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Roger Cabeça-de-raposão fez a diferença

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético-MG 1×3 Cruzeiro, no Mineirão, em 20fev10, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro de 2010.

  • Adílson Batista – Teve de ficar esperto pra escapar das armadilhas luxemburguesas. Mas conseguiu. Plantou os volantes pra tirar espaços de contra-ataque, cercou a lateral-esquerda, vulnerável na etapa inicial, e lançou Roger pra jogar justamente nos espaços que Luxa não havia deixado na etapa inicial, mas, ambicioso, concedeu na final. Livre o Sr. Secco fez um estrago no time listrado.
  • Torcida - Cliquem na palavra torcida para assistirem a um pouco das maldades que a cruzeirense perpetrou no RapoCota. Além de ganhar o duelo contra a Definhante em lugares ocupados e incentivo à equipe, a torcida do Cruzeiro produziu um mosaico laranja, o Flanelaço, para agradecer ao rival, que guardou a vaga do Mais Querido de Minas na Libertadores 2010. Quando se dedica a fazer farra, a torcida é nota 10.  Não pode é ir além da brincadeira e aprontar confusão.

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Atlético-MG 1×3 Cruzeiro: Vitória do equilíbrio

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Em 3º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro continua sem Fabrício, contundido, e não terá Wellington Paulista, suspenso devido ao 3º cartão amarelo recebido na rodada anterior.

No Atlético-MG, 6º colocado, com 5 pontos, não jogam Zé Luiz, contundido, e Cáceres, expulso na rodada anterior.

O jogo vale pouco em termos práticos, pois 8 dos 12 participantes do campeonato vão se classificar para os pleiofes.

Devido à rivalidade, contudo, este RapoCota será duro, disputado na técnica e, principalmente, na tática. Os técnicos jogarão até mais do que os jogadores.

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Bernardo: “Este ano, só vou jogar futebol”

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Comentários de protagonistas e blogueiros acerrca do Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.

  1. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Futebol tem choque, futebol é para homem. Às vezes isso acontece, o importante é ter critério, calma. Os jogos no interior são mais truncados, a Caldense fez 20 faltas com apenas 30 minutos. O cartão vermelho foi em função de o Wellington ter subido no alambrado, não por falta maldosa. É claro que vamos conversar, pois precisamos terminar com os 11 jogadores e uma expulsão acaba sobrecarregando, pois o técnico tem que fazer alterações que não quer, por causa do desgaste. O importante é a vitória e, se não tirarem pontos da gente de novo, pois às vezes eles tiram, por enquanto estamos em 2º lugar. O time teve tranquilidade. Gilberto jogou bem, assim como o Bernardo, o Eli, que entrou bem pelo lado direito e o Eliandro. E os três lá atrás também estavam firmes. Importante era vencer o jogo. Agora, vamos descansar. Na terça-feira, a gente começa a pensar no clássico. Bernardo jogou bem, mas temos que ter calma. Vamos ter paciência, pois temos que ver contra quem que é e aonde que é. Essas coisas a imprensa precisa analisar. Quem foi o marcador? Eu vejo futebol assim. Às vezes se joga contra determinado adversário ou determinado marcador e já falam que é o Pelé. E Pelé não vai existir nunca mais.
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Fábio salvou o time na hora certa

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0×2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.

  • Fábio - No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
  • Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.  
  • Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
  • Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.  
  • Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as  costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
  • Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
  • Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
  • Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
  • Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
  • Bernardo - Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
  • Guerrón - Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado. 
  • Elicarlos – O lutador de sempre.
  • Wellington Paulista - Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite. 
  • Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
  • Adílson Baptista - Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.  
  • Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano? 
  • Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.
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Caldense 0×2 Cruzeiro: Quanto riso, oh, quanta alegria!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Se prevalecer a vontade do tal Fonte Boa, procurador do TJD, que é de tirar 6 pontos do Cruzeiro, pela escalaçãode Wellington Paulista contra o Uberlândia, o bicampeão mineiro deixa o 4º lugar, com 6 pontos, e vira lanterna, com zero.

Isto aumenta a responsabilidade do time misto contra a Caldense, que também está em má fase com apenas 2 pontos, na 11ª posição.

Adílson Batista poupará o lateral Jonathan, o zagueiro Leonardo Silva, os volantes Henrique e Marquinhos Paraná, e os atacantes Kleber e Thiago Ribeiro, que atuaram na derrota de 2×0 para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires.

Alemão, treinador da Caldense, não contará com o zagueiro Matheus e o atacante Márcio Gomes, expulsos contra o Tupi, e  Fábio Paulista, suspenso por dois jogos TJD. 

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Times entram em campo. Cruzeiro com camisas azuis, calções brancos, meiões azuis. Caldense com camisas verdes, calções e meiões brancos. Juiz manda Fábio trocar os meiões brancos por azuis.
  • 18h09 – Começa o jogo. Cruzeiro defende arco à esquerda das tribunas.
  • 01 – Pedro Ken é derrubado por André na ponta direita. 
  • 02 – Bernardo cobra a falta e Thiago Heleno cabeceia pra fora.  
  • 03 – Bernardo recebe falta de André. Ele mesmo cobra, Maxsuel corta.  
  • 04 – Bernardo cobra escanteio, pela direita, de curva, tirando a bola dos beques. Thiago Heleno escora, de testa, Wellington Paulista, dentro da pequena área, cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×0.    
  • 05 – Thiago Heleno e Wellington Paulista sobem no alambrado pra comemorar com a torcida e recebem cartões amarelos.   
  • 06 – André comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.   
  • 07 – Wellington Paulista retarda cobrança de falta, Fábio Paulista tenta tomar-lhe a bola e recebe um empurrão (o jogador da Caldense disse que foi um soco na costela). Juiz aplica 2º amarelo e, em seguida, o vermelho em WP.   
  • 09 – Ewerton Maradona invade a área e é derrubado por Gilberto, que o empurra com o braço esquerdo. Pênalti.   
  • 10 – Thiago Pereira bate, com paradinha, Fábio defende no canto direito. Juiz manda repetir a cobrança devido á invasão da área por jogadores dos dois times.  
  • 11 – Tiago Pereira bate novamente, com força, mas no meio do arco. Fábio volta a defender. Gil invade a área, mas o Juiz não percebe e valida a cobrança.  
  • 13 – Diego Renan lança Gilberto na área, mas o meia é desarmado antes de arrematar. 
  • 14 – Bernardo cobra falta, Leandro defende.
  • 17 – Renaldo cruza da direita, Caçapa desvia pra escanteio.  
  • 18 – Maxsuel comete falta em Bernardo e recebe cartão amarelo.   
  • 19 – Fabinho cobra falta da intermediária, bola escapa por cima do travessão. 
  • 20 – Carciano derruba Guerrón, no bico da área, e recebe cartão amarelo.
  • 21 – André derruba Pedro Ken, Bernardo cobra a falta, bola desvia na barreira.  
  • 22 – Bernardo cobra pela direita, Thiago Heleno cabeceia, bola sai pela linha de fundo.
  • 29 – Tiago Pereira recebe passe na entrada da área, bandeira marca impedimento.
  • 23 – Ranieri cruza da esquerda, Tiago Pereira cabeceia, bola sai à esquerda do arco celeste.
  • 26 – Renaldo recebe lançamento de Nenê Miranda, mata no peito e chuta forte. Bola passa por cima do travessão. 
  • 28 – Tiago Pereira recebe lançamento em posição correta, entra na área, fica na cara do gol, mas o bandeira marca impedimento equivocadamente.
  • 30 – Guerrón tenta cruzar, Fábio Paulista desvia pra escanteio.
  • 31- Renaldo chuta forte, de fora da área, Fábio defende.  
  • 32 – Guerrón acerta cotovelada em Carciano, que fica caído no meio de campo.  
  • 33 – Tiago Pereira recebe lançamento, em impedimento, o 5º do ataque da Caldense.
  • 34 – Bernardo comete falta, reclama e recebe cartão amarelo.   
  • 35 – Caldense tem 51% de posse de bola.
  • 36 – Maxsuel chuta de fora da área, bola sai à direita do arco celeste.  
  • 38 – Ewerton Maradona cruza da direita, Gil corta de cabeça.
  • 39 – Elicarlos substitui Guerrón, que sai mancando.   
  • 40 – Pedro Ken passa pra lateral-direita, Diego Renan pra esquerda, Gilberto vira armador e Bernardo, atacante.   
  • 41 – Tiago Pereira recebe lançamento, bandeira marca 6º impedimento do ataque caldense.
  • 42- Walderi substitui André, que já cometeu 8 faltas e tem cartão amarelo.  
  • 43 – Pedro Ken cruza da direita, ninguém aparece pra arrematar.
  • 44 – Adílson Baptista manda Bernardo se fixar como atacante.
  • 46 – Nenê Miranda solta uma bomba de fora da área, Fábio defende em dois tempos. 
  • 47 – Fim de 1º tempo.
  • Gilberto: “Wellington apenas trombou com o zagueiro e foi expulso.”
  • Nenê Miranda: “Bobeamos no começo do jogo, sofremos o gol, perdemos pênalti, mas vamos tentar o empate no 2º tempo.”

