Posts com a Tag ‘Belo Horizonte’
quinta-feira, 11 de março de 2010
Alguns clássicos intermunicipais que fizeram história no futebol mineiro
- Sabará/Nova Lima – Siderúrgica x Villa Nova
- Tocantins/Astolfo Dutra – Itararé x Portuense
- Poços de Caldas/Andradas – Caldense x Rio Branco
- Uberaba/Uberlândia – Uberaba x Uberlândia
- Araxá/Patrocínio – Araxá x Patrocinense
- Ipatinga/Fabriciano – Ipatinga x Social
- Divinópolis/Itaúna – Guarani x Esporte
- Três Pontas/Varginha – Trespontano x Flamengo
- Visconde do Rio Branco/Ubá – Nacional x Aymorés
- Leopoldina/Recreio – Ribeiro Junqueira x Recreio
- Paraíso/Passos – Paraisense x Passense
- Belo Horizonte/Vespasiano – Cruzeiro x Atlético-MG
Completem a lista, por gentileza.
Tags: Andradas, Araxá, Astolfo Dutra, Belo Horizonte, Divinópolis, Fabriciano, Ipatinga, Leopoldina, Nova Lima, Passos, patrocínio, POços de Caldas, Recreio, Sabará, São Sebastião do Paraíso, Toca I, Três Pontas, Ubá, Uberaba, Uberlândia, Varginha, Vespasiano, Visconde do Rio Branco, Vitória
Tags:Andradas, Araxá, Astolfo Dutra, Belo Horizonte, Divinópolis, Fabriciano, Ipatinga, Leopoldina, Nova Lima, Passos, patrocínio, POços de Caldas, Recreio, Sabará, São Sebastião do Paraíso, Toca I, Três Pontas, Ubá, Uberaba, Uberlândia, Varginha, Vespasiano, Visconde do Rio Branco, Vitória
Publicado em Boca Maldita, Campeonatos, Comentários, Cultura, Humor, Miscelânea | 55 Comentários »
terça-feira, 2 de março de 2010
Ernesto Araújo
O destaque que a equipe de vôlei masculino do Cruzeiro está conseguindo na Superliga tem despertado o debate a respeito da formação de equipes profissionais de outros esportes ligadas ao Cruzeiro.
Não sou profissional de Marketing esportivo porém acho que trata-se de uma ótima idéia.
Imagino que dessa forma é possível oferecer ao torcedor cruzeirense outras opções dentro do esporte para que ele possa vivenciar a sua paixão pelo clube.
Ao mesmo tempo, o clube recebe retorno de mídia, consolida sua marca e ainda pode reter torcedores ou atrair novos.
(mais…)
Tags: atletismo, basquete, Belo Horizonte, Cruzeiro, futebol, futsal, Itabira, Montes Claros, Portal do Cruzeirense, Triângulo Mineiro, vôlei
Tags:atletismo, basquete, Belo Horizonte, Cruzeiro, futebol, futsal, Itabira, Montes Claros, Portal do Cruzeirense, Triângulo Mineiro, vôlei
Publicado em Campeonatos, Cruzeiro, Cultura, Dicas, Esportes, Miscelânea, Mídia | 63 Comentários »
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ernesto Araújo
O Santo André, 11º colocado na Superliga, recebeu o Cruzeiro, agora vice-líder, no ABC, pela 5ª rodada do 2º turno. Ambas as equipes vinham de derrota por 3×2 e buscavam a reabilitação.
(mais…)
Tags: 2010, atacantes, árbitro, Belo Horizonte, Bernardo, Brasil, Brasileiro, brasileiros, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Dida, final, Fred, jogadores, juiz, líder, Mineiro, O Tempo, público, Pedro, Placar, raça, Reina, rodada, Santo André, Santos, SP, Sport, SporTV, Superliga, técnico, título, TOC, torcedor, torcida, treinador, vôlei, Vinícius, Vitória
Tags:2010, atacantes, árbitro, Belo Horizonte, Bernardo, Brasil, Brasileiro, brasileiros, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Dida, final, Fred, jogadores, juiz, líder, Mineiro, O Tempo, público, Pedro, Placar, raça, Reina, rodada, Santo André, Santos, SP, Sport, SporTV, Superliga, técnico, título, TOC, torcedor, torcida, treinador, vôlei, Vinícius, Vitória
Publicado em Esportes | 46 Comentários »
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mauro França
A decisão de entrar com a força máxima disponível foi acertada. Mesmo que o resultado não tenha nenhuma importância em termos de classificação no Mineiro, trata-se do clássico, e é sempre bom ganhar do rival.
Além disto, como a temporada está no início, não há desgaste que justifique poupar algum jogador. E o jogo de quarta pela Libertadores vai ser no Mineirão, sem necessidade de viagem.
Fabrício, em recuperação de contusão, e Wellington Paulista, suspenso, são os desfalques mais notáveis. Elicarlos segue no time e Thiago Ribeiro forma a dupla de ataque com Kleber. A novidade é a presença de Roger no banco.
(mais…)
Tags: 1x1, atacantes, Atlético, atlético-mg, Band, Belo Horizonte, Bernardo, CAN, classificação, Correa, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, derrota, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fabrício, Fábio, festa, final, Fla, flanelinha, França, Gil, Gilberto, gol, Gum, Henrique, Inter, Jonathan, juiz, Leonardo Silva, Libertadores, Luxemburgo, Mauro França, Mineirão, Mineiro, Obina, Pedro, Pedro Ken, rival, Roger, Sol, SP, Tardelli, Thiago Ribeiro, TOC, torcida, Vitória, Wellington Paulista
Tags:1x1, atacantes, Atlético, atlético-mg, Band, Belo Horizonte, Bernardo, CAN, classificação, Correa, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, derrota, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fabrício, Fábio, festa, final, Fla, flanelinha, França, Gil, Gilberto, gol, Gum, Henrique, Inter, Jonathan, juiz, Leonardo Silva, Libertadores, Luxemburgo, Mauro França, Mineirão, Mineiro, Obina, Pedro, Pedro Ken, rival, Roger, Sol, SP, Tardelli, Thiago Ribeiro, TOC, torcida, Vitória, Wellington Paulista
Publicado em Mineiro | 245 Comentários »
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.
No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.
O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.
Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.
(mais…)
Tags: 1x1, Adílson, Adílson Batista, arbitragem, Atlético, atlético-mg, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, Brasil, Brasileiro, CAN, Central, clubes, Copa, Correa, Cruzeiro, decisão, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fabrício, Fábio, final, Fla, flanelinha, futebol, futebol mineiro, Gil, Gilberto, gol, gols, gramado, Guilherme, Henrique, Itatiaia, jogadores, Jonathan, juiz, Kléber, lances, Leonardo Silva, Luxa, Luxemburgo, Marquinhos Paraná, Mineirão, Mineiro, Obina, público, Pedro, Pedro Ken, renda, rival, rodada, Roger, semana, Sol, SP, Tardelli, tática, técnico, Thiago Ribeiro, times, TOC, torcida, uniforme, uniformes, Vanderlei, Vanderlei Luxemburgo, Vitória, Wellington Paulista
Tags:1x1, Adílson, Adílson Batista, arbitragem, Atlético, atlético-mg, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, Brasil, Brasileiro, CAN, Central, clubes, Copa, Correa, Cruzeiro, decisão, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fabrício, Fábio, final, Fla, flanelinha, futebol, futebol mineiro, Gil, Gilberto, gol, gols, gramado, Guilherme, Henrique, Itatiaia, jogadores, Jonathan, juiz, Kléber, lances, Leonardo Silva, Luxa, Luxemburgo, Marquinhos Paraná, Mineirão, Mineiro, Obina, público, Pedro, Pedro Ken, renda, rival, rodada, Roger, semana, Sol, SP, Tardelli, tática, técnico, Thiago Ribeiro, times, TOC, torcida, uniforme, uniformes, Vanderlei, Vanderlei Luxemburgo, Vitória, Wellington Paulista
Publicado em Mineiro | 708 Comentários »
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Ernesto Araújo
Num dos confrontos dos mais empolgantes do volei nacional da atualidade, o líder, Cruzeiro/Sada, enfrentou o tradicional Minas/Vivo pelo 2º turno da Superliga masculina, no ginásio da Rua da Bahia, em Belo Horizonte.
A equipe cruzeirense defendia uma série invicta de 18 jogos enquanto o sexteto da casa buscava se reabilitar da derrota para o Florianópolis/Cime.
(mais…)
Tags: 2010, arbitragem, Belo Horizonte, campeão, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, derrota, Dida, final, futebol, gramado, Henrique, lances, líder, Lima, público, Placar, Reina, rodada, Santos, Sol, SP, Sport, SporTV, Superliga, título, torcedor, torcida, treinador, vantagens, vôlei, Vitória
Tags:2010, arbitragem, Belo Horizonte, campeão, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, decisão, derrota, Dida, final, futebol, gramado, Henrique, lances, líder, Lima, público, Placar, Reina, rodada, Santos, Sol, SP, Sport, SporTV, Superliga, título, torcedor, torcida, treinador, vantagens, vôlei, Vitória
Publicado em Esportes | 64 Comentários »
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Quem manda no futebol mineiro? Hoje em dia, é o Cruzeiro. Mas nem sempre foi assim.
