Posts com a Tag ‘capitão’
quarta-feira, 10 de março de 2010
A Champions League dá régua e compasso. O que nmais Dunga precisa pra convocar certo?
Em Manchester, ManU 4xo Milan e a squadra rossonera foi a pique com todos seus brazucas.
Rooney estraçaiou. Já o pranteado R10, xodó de 100% dos mesa-redondistas da ESPN do B e da SporTV, pfui…
Em Madrid, Real 1×1 Lyon. O talentoso zagueiro Cris, de nobre estirpe azul-estrelada, comeu todos os merengues postos sobre mesa do Santiago Bernabeu e levou seu time às quartas-de-final.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
João Chiabi Duarte
Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.
Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.
Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.
Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.
A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Mauro França
Camarões, Gabão, Zâmbia e Tunísia.
CAMARÕES
- Outra grande potência africana. Vai para a sua sexta Copa, recorde na África. Camarões disputa pela 16ª vez as finais de CAN, sétima consecutiva. Depois de 1982, só ficou de fora uma vez, em 1994. Chegou à final seis vezes, conquistando 4 títulos (1984, 1988, 2000, 2002). Foi vice em 2008, batido pelo Egito. Tem ainda um título de campeão olímpico, em 2000. É o 1º do ranking africano e o 11º do mundial. Camarões tropeçava nas eliminatórias quando o francês Paul Le Guen foi contratado, em julho de 2008. Sob o seu comando a equipe se recuperou, venceu quatro jogos consecutivos e garantiu vaga na Copa. Feito que lhe valeu a renovação do contrato até o final deste torneio. Eto’o (Inter de Milão), em sua sexta CAN, é o grande astro dos Leões Indomáveis, que contam ainda com os experientes Rigobert Song (Trabzonspor), capitão da equipe, e Geremi (Newcastle). Bassong (Tottenham), contundido, é a ausência mais sentida. A preparação final foi feita em Nairobi, Quênia.
GABÃO
- Fez boa campanha nas Eliminatórias, a ponto de sonhar com a vaga na Copa, mas foi ultrapassado por Camarões nas duas rodadas finais. Volta à fase final da CAN depois de uma década ausente, na sua quarta participação. Seu melhor resultado foi chegar às quartas-de-final em 1996, que espera ao menos igualar. O Gabão, em conjunto com a Guiné Equatorial, sediará a próxima CAN. Ocupa a 8ª posição no ranking africano e a 48ª no mundial. Desde 2006 o treinador dos Panteras é Alain Giresse, ex-jogador da França, que montou uma equipe sem grandes estrelas, mas forte no conjunto. O atacante Daniel Cousin (Hull City) é o principal destaque, ao lado do experiente goleiro Didier Ovono (Le Mans) e do trio formado pelos irmãos Aubameyang, Catilina (sem clube), Willy (Avellino) e Pierre-Emerick (Lille). No último amistoso de preparação, Gabão venceu Moçambique por 2×0.
ZÂMBIA
- Em sua 14ª presença em finais de CAN, o objetivo é alcançar ao menos as quartas-de-final. Pode parecer modesto, mas desde 1996, quando foi 3º, Zâmbia não passou da fase de grupos nas cinco edições que participou. Seus melhores resultados são dois vices, em 1974 e 1994. Ocupa o 17º posto do ranking africano, 84º do mundial. O técnico é o francês Herve Renard, desde maio de 2008. O sucesso dos Chipolopolos (Balas de Cobre, no idioma bemba) depende do desempenho dos irmãos Katongo, Christopher (Armenia Bielefeld), atacante, e Felix (Mamelodi-RSA), meia. Outro destaque é o goleiro Mweene (Free States Stars-RSA). Oito jogadores atuam na África do Sul e sete em times de segunda linha da Europa. No último amistoso, Zâmbia empatou com a Nigéria, 0×0, em Durban, África do Sul.
