segurança para circulação de ônibus, ainda mais em uma velocidade um pouco maior. Duas pistas simples sem acostamento. Você coloca em risco os jogadores do Cruzeiro e as pessoas que transitam nessa estrada. Não se pode praticar futebol profissional sem saber que horas vai ser a preleção, que horas vai sair da Toca da Raposa, se vai chegar a tempo. O pessoal do doping ficou preso. A sorte é que o doping é depois do jogo. E se o trio de arbitragem não estivesse informado e fica preso na BR-040? O Cruzeiro avisou ao Grêmio e eles sairiam pela 040. A coisa está meio complicada. </em></li>
<li><strong>Cuca</strong>, treinador do Cruzeiro<em>: <strong>Para um time grande, de estatura competitiva como o Grêmio, o campo irregular torna as coisas mais difíceis para a gente</strong>. Acho que o placar foi justo, até pelo que as duas equipes fizeram em campo. O Grêmio por uma parte e nós pela busca do resultado até o final. Não sou de chorar, mas nos fizeram muita falta alguns jogadores. Nós tentamos uma estratégia no primeiro tempo com o Jonathan no meio e não deu. Antes do intervalo passamos ele para o lado do campo e o Rômulo por dentro, e também não surtiu efeito. Quando tomamos o gol e fomos para o vestiário, tínhamos que voltar e empatar em cinco, dez minutos, senão não empataríamos mais. Pusemos um atacante na direita, o Sebá, um na esquerda, o Thiago, e fizemos um 4-3-3. O Grêmio não conseguiu encaixar a marcação e nós fizemos o gol. Estávamos melhor, até tomar o gol. Aí tivemos que nos superar e buscar o empate na base da raça, com a cabeçada do Henrique. Pelo que foi o jogo, o empate não foi um mau resultado. No segundo tempo nós tivemos uma atitude diferenciada. Temos ter essa atitude desde o começo. Nós buscamos o resultado com os meninos jogando, o Reina, o Sebá, o Fabinho improvisado na zaga e muito bem por sinal. A gente tem que analisar o jogo, ver o que pode melhorar para o futuro. Tudo está em aberto, podemos melhorar muitas coisas. </em></li>
<li><strong>Henrique</strong>, volante do Cruzeiro<em>: <strong>Nunca tinha marcado dois gols em uma mesma partida como profissional, só na base.</strong> <strong>E também faltava um gol de cabeça na minha carreira. Felizmente acabei marcando dois desta vez</strong>. Isso é trabalho, o Cuca me posicionou bem. É trabalho, dedicação e fico muito feliz por conquistar isso, por ajudar a equipe. Fico chateado em ficar de fora do clássico, que é muito importante para as duas equipes. A gente vem há três anos jogando contra o Atlético-MG, tendo vitórias contra eles. Mas, por outro lado, fico tranqüilo porque nosso elenco está bem servido e quem entrar, com certeza vai dar conta do recado e vai ajudar o Cruzeiro a buscar a vitória, que é o mais importante. </em></li>
<li><strong>Jonathan</strong>, lateral-direito do Cruzeiro<em>: <strong>Aqui já deu. Isso vai beneficiar os outros times. Foi assim contra o Goiás, foi assim hoje. A nossa equipe é muito técnica, precisa de espaço para jogar. Todas as vezes que o Cruzeiro joga num campo menor, nós temos dificuldades, porque são jogadores leves e rápidos e, às vezes, não temos tempo de fazer isso. Ainda mais com o gramado do jeito que está, a bola quica muito</strong>. A minha é a (camisa) 2. O Cuca percebeu isso logo no início do 1º tempo, eu estava meio perdido. Não posso dizer nunca, já joguei por essa função, mas fiquei um pouco perdido. Não estou acostumado com o Rômulo, a gente tem de ter entrosamento melhor, mas a minha preferência é a lateral direita, sem dúvida nenhuma. </em></li>