A história deve ser contada a partir do início do século passado, quando havia pelo menos três ligas importantes em Minas.
Uma sediada em Formiga, da qual pouco se sabe. Outras duas em Juiz de Fora e Belo Horizonte. A de Juiz de Fora definhou, embora tenha mantido campeonatos regionais até os nos 60.
Sport, Tupinambas e Tupi, de Juiz de Fora, e Ribeiro Junqueira, de Leopoldina, tiveram, cada um sua fase áurea no campeonato da Zona da Mata.
A vertente mais perene tem sua origem na LMDT, que cindiu nos Anos 30, mas voltou a se reunir e, claramente, dominou o futebol mineiro, desde o início dos Anos 40.
(mais…)
Tags: Atlético, atlético-mg, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, brasileiros, campeão, CBD, CBF, clubes, Cruzeiro, eliminatórias, FMF, Formiga, futebol, futebol mineiro, Gum, história, Hoje em Dia, Inter, juiz, Mineirão, Mineiro, mineiros, Palestra, SP, Sport, título, títulos, Tupi, Villa Nova, Vitória
Tags:Atlético, atlético-mg, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, brasileiros, campeão, CBD, CBF, clubes, Cruzeiro, eliminatórias, FMF, Formiga, futebol, futebol mineiro, Gum, história, Hoje em Dia, Inter, juiz, Mineirão, Mineiro, mineiros, Palestra, SP, Sport, título, títulos, Tupi, Villa Nova, Vitória
Publicado em Mineiro | 84 Comentários »
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Maurício Sangue Azul
A rivalidade entre Cruzeiro e Atletico-MG nunca mexeu muito comigo apesar de tê-la vivenciado, entre 1994 e 2001, quando morei em Beagá.
Na época, procurei me informar e conhecer bem a história do Jogão, que hoje enxergo como atração regional, limitada à Grande Belo Horizonte e cidades adjacentes.
Eu cheguei ao Brasil em 1989, com 17 anos, e fui morar em Viçosa, onde estudei na UFV, até 1994.
Lá, convivi com pessoas de todo canto do Brasil e do mundo, além dos nativos, que recebiam enorme influência do Rio de Janeiro.
(mais…)
Tags: América-MG, Atlético, atlético-mg, Beagá, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, campeão, CAN, carioca, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Fla, Flamengo, história, Manto Azul, Mineiro, Mundo, raça, Rio de Janeiro, rival, título, times, torcedor, Uberlândia, Vitória
Tags:América-MG, Atlético, atlético-mg, Beagá, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, campeão, CAN, carioca, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Fla, Flamengo, história, Manto Azul, Mineiro, Mundo, raça, Rio de Janeiro, rival, título, times, torcedor, Uberlândia, Vitória
Publicado em Boca Maldita | 200 Comentários »
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Mauro França
Uma boa pedida para quem está curtindo um carnaval caseiro é acompanhar o início das oitavas de final da Champions League.
Nessa terça, 16fev, os jogos são Lyon x Real Madrid, em Lyon, e Milan x Manchester, em Milão.
Na quarta, 17fev, jogam Porto x Arsenal, em Lisboa, e Bayern x Fiorentina, em Munique.
Os canais ESPN transmitem as quatro partidas, a partir das 17:30 h.
(mais…)
Tags: 1x1, Alemanha, Arsenal, Barcelona, Bayern, Belo Horizonte, Benfica, campeão, CAN, Champions League, Chelsea, Chile, cruzeirense, CSKA, derrota, Dida, eliminatórias, ESPN, final, Fiorentina, França, gol, Inter, Internazionale, invicto, líder, Londres, Lyon, Mauro França, Milan, Olympiacos, Porto, Real Madrid, rodada, semana, SP, Stuttgart, técnico, UAI, Vitória
Tags:1x1, Alemanha, Arsenal, Barcelona, Bayern, Belo Horizonte, Benfica, campeão, CAN, Champions League, Chelsea, Chile, cruzeirense, CSKA, derrota, Dida, eliminatórias, ESPN, final, Fiorentina, França, gol, Inter, Internazionale, invicto, líder, Londres, Lyon, Mauro França, Milan, Olympiacos, Porto, Real Madrid, rodada, semana, SP, Stuttgart, técnico, UAI, Vitória
Publicado em Campeonatos | 86 Comentários »
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerrca do Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Futebol tem choque, futebol é para homem. Às vezes isso acontece, o importante é ter critério, calma. Os jogos no interior são mais truncados, a Caldense fez 20 faltas com apenas 30 minutos. O cartão vermelho foi em função de o Wellington ter subido no alambrado, não por falta maldosa. É claro que vamos conversar, pois precisamos terminar com os 11 jogadores e uma expulsão acaba sobrecarregando, pois o técnico tem que fazer alterações que não quer, por causa do desgaste. O importante é a vitória e, se não tirarem pontos da gente de novo, pois às vezes eles tiram, por enquanto estamos em 2º lugar. O time teve tranquilidade. Gilberto jogou bem, assim como o Bernardo, o Eli, que entrou bem pelo lado direito e o Eliandro. E os três lá atrás também estavam firmes. Importante era vencer o jogo. Agora, vamos descansar. Na terça-feira, a gente começa a pensar no clássico. Bernardo jogou bem, mas temos que ter calma. Vamos ter paciência, pois temos que ver contra quem que é e aonde que é. Essas coisas a imprensa precisa analisar. Quem foi o marcador? Eu vejo futebol assim. Às vezes se joga contra determinado adversário ou determinado marcador e já falam que é o Pelé. E Pelé não vai existir nunca mais.
(mais…)
Tags: 2010, Adílson, arbitragem, Argentina, árbitro, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, blog, Caçapa, Caldense, calor, camisa, CAN, carioca, Chiabi, Comentários, Cruzeiro, Eli Carlos, Eliandro, Elicarlos, Fábio, final, FMF, futebol, Gil, Gilberto, gol, gols, gramado, Guerrón, Imprensa, Inter, jogadores, juiz, Leandro Mattos, Libertadores, Maradona, Mineiro, Mineiro 2010, Mundo, O Tempo, Pelé, PHD, profissional, raça, Raposa, Reina, rival, rodada, Ronaldo, semana, SP, técnico, Thiago Heleno, TOC, torcedor, torcida, treinador, Vitória, Wellington Paulista
Tags:2010, Adílson, arbitragem, Argentina, árbitro, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, blog, Caçapa, Caldense, calor, camisa, CAN, carioca, Chiabi, Comentários, Cruzeiro, Eli Carlos, Eliandro, Elicarlos, Fábio, final, FMF, futebol, Gil, Gilberto, gol, gols, gramado, Guerrón, Imprensa, Inter, jogadores, juiz, Leandro Mattos, Libertadores, Maradona, Mineiro, Mineiro 2010, Mundo, O Tempo, Pelé, PHD, profissional, raça, Raposa, Reina, rival, rodada, Ronaldo, semana, SP, técnico, Thiago Heleno, TOC, torcedor, torcida, treinador, Vitória, Wellington Paulista
Publicado em Mineiro | 87 Comentários »
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Mauro França
Para enfrentar a Caldense neste sábado de Carnaval, o Cruzeiro entra em campo mais uma vez com um time misto. Dos que começaram jogando contra o Vélez, apenas Diego Renan, Gilberto, Gil e Fábio foram escalados.
Dessa vez Adilson optou pelo pouco utilizado 3-5-2. Caçapa, Gil e Thiago Heleno formaram o trio de zagueiros. Diego Renan entrou na ala direita e Gilberto na esquerda, Fabinho e Pedro Ken foram os volantes, com Bernardo na armação e Wellington Paulista e Guerron no ataque.
(mais…)
Tags: Band, Belo Horizonte, Bernardo, Caçapa, Caldense, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, Diego Renan, Eliandro, Elicarlos, Fabinho, Fábio, final, França, Gil, Gilberto, gol, gramado, Gum, Inter, juiz, lances, Maradona, Mauro França, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, SP, Thiago Heleno, time misto, TOC, Vélez, Wellington Paulista
Tags:Band, Belo Horizonte, Bernardo, Caçapa, Caldense, CAN, cruzeirense, Cruzeiro, Diego Renan, Eliandro, Elicarlos, Fabinho, Fábio, final, França, Gil, Gilberto, gol, gramado, Gum, Inter, juiz, lances, Maradona, Mauro França, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, SP, Thiago Heleno, time misto, TOC, Vélez, Wellington Paulista
Publicado em Mineiro | 62 Comentários »
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.
Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.
Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.
Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD.
Lances + importantes do 1º tempo
- 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
- 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
- 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita.
- 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.
- 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.
- 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.
- 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.
- 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.
- 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.
- 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.
- 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.
- 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar.
- 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
- 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.
- 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.
- 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão.
- 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
- 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.
- 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
- 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
- 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
- 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão.
- 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
- 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
- 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.
- 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.
- 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
- 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.
- 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
- 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.
- 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
- 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.
- 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.
- 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
- 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.
- 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
- 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
- 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos.
- 47 – Fim de 1º tempo.
- Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
- Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”
Lances + importantes do 1º tempo
- 17h12 – Começa o 2º tempo.
- 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.
- 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.
- 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.
- 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.
- 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.
- 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.
- 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.
- 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.
- 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos.
- 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora.
- 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora.
- 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
- 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
- 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
- 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
- 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.
- 28 – Camilo substitui Gilberto.
- 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
- 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
- 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
- 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel.
- 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
- 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.
- 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.
- 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.
- 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
- 47 – Fim de jogo.
- Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
- Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
- Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
- Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
- Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”
Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista – Histórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas – 1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.
Tags: 2010, Adílson, Adílson Batista, Adriano, atacantes, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, Caçapa, Caldense, camisa, camisas, campeão, CAN, carioca, Cláudio Caçapa, clubes, Cruzeiro, derrota, Diego Renan, Elber, Eliandro, Elicarlos, Fabinho, Fábio, futebol, Gil, Gilberto, Globo, gol, gols, Guerrón, Guilherme, Henrique, história, Inter, Joãozinho, jogadores, Jonathan, juiz, lances, Leonardo Silva, Mancuso, Maradona, Marquinhos Paraná, Mineirão, Mineiro, Mineiro 2010, Obina, público, Pedro, Pedro Ken, Piazza, procurador, Record, Reina, renda, rodada, Ronaldo, Sol, SP, título, títulos, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, time misto, times, torcida, treinador, Tupi, Uberlândia, Vélez, Wagner, Wellington Paulista, Wilson Piazza
Tags:2010, Adílson, Adílson Batista, Adriano, atacantes, Band, bandeiras, Belo Horizonte, Bernardo, Caçapa, Caldense, camisa, camisas, campeão, CAN, carioca, Cláudio Caçapa, clubes, Cruzeiro, derrota, Diego Renan, Elber, Eliandro, Elicarlos, Fabinho, Fábio, futebol, Gil, Gilberto, Globo, gol, gols, Guerrón, Guilherme, Henrique, história, Inter, Joãozinho, jogadores, Jonathan, juiz, lances, Leonardo Silva, Mancuso, Maradona, Marquinhos Paraná, Mineirão, Mineiro, Mineiro 2010, Obina, público, Pedro, Pedro Ken, Piazza, procurador, Record, Reina, renda, rodada, Ronaldo, Sol, SP, título, títulos, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, time misto, times, torcida, treinador, Tupi, Uberlândia, Vélez, Wagner, Wellington Paulista, Wilson Piazza
Publicado em Mineiro | 221 Comentários »
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O futebol tem verdades que, aos comuns dos mortais, não se revelam em sua plenitude. Somente alguns iluminados conseguém captá-las.
Nos últimos dias, me deparei com algumas verdades aqui, outras, alhures.
Após tomar conhecimento delas, limitei-me a bater com a cabeça na parede e lamentar:
- “E como foi que não pensei nisto, antes?”
Aprendam:
- King Arthur, descobrindo os motivos da roubalheira de que teria sido vítima do Cruzeiro no jogo contra o Vélez: “Isso é briga de banco: vocês acham que o Santander ia deixar o BMG prosperar na Libertadores?”
- Diego T, d’après Kartolinha, Profexor e Correia: “Eta torcida chata, que num deixa a gente trabalhar em paz!”
- Cartola do América protestando contra a expulsão do Euler: “Onde já se viu? O cara é evangélico e o juiz põe ele pra fora!”
- ZZP, revoltado com a arbitragem do juiz uruguaio: “O Grondona, presidente da AFA é quem manda na Conmebol!” Enquanto isto, dois times argentinos eram desclassificados na Pré-Libertadores.
- Gilberto, justificando a voadora em Sebá: “Foi sem querer…” Sem querer, querendo, né?
- Dunga explicando a convocação de Gilberto: “Ele é experiente.”
- Tião Dominguez, beque do Vélez: “Não sei o que tá acontecendo, que a gente tem tomado tanto cartão amarelo.”
- FMF, entusiasmada com a decisão em 1ª instância do TJD: “Tira os pontos do Cruzeiro!”
- Presidente do TJD: “Devolve os pontos do Cruzeiro!”
- Justiceiro do tribunal: “Truco, sou o ladrão das galinhas! É seis pontos que eu quero…”
- Xina Lemos, sobre o juiz uruguaio de Velez x Cruzeiro: “O Juiz tinha que expulsar o Somoza; o cara é um animal, desconfio que bate até ana própria mãe.”
- Bloco do Kleenex: “Snif, sniiifff, sssnnniiifff…”
- Olé, sobre as perspectivas do Vélez, após a vitória sobre o Cruzeiro: “Que Belo Horizonte!”
- Olé, sobre Têmis, ou melhor, Vázquez: “Ele livrou a cara de uns dois do Vélez; será que teria feito o mesmo se jogo fosse no Brasil?”
- Arreguy: “Concordo com o Síndico: chororô é muito chato.”
- Sindicato dos boleiros gaúchos: “Se esquentar muito, a gente pára a refrega, tchê!”
- Presidente do St. Pauli, reclamando da falta de conforto dos hotéis mineiros: “Afe! Como é que uma cidade sem classe, que só tem um hotel cinco estrelas, pode querer abrir um Copa? Tragam meus sais, senão eu desmaio!”
Tags: arbitragem, Argentinos, Arreguy, Belo Horizonte, BMG, Brasil, CAN, cartola, classe, Conmebol, Copa, Cruzeiro, decisão, Dunga, FMF, futebol, gaúchos, Gil, Gilberto, Gum, juiz, Libertadores, Mineiro, mineiros, renda, Sebá, SP, times, torcida, UAI, Uruguai, Vélez, Vitória
Tags:arbitragem, Argentinos, Arreguy, Belo Horizonte, BMG, Brasil, CAN, cartola, classe, Conmebol, Copa, Cruzeiro, decisão, Dunga, FMF, futebol, gaúchos, Gil, Gilberto, Gum, juiz, Libertadores, Mineiro, mineiros, renda, Sebá, SP, times, torcida, UAI, Uruguai, Vélez, Vitória
Publicado em Boca Maldita | 38 Comentários »
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Comentários de protagonistas e blogueiros acerca do Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.
- Henrique, volante do Cruzeiro: “O juiz teve várias oportunidades para expulsar os adversários e não usou o mesmo critério. O Gil fez uma falta, que nem merecia o amarelo e acabou levando o vermelho depois. O Gilberto estava de costas, acertou o adversário e foi expulso. O Kleber foi chutado no chão e um jogador solou meu joelho e ele não usou o mesmo critério.
- Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro: É claro que vou fazer um protesto. Vou pessoalmente ou vou mandar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Isso não pode ficar assim. É o que eu digo, na Sul-Americana, nós falamos e eles ‘hablam’. O Gilberto estava de costas, foi um lance acidental. Fico indignado. Quem manda na Sul-Americana Julio Grandona, presidente da AFA. Este ano é centenário do Vélez, eles vão fazer tudo pra que ele faça uma boa campanha.
- Gilberto, armador do Cruzeiro: Eu estou muito chateado pelo fato de ser a segunda vez que deixei a equipe nesta situação, mas entendo que, diferentemente da primeira expulsão, essa tenho a consciência tranqüila. Não tinha nem como, naquele instante, tentar fazer algum tipo de jogada violenta. Foi um lance que tentei dominar a bola, o Henrique fez um lançamento e, ao me virar, dei de encontro com o Sebá. Foi muito rápido, não deu tempo nem de reagir. O árbitro entendeu que foi uma jogada de violência e acabou me dando o vermelho direto. Não sei se ele viu ou soube da primeira expulsão contra o Real Potosí e por isto estava me visando, mas o fato é que ele expulsou dois jogadores do Cruzeiro e deu oito cartões amarelos pra equipe deles e não expulsou ninguém. A gente não vai culpar o árbitro pela derrota, mas fica a sensação de que ele poderia pelo menos ter expulsado um jogador do Vélez.
- Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro suportou a pressão, foi guerreiro, marcou bem, rodou direitinho, porque é difícil. Com 20 minutos do 2º tempo, nós sabíamos que a perna ia pesar. Nós tentamos empatar mesmo com dois jogadores a menos. Então, acho que a equipe se portou bem com todas as dificuldades que são normais. Vamos ter um pouquinho de calma. Hoje, houve uma infelicidade, mas nós vamos reverter. Nós temos cinco jogos, vamos reverter com a ajuda do nosso torcedor, com o bom ambiente que nós temos. Temos que enaltecer o espírito guerreiro e vamos tentar, no jogo contra o Colo Colo, com 64 mil pessoas nos ajudando, nos empurrando, vamos reverter e tentar encostar no Vélez.
- Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O árbitro foi muito infeliz no lance do Gilberto. Eu estava próximo e vi que o jogador do Vélez entrou com muito mais força do que o Gilberto. Depois, em outros lances, um jogador do Vélez deu um tapa na minha cara, na frente do bandeira… Me chutou em um lance já parado, e o juiz fez vista grossa. O Sebá também chutou o Kleber no chão. Então, é esse tipo de critério que não dá para entender. Os juízes sempre têm a tendência de favorecer a equipe da casa. Agora, nos jogos em casa, nós temos de fazer nove pontos. Não tem outro resultado pra gente a não ser a vitória. Depois, na Venezuela, é tentar buscar mais pontos fora.
- Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro, em seu blog: Ontem, infelizmente, não nos demos bem no jogo contra o Vélez. Foi um jogo muito conturbado, mas, agora, temos que levantar a cabeça, sem deixar essa derrota abalar o time. Mesmo com 9 jogadores em campo, o time resistiu bem. Outra equipe em nosso lugar poderia ter tomado uma goleada. Temos que pensar em melhorar, corrigindo os erros da noite passada, para seguirmos fortes na competição.
- Gilvan de Pinho Tavares, vice-presidente do Cruzeiro: Você pode fazer uma manifestação e mandar pra eles quando ocorre qualquer coisa, mas eles se reúnem e definem. Não tem tribunal e não tem defesa. Eles não me autorizam a ir lá e fazer a defesa do Gilberto. Como foi a 2ª expulsão, devem aplicar duas partidas de suspensão. Eles se reúnem num prazo de uma semana e vão decidir a pena. Depois, vão comunicar ao departamento de futebol do Cruzeiro via CBF e FMF.
- Olé, diário esportivo argentino: Quente como um Brasil x Argentina, assim foi este Vélez x Cruzeiro, cheio de cartões. Houve duas expulsões e o juiz ainda deixou de dar dois vermelhos a jogadores do time local. Se o jogo fosse em Belo Horizonte, será que o uruguaio Vázquez não teria posto pra fora também Lima e Dominguez? Muito além da rivalidade de toda uma vida, era previsível o clima quente depois que os brasileiros perderam um jogador logo aos dois minutos por conta de uma solada inexplicável de Gilberto em Dominguez no meio de campo. O juiz também não ajudou. Deixou escapar o controle da partida, que não pôde conter com cartões. E que não usou critérios idênticos para os dois lados. Gil também foi bem expulso por pisar em Lopez e dar uma rasteira em Santiago Silva. Mas O pessoal do Vélez fez fila para acertar Kleber e vários deles poderiam ter terminado a noite antes da hora. Dominguez, por exemplo, deu um pontapé sem bola no brasileiro, que o juiz só puniu com um amarelo, Lima, que havia solado Kleber também foi aliviado de um segundo amarelo por um pescoção. E Somoza, que já havia recebido amarelo por uma falta em Kleber também aplicou um pescoção que ficou de graça. Kleber tentou levar um rival na onda vermelha de Vázquez , sem sucesso. Com 9 contra 11, os brasileiros se acalmaram pra não serem goleados. O Vélez aceitou este tipo de jogo, que também lhe convinha e não houve cartões na segunda metade. Agora, o que acontecerá quando os dois times se encontrarem no Brasil?
- Juan Manuel “Burrito”Martinez, atacante do Vélez: Estou muito feliz porque ganhamos de um grande rival e porque voltei a marcar. Com dois a menos, no 2º tempo, eles bloqueram, jogaram em 30 metros apenas, não passaram do meio de campo, o que nos complicou. Quando levaram o 2º gol, cuidaram só de evitar uma goleada,
- Sebastián Dominguez, beque do Vélez: As duas expulsões foram corretas e o juiz fez bem ao advertir em todas as faltas pra não deixar a partida escapar de suas mãos. Obviamente, não é a mesma coisa jogar contra 9 ou contra 11, mas o importante era estrear com vitória pra viajar com tranquilidade a Caracas. No 1º tempo, brigamos pela bola com muita contundência e isto nos custou muitos cartões, algo que precisamos melhorar. Hoje, se viu o que é uma Libertadores. Mas precisamos jogar com mais tranquilidade, ir menos no embalo da torcida, pra não se repetir esta situação que tomar sete cartões antes do intervalo, o que pode custar expulsões depois.
- Ricardo Gareca, treinador do Vélez: As expulsões limitaram os brasileiros. A primeira foi por uma solada, mas a segunda já foi devido à pressão que exercemos. Depois dela, o controle da partida ficou mais simples, mas não estivemos muito precisos nos últimos metros da cancha. Quando tentamos fazer mais gols, eles nos cercaram bem e não pudemos ampliar o marcador. As substituições visaram aproveitar a habilidade de Cabral pela esquerda e de Martinez pela direita abrindo o jogo pelas pontas. Poupamos Lima e Cabrera que vinham jogando todas as partidas e pressionamos o Cruzeiro ao invés de esperar pra ver o que eles iriam fazer. Importante foi vencer um time complicado, que tinha feito sete gols no último jogo e, ainda por cima, é o vice-campeão da competição. Com relação à arbitragem, prefiro não comentar muito. O juiz é internacional e vai apitar o Mundial. Creio que sua atuação foi correta. Quando os jogadores se excederam, ele os puniu. Fizemos muito mais faltas porque os jogadores brasileiros são muito habilidosos e difíceis de serem marcados. Na verdade, qualquer time brasileiro é difícil.
- André Kfouri, em seu blog: Com dois jogadores do Cruzeiro expulsos no primeiro tempo, o Vélez Sarsfield ficou bem à vontade para vencer em casa. A arbitragem do uruguaio Martin Emílio Vázquez foi muito ruim, mas acho exagero responsabilizá-la pelo placar, quando se teve um jogador expulso (corretamente, mesmo sem intenção) aos 2 minutos de jogo.
- Lédio Carmona, em seu blog: Não acho, sinceramente, que Martin Vasquez, um bom árbitro uruguaio, tenha entrado no gramado do Jose Amalfitani para prejudicar o Cruzeiro. Mas o cartão vermelho que mostrou a Gilberto logo aos dois minutos do primeiro tempo decidiu a partida. Um lance polêmico, interpretativo, e que até agora gera discussão. Gilberto levantou a perna deliberadamente para atingir Sebastian Dominguez (um santo)? Na minha opinião, não. Ele foi imprudente, mas não quis acertar o argentino. Tanto que olhava para o alto na hora em que disputava a bola com Sebá. Enfim, pela jogada, que no meu julgamento deveria valer um amarelo, Gilberto foi expulso pela segunda vez na Libertadores. Em resumo: ele jogou 10 minutos em duas partidas e levou dois vermelhos. Agora é ainda mais injusto compararmos o lance de ontem com a jogada em Potosi. Na Bolívia, de fato, Gilberto perdeu a cabeça e agrediu o adversário com um soco. Ontem, não. Foi uma disputa de bola, e por imprudência, sem ter a intenção, acertou Sebá com a sola da chuteira. Repito: não foi uma jogada leve. Merecia amarelo. Mas terminou com vermelho, mesma punição que o mesmo Sebá deveria ter levado ao chutar Kleber no gramado e que o uruguaio Pablo Lima também poderia ter recebido ao entrar com o cotovelo no rosto de Thiago Ribeiro. Enfim, nada disso Martin Vasquez viu. Muito menos com severidade idêntica ao seu veredicto sobre Gilberto. Muito embora seja justo dizer que ele acertou ao expulsar Gil, pelo segundo cartão amarelo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores ainda no primeiro tempo. Enfim, uma noite muito ruim do Cruzeiro. Por todos esses motivos, que impediram o time de jogar um bom futebol e equilibrar a partida contra a forte, raçuda e, às vezes, desleal equipe do Velez. Assim mesmo, com 9 contra 11, o Cruzeiro soube se equilibrar em campo no segundo tempo, arriscar contra-ataques e impedir que os argentinos se sentissem livres e criassem situações. Um contra-ataque mortal, concluído por Martinez, na reta final da partida, matou o Cruzeiro e o jogo. Mas o Cruzeiro não está morto na Libertadores. É melhor do que Velez, Colo-Colo e Deportivo Itália e pode muito bem se recuperar. Agora, é preciso esquecer o cenário do José Amalfitani. E blindar o grupo, e o próprio Gilberto, de todos os decretos e veredictos sobre a expulsão do lateral/meia. Que, enfim, minha visão sobre o lance esteja equivocada. Até pode ser. Não sou dono da verdade. Mas rotular um jogador de “violento” pelo lance de ontem me parece tão imprudente quanto sua “solada” em Sebá. E condenar o Cruzeiro ao fracasso por uma derrota para o Velez, em Buenos Aires, me parece ainda mais precipitado.