TUNÍSIA
- A Tunísia teve a vaga na Copa nas mãos. Precisava apenas de uma vitória sobre Moçambique na última rodada, fora de casa, mas perdeu e foi ultrapassada pela Nigéria. Foi a primeira Seleção africana a vencer em Copas, em 1978 (3×1 sobre o México). Participou de 4 Copas (1978, 1998, 2002, 2006) e chega a sua 14ª final de CAN, da qual foi campeã em 2004, quando sediou pela 3ª vez a competição. Ocupa o 10º lugar no ranking africano e o 53º no mundial. O fracasso nas eliminatórias levou a Federação tunisiana a trocar o português Humberto Coelho por Faouzi Benzarti, treinador do Esperance de Túnis. 16 dos 23 convocados, por sinal, jogam no país. O zagueiro Haggui (Hannover-96) e o meia Darragi (Esperance), são os destaques.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Caro JS,
Alguns jogadores ficaram conhecidos por adjetivos que os eternizaram.
Outros por apelidos que remetem a alguma característica fisionômica ou comportamental marcante.
Montei um timaço só com esses codinomes amosos. Confiram:
- Muralha, Canhão da Toca, Xerifão, Enciclopédia e Capacete; Rei de Roma e Canhotinha de Ouro; Anjo das Pernas Tortas, Fenômeno, Rei do Futebol e Bailarino da Toca
Traduzindo:
- Dida, Nelinho, Moisés, Nílton Santos e Junior, Falcão e Gerson; Garrincha, Ronaldo, Pelé e Joãozinho.
Dizem que a muralha era o Manga, mas pra mim é o Dida.
Meu banco também é de luxo:
- Mestre Zelão, Príncipe, Marechal, Violino, Imperador, Fabuloso, Clássico, Bigode, Pavilhão, Santo Milagreiro, Diamente Negro, Galinho de Quintino e Eterno Capitão.
No popular:
- Zé Carlos, Dirceu Lopes, Perfumo, Carlinhos, Adriano, Luizinho, Luís Fabiano, Cerezo, Aírton, Marcos, Leônidas da Silva, Zico e Piazza.
Ficou muito ofensivo com este 4-2-4 clássico, não é mesmo? Mas achei muito divertido convocar estes caras pro meu escrete.
Abraço,
Agnaldo Morato
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domingo, 8 de novembro de 2009
Vamos dar um tempo no papo de bola pra homenagear Anselmo Duarte, que, aos 89 anos, viajou fora do combinado esta madrugada, em Sampa.
Nascido em Salto-SP, cidade vizinha de Itu, em abril de 1920, ele se tornou um imortal do cinema brasileiro quando O Pagador de Promessas, filme baseado numa peça de Dias Gomes, recebeu a Palma de Ouro, em Cannes, 1962. Feito jamais repetido por outros cineastas brasileiros.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Comentários de blogueiros e jornalistas sobre a festa de despedida de Sorin -Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, no Mineirão-, em 04nov09:
- Leandro Mattos, em seu blog : Em setembro do ano passado, mais precisamente no dia 05, falei sobre Sorín aqui no ‘Girando a Bola’. O argentino desembarcava em Belo Horizonte, carregado pela torcida celeste no aeroporto de Confins. Veio para se recuperar de uma lesão no joelho direito, com a esperança de voltar a defender a camisa estrelada, como já tinha feito antes, com raça e identificação com o clube azul. Quis o destino que o reencontro durasse pouco, pelo menos dentro de campo. No final de julho deste ano, cansado das lesões e da falta de oportunidades que elas significaram com Adílson Batista, o ídolo disse tchau para o mundo da bola. Foi um adeus sentido pela torcida. O argentino era um dos raros exemplos no futebol atual de jogadores que experimentam ligação mais estreita com as cores que defendem. Era diferente da maioria que não vê problemas em beijar um escudo à cada seis meses. Gente que troca de clube e de juras como se trocasse de roupa. Sorín se despede oficialmente dos gramados nesta quarta-feira, num esporte cada vez mais permeado por ídolos descartáveis.