<li><strong>Cláudio Caçapa</strong>, beque do Cruzeiro<em>: <strong>É o que nós temos. A gente queria jogar no Mineirão. Mas não dá para culpar o campo. Nós não fizemos um bom jogo.</strong> Nosso time é de toque de bola. Nós não conseguimos trocar passes. </em></li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong>, atacante do Cruzeiro<em>: Sem dúvida, no 2º tempo, se a gente não fez aquele jogo tecnicamente bom, a gente voltou com mais pegada, mais vibração, encurtando os espaços do Grêmio, na base da garra, da determinação. <strong>Quando não dá na técnica, tem que ir na raça. As duas vezes em que a gente buscou o empate, foi na base da raça, corremos atrás e conseguimos ao menos o empate.</strong> A gente esperava vencer, não importa o placar. Na medida do possível, a gente procurou se superar. Conseguimos o empate, que não foi o resultado que a gente gostaria, mas melhor somar um ponto do que nada. No todo, acho que nossa equipe não foi bem. Coincidência ou não, nos dois jogos (Goiás e Grêmio) nesse campo, a apresentação nossa não foi tão boa. Não é porque empatou. Contra o Goiás, a gente já tinha alertado. Não podemos usar como desculpa, porque o campo é ruim para os dois lados. Os jogadores do Grêmio a todo momento reclamaram do campo. Nesse estádio, não tem condição de acontecer esse tipo de jogo. </em></li>
<li><strong>Jonas</strong>, atacante do Grêmio<em>: Gente, eu e o Rodrigo somos amigos, eu nunca tinha trabalhado com ele, é a primeira vez. Não tem nem o que falar dele porque a gente brinca muito. Não houve nada, só houve discussão e não só eu e ele, mas todo o elenco. Não queríamos tomar um gol no final do jogo e também houve discussão sobre a arbitragem. <strong>Não podemos brigar entre nós, mas sim com os adversários</strong>. </em></li>
<li><strong>Rodrigo</strong>, beque do Grêmio<em>: <strong>Não aconteceu nada</strong>, eu não sei nem o que colocaram. Estão falando que discutimos, mas isso é uma coisa de jogo. A gente está vendo que todos os jogos estamos sendo prejudicados e ninguém faz nada. Se houvesse agressão não se chegaria a lugar nenhum. Se tiver brigando e nessa situação estaríamos acabados. Não houve nada, discutimos situações de jogo e a questão da arbitragem. </em></li>
<li><strong>Borges</strong>, atacante do Grêmio<em>: O gol saiu em um momento importante e espero que a gente saia dessa situação. O campo está muito ruim, com o gramado ondulado e está difícil ficar tabelando. A gente tem que jogar sério para sair com o resultado. <strong>Não teve nada de agressão. O que aconteceu é que nós jogadores saímos muito chateados com a arbitragem.</strong> E fica complicado para nós jogadores falarmos sobre isso, tem que deixar para a diretoria. E quando se trabalha igual estamos fazendo e os resultados não saem, a gente fica muito irritado. Estávamos conversando entre a gente, e essas cobranças tem que existir. Nós corremos, conseguimos fazer dois gols e merecíamos sair com a vitória. Mas tem também o detalhe do campo, que é horrível e fica difícil tocar a bola. Acho que o Grêmio encontrou uma forma boa de jogar fora de casa e vamos evoluir. </em></li>
<li><strong>Silas</strong>, treinador do Grêmio<em>: <strong>É normal os jogadores discutirem após o jogo</strong>. Não aconteceu nada demais, todos estavam de cabeça quente, mas é natural devido ao resultado do jogo. Não teve nada disso. Foi uma discussão normal no vestiário e vocês (da imprensa) estão querendo criar uma notícia que não existe. O que aconteceu foi uma cobrança mútua entre os jogadores, que já aconteceu outras vezes. A diferença é que essa vocês (da imprensa) viram. &#8211; Nunca tive problemas com arbitragem. Fui expulso porque estava conversando com o trio de arbitragem, como sempre faço. Mas desta vez ele me expulsou. O Grêmio é muito grande, e não pode haver isso que aconteceu aqui hoje. O jogo foi muito difícil, contra um adversário qualificado. E acho que a questão do gramado não tem nada a ver. Os jogadores dos dois times brigaram pela bola, e dentro de campo a partida foi muito boa e disputada. </em></li>