Lances + importantes do 1º tempo

  • 17h12 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Eliandro substitui Pedro Ken com ordem pra segurar a bola no ataque.   
  • 03 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, rente ao travessão.  
  • 05 – Ewerton Maradona chuta de fora da área, à direita do arco celeste.  
  • 06 – Ewerton Maradona cruza da direita, Tiago Pereira erra a cabeçada.  
  • 07 – Eliandro recebe lançamento de Bernardo e invade a área. Carciano vem noencalço e o derruba com o braço direito. Pênalti e 2º amarelo pro zagueiro, que é expulso.   
  • 09 – Gilberto cobra o pênalti com a canhota, no ângulo direito de Leandro Lopes, que cai pro lado oposto. Cruzeiro 2×0.   
  • 10 – Jonatas Obina substitui Tiago Pereira.   
  • 16 – Elicarlos cruza da direita, Leandro Lopes defende com dificuldade.  
  • 19 – Walderi recebe lançamento longo e, apesar de ter apenas 1,61 m de altura, cabeceia colocado obrigando Fábio a ceder escanteio com a ponta dos dedos. 
  • 20 – Walderi recebe bola dentro da área e chuta, pra fora. 
  • 21- Renaldo cobra escanteio pela direita, Jonatas Obina escora de cabeça, Maxsuel também cabeceia, bola acerta as redes, pelo lado de fora. 
  • 22 – Claudinho substitui Ewerton Maradona.
  • 23 – Gilberto lança Bernardo, que pedala na frente de Maxsuel, mas acaba desarmado na meia lua.
  • 24 – Bernardo entra na área da Caldense, mas é desarmado por Maxsuel.
  • 25 – Gilberto lança Eliandro que, dentro da área, não consegue dominar a bola.
  • 26 – Jonatas Obina recebe no ataque, corta Thiago Heleno e chuta, Fábio defende.  
  • 28 – Camilo substitui Gilberto.   
  • 31 – Jonatas Obina cruza, Fábio defende.
  • 32 – Elicarlos invade a párea, pela direita, vai à linha de fundo e cruza. Maxsuel cede escanteio.
  • 34 – Renaldo cobra falta da direita, bola passa por cima do travessão.
  • 35 – Bernardo lança Eliandro, que é desarmado por Maxsuel. 
  • 36 – Torcida da Caldense começa a abandonar o estádio.
  • 37 – Luizinho avança pela esquerda e chuta pra fora.  
  • 38 – Renaldo chuta de dentro da área, Fábio espalma pra escanteio.  
  • 41 – Jonatas Obina chuta de longe, bola quica na pequena área, Fábio defende em dois tempos.  
  • 46 – Eliandro avança pela intermediária da Caldense, entra na área, mas chuta pra fora, à esquerda de Leandro Lopes.
  • 47 – Fim de jogo.
  • Cláudio Caçapa: “Superação é a palavra correta pra definir nossa atuação, pois, com um a menos, o jogo ficou difícil.”
  • Eliandro: “Cumpri a determinação do treinador, que era segurar a bola na frente, e ainda sofri o pênalti.”
  • Bernardo: “Botei na cabeça, que tenho de jogar futebol e só; agora, vou me preparar pro clássico.”
  • Maxsuel: “O Cruzeiro é muito forte, nós perdemos muitos gols, se tivéssemos convertido o pênalti e tendo um jogador a mais a história seria outra.”
  • Fábio Paulista: “Wellington paulista estava impedindo a cobrança da falta, eu tentei tomar a bola, ele perdeu a cabeça e me deu um soco na costela.”

Caldense 0×2 Cruzeiro, sábado, 13fev10, 17h, Estádio Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Juiz: Emerson de Almeida Ferreira (MG) – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Helbert Costa Andrade (MG) – Amarelos: Wellington Paulista, Thiago Heleno, Bernardo (Cru), André, Maxsuel (Cal) – Vermelhos: Wellington Paulista (Cru), 7 do 1º tempo, Carciano (Cal), 9 do 2º – Gols: Wellington Paulista, 4 do 1º tempo, Gilberto, 9 do 2º – Caldense: Leandro Lopes; Renaldo, Carciano, Fábio Paulista e Ranieri; Maxsuel, André (Walderi), Luizinho, Nenê Miranda e Everton Maradona (Claudinho); Thiago Pereira (Jonatas Obina). Tec: Alemão / Cruzeiro: Fábio; Gil, Cláudio Caçapa e Thiago Heleno; Diego Renan Fabinho, Pedro Ken (Eliandro) e Gilberto (Camilo); Bernardo; Guerrón (Elicarlos) e Wellington Paulista. Tec: Adílson BaptistaHistórico -Foi o 69º Cruzeiro x Caldense. O Cruzeiro venceu 46, empatou 17, perdeu 6 partidas, marcou 136 gols, sofreu 41. Os dois clubes decidiram o Supercampeonato Mineiro de 2002 => Cruzeiro 4×0 Caldense, quinta-feira, 05mai02, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5ª rodada do Supercampeonato Mineiro 2002 – Público: 5.962 pagantes, 9.000 presentes – Renda: R$28.183,00 – Juiz: Luiz Carlos Silva (MG) – Vermelho: Augusto Recife (Cru) – Gols: Alessandro, 30 do 1º tempo, Lúcio, 20, Joãozinho, 23, Wendell, 44 do 2º - Cruzeiro Jefferson; Maicon (Jorge Wagner), Cris, Luisão e Wendell (Thiago Gosling); Augusto Recife, Ricardinho (Ruy Cabeção); Vander e Lúcio; Alessandro e Joãozinho. Tec: Marco Aurélio / Caldense Gilberto; Edson (Gedeon), Nelson, Adriano e Márcio Alemão (Joílson); Ramos, Cláudio, Nenê Miranda e Clayton; Carioca (Mancuso) e Gustavinho. Tec: Valter Ferreira – Notas1. Cruzeiro e Caldense terminaram com 9 pontos, mas o Cruzeiro levou o título pelo saldo maior de gols, 5 contra 2 da Veterana – 2. Foi o 15º título de Ricardinho com a camisa azul-estrelada. Com um a mais que Wilson Piazza, o Mosquitinho Azul tornou-se recordista de títulos na história do Cruzeiro.

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Espírito de Libertadores, o melhor e o pior do time

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, no José Amalfitani, Buenos Aires, em 10fev10, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010.

