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O Bruxo de Uberlândia

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Maurício Garcia Vieira

Sou torcedor supersticioso. Cheio de manias. Em jogos do Cruzeiro, repito as roupas da última vitória e fico sempre no mesmo lugar.

E ainda obrigo sócios e familiares a seguirem rituais ditados pelas minhas mandingas nas ocasiões mais importantes.

E quando meu Cruzeirão perde, trato de pesquisar outros objetos e descobrir novas manias pra tentar  ajudar, de alguma forma, nosso time no compromisso seguinte.

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A. Kfouri: “Esta é uma das mais belas histórias…”

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Comentários de blogueiros e jornalistas sobre a festa de despedida de Sorin -Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, no Mineirão-, em 04nov09:

  1. Leandro Mattos, em seu blog : Em setembro do ano passado, mais precisamente no dia 05, falei sobre Sorín aqui no ‘Girando a Bola’. O argentino desembarcava em Belo Horizonte, carregado pela torcida celeste no aeroporto de Confins. Veio para se recuperar de uma lesão no joelho direito, com a esperança de voltar a defender a camisa estrelada, como já tinha feito antes, com raça e identificação com o clube azul. Quis o destino que o reencontro durasse pouco, pelo menos dentro de campo. No final de julho deste ano, cansado das lesões e da falta de oportunidades que elas significaram com Adílson Batista, o ídolo disse tchau para o mundo da bola. Foi um adeus sentido pela torcida. O argentino era um dos raros exemplos no futebol atual de jogadores que experimentam ligação mais estreita com as cores que defendem. Era diferente da maioria que não vê problemas em beijar um escudo à cada seis meses. Gente que troca de clube e de juras como se trocasse de roupa. Sorín se despede oficialmente dos gramados nesta quarta-feira, num esporte cada vez mais permeado por ídolos descartáveis.
  2. André Kfouri, em seu blog : Juan Pablo Sorín se despediu do futebol ontem, num amistoso entre Cruzeiro e Argentinos Juniors (2×1: Bernardo, Guerrón e Santibáñesz – 42.216 ingressos trocados por 90 toneladas de alimentos), no Mineirão. É uma das mais belas histórias de idolatria entre uma torcida brasileira e um jogador estrangeiro, o que deveria bastar para descrever sua última noite nos gramados. Mas não basta. Porque histórias como essa são cada vez mais raras. Foi bonito, mas é uma pena que tenha sido o fim. Imagino que seja esse o sentimento do cruzeirense, ao ver Juampi pela última vez vestido de azul.
  3. Mauro Beting, em seu blog : Sorín já havia conseguido a proeza de receber elogios –ou o silêncio elogioso– de atleticanos por tudo de lindo que fez pelo Cruzeiro. Para os mais de 40 mil que foram à despedida dele do fútbol, assim mesmo, na língua-mãe de Juampi, conseguiu mais uma vez se superar: fez brasileiros e argentinos falarem a mesma língua. Honrarem dos raros que vestiram camisas rivais com o mesmo amor. Como se fosse só uma. Como se ele realmente fosse só um. Grande Sorín. Como não tenho mais palavras, repito as que escrevi quando você anunciou a aposentadoria: Em campo, começava o jogo na lateral esquerda. Se a bola fosse do Cruzeiro de 2000 a 2002, ou da grande Argentina de Marcelo Bielsa no mesmo período, em segundos já estava na área rival, como se fosse centroavante, para subir de cabeça como um Yao-Ming de 1m73. Como mágica, no contragolpe rival, lá irrompria Juampi na área celeste para aliviar o perigo, para assumir a bucha, para ganhar as bolas que para ele não eram perdidas. Prefiro dizer que Sorín atacava e Juampi defendia. Porque, por