- André Kfouri, em seu blog : Juan Pablo Sorín se despediu do futebol ontem, num amistoso entre Cruzeiro e Argentinos Juniors (2×1: Bernardo, Guerrón e Santibáñesz – 42.216 ingressos trocados por 90 toneladas de alimentos), no Mineirão. É uma das mais belas histórias de idolatria entre uma torcida brasileira e um jogador estrangeiro, o que deveria bastar para descrever sua última noite nos gramados. Mas não basta. Porque histórias como essa são cada vez mais raras. Foi bonito, mas é uma pena que tenha sido o fim. Imagino que seja esse o sentimento do cruzeirense, ao ver Juampi pela última vez vestido de azul.
- Mauro Beting, em seu blog : Sorín já havia conseguido a proeza de receber elogios –ou o silêncio elogioso– de atleticanos por tudo de lindo que fez pelo Cruzeiro. Para os mais de 40 mil que foram à despedida dele do fútbol, assim mesmo, na língua-mãe de Juampi, conseguiu mais uma vez se superar: fez brasileiros e argentinos falarem a mesma língua. Honrarem dos raros que vestiram camisas rivais com o mesmo amor. Como se fosse só uma. Como se ele realmente fosse só um. Grande Sorín. Como não tenho mais palavras, repito as que escrevi quando você anunciou a aposentadoria: Em campo, começava o jogo na lateral esquerda. Se a bola fosse do Cruzeiro de 2000 a 2002, ou da grande Argentina de Marcelo Bielsa no mesmo período, em segundos já estava na área rival, como se fosse centroavante, para subir de cabeça como um Yao-Ming de 1m73. Como mágica, no contragolpe rival, lá irrompria Juampi na área celeste para aliviar o perigo, para assumir a bucha, para ganhar as bolas que para ele não eram perdidas. Prefiro dizer que Sorín atacava e Juampi defendia. Porque, por vezes, tive a impressão de ver no Mineirão ou pela TV uma mesma camisa fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando não fez muito mais. E não só pelo Cruzeiro. Pergunte a algum atleticano se ele respeita e admira alguém pintado de azul. A resposta é “sim”. É Sorín. Vá além de Minas e pergunte nas gerais do Brasil: tem algum gringo que você gostaria ver não apenas jogando, mas suando por sua camisa? “Sim”. Sorín! Jogador Mercosul. Integração entre brasileiros e argentinos, cruzeirenses e atleticanos. Tão bom dentro quanto fora de campo. Daqueles que só fazem bem ao esporte e à vida. Tanto que, sabedor das más condições clínicas que não o fizeram ainda maior do que foi por estes trópicos, preferiu pendurar as imortais chuteiras a eventualmente prejudicar o Cruzeiro que tão bem defendeu – e atacou, e marcou, e correu. Não vá embora, Sorín. Ou vá como você ia ao ataque: vá e volte ao mesmo tempo.
- Mário Marra, em seu blog: A despedida do argentino Sorín foi mais um belo gol dele. Noventa toneladas de alimentos foram arrecadadas. Muitos vão se alimentar com isso. Construir uma imagem de craque pode até ser fácil, mas ser uma pessoa que quer e pratica o bem de forma natural e espontânea é mais complicado. Ao mestre Sorín o meu agradecimento por mais uma lição.