- Mauro Beting, em seu blog: Gilberto, Gilberto… Expulso aos 20 minutos na altitude, aos 2 minutos ao nível do mar. Como pode? Ele até não entrou para quebrar o argentino. Mas, em Libertadores, um jogador de Seleção precisa ficar mais esperto. No mínimo. A arbitragem usou pesos e cartões distintos? Claro que sim. Alguém do Vélez poderia ter saído junto, ou logo depois. O que nem assim justifica duas expulsões no primeiro tempo. E o fato de Adilson não ter sacado um zagueiro amarelado antes da expulsão de Gil. Elicarlos foi mal. Diego Renan sentiu o peso da Libertadores. Mas não há como cobrar mais de um time que ficou com um a menos por quase todo um jogo, na casa de um rival, e contra um Vélez que vai longe na competição. O Cruzeiro precisa se acalmar. Ou se definir. Por vezes alterna a ferocidade total com a apatia absoluta. Um mínimo de equilíbrio, independente da arbitragem, é fundamental. Ao menos o time foi guerreiro de aguentar a excepcional pressão do rival e os erros de arbitragem e perder de pouco, pelas circunstâncias. É um alento.
- Mário Marra, em seu blog: Mais uma vez um centenário entra na vida do Cruzeiro na Libertadores. Em 2008, o San Lorenzo cruzou o caminho e não fez grande coisa. Em 2010 o adversário é bem melhor, o Velez é um time bem armado e tem qualidades. Entretanto, a definição da partida não esteve com Moralez, Santiago Silva, Lopez ou Zapata. O árbitro uruguaio Martin Vazquez, antes de dois minutos, expulsou Gilberto. O lance é polêmico e de interpretação da arbitragem, no entanto, a imagem da televisão deixa claro que Gilberto não viu que o adversário estava na jogada. O meia esticou a perna para fazer o domínio da bola e acertou feio o argentino. Expulsão! Em dois jogos na Libertadores, Gilberto foi expulso duas vezes. Logo após o lance da expulsão, Zapata achou Cabrera pela direita, ele avançou no espaço deixado por Diego Renan e cruzou para Santiago Silva fazer, de cabeça, o primeiro gol do jogo. Para complicar ainda mais o jogo, aos 36 minutos, Gil cometeu falta e recebeu o segundo amarelo. Expulso! Adilson colocou outro zagueiro: Thiago Heleno entrou no lugar de Diego Renan. Sai um lateral e entra um zagueiro. Em mais uma demonstração clara de visão de jogo e de elenco, Adilson não abriu mão de um atacante e percebeu que Diego Renan estava sofrendo na marcação. Com o estrago já feito, o Cruzeiro teve se arrumar em campo. Elicarlos assumiu a direita, Jonathan se vestiu de volante, Paraná foi para a esquerda. Thiago Ribeiro se desdobrou em tentar marcar a saída de bola e ajudar na proteção. Kleber fez o que mais gosta. Provocou, esticou o cotovelo, enfim, jogou Libertadores! O Velez se mexeu em campo. Zapata, que já comandava pelo meio, não tinha mais preocupação defensiva e trabalhava a bola. Cabrera tratou de atacar e Moralez abria o jogo pela esquerda. Adilson não mexeu no intervalo, apenas ajustou a equipe. Recuou Jonathan e esticou, com Elicarlos e Henrique, uma última linha de quatro. Aos 6 minutos do segundo tempo, Pedro Ken substituiu o cansado Thiago Ribeiro. Pedro Ken fechava o meio e buscava jogar com Kleber e Jonathan com triangulações pela direita. Kleber não resistiu e foi substituído por Wellington Paulista. O aniversariante técnico Gareca demorou, mas foi mortal nas substituições. Chamou Martinez e Cabral para o jogo. Sacou um lateral (Lima) e um volante (Cabrera) e abriu Cabral na esquerda e Martinez pela direita. Com o espaço ocasionado pelas mudanças o Velez chegou mais e fez o segundo gol. Moralez caiu pela direita e chou Martinez com liberdade para marcar. É necessário destacar a serenidade do técnico Adilson Batista. Na coletiva ele procurava despertar no elenco e na torcida o espírito da competição. Reclamou da arbitragem, mas tirou proveito da situação, buscando montar o cenário da disputa, que envolve muito de técnica e muito de inteligência e competitividade.
- Neto, em seu blog: Respeito demais a dupla Dunga/Jorginho pelos resultados obtidos nas últimas competições oficiais com a Seleção Brasileira. Agora convocar o Gilberto e não o Roberto Carlos é uma falta de coerência tremenda. Nada contra o jogador do Cruzeiro, mas se a explicação for a idade do lateral corintiano (36 anos), o jogador do time mineiro tem 33. Se for técnica e títulos conquistados não preciso nem falar, né? Pra vocês verem, o Gilberto é um grande jogador, mas prejudicou demais o Cruzeiro nesta derrota para o Velez Sarsfield da Argentina. Ser expulso com poucos minutos de jogo na casa do adversário é complicado. Dois a zero foi até pouco.
- Leandro Mattos, em seu blog: A noite celeste em Buenos Aires foi de derrota para o Vélez Sársfield, mas o contexto do revés por 2 a 0 para os hermanos precisa ser levado em conta. A ‘expulsão-relâmpago’ de Gilberto (desta vez aos dois minutos de jogo) mais uma vez prejudicou a equipe. Com 10, a Raposa acusou o golpe logo em seguida, no gol de Silva, que não perdoou um cochilo da zaga estrelada. O cartão vermelho do camisa 10 celeste foi merecido, mas aí entrou em campo o apito desprovido de critérios de Martín Vázquez. Ele permitiu que os argentinos ‘descessem o sarrafo’ no time azul e só enxergou em amarelo para os donos da casa. Ainda na primeira etapa, o Cruzeiro perdeu mais um homem. Gil também foi expulso de forma correta e chancelou o olhar dúbio do árbitro. Aos brasileiros, rigor. Aos argentinos, benevolência. Com menos dois atletas, o Cruzeiro poderia ser goleado no segundo tempo, mas não foi assim. Mesmo com nove, a Raposa soube resistir ao ímpeto de um Vélez empurrado pela torcida e teve até chances de igualar o marcador. Isso até os 32, quando Martinez decretou de vez a derrota ao time de Adílson Batista.
- Cláudio Xina Lemos, no PHD: Impressionante o jogo de ontem. Coisas que me chamaram a atenção: 1- O tanto que bateu o time Argentino no 1º tempo, fiquei lembrando do post dos jogos do Cruzeiro contra independente e rosário centrel. 2- Impressionante como o Gil é ruim. Não pode jogar. Até o Thiago Heleno é melhor do que ele. Péssimo. 3 – Como joga bola o baixinho Morales. Jogou muito responsável direto pelo 2º gol, deu um olé no Elicarlos que não ganhou uma bola dele. Pra mim o melhor em campo. 4 – Como o Juiz não expulsou o tal do Somoza, o cara é um verdadeiro animal!!! Acho que ele bate até na mãe. 5 – Fiquei com a impressão que o time deles não quis jogar, puxou o freio de mão, senão teria goleado. Se não for isto, o nosso time jogou muito, muita raça, determinação e aplicação tática. 6 – Como profetizava por aqui o SilverCan, precisamos de zagueiros. 7 – O Fabricio faz uma falta danada ao time. 8 – Como amadureceu o técnico Adilson Batista, lembram-se do jogo que perdemos para a SEP no Parque Antártica no Morrinhão de 2008. Viram a diferença do time jogando ontem não com 10, mas com 9? 9 – Até agora não acredito que o Velez jogou tudo ontem. Pra mim segurou a onda e escondeu o jogo, não pode jogar só aquilo, senão o Cruzeiro vai ser fácil o 1º do grupo. 10 – Como criticar um time que jogo com dez desde os 2 minutos do primeiro tempo e jogou o 2º tempo todo com um a menos e não reconhecer o seu futebol como fez o Lédio Carmona ontem? Ele está certo?
- Gleyton, no PHD: Também penso que o vermelho para o Gilberto não foi nenhum absurdo. Se fosse um jogador do Vélez que tivesse entrado daquele jeito estaríamos todos bradando querendo a expulsão do dito cujo. Realmente o erro do juiz foi não ter feito o mesmo com os argentinos.
- Simone de Castro, no PHD: Puxa, no meio de tanta raiva pelo jogo de ontem, quase ia me esquecendo de dar os parabéns ao Leo Vidigal! Ainda bem que li o comentário do Elias. Parabéns, Leo! Felicidades e muita saúde! Ah, e parabéns, mesmo atrasado, ao Maykon Schots e ao Antônio Carlos Rossi!