  • Fábio – Fez ao menos duas delas com alto grau de dificuldade. Não teve culpa nos gols.
  • Jonathan – Esforçado, ajudou a diminuir espaços no meio de campo dificultando a articulação de jogadas pelos argentinos. Na lateral, carece de melhor técncia para marcação.
  • Gil – Estabanado, foi envolvido várias vezes. No lance da expulsão, não restava outra alternativa que não fosse parar Santiago Silva com falta.
  • Leonardo Silva – O melhor da defesa. Lutou muito, rebateu o que pôde.
  • Diego Renan – Quando sobe ao ataque, o problema da marcação é do volante da cobertura. Mas quando está na defesa ele tem de encurtar espaços para o adversário. E este tem sido seu maior defeito. Os adversários têm tempo demais pra pensar, ajeitar o corpo e cruzar. É defeito sanável, mas que não pode esperar a vida inteira pra ser corrigido.
  • Thiago Heleno – Entrou numa fria, com o time completamente batido e jogando apenas pra não levar goleada e se virou como pôde. Não comprometeu.
  • Elicarlos – Lutou muito cainda pelas duas laterais num esforço de cobertura louvável.
  • Henrique – Pelo espírito de luta mais do que pela técnica, foi um dos melhores em campo. Teve o tal espírito de Libertadores que é o de jamais afinar, porém com inteligência, sem querer virar herói a poder de soladas, cotoveladas e rasteiras.
  • Marquinhos Paraná – Tentou jogar com racionalidade tocando a bola pra frear a correria dos locais. Na cobertura da lateral-esquerda, não foi bem sucedido chegando tarde nos lances e deixando Nicolás Cabrera passear na Avenida Diego Renan.
  • Gilberto – Foi expulso aos 2 minutos por imprudência. No lance e na concepção de jogo. Divã, já! 
  • Kleber – Foi a válvula de escape do time ao receber a maior parte das bolas que a defesa e o meio de campo recapturavam. Amarrou o jogo, cavou faltas e tentou provocar a expulsão dos adversários, sem sucesso. Mas também correu risco de ser expulso nessas escaramuças. O conjunto da obra foi favorável, nas circunstâncias.
  • Thiago Ribeiro – Muita dedicação na contenção, pouca eficiência ofensiva.
  • Pedro Ken – Perdido em campo. Lento na marcação e armação, quando foi aoa ataque perdeu bola até pra si mesmo.
  • Adílson Baptista – Preparou bem o time, escalou o melhor que tinha à disposição, mas viu todo trabalho se perder em duas expulsões. Tentou ensebar a partida, segurou dois atacantes até onde pôde, mas quando precisou do banco se estrepou. Pedro Ken fez cair a produção da equipe e Wellington Paulista nada acrescentou aela. No final, reconheceu, ao contrário dos conspiradões, que nem só os erros de arbitragem derrubaram seu time. Houve falhas imperdoáveis de marcação. Mas isto não é da conta dos termocéfalos, que preferem jogar todas as  pedras no juiz. Menos mal que, tendo percebido as falhas de marcação e de cobertura, poderá corrigi-las para extrair de seu limitado elenco performances de bom nível como as da Libertadores passada e também as da segunda metade do Brasileiro. Agora, se continuar perdendo um ou dois jogadores por partida, nem se aprender a anadar sobre as águas consegue botar o time nos trilhos.  
  • Torcida – Pelo menos 200 cruzeirenses compareceram ao estádio de Liniers e se fizeram ouvir, apesar da cantoria desenfreada dos 25 mil torcedores locais.
  • Espírito de Libertadores – Se for entendido como necessidade de distribuir socos e pontapés, será prejudicial, pois os atletas brasileiros não são muito inteligentes nestas práticas. Se for entrega, disposição inteligência tática, visão estratégica, será positivo. Contra o Vélez, houve um pouco de cada item, só que nos momentos errados. Se jogasse melhor no começo e só perdesse a cebeça no fim, o time celeste, provavelmente, teria vencido.  
  • Juiz & Bandeiras – Tecnicamente bom, o apitador falhou na parte disciplinar. Se o critério de expulsão era o lance violento, por imperícia ou dolo, ele deveria ter mandado pro chuveiro Pablo Lima e Cubero. Ele não poupou cartões amarelos para os argentinos, que receberam sete. Mas desses cartões não conseguiu extrair um vermelho, pois os locais tomaram cuidado de se revezar nas faltas. 
  • Vélez Sarsfield – O time de Liniers deixou uma dúvida: joga só isso ou não preciso jogar mais do isso devido à facilidade de enfrentar um adversário com dois atletas a menos? Cabrera, que passeou pela direita, Santiago Silva, que marcou gol e incomodou a bequeira celeste, Somoza, o coração do time, e Moralez, o cérebro, foram os melhores.
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Vélez 2×0 Cruzeiro: Sobrou espírito, faltou tutano

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O Vélez Sarsfield, que está completando 100 anos, e também foi fundado por italianos, é o único clube argentino com vantagem nos confrontos contra o Cruzeiro.

O azul-e-branco de Liniers chegou à Libertadores conquistando o torneio Clausrua da última temporada argentina.

No Apertura desta temporada, terminou em 3º lugar, atrás de Banfield e Newell’s Old Boys. E no atual Clausura está em 1º, embora esteja poupando titulares para a campanha da Libertadores.

A maior vantagem da equipe portenha é o entrosamento, pois sua direção manteve elenco e treinador do último título. O Cruzeiro também manteve o grosso da tropa dos últimos dois anos e está mais equilibrado.

Hoje, o bicampeão mineiro só não contará com o volante Fabrício, contundido. Já o Vélez não terá o lateral-esquerdo Papa, um de seus três jogadores de Seleção.

Pela força de seu time e tradição do futebol argentino na Libertadores, o Vélez é favorito esta noite. Mas o Cruzeiro tem futebol para pelear e pontuar na abertura do Grupo 7.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 21h55 – Começa a partida. Cruzeiro, com uniforme tradicional, defende o arco à direita das cabines. Velez com camisa branca e calções e meias azuis.
  • 01 – Fábio defende bola cruzada por Cubero.
  • 02 – Gilberto expulso por entrar com o pé alto e acertar a cintura do beque Sebá Dominguez, no meio de campo.
  • 05 – Contra-ataque pela direita. Nicolás Cabrera cruza, Santiago Silva cabeceia, entre os beques celestes, à queima-roupa, sem chance de defesa pra Fábio. Vélez 1×0.
  • 07 – Moralez acerta uma patada em Elicarlos e recebe cartão amarelo.
  • 08 – Henrique cobra falta, Kleber cabeceia, Montoya defende.
  • 09 – Cubero dá pontapé em Kleber na intermediária. Ribeiro cobra e acerta a torcida atrás do arco.
  • 10 – Cubero derruba Kleber e recebe cartão amarelo.
  • 12 – Vélez ataca pela direita. Cubero marca Kleber individualmente.
  • 14 – Cabrera recua pra Montoya, que demora a repor a bola em jogo.
  • 16 – Diego Renan tenta lançar Ribeiro, que fica parado. Montoya defende com os pés e demora a repor a bola.
  • 17 – Gil pisa em Somoza e recebe cartão amarelo. Somoza cobra fraco, Fábio defende.
  • 19 – Gil derruba Moralez no meio de campo. Falta.
  • 20 – Pablo Lima acerta patada em Kleber no meio de campo. Cartão amarelo.
  • 21 – Faltas: Vélez 7×6.
  • 22 – Otamendi e Ribeiro trocam pontapés na lateral. Juiz manda seguir.
  • 23 – Santiago Silva comete falta em Henrique. Jonathan cobra sobre a área, defesa corta.
  • 24 – Cubero cobra falta para a área, Santiago chuta forte, Fábio defende no canto direito salvando gol certo.
  • 25 – Vélez passeia pela ponta-direita, marca forte no meio e tem centroavante forte e oportunista. Cruzeiro inofensivo.
  • 31 – Leonardo comete falta na intermediária. Lima cobra, Renan desvia para escanteio.
  • 32 – Cabrera cruza, Leonardo corta.
  • 33 – Cabrera cruza da direita, Fábio defende. Diego Renan leva um baile.
  • 34 – Moralez dribla Elicarlos e cruza. Fábio defende.
  • 35 – Somoza chuta de fora da área, por cima do travessão.
  • 36 – Moralez passeia pela esquerda e passa Lopez, que chuta. Paraná corta. WP discute com o 4º árbitro.
  • 37 – Gil derruba Santiago Silva na entrada da área pra evitar gol certo. Segundo amarelo e vermelho.
  • 38 – Santiago Silva cobra falta com violência. Fábio defende.
  • 39 – Cubero agride Kleber com pontapé sem bola e recebe apenas cartão amarelo.
  • 40 – Thiago Heleno substitui Diego Renan.
  • 41 – Otamendi derruba Kleber na ponta-direita. Jonathan cobra, Kleber desvia de cabeça, bola sai à direita de Montoya.
  • 44 – Vélez toca bola no meio de campo. Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
  • 45 – Cabrera avança pela direita e passa a Lopez, que chuta. Jonathan corta.
  • 46 – Somoza revida com pontapé rasteira de Kleber no meio de campo, e recebe cartão amarelo.