- Jaeci Carvalho, em sua coluna da edição online do Estado de Minas: O ídolo eterno – Hoje se encerra a carreira de um dos jogadores mais brilhantes do futebol argentino e um dos maiores ídolos cruzeirenses, mesmo tendo defendido o clube pouco tempo em relação a outros monstros sagrados que estão nas mentes e corações dos torcedores. Juan Pablo Sorín, argentino de nascimento, mas mineiro de coração, tem uma relação de amor com o torcedor, muito fácil de explicar: garra, vontade, determinação, suor e sangue foram os ingredientes usados por ele com o uniforme azul, que deixaram a galera enlouquecida, a ponto de lotar o aeroporto para recebê-lo de volta, ano passado. É verdade que, na última passagem, pouco jogou, por causa das contusões, mas nem essa ausência forçada o separou de sua gente, de seu amor. Acho essa aposentadoria prematura. Aos 33 anos, Sorín ainda poderia jogar muita bola, pois tem técnica e habilidade, qualidades em falta nos dias atuais. Não o considero o maior lateral-esquerdo da história do Cruzeiro, pois jamais o vi como lateral. Sempre o achei um jogador moderno, que ocupava todos os setores do campo e volta e meia aparecia na frente para fazer gols. Foi com esse espírito guerreiro que conquistou a massa, que esta noite lotará o Mineirão, para gritar pela última vez: “Rei, rei, rei, Sorín é nosso rei”. Poucas vezes, nos meus quase 50 anos, vi jogador tão amado por uma torcida em tão pouco tempo. Há atletas que passam uma década no clube e saem sem deixar saudade. Outros passam dois, três, quatro anos e deixam uma saudade eterna. Como Juampi, que fez da camisa azul sua segunda pele e logo se identificou com a marca Cruzeiro. Do primeiro ao último jogo, o desta noite, mostrou que ele e a equipe nasceram um para o outro. E a gente sabe que esse tipo de amor à primeira vista, verdadeiro e sincero, jamais termina. Sorín vai pisar o gramado do Mineirão, levando no colo sua maior riqueza, seu maior título, seu maior troféu: a filha, Elisabetta, que nasceu e vive em BH e, como Sorín e Sol, também vai amar nossa cidade. Com certeza, a emoção será indescritível. Ele sonhou pisar esse mesmo gramado contra o Estudiantes, na finalíssima da Libertadores. Mas acabou preterido. Desprezo que não lhe tirou o amor pelo Cruzeiro. As pessoas passam e a instituição fica. Sorín é grande o suficiente para assimilar esses golpes que a vida lhe prega. Esta será a sua grande noite. Pelo Mineirão, desfilarão craques de hoje e de ontem, como o chileno Marcelo Salas, Raí e Sócrates, entre outros. Sorín terá a honra de receber seu primeiro treinador, Ramón Yiyo, que o viu dar os primeiros toques na bola, no Societé Parque, em Buenos Aires; e também quem o levou à Primeira Divisão, no Argentinos Juniors, Luis Soler; além do brilhante José Pekerman, que o levou para a Seleção Sub-17, para a Sub-20 (campeã mundial) e lhe deu a braçadeira de capitão da Argentina na Copa da Alemanha’2006. Vários amigos estarão em BH e outros não puderam vir, devido a compromissos assumidos anteriormente. Sorín, Sol e Elisabetta, anfitriões de primeira, esperam deixar a torcida feliz e emocionada. Na preliminar de Cruzeiro x Argentinos Juniors, haverá um jogo de artistas e, logo depois, show do grupo mineiro Skank. Um jantar encerrará a festividade. Noite inesquecível para quem pisou tantos gramados do mundo e honrou os torcedores com um futebol de técnica, garra e vontade de vencer. Quando o árbitro apitar o fim do jogo, Sorín dará sua última volta olímpica, saudará a plateia e agradecerá o apoio, carinho e amor que os torcedores sempre lhe dedicaram. Para ele, não será só o fim de uma carreira, mas também o começo de uma vida longe dos campos, que, com certeza, se estenderá a outros caminhos no futebol e no próprio Cruzeiro. Afinal, a vida do ídolo se confunde com a história do clube e de sua apaixonada torcida. Parabéns, Sorín, que Deus e São Judas Tadeu o iluminem sempre. A torcida do Cruzeiro lhe agradece por tudo. Até breve.
- Victor Pimentel, blogueiro do Blablagol: Estamos nos tempos de negociação no futebol. Se a coroada não vai se acostumar a isso e se lamentar, a turma mais nova não sabe o que é um jogador ficar 15 anos em um clube. Ora, use-se isso, não? Valorizar, criar e cultivar os ídolos do presente ajuda a criar uma identificação, e é dever do clube (qualquer que seja) forçar a barra para isso. Nós usualmente somos chatos quanto a ídolos de uma temporada, mas os mais novos são sedentos por ele. É bonito que alguém fale dos jogadores que não viu jogar, mas é impossível que tenham admiração sem um ícone de seu tempo. Parabéns ao Cruzeiro pela iniciativa.
