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Jonílson: “Está na hora de voltar a ser grande”

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.

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Mestre Zelão, ídolo da facção over 50

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

João Chiabi Duarte

Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.

Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.

Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.

Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.

A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.

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Olé: “Foi quente como um Brasil x Argentina”

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.

  1. Henrique, volante do Cruzeiro: O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
  2. Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
  3. Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
  4. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
  5. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
  6. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição. 
  7. Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
  8. Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça.  Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
  9. Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
  10. Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
  11. Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando  tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
  12. André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
  13. Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá.  E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
  14. Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
  15. Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
  16. Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
  17. Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
  18. Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
  19. Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
  20. Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!

Pesquisa: Romarol e JS

Copa SP, Cruzeiro 1×0 Paraná: Sem brilho

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Após um minuto de silêncio para lembrar as vítimas do terremoto que arrasou o Haiti, Cruzeiro, todo de branco, e Paraná Clube, com o tradicional uniforme azul e vermelho, iniciaram a decisão de uma vaga para as oitavas-de-final da Copinha.

1º tempo

Os paranenses começarm mais espertos e descolaram dois escanteios no 1º minuto. Bem postado, o trio final celeste, com Gabriel Vasconcelos, Deivisson e Wesley, despachou as bolas levantadas pelo armador Vinícius.

Os minutos iniciais foram dos paranistas. Somente aos 5, Hyago levou o Cruzeiro ao ataque, indo à linha de fundo, pela esquerda, e arrematando cruzado. Rodolfo desviou a bola pra escanteio. Dudu cobrou, pela esquerda, jogando a bola na entrada da pequena área. Acossado por Wesley, Marcelo Carvalho chutou a bola contra seu próprio arco: Cruzeiro 1×0.

O Paraná teve chance de empatar aos 10 quando o centroavante Caio fez o pivô e rolou pro arremate forte de Vinícius. A bola passou rente ao poste esquerdo do arco de Gabriel Vasconcelos.

O Paraná, jogando no 3-6-1, avançou os alas e aproximou da área seu jogador mais talentoso, Vinícius, para pressionar a saída de bola celeste. O Cruzeiro, jogando no 4-3-2-1, tinha em Marquinhos e Eber dois leões-de-chácara a proteger sua bequeira.

Na frente, Dudu, sem posição fixa, e a dupla Allan Jr. e Sebá confundiam a defeza paranista com seus deslocamentos deslocamentos. De trás, apareciam, como surperesa, Elber e Hyago.

Aos 17, Vinícius cobrou falta, de fora da área, no ângulo superior direito de Gabriel, que voou pra mandar a bola a escanteio. Um minuto depois, Hyago avançou pela esquerda e chutou forte. A bola se aninhou nas redes, pelo lado de fora.

Aos 20, Vinícius voltou a chutar forte para outra boa defesa de Gabriel. O Cruzeiro retomou o controle das ações e aos 28, Elber foi ao fundo, pela direita, e cruzou com força. Rodolfo defendeu parcialmente, mas Sebá não conseguiu arremtar para as redes.

O campo, curto, estreito e de piso irregular não favorecia o toque de bola. Os dois times atacavam privilegiando a força em detrimento do talento. Aos 39, Caio foi puxado na entrada da área. O juiz mandou seguir, pois o centroavante ficou com a bola. Mas ele a perdeu bisonhamente e ficou pedindo pênalti, sem razão.

Aos 43, Gil cobrou falta pela direita, Sebá subiu mais do que a zaga e desviou de cabeça. Deivisson chegou uma fração de segundo atrasado e não conseguiu marcar o gol.  O troco veio aos 47. Wesley parou Caio com falta na entrada da área e levou cartão amarelo. Vinícius desperdiçou a cobrança chutando a bola por cima do travessão.

2º tempo

O Cruzeiro voltou com Gabriel Araújo em lugar de Hyago. A mudança fez o time eprder uma arma ofensiva poderosa. O Paraná dominou, com mais vontade do que bola os minutos inciais.