Lances + importantes do 2º tempo

  • Adílson Baptista: “Vamos tentar suportar mais 15 minutos, tirar um dos amarelados deles, equilibrar a partida e buscar o empate, depois.”
  • 23h04 – Começa o 2º tempo.
  • 01 – Torcida local canta alto. Torcida do Cruzeiro também canta apoiando seu time.
  • 02 – Lima cruza da esquerda, Thiago Heleno corta de cabeça.
  • 03 – Escanteio cedido por Henrique. Leonardo corta cruzamento, de cabeça.
  • 04 – Lima cobra escanrteio, defesa corta. Lima cruza, Lopez cabeceia, Fábio defende.
  • 05 – Kleber simula e ganha marcação de falta no meio de campo.
  • 07 – Pedro Ken substitui Thiago Ribeiro.
  • 09 – Cabrera cruza, bola acerta em Paraná e sai pra escanteio. Cabrera cobra, Leonardo corta.
  • 10 – Elicarlos fecha alateral-esquerda. Pedro Ken fecha a esquerda. Todas as bolas são lançadas para Kleber.
  • 11 – Lima cruza da esquerda, Leonardo corta de cabeça.
  • 12 – Santiago Silva recebe lançamento, Leonardo toma sua frente e é empurrado. Falta.
  • 13 – Lima para Otamendi, que lança Lopez sozinho dentro da área. Arremtae por cima do travessão.
  • 14 – Santiago recebe no ataque, corta Leonardo e arremata forte, à direita de Fábio.
  • 16 – Bola é recuada pra Montoya que dá un chutão.
  • 17 – Zapata e Santiago trocam passes, Fábio sai do gol e defende.
  • 18 – Lopez recebe nas costas da defesa e chuta cruzado. Bola sai à esquerda de Fábio.
  • 19 – Cabral substitui Lima, Martinez substitui Cabrera.
  • 20 – Jonathan lança Ken na direita. Volante é desaramdo com facilidade pela defesa.
  • 21 – Wellington Paulista substitui Kleber.
  • 22 – Jonathan faz lançamento de 50 metros para Henrique, que passa a Paraná. Volante arremata alto, por cima do travessão.
  • 23 – Jonathan trava Santiago, dentro da área, impedindo arremate do centroavante.
  • 24 – Cubero cruza rasteiro da direita. Lopez divide comn Fábio na pequena área, a bola sai por cima do travessão.
  • 26 – Elicarlos recebe lançamento de Henrique e descola escanteio na ponta direita. Jonathan cobra, TH cabeceia pra fora.
  • 28 – MP desarmado no meio de campo. Moralez recebe na área e chuta por cima do travessão.
  • 29 – Moralez dribla Elicarlos e cruza da esquerda. Lopez arremata, Jonathan corta e sai jogando.
  • 30 – Moralez lança Santiago, que conclui mal. Fábio defende.
  • 32 – Moralez vai à linha de fundo e cruza pra Martinez que, na pequena área, toca pras redes. Vélez 2×0.
  • 35 – Martinez recebe na direita, entra na área e chuta. Paraná corta pra escanteio.
  • 36 – Leonardo Silva chuta de 70 metros, Montoya apara a bola com peito e sai jogando.
  • 38 – Moralez para Martinez que cruza da direita. Leonardo cede escanteio.
  • 39 – Zarate substitui Santiago Silva.
  • 40 – Moralez chuta de 40 metros, Fábio defende.
  • 41 – Otamendi derruba WP e recebe cartão amarelo. TH cobra falta, pra fora.
  • 42 – Moralez recebe lançamento na área, Fábio rebate com o pé.
  • 43 – Sebá cruza da direita, Cabral, na pequena área, cabeceia por cima do travessão.
  • 44 – Bola na área, TH espana. Bola na área, Fábio divide com Moralez e defende.
  • 45 – Martinez ataca pela direita, mas é desarmado por MP.
  • 46 – WP dá um chega-pra-lá em Cubero na lateral-direita.
  • 47 – Velez toca bola no meio de campo. Bola sobre a área. TH corta de cabeça.
  • 48 – Fim de jogo. Faltas: Vélez 33×15. Escanteios: Vélez 8×1. Impedimentos: Vélez 5×0.
  • Wellington Paulista: “Se com um a menos é difícil, faltando dois é muito pior. Só dava mesmo pra defender.”

Vélez Sarsfield 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 10fev10, 21:509 (Horário de Brasília), Estádio José Amalfitani, Buenos Aires, 1ª rodada do Grupo 7 da Libertadores 2010 – Transmissão: Globo Minas e SporTV – Público: – Renda: – Juiz: Martín Vázquez (Uruguai) – Bandeiras: Miguel Nievas e Carlos Pastorino (Uruguai) – Amarelos: Moralez, Cubero, Lima, Silva, Sebá Domínguez, Somoza, Otamendi (Vel), Gil, Leonardo Silva (Cru) – Vermelhos: Gilberto, Gil (Cru) – Gols: Santiago Silva, 5 do 1º tempo, Martinez, 32 do 2º - Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Thiago Heleno); Elicarlos, Henrique e Marquinhos Paraná; Gilberto; Kleber e Thiago Ribeiro (Pedro Ken). Tec: Adílson Baptista / Vélez Sarsfield: Montoya; Fabián Cubero, Sebá Domínguez, Otamendi e Pablo Lima (Cabral); Nicolás Cabrera (Juan Manuel Martínez), Leandro Somoza e Víctor Zapata; Maxi Moralez; López e Santiago Silva (Zárate). Tec: Ricardo Gareca – Histórico: Foi o 9º Cruzeiro x Velez Sarsfield. O Cruzeiro venceu 3, empatou 1, perdeu 5, marcou 11 gols e sofreu 15. Os dois times decidiram a Supercopa da Libertadores em 1996, quando o Vélez foi campeonou vencendo por 1×0 no Mineirão e 2×0 no José Amalfitani. Em 2005, El Fortin eliminou o Cruzeiro nas oitavas-de-final da Sulamericana vencendo por 2×0 em Buenos Aires e perdendo por 2×1 no Mineirão.

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Copa SP, Cruzeiro 1×0 Paraná: Sem brilho

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Após um minuto de silêncio para lembrar as vítimas do terremoto que arrasou o Haiti, Cruzeiro, todo de branco, e Paraná Clube, com o tradicional uniforme azul e vermelho, iniciaram a decisão de uma vaga para as oitavas-de-final da Copinha.

1º tempo

Os paranenses começarm mais espertos e descolaram dois escanteios no 1º minuto. Bem postado, o trio final celeste, com Gabriel Vasconcelos, Deivisson e Wesley, despachou as bolas levantadas pelo armador Vinícius.

Os minutos iniciais foram dos paranistas. Somente aos 5, Hyago levou o Cruzeiro ao ataque, indo à linha de fundo, pela esquerda, e arrematando cruzado. Rodolfo desviou a bola pra escanteio. Dudu cobrou, pela esquerda, jogando a bola na entrada da pequena área. Acossado por Wesley, Marcelo Carvalho chutou a bola contra seu próprio arco: Cruzeiro 1×0.

O Paraná teve chance de empatar aos 10 quando o centroavante Caio fez o pivô e rolou pro arremate forte de Vinícius. A bola passou rente ao poste esquerdo do arco de Gabriel Vasconcelos.

O Paraná, jogando no 3-6-1, avançou os alas e aproximou da área seu jogador mais talentoso, Vinícius, para pressionar a saída de bola celeste. O Cruzeiro, jogando no 4-3-2-1, tinha em Marquinhos e Eber dois leões-de-chácara a proteger sua bequeira.

Na frente, Dudu, sem posição fixa, e a dupla Allan Jr. e Sebá confundiam a defeza paranista com seus deslocamentos deslocamentos. De trás, apareciam, como surperesa, Elber e Hyago.

