Posts com a Tag ‘CBF’
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Mauro França
Para o primeiro jogo contra o São Paulo, pelas quartas de final da Libertadores, o Cruzeiro terá o desfalque importante de Leonardo Silva, suspenso.
Sem outra opção, Adilson escalou Thiago Heleno ao lado de Gil na zaga. Fabrício, mesmo sentindo dores na coxa, vai para o jogo.
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domingo, 9 de maio de 2010
Começa mais uma maratona futebolística. No 1º dos 38 atos do Campeonato Brasileiro. De olho nas quartas de final da Libertadores, Cruzeiro e Inter escalam times mistos.
O Cruzeiro vai em busca de seu 3º título nacional, enquanto o Inter, assaltado em 2005 e 2009, tenta sua 4ª conquista. Ao lado do Flamengo, os dois são os únicos clubes a terem participado de todas as edições do Brasileiro, desde 1971.
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Mensagem do nosso leitor Bolsoquark, torcedor do Nacional:
Estimados “torcedores” del Cruzeiro.
Como no hablo portugués, voy a tratar de escribir simple en español.
Soy hincha de Nacional y quiero felicitarlos por la clasificación y por el excelente equipo que tienen. Da gusto verlos jugar.
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Pergunta impertinente:
- O que teria acontecido se dupla RapoCota tivesse trocado os adversários da quarta-feira?
Destrinchando:
- O Cruzeiro tem time pra encarar o Santos?
- O Atlético-MG teria um estrategista pra neutralizar o Nacional e sua brava gente?
Velho Damas e Ex-Dylan estão dispensados de responder.
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Acabou-se. Tanto a festa que nós promovemos pra Cocota quanto nosso despeito e a incompetência do nosso time devem ser arquivados.
Esta semana tem Libertadores, Copa do Brasil e Morrinhão.
Tal qual fazem os rivais, sem o menor pudor, vamos vestir a camisa do Santos.
E torcer pro nosso time jogar pra valer em Montevidéu.
Um olho no Peixe, outro no Bolso. E preparar pra ouvir desculpas caso algo saia fora da ordem.
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sábado, 1 de maio de 2010
O gremista Paulo Sanchotene, de Porto Alegre, revela, pros leitores do PHD, seu mais recente sonho.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
No fim do mundo
Tem um tesouro
Quem for primeiro
Carrega o ouro
Os versos de Sidney Müller ilustram o que é a Libertadores. Um bom torneio pra quem chega à final. O que não fica claro no discurso dos cartolas celestes.
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domingo, 18 de abril de 2010
No Ibirapuera, Osasco 3×2 Rio de Janeiro. E time de vôlei feminino patrocinado pela Nestlé (o que é Sollys?) quebrou uma escrita de 4 anos de derrotas para as cariocas em finais.
Além de ter sido um jogão, rolou emoção extraordinária. Garotas chorando – mas jogando! – dentro de quadra. Torcida fazendo festa num ginásio lotado.
Impossível não comparar festa tão bonita e profissional com o futebol e suas marmeladas já assimiladas pelo torcedor.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
O Bispo convenceu alguns políticos paulistanos de que futebol em Sampa tem de acabar às 23h15. Tá encapetado, esse santo homem!
O que ele propõe é uma tolice, mas está dando trabalho e desgasta a emissora líder em audiência, que tem de defender sua grade programação abrindo o o flanco para a crítica de 3% dos torcedores, os camisolões.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Após 16 anos estudando uma decisão irrecorrível do STJ, o Jurídico da CBF chegou à conclusão de que o campeão brasileiro de 1987 é o Sport Clube Recife.
Nada de novo. O PHD dissecou a questão em vários posts. Não havia qualquer dúvida quanto ao aspecto legal. No esportivo, só teleguiados pela mídia flamenga insistiam no assunto tentando passar uma rasteira na Justiça.
O Fla perdeu a taça das bolinhas. Evaporou-se o hexa sem penta. Resta ao rubronegro carioca o título de campeão da Copa União, o torneio que resultou do golpe de estado perpetrado por cartolas e jornalistas em 1987.
Naquela ocasião, o 2º e o 4º colocados de 1986, Guarani e América carioca, respectivamente, foram rebaixados para um módulo que os golpistas -entre eles, o Cruzeiro- quiseram transformar em 2ª divisão.
Criciúma, 9º, Portuguesa, 11º, Inter de Limeira, 12º e Joinville, 14º, também foram excluídos do grupo dos 16 eleitos pra Copa União, que se queria a elite do futebol. E times que ficaram abaixo do 16º lugar -Inter, Santos, Santa Cruz e Goiás- foram integrados à suposta divisão de principal. Piada de mau gosto.
Acabou-se a lenga-lenga. A taça da bolinhas é do São Paulo, 3º penta campeão brasileiro de verdade. O 1º, o Santos Futebol Clube (61, 62, 63, 64, 65), não leva o troféu, porque ele não existia nos Anos 60. O 2º, a Sociedade Esportiva Palmeiras (60, 67, 72, 73, 93) também não e pelos mesmos motivos.