Aos 7, contudo, Elber cobrou falta na direita, mas Allan Júnior chegou atrasado e não conseguiu fazer o 2º gol. Os paranaenses desperdiçaram boa chance aos 11 quando gabriel Vasconcelos defendeu chute forte de Vieira, de fora da área.

Aos 12, Alexandre Grasselli trocou Dudu por Anderson Uchoa. O time celeste ficou mais forte na contenção, mas perdeu a capacidade de armar jogadas pelo meio.

Os paranistas continuaram forçando. Aos 14, Washington desvencilhou-se do carrapato Marquinhos, driblou Wesley, que não dividiu a sério por ter cartão amarelo, invadiu a área, deslocou Gabriel, mas a bola saiu rente ao poste esquerdo, pela linha de fundo.

Aos 16, Fernando Kenor começou a mudar o sistema de jogo paranista, trocando o armador Washington pelo atacante Dieguinho.

Aos 17, Wesley sentiu distensão na coxa direita e foi substituído por Murilo. A essa altura, o Cruzeiro já havia perdido a capacidade de concatenar jogadas na meia cancha e vivia de esticões dos beques e volantes para Sebá e Allan Jr., bem marcados pela defesa tricolor.

Aos 23, o gigante de 1m91 e 93Kg, Diego Alemão saiu de campo carregado, quase matando os maqueiros encarregados doc arreto. Em seu lugar entrou Diego santos e o Paraná Clube passou a jogar num arriscado 3-4-3.

O Cruzeiro estranhou a mudança paranista e sua defesa passou a  ter dificuldades com tantos atacantes pela frente. Alexandre Grasselli arrumou a casa gritando na beirada do campo.

Aos 29, Allan Júnior concluiu com um peteleco um bom ataque. Rodolfo defendeu sem maiores problemas. Na sequência, Marquinhos desceu o sarrafo em Vinícius e foi amarelado.

Aos 34, Gabriel Araújo cruzou forte, da esquerda, Rodolfo pegou a bola com dificuldade. Rapidamente, todo o time celeste se recompôs colocando 11 jogadores atrás da linha da bola. Num campo pequeno,  isto foi uma maldade com os paranistas, que sem habilidade no trato com a bola, tinham de chutar de qualquer distância.

Esses chutes renderam uma sucessão de escanteios, que obrigaram Gabriel Vasconcelos a mostrar habilidades de socador de bolas. Mas, além da competência, ele precisou também da sorte aos 43, quando Marcelo carvalho encontrou Aamuri livre na parea e fez o lançamento. O defensor não teve categoria pra escolher um canto e chutou de qualquer jeito, mandando a bola por cima do travessão.

Os doisúltimos lances significativos ocorreram aos 45 e 46, quando Allan Júnior e Vinícius chutaram a gol de fora da área. Em ambos, a bola foi parar na linha de fundo.

Antes do final da partida, aos 48, Vinícius sentiu câimbras. Um atestado de seu esforço em busca do empate. E Caioo ainda teve tempo de apelar com uma bolada nas costas de Gabriel Araújo, que lhe valeu um cartão amarelo, sua última lembrança da Copinha.

Foi  partida menos inspirada do Cruzeiro no torneio. Elber e Allan Júnior, que estiveram tão bem nas anteriores, não luziram dessa vez. Em contrapartida, bequee e volantes de contenção trabalharam feito gente grande. E Gabriel Vasconcelos defendeu todas as bolas que passaram por seu raio de ação.

Resumo da ópera: não foi bonita, mas foi justa a vitória celeste.