Aos 17, Vinícius cobrou falta, de fora da área, no ângulo superior direito de Gabriel, que voou pra mandar a bola a escanteio. Um minuto depois, Hyago avançou pela esquerda e chutou forte. A bola se aninhou nas redes, pelo lado de fora.

Aos 20, Vinícius voltou a chutar forte para outra boa defesa de Gabriel. O Cruzeiro retomou o controle das ações e aos 28, Elber foi ao fundo, pela direita, e cruzou com força. Rodolfo defendeu parcialmente, mas Sebá não conseguiu arremtar para as redes.

O campo, curto, estreito e de piso irregular não favorecia o toque de bola. Os dois times atacavam privilegiando a força em detrimento do talento. Aos 39, Caio foi puxado na entrada da área. O juiz mandou seguir, pois o centroavante ficou com a bola. Mas ele a perdeu bisonhamente e ficou pedindo pênalti, sem razão.

Aos 43, Gil cobrou falta pela direita, Sebá subiu mais do que a zaga e desviou de cabeça. Deivisson chegou uma fração de segundo atrasado e não conseguiu marcar o gol.  O troco veio aos 47. Wesley parou Caio com falta na entrada da área e levou cartão amarelo. Vinícius desperdiçou a cobrança chutando a bola por cima do travessão.

2º tempo

O Cruzeiro voltou com Gabriel Araújo em lugar de Hyago. A mudança fez o time eprder uma arma ofensiva poderosa. O Paraná dominou, com mais vontade do que bola os minutos inciais.

Aos 7, contudo, Elber cobrou falta na direita, mas Allan Júnior chegou atrasado e não conseguiu fazer o 2º gol. Os paranaenses desperdiçaram boa chance aos 11 quando gabriel Vasconcelos defendeu chute forte de Vieira, de fora da área.

Aos 12, Alexandre Grasselli trocou Dudu por Anderson Uchoa. O time celeste ficou mais forte na contenção, mas perdeu a capacidade de armar jogadas pelo meio.

Os paranistas continuaram forçando. Aos 14, Washington desvencilhou-se do carrapato Marquinhos, driblou Wesley, que não dividiu a sério por ter cartão amarelo, invadiu a área, deslocou Gabriel, mas a bola saiu rente ao poste esquerdo, pela linha de fundo.

Aos 16, Fernando Kenor começou a mudar o sistema de jogo paranista, trocando o armador Washington pelo atacante Dieguinho.

Aos 17, Wesley sentiu distensão na coxa direita e foi substituído por Murilo. A essa altura, o Cruzeiro já havia perdido a capacidade de concatenar jogadas na meia cancha e vivia de esticões dos beques e volantes para Sebá e Allan Jr., bem marcados pela defesa tricolor.

Aos 23, o gigante de 1m91 e 93Kg, Diego Alemão saiu de campo carregado, quase matando os maqueiros encarregados doc arreto. Em seu lugar entrou Diego santos e o Paraná Clube passou a jogar num arriscado 3-4-3.

O Cruzeiro estranhou a mudança paranista e sua defesa passou a  ter dificuldades com tantos atacantes pela frente. Alexandre Grasselli arrumou a casa gritando na beirada do campo.

Aos 29, Allan Júnior concluiu com um peteleco um bom ataque. Rodolfo defendeu sem maiores problemas. Na sequência, Marquinhos desceu o sarrafo em Vinícius e foi amarelado.

Aos 34, Gabriel Araújo cruzou forte, da esquerda, Rodolfo pegou a bola com dificuldade. Rapidamente, todo o time celeste se recompôs colocando 11 jogadores atrás da linha da bola. Num campo pequeno,  isto foi uma maldade com os paranistas, que sem habilidade no trato com a bola, tinham de chutar de qualquer distância.

Esses chutes renderam uma sucessão de escanteios, que obrigaram Gabriel Vasconcelos a mostrar habilidades de socador de bolas. Mas, além da competência, ele precisou também da sorte aos 43, quando Marcelo carvalho encontrou Aamuri livre na parea e fez o lançamento. O defensor não teve categoria pra escolher um canto e chutou de qualquer jeito, mandando a bola por cima do travessão.

Os doisúltimos lances significativos ocorreram aos 45 e 46, quando Allan Júnior e Vinícius chutaram a gol de fora da área. Em ambos, a bola foi parar na linha de fundo.

Antes do final da partida, aos 48, Vinícius sentiu câimbras. Um atestado de seu esforço em busca do empate. E Caioo ainda teve tempo de apelar com uma bolada nas costas de Gabriel Araújo, que lhe valeu um cartão amarelo, sua última lembrança da Copinha.

Foi  partida menos inspirada do Cruzeiro no torneio. Elber e Allan Júnior, que estiveram tão bem nas anteriores, não luziram dessa vez. Em contrapartida, bequee e volantes de contenção trabalharam feito gente grande. E Gabriel Vasconcelos defendeu todas as bolas que passaram por seu raio de ação.

Resumo da ópera: não foi bonita, mas foi justa a vitória celeste.

  • Cruzeiro 1×0 Paraná clube, quinta-feira, 14jan10, 16h, Estádio Vereador José Feres, Taboão da Serra, 16 Km de São Paulo, décima-sextas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior – Juiz: Marcelo Krochmalnik (SP) – Bandeiras: Clademir Alves Bento e Juliano Rogério Vecchio (SP) – Amarelos: Gil, Sebá, Wesley, Marquinhos, Gabriel Araújo (Cru); Diego Volpini, Caio (Par) – Gol: Marcelo Carvalho, contra, 5 do 1º tempo - Cruzeiro: Gabriel Vasconcelos; Gil, Deivisson, Wesley (Murilo) e Hyago (Gabriel Araújo); Eber, Marquinhos e Elber; Dudu (Anderson Uchoa); Sebá e Allan Júnior. Tec: Alexandre Grasseli / Paraná Clube: Rodolfo; Diego Alemão (Diego Santos) e Marcelo Carvalho; Amauri, Diego Volpini, Vieira, Victor (Jean); Washington (Dieguinho), Vinícius e Helber; Caio. Tec: Fernando Kenor.
Tags: Allan, atacantes, Band, bandeiras, CAN, Copa, Cruzeiro, decisão, Dudu, Elber, Encontro, final, futebol, Gil, gol, Haiti, Hyago, jogadores, juiz, lances, Santos, São Paulo, Sebá, SP, Taboão da Serra, times, uniforme, Vasco, Vinícius, Vitória

Dr. Cláudio Lemos, o Xina Azul

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mandei, por e-mail as perguntas desta entrevista ao Xina, ou melhor ao causídico Dr. Cláudio Lemos, há duas semanas.

Entre uma cerveja e outra, ou melhor, entre um engradado e outro, ele teclou suas respostas.

Sem usar uma maiúscula sequer. Pura preguiça.

Mesmo contrariado, tive que editar o texto. Entre um uísque e outro.

Hic! Saúde, Xina! Hic!