De hoje em diante, os rubronegros do Recife não têm mais que ficar esfregando a decisão judicial nas fuças de seus detratores instalados nas redações do Eixo.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Até há pouco tempo, o São Paulo não gostava da CBF. Depois, se apaixonou por ela nas Eliminatórias sul-americanas. Agora, a relação esfriou, de novo.
O ranço, desta vez, fica por conta da eleição no C13, o cartel que controla a grana do futebol brasileiro.
Juvenal Juvêncio, do São Paulo, está ao lado de Fabio Koff, presidente do C13, na chapa de situação pra eleição do C13.
A oposição é liderada por Kléber Leite e conta com apoio do presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
Nada do que os dois lados querem presta para a maioria dos clubes brasileiros. No máximo, interessa aos grandes e à CBF.
Mas o jogo de poder, que deveria ser uma questão afeta aos associados da tal organização, extrapola os bastidores.
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terça-feira, 23 de março de 2010
Juca tinha o presidente do Clube de Lourdes na conta de bom cartola. E, por causa do Juca, toda a galera da ESPN do B se derretia pelo loquaz dirigente.
Mas os dois se desentenderam quando o cartola contratou Luxa, desafeto do Juca. Saia justa e lá se foi cada um pro seu canto, ambos amuados.
Hoje, o cartola selou sua nova inimizade ao presentear o chefão da CBF, outro desafeto do Juca, com a rósea camisa atleticana.
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domingo, 14 de março de 2010
Um rápido passeio pela imprensa internacional revela a garra de um guarani, a malandragem fora de hora de cariocas e portenhos, e a solidariedade dos mestres do tênis.
Solidariedade que nos faz lembrar do silêncio covarde da CBF diante da crise humanitária por que passa o Haiti.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Saiu a tabela do Morrinhão. Começa a pintar um clima… De mutreta, obviamente. Basta lembra que o último terminou em marmelada.
Malandramente, CBF, Cartel dos 13 e Globo deram um jeitinho de colocar Fla x St. Pauli na abertura. Vão dizer que será o jogos dos hexas.
E o Sport com seu título de 1987 que se dane, pois vivemos no país do manda quem pode. E quem pode não precisa obedecer a lei, nem decisão judicial.
Mas o PHD que não tem nada a ver com as mutretagens dos espertalhões do Eixo, conta a verdade.
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quinta-feira, 4 de março de 2010
O kartola chorou. Maluf detonou.
- “Kalil fala para o torcedor que o campeonato é uma bagunça. Há 10 anos, oferecemos esse campeonato para as redes de televisão e ninguém quis transmitir de graça. Este campeonato dá a Cruzeiro e Atlético R$5 milhões para fazer oito jogos como mandante. No caso do Cruzeiro, que disputa Copa Libertadores, é a segunda melhor arrecadação. Temos problemas de arbitragens sim. Hoje o Jurandir não serve. Ano passado o Lincoln não servia. Nos anos anteriores, era a quadrilha da rua da Alfândega da CBF. Nós temos que parar com isso. Para ser campeão, tem que ter time bom. E o Cruzeiro tem time bom. Nós brigamos por aquilo que é interesse do Cruzeiro e fazemos bem.”
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Todo mundo se mexe, enquanto a CBF do Ricardão se finge de morto. Até o ditador venezuelano entrou na parada.
Enquanto isso, Ricardão sesfrega as mãos, pensando no lucro que a seleção dará à sua entidade. O castigo virá na África do Sul.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Quem manda no futebol mineiro? Hoje em dia, é o Cruzeiro. Mas nem sempre foi assim.
A história deve ser contada a partir do início do século passado, quando havia pelo menos três ligas importantes em Minas.
Uma sediada em Formiga, da qual pouco se sabe. Outras duas em Juiz de Fora e Belo Horizonte. A de Juiz de Fora definhou, embora tenha mantido campeonatos regionais até os nos 60.
Sport, Tupinambas e Tupi, de Juiz de Fora, e Ribeiro Junqueira, de Leopoldina, tiveram, cada um sua fase áurea no campeonato da Zona da Mata.
A vertente mais perene tem sua origem na LMDT, que cindiu nos Anos 30, mas voltou a se reunir e, claramente, dominou o futebol mineiro, desde o início dos Anos 40.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Henrique, volante do Cruzeiro: “O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
- Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
- Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
- Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição.
- Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
- Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça. Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
- Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
- Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
- Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
- André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
- Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá. E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
- Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
- Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
- Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
- Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
- Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
- Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
- Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!
Pesquisa: Romarol e JS
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
O mundo abraçou a causa do Haiti. Gente de todos os cantos está chegando ao páis devastado pra salvar vidas, alimentar os famintos, abrigar sem teto, controlar voos, limpar e policiar as ruas etc.
Os americanos, sempre tão criticados, estão na pole position do apoio. A Europa promete verbas gigantescas. Dentro de suas possibilidades, o Brasil também está batendo um bolão com soldados e ongueiros decentes.
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