vezes, tive a impressão de ver no Mineirão ou pela TV uma mesma camisa fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando não fez muito mais. E não só pelo Cruzeiro. Pergunte a algum atleticano se ele respeita e admira alguém pintado de azul. A resposta é “sim”. É Sorín. Vá além de Minas e pergunte nas gerais do Brasil: tem algum gringo que você gostaria ver não apenas jogando, mas suando por sua camisa? “Sim”. Sorín! Jogador Mercosul. Integração entre brasileiros e argentinos, cruzeirenses e atleticanos. Tão bom dentro quanto fora de campo. Daqueles que só fazem bem ao esporte e à vida. Tanto que, sabedor das más condições clínicas que não o fizeram ainda maior do que foi por estes trópicos, preferiu pendurar as imortais chuteiras a eventualmente prejudicar o Cruzeiro que tão bem defendeu – e atacou, e marcou, e correu. Não vá embora, Sorín. Ou vá como você ia ao ataque: vá e volte ao mesmo tempo.
  4. Mário Marra, em seu blog: A despedida do argentino Sorín foi mais um belo gol dele. Noventa toneladas de alimentos foram arrecadadas. Muitos vão se alimentar com isso. Construir uma imagem de craque pode até ser fácil, mas ser uma pessoa que quer e pratica o bem de forma natural e espontânea é mais complicado. Ao mestre Sorín o meu agradecimento por mais uma lição.
  5. Jaeci Carvalho, em sua coluna da edição online do Estado de Minas: O ídolo eterno – Hoje se encerra a carreira de um dos jogadores mais brilhantes do futebol argentino e um dos maiores ídolos cruzeirenses, mesmo tendo defendido o clube pouco tempo em relação a outros monstros sagrados que estão nas mentes e corações dos torcedores. Juan Pablo Sorín, argentino de nascimento, mas mineiro de coração, tem uma relação de amor com o torcedor, muito fácil de explicar: garra, vontade, determinação, suor e sangue foram os ingredientes usados por ele com o uniforme azul, que deixaram a galera enlouquecida, a ponto de lotar o aeroporto para recebê-lo de volta, ano passado. É verdade que, na última passagem, pouco jogou, por causa das contusões, mas nem essa ausência forçada o separou de sua gente, de seu amor. Acho essa aposentadoria prematura. Aos 33 anos, Sorín ainda poderia jogar muita bola, pois tem técnica e habilidade, qualidades em falta nos dias atuais. Não o considero o maior lateral-esquerdo da história do Cruzeiro, pois jamais o vi como lateral. Sempre o achei um jogador moderno, que ocupava todos os setores do campo e volta e meia aparecia na frente para fazer gols. Foi com esse espírito guerreiro que conquistou a massa, que esta noite lotará o Mineirão, para gritar pela última vez: “Rei, rei, rei, Sorín é nosso rei”. Poucas vezes, nos meus quase 50 anos, vi jogador tão amado por uma torcida em tão pouco tempo. Há atletas que passam uma década no clube e saem sem deixar saudade. Outros passam dois, três, quatro anos e deixam uma saudade eterna. Como Juampi, que fez da camisa azul sua segunda pele e logo se identificou com a marca Cruzeiro. Do primeiro ao último jogo, o desta noite, mostrou que ele e a equipe nasceram um para o outro. E a gente sabe que esse tipo de amor à primeira vista, verdadeiro e sincero, jamais termina. Sorín vai pisar o gramado do Mineirão, levando no colo sua maior riqueza, seu maior título, seu maior troféu: a filha, Elisabetta, que nasceu e vive em BH e, como Sorín e Sol, também vai amar nossa cidade. Com certeza, a emoção será indescritível. Ele sonhou pisar esse mesmo gramado contra o Estudiantes, na finalíssima da Libertadores. Mas acabou preterido. Desprezo que não lhe tirou o amor pelo Cruzeiro. As pessoas passam e a instituição fica. Sorín é grande o suficiente para assimilar esses