  1. Sou o Cláudio Cardoso da Silva Lemos, nasci em Pratápolis, Minas Gerais, em 05jan67.
  2. Meu pai, Alberto da Silva Lemos, era fazendeiro e minha mãe, Luzia Cardoso Lemos, professora e dona de casa. Tinha 06 irmãos: quatro homens e duas mulheres. Tinha, pois perdi um irmão em maio deste ano.
  3. Estudei no Grupo Estadual Bueno Brandão, nos colégios Dom Silvério e Padre Machado e me graduei em Direito na da UFMG, todos escolas de Beagá. Sou advogado, profissional liberal.
  4. Nas horas vagas, namoro, assisto televisão, vou ao Mineirão e frequento bares. Sou apreciador das comidas dos botecos de Belo Horizonte.
  5. Não me lembro ao certo, quando e porque comecei a gostar de futebol. Talvez tenha sido por influência dos irmãos. Sempre fui cruzeirense. Lembro-me de ouvir jogos do Cruzeiro pela Inconfidência, inclusive aquele em que o Darci Menezes deu um soco no Reinaldo. Enquanto ouvia o choro do jogador adversário eu ia acertando boladas nas porteiras do curral. Outras vezes, ouvia as narrações das jogadas de Joãozinho e Nelinho, enquanto batia bola sozinho.  Antes disso, eu ouvia o Futebol de Ouro da Rádio Bandeirantes, programa em que se recordava partidas históricas dos times paulistas com a narração de Fiori Giglioti. O bordão era: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”. Lembro, por exemplo, de ter ouvido, no rádio do carro, depois de uma missa dominical, o gol do Ronaldo Drummond, que deu a vitoria do Palmeiras sobre Corintiãs, na final paulista de 1974.
  6. Sempre fui perna-de-pau, no máximo fazia minhas defesas nas peladas de futsal nos finais de semana.
  7. Não me lembro bem de quando começou minha paixão pelo Cruzeiro. Eu deveria ser torcedor de times paulistas, mas talvez por influência do meu pai, cruzeirense, escolhi o Cruzeiro. Quando me mudei porá Beagá, em 1974, um vizinho nosso, cruzeirense doente, me levou ao Mineirão pela primeira vez num jogo contra a Caldense. Goleamos, 5×0 ou 6×2, não me lembro mais, e nem precisei de outro jogo pra virar fanático.
  8. Meu RapoCota inesquecível, foi o que decidiu o Campeonato Mineiro de 1990: Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 03jun90, 17h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo extra para decisão do Campeonato Mineiro de 1990 -  Público: 90.145 pagantes, 100.000 presentes – Renda: Cr$8.368.735,00 – Juiz: Márcio Resende de Freitas. Bandeiras: Raimundo Divino e José Eugênio – Amarelos: Paulo Isidoro, Paulo César Carioca, Edu e Cléber, no 1º tempo; Careca, Hamilton, Éder e Neto, no 2º -  Cruzeiro: Paulo César Borges, Balu, Gilson Jáder, Adilson Baptista e Paulo César Carioca; Ademir Kaeffer, Paulo Isidoro e Careca; Heider, Hamilton (Roberson) e Edson. Tec: Ênio Andrade / Atlético-MG: Rômulo; Neto, Clébão, Paulo Sérgio e Paulo Roberto Prestes; Éder Lopes, Edu (Ailton) e Marquinhos; Newton (Ílton), Gérson e Eder Aleixo. Tec: Arthur Bernardes
  9. O esquecível foi em 2004, logo após a saída de Luxemburgo, quando perdemos por 5×3. Foi lastimável.
  10. Meu maior ídolo foi o Joãozinho. Depois, o Alex 10. Outros: Nelinho, Dida, Zico, Edson, pela raça e dedicação,  Douglas, Ademir Kaeffer, Ronaldo, Sorin…
  11. Meu Cruzeiro de Todos os Tempos, só com quem vi jogar é formado por Dida, Nelinho,Cris, Luisão e Sorin;  Douglas, Ademir Kaeffer, Zé Carlos e Alex 10; Palhinha I e Joãozinho.
  12. O maiores jogos da minha carreira de torcedor foram Cruzeiro3×2 Palmeiras, no Parque Antártica, em 98;  Cruzeiro 2×1 Palmeiras, decisão da Copa do Brasil 96, no Parque Antártica; Cruzeiro 3×0 River, decisão da Supercopa 91, no Mineirão. Cruzeiro 1×0 Nacional, Supercopa 89, no Mineirão, decidido com um gol antológico do Robson, que aplicou chapéu num adversário antes de concluir;  Cruzeiro 2×1 Grêmio, na decisão da Copa do Brasil 93;  Cruzeiro 3 x 0 Flamengo, no Mineirão, decisão da Copa do Brasil 2003 e os dois 5×0 nas frangas em 2008 e 2009.
  13. Em 1997, eu trabalhava em Ouro Preto, advogava para a Associação dos Servidores da Universidade Federal de Ouro Preto. No dia da decisão da Libertadores, eu tive que trabalhar até às 16 horas. Não tive tempo de comprar ingresso e só cheguei em casa, no bairro Santa Amélia, às 18h45. Corri pro Mineirão e gastei um dinheirão comprando ingresso de cambista. Eu era casado na época e tomei o maior esporro da patroa… Havia 105 mil pessoas fazendo barulho no estádio e ainda teve quem dormisse no meio daquela loucura toda. Só podia mesmo ser um multinick…
  14. Grande loucura pra ver o time, acho que não cheguei a fazer. Mais perto disto foi sair de Manga, no extremo Norte de Minas, ás 3h da madrugada para ver o Cruzeiro meter 4×2 nas frangas, em 2007, com direito a pênalti defendido pelo Gatti.
  15. Sacanear uma cocota é lembrar a ela dos dois Simca Zero que têm guardados na garagem…
  16. Livro de futebol que gostei e indico é o Bola na Rede, do Armando Nogueira, que li na 8ª série por indicação da professora de português. O blog que mais leio é o do Lédio Carmona. Mas o melhor blog foi do André Rizek. Leio e recomendo O Tempo, que faz o jornalismo mais imparcial da cidade, e o Lance!.
  17. Coisas que me irritam no futebol, principalmente quando estou assistindo sozinho, em casa, são as firulas inúteis e falta de raça, típicas de jogadores como o Gabriel…
  18. Meu sonho de torcedor é ser campeão mundial de clubes.
  19. Se fosse presidente do Cruzeiro eu democratizaria mais o clube, investiria mais nas categorias de base, melhoraria no marketing. E mais não digo por não conhecer bem a situação do clube. Mas acho sua direção competente.
  20. Se as frangas conseguirem manter o nível de investimento de 2009 nos próximos anos, elas sobreviverão ao lado do Cruzeiro no cenário futuro do futebol brasileiro. Caso contrário, de Minas, só restará o clube mais organizado e o que menos deve, o multicampeão Cruzeiro Esporte Clube.
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Copa SP, Cruzeiro 5×0 São José: Show de bola!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Partida inaugural da 41ª Copa SP de Juniores, o Cruzeiro x São José foi precedido de solenidades, que atrasaram o iníco da partida em 10 minutos: Hino Nacional cantado, discurso do Prefeito de Taboão da Serra e foguetório.

Todo de azul, estreando patrocinadores novos na camisa, o Cruzeiro ficou à direita das cabines. O São José jogou todo de banco com detalhes e, azul claro na camisa.   

1º tempo

O Cruzeiro iniciou o jogo com dois ataques fortes. A 1 minuto, Gil cruzou e Allan cabeceou por cima do travessão. Aos 2, Sebá entrou na área, pela direita, e chutou forte, cruzado. A bola se aninhou nas redes, pelo lado de fora. 

Durante 20 minutos, o Cruzeiro pressionou com subidas dos laterais Gil e Hyago e dos volantes Eber e Elber. Dudu jogava livre, mas tinha dificuldades nas disputas mano-a-mano com os gaúchos, bem mais fortes do que ele.  

No ataque, os velozes Allan e Sebá se revezavam em jogadas pelas pontas e pelo comando doa ataque.

O São José conseguiu dois bons arremates, aos 22 e 25. No 1º, Marco Antônio obrigou Gabriel a desviar pra corner uma falta bem cobrada. No 2º, Vítor dividiu com Deivison e arrematou à esquerda de Gabriel.

A resposta do Cruzeiro aconteceu aos 27. Allan recebeu lançamento em profundiade, driblou Henrique e tocou rasteiro na saída de Rafael. Cruzeiro 1×0.

Envolvente, o campeão mineiro de juvenis criou mais duas oportunidades. Aos 37, Dudu serviu Elber que, na entrada da pequena área, arrematou por cima do travessão. Aos 39, Allan chutou forte, de fora da área, obrigando Rafael a uma defesa complicada.

Apostando sempre na contenção e nas escapadas em contra-ataque, o São José perdeu o controle da partida e só voltou a incomodar aos 42 quando Marco Antônio cruzou da direita e Afonso venceu a zaga celeste pelo alto cabeceando, com perigo, à direita de Gabriel.

Na sequência, o Cruzeiro definiu a partida. Aos 43, Elber conferiu cruzamento de Sebá, da esquerda, com um leve toque: Cruzeiro 2×0. Aos 45, Eber desferiu um belo chute, à meia altura, da meia-lua: Cruzeiro 3×0.