  • Cruzeiro 1×0 Paraná clube, quinta-feira, 14jan10, 16h, Estádio Vereador José Feres, Taboão da Serra, 16 Km de São Paulo, décima-sextas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior – Juiz: Marcelo Krochmalnik (SP) – Bandeiras: Clademir Alves Bento e Juliano Rogério Vecchio (SP) – Amarelos: Gil, Sebá, Wesley, Marquinhos, Gabriel Araújo (Cru); Diego Volpini, Caio (Par) – Gol: Marcelo Carvalho, contra, 5 do 1º tempo - Cruzeiro: Gabriel Vasconcelos; Gil, Deivisson, Wesley (Murilo) e Hyago (Gabriel Araújo); Eber, Marquinhos e Elber; Dudu (Anderson Uchoa); Sebá e Allan Júnior. Tec: Alexandre Grasseli / Paraná Clube: Rodolfo; Diego Alemão (Diego Santos) e Marcelo Carvalho; Amauri, Diego Volpini, Vieira, Victor (Jean); Washington (Dieguinho), Vinícius e Helber; Caio. Tec: Fernando Kenor.

5º Encontro do PHD

sábado, 26 de dezembro de 2009

Dona Lucinha, Bar do Cruzeiro, Margherita, Sítio do Gegê, Maria das Tranças. É a 4ª vez que a Turma do PHD se encontra pra briritar e jogar conversa fora.

King Arthur organizou o 1º, o 2º e o 3º encontros, Elias, o 4º e, agora, Arísio, o 5º. Todos bem-sucedidos. E cada vez mais concorridos.

Desta vez, estiveram presentes (completem a lista, pois o blend de cervejas complicou a memória do Síndico):

  • Frede, Vinícius, Elias, Ismail, França, Rossi, Arísio, Sobrinho, Guilherme, Evandro, Romarol, Walisson, Xina, Velho Damas, Rogério, Dudu, King Arthur, Walfrido, Cotta, Haroldo, Hugo, Seixas, Sangue Azul, Malafaia, Danilo, Bittar e…

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Leopoldo Moura, um cruzeirense acadêmico

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.

  1. Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
  2. Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
  3. Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia)  e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
  4. Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
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Troféu Guaraná Dolly

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O Troféu Guará é um exercício de política dos jornalistas esportivos de Beagá. A Itatiaia não tem nada com isto.

Se a idéia de instituir o prêmio foi boa, a cabeça dos votantes não é. Eles confundem mérito com média.

Destarte, só nos resta oferecer aos injustiçados, por esqeucimento ou lembrança indevida, o Troféu Guaraná Dolly.

E os vencedores são:

  • Cartola Trapalhão – O Alixandre. Não pagou a conta de água, não ganhou título algum, não conseguiu condução pra ver seu time tomar de cinco num RapoCota, acusou juízes mineiros de complô sem apresentar provas, se deixou clicar com goleiro pelado atrás, demitiu treinador por telefone e terminou a temporada levando uma enquadrada pública do Juca pela contratação do Luxa. Ufa!

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Desconcentrar o futebol, uma obrigação

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Rodrigo Oliveira

Encerradas as séries B e C, – com a mácula de um jogo para 5 pagantes – ficaram definidos os clubes que disputarão as duas divisões mais importantes do Campeonato Brasileiro em 2010.

  1. SP: São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Barueri, Santos, Santo André, Guarani, Portuguesa, São Caetano, Bragantino, Ponte Preta, Guaratinguetá.
  2. RJ: Flamengo, Botafogo, Fluminense, Vasco, Duque de Caxias.
  3. MG: Atlético-MG, Cruzeiro , Ipatinga, América.
  4. GO: Goiás, Atlético-GO, Vila Nova.
  5. PR: Coritiba, Atlético-PR, Paraná.
  6. RS: Internacional, Grêmio.
  7. SC: Avaí, Figueirense.
  8. BA: Vitória, Bahia.
  9. PE: Náutico, Sport.
  10. CE: Ceará, Icasa.
  11. DF: Brasiliense.
  12. RN: América.
  13. AL: Asa.

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Sangue Azul: “A mudança tática foi espetacular”

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Comentários de blogueiros, jogadores e treinadores acerca do Cruzeiro 4×1 Coritiba, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 29nov09:

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