- Evandro Oliveira, webmaster do Cruzeiro.Org: Se alguns podem falar mal do técnico num jogo festivo, posso falar sobre outras coisas que ninguém fala. Devemos ressaltar que, a festa foi como foi e do porte que foi, com repercussão internacional, muito em função do desejo e da capacidade de um cara chamado Sorín. Muito, mas muito mesmo, do que foi feito, o foi por que o jogador determinou algumas coisas. Algumas negociações foram feitas porque “o Sorin quer assim”. Ele era o dono da festa em todos os sentidos e duvido que algumas pessoas no Cruzeiro tenham aprendido a fazer um evento como este ou queriam fazer como este. O Cruzeiro descobriu, a fórceps, o que a torcida (alguns rabugentos) vem dizendo há algum tempo. marketing esportivo como o feito com o evento do Sorín não é marketing de prateleira. Uma pena que a torcida do Cruzeiro ou ao menos garnde parte dela e a própria mídia, não consegue ver algumas coisas. Sorín vinha para Belo Horizonte para se tratar, o Movimento Volta Sorín conseguiu coisas que poucos acreditavam. O Sorin voltou! é isso que a torcida cantava ontem na despedida do jogador. A patuléia só tem que aplaudir. O Sorín foi dono da festa em toda a sua concepção e acepção. Só para não dizer que tudo são flores, não acredito que muita gente tenha aprendido alguma coisa. Alguns não aprenderam nada com as várias lições dadas Pelo Sorín. Gracias, Juanpi!
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Mais um capítulo…
- Edu Mano - Quando você virá a São Paulo pra ver um jogo com o pessoal da Sampa Azul ou pra irmos ao Morumbi, Pacaembu ou Palestra testar a sorte do blogueiro? Contra o Barueri, talvez. Pode reservar o camarote e encomendar o uísque e os canapés (nada de camarão, por favor).
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Mauro França
Grupo E
Pela tradição de sempre fazer boas campanhas na LC, o Liverpool abre ligeira vantagem sobre os oponentes, mas não terá vida fácil. Tanto o Lyon quanto a Fiorentina merecem respeito. Curiosamente, o único campeão nacional do grupo, o húngaro Debreceni, é o que tem menos chance, mas pode ser o fiel da balança.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Ao estraçaiar o Flu nas finais da Libertadores de 2008, Gerrón impressionou a torcida brasileira. E também o pessoal do Getafe, da Espanha, que o contratou.
E convenceu os treinadores do Equador a lhe darem a camisa de titular da seleção nacional.
Mas ele não se acertou na Europa e ainda perdeu a vaga na seleção. No português claro: fracassou. E só por isto, está de volta à América do Sul.
São fatos. Agora, é preciso ver como ”La Dinamita” vai retomar seu melhor jogo, que ele mesmo disse estar procurando.
Uma boa dica seria ir além destas busca e dar um passo adiante. Aprimorar a postura tática dos antigos ponteiros.
Conselhos não faltam. Como estes, por exemplo:
- “Com a bola, sabe jogar. Mas sem a bola, nós precisamos ajudar também. Posicionar, recompor, marcar, a volta, isso faz parte do futebol.” (Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro)
- ”Na LDU, ele marcava pouco. Sempre falávamos com ele pra ter um pouco mais de responsabilidade na marcação. Ele jogava como ponta, pela direita, e contribuía pouco taticamente. Se marcar mais, se posicionar melhor, será completo. Quando ele parte com a bola, parece um animal. Tem uma força, uma potência incrível. Há poucos como ele.” (Patrício Urrutia, ex-capitão da LDU)
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Coritiba 1×3 Cruzeiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Couto Pereira, Curitiba, em 09ago09:
- Adílson Baptista – Escalou um time conservador, fez alterações óbvias, mas venceu com autoridade no campo do adversário. E desceu do telhado.