Pesquisa: Romarol e JS
Tags: 2010, Adílson, Adílson Batista, Adversários, altitude, arbitragem, Argentina, Argentinos, árbitro, Band, Belo Horizonte, Beting, blog, Bolívia, Brasil, Brasileiro, brasileiros, camisa, Camisa 10, campeão, CAN, Caracas, Carmona, CBF, Colo-Colo, Comentários, Cruzeiro, Deportivo Itália, derrota, Diego Renan, Dunga, Eduardo Maluf, elenco, Elicarlos, Encontro, festa, final, FMF, futebol, Gil, Gilberto, gol, goleada, gols, gramado, Gum, Henrique, Inter, Internacional, Itália, jogadores, Jonathan, Juan, juiz, Kfouri, lances, Lédio Carmona, Leandro Mattos, Libertadores, Libertadores 2010, Lima, Maluf, Marra, Mauro Beting, Mário Marra, Mineiro, morrinhão, Neto, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, Pesquisa, PHD, Placar, Porto, Potosi, punição, raça, Raposa, Reina, resultados, rival, rodada, San Lorenzo, Sebá, Seleção, Seleção Brasileira, semana, Sol, SP, Sport, suspensão, tática, técnico, título, títulos, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, times, torcedor, torcida, treinador, UAI, Uruguai, Vélez, Velez Sarsfield, Venezuela, violência, Vitória, Wellington Paulista, Zezé Perrella
Tags:2010, Adílson, Adílson Batista, Adversários, altitude, arbitragem, Argentina, Argentinos, árbitro, Band, Belo Horizonte, Beting, blog, Bolívia, Brasil, Brasileiro, brasileiros, camisa, Camisa 10, campeão, CAN, Caracas, Carmona, CBF, Colo-Colo, Comentários, Cruzeiro, Deportivo Itália, derrota, Diego Renan, Dunga, Eduardo Maluf, elenco, Elicarlos, Encontro, festa, final, FMF, futebol, Gil, Gilberto, gol, goleada, gols, gramado, Gum, Henrique, Inter, Internacional, Itália, jogadores, Jonathan, Juan, juiz, Kfouri, lances, Lédio Carmona, Leandro Mattos, Libertadores, Libertadores 2010, Lima, Maluf, Marra, Mauro Beting, Mário Marra, Mineiro, morrinhão, Neto, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, Pesquisa, PHD, Placar, Porto, Potosi, punição, raça, Raposa, Reina, resultados, rival, rodada, San Lorenzo, Sebá, Seleção, Seleção Brasileira, semana, Sol, SP, Sport, suspensão, tática, técnico, título, títulos, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, times, torcedor, torcida, treinador, UAI, Uruguai, Vélez, Velez Sarsfield, Venezuela, violência, Vitória, Wellington Paulista, Zezé Perrella
Publicado em Libertadores | 154 Comentários »
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mauro França
Pela primeira rodada do Grupo 7, o Cruzeiro vai à Buenos Aires enfrentar um Vélez motivado, que tem como maior trunfo um conjunto forte e entrosado, além de alguns bons valores individuais.
Adilson manteve o esquema usual, escalou Elicarlos no meio e desta vez optou por começar o jogo com Thiago Ribeiro no ataque, ao lado de Kleber.
1º TEMPO
Aos 2 minutos, bola pelo alto, Gilberto acompanhava a sua trajetória e ao girar o corpo para fazer o domínio, levanta o pé e atinge involuntariamente o zagueiro Sebá, que chegava para a dividida.
Pela imprudência, lance para amarelo, mas o juiz sacou logo o vermelho e começou a mudar a história da partida.
Qualquer estratégia já fica comprometida com uma expulsão no inicio do jogo. E mais ainda quando na sequencia o adversário faz um gol.
Aos 5, Cabrera foi lançado no espaço vazio da lateral esquerda celeste, chegou antes de Paraná e fez um cruzamento perfeito para Santiago Silva, que, no segundo pau, fulminou de cabeça para o gol. Vélez 1×0.
Para complicar, o juiz uruguaio tratou logo de mostrar que os critérios seriam completamente diferentes.
O rigor que teve na expulsão de Gilberto não seria aplicado em lances até piores dos jogadores do Vélez.
Como aos 6, quando Moralez, sem visar a bola, atingiu com um carrinho o tornozelo de Elicarlos e recebeu apenas o amarelo.
Ou quando Cubero fez duas faltas violentas em Kleber, aos 9 e 10 minutos, que lhe renderam apenas o amarelo, no segundo lance.
O Cruzeiro chegou com perigo aos 7. Jonathan cobrou uma falta na direita, Henrique penetrou livre pelo meio da área, em posição legal, e cabeceou fraco, facilitando a defesa de Montoya.
O Vélez fazia uma marcação agressiva (em todos os sentidos) a partir da intermediária e dificultava a saída de bola celeste.
No ataque, explorava principalmente o lado esquerdo da defesa celeste, onde Diego Renan se mostrava completamente perdido e a cobertura não funcionava a contento.
O jogo ficou quente, disputado com muita intensidade. Aos 17, Gil recebeu o amarelo por atingir um adversário rente à linha lateral.
Dois minutos depois, Kleber foi atingido com violência pela terceira vez, desta vez por Lima, que foi amarelado.
O Cruzeiro, mesmo com um a menos, não se intimidou. Tentou sair para o jogo e de certa forma conseguiu neutralizar a pressão do Vélez, que depois do gol só chegou com perigo aos 24. Depois de uma cobrança de falta, Santiago Silva apanhou a sobra dentro da área e bateu forte para o gol. Fábio fez grande defesa, cedendo escanteio.
O jogo ficou concentrado entre as intermediárias. Mesmo com muita movimentação dos homens de frente, apoiados por Jonathan e pelos volantes, o Cruzeiro chegava pouco ao ataque.
Sem espaço para tocar a bola, a saída muitas vezes era feita com chutões. O Vélez, mais preocupado em bater, até então criava poucos lances de perigo.
Aos 28, o tempo fechou depois que numa disputa de bola Thiago Ribeiro foi atingido no rosto. Os jogadores celestes foram pra cima, formou-se o bolo, com troca de empurrões e xingamento de ambos os lados.
O juiz mostrou amarelo para Leonardo Silva e Santiago Silva. O quarto para os argentinos, segundo para os cruzeirenses.
Depois dos 30 minutos o Vélez teve mais presença no ataque, criando seguidas situações de perigo, a maioria com Cabrera, que explorava o corredor aberto no lado esquerdo da defesa celeste.
Aos 36, depois de uma troca de passes pelo meio, a bola foi lançada para Silva, que sairia na cara do gol não fosse derrubado por Gil na meia lua. Gil recebeu o segundo amarelo e foi expulso corretamente. Na cobrança da falta, Silva disparou um petardo e Fábio fez boa defesa.
Se com 10 a situação já estava complicada, com 9 ficou muito mais. Adilson trocou o perdido Diego Renan por Thiago Heleno, para recompor a zaga.
O Vélez seguiu batendo. Aos 39, Sebá chutou Kleber, caído no chão, na cara do juiz, que mostrou apenas o amarelo para o zagueiro.
Aos 41, na base da raça, o Cruzeiro chegou com perigo. Jonathan cobrou falta, Kleber desviou de cabeça e a bola saiu à direita do gol.
Nos minutos finais o Vélez tocou a bola no ataque e terminou o primeiro tempo batendo. Aos 46, Somoza atingiu Kleber e foi amarelado.
2º TEMPO
O Cruzeiro para o 2º tempo sem alterações. O Vélez começou pressionando, insistindo nos cruzamentos para área.
Já prevendo o desgaste do time, Adilson trocou Thiago Ribeiro por Pedro Ken, na tentativa de reorganizar o sistema defensivo.
O jogo se transformou num ataque contra defesa. Com dois a menos, não restou alternativa ao Cruzeiro que não se defender.
Kleber ficou isolado na frente, marcado por pelo menos três adversários. A defesa, no sufoco, despachava a bola do jeito que dava. Ao menos não faltou luta e dedicação.
Fora os cruzamentos para a área, o Vélez pouco criava. Teve uma chance clara aos 13 minutos, quando Lopez apareceu livre na cara do gol e chutou por cima.
Um minuto depois, Silva recebeu na entrada da área, livrou-se de Thiago Heleno e bateu para o gol, com perigo.
Sem conseguir transformar a superioridade numérica e o amplo domínio das ações em gols, Ricardo Gareca fez duas alterações aos 19. Cabral e Martinez substituíram, respectivamente, Lima e Cabrera.
Aos 21, Adilson trocou Kleber por Wellington Paulista, que se dedicou mais a ajudar na marcação.
Numa das poucas tentativas de ataque no 2º tempo, Henrique recebeu na esquerda e voltou para Paraná, que arriscou de fora da área e mandou longe do gol.