<li><strong>Luiz Onofre Meira</strong>, assessor de futebol do Grêmio<em>: Considero absolutamente normal. Os jogadores estão juntos e todos mostram que houve somente um desentendimento sem nenhum agravante. Eu já vi muitas vezes isso acontecer, não só aqui no Grêmio.<strong> É normal, o que prevalece é que há indignação pelo resultado e a situação que vivemos</strong>. </em></li>
<li><strong>Duda Kroeff</strong>, presidente do Grêmio<em>: <strong>Não tem nada de anormal, vi isso acontecer umas 300 vezes no futebol. É bom e positivo</strong>. Há uma indignação muito grande por tomar um gol no final. É o que achamos que estava faltando, mas ficou provado que não está. </em></li>
<li><strong>Arísio França</strong>, no PHD: Eram <em>previsíveis as dificuldades que o Cruzeiro teria na armação de jogadas com a ausência do Gilberto e a falta de um substituto. Acho que o Cuca até acertou ao apostar no Jonathan. Como não funcionou, além da atuação ridícula do Robert mais a jornada pouco inspirada do Thiago Ribeiro o time fui uma nulidade no campo ofensivo. <strong>Os gols premiaram toda a vontade e raça do Henrique</strong>. Fará muita falta no clássico.</em></li>
<li><strong>Edenílson Marra</strong>, no PHD: <em>Fui de novo à Arena do Jacaré. O 10 do Grêmio, Douglas, joga muito. Foi o melhor gremista em campo.<strong> Entre os cruzeirenses, o melhor foi Henrique disparado.</strong> Robert tem muita disposição e pouca técnica. Reina me surpreendeu. Pode ser trabalhado pra se tornar uma opção para o time. Everton começou bem, depois, sumiu. Rômulo e Jonathan bateram cabeça no 1º tempo. Depois que voltou para lateral, o Jonathan melhorou.</em></li>
<li><strong>Naldo Morato</strong>, no PHD: <em>Ótimo resultado este empate com Grêmio, principamente, porque estivemos por duas vezes atrás no placar. Não podemos esperar muito de um time que tem carências na zaga, na armação e no ataque. Fabinho na zaga, Everton de armador, Jonathan no meio campo e Robert no ataque. Robert consegue ser pior que o WP, mas é injusto cobrar muito dele com um time sem armação, em que a bola pouco chega ao ataque. O time ressente muito dos jogadores ausentes. E os reforços ainda não estão a disposição. No curto prazo, a coisa vai ser muito complicada. <strong>E o Reina parece que tem habilidade, mas está sendo improdutivo. Vamos ver se com o tempo, melhora.</strong></em></li>
<li><strong>Bruno Barros</strong>, no PHD: <em>Henrique jogou por ele e mais dez. Fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro. Marcou, passou, chegou e fez gol. Sem dúvida, vai receber nota dez na Bola de Prata. Mas tomara que ele não seja convocado, pelo menos agora enquanto a janela tá aberta. Depois, não só pode como deve. <strong>Nesses 3 últimos jogos ele arrebentou. Jogou demais. Faz tempo que eu não via uma situação assim: todo mundo jogando mal desde o início e o Henrique muito bem o tempo todo. Eles carregou o time nas costas. Bateu escanteio e correu pra cabecear. Impressionante.</strong></em></li>
</ol>
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		<title>Gilberto aliou técnica e disposição</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Santana</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Atuações dos celestes e seus adversários no <strong>Cruzeiro 1&#215;0 Goiás</strong>, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:</p>
<ul>
<li><strong>Fábio</strong> &#8211; Bobeou ao tentar controlar uma bola, que, na sequência resultou em gol do Goiás. Pra sua sorte, o bandeira viu empurrão de Moura em Caçapa e anulou a jogada. Nos demais lances, esteve bem. E fez ao menos uma defesa difícil em falta cobrada por Wellington Saci.</li>