- Torcida – Embora em pequena quantidade, associada à do CAP, incentivou o time, provocou os adversários e passou aperto quando foi atacada com bombas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
Primeiro foi o Muricy Ramalho, que acusou Cuca de tentar apeá-lo do comando do São Paulo.
Agora, são os jogadores do Flamengo a apontar o dedo acusador para o treinador recém-demitido.
- Cuca é um “traíra”?
- Os jogadores do Fla tramaram a queda o chefe?
- O repórter é porta-voz dos atletas?
- Depois disto tudo, Cuca continua um dos 10 melhores do país?
- O Fla tem jeito?
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Declarações de jrnalistas, treiandores, jogadores e um dirigente sobre o Cruzeiro 1×2 Corintiãs, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 19jul09:
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Eis o que disseram os personagens do Atlético-MG 3×0 Cruzeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 12jul09:
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sábado, 27 de junho de 2009
Itabirito (MG), 26jun18
Conheci Paulo Florêncio em 1995. Acompanhado de outros veteranos do Esporte Clube Siderúrgica, ele foi à Secretaria de Estado de Esportes, Lazer e Turismo pleitear a reforma do estádio da Praia do Ó, onde inúmeras gerações de craques do “Esquadrão de Aço” ajudaram a construir a história do futebol mineiro.
O Siderúrgica daquela época, parodiando o poeta, era apenas um quadro na parede. Havia 30 anos, que perdera patrocínio da Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira, abandonara o futebol profissional e seu estádio ficara abandonado.
A dor provocada pelo estado de abandono de seu palco foi o que levou Silvestre, Djair, Noventa, Chiquito, Zu e Ernani, campeões mineiros de 64, e Paulo Florêncio, campeão de 37, a buscarem apoio do governo estadual para a recuperação do estadinho da Praia do Ó.
Paulo Florêncio foi quem mais falou, quem melhor se lembrava e quem mais tinha o que contar pois, afinal, era o decano entre aqueles mestres da bola.
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Domingo
Uma bola cabeceada por Marcão acertou o travessão defendido pelo Cruzeiro, quicou na risca e saiu, repito, saiu do arco celeste e perdeu-se pela linha de fundo. O bandeira sinalizou gol e correu para o meio de campo. Desconfiado, Kerrison brigou com a bola, sem ser acossado pela defesa celeste, até conseguir empurrá-la pras redes e, assim, tirar qualquer dúvida e evitar qualquer decisão que o remorso pudesse ditar ao trio de arbitragem. Fábio, capitão do Cruzeiro, ficou impassível, embora fosse o sujeito mais bem posicionado em todo o estádio pra pedir uma retificação da decisão do Juiz. O que ele fez? Nada. Rigorosamente, nada. Ou melhor, ainda levantou a perna pra não atrapalhar o chute do K9.
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domingo, 7 de junho de 2009
Lembrança
Vale a pena visitar Sabará, a Sabarabuçu que o bandeirante Borba Gato fundou às margens do Rio das Velhas.
Lá se pode ouvir um conserto no teatrinho em estilo elizabetano, visitar a igrejinha de Nossa Senhora do Ó, admirar o que restou do casario colonial, degustar pratos típicos da cozinha mineira, participar do carnaval de rua ou das festas juninas e, se o Siderúrgica estiver jogando pela liga amadora ou pelo campeonato estadual da 2ª Divisão, viajar no tempo nas velhas arquibancadas do Estádio Eli Seabra Filho.
Foi o que fez o gaúcho Fritz, que foi lá à procura do Sport Club Siderúrgica, o alvianil que disputou com o seu Grêmio as quartas de final da Taça Brasil de 1965. Um timaço do qual pouco se fala nos tempos que correm. Por sorte, ele bateu na porta da fábrica de molduras do Alexandre Sanches, um siderurgicano renitente.