O Vélez seguiu forçando o jogo pelo lado esquerdo da defesa e teve ótima oportunidade aos 24. Após cruzamento, Martinez se antecipou à zaga e jogou por cima do gol.
Até que aos 32 o Vélez finalmente conseguiu ampliar o marcador. Moralez foi ao fundo e cruzou para Martinez, que, já na pequena área, apenas escorou para o gol. Vélez 2×0.
O panorama do jogo seguiu inalterado até o final. O Vélez insistiu no ataque e o Cruzeiro resistiu bravamente.
Já aos 40 minutos, Otamendi cometeu falta violenta em Wellington Paulista e foi amarelado. Foi o 7º cartão do Vélez, que cometeu o dobro de faltas que o Cruzeiro.
Há que se destacar o empenho e a dedicação dos jogadores durante todo o jogo e especialmente no 2º tempo.
Os que ficaram em campo lutaram com todas as forças e merecem aplausos pelo esforço heróico para resistir à pressão a que foram submetidos.
Restou a impressão de que o Cruzeiro tem todas as condições de conseguir a sua classificação.
A atuação do juiz foi desastrosa e influiu decisivamente no andamento da partida.
Foi rigoroso na expulsão de Gilberto e extremamente condescendente com as faltas violentas e agressões cometidas pelos argentinos.
PS: Deixo aqui minha homenagem ao grande amigo Leo Vidigal, que faz aniversário hoje, com votos de saúde, paz e sucesso.
Mauro França, 46, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete lagoas, mora em Belo Horizonte.
Tags: Adversários, aniversário, Argentinos, Belo Horizonte, CAN, classificação, cruzeirense, Cruzeiro, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fábio, final, França, Gil, Gilberto, gol, gols, Henrique, história, Inter, jogadores, Jonathan, juiz, lances, Leonardo Silva, Lima, Mauro França, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, raça, rodada, Sebá, Sol, SP, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, TOC, UAI, Uruguai, valor, Vélez, violência, Wellington Paulista
Tags:Adversários, aniversário, Argentinos, Belo Horizonte, CAN, classificação, cruzeirense, Cruzeiro, Dida, Diego Renan, Elicarlos, Fábio, final, França, Gil, Gilberto, gol, gols, Henrique, história, Inter, jogadores, Jonathan, juiz, lances, Leonardo Silva, Lima, Mauro França, O Tempo, Pedro, Pedro Ken, raça, rodada, Sebá, Sol, SP, Thiago Heleno, Thiago Ribeiro, TOC, UAI, Uruguai, valor, Vélez, violência, Wellington Paulista
Publicado em Libertadores | 112 Comentários »
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Mauro França
HISTÓRIA
A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.
Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.
A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.
A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.
Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.
Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.
O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.
A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.
O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.
Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.
Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.
Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos.
TÍTULOS
O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.
Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.
Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).
Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.
Na final da Libertadores em 94 o Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:
- José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.
Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro.
Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.
Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.
CONFRONTOS COM O CRUZEIRO
Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.
O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.
Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.
As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.
Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo - Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.
Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:
- “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”
O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.
Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.
Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 - Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.
Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.
NA LIBERTADORES
O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.
HOJE
O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.
Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009.
Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.
Contra o Arsenal, o Vélez jogou com
- Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.
Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.
Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.
Tags: 1x1, 2010, amistoso, Argentina, Argentinos, Arsenal, artilheiro, Atlético, Belo Horizonte, Boca, camisa, camisas, CAN, chuva, clubes, Copa, Correa, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Dida, Dirceu Lopes, dirigentes, Fabinho, final, França, futebol, futebol argentino, Gil, gol, gols, história, Inter, jogadores, Juan, juiz, La Plata, laterais, Libertadores, Lima, Mauro França, Milan, Mineirão, Morumbi, O Tempo, Palhinha, Palmeiras, Paraguai, participação, público, Piazza, Placar, proposta, Raul, Reina, Roberto Batata, rodada, Ronaldo, São Paulo, Sebá, Seleção, Sol, SP, Sport, técnico, título, títulos, Tigre, torcida, Tostão, treinador, UAI, uniforme, Uruguai, Vanderlei, Vélez, Vitória, Wilson Piazza, Zé Carlos
Tags:1x1, 2010, amistoso, Argentina, Argentinos, Arsenal, artilheiro, Atlético, Belo Horizonte, Boca, camisa, camisas, CAN, chuva, clubes, Copa, Correa, cruzeirense, Cruzeiro, derrota, Dida, Dirceu Lopes, dirigentes, Fabinho, final, França, futebol, futebol argentino, Gil, gol, gols, história, Inter, jogadores, Juan, juiz, La Plata, laterais, Libertadores, Lima, Mauro França, Milan, Mineirão, Morumbi, O Tempo, Palhinha, Palmeiras, Paraguai, participação, público, Piazza, Placar, proposta, Raul, Reina, Roberto Batata, rodada, Ronaldo, São Paulo, Sebá, Seleção, Sol, SP, Sport, técnico, título, títulos, Tigre, torcida, Tostão, treinador, UAI, uniforme, Uruguai, Vanderlei, Vélez, Vitória, Wilson Piazza, Zé Carlos
Publicado em Adversários | 97 Comentários »
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Quando foi jogar em Potosi, o Cruzeiro enfrentou:
- Pirambeiras em estradas sinuosas;
- Ar rarefeito; e
- Vigília em aeroporto. (mais…)
Tags: altitude, bandidos, Belo Horizonte, bolivianos, brasileiros, calor, Cruzeiro, dengue, Polícia, Potosi, Real Potosi
Tags:altitude, bandidos, Belo Horizonte, bolivianos, brasileiros, calor, Cruzeiro, dengue, Polícia, Potosi, Real Potosi
Publicado em Adversários, Boca Maldita, Campeonatos, Cruzeiro, Humor, Libertadores, Miscelânea, Mundo | 36 Comentários »
sábado, 23 de janeiro de 2010
Salinas-MG, 21mar39
- “Procópio jogou de espora e penacho como um Dragão de Pedro Américo.”
A imagem que Nelson Rodrigues usava para incensar os heróis do Fluminense ajustava-se ao estilo imponente de Procópio Cardozo Neto.
E ficou perfeita na crônica do dia seguinte ao Fla x Flu, pelo Torneio Rio-São Paulo, em 22abr64, em que Procópio fez o gol de empate aos 41 do 2º tempo:
- “O Flamengo vencia por 1×0 quando desarmei o centroavante Aírton, lancei o Carlos Alberto Torres e fui pro ataque. Nosso lateral foi à linha de fundo, cruzou e eu peguei a bola de primeira, ainda no ar.”
O jornalista Ruy Castro explica:
- “Era assim mesmo, sem mencionar o quadro, na certeza de que seus leitores sabiam que Pedro Américo foi um pintor e que o Dragão a que ele se referia não era o do São Jorge, mas um dos Dragões da Independência -regimento de cavalaria que escoltou Dom Pedro I no dia do Grito do Ipiranga-, que o pintor retratou.”
Em 1968, numa mesa-redonda da TV Belo Horizonte, João Saldanha também confessou sua admiração pelo becão:
- “Procópio joga no meu time.”
(mais…)
Tags: atlético-mg, Belo Horizonte, Botafogo, classe, Craques, Cruzeiro, Dirceu Lopes, dragão, Felício Brandi, Imprensa, João Saldanha, Maracanã, Mineirão, Palmeiras, Pelé, Procópio, raça, Santos, Seleção, técnico
Tags:atlético-mg, Belo Horizonte, Botafogo, classe, Craques, Cruzeiro, Dirceu Lopes, dragão, Felício Brandi, Imprensa, João Saldanha, Maracanã, Mineirão, Palmeiras, Pelé, Procópio, raça, Santos, Seleção, técnico
Publicado em Comentários, Cruzeiro, Cultura, Mídia, Personagens | 57 Comentários »
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Marcos Pinheiro
Pelos números apurados pelo Datafolha, entre 14 e 18dez09, os times do Eixo fazem a festa no Paraná e na Bahia.
No Paraná, o Corinthians lidera com folga: 20%, contra longínquos 8% do Atlético, que está empatado com o Palmeiras.
Depois vem Flamengo, 7%, São Paulo e Santos, ambos com 6%, para só então aparecer o Coritiba, com 5%.
Até o Grêmio, com 3%, está na frente do Paraná Clube, que tem 2%, empatado com Vasco e Internacional.
Na Bahia o vexame é um pouco menor. Bahia e Vitória, com 14% e 10% respectivamente, ficam em 3º e 4º lugar, atrás apenas de Flamengo, 21%, e Corinthians, 10%, mas na frente de São Paulo, 7%, Palmeiras, 6%, Vasco, 5%, e Santos, Botafogo e Fluminense, todos com 1%.
Mas paranaenses e baianos não podem reclamar. O Datafolha, ao menos, reconheceu que eles existem.
Em Pernambuco, Ceará e Santa Catarina, o Datafolha simplesmente juntou todas os clubes locais na categoria “Outro”.