golpes que a vida lhe prega. Esta será a sua grande noite. Pelo Mineirão, desfilarão craques de hoje e de ontem, como o chileno Marcelo Salas, Raí e Sócrates, entre outros. Sorín terá a honra de receber seu primeiro treinador, Ramón Yiyo, que o viu dar os primeiros toques na bola, no Societé Parque, em Buenos Aires; e também quem o levou à Primeira Divisão, no Argentinos Juniors, Luis Soler; além do brilhante José Pekerman, que o levou para a Seleção Sub-17, para a Sub-20 (campeã mundial) e lhe deu a braçadeira de capitão da Argentina na Copa da Alemanha’2006. Vários amigos estarão em BH e outros não puderam vir, devido a compromissos assumidos anteriormente.  Sorín, Sol e Elisabetta, anfitriões de primeira, esperam deixar a torcida feliz e emocionada. Na preliminar de Cruzeiro x Argentinos Juniors, haverá um jogo de artistas e, logo depois, show do grupo mineiro Skank. Um jantar encerrará a festividade. Noite inesquecível para quem pisou tantos gramados do mundo e honrou os torcedores com um futebol de técnica, garra e vontade de vencer. Quando o árbitro apitar o fim do jogo, Sorín dará sua última volta olímpica, saudará a plateia e agradecerá o apoio, carinho e amor que os torcedores sempre lhe dedicaram. Para ele, não será só o fim de uma carreira, mas também o começo de uma vida longe dos campos, que, com certeza, se estenderá a outros caminhos no futebol e no próprio Cruzeiro. Afinal, a vida do ídolo se confunde com a história do clube e de sua apaixonada torcida. Parabéns, Sorín, que Deus e São Judas Tadeu o iluminem sempre. A torcida do Cruzeiro lhe agradece por tudo. Até breve.
  6. Victor Pimentel, blogueiro do Blablagol: Estamos nos tempos de negociação no futebol. Se a coroada não vai se acostumar a isso e se lamentar, a turma mais nova não sabe o que é um jogador ficar 15 anos em um clube. Ora, use-se isso, não? Valorizar, criar e cultivar os ídolos do presente ajuda a criar uma identificação, e é dever do clube (qualquer que seja) forçar a barra para isso. Nós usualmente somos chatos quanto a ídolos de uma temporada, mas os mais novos são sedentos por ele. É bonito que alguém fale dos jogadores que não viu jogar, mas é impossível que tenham admiração sem um ícone de seu tempo. Parabéns ao Cruzeiro pela iniciativa.
  7. Evandro Oliveira, webmaster do Cruzeiro.Org:  Se alguns podem falar mal do técnico num jogo festivo, posso falar sobre outras coisas que ninguém fala. Devemos ressaltar que, a festa foi como foi e do porte que foi, com repercussão internacional, muito em função do desejo e da capacidade de um cara chamado Sorín. Muito, mas muito mesmo, do que foi feito, o foi por que o jogador determinou algumas coisas. Algumas negociações foram feitas porque “o Sorin quer assim”. Ele era o dono da festa em todos os sentidos e duvido que algumas pessoas no Cruzeiro tenham aprendido a fazer um evento como este ou queriam fazer como este. O Cruzeiro descobriu, a fórceps, o que a torcida (alguns rabugentos) vem dizendo há algum tempo. marketing esportivo como o feito com o evento do Sorín não é marketing de prateleira. Uma pena que a torcida do Cruzeiro ou ao menos garnde parte dela e a própria mídia, não consegue ver algumas coisas. Sorín vinha para Belo Horizonte para se tratar, o Movimento Volta Sorín conseguiu coisas que poucos acreditavam. O Sorin voltou! é isso que a torcida cantava ontem na despedida do jogador. A patuléia só tem que aplaudir. O Sorín foi dono da festa em toda a sua concepção e acepção. Só para não dizer que tudo são flores, não acredito que muita gente tenha aprendido alguma coisa. Alguns não aprenderam nada com as várias lições dadas Pelo Sorín. Gracias, Juanpi!