2º tempo

Se o placar foi generoso para o Cruzeiro e um pouco além do castigo merecido pelo time gaúcho no 1º tempo, no 2º, ele acabou ficando do tamanho da superioridade celeste.

O Cruzeiro voltou sem alterações, enqaunto o Zequinha torcou de lateral-esquerdo.

E o placar foi alterado logo de cara, a 1 minuto. Em jogada individual, Elber driblou Henrique, entrou na área, driblou também o goleiro Rafael e tocou com a canhota pras redes. Cruzeiro 4×0.

O Zequinha perdeu o rebolado. Não conseguiu responder com jogadas organizadas e o ficou à mercê do time mineiro, que continuou criando oportunidades sem muita pressa.

No São José, apenas o meia Marco Antônio tentava armar jogadas pelo chão. Mas, com boa disposição tática e resistência física pra jogar na cancha enlameada, o time celeste destruiu, sistematiamente, cada lance dos gaúchos.

O 5º gol aconteceu aos 16. Sebá recebeu de Gil, entrou na área pela direita, aplicou um corte em Diego e arrematou firme, de pé esquerdo pras redes do arco defendido por Rafael. Cruzeiro 5×0.

Alexandre Grasseli fez algumas substituições para poupar titulares e testar reservas. Aos 14, ele havia trocado Dudu por Rodrigo. Aos 21, testou Maranhão em lugar de Allan.

Tecnicamente, as alterações foram inócuas. Mas o ritmo do time celeste não diminuiu e o placar só não aumentou porque seus jogadores tiraram o pé do acelerador.

Desaceleração compreensível, pois é preciso guardar energias para enfrentar o próximo adversário, Botafogo de Ribeirão Preto, que promete ser mais  difícil do que o Zequinha, de Porto Alegre.

  • Cruzeiro 5×0 São José (RS), sábado, 02jan10, 14h10, Estádio Municipal Vereador José FFeres, Taboão da Serra (16 Km de São Paulo), 1ª rodada do Grupo A da 41º Copa SP de Juniores – Juiz: Tiago Luís Scaracacci (SP) – Bandeiras: Maria Núbia e Otávio Magnani Barbosa (SP) – Amarelo: Kauê (Zeq) – Gols: Allan, 27, Elber, 43, Eber, 45 do 1º tempo; Elber, 1, Sebá, 16 do 2º – Cruzeiro: Gabriel Vasconcelos, Gil, Wesley, Deivison e Hyago (Gabriel Araujo, 27, 2º); Eber, Marquinhos e Elber; Dudu (Rodrigo, 14, 2º); Allan Júnior (Maranhão, 21, 2º) e Sebá. Tec: Alexandre Grasselli. / Rafael Dutra; Marthin, Guilherme, Henrique e Fabinho (Emerson, intervalo); Diego Antunes (Adriano, 20, 2º), Kauê, Marco Antônio e Afonso (Marlon, 18, 2º); Sandro e Victor. Tec: Paulo Matos
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Mestre Paraná, a referência

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversário no Santos 1×2 Cruzeiro, na Vila Belmiro, Santos, pela 38ª rodada do Brasileiro, em 06dez09:

  • Adilson Baptista – Valeu a pena aguarrrdarrr, como ele sempre pediu. No fim, Adílson alcançou seu objetivo colocando o time na Libertadores, apesar das dificuldades e perseguições que recebeu ao longo do ano. Contra o Santos, correu imenso risco na troca de WP por Caçapa. Deixar de fustigar a bequeira adversária, confiando apenas nos avanços dos laterais não deu certo, pois Jonathan foi expulso. Apostar todas as fichas na defesa superpovoada, também era uma temeridade como se viu quando ela falhou e concedeu o empate ao time local. Mas ele tinha uma carta na manga e jogou-a com sucesso ao trocar Diego Renan por Kleber. 
  • Torcida – Muitos cruzeirenses conseguiram vencer a desorganização que impera no Campeonato Brasileiro pra apoiar o time. Os desafios foram imensos: escapar das tocaias das organizadas peixeiras, conseguir comprar ingressos e, finalmente, entrar no estádio. Parabéns a eles pela coragem e solidariedade com a equipe. 

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Santos 1×2 Cruzeiro: Papai Noel existe

domingo, 6 de dezembro de 2009

Em 5º lugar, com 59 pontos, ao Cruzeiro só interessa a vitória. E nem ela basta para conseguir uma vaga na Libertadores de 2010.

Será preciso que o  São Paulo para para o Sport, no Morumbi, ou o Palmeiras perca para o Botafogo, no Engenhão.

Fabrício, contundido, será o desfalque no time titular. Guerrón e Athirson, também contundidos, desfalcarão o banco de reservas.

Gilberto, suspenso, deve ser substituído por Bernardo, a última opção do treinador para a armação de jogadas.

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Destaque foi o espírito de luta

domingo, 22 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético 1×1 Cruzeiro, na Arena da Baixada, Curitiba, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 21nov09:

  • Adilson Batista – Bem marcado, pressionado na saída de bola, seu time não funcionou no 1º tempo. No 2º, quando o jogo ficou mais aberto, esteve sempre mais perto de perder do que de vencer, pois o contra-ataque, sua melhor opção ofensiva, não lhe foi concedido. O empate no fim acabou sendo um prêmio de consolação nada desprezível. Considerando-se o fraco elenco de que dispõe, levar a luta por um lugar no G4 até o fim do torneio é mérito seu. E um desespero para seus inimigos pessoais.
  • Torcida – Compareceu, mas pouco se fez ouvir, pois a galera da casa não deu trégua em sua cantoria de 15 mil vozes.

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Atlético 1×1 Cruzeiro: Mais luta do que inspiração

sábado, 21 de novembro de 2009

Em 6º lugar, com 55 pontos, o Cruzeiro pode subir até duas posições se vencer a partida. Guerrón, suspenso, desfalca o time.

Em 15º lugar, com 43 pontos, o Atlético ainda corre risco de rebaixamento. Rafael Miranda, lesionado, será o desfalque do rubronegro paranaense.

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Douglas, Máxi e Maylson complicaram o Cruzeiro

domingo, 15 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×1 Grêmio, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 14nov09:

  • Adílson Baptista - Viu seu time cercado impiedosamente pelo adversário no 1º tempo, viu que Maylson mudou a cara do jogo com suas arrancadas para o atque, percebey que Douglas Costa estava criando dificuldades para sua defesa e que Máxi López exigia ao menso dois marcadores. Viu e contra-atacou com as trocas de Jonathan por Guerrón e de Ribeiro por Soares, que proporcionaram os melhores momentos do time e atormentaram o Grêmio. Só não conseguiu convencer seus joagdores a rodar a bola, no final da aprtida, aproveitando a vantagem de um jogador ao invés de tentar segurá-la nas laterais. Também não pôde fazer nada quando Máxi López, sozinho, desmontou sua defesa dois minutos depois do tempo regulamentar. Restou lamentar mais uma mancada de um time bem treinado, mas com pouca categoria e recheado de jogadores de pouca percepção do que está acontecendo em campo.
  • Torcida - Respondeu ao apelo do time e compareceu em bom número. Fez muita festa, principalmente, quando os alto-falantes anunciavam os gols do Coritiba no Couto Pereira. Pena que o país não ouça seus cânticos pela eterna burrice da Máfia Azul que, em vez de entoar loas ao clube, prefere gritar palavrões contra o rival citadino. Nesses momentos, a TV tira o som da galera e os telespectadores de todo o país têm a impressão de que  o cruzeirense não vibra nem empurra o time. Burrice siderúrgica, repetitiva, mas que, querem saber de uma coisa?, jamais mudará. Tudo porque o torcedor desorganizado prefere o o “Ei, G, VTNC!” aos hinos mais elaborados da TFC, que ela não consegue aprender. Questão de QI médio muito baixo.

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Cruzeiro 1×1 Grêmio: Faltou categoria

sábado, 14 de novembro de 2009

Em 5º lugar, com 54 pontos, o Cruzeiro ainda sonha com a sorte grande do título ou, no mínimo, com uma vaga na Libertadores 2010.