No estado do campeão brasileiro de 1987 o “Outro” teve 39% no Estado e 68% no Recife.
No Ceará, o “Outro” teve 20% no Estado e 40% em Fortaleza.
E em Santa Catarina, foi 5% para “Outro” no Estado e 33% em Floripa.
Se a pesquisa foi feita e foram divulgados os resultados estratificados de nove Estados, do Distrito Federal e de 10 capitais, por que não divulgar os percentuais das equipes locais?
Será que a paulista Datafolha ainda não digeriu a derrota do Corinthians na dinal da Copa do Brasil de 2008? Embirrou?
Os 68% dos clubes pernambucanos no Recife não são relevantes?
A que interessa ao torcedor do Santa ou do Náutico saber que Flamengo e Corinthians têm 4% dos torcedores em Recife, São Paulo e Palmeiras têm 1% e “Outro” tem 68%?
Por nossa conta, aplicaremos um tratamento isonômico e publicaremos os resultados de RJ e SP no mesmo padrão que Datafolha adotou para CE, PE e SC.
Quem quiser, que vá nos links acima para mais detalhes.
No Estado do Rio, Corinthians e Palmeiras tiveram 1% cada, e “outro” teve 84%, com 14% de não torcedores.
Na capital fluminense, “outro” subiu para 87%, tendo Corinthians e Santos 1% cada e 11% de não-torcedores.
No Estado de São Paulo, Flamengo teve 2% e “outro” 75%, com 22% dos entrevitados respondendo não torcer para nenhum time.
Na capital São Paulo, o Flamengo manteve os 2%, seguido do Vasco, com 1%, 20% não torcem para ninguém e 75% torcem para “Outro”.
Marcos Pinheiro, 37, cruzeirense, engenheiro, advogado, servidor público, nasceu no Rio de Janeiro, mora em Belo Horizonte.
Tags: 2010, Atlético, Belo Horizonte, Botafogo, Brasil, Brasileiro, campeão, CAN, Ceará, clubes, Copa, Copa do Brasil, Corinthians, Coritiba, cruzeirense, Datafolha, derrota, Distrito Federal, festa, Fla, Flamengo, Fluminense, futebol, Grêmio, Inter, Internacional, Marcos Pinheiro, Náutico, Palmeiras, público, Pesquisa, resultados, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, SP, times, torcedor, torcedores, UAI, Vasco, Vitória
Tags:2010, Atlético, Belo Horizonte, Botafogo, Brasil, Brasileiro, campeão, CAN, Ceará, clubes, Copa, Copa do Brasil, Corinthians, Coritiba, cruzeirense, Datafolha, derrota, Distrito Federal, festa, Fla, Flamengo, Fluminense, futebol, Grêmio, Inter, Internacional, Marcos Pinheiro, Náutico, Palmeiras, público, Pesquisa, resultados, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, SP, times, torcedor, torcedores, UAI, Vasco, Vitória
Publicado em Números | 50 Comentários »
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Prezado Jorge Santana,
Tive todo o cuidado e paciência para ler do princípio ao fim a proposta do Paulo Sanchotene.
Embora aparentemente baseada no calendário europeu creio que a proposta dele seja de difícil assimilação.
E mais, considerando o que se faz no Brasil, dificilmente ela teria a adesão de Rio e de São Paulo, que durante anos impedem que qualquer mudança seja feita no Brasil de forma a reduzir a dominação que exercem sobre o esporte mais popular do país, o futebol.
Creio haver outra solução, menos complexa, e capaz de levar, paulatinamente, à situação ideal.
Não me agrada a fórmula de Apertura e Clausura como existe em vários países sul-americanos, muito embora ela abra oportunidade para que todos os times campeonem.
A fórmula de pontos corridos chamada por você de Morrinhão é universal e justa, pois cada time joga uma vez em casa e outra fora.
Ora, somos um país continental e se te incomoda ver os tais times de empresário e sem torcida ocupando as vagas de Remo, Bahia, Santa Cruz, Paysandu ou Sport, há que se reconhecer que os tais chegaram lá por méritos técnicos.
Como equilibrar os conceitos?
Para mim não é fazendo campeonatos estaduais em 30 datas que se terá a solução. Teríamos morrinhões estadiais do mesmo jeito.
A solução passa pela massificação do esporte, com ligas classificando para os campeonatos estaduais de forma a se manter a atividade esportiva em todo o território nacional durante onze meses.
Desenvolvendo minha idéia, teríamos, nos mesmos moldes, de hoje:
- a) Campeonatos Brasileiros de 4 Divisões com 20 times em cada uma. A Série E teria a participação de times do Brasil todo, regionalizada nas fases iniciais e bancada por quem quiser comprar o filé das Séries A e B.
- b) Copa do Brasil: Com a participação dos times da Série A + campeões estaduais do ano anterior não constantes desta série + uma fase eliminatória que agruparia os outros times por ranking das federações estaduais até se completar 64 clubes. Os participantes da Libertadores eliminados até a fase de grupos se qualificariam para estas vagas.
- c) Campeonatos Estaduais revitalizados, com uma fase preliminar englobando os campeões das ligas micro-regionais classificando 6 clubes para a composição de 12 times da disputa do estadual do ano seguinte. Os classificados entre a 7ª e 12ª posições anualmente seriam cabeças de chave destes hexagonais regionalizados. Teríamos, então, um campeonato regionalizado com 6 chaves de 12 times, competindo ao longo de todo o 2º semestre para se indicar os classificados para os estaduais do ano seguinte. Isto englobaria 78 times por estado no máximo… Não creio que tenhamos potencial para mais que isto no Brasil inteiro. Estes campeonatos estaduais classificariam os times para a Copa do Brasil.
Como ficaria o Campeonato Mineiro:
- Centro / Oeste: Belo Horizonte, Vespasiano, Divinópolis, Betim, Ouro Preto, Mariana, Formiga, Itaúna, Passos, São Sebastião do Paraíso, Nova Lima, Pedro Leopoldo etc.
- Centro / Norte: Sete Lagoas, Curvelo, Diamantina, Montes Claros, Pirapora, Janaúba, Conceição do Mato Dentro etc.
- Vale do Aço /Leste / Nordeste: Itabira, Ipatinga, Fabriciano, Timóteo, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Monlevade, Nova Era, Dionísio, São Domingos do Prata etc.
- Sul: Varginha, Andradas, Poços de Caldas, Itajubá, Tres Pontas, Pouso Alegre, Três Corações, São Lourenço, Lavras, Guaxupé, Alfenas etc
- Zona da Mata / Campos das Vertentes: Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Ponte Nova, Barbacena, Tombos, Muriaé, Barbacena, São João Del Rey etc.
- Triângulo / Alto Paranaíba, Noroeste: Uberlândia, Uberaba, Araguari, Ituiutaba, Araxá, Unaí, Patrocínio, Patos de Minas, Paracatu, Unaí, João Pinheiro etc.
Isto propiciaria a retirada de muitos jovens das ruas e a massificação do esporte, abertura de oportunidade para novos treinadores, árbitros etc.
Daria para encaixar no Calendário a Libertadores e a Sul-Americana, ambas classificando times para o Mundial de Clubes a ser disputado em Dezembro, com 16 clubes em estilo Copa do Mundo.
Por enquanto é isto. Preciso de mais tempo para elaborar mais esta proposição.
Att,
João Duarte Chiabi
Tags: Americano, árbitro, árbitros, Band, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, brasileiros, CAN, Chiabi, clubes, Copa, Copa do Brasil, Copa do Mundo, Cruzeiro, Cruzeiro.Org, empresário, Formiga, futebol, GOvernador Valadares, hexa, Ipatinga, itaúna, Ituiutaba, Jorge Santana, juiz, Libertadores, Lima, Mariana, Mineiro, morrinhão, Mundo, Nordeste, Nova Lima, participação, patrocínio, Pedro, proposta, ranking, Reina, São Paulo, Série A, Sol, SP, Sport, técnico, Teófilo Otoni, times, torcida, treinador, UAI, Uberaba, Uberlândia, Vespasiano
Tags:Americano, árbitro, árbitros, Band, Belo Horizonte, blog, Brasil, Brasileiro, brasileiros, CAN, Chiabi, clubes, Copa, Copa do Brasil, Copa do Mundo, Cruzeiro, Cruzeiro.Org, empresário, Formiga, futebol, GOvernador Valadares, hexa, Ipatinga, itaúna, Ituiutaba, Jorge Santana, juiz, Libertadores, Lima, Mariana, Mineiro, morrinhão, Mundo, Nordeste, Nova Lima, participação, patrocínio, Pedro, proposta, ranking, Reina, São Paulo, Série A, Sol, SP, Sport, técnico, Teófilo Otoni, times, torcida, treinador, UAI, Uberaba, Uberlândia, Vespasiano
Publicado em Comentários | 55 Comentários »