Estevam: “Bandeira errou; em seguida, tomamos gol”

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Comentários de protagonistas, jornalistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Botafogo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 18out09:

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Mattos: “O apetite azul merece reverência”

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Comentários de comentaristas da grande imprensa e do PHD sobre o Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, pela 29ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 12out09:

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Alixandre: “Estamos amargurados”

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Comentários dos protagonistas do Atlético-MG 0×1 Cruzeiro, pela 29ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 12out09:

  1. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Houve erro de posicionamento. Pedi uma coisa, fizemos outra e acabou sobrecarregando determinado setor. Se o Correa está penetrando e tem que sair o quarto zagueiro é porque alguma coisa está errada. A gente sabe onde é e tenta corrigir. Mas tem que relevar, pois futebol é assim. Vamos mostrar pros jogadores por que sobrecarrega determinado setor. Se não cumprir, sobrecarrega lá atrás. Gilberto saiu por não estar acompanhando, devido à lesão, à dor. Senti que ele não estava legal. No intervalo, ele disse que não estava se sentindo bem. Tentei corrigir essa marcação, mesmo abdicando de ter um meia e dois na frente. Fiquei com dois velocistas. Tentei eliminar o Correa, e mandei o Elicarlos marcar o Eder Luís. Com quatro jogadores de marcação, era possível neutralizar melhor. Infelizmente, a marcação não foi muito boa, devido ao desgaste, mas pela quantidade de jogadores no meio não era pra assistirmos como nós assistimos. Poderíamos ter encaixado melhor o contra-ataque. O jogo ficou com essa proposta no 2º tempo, mas não conseguimos encaixar um. Foi uma vitória da superação. Com todas as dificuldades, jogadores sentindo dor, Wellington lesionado, Gilberto também voltando de lesão. Isso acaba sobrecarregando, mas o importante é que eles se entregaram e estão de parabéns.
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As Sereias da Vila e os inevitáveis clichês

domingo, 11 de outubro de 2009

Hugo Serelo

Sempre que a Seleção Feminina de futebol está disputando Olimpíada ou Copa do Mundo, a imprensa retoma o velho papo de que “falta incentivo às nossas meninas”.

Mas, tão logo se encerram estas vistosas competições, ela é a primeira a se esquecer do que é futebol feminino.

Este ano, contudo, a Band está fazendo diferente ao transmitir a Libertadores Feminina 2009.

Vale a pena conferir os jogos das Sereias da Vila. O time do Santos é a base da Seleção Brasileira e as partidas costumam ter muitos gols.

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Cora Rónai: “Blogs estão ameaçados”

domingo, 20 de setembro de 2009

Cora Tausz Rónai, 56, filha do ensaísta e tradutor húngaro Paulo Rónai (Os Meninos da Rua Paulo, de Ferenc Molnár), casada com Millor Fernandes, foi a primeira blogueira do país (endereço do blog na coluna ao lado).

Jornalista e escritora, ela criou o caderno de informática e O Globo e milita em movimentos ecológicos e na defesa da imagem do Rio de Janeiro ela debateu com Fal Azevedo (Drops da Fal), 38, também blogueira de primeira hora, o futuro dos blogs.

Qual é a sua opinião sobre o tema, caro leitor?

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Pasmo e boquiaberto

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Pra encerrar o tema da sua demissão da função sem cargo de treinador, vou deixar claro: isto não tem retorno. Mas existem atenuantes. Ao menos, no que diz respeito à sua capacidade de continuar curtindo o jogo.

Pra voltar a ser técnico de futebol, você precisaria dominar informações que só uma equipe completa produz (e não lhe entrega): fisiologia, medicina, nutrição, psicologia do esporte, táticas estratégias das equipes rivais, pontos fortes e fracos dos jogadores adversários, regulamentos, contratos, interesses econômicos e outros itens fundamentais pra escalação do seu time e a definição de como ele deve jogar.