<li><strong>Jonathan</strong> &#8211; Lateral-lateral, marcou muito, apoiou pouco. Jogando assim, não voltará a ser eleito o melhor do campeonato em sua posição, mas deixará a defesa bastante compacta.</li>
<li><strong>Gil</strong> &#8211; O melhor da defesa. Quando foi à caça, abateu atacante ou bola. Os dois juntos não passavam por ele nem com reza brava. E ainda salvou gol certo no final.</li>
<li><strong>Cláudio</strong> <strong>Caçapa</strong> &#8211; Espanou qualquer objeto esférico que encontrou pela frente.</li>
<li><strong>Diego Renan</strong> &#8211; Lateral-lateral, numa das poucas vezes em que foi ao ataque, iniciou a jogada do gol.</li>
<li><strong>Fabinho</strong> &#8211; Foi apenas um cabeça de área a mais na hora so sufoco.</li>
<li><strong>Henrique</strong> &#8211; Muita marcação, pouca liberdade pra atacar. Cumpriu ordens e saiu-se bem dentro das limitações impostas pelo novo esquema.</li>
<li><strong>Fabrício</strong> &#8211; Marcou bastante, mas teve mais liberdade pra atacar do que o parceiro de volância. Boa atuação.</li>
<li><strong>Roger Galera</strong> &#8211; Tem se esforçado pra conquistar a galera. Dá carrinhos, suja a bunda, molha a camisa, mas a bola e a criatividade continuam murchas. E o pior, pra ele, é que o Montilla vem aí&#8230;</li>
<li><strong>Francisco Everton</strong> &#8211; Outro volantão pra segurar o ímpeto do Goiás.</li>
<li><strong>Gilberto</strong> &#8211; O melhor em campo. Saiu várias vezes de sua posição na linha média para construir jogadas de grande categoria nas proximidades da área do Goiás. Na mais bonita, marcou um golaço. Em outra, faltou pernas pra um arremate mais potente e a bola ficou com o goleiro. Desmentiu, com sua grande atuação, o lugar-comum de que jogador convocado pra Seleção Brasileira volta em má fase.  </li>
<li><strong>Thiago Ribeiro</strong> &#8211; Muita disposição, pouca inspiração, e ninguém com quem dialogar. Saiu mais cedo.</li>
<li><strong>Robert</strong> &#8211; Teve uma chance, mas brigou com a bola e ela acabou fugindo pela linha de fundo.</li>
<li> <strong>Wellington Paulista</strong> &#8211; Participou da jogada do gol meio sem querer, pois tentou resolver sozinho antes de pensar em tabelar com Gilberto. No restante do tempo, caiu, fez faltas, reclamou, recebeu cartão amarelo e distribuiu sorrisos. Muito simpático, pouco efetivo.</li>
<li><strong>Cuca</strong> &#8211; Seu esquema com dois meias é ilusório. Gilberto foi secretário de lateral-esquerdo e Roger tem tantas obrigações defensivas que chega extenuado ao ataque. Entre o meio de campo apinhado de volantes defensivos e os dois atacantes, ficou imenso território aproveitado pelos armadores do Goiás. Como o que importa, no final das contas, são os três pontos, a torcida aceitou sorridente o acúmulo de cabeças de área. Na primeira derrota, contudo, a chiadeira é certa.</li>
<li><strong>Torcida</strong> &#8211; Comparecimento ridículo. Apoio moderado. Mas como não vaiou na hora do aperto, o que normalmente aconteceria no Mineirão, merece um salve.   </li>
<li><strong>Juiz &amp; Bandeiras</strong> &#8211; Dois gols do Goiás foram bem anulados. O único erro foi um impedimento de Robert mal assinalado, o que não comprometeu o desempenho do trio.</li>
<li><strong>Goiás</strong> &#8211; Não gosto dos times armados por Emerson leão, mas reconheço nesse Goiás uma equipe bem organizada, embora não tenha nem sombra de craque. Com refugos catados aqui e ali, o treinador montou uma equipe consistente que dominou a maior parte do jogo e só não venceu porque um centroavante afoito desperdiçou dois lances decisivos. No primeiro, entrou em impedimento, no segundo cometeu falta na hora de finalizar. Saci, Otacílio e Romerito foram os melhores da equipe verde.</li>
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