Soares, recuperado de uma contusão, ficará no banco de reservas. Fernandinho, contudo, estará ausente. 

Em 9º lugar com 48 pontos, o Grêmio não terá Souza, suspenso, Leo, Mário Fernandes e Jonas, machucados.

Os gaúchos, que perderam o treinador Paulo Autuori, que se demitiu durante a semana, não têm maiores objetivos na competição. Jogam pela honra da firma.

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O coringa Paraná foi quem estabilizou a defesa

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Sport 2×3 Cruzeiro, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Ilha do Retiro, em 07nov09:

  • Fábio – Alguns consideraram imprudente a saída no 1º gol do Sport. Se tivesse ficado,  Wilson não teria o arco aberto à sua disposição. Provavelmente, esses mesmos torcedores o teriam criticado por não sair pra abafar a jogada. No 2º gol, nada pôde fazer. Nos demais lances, esteve correto.  
  • Jonathan – Ficou na poeira, o tempo em que subia pouco ao ataque e, muitas vezes, cumpria o papel de terceiro beque. Quando começou a fazer as jogadas certas no ataque recebeu carta branca pra avançar. Agora, só volta a custo e deixas espaços para os contra-ataques dos adversários. Quem fica na sua cobertura e mais o zagueiro central, pagam a contapor não conterem as blitze pelo lado direito da defesa celeste. Contra o Sport, Henrique e Gil pagaram a conta, mas sobrou também para Paraná e Leonardo. Não está sendo boa a decisão apostar todas as fichas na função de ponta ou de meia-direita.  No 4-4-2, defender ainda é a principal atividade de um lateral. Como atacante, saiu-se bem. Mas é rpeciso equilíbrio.
  • Gil – Estabanado no 1º tempo, entrou nos eixos no 2º. Em sua defesa, diga-se que o Sport forçou o jogo pelo setor direito da defesa celeste e, muitas vezes, ele teve que sair em busca de atacantes ágeis, quando sua especialidade é a bequeira, lugar de rebatidas, “despachos” e corpo-a-corpo conm centroavantes.
  • Leonardo Silva – Tomou um drible de Arce no 1º gol, quando saiu para cobrir Gil, mas recuperou-se, chefiou a defesa e ainda teve forças pra atacar nas bolas paradas. Numa delas, fez o gol de empate, melhroando seu conceito com a torcida e os comentaristas, que lhe encheram a bola nas avaliações pós-jogo.
  • Diego Renan – Atacante no 1º tempo, quando voltou pra defesa, não conseguiu marcar com eficiência. Bom atacante, defensor mediano, acabou sacado porque o time precisou marcar forte pra segurar a vantagem no 2º tempo.
  • Henrique – Com Diego e Fabrício atacando e Leonardo às voltas com as falhas do parceiro de zaga, teve dificuldades no 1º tempo, pois Fininho, Fabiano, Pimenta e Arce atacaram pelo corredor deixado por Jonathan. Depois, com o time mais equilibrado defensivamente, quando Paraná virou líber à frtente da zaga, armou boas jogadas pela esquerda e arriscou saídas pela esquerda. Numa delas,cavou e  bateu o lateral que resultou na jogada do gol da vitória.
  • Fabrício – Foi mais armador e atacante do que volante de contenção, o que enfraqueceu o sistema defensivo. Sua determinação contagia o time na busca de vitórias. Saiu baleado após esforçar-se além do que permitia sua condição física.
  • Fabinho – Foi um bom volante de contenção. Como exigia a fase do jogo em que atuou.
  • Marquinhos Paraná – Teve dificuldade para cobrir o setor abandonado por Renan, que jogou como meia e ponta-esquerda. Mas foi quem conserou a defesa quando o treinador reposicionou o sistema defensivo, ássando-lhe a incumbência de proteger a zaga. O fez com maestria.
  • Athirson – Entrou com o time em vantagem e arriscou pouco. Cuidou do corredor esquerdo e saiu pouco para o ataque.
  • Gilberto – Bem marcado, pouco apareceu no começo da partida. Aos poucos, encontrou espaços para jogar pelo lado esquerdo criando dificuldades para o lateral improvisado, Moacir. Em seu melhor lance, serviu Leonardo Silva para o gol de empate.
  • Thiago Ribeiro – O lutador de sempre marcando a saída de bola. O jogador tático de sempre abrindo a defesa com jogadas pelos flancos. Eainda fez um gol, o que está começando a virar rotina. Boa atuação.
  • Wellington Paulista – Obrigou Magrão a praticar uma grande defesa, deu passe para o gol de Guerrón e lutou como sempre.
  • Guerrón – Marcou um gol, fez algumas boas jogadas com seu entusiasmo de atacante-atacante. Com o passar do tempo, perdeu o pique e foi se apagando. Se conseguir se manter ligado durante todo o tempo, pode se firmar no time.
  • Adílson Baptista – Se o futebol indígena do começo da partida, quando os dois laterais e um dos volantes partiram para o ataque ao mesmo tempo deixando a defesa desprotegida foi determinado por ele, foi mal. Se não foi, melhor. De qualquer forma, acertou a marcação colocando Paraná na contenção. E foi consciente ao promover alterações pra não permitir uma nova virada por falta de consistência defensiva.
  • Torcida – Compareceu em bom número e, mesmo em minoria, muitas vezes dominou a cena. Principalmente, quando a torcida local caiu em depressão. Ao menos, foi o que se pôde ouvir na transmissão do PFC.
  • Juiz & Bandeiras – Houve impedimento não marcado no primeiro gol do Sport. As demais decisões foram corretas, incluindo as duas expulsões de jogadores do Sport, que se excederam nos pontapés.
  • Adversários – Wilson fez dois gols, Fabiano deu muito trabalho enquanto esteve em campo, Magrão fez boas defesas, Pimenta foi um armado lúcido. Os demais lutaram, mesmo com perspectivas quase nulas de conseguirem livrar seu time do rebaixamento.  
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Gilberto, o melhor de um jogo histórico

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×2 Santo André, pela 32ª rodada do Campeoanto Brasileiro, no Mineirão, em 28out09:

  • Adílson Batista - Há quanto tempo não se fala mais de golfistas no Cruzeiro? E cadê aquela manjada malemolência de outros campeonatos? Adílson acabou com tudo isto. Um grande treiandor, sem dúvida. No jogo, que ficará marcado por sua voadora comemorativa no gol da vitória, ele tirou uísque 18 anos de tonel de cachaça ruim (d’après Wall Free Dow Jones), inventando até substituição de beque por meia-atacante.
  • Torcida – Espetacular. Incentivou do início ao fim. Mas, cá pra nós, 20 mil foi público de Rrual, não de Morrinhão.  

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Cruzeiro 3×2 Santo André: Explode, coração!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Cruzeiro está em 6º lugar com 48 pontos. Três atrás do 5º colocado, Flamengo, 4 atrás do G4, 5 atrás da Cocota e 6 do líder.

Gil, suspenso, Leonardo Silva e Wellington Paulista, machucados, são os desfalques.

O Santo André está em 16º com 32, mesma ao lado de Botafogo e Náutico.

O Ramalhão jogará com a mesma formação que venceu do Palmeiras, podendo. Mas pode ser que o lateral-esquerdo Ávine reforce a equipe.

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Fabrício foi onipresente

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Corintiãs 0×1 Cruzeiro, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu, em 25out09:

  • Adílson Baptista – Considerando-se as carências do elenco, escalou o time possível. Substituiu Guerrón pra dar mais volume de jogo a seu meio de campo e, mesmo com dez, levou o jogo a bom termo, pois o Corintiãs não se desenredou do bloqueio celeste. Mas o que mais chama atenção é a força anímica que está conseguindo imprimir ao time, que jamais abdicou de lutar pelos objetivos traçados mesmo com o choque que representou a perda da Libertadores.
  • Torcida – Compareceu em bom número e, embora pouco focalizada pelas câmeras do SporTV –que também se limitaram a mostrar os jogadores corintianos durante a execução do Hino Nacional- ajudou o time com seu entusiasmo. TFC, Máfia Azul, Sampa Azul e torcedores desorganizados estão de parabéns. E mereciam um agradecimento público da direção do clube.

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