Desista, pois. Mas não desista de entender, mesmo que por alto, o basicão do ludopédio. Tente captar nas entrevistas dos treinadores, cartolas e jogadores – quase nunca nos comentários dos jornalistas- algumas informações.

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Se não for pedir demais

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Há tempos, o blogueiro deve um agradecimento aos comentaristas e leitores que têm apoiado sistematicamente o PHD.

Romarol tem se dedicado às pesquisas que resultam nos posts dos jogos do Cruzeiro e da rodada.

Assim como o Hugo Pegoraro havia feito no Campeonato Mineiro.

Mauro França escreve a melhor resenha de jogos da internet. Melhor do que as similares da mídia esportiva brasileira. E ainda manda posts de alta qualidade sobre temas afins ao futebol.

Marcos Pinheiro está sempre antenado nas torcidas. E mantém os leitores do PHD informados sobre qual contingente está aumentando e qual está definhando.

E não são apenas eles. Marcelo Cunha, João Chiabi, Paulo Sanchotene, Ronaldo Nazaré, Marcel Fleming, Leo Vidigal, Ernesto Araújo e muitos outros têm enviado ótimos posts.

A todos eles, muito obrigado.

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Fabinho: “Todos têm que marcar”

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Comentários de jornalistas e protagonistas do Vitória 3×3 Cruzeiro, pela 22ª rodada do Brasileiro, no Barradão, Salvador, em 30ago09:

  1. Jogão no Barradão, em que o Cruzeiro achou que os três pontos estavam no bolso, e levou dois gols após os 40 do segundo tempo.” (André Kfouri, em seu blog)
  2. “Jazer: estar morto, prostrado, enterrado. Parecia ser o caso do Vitória, que estava perdendo para o Cruzeiro, em casa, por 3 a 1 até os 40 do segundo tempo. Então Ramón e Roger fizeram dois gols, empatando o jogo. Nos acréscimos, o time baiano ainda perdeu uma ótima chance de vencer a partida.” (José Roberto Torero, em seu blog)
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Manda muito e paga pouco

sábado, 29 de agosto de 2009

Leopoldo Moura Jr.

Na semana passada, uma emissora de TV, em canal aberto, do governo argentino passou a transmitir os jogos de futebol da 1ª divisão – lá são 20 clubes também. Até então, os jogos eram transmitidos pela TV paga (os canais a cabo TSC e TyC, este último do grupo Clarín).

Sem entrar no tema poder público x iniciativa privada, gostaria de fazer alguns comentários a respeito dos valores envolvidos na questão, comparando-os com a nossa situação aqui no Brasil.

Pelo novo contrato, agora com o governo, os clubes argentinos vão receber 600 milhões de pesos, que equivalem a R$288 milhões, em um ano. O contrato anterior era de R$128 milhões.

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Birner: “O fim do jogo foi uma ‘bagunça boa’”

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Depoimentos e comentários de protagonistas e analistas do Cruzeiro 0×0 Santos, pela 19ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 16ago09:

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Arbitragem corporativa

sábado, 8 de agosto de 2009

Marcel Fleming

Toda vez que se fala de erros de arbitragem com o intuito de prejudicar este ou aquele time, como se diz na gíria as “garfadas”,  logo aparecem os panos quentes tentando levar sempre para a questão do erro “culposo” e não “doloso”. Ou seja, os repórteres e a mídia, de um modo geral, procuram contemporizar dizendo: “Ah, fulano é muito honesto, mas errou naquele lance”.

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Vendas e reposições nos últimos anos

sábado, 8 de agosto de 2009

João Chiabi Duarte

Vamos a um breve histórico das vendas e reposições do Cruzeiro desde a temprada mágica da Tríplice Coroa.

Em 2003, Deivid e Luisão saíram no meio do Campeonato Brasileiro, mas o Cris voltou e chegaram Márcio Nobre, Zinho, Alex Alves II (veio da Lusa) e Alex Dias como reposições.