Filho do jogador Ali e sobrinho dos juizes Elmo e Paulo Sanches, o Alexandre pesquisa e escreve a história do Esquadrão de Aço.
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1×1 Cruzeiro, que decidiu o Campeonato Mineiro de 2009, no Mineirão, em 04mai09:
- Síndico e sua galera – O blogueiro comportou-se mal. Irritou-se com as falhas da defesa no início da partida e chegou a temer por uma catástrofe. Pra fazer a pressão sanguínea voltar a índices aceitáveis, teve que proferir alguns palavrões (menos que Leão, é claro). Desde a virada monumental de 1967, ele vive com uma pulga atrás da orelha quando o assunto é vantagem gigantesca em clássicos. Neste 36º título mineiro, só se acalmou no 2º tempo. Edu e PP, seus auxiliares diretos, que nasceram e cresceram numa época de ouro do Cruzeiro, estavam tranquilos. Cantaram, a plenos pulmões, todos as músicas e hinos do Mais Querido de Minas. Em nenhum momento, se preocuparam com o adversário. Schots, que veio de São José dos Campos (SP), só pra comemorar o título também teve seus momentos de tensão no início do clássico. Já a bela Patrícia, sua esposa, assistiu relaxadamente à partida. Também pudera: é são-paulina. Mas não duvidem se, no próximo ano, ela voltar ao Mineirão vestida de azul-e-branco, pois ficou entusiasmada com a festa da galera cruzeirense.
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sábado, 2 de maio de 2009
A Batalha de La Plata ou O Empate Incrível
O Grêmio foi o 4º clube brasileiro a conquistar a Libertadores. Antes, Santos, Cruzeiro e Flamengo haviam travado batalhas históricas em busca do título continental. A vez do tricolor gaúcho chegou em 1983 e também foi repleta de duelos memoráveis. O maior deles, entrou para a história como A Batalha de La Plata para a imprensa brasileira e O Empate Incrível, para a argentina.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Marcel Fleming
Agora há pouco assistindo a um programa esportivo, soube que o Flamengo está trazendo o jogador Adriano, com a ajuda de uma empresa do ramo imobiliário.
No mesmo programa, relaram os salários dos jogadores top do clube: Jonas, Josiel e mais certo número de jogadores que, sem querer desmerecer, eu não sabia que são considerados tops, nomes inexpressivos até certo ponto, pelo menos para mim, tudo na casa acima dos 150.000 reais por mês.
Adriano custará 180.000 ao Flamengo, hoje não mais patrocinado por todos nós, via Petrobrás, e mais outras duas vezes esse valor para a tal empresa que patrocinou a vinda do assim chamado Imperador.
Não faz muito tempo, víamos o presidente do clube na televisão afirmando que não havia mais dinheiro. “Acabou o dinheiro”, afirmava em alto e bom som o Sr. Márcio Braga.
Fico me perguntando: como é que pode isso? Um clube que se supunha falido, que acabou (ou quase acabou com seu time de ginástica artística), conseguir manter tamanha folha salarial para jogadores longe de serem estrelas?
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Se alguém viu mais do que isto, fale agora ou cale-se para sempre.
1º tempo
- 19h38 – Começa o Jogo. Cruzeiro, com uniforme tradicional, defende o Gol da Lagoa. Deportivo Quito, todo de preto, defende o Gol da Cidade.
- 07 – Mina abre a caixa de ferramenta, acerta Wagner, e recebe cartão amarelo.
- 10 – Gerson cruza, Leonardo ajeita de cabeça, WP arremata pra fora.
- 11 – Leonardo Silva comete falta em Leider Preciado e recebe cartão amarelo.
- 12 – Kleber chuta cruzado, da meia direita, bola acerta o travessão sem que Garcia tivesse qualquer chance de alcançá-la.
- 14 – Wagner cobra escanteio pela esquerda, Leonardo Silva escora para Leo Fortunato que, na pequena área, cabeceia pras redes: Cruzeiro 1×0.
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