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Pimba: “Deus tinha algo de bom pra mim!”

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

É duro ter que ler comentários após uma derrota tão besta quanto a de ontem.

Mas vamos, assim, mesmo o soar das trombetas após Cruzeiro 0×2 Atlético, pela 17ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 05ago09:

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Victor: “O Cruzeiro subirá na tabela sem sustos”

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Pitacos de quem viu ou particpou do Fluminense 1×1 Cruzeiro, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Marcanã, em 26jul09:

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Gávea em transe

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Primeiro foi o Muricy Ramalho, que acusou Cuca de tentar apeá-lo do comando do São Paulo.

Agora, são os jogadores do Flamengo a apontar o dedo acusador para o treinador recém-demitido.

  1. Cuca é um “traíra”?
  2. Os jogadores do Fla tramaram a queda o chefe?
  3. O repórter  é porta-voz dos atletas?
  4. Depois disto tudo, Cuca continua um dos 10 melhores do país?
  5. O Fla tem jeito?

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Andrey: “Deus sabe o quanto tenho trabalhado”

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Comentários sobre Cruzeiro 1×0 Avaí, pela 8ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 27jun09:

  1. Parabéns a todos, a começar pelo Adílson, que, mais uma vez, agiu corretamente, dentro das circunstâncias extremamente desfavoráveis do momento. Essa garotada é muito raçuda e muito boa de bola. Luisão, Vinícius, Matheus, Diego Renan, Dudu, todos ótimas promessas. No gol, Andrey, soberano, está tendo a oportunidade de demonstrar o motivo da indicação do seu nome pelo treinador. Jancarlos, boa atuação. Anderson, muito bom, reabilitando-se da má atuação contra o Barueri e dando-nos esperança, como opção para a Libertadores. Henrique, cada vez melhor e mais eficiente, lembrando, em certa medida, o grande Ademir Roque Keiffer. Bernardo, um craque em formação final. E esse Dudu, mais uma pérola garimpada pela nossa base. Joga muito esse menino. Excelente vitória, que dá moral pra decisão de quinta.” (Franklin Bronzo, torcedor)
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Qual é o seu Mineirão?

terça-feira, 23 de junho de 2009

Amplia-se a quantidade de pontos de encontro dos torcedores cruzeirenses. Em São Paulo, a torcida SampAzul escolheu o Minas, Tutu e Prosa, na Brigadeiro Luiz Antônio como seu QG. Em Brasília, a Embaixada Azul tomou conta do Chico Mineiro (na 104 Norte) e do Restaurante Mineiro (na 411 Sul). Na Florida, a Bakery 2000 anda cada vez mais agitada. Em Araçuaí, as entradas para o Cine Luz da Lua estão quase esgotadas. E a sua turma, onde vai se reunir, amanhã, pra assistir ao Cruzeiro x Grêmio? Divulguem, na lista de comentários, os endereços e condições para a frequência aos “estádios” celestes, mundo afora.

1996 em palavras

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Mauro França

A decisão da Copa do Brasil de 1996 deu o que falar. Confiram:

Antes

  • “Palmeiras faz jogo do ano nesta noite”. (Manchete do caderno de esportes da Folha de São Paulo, 19jun96).
  • “O trunfo para ganhar do Palmeiras é ser eficiente na marcação”. (Levir Culpi, na Folha de São Paulo, 19jun96).
  • “Chiii! Essas dores na virilha de Rivaldo… sei não. Sem Rivaldo, ou com o seu maior craque à meia-boca, e sem Elivélton e Flávio Conceição, o Palmeiras já entra em campo nesta noite, para decidir a Copa do Brasil, com problemas demais para o meu gosto. (…) O Palmeiras ainda é um timaço, mesmo com todos esses abalos. Logo, não há razões para pessimismos por parte dos palestrinos (…) Mas que é preocupante, ah, isso é.” (Alberto Helena Jr., na sua coluna na Folha, 19jun96).

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